Bolsonaro vence Lula em todas as regiões, exceto no Nordeste
A maior e mais completa pesquisa eleitoral, oficialmente registrada no TSE, realizada até agora no Brasil mostra que o presidente Jair Bolsonaro está muito perto de vencer a eleição presidencial ainda no Primeiro Turno, já que tem 46% dos votos válidos.
A pesquisa EQUILÍBRIO BRASIL ouviu pelo método URA (via telefone) 11.500 eleitores de 1286 municípios de todas as regiões do Brasil. É sim a maior e mais completa coleta de dados para verificar intenção de votos até agora nas eleições 2022.
O resultado mostra que o presidente Jair Bolsonaro lidera com 44% das intenções de votos contra 39% de Lula. Em votos válidos, Jair Bolsonaro vai a 46% contra 41% de Lula. A pesquisa é bem detalhada e mostra Bolsonaro atrás de Lula apenas no Nordeste, porém com uma votação consistente.
Pesquisa nacional para Presidente realizada por meio telefônico, ouviu 11.500 eleitores em 1.286 municípios, nos dias 20, 21 e 22 de Setembro de 2022 e a margem de erro é de 3 pontos percentuais. Pesquisa registrada no TSE sob o número BR-02018/2022
Nesta segunda-feira (26), o Centro de Feira de Santana foi palco da ‘Caminhada da vitória’ do time de ACM Neto (UB). Comandado pelo ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, o ato que tomou a avenida Getúlio Vargas contou com a participação do candidato a deputado federal, Zé Chico e de postulantes à Assembleia Legislativa.
Autoridades como o prefeito Colbert Martins e o vice Fernando de Fabinho também marcaram presença na caminhada. “Muito obrigado, Feira. Vamos juntos com a mudança que a nossa Bahia merece e precisa”, disse José Ronaldo.
O candidato a deputado federal pelo União Brasil, Zé Chico, comemorou a participação dos inúmeros apoiadores que estiveram no ato em defesa do seu projeto político e do de ACM Neto e Cacá Leão. “É fundamental que nós tenhamos um deputado de Feira que trabalhe. Precisamos de um deputado que veja Feira como metrópole. Por isso, colocamos o nosso nome pelo grupo de José Ronaldo de Carvalho”, destacou Zé Chico.
CARREATA NA BARAÚNA
Com todo gás depois de uma intensa e marcante caminhada pelo Centro de Feira, Zé Chico acompanhado de todas as suas lideranças fez uma carreata pelo bairro Baraúna.
O ato que saiu da avenida Riachuelo, passou por diversas ruas do bairro. Por onde a carreata passava, os eleitores demonstravam apoio à Zé Chico, que ressaltava a importância de Feira ter um representante na Câmara dos Deputados para conseguir recursos e grandes investimentos em obras para a cidade e região.
Na noite desta sexta-feira (23), o bairro Irmã Dulce vibrou com as presenças do candidato a deputado federal pelo União Brasil, Zé Chico, o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho e o atual vice-prefeito, Fernando de Fabinho.
A carreta que além do Irmã Dulce, passou por Jomafa e Conjunto Luis Eduardo Magalhães, foi acompanhada por vários apoiadores, lideranças e autoridades que apoiam o nome de Zé Chico para representar Feira de Santana na Câmara dos Deputados.
Assim como em outras oportunidades nesta semana, o ex-prefeito José Ronaldo acompanhou Zé Chico pelos bairros de Feira. “Estamos aqui para defender o nome de Zé Chico para a Câmara Federal”, disse o coordenador geral da campanha de ACM Neto (UB) ao Governo da Bahia.
O candidato a deputado federal aproveitou a oportunidade para agradecer a receptividade que tem recebido por onde passa nesta campanha e ressaltou que, em Brasília, buscará investimentos e novas obras para a cidade. “Feira de Santana nos abraçou. E isso é que tem me dado mais energia para continuar”, finalizou Zé Chico.
Faltando nove dias para as eleições, o candidato a governador ACM Neto se consolida na liderança folgada na corrida pelo Palácio de Ondina e amplia a chance de vitória no primeiro turno, de acordo com dados da nova pesquisa do instituto Ipec, divulgada nesta sexta-feira (23), pela TV Bahia.
Segundo o levantamento, o ex-prefeito de Salvador chegou aos 54% dos votos válidos, mais de 17 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Jerônimo Rodrigues (PT), que pontuou com 37% dos votos válidos. João Roma (PL) vem em terceiro com 7% dos votos válidos.
A pesquisa ouviu 1504 eleitores em 72 municípios da Bahia entre os dias 20 e 22 deste mês. Margem de erro de 3 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento do Ipec foi registrado na Justiça Eleitoral com o número BA‐05576/2022.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse na quarta-feira (21.set.2022) que terá, nas eleições de 2022, o dobro dos votos que teve no Nordeste em 2018, quando foi eleito presidente da República.
“Nós tratamos o nordestino como cidadão de verdade, e não como eleitores. Eu tenho certeza que, no mínimo, terei o dobro da votação que tive no passado no Nordeste. Em alguns lugares, até com chance de ganhar”, declarou o chefe do Executivo durante entrevista à emissora Rede Vida.
O candidato do PL também falou sobre a sua visita ao município de Garanhuns, no interior de Pernambuco. A cidade é a terra natal de seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante a visita ao município, Bolsonaro fez críticas aos casos de corrupção do governo do petista e citou que seu governo reduziu o preço da gasolina e ajudou os mais pobres com o Auxílio Brasil.
Na reunião que tiveram nesta terça-feira (20) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, em Brasília, o candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto, e aliados se queixaram da “falta de isonomia” do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) no pleito deste ano.
Segundo relataram ao Metro1 seis presentes no encontro, Neto, o candidato ao Senado Cacá Leão (PP) e mais 6 deputados federais disseram que, enquanto os processos contra a chapa da oposição têm sido analisados de forma célere pela Corte, as ações contra a coligação petista têm sido julgadas lentamente.
Ao presidente do TSE, os oposicionistas afirmaram que integrantes do TRE-BA têm dado liminares (decisões preliminares) favoráveis à campanha de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo da Bahia, ao passo que, no caso de ACM Neto, os magistrados da Corte têm pedido vista (tempo para analisar os processos) ou posicionamentos do Ministério Público. O resultado, segundo eles, é uma “morosidade” no julgamento das ações da oposição.
Além da reclamação, Neto e os aliados entregaram ao presidente do TSE documentos, com tabelas e vídeos para mostrar, de acordo com eles, ” a discrepância dos julgamentos”.
Segundo sempre os presentes, Alexandre de Moraes teria se mantido neutro durante toda a conversa, mas prometeu conversar sobre a situação com o presidente do TRE-BA, Roberto Frank. Aos aliados, ACM Neto disse que o resultado da reunião foi “proveitoso” e que “ficou bem claro” que as posições do TRE-BA “não estão transcorrendo de forma adequada”.
Apesar da reclamação de ACM Neto em relação à Corte baiana, parte das decisões do TRE-BA tem sido confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral, como a irregularidade da chapa da oposição ao invadir os horários destinados às candidaturas para os cargos proporcionais nas eleições deste ano.
Além de ACM Neto e Cacá Leão, marcaram presença no encontro: Marcelo Nilo, Márcio Marinho, ambos do Republicanos, Arthur Maia, Leur Lomanto Júnior, José Rocha, todos do União Brasil, e Cláudio Cajado (PP). Elmar Nascimento, Paulo Azi, ambos do União Brasil, e Adolfo Viana (PSDB) deixaram o encontro antes do início. Félix Mendonça Júnior (PDT) esteve ausente.
O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, é o coordenador geral de campanha do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (UB). Em vídeo publicado em suas redes sociais, ele reforça apoio a Neto e Cacá Leão, candidato a senador.
“Meus amigos de Feira de Santana e de toda a Bahia, peço o seu voto. Vamos juntos colocar a Bahia nos trilhos outra vez. Para governador vote em ACM Neto 44 e para senador vote em Cacá Leão 111. Vamos juntos botar a Bahia nos trilhos outra vez! ”, disse Ronaldo
Veja o acervo com peças que animaram disputas políticas desde a década de 1950, indo de Getúlio a Bolsonaro
“Ó, seu Toninho,
Da terra do leite grosso,
Bota cerca no caminho
Que o paulista é um colosso”
O “Seu Toninho” do primeiro verso é Antônio Carlos de Andrada, governador de Minas Gerais. O “paulista” é Julio Prestes, candidato à Presidência da República. E a marchinha Seu Julinho Vem, da qual foi retirada a estrofe acima, é o primeiro jingleeleitoral da história política brasileira, composto em 1929 por Francisco José Freire Júnior e eternizado pela voz do cantor Francisco Alves.
A novidade que caiu nas graças do povo durou pouco. Bruscamente interrompido pela ditadura do Estado Novo, o uso do rádio na propaganda eleitoral voltou em 1945, na disputa entre o marechal Eurico Gaspar Dutra e o brigadeiro Eduardo Gomes. Mas foi Getúlio Vargas, com o clássico Retrato do Velho, quem iniciou a popularização do uso do jingle no meio político, e quase todos os candidatos passaram a procurar um jingle para chamar de seu.
Um dos candidatos que apostou forte nas musiquinhas foi Juscelino Kubitschek (JK). Em 1955, o então governador de Minas Gerais mesclou patriotismo e nacional-desenvolvimentismo em seu jingle. “Queremos demonstrar ao mundo inteiro e a todos que nos querem dominar”, recita os primeiros versos. “Que o Brasil pertence aos brasileiros e um homem vai surgir para trabalhar.”
Se JK queria modernizar o Brasil “cinquenta anos em cinco”, Jânio Quadros prometia “varrer a corrupção do governo” com sua vassourinha. “Varre a bandalheira”, pede o início da música do candidato que, em 1960, venceria os adversários Teixeira Lott e Adhemar de Barros. “O povo já está cansado de viver desta maneira. Jânio Quadros é a esperança deste povo abandonado. Jânio Quadros é a certeza de um Brasil moralizado. Vassoura, conterrâneo.”
O tema da corrupção voltou anos depois, já no Brasil redemocratizado, com Fernando Collor. Em 1989, o deputado elegeria-se presidente da República com o lema “caçador de marajás”. “É a vez do povo anunciar um Brasil novo que vai chegar”, dizia o jingle de Collor, alvo de um processo de impeachment em 1992.
“Com FHC, o Brasil vai vencer”, garantia a música de Fernando Henrique Cardoso, ministro da Fazenda de Itamar Franco. “Vamos seguir nesse caminho para chegar lá.” Naquela época, o Brasil sofria com inflação de 40% ao mês e o tema da economia seria crucial para a vitória na campanha de 1994.
Oito anos depois, o “jingle chiclete” de “Lula lá, brilha uma estrela” fazia parte da campanha vencedora. Ao buscar a reeleição, em 2006, o então presidente resgatava o mote, aderindo “Lula de novo, na vida do povo”.
A campanha de Dilma Rousseff investiria em um jingle colando a imagem da ex-ministra apostaria no legado de Lula: “Ela já mostrou que é capaz. Ajudou Lula a chegar lá.”
“Quero novo rumo, e não estou sozinho, para um Brasil mais forte, só há esse caminho. Muda Brasil”, com essas palavras, Deus, pátria e família voltaram a ganhar um lugar especial em 2018, no jingle de Jair Bolsonaro, composto pela dupla sertaneja Mateus e Cristiano.
A partir deste sábado (17), nenhum candidato a cargos eletivos nas eleições deste ano poderá ser detido ou preso, a menos que seja em flagrante delito. A regra está prevista no Código Eleitoral e no calendário eleitoral de 2022 aprovado pelo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida vale até 48 horas após o encerramento do pleito, marcado para 2 de outubro.
Por meio dessas regras, a Justiça Eleitoral busca evitar que abusos sejam cometidos no período, em especial, perseguições políticas que resultem no afastamento de candidatos de suas campanhas, ou mesmo a provocação de repercussões negativas contra adversários políticos.
De acordo com o Art. 236 do Código Eleitoral, membros das mesas receptoras e fiscais de partido também não poderão ser detidos ou presos durante o exercício de suas funções, “salvo o caso de flagrante delito”.
Ainda segundo a legislação, nenhuma autoridade poderá, desde 15 dias antes e até 48 horas após o encerramento da eleição, “prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.
Caso ocorra “qualquer prisão”, o detido deverá ser imediatamente conduzido à presença do juiz competente. Caso o juiz verifique a ilegalidade da detenção, caberá a ele relaxar a prisão e responsabilizar eventuais coautores da prisão.
Ex-presidente discorria sobre ‘avanços tecnológicos’
O ex-presidente Lula (PT) disse não saber como criar novos empregos em uma eventual novo mandato presidencial. A afirmação foi proferida em um evento com lideranças do Movimento Sem-Terra (MST), na quarta-feira 14, em São Paulo.
“Os avanços tecnológicos não estão criando novos empregos”, disse o petista. “Eles criam mais produtividade, mais riqueza e mais condições de ganhar dinheiro, mas vão diminuindo a quantidade de pessoas que fazem trabalhos manuais. Como não podemos brigar com os avanços tecnológicos, porque, ainda que eles tirem os empregos, são responsáveis por criar inúmeras facilidades, nós temos que discutir como criar trabalho para o povo brasileiro. Como vamos criar novos empregos? Eu não sei como fazer.”
“A única coisa que eu sei é que estou voltando a concorrer a uma eleição presidencial porque precisamos fazer esse país voltar a ser feliz”, completou. “Todos sabem que eu vou criar um Ministério do Desenvolvimento Agrário, nós vamos ter o Ministério das Pequenas Empresa.”
Criação de ministérios
Em entrevista ao UOL em julho deste ano, além dos possíveis novos órgãos voltados ao desenvolvimento agrário e pequenas empresas, Lula disse que pretende criar o Ministério de Causas Indígenas, do Planejamento, da Igualdade Social, entre outras pastas em um eventual novo mandato.
“Vou recriar o Ministério da Pesca e criar o de Causas Indígenas, que terá que ter um índio no ministério”, reafirmou. “Não precisa ser um branco de terno e gravata. Vou recriar ministérios que existiam no meu governo. Um país do tamanho do Brasil não pode deixar de ter um Ministério do Planejamento. Esse país tem que ser planejado de curto, médio e longo prazo. Esse país tem que ter uma prateleira de projetos feitos pelo Ministério do Planejamento.”
“Vamos criar ministérios necessários, porque, quando coloca uma coisa importante, como cultura, no lugar secundário, você não está dando importância”, afirmou. “Cultura vai ser muito importante. Vamos criar comitês estaduais para ver se consegue nacionalizar cultura.”