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Após divulgar um vídeo no qual canta o jingle de campanha e declara apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL), Neymar reclamou das críticas recebidas diante do posicionamento político.

“Falam em democracia e um montão de coisa, mas quando alguém tem uma opinião diferente é atacado pelas próprias pessoas que falam em democracia. Vai entender”, escreveu o jogador de futebol, na manhã desta sexta-feira (30), no Twitter.

Com mais de 58,2 milhões de seguidores em sua conta, o atleta gerou ainda mais burburinho ao ironizar o comportamento de opositores do chefe do Executivo. Dentre as mais de 9 mil respostas ao tuíte, chegaram novas críticas e endossos à fala de Neymar.

“Pagar os milhões em impostos sonegados tu não quer né hipócrita”, comentou o jornalista George Marques, citando dívida de R$ 8 milhões do jogador junto à Receita Federal. “Neymar recorreu a Bolsonaro para reclamar de dívida milionária com a Receita Federal, ainda em transação. E agora gravou vídeo de garoto propaganda do candidato, com dancinha e tudo. Jogada ensaiada, no toma lá, dá cá, driblando o Brasil?”, questionou o também jornalista Ricardo Noblat.

Vereadora de Macaé, Iza Vicente (Rede-RJ) explanou sobre o conceito de democracia ao se reportar ao atleta. “Ney, Democracia dá o direito do seu voto ser secreto, mas você demonstrou publicamente. A mesma democracia dá o direito de você, como pessoa pública, ser criticado e questionado. E vice e versa”, argumentou.

“Se você valorizasse mesmo a democracia, saberia que a sua “opinião” valida um candidato que deseja destruí-la. Vai jogar bola e vê se para de cair que todo mundo ganha mais”, retrucou o repórter Mateus Campos.

Dentre os apoios recebidos por Neymar está o de Adolfo Sachsida, ministro de Minas e Energia. “Fica firme campeão. Você mostrou que está pronto para liderar a seleção brasileira em busca de mais um título mundial. Deus o abençoe e a sua família”, escreveu o integrante do governo Bolsonaro.

Quem também se manifestou em favor do atleta foi o baiano André Porciúncula (PL), ex-secretário Nacional de Fomento à Cultura e atual candidato a deputado. “Democracia para essa turma é um porrete retórico para impor suas opiniões”, afirmou.

Vereador de Niterói, Douglas Gomes (PL-RJ) atacou esquerdistas ao sair em defesa de Neymar. “A democracia deles só serve para quem apoia candidatos de esquerda. Isso se chama liberdade seletiva. É isso que eles querem implantar no Brasil”, apontou.

*Bahia.ba


(Foto: Isac Nóbrega/PR)

A pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Futura a pedido do Banco de Investimentos Modalmais coloca o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), à frente nas intenção de voto dos eleitores do Estado de São Paulo. Conforme os números, se a eleição fosse hoje, 44,1% dos entrevistados votariam em Bolsonaro e 35,5% no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Divulgada a menos de 72 horas da eleição, os resultados apresentados contrariam pesquisas realizadas anteriormente por outros institutos, como o DataFolha e Idea. Ambos chegaram a projetar a vitória de Lula já no 1º turno.

Os resultados dos demais candidatos, dentro da pesquisa Modalmais/Futura, seguem a seguinte ordem: Simone Tebet (MDB) com 4,5% dos votos, Ciro Gomes (PDT) com 4,2% dos votos e Soraya Thronicke (União Brasil) com 0,2% dos votos.

Em caso de um segundo turno, envolvendo os dois candidatos mais bem votados, Bolsonaro e Lula, teríamos uma segunda vitória do atual presidente com 50,4% do votos em contrapartida aos 39,7% dos votos de Lula.

Mais surpresas

A mesma pesquisa também surpreendeu ao colocar, na disputa pelo governo de São Paulo, o candidato Tarcísio de Freitas (Republicanos), que foi ministro da Infraestrutura no governo Bolsonaro, à frente do candidato Fernando Haddad (PT), que tem aparecido com líder nas pesquisas feitas por outras instituições.

No primeiro turno, 28,9% dos eleitores disseram que vão votar em Tarcísio e 22,1% afirmaram votar em Haddad. Em terceiro lugar aparece Rodrigo Garcia (PSD) 13,2%.

Nessa corrida, a diferença é pouca, mas chama atenção por conta dos indecisos, que chegam a 26,6%, um pouco menos que os votos declarados a Tarcísio e um pouco mais que os votos declarados a Haddad.

Detalhes da pesquisa

A pesquisa foi realizada pela Futura para o Banco ModalS/A. A amostra foi do tipo não probabilística e contemplou 1000 entrevistas, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos e confiabilidadede 95%.

As entrevistas foram realizadas entre os dias 26 e 28 de setembro de 2022, por meio de técnica de abordagem CATI (entrevista telefônica assistida por computador), respeitando os critérios de aleatoriedade e das proporções populacionais, de sexo, idade e estado de moradia, tendo como unidade respondente eleitores de São Paulo.

A pesquisa é de responsabilidade do economista José Luiz Soares Orrico e da estatística Priscila Pagung de Aquino L.Campos.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os números SP-03528/2022 e BR-06588/2022

Informações Livre


URGENTE: pesquisa mostra Bolsonaro com vantagem de 5 pontos sobre Lula, VEJA NÚMEROS

Bolsonaro vence Lula em todas as regiões, exceto no Nordeste

A maior e mais completa pesquisa eleitoral, oficialmente registrada no TSE, realizada até agora no Brasil mostra que o presidente Jair Bolsonaro está muito perto de vencer a eleição presidencial ainda no Primeiro Turno, já que tem 46% dos votos válidos.

A pesquisa EQUILÍBRIO BRASIL ouviu pelo método URA (via telefone) 11.500 eleitores de 1286 municípios de todas as regiões do Brasil. É sim a maior e mais completa coleta de dados para verificar intenção de votos até agora nas eleições 2022.

O resultado mostra que o presidente Jair Bolsonaro lidera com 44% das intenções de votos contra 39% de Lula. Em votos válidos, Jair Bolsonaro vai a 46% contra 41% de Lula. A pesquisa é bem detalhada e mostra Bolsonaro atrás de Lula apenas no Nordeste, porém com uma votação consistente.

Pesquisa nacional para Presidente realizada por meio telefônico, ouviu 11.500 eleitores em 1.286 municípios, nos dias 20, 21 e 22 de Setembro de 2022 e a margem de erro é de 3 pontos percentuais. Pesquisa registrada no TSE sob o número BR-02018/2022

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Informações TBN


Nesta segunda-feira (26), o Centro de Feira de Santana foi palco da ‘Caminhada da vitória’ do time de ACM Neto (UB). Comandado pelo ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, o ato que tomou a avenida Getúlio Vargas contou com a participação do candidato a deputado federal, Zé Chico e de postulantes à Assembleia Legislativa.

Autoridades como o prefeito Colbert Martins e o vice Fernando de Fabinho também marcaram presença na caminhada. “Muito obrigado, Feira. Vamos juntos com a mudança que a nossa Bahia merece e precisa”, disse José Ronaldo.

O candidato a deputado federal pelo União Brasil, Zé Chico, comemorou a participação dos inúmeros apoiadores que estiveram no ato em defesa do seu projeto político e do de ACM Neto e Cacá Leão. “É fundamental que nós tenhamos um deputado de Feira que trabalhe. Precisamos de um deputado que veja Feira como metrópole. Por isso, colocamos o nosso nome pelo grupo de José Ronaldo de Carvalho”, destacou Zé Chico.

CARREATA NA BARAÚNA

Com todo gás depois de uma intensa e marcante caminhada pelo Centro de Feira, Zé Chico acompanhado de todas as suas lideranças fez uma carreata pelo bairro Baraúna.

O ato que saiu da avenida Riachuelo, passou por diversas ruas do bairro. Por onde a carreata passava, os eleitores demonstravam apoio à Zé Chico, que ressaltava a importância de Feira ter um representante na Câmara dos Deputados para conseguir recursos e grandes investimentos em obras para a cidade e região.


Na noite desta sexta-feira (23), o bairro Irmã Dulce vibrou com as presenças do candidato a deputado federal pelo União Brasil, Zé Chico, o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho e o atual vice-prefeito, Fernando de Fabinho.

A carreta que além do Irmã Dulce, passou por Jomafa e Conjunto Luis Eduardo Magalhães, foi acompanhada por vários apoiadores, lideranças e autoridades que apoiam o nome de Zé Chico para representar Feira de Santana na Câmara dos Deputados.

Assim como em outras oportunidades nesta semana, o ex-prefeito José Ronaldo acompanhou Zé Chico pelos bairros de Feira. “Estamos aqui para defender o nome de Zé Chico para a Câmara Federal”, disse o coordenador geral da campanha de ACM Neto (UB) ao Governo da Bahia.

O candidato a deputado federal aproveitou a oportunidade para agradecer a receptividade que tem recebido por onde passa nesta campanha e ressaltou que, em Brasília, buscará investimentos e novas obras para a cidade. “Feira de Santana nos abraçou. E isso é que tem me dado mais energia para continuar”, finalizou Zé Chico.


Faltando nove dias para as eleições, o candidato a governador ACM Neto se consolida na liderança folgada na corrida pelo Palácio de Ondina e amplia a chance de vitória no primeiro turno, de acordo com dados da nova pesquisa do instituto Ipec, divulgada nesta sexta-feira (23), pela TV Bahia. 

Segundo o levantamento, o ex-prefeito de Salvador chegou aos 54% dos votos válidos, mais de 17 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Jerônimo Rodrigues (PT), que pontuou com 37% dos votos válidos. João Roma (PL) vem em terceiro com 7% dos votos válidos.

A pesquisa ouviu 1504 eleitores em 72 municípios da Bahia entre os dias 20 e 22 deste mês. Margem de erro de 3 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento do Ipec foi registrado na Justiça Eleitoral com o número BA‐05576/2022.

Informações Informe Baiano


Terei dobro dos votos que tive no Nordeste em 2018, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse na quarta-feira (21.set.2022) que terá, nas eleições de 2022, o dobro dos votos que teve no Nordeste em 2018, quando foi eleito presidente da República.

“Nós tratamos o nordestino como cidadão de verdade, e não como eleitores. Eu tenho certeza que, no mínimo, terei o dobro da votação que tive no passado no Nordeste. Em alguns lugares, até com chance de ganhar”, declarou o chefe do Executivo durante entrevista à emissora Rede Vida.

O candidato do PL também falou sobre a sua visita ao município de Garanhuns, no interior de Pernambuco. A cidade é a terra natal de seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Durante a visita ao município, Bolsonaro fez críticas aos casos de corrupção do governo do petista e citou que seu governo reduziu o preço da gasolina e ajudou os mais pobres com o Auxílio Brasil.

Poder360


Na reunião que tiveram nesta terça-feira (20) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, em Brasília, o candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto, e aliados se queixaram da “falta de isonomia” do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) no pleito deste ano.

Segundo relataram ao Metro1 seis presentes no encontro, Neto, o candidato ao Senado Cacá Leão (PP) e mais 6 deputados federais disseram que, enquanto os processos contra a chapa da oposição têm sido analisados de forma célere pela Corte, as ações contra a coligação petista têm sido julgadas lentamente.

Ao presidente do TSE, os oposicionistas afirmaram que integrantes do TRE-BA têm dado liminares (decisões preliminares) favoráveis à campanha de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo da Bahia, ao passo que, no caso de ACM Neto, os magistrados da Corte têm pedido vista (tempo para analisar os processos) ou posicionamentos do Ministério Público. O resultado, segundo eles, é uma “morosidade” no julgamento das ações da oposição.

Além da reclamação, Neto e os aliados entregaram ao presidente do TSE documentos, com tabelas e vídeos para mostrar, de acordo com eles, ” a discrepância dos julgamentos”.

Segundo sempre os presentes, Alexandre de Moraes teria se mantido neutro durante toda a conversa, mas prometeu conversar sobre a situação com o presidente do TRE-BA, Roberto Frank. Aos aliados, ACM Neto disse que o resultado da reunião foi “proveitoso” e que “ficou bem claro” que as posições do TRE-BA “não estão transcorrendo de forma adequada”.

Apesar da reclamação de ACM Neto em relação à Corte baiana, parte das decisões do TRE-BA tem sido confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral, como a irregularidade da chapa da oposição ao invadir os horários destinados às candidaturas para os cargos proporcionais nas eleições deste ano.

Além de ACM Neto e Cacá Leão, marcaram presença no encontro: Marcelo Nilo, Márcio Marinho, ambos do Republicanos, Arthur Maia, Leur Lomanto Júnior, José Rocha, todos do União Brasil, e Cláudio Cajado (PP). Elmar Nascimento, Paulo Azi, ambos do União Brasil, e Adolfo Viana (PSDB) deixaram o encontro antes do início. Félix Mendonça Júnior (PDT) esteve ausente.

*Metro1


O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, é o coordenador geral de campanha do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (UB). Em vídeo publicado em suas redes sociais, ele reforça apoio a Neto e Cacá Leão, candidato a senador.

“Meus amigos de Feira de Santana e de toda a Bahia, peço o seu voto. Vamos juntos colocar a Bahia nos trilhos outra vez. Para governador vote em ACM Neto 44 e para senador vote em Cacá Leão 111. Vamos juntos botar a Bahia nos trilhos outra vez! ”, disse Ronaldo


Veja o acervo com peças que animaram disputas políticas desde a década de 1950, indo de Getúlio a Bolsonaro

Patriotismo, anticorrupção e melhora da economia pautaram os jingles mais famosos do Brasil | Fotomontagem/Shutterstock

“Ó, seu Toninho,

Da terra do leite grosso,

Bota cerca no caminho

Que o paulista é um colosso”

O “Seu Toninho” do primeiro verso é Antônio Carlos de Andrada, governador de Minas Gerais. O “paulista” é Julio Prestes, candidato à Presidência da República. E a marchinha Seu Julinho Vem, da qual foi retirada a estrofe acima, é o primeiro jingleeleitoral da história política brasileira, composto em 1929 por Francisco José Freire Júnior e eternizado pela voz do cantor Francisco Alves.

A novidade que caiu nas graças do povo durou pouco. Bruscamente interrompido pela ditadura do Estado Novo, o uso do rádio na propaganda eleitoral voltou em 1945, na disputa entre o marechal Eurico Gaspar Dutra e o brigadeiro Eduardo Gomes. Mas foi Getúlio Vargas, com o clássico Retrato do Velho, quem iniciou a popularização do uso do jingle no meio político, e quase todos os candidatos passaram a procurar um jingle para chamar de seu.

Um dos candidatos que apostou forte nas musiquinhas foi Juscelino Kubitschek (JK). Em 1955, o então governador de Minas Gerais mesclou patriotismo e nacional-desenvolvimentismo em seu jingle. “Queremos demonstrar ao mundo inteiro e a todos que nos querem dominar”, recita os primeiros versos. “Que o Brasil pertence aos brasileiros e um homem vai surgir para trabalhar.”

Se JK queria modernizar o Brasil “cinquenta anos em cinco”, Jânio Quadros prometia “varrer a corrupção do governo” com sua vassourinha. “Varre a bandalheira”, pede o início da música do candidato que, em 1960, venceria os adversários Teixeira Lott e Adhemar de Barros. “O povo já está cansado de viver desta maneira. Jânio Quadros é a esperança deste povo abandonado. Jânio Quadros é a certeza de um Brasil moralizado. Vassoura, conterrâneo.”

O tema da corrupção voltou anos depois, já no Brasil redemocratizado, com Fernando Collor. Em 1989, o deputado elegeria-se presidente da República com o lema “caçador de marajás”. “É a vez do povo anunciar um Brasil novo que vai chegar”, dizia o jingle de Collor, alvo de um processo de impeachment em 1992.

“Com FHC, o Brasil vai vencer”, garantia a música de Fernando Henrique Cardoso, ministro da Fazenda de Itamar Franco. “Vamos seguir nesse caminho para chegar lá.” Naquela época, o Brasil sofria com inflação de 40% ao mês e o tema da economia seria crucial para a vitória na campanha de 1994.

Oito anos depois, o “jingle chiclete” de “Lula lá, brilha uma estrela” fazia parte da campanha vencedora. Ao buscar a reeleição, em 2006, o então presidente resgatava o mote, aderindo “Lula de novo, na vida do povo”.

A campanha de Dilma Rousseff investiria em um jingle colando a imagem da ex-ministra apostaria no legado de Lula: “Ela já mostrou que é capaz. Ajudou Lula a chegar lá.”

“Quero novo rumo, e não estou sozinho, para um Brasil mais forte, só há esse caminho. Muda Brasil”, com essas palavras, Deus, pátria e família voltaram a ganhar um lugar especial em 2018, no jingle de Jair Bolsonaro, composto pela dupla sertaneja Mateus e Cristiano.

Informações Revista Oeste

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