
Há muito se fala sobre aumento peniano. Contudo, diante de propagandas de técnicas duvidosas na internet e a indicação de cirurgia de aumento apenas para casos de micropênis e problemas de desenvolvimento peniano, pouca gente realmente sabe do que se trata o procedimento e de como ele funciona.
De acordo com o biomédico Vitor Mello, é possível aumentar o órgão com a combinação de ácido hialurônico e toxina butolínica.
“Como tudo o que envolve estética, os procedimentos de aumento peniano também foram aperfeiçoados com o tempo, principalmente no que diz respeito às técnicas e aos produtos utilizados”, explica.
Com cada vez menos tabu em torno do assunto, diversos homens buscam o aumento peniano. Para tirar as principais dúvidas sobre o assunto, o especialista pontua alguns mitos e verdades:
Mito. “O aumento da largura, da circunferência do pênis, é o principal e mais evidente nesta técnica. Promovemos um relaxamento da musculatura, evitando que o pênis se contraia, gerando um ganho de tamanho em estado flácido e em circunferência até mesmo quando ereto; ou seja, é aquele volume bonito na cueca em qualquer situação.”
Verdade. “É possível aumentar vários centímetros, assim como aumentamos lábio, queixo, por exemplo. Na clínica, nossa medida gira em torno de 1 até 3 centímetros de comprimento em repouso, e de 3,5 até 5 centímetros em circunferência. Tudo depende de quanto conseguimos aplicar de preenchedores e bioestimuladores, e claro, da anatomia do paciente.”
Mito. “Todo procedimento, cirúrgico ou não, tem riscos; mas as técnicas injetáveis que utilizo por meio da aplicação de ácido hialurônico, toxina botulínica e bioestimuladores não causam problemas de ereção. Além disso, em toda a literatura não há nenhum agravamento ou perda de ereção em procedimentos não cirúrgicos.”
Mito. “Nas técnicas não cirúrgicas realizadas por meio de preenchedores (até mesmo os considerados definitivos) há uma perda de circunferência ao longo do tempo; já as aplicações que realizado com ácido hialurônico elas continuam no organismo do paciente e mesmo após 12 meses ele ainda terá de 40 até 60% do resultado inicial; e é nesse momento que sugiro que seja feita a manutenção.”
Verdade. “Existe um método confiável, com estudo comprovado para o aumento peniano de ganho entre 1,7 até 2,3 centímetros de comprimento. Os extensores são ótimos aliados e surgiram inicialmente para serem usados após cirurgias urológicas e tratamentos de algumas doenças, mas que surte efeito à médio e longo prazo. Existem diversos modelos que podem ser utilizados em casa durante a rotina, antes de dormir. Vale ressaltar que esse procedimento não é isento de risco e deve ser feito sob supervisão médica.”
Verdade. “A harmonização íntima não tende a favorecer nem desfavorecer, diretamente, o homem na relação sexual. Mas sabemos que o prazer não é só físico — ele está relacionado à autoimagem, e muitos relatam que se sentem melhores na cama depois da harmonização íntima.”
Informações Metrópoles

O número de mortos após as enchentes no Rio Grande do Sul subiu, na manhã desta terça-feira (7/5), para 90. Há ainda quatro óbitos sob investigação, 132 pessoas desaparecidas e 361 feridos. A informação consta no mais recente boletim da Defesa Civil do estado.
Até o momento, 1.367.506 pessoas foram afetadas pelas chuvas fortes em 388 municípios. Desse total, quase 156 mil estão desalojadas, e outras 48 mil foram acolhidas em abrigos.


Congresso articula plano e prepara pacote sem limite de gastos para socorrer Rio Grande do SulGiulian Serafim/PMPOA
Veja a atualização:
Municípios afetados: 388
Pessoas em abrigos: 48.147
Desalojados: 155.741
Afetados: 1.367.506
Feridos: 361
Desaparecidos: 132
Óbitos confirmados: 90
Óbitos em investigação: 4
Informações Metrópoles

Nesta segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para agilizar as medidas do governo federal em auxílio ao Rio Grande do Sul, que enfrenta fortes chuvas e enchentes desde 28 de abril. De acordo com o último boletim da Defesa Civil, divulgado ao meio-dia, o número de mortes aumentou para 83, com 111 pessoas ainda desaparecidas.
O projeto autoriza o governo federal a excluir das metas fiscais as despesas realizadas por meio de crédito extraordinário para ajudar o Estado a se recuperar do desastre climático. Além disso, solicita a declaração de estado de calamidade pública até 31 de dezembro.
Lula anunciou essa medida durante uma reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O texto será encaminhado ao Congresso Nacional.
O presidente destacou que esse será o primeiro de uma série de ações que serão tomadas para ajudar na situação do Estado.
Leia abaixo o texto do PDL:

A reunião foi fechada para a imprensa, mas o início do encontro foi transmitido pela EBC (Empresa Brasil de Comunicação).
Segundo Lula, o projeto tem o objetivo de “dar celeridade” para atender às necessidades do Rio Grande do Sul. “O decreto vai facilitar. É o 1º passo para as coisas começarem”, declarou o presidente.
Informações TBN

Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
A Câmara dos Estados Unidos enviou à Organização dos Estados Americanos (OEA) um pedido de informações sobre alegações de “censura”, “abusos de autoridade” e “violações em massa da liberdade de expressão” no Brasil. O documento, assinado pelo presidente da Subcomissão Global de Direitos Humanos da Câmara dos Representantes dos EUA, o deputado republicano Cris Smith, refere-se às decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para bloqueio de perfis em redes sociais e canais de comunicação na web mantidos por acusados de envolvimento nos eventos de 8 de Janeiro e em outros que antecederam as depredações.
Smith alega ter recebido, na subcomissão do Congresso americano, “graves alegações” de violação dos direitos humanos no Brasil. A carta foi enviada à presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Roberta Clarke, e ao relator especial para a Liberdade de Expressão da entidade, Pedro José Vaca Villarreal.
“Tendo em vista o mandato da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, e particularmente do relator especial para a Liberdade de Expressão, de promover o respeito aos direitos humanos e à liberdade de expressão, inclusive para monitorar e coletar relatórios relevantes, informações sobre os desdobramentos no Brasil, peço respeitosamente que compartilhe qualquer informação que tenha sobre essas violações dos direitos humanos”, solicitou o congressista.
Smith também questionou o comitê da OEA sobre “passos e medidas” que vêm sendo adotados pela entidade sobre a situação no Brasil e de que formas o Congresso dos EUA poderia atuar na questão.
Em abril, o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA divulgou um relatório no qual acusou os governos do Brasil e dos Estados Unidos de buscar silenciar críticos nas redes sociais. O texto foi publicado após uma série de críticas do bilionário Elon Musk, dono do X, contra determinações de Moraes.
Em suas decisões sigilosas, Alexandre de Moraes costuma justificar que medidas como suspensão de contas de investigados são necessárias para a manutenção do Estado Democrático de Direito.
Informações TBN

Nos últimos dias, surgiu uma notícia de que a apresentadora Maju Coutinho, que apresenta o Fantástico, estaria deixando o programa da Globo por decisão da própria emissora de Roberto Marinho. Além disso, a jornalista teria ficado muito abalada ao descobrir a situação através da mídia.
As informações foram divulgadas pelo colunista Erlan Bastos, do Em Off. Segundo ele, a ex-âncora do Jornal Hoje teria ficado emocionalmente abalada com a possibilidade de ser afastada do canal. Ela então teria procurado a alta cúpula da emissora, que negou o assunto.
Para quem não acompanhou, tudo começou com Alessandro Lo-Bianco, colunista do programa A Tarde é Sua, da RedeTV!. O comunicador alegou que a Globo conduziu uma pesquisa com telespectadores para avaliar o desempenho das apresentadoras do Fantástico junto ao público.
De acordo com Lo-Bianco, Maju Coutinho seria transferida para o Jornal da Globo, onde dividiria espaço com a veterana Renata Loprete. Enquanto isso, Poliana Abritta seria promovida a correspondente internacional. Vale lembrar que Lo-Bianco também mencionou outros nomes para o novo comando: Maria Beltrão, que deixaria o É de Casa, e o jornalista Nilson Klava, da GloboNews.
Informações TBN

Somente neste ano, o Brasil superou a marca de 2 mil mortes pela dengue. Ao todo, 2.197 pessoas perderam a vida pela doença, de acordo com o Ministério da Saúde. A pasta usou como base os dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses.
O número ultrapassa a marca de 2023, quando 1.179 mortes foram confirmadas. Com a atualização, 2024 é marcado como o mais letal desde o início da série histórica, em 2000.
Além das mortes já confirmadas, outras 2.276 estão sob investigação, o que ressalta a gravidade do surto atual. Em paralelo, houve um aumento expressivo no número de casos confirmados da doença: 4,3 milhões de registros — um número significativamente maior do que o pico anterior, de 1,6 milhões de casos, em 2015.
A cidade de São Paulo lidera o ranking de óbitos, com 576 mortes. Em seguida, Minas Gerais, com 342; Distrito Federal, com 308; e Paraná e Goiás, ambos com 152 mortes.
Em resposta, o Ministério da Saúde expandiu a campanha de vacinação contra a dengue. A pasta incorporou 625 novos municípios à lista de cidades que recebem o imunizante, em um total de 1.330 municípios atendidos.
Como forma de controlar a disseminação do vírus, nove Estados, além do Distrito Federal, declararam emergência. Medida similar ocorreu em 605 municípios, ao incluir capitais como Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
A crise da dengue não está limitada ao Brasil. Toda a América sente o impacto. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), vinculada à OMS, registrou 5,2 milhões de casos no continente.
O número representa um aumento de 48%, em relação aos 3,5 milhões de casos do ano passado. Jarbas Barbosa, diretor da Opas, descreveu a situação como emergencial para as Américas. Ele afirmou ainda que a vacinação em massa não surtirá efeito imediato na contenção do surto.
Para combater a alta no número de casos de dengue, o Ministério da Saúde inaugurou recentemente uma fábrica em Belo Horizonte (MG), dedicada à produção do método Wolbachia.
Esse método consiste em inserir uma bactéria (Wolbachia) em ovos do mosquito, em laboratório. Por terem a Wolbachia, os mosquitos não são capazes de carregar os vírus que causam dengue, zika, chikungunya ou febre amarela. Tornam-se, assim, inofensivos.
Informações Revista Oeste

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou hoje (6/5) que o governo não possui ‘sequer estimativa’ dos gastos necessários para recuperar o Rio Grande do Sul após as enchentes que devastaram o estado.
Ela comentou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional, que declara calamidade no estado e em municípios gaúchos. Para ela, essa medida representa o primeiro passo para embasar as próximas ações do governo federal.
‘A partir desse decreto, fica fora do limite de gastos e fora da metas fiscais qualquer benefício, incentivo ou gasto que venhamos a fazer com o estado e com os municípios’, explicou Tebet durante coletiva de imprensa após a assinatura. Ela participou das discussões ao longo do dia no Planalto para formular uma solução federal para as medidas de reconstrução.
Tebet esclareceu que os prefeitos e o governo estadual ainda não solicitaram valores para a reconstrução junto ao governo federal, uma vez que o estado ainda enfrenta as inundações. O foco, no momento, é o resgate das vítimas e a proteção dos moradores. Segundo a ministra, novas medidas serão anunciadas no futuro conforme as demandas surgirem.
‘Não temos sequer uma estimativa do quanto vai ser necessário’, declarou Tebet. ‘Nós poderemos editar outros tantos atos. Medida provisória de crédito extraordinário, incentivos benefícios para os setores produtivos’, enumerou.
De acordo com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Alexandre Padilha, que também participou da coletiva, a expectativa do governo é aprovar a medida ainda nesta semana, dependendo de acordo com os líderes do Congresso Nacional.
Informações TBN

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido de Manaus para o Hospital Vila Nova Star, na zona sul da cidade de São Paulo. Ele chegou à capital paulista na noite desta segunda-feira, 6.
A informação foi divulgada por Fabio Wajngarten, assessor e advogado do ex-presidente, em suas redes sociais. Ele ressaltou que Bolsonaro está sendo encaminhado para dar continuidade ao tratamento de uma obstrução intestinal, sob os cuidados do cirurgião Antonio Macedo.
Além disso, o ex-presidente receberá tratamento para uma infecção de erisipela, com a administração de antibióticos endovenosos pela equipe de infectologia do hospital. A infecção é cutânea (na pele) e, geralmente, provoca dor e febre.
Às 19h16, pelo horário de Brasília, Wajngarten divulgou o vídeo do pouso de uma aeronave da Gol no Aeroporto de Congonhas. Ele deu a entender que o ex-presidente era um dos passageiros do voo.
A necessidade da hospitalização de Jair Bolsonaro foi identificada no último sábado, 4, depois de ele ter sido diagnosticado com erisipela no Hospital Santa Júlia, em Manaus. De acordo com o Ministério da Saúde, a erisipela é uma infecção cutânea causada pela bactéria Estreptococo, que pode se estender até a gordura presente no tecido celular subcutâneo.
A bactéria responsável pela erisipela penetra na pele e se dissemina pelos vasos linfáticos, mas a doença não é considerada contagiosa. A internação do ex-presidente ocorreu no domingo, 5, para o tratamento. Na manhã desta segunda-feira, cogitou a transferência de Bolsonaro para Brasília. Ele, no entanto, seguiu para São Paulo.
Informações Revista Oeste

Os deputados Coronel Assis (União-MT) e Kim Kataguiri (União-SP) apresentaram requerimentos à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da Câmara dos Deputados, em que pedem a convocação do ministro Ricardo Lewandowski para que explique o sigilo aos números de fugas de presos ocorridas em 2023.
O pedido é embasado na reportagem do Metrópoles publicada nesse domingo (5/5), sobre a tentativa de acesso aos dados via Lei de Acesso à Informação (LAI). O ministério justificou o sigilo ao afirmar que a exposição das informações poderia colocar em risco as políticas de segurança pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, o que justifica o caráter reservado.
“A recente recusa do Ministério da Justiça e Segurança Pública em fornecer tais informações, solicitadas pelo Metrópoles via Lei de Acesso à Informação (LAI), levanta preocupações significativas sobre a transparência e a segurança do sistema prisional brasileiro”, destacou Coronel Assis no requerimento.
Kataguiri, por sua vez, destacou que “a falta de transparência em tais assuntos é preocupante e vai contra os princípios de uma administração pública aberta, que é fundamental para a construção de uma sociedade baseada na confiança e na lei”.
“Portanto, a convocação do Ministro da Justiça é imperativa para garantir que haja uma discussão aberta sobre as políticas de segurança prisional e para reforçar a supervisão do Legislativo sobre as ações do Executivo nesta área crítica”, completou.
O Ministério da Justiça e Segurança Públicacolocou sob sigilo os números de fugas registradas nos presídios brasileiros no ano passado. A pasta, embora tenha os dados à disposição, alega que se trata de uma informação de caráter “reservado” e que, portanto, ficará em sigilo pelo prazo de cinco anos.
O Metrópoles requisitou os dados de 2023 das respostas sobre fugas ao Formulário de Informações Prisionais, mas teve acesso negado. A negativa ocorreu em todas as instâncias da pasta, tendo sido referendada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.
Após a reportagem ser publicada, o MJSP se pronunciou sobre a demanda feita ainda na apuração do material. Segundo a pasta, “as informações solicitadas via Lei de Acesso à Informação (LAI) são classificadas como reservadas há dez anos. Ou seja, vem desde 2015 e atravessou diferentes gestões. O atual governo, portanto, não criou essa norma”, disse, em nota.
Confira o posicionamento na íntegra:
As informações solicitadas via Lei de Acesso à Informação (LAI) são classificadas como reservadas há dez anos. Ou seja, vem desde 2015 e atravessou diferentes gestões. O atual governo, portanto, não criou essa norma.
O Sisdepen, painel estatístico da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), traz informações que são públicas e podem ser obtidas no site do SISDEPEN (https://www.gov.br/senappen/pt-br/servicos/sisdepen).
Entretanto, algumas informações são classificadas como reservadas, uma vez que são dados confiados pelos estados e pelo Distrito Federal à Senappen.
As informações são sensíveis, pois podem colocar em risco as políticas de segurança pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, o que justifica o caráter reservado.
Também é importante destacar que o Sistema Penitenciário Federal tem sob sua jurisdição apenas 5 unidades prisionais e que o episódio na Penitenciária Federal em Mossoró (RN) foi o único desde que o sistema foi criado, em 2006.
Informações Metrópoles

Seis detentos conseguiram escapar do Conjunto Penal de Barreiras, localizado no Extremo Oeste baiano, durante a madrugada desta segunda-feira (6).
De acordo com informações da Polícia Civil, a suspeita é que os presos tenham serrado as grades de suas celas antes de deixarem o local.

Detentos fogem do Complexo Penal de Barreiras, no oeste do estado — Foto: Polícia Civil
Três dos fugitivos estão sendo procurados por homicídio, enquanto outros dois respondem por roubo e um por receptação. As equipes da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Barreiras) estão empenhadas em recapturar os foragidos.
Os detentos que conseguiram escapar são naturais de Barreiras, Riachão das Neves, Brotas de Macaúbas (todas no Oeste) e Itabuna (no Sul).
Informações TBN