
Nove pessoas ficaram feridas em um acidente, nesta terça-feira (2), na BA-120, no trecho que liga as cidades de Retirolândia e Valente, a cerca de 230 km de Salvador.
Segundo a Polícia Militar Rodoviária (BPRV), um veículo invadiu a contramão e colidiu de frente com outro carro. Em seguida, um terceiro veículo, ao tentar frear para evitar o acidente, foi atingido na traseira por outro automóvel.
Três vítimas tiveram ferimentos graves e as outras seis ferimentos leves. Todas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhados para o Hospital Municipal de Valente. O impacto destruiu a frente dos automóveis.
De acordo com a Brigada Água Resgate, foi identificado que um dos carros seguia para a cidade de Santa Luz, enquanto outro seguia para Conceição do Coité. Não foi informado qual deles teria entrado na contramão.
Fonte: G1
Com cerca de 80% do público “importado” de cidades da região, como Santa Bárbara, Serrinha e outras da região, arregimentado por prefeitos correligionários da administração petista estadual, o presidente Lula inaugurou trecho da BR-116 Norte, que liga Feira de Santana a Santa Bárbara, e autorizou um pacote de obras para Feira e região, justificando a vinda de administradores municipais de várias cidades baianas.
Na plateia, além dos militantes políticos, boa parte com camisas do PT, além dos manobrados pela APLB Sindicato, um número considerado de servidores públicos de órgãos federais ou estaduais, que deixaram seus afazeres para atender o “convite” para tietar o presidente Lula e o governador Jerônimo Rodrigues.
Alguns candidatos a vereador também marcaram presença, mas poucos conseguiram se aproximar do presidente e sua comitiva visto que foi mantida a tática de isolamento da linha de frente, onde somente tiveram acesso alguns militantes previamente selecionados e com acesso exclusivo através do uso de pulseirinhas.
Para evitar a imprensa cabisbaixa, o antigo “canto da sereia”, com a manutenção de um cercadinho afastando assim jornalistas, radialistas e blogueiros previamente cadastrados do presidente Lula e, com isto, evitando questionamentos embaraçosos em período eleitoral no qual o Governo Federal frequentemente mete os pés pelas mãos.
A exceção para contato com o presidente somente entrevista concedida a dois jornalistas feirenses veteranos. Coincidentemente, da mais alta confiança do clã petista na cidade já que certamente fazem parte da agência publicitária que cuidará da candidatura do PT ao Executivo Municipal de Feira de Santana, ou seja, perguntas somente do “puro-sangue” jornalismo amigo.
*Sem Censura

O “sincericídio” de Lula (PT) já não causa mais perplexidade em ninguém, entretanto decepciona quem apostou em sua terceira administração como “salvador da pátria”. Ao completar um ano e meio de governo, nesta segunda-feira (1º de julho), durante cerimônia em Feira de Santana, o presidente confessou que até o momento, neste terceiro mandato, o seu Governo ainda nada vez a não ser inaugurar obras do seu odiado antecessor e ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, como sempre deixa transparecer nas oportunidades que fala em público.
Para tentar justificar a inércia de seu governo fanfarrão e gastão dos recursos públicos, inclusive com viagens luxuosas, com ele e sua comitiva sempre hospedados nos mais caros hotéis de vários países por onde frequentemente está viajando com verbas federais, Lula argumentou ter passado este primeiro um ano e meio somente “plantando” para “colher” nos próximos 2 anos e meio que ainda lhe restam de governo.
As confissões de Lula, mergulhadas no “sincericídio” ignorado pela militância petista presente no ato em Feira de Santana foi justamente para inauguração oficial de uma obra executada pelo ex-presidente Bolsonaro e já entregue à população em fevereiro do ano passado.
Lula promete dar continuidade às obras paralisadas por outros governos (isto mesmo, no plural), o que inclui não somente seu arqui-inimigo Bolsonaro como a própria continuidade de sua administração através da ex-presidente Dilma.
Fonte: Sem Censura

Na celebração do Dia da Independência da Bahia, realizada nesta terça-feira (2), ACM Neto, vice-presidente do União Brasil, ressaltou o significado histórico e cultural da data para o estado.
Em um desfile marcado pela participação popular, Neto enfatizou à imprensa, ainda durante o início do cortejo, no bairro da Lapinha, em Salvador, a importância de homenagear os heróis baianos.
“O 2 de julho é a marca maior da nossa história, homenagem mais importante que nós fazemos aos nossos heróis, as pessoas que lutam pelo Estado da Bahia. 2 de julho é essa festa tão democrática, onde toda a população se reúne, mesmo com as questões políticas que são naturais”, declarou ACM Neto.

com César Oliveira (Excepcionalmente nesta terça-feira)
Tema: Fim dos voos comerciais em Feira de Santana

Dois antigos funcionários de Gal Costa moveram ações trabalhistas contra o espólio da cantora e sua viúva, Wilma Petrillo, no final de maio. As ações somam R$ 1,1 milhão.
Ambos alegam que não tinham Carteira de Trabalho assinada e reivindicam reconhecimento do vínculo empregatício, 13º salário, FGTS, férias, horas extras, verbas rescisórias, seguro-desemprego e reajuste salarial.
A ex-empregada da família pede R$ 832.411,83. Sua ação tramita na 82ª Vara de Trabalho de São Paulo, com audiência marcada para 1º de agosto.
O outro ex-funcionário, um profissional de serviços gerais, tem audiência marcada para 5 de agosto na 74ª Vara de Trabalho de São Paulo. A defesa de Wilma Petrillo não respondeu aos questionamentos do jornal Folha de S.Paulo.

Em fevereiro, o filho de Gal Costa (1945-2022), Gabriel Costa, entrou na Justiça contra Wilma Petrillo, viúva da artista, para questionar a reivindicação do patrimônio da cantora. De acordo com a Folha, o herdeiro, que completou 18 anos no início do ano, rebate a madrasta nos tribunais, já que ela pede o reconhecimento de uma suposta união estável de 24 anos com a artista.
Caso a mulher consiga provar a situação, ela terá direito a 50% da herança, além de se tornar administradora do espólio ao lado de Gabriel. O filho de Gal Costa recorreu em janeiro deste ano às advogadas Luci Vieira Nunes e Mariana de Athayde Ferreira para fazerem a sua defesa.
Em 2022, a revista Piauí divulgou informações de funcionários que relataram comportamentos abusivos, assédio moral, ameaças e até mesmo golpes financeiros da antiga parceira da cantora. Testemunhas também afirmam que Petrillo impedia Gal Costa de cantar em determinados lugares.
As duas se conheceram em 1990, em um voo para Nova York. A reportagem também expôs vários imóveis que as duas possuíam entre São Paulo e Rio de Janeiro, mas que acumulavam dívidas devido à inadimplência da viúva.
Informações Revista Oeste

Os advogados de Jair Bolsonaro apresentaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os argumentos finais do ex-presidente na ação que ele moveu na Corte para cassar Lula, em virtude de uma live com artistas.
Chamado Grande Ato Brasil da Esperança com Lula 13, o evento que ocorreu na cidade de São Paulo em 27 de setembro reuniu Caetano Veloso, Gilberto Gil, Emicida e Djamila Ribeiro, entre outros nomes.

De acordo com a defesa de Bolsonaro, o então candidato Lula fez um “showmício”, prática vedada pela lei.
“O desventurado festejo foi precedido de ampla divulgação nas redes sociais de ambos os Investigados, da senhora Janja e de outras numerosas páginas anônimas, que realizaram a transmissão ao vivo do evento pelas redes YouTube, Meta e Instagram, e foi acompanhado pela organização de “eventos simultâneos” em bares e restaurantes em todo o país, com transmissão da live em telões”, observou a defesa, no processo. Ainda conforme os advogados, o ato foi uma “busca frenética por votos”.
Segundo Bolsonaro, assim como Lula, seu parceiro de chapa, Geraldo Alkmin, “se valeram do prestígio pessoal e artístico de renomadas personalidades, à moda de megalomaníaco showmício”, em um evento “infausto e nababesco”, marcado pela “busca frenética pelos votos dos mais jovens”.
O processo foi apresentado ao TSE em 28 de setembro, portanto, um dia depois da superlivecom os artistas de esquerda.
Informações Revista Oeste

Durante uma recente série de visitas pelo país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu cancelar três viagens planejadas a estados onde foi derrotado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022: Mato Grosso, Goiás e Santa Catarina, conforme reportagem do site G1.
Assessores de Lula consultados pelo portal justificaram que as visitas foram descartadas devido ao receio de “possíveis hostilidades” contra o presidente petista.
Inicialmente, Lula pretendia lançar o Plano Safra em Rondonópolis (MT) em 26 de junho, conforme anunciado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, após uma reunião anterior sobre o plano. No entanto, o evento foi adiado para o dia seguinte e transferido para o Palácio do Planalto.
Mato Grosso é conhecido por ser um bastião do agronegócio, setor onde Lula enfrenta resistências significativas. Seu governo tem buscado fortalecer o diálogo com ruralistas, embora até o momento apenas um encontro, com produtores de frutas na Granja do Torto, tenha ocorrido.
Além disso, Lula tinha planejado visitar Goiânia na próxima quarta-feira (4) para inaugurar unidades do Instituto Federal, evento que contaria com a presença da deputada federal Delegada Adriana Accorsi, pré-candidata do PT à prefeitura da capital goiana. No entanto, a agenda foi ajustada com uma viagem a Campinas, no interior de São Paulo, em substituição à visita cancelada.
Quanto à viagem planejada para Santa Catarina, ela representaria a primeira visita de Lula durante seu terceiro mandato. Apoiadores esperavam sua participação em um evento no porto de Itajaí, no litoral catarinense, no sábado (6). No entanto, a presença de Jair Bolsonaro na região, onde se reunirá com representantes da extrema-direita, incluindo o presidente argentino Javier Milei em Balneário Camboriú (SC), levou à decisão de não incluir a cidade catarinense na agenda prevista de Lula, segundo informações da Secom.
Informações TBN

Imagem: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
A audiência de sentença de Donald Trump em 11 de julho, relacionada a acusações sobre um pagamento para silenciar uma estrela pornô, pode ser adiada após os promotores concordarem em permitir que o ex-presidente argumente por imunidade. Nesta terça-feira, os promotores indicaram que não se oporão ao pedido dos advogados de Trump para contestar sua condenação em um tribunal estadual de Manhattan, citando a recente decisão da Suprema Corte que concede imunidade aos presidentes por atos oficiais.
Embora Trump enfrente desafios para reverter a condenação, uma vez que grande parte da conduta em questão ocorreu antes de seu mandato, a concordância dos promotores em adiar a audiência aumenta a probabilidade de o juiz Juan Merchan modificar a data e considerar o argumento de imunidade. Um adiamento da sentença removeria a possibilidade de Trump, candidato republicano à Presidência, enfrentar potencial prisão apenas dias antes da Convenção Nacional Republicana, marcada para 15 de julho em Milwaukee.
Na histórica decisão de segunda-feira, uma maioria de 6 a 3 na Suprema Corte determinou que Trump não pode ser processado por ações realizadas dentro de seus poderes constitucionais como presidente, mas pode ser processado por atos não oficiais. Isso praticamente garante que Trump não enfrentará julgamento antes das eleições de 5 de novembro por outras acusações criminais federais relacionadas aos seus esforços para contestar a eleição de 2020 contra Joe Biden, das quais ele se declarou inocente.
Os advogados de Trump argumentaram que os promotores usaram evidências derivadas de atos oficiais de Trump durante o julgamento, relacionadas ao pagamento de 130.000 dólares a Stormy Daniels, realizada por seu ex-advogado Michael Cohen. Os promotores, do escritório do procurador distrital de Manhattan Alvin Bragg, afirmaram que o argumento de Trump não tem mérito, mas concordaram em dar-lhe a oportunidade de apresentar sua defesa, solicitando prazo até 24 de julho para responder à moção completa da defesa.
Trump, que se declarou inocente, prometeu recorrer de sua condenação de 30 de maio, a primeira na história de um presidente dos EUA, após a sentença ser proferida. Os promotores alegam que Trump instruiu o pagamento a Cohen em 2016 para silenciar Daniels sobre um suposto encontro sexual em 2006, até depois da eleição presidencial de 2016, na qual derrotou Hillary Clinton, negando as acusações de envolvimento sexual com Daniels.
De acordo com a decisão da Suprema Corte, os promotores não podem utilizar evidências de atos oficiais para sustentar casos criminais envolvendo ações não oficiais. Os advogados de Trump argumentaram que as provas apresentadas no julgamento, como conversas na Casa Branca e postagens em redes sociais, constituem atos oficiais. Em uma tentativa anterior de transferir o caso para um tribunal federal no ano passado, Trump argumentou que o pagamento a Daniels foi um assunto pessoal, não relacionado a suas funções oficiais.
Informações TBN

Reprodução/Instagram
A defesa de Felipe Prior, ex-BBB, protocolou um pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) visando a cassação de uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Em julho de 2023, Prior foi condenado a seis anos de prisão em regime semiaberto por estupro pela 7ª Vara Criminal de São Paulo, embora ele refute todas as acusações.
Após apelar da decisão e ter o pedido negado, a defesa, segundo informações da coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, não questiona o teor da decisão do desembargador Luiz Toloza Neto, mas sim o fato de que o voto do magistrado foi disponibilizado para todas as partes envolvidas 40 dias antes do julgamento.
Os advogados Renato Stanziola Vieira, José Roberto Coêlho Akutsu e Rachel Lerner Amato alegam ao STJ que a inclusão acidental da ementa do voto do desembargador nos autos antecipou o indeferimento do recurso de Prior. Embora tenham solicitado ao TJSP a suspeição do magistrado, o pedido foi negado e arquivado.
A defesa agora argumenta no STJ, através do habeas corpus, que a ampla divulgação do voto do relator comprometeu a novidade dos debates durante o julgamento, afetando a imparcialidade do processo, mesmo sem suspeitas de interesse pessoal do magistrado na causa. O TJSP, procurado pelo Metrópoles, optou por não comentar o caso devido ao processo tramitar em segredo de justiça.
Informações TBN