
Neste ano, algumas redes de supermercados anunciaram a instalação de suas empresas em Feira de Santana. Conforme levantamento feito pelo portal Acorda Cidade junto à Casa do Trabalhador, pelo menos 130 funcionários já foram empregados pelo Atacadão Ideal, que deve ser inaugurado em setembro, na avenida Noide Cerqueira.
O diretor da Casa do Trabalhador, Fábio Souza, informou que outras grandes marcas também realizarão contratações através do órgão. Ele falou também sobre a média de vagas têm abertas.
“Até o momento, apenas uma contratou com a gente, ele disponibilizou 130 vagas para o trabalhador feirense, todas aqui pela Casa do Trabalhador nas diversas áreas que exigem supermercado. Almoxarife, repositor, caixa, auxiliar administrativo. A gente acredita que as outras grandes lojas também contrataram pelo departamento de apoio ao trabalhador. Já estão em fase inicial de construção e tal e a gente acredita que essas grandes lojas também vão contratar com a gente”.
De acordo com Fábio, a oferta de vagas acontece tanto por conta do interesse das empresas em contatar o órgão para divulgar, quanto por parte do departamento que vai em busca dessas oportunidades de emprego para ofertar à população, o que ele chama de Coleta de Vagas.
As 130 vagas ficaram disponíveis no site da Casa do Trabalhador e presencialmente no departamento, na Rua Desembargador Filinto Bastos, antiga Rua de Aurora. As entrevistas foram realizadas em um próprio setor do departamento.
Para concorrer a uma vaga, basta ir até lá, realizar o cadastro com RG, CPF e Carteira de Trabalho. No momento da inscrição, caso haja uma vaga no perfil do candidato, este já é encaminhado para a entrevista.
“A parte de entrevista é entre a empresa e o trabalhador, aí sim a empresa solicita os documentos que ele precisa, o currículo ou uma ficha de escolaridade, isso aí é entre a empresa e o trabalhador. A casa do trabalhador só exige o CPF e a Carteira de Trabalho”.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

A Polícia Civil da Bahia, por meio das equipes da Coordenação de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Catti Sertão) de Feira de Santana, deu cumprimento aO mandado de busca e apreensão pela 2ª Vara Crime da Comarca de Feira de Santana, após trabalho de inteligência e relatório produzido pelos investigadores resultar na apreensão de explosivos e prisão em flagrante de um homem no bairro Campo Limpo.
As investigações se iniciaram a partir de uma denúncia anônima dando conta, de que na residência, acontecia a comercialização de explosivos que seriam utilizados para a pesca predatória e principalmente para a prática de crime contra instituições financeiras, como a explosão de caixas eletrônicos.
A partir da denúncia, a equipe iniciou as investigações e após a expedição do mandado de busca e apreensão pela justiça criminal, diligenciou até o endereço, onde encontrou grande quantidade de explosivos e efetuou a prisão em flagrante do proprietário da residência.
Com o homem foram encontradas 200 espoletas para explosivo e 18 emulsões em gel de 60cm cada.
Todo material foi apreendido e o homem segue custodiado à disposição da Justiça.

Shanon Biles abandonou os filhos na infância por conta do vício em drogas. Hoje, uma dessas crianças se tornou uma das maiores ginastas da história e atende por Simone Biles. A mulher relatou que está sóbria e deseja tomar o contato com a atleta.
“Foi difícil desistir dos meus filhos, mas eu fiz o que tinha que fazer. Eu não era capaz de cuidar deles. Eu ainda estava usando [drogas]”, declarou Shanon, em entrevista ao DailyMail.
Simone foi deixada em um orfanato quando ainda tinha três anos de idade. A ginasta e a irmã caçula, Adria, foram acolhidas pelos avós, Ronald e Nelly. Os outros dois irmãos, Tevin e Ashley, ficaram com o irmão de Ronald.
Shanon afirmou que quer se redimir com os filhos. “Gostaria de me reconciliar com a Simone pessoalmente —estou apenas esperando por ela e por Adria. Falo mais com a Adria do que falo com a Simone. Apenas pediria a ela que me perdoasse”, relatou.
Por fim, ela contou que o pouco que sabe da ginasta vem de terceiros. “O que ouço sobre a Simone vem do meu pai”, completou, acrescentando que acompanha o desempenho da filha por meio das notícias.
Informações Metrópoles

O Santos Futebol Clube acaba de fechar um acordo histórico que envolve a venda dos naming rights da Vila Belmiro, um dos estádios mais tradicionais do futebol brasileiro. A partir de agora, o estádio será conhecido como “Vila Viva Sorte”, em um contrato que prevê um pagamento mínimo de R$ 15 milhões por ano durante dez anos.
Essa é uma excelente notícia para os cofres do clube, que deve receber pelo menos R$ 150 milhões ao longo dessa década. A compradora foi a empresa de capitalização Viva Sorte, que será a nova parceira do Santos nessa empreitada de transformação.
A decisão de vender os naming rights do estádio, oficialmente batizado como “Urbano Caldeira”, foi anunciada ao Conselho Deliberativo do Santos durante uma reunião realizada nesta segunda-feira, 13 de fevereiro de 2024. O contrato, que deve ser assinado ainda esta semana, contará com a presença do presidente do clube, Marcelo Teixeira, e de diretores da Viva Sorte.
Além do valor fixo, o contrato prevê a possibilidade de pagamentos adicionais, que serão realizados conforme o cumprimento de metas preestabelecidas. Isso significa que o montante total pode ser ainda maior, proporcionando um alívio econômico significativo para o clube.
Informações TBN

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (14) o julgamento de uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra as regras de sigilo e de restrição ao compartilhamento de investigações sobre acidentes aéreos no país.
O caso chegou ao Supremo em fevereiro de 2017 e será retomado após a queda do voo da Voepass, ocorrido na sexta-feira (9) em Vinhedo (SP). A ação começou a ser julgada em 2021 no plenário virtual.
Na ocasião, o ministro Nunes Marques votou pela constitucionalidade da Lei 12.970/2014, que alterou o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e estabeleceu as medidas questionadas. Após o voto do ministro, que é relator do caso, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista feito pelo ministro Alexandre de Moraes.
O conflito ocorre porque as investigações realizadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) servem para prevenção de outros acidentes, ou seja, não têm propósito de punir os envolvidos. Por outro lado, o Ministério Público e a Polícia Federal (PF) buscam a responsabilização criminal de eventuais irregularidades cometidas pelos fabricantes das aeronaves, pilotos, mecânicos e companhias aéreas.
Questionamentos
O principal ponto questionado pela PGR trata da finalidade da investigação conduzida pelo Cenipa. Conforme a lei, a investigação realizada pela Aeronáutica não pode ser utilizada para fins probatórios em processos judiciais e administrativos. Além disso, o acesso só pode ocorrer mediante requisição judicial.
Para a PGR, a regra impede o acesso de pessoas envolvidas, o Ministério Público e a polícia criminal às informações da investigação. “Trata-se de dados que dizem respeito a pessoas atingidas por acidentes e incidentes aéreos, a seus familiares e às funções institucionais desses órgãos. A proibição legal de acesso suprime o direito de defesa garantido constitucionalmente”, diz a procuradoria.
Na ação, a PGR também questiona o trecho da lei que prevê a precedência da investigação dos militares em relação a outras apurações em curso. De acordo com a procuradoria, o Supremo deve garantir que outros órgãos, como o Ministério Público e a Polícia Federal, também tenham acesso simultâneo às apurações.
A PGR argumenta que falhas nos motores de avião, por exemplo, podem gerar responsabilização criminal e cível, e o envio das peças para o fabricante pode impedir a “busca da verdade” .
“Falhas nesses produtos podem gerar responsabilidade civil e até criminal de fabricantes e seus prepostos, e não se pode admitir que partes tendencialmente interessadas em se forrar a tais responsabilidades realizem tais exames sem acompanhamento devido de peritos do sistema de Justiça”, afirma o órgão.
A PGR também defende que deve ser obrigatória a comunicação de indícios de crimes durante a investigação conduzida pela Aeronáutica e que a polícia pode reter vestígios para preservar provas. A sessão do Supremo está prevista para começar às 14h, um novo pedido de vista não está descartado.
Informações Bahia.ba

A oposição se mobiliza no Congresso para apresentar um pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes, membro do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação é decorrente de revelações da Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, o ministro usou ilegalmente o Tribunal Superior Eleitoral para a produção de relatórios contra aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Moraes alega que o TSE tem “poder de polícia” e que tais relatórios foram “oficiais e regulares”.
De acordo com a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), os parlamentares marcaram uma coletiva de imprensa para esta quarta-feira, 14, às 16 horas, no Congresso, para informar mais detalhes sobre o pedido, também capitaneado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE)
Damares sugeriu, em entrevista ao Estado de S. Paulo, que o magistrado renuncie “pelo bem da democracia”. Ela revelou que “mais de uma dezena” de senadores já manifestou interesse em assinar o pedido. O grupo vai coletar as assinaturas até 7 de setembro.

Eduardo Girão adiantou à Gazeta do Povo que já prepara, junto com parlamentares e juristas, um “superpedido de impeachment“. Ele explicou ao Estado de S. Paulo que essa solicitação já estava em fase de planejamento, como parte de uma campanha nacional que será lançada no mesmo dia da coletiva, às 15 horas, em frente à presidência do Senado.
Girão afirmou que as recentes informações divulgadas pela imprensa dão mais “robustez” ao pedido. “As equipes estão estudando até agora, mas só vamos protocolar no dia 9”, declarou o senador ao Estadão.
Para Girão, esse é um dever dos parlamentares depois de “tantas violações a direitos humanos”, uma vez que apenas o Senado pode iniciar um processo de impeachment contra ministros da Suprema Corte.
“Acredito que chegou a hora de o Senado se levantar em defesa da verdadeira democracia”, ressaltou.
Diversos parlamentares da oposição se manifestaram após a revelação do caso. O senador Cleitinho (Republicanos-MG) disse: “Urgente! Sobre o Ministro Alexandre de Moraes: não vou prevaricar e espero que os outros senadores façam o mesmo”, referindo-se ao possível pedido de impeachment.
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) classificou o caso como “gravíssimo” e afirmou que revelaria “um esquema de perseguição” de Moraes contra aliados de Bolsonaro.
“Vamos cobrar para o Senado cumprir seu papel constitucional”, afirmou o parlamentar. “O Brasil não merece um ministro da mais Alta Corte de Justiça agindo assim…”.
O ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo) declarou que as mensagens “comprovam suspeitas que existiam desde 2019” sobre a atuação de Moraes e defendeu o impeachment do ministro. Dallagnol disse que Moraes “usurpou a função pública do procurador-geral da República”.
Em contrapartida, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT), afirmou que a reportagem da Folha é “sensacionalista e não corresponde à verdade”. Para Teixeira, a matéria serve apenas para “alimentar o movimento de tentar desacreditar o STF para incidir no julgamento do inelegível”.
Informações Revista Oeste

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
O agora ex-secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura, Neri Geller, afirmou nesta quarta-feira (12) que foi pressionado pelo governo para organizar o leilão de 263 mil toneladas de arroz importado, que foi anulado na terça-feira (11) por suspeitas de irregularidade. Ele declarou que está sendo usado como “bode expiatório” do fracasso do leilão.
Geller pediu demissão do cargo após suspeitas de favorecimento ao seu filho, Marcello Geller, sócio de uma das corretoras que participaram do leilão. O certame foi vencido por quatro empresas ao custo de R$ 1,3 bilhão, sendo que três delas não operam no mercado de compra e venda de grãos.
Responsável pela organização do leilão, Geller disse que a Casa Civil e o Ministério da Agricultura o pressionaram a comprar uma quantidade tão grande de arroz, mesmo sob fortes críticas do setor agropecuário.
“Foi mal conduzido, em um momento de egos aguçados. [A quantidade foi] uma decisão da Casa Civil junto com o ministro [Carlos] Fávaro. Agora, como se deu, eu não participei, porque o ministro puxou esse assunto 100% para o gabinete. Mas quem decidiu obviamente não fomos nós”, disse em entrevista à BandNews TV.
O ex-secretário afirmou que as condições técnicas para a realização do leilão “não foram seguidas”, confirmando declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a interlocutores que participaram da reunião que anulou o leilão.
Geller disse que, “sem dúvida”, as regras não foram seguidas e que “faltou organização, faltou orientação”. “Se você buscar nos anais das reuniões que fizemos, lógico que foram reuniões internas, as posições técnicas não foram seguidas. […] Foi de forma muito açodada”, apontou.
Neri Geller confirmou que 78% da safra de arroz do Rio Grande do Sul havia sido colhida e estava nos armazéns dos produtores, e que o restante estava fora das áreas fortemente atingidas pelas enchentes. “Teve uma queda de apenas 500 mil toneladas”, pontuou.
Ele também destacou que a região Centro-Oeste do país teve um crescimento de 30% na produção de arroz e que havia também a produção dos outros países do Mercosul. “[O leilão] deveria ser feito de forma mais escalonada”, completou.
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“Bode expiatório”
O ex-secretário negou qualquer tipo de favorecimento ao filho e ao sócio, Robson Almeida de França, que foi seu assessor há quatro anos. Neri Geller afirmou que o empresário começou a atuar no leilão de grãos depois de deixar o gabinete e, inclusive, participou de outros leilões no ano passado.
“Então, aqueles valiam e agora não valem mais?”, questionou, dizendo que falou com Robson na noite da última sexta-feira (7), quando começaram as suspeitas, e que ficou triste com a repercussão. “Eu vou sair como bode expiatório dessa questão? Eu não vou aceitar de forma nenhuma”, disparou.
Ele ainda pediu que a Polícia Federal investigue se houve qualquer direcionamento por parte dele, ressaltando que tem uma carreira política de mais de 30 anos que não pode ser desprezada.
Neri Geller foi ministro da Agricultura no governo Dilma Rousseff (PT) e ex-deputado federal, além de ter sido um dos principais articuladores para aproximar Lula do agronegócio durante a campanha eleitoral de 2022. Ele chegou a ser cotado para o ministério, em um setor que majoritariamente apoiou a reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A decisão de importar arroz foi tomada após as enchentes no Rio Grande do Sul, estado responsável por 70% da produção nacional do grão. Embora 80% da colheita já tivesse sido realizada antes das chuvas, as enchentes impactaram significativamente a logística e o transporte do cereal para o restante do país.
No último final de semana, a Conab havia determinado que as quatro empresas vencedoras do leilão deveriam comprovar capacidade técnica e financeira para intermediar a compra, que custou R$ 1,3 bilhão ao governo.
Informações TBN

O Partido Novo apresentou uma notícia-crime à Procuradoria-Geral da República pedindo a investigação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). A acusação envolve falsidade ideológica e formação de quadrilha.
As suspeitas surgiram após revelações feitas pelo jornal Folha de S.Paulo sobre a maneira não oficial como Moraes utilizava informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para sustentar inquéritos contra bolsonaristas. De acordo com o Partido Novo, essa prática pode configurar falsidade ideológica.
Segundo o documento do Partido Novo, Moraes teria inserido informações falsas para disfarçar a origem dos dados usados nos inquéritos. Essas informações foram frequentemente solicitadas por ele próprio, supostamente via WhatsApp, para evitar que sua suspeição ou impedimento como relator fosse evidente.
A peça do Partido Novo afirma: “Trata-se de inserção de informação falsa para alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, qual seja, evitar o impedimento ou a suspeição evidente de Alexandre de Moraes de funcionar como ministro relator dos inquéritos das fake news”. Esta afirmação foi direcionada ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Moraes teria agido em conjunto com o juiz auxiliar Airton Vieira e o ex-chefe da assessoria de combate à desinformação do TSE, Eduardo Tagliaferro. De acordo com o Partido Novo, esta colaboração sugere uma possível formação de quadrilha.
Para o procurador Jonathan Mariano, do Partido Novo, as mensagens vazadas são uma indicação de que o Brasil deixou de ser uma democracia liberal onde os direitos são respeitados. “À medida que abusos se acumulam, é forçoso concluir que o Brasil vive sob a sombra da atividade autoritária de Alexandre de Moraes, um Supremo inquisidor”, declarou Mariano.
Esta situação levanta sérias preocupações sobre a transparência e a integridade do sistema judiciário brasileiro, suscitando debates sobre a necessidade de uma reforma no Judiciário para garantir que a justiça seja feita de maneira imparcial e justa.
A notícia-crime apresentada pelo Partido Novo é apenas o primeiro passo de um processo que pode ter consequências significativas para a política brasileira. Se a Procuradoria-Geral da República acatar o pedido, Alexandre de Moraes poderá enfrentar uma investigação detalhada que pode culminar em um processo formal.
É importante observar que tanto Alexandre de Moraes quanto os demais envolvidos têm o direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme previsto na Constituição Federal.
Informações TBN
Com Frei Jorge Rocha
Tema: O diabo a quatro
Confira:

“A máscara caiu!”, afirmou o presidente do PL Bahia, João Roma. Para o ex-ministro da Cidadania, as mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e seus assessores pelo WhatsApp revelam o abuso de poder do então presidente do TSE em extrapolar as suas prerrogativas com o objetivo de incriminar aliados do presidente Jair Bolsonaro.
“A reportagem da Folha de São Paulo, realizada pelos jornalistas Fábio Serapião e Glenn Greenwald, comprova que Alexandre de Moraes arbitrariamente investigava, acusava e julgava possíveis adversários”, assinalou Roma.
Na avaliação de João Roma, o comportamento ilegal do ministro Alexandre de Moraes se evidencia com as provas publicadas e áudios gravados de que ele determinava a produção de relatórios pela Justiça Eleitoral para embasar decisões contra bolsonaristas no inquérito das fake news no STF, durante e após as eleições de 2022.
“Os poderes públicos não podem se omitir diante de tamanho descaso com o tão propalado estado democrático de direito. O povo brasileiro exige providências para tantos desmandos que pisoteiam a nossa democracia”, assevera o ex-deputado federal e dirigente do PL.