
Uma colisão entre um Fiat Siena e uma caminhonete deixou cinco pessoas feridas na tarde deste sábado (9) na BA-120, entre as cidades de Riachão do Jacuípe e Conceição do Coité.
De acordo com a Brigada Voluntária Anjos Jacuipenses, que prestou socorro às vítimas, ao chegar no local, três pessoas já haviam sido socorridas por populares com ferimentos leves. As outras duas vítimas foram socorridas pela equipe de resgaste.
A caminhonete, que pertence a uma empresa, estava carregada com farelo. Com o impacto da batida, os dois ocupantes, um homem e uma mulher, foram projetados para fora do veículo.
Ainda segundo a Brigada Voluntária Anjos Jacuipenses, o homem estava em estado grave e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) precisou ser acionada e encaminhou a vítima ao Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana.
A outra vítima, do sexo feminino, estava em situação estável e foi encaminhada para o Hospital Municipal de Riachão do Jacuípe pela equipe dos Anjos Jacuipenses.
Não há informações sobre a atual situação de saúde das vítimas e nem sobre as causas do acidente.
*Acorda Cidade
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Donald Trump se elege para um segundo mandato — Foto: Imagem: Reuters
Durante sua campanha para a reeleição dos Estados Unidos, Donald Trumpprometeu expurgar as Forças Armadas dos militares considerados “woke” (focados em justiça racial e social, mas usado de forma depreciativa pelos conservadores).
Agora que ele é o presidente eleito, a questão nos corredores do Pentágono é se ele pode ir além disso.
Espera-se que Trump tenha uma visão mais sombria dos líderes militares em seu segundo mandato.
No primeiro mandato, Trump enfrentou a resistência do Pentágono sobre diversos temas, desde seu ceticismo em relação à Otan até sua prontidão para enviar tropas para reprimir protestos nas ruas dos EUA.
Os ex-generais e secretários de Defesa de Trump estão entre seus críticos mais ferozes, alguns rotulando-o de fascista e declarando-o impróprio para o cargo.
Irritado, Trump sugeriu que seu ex-chefe do Estado-Maior Conjunto, Mark Milley, poderia ser executado por traição.
Autoridades dos EUA dizem que Trump priorizará a lealdade em seu segundo mandato e erradicará oficiais militares e funcionários públicos de carreira que ele considera desleais.
“Ele destruirá o Departamento de Defesa, francamente. Ele entrará e demitirá generais que defendem a Constituição”, disse Jack Reed, democrata que lidera o Comitê de Serviços Armados do Senado.
Questões de guerra cultural podem ser um gatilho para demissões.
Trump foi questionado pela Fox News em junho se ele demitiria generais descritos como “woke“, um termo para aqueles focados na justiça racial e social, mas que é usado pelos conservadores para depreciar as políticas progressistas.
“Eu os demitiria. Você não pode ter (um) militar ‘woke’”, disse Trump.
Alguns funcionários atuais e antigos temem que a equipe de Trump possa ter como alvo o general da Força Aérea C.Q. Brown, atual chefe do Estado-Maior Conjunto.
O Estado-Maior Conjunto reúne os líderes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos que assessoram o secretário de Defesa, o Conselho de Segurança Interna, o Conselho de Segurança Nacional e o presidente em assuntos militares.
Brown é um ex-piloto de caça e comandante militar amplamente respeitado e que se afasta da política.
O general de quatro estrelas, que é negro, emitiu uma mensagem de vídeo sobre discriminação nas fileiras nos dias após o assassinato de George Floyd em maio de 2020 por um policial em Minneapolis.
Ele tem sido uma voz a favor da diversidade nas forças armadas dos EUA.
Solicitado a comentar, o porta-voz de Brown, capitão da Marinha Jereal Dorsey, disse: “O presidente, juntamente com todos os membros do serviço em nossas forças armadas, continua focado na segurança e defesa de nossa nação e continuará a fazê-lo, garantindo uma transição suave para a nova administração do presidente eleito Trump.”
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JD Vance, vice-presidente eleito dos EUA — Foto: Matt Freed/AP
O vice-presidente eleito de Trump, J.D. Vance, votou como senador no ano passado contra a confirmação de Brown para se tornar o principal oficial militar dos EUA e tem sido um crítico da resistência percebida às ordens de Trump dentro do Pentágono.
“Se as pessoas em seu próprio governo não estão obedecendo, você tem que se livrar delas e substituí-las por pessoas que respondam ao que o presidente está tentando fazer”, disse Vance em uma entrevista com Tucker Carlson antes da eleição.
Durante a campanha, Trump prometeu restaurar o nome de um general confederado para uma importante base militar dos EUA, revertendo uma mudança feita após o assassinato de Floyd.
A mensagem “anti-woke” mais forte de Trump durante a campanha teve como alvo as tropas transgênero.
Trump já havia banido membros transgênero do serviço militar e postado um anúncio de campanha na rede social X retratando-os como fracos, com a promessa de que “Não teremos um exército ‘woke’!”
A equipe de transição de Trump não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Trump sugeriu que os militares dos EUA poderiam desempenhar um papel importante em muitas de suas prioridades políticas.
Essas prioridades incluem planos de usar a Guarda Nacional e possivelmente de tropas da ativa para ajudar a realizar uma deportação em massa de imigrantes sem documentos.
Também existe a possibilidade de usar as tropas para lidar com a agitação doméstica.
Tais propostas alarmam especialistas militares, que dizem que o envio de militares nas ruas americanas pode não apenas violar as leis, mas também colocar grande parte da população contra as ainda amplamente respeitadas forças armadas dos EUA.
Em uma mensagem às forças após a vitória eleitoral de Trump, o secretário de Defesa Lloyd Austin reconheceu os resultados da eleição e enfatizou que os militares obedeceriam a “todas as ordens legais” de seus líderes civis.
Mas alguns especialistas alertam que Trump tem amplo espaço para interpretar a lei e as tropas dos EUA não podem desobedecer a ordens legais que consideram moralmente erradas.
“Há uma percepção pública generalizada de que os militares podem optar por não obedecer a ordens imorais. E isso não é verdade”, disse Kori Schake, do conservador American Enterprise Institute.
Schake alertou que um segundo mandato de Trump pode ver demissões de alto nível à medida que ele avança com políticas controversas.
“Acho que haverá um enorme caos em um segundo mandato de Trump, tanto por causa das políticas que ele tentará promulgar quanto pelas pessoas que ele colocará em prática para promulgá-las em termos de nomeações”, disse ela.
Um oficial militar dos EUA minimizou essas preocupações, dizendo sob condição de anonimato que criar caos dentro da cadeia de comando militar dos EUA criaria reação política e seria desnecessário para Trump atingir seus objetivos.
“O que esses caras vão descobrir é que os oficiais militares geralmente estão focados na guerra, e não na política”, disse o oficial militar. “Eu sinto que eles ficarão satisfeitos com isso – ou pelo menos deveriam estar.”
Funcionários públicos de carreira no Pentágono podem ser submetidos a testes de lealdade, dizem empregados atuais e antigos.
Os aliados de Trump adotaram publicamente o uso de ordens executivas e mudanças de regras para substituir milhares de funcionários públicos por aliados conservadores.
Um alto funcionário da Defesa dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse à agência Reuters que havia uma preocupação crescente dentro do Pentágono de que Trump expurgaria funcionários civis de carreira do departamento.
“Estou profundamente preocupado com suas fileiras”, disse o funcionário, acrescentando que vários colegas expressaram preocupação com o futuro de seus empregos.
Funcionários públicos de carreira estão entre os quase 950 mil empregados não uniformizados que trabalham nas Forças Armadas dos EUA e, em muitos casos, têm anos de experiência especializada.
Trump prometeu durante a campanha dar a si mesmo o poder de destruir a força de trabalho federal em todo o governo.
Durante seu primeiro governo, algumas das sugestões controversas de Trump a conselheiros, como potencialmente disparar mísseis no México para destruir laboratórios de drogas, nunca se tornaram política em parte por causa da resistência de funcionários do Pentágono.
“Este será 2016 com esteroides e o medo é que ele esvazie as fileiras e a experiência de uma forma que causará danos irreparáveis ao Pentágono”, disse o funcionário.
Informações G1

A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) estará disponível para emissão em todos os postos SAC da Bahia, a partir desta segunda-feira (11). Os interessados podem marcar o atendimento pelo aplicativo ou site do SAC, ou ainda pelo call center, pelos números (71) 4020-5353 (ligações de celular) e 0800 071 5353 (ligações de telefone fixo).
A CIN, agora pode ser obtida em pontos SAC de cidades como Bom Jesus da Lapa, Cocos, Luís Eduardo Magalhães, Mucugê, Remanso e Xique-Xique. Com um total de 90 unidades de SAC em operação no estado, incluindo três carretas do SAC Móvel, o governo pretende ampliar o acesso ao documento, que terá a primeira via gratuita para os cidadãos.
Diferente do antigo RG, a nova identidade é unificada pelo número do CPF, eliminando o uso de múltiplos números de identificação. Para emitir a CIN, basta apresentar a certidão de nascimento ou de estado civil (original), sendo necessário levar uma cópia caso o documento esteja plastificado.
A CIN também permite agregar informações adicionais, como números de outros documentos, CNH, carteira de trabalho, título de eleitor e certificado militar – para reduzir a necessidade de portar vários documentos. Além disso, o documento pode indicar o tipo sanguíneo, sinalizar condições de saúde ou deficiência, e incluir a opção de doação de órgãos. A inclusão do nome social é permitida mediante solicitação do cidadão, e, em caso de mudança de nome, é necessária a nova certidão de nascimento.

O empresário Antonio Vinícius Lopes Gritzbach, de 38 anos, foi executado a tiros pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) no Aeroporto de Guarulhos, na sexta-feira 8. Antes do assassinato, ele entregou ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP) um áudio revelando um plano para matá-lo por R$ 3 milhões.
Antonio Gritzbach registrou a conversa em seu próprio escritório e entregou ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP-SP, depois de firmar uma delação premiada. O acordo do empresário foi homologado no dia 24 de abril deste ano.
Durante a gravação, Antonio estava acompanhado de um policial civil, que era seu amigo. O agente recebeu uma ligação de um associado a acionistas de uma empresa de ônibus, suspeita de ligações com o PCC, alvo da operação Fim da Linha realizada pelo MP-SP também realizada em abril.
A ligação foi atendida pelo viva-voz do celular do policial, permitindo que o empresário pudesse ouvir a conversa sem que os interlocutores soubessem. A discussão iniciou-se abordando valores para a sua execução.
Veja o vídeo:
Na gravação, o interlocutor pergunta se “três está bom”, referindo-se, segundo denúncia do próprio empresário Antonio Gritzbach ao Ministério Público, ao valor de R$ 3 milhões para sua execução.
Posteriormente, o autor da ligação questionou se seria fácil “resolver” a situação de Vinícius, ou se ele estava “voando”, isto é, saindo de casa. O policial confirmou, mencionando que o empresário estava com seguranças.
Depois da conversa, o policial disse a Gritzbach: “Você escutou, você é meu irmão”. Na sequência, perguntou: “Por que esse cara está fazendo isso aí? Nós vamos pegar esse cara e dar umas pauladas nele.” Ele orientou o delator do PCC sobre como proceder em sua defesa.
A orientação do policial referia-se à defesa de Antonio Gritzbach no processo em que ele era acusado dos assassinatos de Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta, e Antônio Corona Neto, apelidado de Sem Sangue.
Os dois foram mortos a tiros por volta das 12h10 no dia 27 de dezembro de 2021, na rua Armindo Guaraná, Tatuapé, em São Paulo. Noé Alves Schaum, acusado de ser o executor, foi morto no dia 16 de janeiro de 2022, no mesmo local.
Cara Preta era um membro influente do PCC, envolvido com tráfico internacional de drogas. Sem Sangue atuava como motorista e braço direito dele.
Segundo o DHPP, Antonio Gritzbach teria ordenado a morte de Cara Preta depois de desviar R$ 40 milhões que recebeu para investir em criptomoedas. O golpe foi descoberto, e ele passou a receber ameaças de morte.
O policial envolvido na gravação foi preso em outra investigação. As ameaças contra Antonio Gritzbach aumentaram depois da sua delação premiada. Além do áudio, o empresário denunciou ao Gaeco a participação de policiais civis do DHPP, Deic e do 24º Distrito Policial em casos de corrupção e recebimento de propinas.
Informações Revistan Oeste

As Forças de Defesa de Israel relataram a descoberta de gravações que expõem membros do grupo terrorista Hamas torturando civis palestinos na Faixa de Gaza. As imagens, que cobrem o período de 2018 a 2020, revelam práticas brutais de interrogatório empregadas pelo grupo contra civis suspeitos de se oporem ao seu regime.
Esse material foi encontrado nos arquivos de segurança do próprio Hamas. O perfil oficial do Estado de Israel no Twitter/X compartilhou um dos registros.
Os vídeos, entregues ao jornal britânico Daily Mail antes de sua divulgação, documentam os abusos ocorridos em Outpost 17, uma antiga instalação do Hamas localizada em Jabalia, no norte de Gaza.
Em uma das cenas, homens são mostrados pendurados de cabeça para baixo, com sacos cobrindo suas cabeças, enquanto são espancados nos pés por agentes do Hamas.
Outras partes das filmagens mostram os torturadores conversando entre si e preenchendo documentos, enquanto um detento permanece acorrentado, equilibrando-se com um saco na cabeça.
Essas práticas foram descritas como brutalidades sistemáticas contra civis considerados opositores do regime do Hamas.


Hamza Howidy, que foi preso e torturado pelo Hamas antes de conseguir fugir de Gaza, deu entrevista ao Daily Mail. “Eles te torturariam até você se quebrar e dizer o que eles quisessem”, afirmou.
O Hamas enfrenta acusações frequentes de deter e torturar civis na Faixa de Gaza, muitas vezes sob a justificativa de que colaboravam com Israel.
Em 2022, um relatório do UN Watch Lobby destacou que ativistas de direitos humanos, além de mulheres, pessoas LGBTQ e opositores políticos, eram regularmente submetidos a punições severas.
As práticas de tortura têm sido um ponto de crítica internacional contra o Hamas, que governa a Faixa de Gaza desde 2007.
Organizações de direitos humanos têm denunciado repetidamente as violações cometidas contra civis palestinos, incluindo detenções arbitrárias e maus-tratos em centros de detenção.
As revelações trazidas pelas filmagens das Forças de Defesa de Israel acrescentam mais evidências às alegações de abuso sistemático de direitos humanos na região.
Informações Revista Oeste

Um carro ficou completamente em chamas na manhã deste sábado (9), no bairro do Alto da Cruz, em Camaçari, ao ser abastecido com Gás Natural Veicular (GNV) em um posto de gasolina.
A explosão do veículo fez com que peças fossem projetadas para um prédio nas imediações, mas os destroços não atingiram os moradores do edifício e também não afetaram as bombas de gasolina, o que causaria um acidente maior, segundo informações site destaque.
O corpo de Bombeiros esteve no local para conter as chamas e Policiais Militares do 10º Batalhão também foram acionados.
Fonte: Bahia Notícias

Na tarde deste sábado (9), um episódio de violência ocorreu na chegada da delegação do Corinthians ao Estádio Barradão, em Salvador, para o jogo contra o Vitória, válido pelo Campeonato Brasileiro. O ônibus que transportava os jogadores foi apedrejado por torcedores organizados do time adversário.
Segundo o Corinthians, ninguém ficou ferido no ataque, e todos os membros da delegação chegaram ao estádio sem incidentes. A pedra que atingiu o vidro do ônibus não causou danos físicos, mas o episódio ocorreu em meio a confrontos entre as torcidas organizadas de ambos os times.
O Corinthians, que luta contra o rebaixamento junto ao Vitória, emitiu uma nota oficial lamentando o ataque e repudiando a violência. O clube destacou que a situação poderia ter colocado em risco a integridade dos jogadores, comissão técnica e demais membros da delegação.
“Um dos ônibus que levava a delegação foi atingido por uma pedra atirada pela torcida adversária, na chegada ao estádio. O vidro foi quebrado, mas, por sorte, ninguém se feriu. O Corinthians repudia o vandalismo, que poderia ter colocado a integridade física dos envolvidos em risco antes de uma partida tão importante”, afirmou o clube em nota.
Metro1

Um mandado de prisão preventiva pela prática de crimes sexuais foi cumprido contra um líder espiritual, por equipes do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV) da Polícia Civil. A captura ocorreu neste sábado (9), no bairro da Pituba, Salvador.
O homem é investigado pelos delitos cometidos contra três mulheres. As apurações apontam que o médium aproveitava o momento de vulnerabilidade das vítimas para cometer os atos.
Participaram do cumprimento da ordem judicial expedida pela 4ª Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher –Salvador equipes das Delegacias Especial de Atendimento à Mulher (Deams/ Casa da Mulher), Atendimento ao Idoso (Deati) e da Especializada de Repressão a Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca).
O acusado segue à disposição da Justiça.

Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, divulgou um plano abrangente destinado a fortalecer a liberdade de expressão no país. Em pronunciamento publicado no Twitter/X, Trump classificou a censura nas plataformas digitais como uma ameaça direta à democracia americana.
“Se não temos liberdade de expressão, então simplesmente não temos um país livre”, disse. “É tão simples quanto isso.”
Trump enfatizou que a liberdade de expressão é a base de todas as outras liberdades individuais e alertou que sua erosão pode desencadear um efeito dominó, afetando outros direitos fundamentais.
Durante seu discurso, ele mencionou a existência de um grupo composto por burocratas do Estado, empresas de tecnologia e a mídia, que, segundo ele, estaria suprimindo informações essenciais para o público.
De acordo com Trump, essas informações são especialmente críticas em temas como eleições e saúde pública. Como parte de suas propostas, Trump anunciou que, caso retome a presidência, assinará uma ordem executiva proibindo qualquer colaboração entre agências federais e organizações externas para censurar discursos legais.

Essa medida visa a assegurar que as opiniões e informações dos cidadãos não sejam suprimidas sob o pretexto de desinformação. Além disso, ele pretende cortar qualquer financiamento federal que esteja sendo utilizado para rotular discursos como desinformação, garantindo que o governo não apoie práticas de censura.
Outra proposta de Trump é identificar e demitir funcionários públicos que tenham participado de censura interna. Ele destacou que essa ação incluiria agentes de órgãos como o Departamento de Justiça, o FBI, a CIA, entre outros.
Trump pretende instruir o Departamento de Justiça a investigar minuciosamente todos os envolvidos no que chamou de “novo regime de censura online”, prometendo processar violações relacionadas a direitos civis, financiamento de campanha, leis antitruste e a Lei Hatch.
Entre suas propostas está a reforma da Seção 230 do Communications Decency Act. Trump argumenta que a imunidade atualmente concedida às plataformas deve ser condicionada ao cumprimento de padrões rígidos de neutralidade, transparência e justiça, evitando discriminação contra os usuários.
Ele também propôs cessar o financiamento federal para ONGs e programas acadêmicos que sustentem práticas censórias. O discurso de Trump também abordou as universidades que, ao participarem de censura digital ou interferência eleitoral, perderiam acesso a financiamentos federais para pesquisas e empréstimos estudantis.
O presidente eleito sugeriu implementar um período de quarentena de sete anos antes que ex-funcionários de agências de inteligência possam trabalhar em empresas com grandes volumes de dados de usuários americanos, evitando assim possíveis conflitos de interesse.
Outro ponto central do plano de Trump é a criação de uma “Carta de Direitos Digitais”. Esta carta garantirá o “processo devido digital”, onde funcionários governamentais terão que obter uma ordem judicial antes de remover qualquer conteúdo online.
Além disso, usuários terão o direito de serem notificados sobre a remoção de seus conteúdos, receber uma explicação específica sobre o motivo e ter a oportunidade de apelar de forma tempestiva. Trump concluiu seu discurso afirmando que, sob sua administração, o sistema de censura e controle de informação será eliminado completamente.
Para Trump, a restauração da liberdade de expressão é crucial não apenas para a democracia americana, mas também para a sobrevivência da civilização ocidental. Em sua visão, revalorizar a liberdade de expressão ajudará o país a reconquistar sua democracia e proteger a nação de influências autoritárias.
Informações Revista Oeste

Leandro Hassum comemorou 10 anos desde que fez sua cirurgia bariátrica e refletiu sobre os desafios enfrentados. O ator, que reduziu seu peso de 150kg para 87kg, compartilhou essa experiência nas redes sociais, destacando que a luta contra a obesidade é contínua.
Durante a pandemia em 2020, o artista enfrentou dificuldades, resultando em um ganho de quase 20kg. “A cabeça deu um nó. Acredito que não fui o único”, sinalizou o comunicador. Ao voltar de uma filmagem em maio, assustou-se ao ver a balança marcar 113kg.
“Dia 1º de novembro, comemorei 10 anos dessa minha nova fase. Dez anos do dia que decidi tratar minha doença, Obesidade Mórbida. Fui de 150kg para 87kg. Nesses 10 anos sigo me tratando. Não é fácil. Para os que desconhecem o que é ser um bariátrico, a luta não para e nunca irá parar”, disse Leandro Hassum.
“No ano fatídico de 2020, quando vivemos a pandemia, a cabeça deu um nó. Acredito que não fui o único. E comecei mesmo seguindo minha rotina de exercícios, comecei a me descontrolar e isso acarretou num reganho de quase 20kg. Tomei um susto em maio ao chegar de uma filmagem e me pesar”, lembrou.

Desde junho deste ano, Leandro Hassum perdeu 17kg e busca eliminar mais 3kg para atingir seu peso ideal. O apoio da família, especialmente o nascimento da neta Aurora e o amor da esposa Karina, tem sido fundamental.
“Óbvio que eu não fiquei nos 87kg. Aliás, nem queria mesmo. Mas havia desde muito estacionado em 93kg que me deixava feliz. Porém, vi a balança marcar 113kg, os temidos 3 dígitos. Quem tem a doença sabe o medo que dá”, relatou.
Informações Revista Oeste