
Carla Maria de Oliveira e Souza, filha do médico falecido José Roberto de Souza, acionou a Justiça de São Paulo para tentar declarar Pablo Marçalinelegível. De acordo com ela, o candidato do PRTB à prefeitura utilizou uma assinatura falsificada de seu pai em laudo contra o seu adversário Guilherme Boulos (Psol). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Veja uma comparação entre as assinaturas de José Roberto de Souza no laudo e no outro documento que a família o médico apresentou:

O pedido foi apresentado à 13ª Vara da Fazenda Pública, um foro considerado incomum para este tipo de ação. A justificativa dada pela família é a proteção do patrimônio público e a defesa da moralidade administrativa.
Carla Maria atribui a Marçal o suposto crime de falsificação de documento, que pode resultar em pena de um a 5 anos de prisão.
A ação popular destaca que Marçal, em vez de confiar em sua competência, recorreu a um “ato incrédulo” com o intuito de atacar politicamente seu concorrente na disputa eleitoral.
Segundo a acusação, ele falsificou um laudo médico, “afrontando a República, o povo brasileiro e os princípios de legalidade e moralidade”. O advogado da família, Felipe Torello Teixeira Nogueira, apresentou documentos que evidenciam a diferença entre a assinatura falsificada e as verdadeiras assinaturas de Souza.
“Chega a falsificar laudo médico para buscar seus intentos políticos, uma afronta à República, ao povo brasileiro, à legalidade, à moralidade administrativa e com total desvio de finalidade do ato”, diz trecho da ação popular protocolada na tarde deste sábado, 5, na 13ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo.
A petição também solicita que o Conselho Regional de Medicina confirme que José Roberto de Souza nunca foi psiquiatra, mas sim hematologista.
Informações Revista Oeste

Um motorista de 32 anos foi detido após ser flagrado distribuindo material de campanha dentro do ônibus que dirigia em Ipirá, cidade a 240 km de Salvador, neste domingo (6). Ele é funcionário terceirizado da prefeitura e o veículo que dirigia transportava eleitores que votam na zona rural do município.
O g1 teve acesso ao vídeo do momento em que o suspeito foi detido. Nele, um policial que participou da ação afirma que o motorista é tio de um candidato à Câmara Municipal e que o material deste candidato foi um dos distribuídos dentro do ônibus.
“O carro está cheio de material de campanha, ele é seu sobrinho, então a gente vai descer para o cartório eleitoral”, disse.
As irregularidades foram identificadas na Praça José Leão dos Santos, no centro da cidade. O ônibus que o suspeito dirigia pertence ao programa Caminhos da Escola, do Governo Federal, e por isso estava à disposição da Justiça Eleitoral neste domingo, para transportar eleitores que votam na zona rural da cidade.
O material encontrado foram os chamados “santinhos”, papeis que levam os nomes e números de candidatos.
É proibido divulgar material eleitoral de qualquer espécie no dia das eleições. Por isso, o suspeito assinou Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado, conforme informado pela Polícia Civil.
G1

Quarenta e nove crimes eleitorais foram registrados pela Polícia Civil até as 12h deste domingo (6), em 33 municípios da Bahia.
Ações das Forças da Segurança prenderam 48 pessoas pelos crimes de compra de voto, boca de urna, transporte irregular, ameaça, entre outros delitos.
Os flagrantes aconteceram nas cidades de Camaçari, Alagoinhas, Bom Jesus da Lapa, Eunápolis, Itabuna, Itapetinga, Jacobina, Paulo Afonso, Itaberaba, Aporá, Aramari Barra do Mendes, Caém, Camacan, Coaraci, Conceição do Almeida, Ibicuí, Ibiquera, Inhambupe, Ipirá, Jucuruçu, Medeiros Neto, Monte Santo, Mulungu do Morro, Nova Canaã, Pedro Alexandre, Remanso, Rio Real, Santa Brígida, Santana, Serra Preta, Ubatã e Xique-Xique.
Cerca de 34 mil policiais e bombeiros estão empregados na Operação Eleições 2024, que será encerrada às 7h desta segunda-feira (7).

Desde as primeiras horas deste domingo (6), dia de eleição municipal, equipes de limpeza da Prefeitura de Feira de Santana estão distribuídas para recolher os materiais deixados pelos cabos eleitorais com propagandas de candidatos em frente às escolas públicas e prédios privados.
As atividades incluíram a coleta de lixo, varrição e a retirada de faixas e cartazes eleitorais. Os agentes se concentram em frente aos colégios de votação e também nas principais avenidas.
De acordo com o secretário interino de Limpeza Pública, Denilton Brito, a operação continua até o final do dia e também no decorrer da semana.
“Estamos empenhados em realizar uma força-tarefa para manter a cidade limpa. A limpeza não é apenas uma questão estética, mas também de respeito ao eleitor. Queremos garantir que todos tenham um ambiente agradável ao exercer seu direito ao voto”, observa Denilton Brito.

O presidente do PL Bahia, João Roma, destacou o fortalecimento da legenda nas eleições municipais deste domingo. “O PL está hoje estruturado, com diretório municipal, em mais de 80% dos 417 municípios baianos. O 22 marca presença nessas eleições com candidaturas de vereadores, prefeitos e vices por todo o estado”.
O líder estadual do PL, que vota em Salvador, onde o partido apoiou a candidatura a reeleição do prefeito Bruno Reis, do União Brasil, esteve no sábado em Itabuna, participando da Caminhada da Direita em prol do correligionário Chico França, candidato a prefeito da cidade. No mesmo dia, também foi a Barreiras apoiar Túlio (PL), vice na chapa de Otoniel (UB).
“O PL ampliou a sua capilaridade, fincando a bandeira do 22 em todo o estado. Mas o trabalho de estruturação do PL na Bahia continua. Estaremos em todos os 417 municípios baianos para chegarmos ainda mais fortes em 2026, quando pretendemos disputar novamente o governo baiano”, disse Roma que votou neste domingo no campus da Ufba, no Vale do Canela, ao lado da deputada federal Roberta Roma (PL) e os filhos.

O candidato a prefeito de Feira de Santana pelo União Brasil, José Ronaldo, votou no Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães no início da manhã deste domingo (06). Ao lado do candidato a vice-prefeito, Pablo Roberto, Ronaldo afirmou que a decisão sobre o pleito seria do povo. Além de Pablo, outros apoiadores também o acompanharam.
O candidato aproveitou a oportunidade e agradeceu a Deus e aos eleitores das comunidades em que visitou durante a campanha.
“Agradeço a Deus e às comunidades por onde passei. Agora, é o povo que decide, ele é soberano”, destacou Ronaldo.
Clube não dá prazo para recuperação do atacante, que é dúvida para os próximos compromissos da seleção brasileira nas Eliminatórias; Carvajal sofre lesão grave e perde a temporada
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Vinicius Junior é substituído com dores no ombro em Real Madrid x Villarreal — Foto: Susana Vera/Reuters
O Real Madrid divulgou na manhã deste domingo que o atacante Vinicius Junior está com uma lesão cervical. Esse foi o resultado dos exames realizados nas últimas horas, depois do brasileiro ter deixado o jogo contra o Villarreal com o ombro imobilizado. O clube espanhol disse que o caso ainda está “pendente de evolução”.
Autor de um golaço na vitória por 2 a 0, Vini caiu de mal jeito em uma disputa de bola pela direita e logo sentiu o ombro direito. O atacante também reclamou de dores no pescoço e, por isso, imobilizou a região até que os exames sejam feitos. O técnico Carlo Ancelotti disse depois da partida que o brasileiro está com um problema “na clavícula e na cervical”.
Principal jogador da seleção brasileira, Vini Jr. é aguardado nesta segunda-feira, na apresentação do grupo, em São Paulo. Dorival Júnior fez três mudanças nos últimos dias na lista de convocados.
O zagueiro Bremer, da Juventus, o lateral Guilherme Arana, do Atlético-MG, e o goleiro Alisson, do Liverpool, se lesionaram e foram cortados. Foram chamados o zagueiro Beraldo, do PSG, o lateral Alex Telles, do Botafogo, e o goleiro Weverton, do Palmeiras.
Os problemas na Seleção:
O Brasil enfrenta o Chile, no dia 10 de outubro, em Santiago, e o Peru, no dia 15, em Brasília. A Seleção está na quinta posição das eliminatórias, com 10 pontos, a oito pontos da líder Argentina e apenas um ponto à frente da Bolívia, primeira fora da zona de classificação para a Copa do.
O Real Madrid também atualizou neste domingo as informações sobre o caso do lateral-direito Carvajal, e as notícias foram péssimas. Foi diagnosticada uma ruptura do ligamento cruzado anterior, do ligamento colateral externo e do tendão da perna direita. Ele passará por cirurgia nos próximos dias. Carvajal deve ficar fora de ação por no mínimo 10 meses, ou seja, não joga mais nesta temporada.
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Carvajal sofre lesão grave e não joga mais pelo Real Madrid nesta temporada — Foto: Getty Images
Informações GE
Membro do corpo jurídico do candidato do PRTR disse que nem os assessores nem o partido foi consultado sobre a postagem

Um advogado que atua na campanha de Pablo Marçal (PRTB) na disputa para a Prefeitura de São Paulo revelou ao jornal O Globo que nem o corpo jurídico nem o próprio partido do candidato foi consultado antes da postagem do laudo contra Guilherme Boulos (Psol).
De acordo com o advogado, que falou sob anonimato, a atitude de Marçal foi um “erro fatal”. “Devia ter consultado o jurídico”, afirmou o jurista. Agora, ele analisa como irá conduzir a defesa, segundo o jornal.
Tássio Renam, advogado próximo a Marçal, estava entre os poucos que sabiam sobre o documento antes da sua divulgação.
Na sexta-feira 6, Marçal divulgou um laudo que alegava que Boulos teria procurado, em 2021, uma clínica com sinais de surto psicótico e feito teste positivo para cocaína. Depois da publicação, o conteúdo foi removido. Em seguida, a Justiça Eleitoral suspendeu as contas do candidato do PRTB.
Na madrugada do sábado 5, uma força-tarefa do Instituto de Criminalística da Polícia Civil de São Paulo se reuniu para examinar a legitimidade do documento. Os peritos disseram que o laudo era falsificado.

A Justiça Eleitoral determinou à Polícia Federal que instaurasse inquérito policial para investigar o caso. De acordo com o Judiciário, em tese, Marçal teria cometido quatro crimes. Seriam eles:
Informações Revista Oeste

O Bahia perdeu por 2 a 0 para o Flamengo na Arena Fonte Nova em jogo válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, no sábado (5). Com o revés, o Tricolor chegou a 11 partidas sem vencer a equipe carioca e deixou o G-6.
O time comandado por Rogério Ceni teve um desempenho abaixo do esperado e sofreu o primeiro gol com Ayrton Lucas, aos 34 minutos do primeiro tempo. Apesar de algumas boas chances com Thaciano e Luciano Juba, o Bahia não conseguiu marcar. Na etapa final, o Flamengo continuou dominando e, nos acréscimos, Alcaraz fechou o placar após cobrança de pênalti.
Com a derrota, o próximo confronto do Bahia será somente no dia 18 de outubro, quando enfrenta o Cruzeiro em Belo Horizonte, às 21h30 (horário de Brasília).
Informações Bahia.ba

São Paulo — Depois de vivenciarem a campanha mais agressiva da história da capital, os eleitores paulistanos vão às urnas neste domingo (6/10) escolher quem vai comandar a prefeitura da maior cidade do país diante de um cenário eleitoral imprevisível que é o mais acirrado das últimas quatro décadas em São Paulo.
Pesquisa Datafolha divulgada nesse sábado (5/10) mostra que o deputado federal Guilherme Boulos(PSol), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), e o influenciador Pablo Marçal (PRTB) chegam ao primeiro turno com um triplo empate técnico, registrando 29%, 26% e 26% dos votos válidos, respectivamente.
Desde 1985, quando as eleições diretas para prefeito foram restabelecidas no Brasil, após o regime militar (1964-1985), nenhuma disputa pela Prefeitura de São Paulo havia chegado ao “Dia D” da eleição com uma diferença tão pequena, de apenas três pontos percentuais, entre o primeiro e o terceiro colocados nas pesquisas realizadas na véspera do pleito — os dois mais votados disputarão o segundo turno em 27 de outubro.
O cenário mais parecido com o da eleição atual foi o de 2012, quando o Datafolha mostrava José Serra (PSDB) com 24%, Celso Russomanno (Republicanos), com 23%, e Fernando Haddad (PT), com 20%. Naquele ano, Serra (30,7%) e Haddad (28,9%) avançaram para o segundo turno e o petista acabou sendo eleito.
Na última eleição, em 2020, o ex-prefeito Bruno Covas (PSDB), morto em 2021, chegou no primeiro turno com 20 pontos de vantagem sobre Boulos no Datafolha — no segundo turno, o tucano venceu. Quatro anos antes, João Doria aparecia com 44% na pesquisa de véspera, ante 16% de Haddad, e levou a disputa no primeiro turno.
Ao todo, dez candidatos disputam a Prefeitura paulistana. Além do trio que chega liderando a corrida, a deputada federal Tabata Amaral (PSB), com 11%, o apresentador José Luiz Datena (PSDB), com 4%, e a economista Marina Helena (Novo), com 2% dos votos válidos, também pontuaram no Datafolha desse sábado.
Mais de 9,3 milhões de eleitores estão aptos a digitar seus votos nas urnas eletrônicas espalhadas em mais de 2 mil locais de votação. As sessões eleitorais abrem às 8h e fecham às 17h. Além do prefeito, os paulistanos também escolheram, entre 1.016 candidatos, os próximos 55 vereadores que vão representar a população na Câmara Municipal.
As mulheres representam 54% do eleitorado, enquanto os homens são 46 %. A faixa etária com maior número de eleitoras e eleitores é aquela entre 45 e 59 anos, com mais de 2,38 milhões.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral, São Paulo já teve 58 prefeitos desde o período do Império — eles ocuparam o cargo por eleição direta ou indireta, por nomeação ou por terem assumido o posto após renúncia ou impedimento do titular. Esta é a 28° eleição municipal realizada na capital desde que a Justiça Eleitoral foi criada, em 1932.
A disputa eleitoral em São Paulo começou, em agosto, já com o cenário mais acirrado dos últimos 28 anos. Nas primeiras pesquisas, Nunes e Boulos protagonizavam uma polarização que parecia espelhar o duelo entre seus respectivos aliados políticos — Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) — na eleição de 2022, seguidos por Datena.
Com desempenho ruim nos primeiros debates e uma postura de anticandidato nas ruas — sem pedir votos e mostrando desconhecer até mesmo o número do próprio partido —, Datena saiu da posição de destaque nas pesquisas até derreter à quinta posição nos levantamentos mais recentes, ficando atrás de Tabata, inclusive.
Já Marçal, famoso na internet por sua atuação como coach, viu a popularidade crescer ao se vender como o candidato “antissistema” da vez e adotar uma postura altamente agressiva para chamar a atenção, como ele mesmo admitiu. Competindo com o prefeito pelos votos do eleitorado bolsonarista, o influencer subiu rapidamente para os três primeiros postos das pesquisas eleitorais até chegar ao dia do pleito com chances reais de ir ao segundo turno.
Marcada por ofensas pessoais em série, agressões físicas em debates e acusações de corrupção, ligação com o tráfico e até de uso de drogas, a campanha eleitoral paulistana contou com o uso sistemático das redes sociais, reverberou em batalhas jurídicas e colocou à prova a influência de padrinhos políticos e de grandes alianças partidárias.
Promovido pela TV Bandeirantes, o primeiro dos 11 debates entre os principais candidatos desta eleição teve Marçal insinuando que Boulos era usuário de cocaína. Apesar das reiteradas promessas e das condenações na Justiça Eleitoral, o candidato do PRTB nunca apresentou provas da acusação e nunca voltou atrás na fala.
No debate da TV Globo, na última quinta-feira (3/10), o candidato do PSol exibiu um exame toxicológico para provar que não usa drogas e desafiou o rival do PRTB a fazer o mesmo. Na noite seguinte, na última sexta-feira (4/10), Marçal postou um laudo médico falso no qual constava que Boulos havia sido internado em janeiro de 2021 em uma clínica no Jabaquara, zona sul de São Paulo, com “surto psicótico” e cocaína no sangue.
O laudo foi prontamente desmentido por Boulos, que apontou uma série de inconsistência no suposto documento, como erro no número do RG, assinatura de um médico falecido e uma foto dele em uma ação numa comunidade da cidade no dia seguinte à suposta internação.
O candidato do PSol pediu a prisão de Marçal por propagar mentira a um dia da eleição, mas a Justiça Eleitoral indeferiu o pedido e ordenou que a suspensão das redes do influenciador por 48 horas. Ao Metrópoles, as filhas do médico citado no laudo desmentiram Marçal, dizendo que o profissional nunca havia trabalhado naquele clínica, que pertence a um amigo do influenciador. No fim da tarde desse sábado (5/10), o Instituto de Criminalística (IC) divulgou uma perícia confirmando que a assinatura do médico foi falsificada.
A postura agressiva de Marçal se estendeu também a outros adversários, que ganharam apelidos jocosos, como “bananinha”, no caso de Nunes, e “para-choque de comunista”, no caso de Tabata, e foram alvo de provocações e mentiras. Depois do segundo debate, quando o influencer usou uma carteira de trabalho pagar fingir “exorcizar” Boulos, que reagiu dando um tapa no documento, as campanhas passaram a exigir regras mais duras das organizações dos eventos televisivos.
Boulos, Nunes e Datena chegaram a faltar a um dos debates, promovido pela revista Veja, como estratégia para tentar frear Marçal. O evento contou, no entanto, com a participação de outras duas adversárias, Tabata e Marina Helena (Novo), e as equipes acabaram confirmando presença nos debates seguintes.
Mesmo com regras mais duras, os encontros de adversários seguiriam sendo palco de trocas de ofensas generalizadas e clima tenso, principalmente entre Marçal, Nunes, Datena e Boulos. Com pouca discussão de propostas sobre a cidade, os candidatos repetiram acusações uns contra os outros até o fim da campanha, fazendo associações dos rivais com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e relembrando polêmicas como oboletim de ocorrência de violência doméstica registrado pela mulher de Nunes contra ele, em 2011.
O ápice da violência entre os postulantes aconteceria no debate seguinte, promovido pela TV Cultura. Marçal, que chamara Datena de estuprador logo no início do evento, relembrando uma acusação de assédio contra o apresentador, provocou novamente o tucano, dizendo que ele “não era homem” nem para agredi-lo.
“Você é um arregão. Atravessou o debate esses dias para me dar um tapa e falou que queria ter feito. Você não é homem nem para fazer isso”, disparou o influencer.
Datena deixou o púlpito em que estava e agrediu Marçal com uma cadeira usada por Marina Helena. O tucano acabou expulso do debate e o influencer foi levado a um hospital, com “traumatismo na região do tórax à direita e em punho direito, sem maiores complicações associadas”, segundo o boletim médico.
Dias depois, outro episódio de violência também foi registrado em um encontro dos adversários, desta vez envolvendo um produtor da campanha de Marçal que deu um soco no marqueteiro de Nunes, Duda Lima. O caso aconteceu nos bastidores, logo após Marçal ser expulso do debate do Flow por desrespeitar as regras da organização e fazer ofensas pessoais a Nunes durante suas considerações finais.
Já o último debate da eleição à Prefeitura de São Paulo, promovido pela TV Globo na noite da última quinta-feira (3/10), mostrou Ricardo Nunes acuado em meio aos sucessivos ataques dos adversários e projetou confrontos entre o deputado federal Guilherme Boulos e o influenciador Pablo Marçal, cotados a avançarem para o 2º turno da disputa na capital paulista, que está marcado para o dia 27 de outubro.
Informações Metrópoles