
A União Médica, em parceria com o Grupo Nobre, marca presença na 45ª edição da Expofeira, em Feira de Santana, com uma série de ações que reforçam seu compromisso com a saúde e bem-estar da comunidade. O stand, estrategicamente posicionado, atraiu um grande número de visitantes durante o evento, consolidando-se como um dos principais pontos de encontro para quem buscava serviços de saúde, diversão, entretenimento e condições especiais de contratação de planos.
A participação da União Médica na Expofeira incluiu uma programação diversificada voltada à promoção da saúde. Durante o evento, os visitantes tiveram acesso a uma equipe de profissionais prontos para realizar orientações preventivas, esclarecer dúvidas sobre diferentes serviços de saúde, bem como participaram de terapias manuais e práticas integrativas. Tudo isso em parceria com os cursos de saúde do Grupo Nobre.
Outro atrativo do stand foi o setor comercial, que oferecia condições promocionais exclusivas para quem estava presente na Expofeira. Entre os destaques estão os descontos especiais para novos planos de saúde, garantindo acesso a um atendimento de qualidade com valores mais acessíveis. Esta iniciativa teve como objetivo atrair novos clientes, mas também demonstrar a importância de cuidar da saúde de forma preventiva e contínua.

O sucesso do stand da União Médica é resultado do engajamento do público, que encontrou ali um ambiente acolhedor e informativo. A parceria com o Grupo Nobre fortaleceu ainda mais esta presença, oferecendo uma programação complementar com atividades interativas, recreativas e educativas. Essa união de forças foi fundamental para proporcionar aos visitantes uma experiência completa, que vai além do entretenimento e foca na qualidade de vida e na informação.
Fonte: ASCOM/UNIÃO MÉDICA

Com o recuo das cotações do petróleo no mercado internacional, os preços dos derivados da gasolina no Brasil ficaram mais altos do que os praticados no Golfo do México — usados como parâmetro pelos importadores.
De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a gasolina está 5% mais cara em todas as refinarias no país, mantendo as janelas abertas para importação. Para uma equiparação ao mercado internacional, seria necessário redução, em média, de R$ 0,16 por litro.
Isso também acontece com o preço do diesel, puxado pela Refinaria de Mataripe, na Bahia, única unidade privada do país, com uma diferença de 3%. Nas unidades da Petrobras, o preço na média está estável, segundo a Abicom.
Segundo a Abicom, a gasolina conseguiu paridade com o mercado internacional em 16 de agosto, depois de 200 dias com preços internos mais baixos que no mercado exterior. Com isso, a importação de combustíveis estava em baixa.
Na ocasião, a Abicom informou que os polos de importação da Petrobras registraram estabilidade no preço da gasolina para atuar no mercado. No início de julho, o produto teve um reajuste de R$ 0,20 por litro autorizado pela estatal.
O diesel não tinha alteração no preço desde dezembro de 2023. O combustível dos polos atendidos pela Petrobras teve uma defasagem de 4% no fechamento da última sexta-feira, 16. Essa movimentação abre margem para um aumento de R$ 0,15 por litro no mercado interno.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado

Em artigo publicado na edição de domingo 8 do The Wall Street Journal, a colunista Mary Anastasia O’Grady, especialista em questões políticas do continente americano, afirmou que o ministro Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal (STF) estão envolvidos em política até o pescoço.
Ela criticou duramente as recentes e contundentes investidas de Moraes — e do STF — contra a liberdade de expressão, mandando bloquear o Twitter/X no Brasil e prendendo pessoas por fazerem “discurso de ódio” nas redes sociais, e afirmou que Elon Musk, ao se recusar a cumprir ordens ilegais que violam a liberdade de expressão prevista na Constituição do Brasil, deixou “Moraes irritado”.
“Se a liberdade de expressão é uma medida de uma democracia liberal moderna, o Brasil está em apuros. A repressão à expressão e a negação do devido processo para aqueles que contradizem a versão da verdade do Estado remontam a 2020. Agora está piorando”, começa O’Grady.
Segundo a jornalista, Moraes entende que seu trabalho como juiz é amordaçar quem faça qualquer crítica contra o Judiciário. “O juiz De Moraes não tem nada contra X per se. Sua briga é com influenciadores de mídia social cujo uso de irreverência e escárnio como armas retóricas contra o establishmentgovernante os torna populares no lado direito da política brasileira. (…) Mas o juiz De Moraes chama esses não conformistas de fornecedores de desinformação e uma ameaça à democracia. Ele considera que é seu trabalho amordaçá-los.”

Mas a colunista lembra que o problema é mais antigo e começou com a decisão do STF de invalidar as condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passando pela perseguição a quem criticou a decisão da Corte, pela dúvida sobre o resultado da eleição e pela impossibilidade de se aferir o resultado.
Para Mary O’Grady tentar reverter o problema no Brasil passa primeiro por reconhecer o problema, que é a atuação política do STF. “Por mais de quatro anos, a Suprema Corte, liderada pelo juiz De Moraes e outros que compartilham sua sede de poder, tem se envolvido até o pescoço na política.”
Ao afirmar que Lula e seu partido estavam “no centro do maior escândalo de corrupção da história da América Latina — para o qual há uma tonelada de provas”, o STF, mesmo assim, “em 2021, o Supremo Tribunal Federal anulou a condenação de Lula por uma questão técnica, argumentando que ele foi julgado na jurisdição errada. Como o prazo de prescrição havia expirado, Lula saiu livre. Mas ele nunca foi exonerado”.
O resultado disso foi a raiva de boa parte da população expressada nas redes sociais, mas duramente reprimida por Moraes e pelo STF, que ficaram “ofendidos” com as críticas, relata O’Grady. Essa repressão se estendeu pelo processo eleitoral de 2022.
“Metade do país ficou furiosa, extravasando sua raiva nas redes sociais. Milhões de brasileiros passaram a se referir ao ex-presidente como um ladrão. O juiz De Moraes e seus colegas do Tribunal Superior, considerando-se acima da briga plebeia e irrepreensíveis, ficaram ofendidos com os discursos públicos contra eles. Durante a campanha presidencial de 2022, quando o juiz De Moraes também era presidente do Tribunal Eleitoral de sete membros, ele novamente se envolveu em censura para proteger Lula, que estava concorrendo a um terceiro mandato não consecutivo. Entre outras proibições ao ‘discurso de ódio’, era proibido dizer que Lula nunca foi inocentado no caso de suborno”, sustenta O’Grady.
A jornalista afirma que era impossível auditar o resultado da votação, em razão da rejeição da lei que previa o voto impresso, invalidada pelo tribunal.
“Quando o Tribunal Eleitoral anunciou que Lula havia vencido a eleição por uma margem estreita, alguns apoiadores de seu rival, o presidente Jair Bolsonaro, duvidaram dos resultados. Mas uma auditoria era impossível, porque o Tribunal Superior havia derrubado uma lei que forneceria um rastro de papel para verificar os resultados eletrônicos. Cidadãos frustrados e sem recurso apareceram em Brasília, onde o caos eclodiu em 8 de janeiro de 2022”, escreve a jornalista do WSJ.
A colunista finaliza o artigo ao afirmar que a conduta de Moraes e do STF está minando a confiança nas instituições brasileiras. “Mais repressão à fala, como banir o X, não ajudará. Em vez disso, pode-se esperar que leve a democracia brasileira ainda mais para o buraco”, conclui O’Grady.
Informações Revista Oeste

A Justiça bloqueou R$ 20 milhões e decretou o sequestro de todos os imóveis e as embarcações em nome da Balada Eventos e Produções Ltda., empresa do cantor Gusttavo Lima. O negócio do sertanejo seria usado no esquema de lavagem de dinheiro de apostas ilegais investigado pela Operação Integration, a mesma que na última quarta-feira, 4, prendeu a influenciadora digital Deolane Bezerra e sua mãe, Solange Bezerra, no Recife. As informações são do Fantástico, programa da TV Globo exibido no domingo 8.
De acordo com as investigações, a Balada Eventos estaria envolvida no esquema junto com José André da Rocha Neto, dono da VaideBet, que tem o artista como garoto-propaganda e até junho era patrocinadora master do Corinthians. Uma das empresas de Rocha Neto, a JMJ Participações, comprou a aeronave Cessna Citation Excel, apreendida na quarta em Jundiaí, no interior de São Paulo.
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram que o avião ainda está registrado em nome da empresa de Gusttavo Lima, apesar de ser operado pela JMJ Participações. Segundo a Anac, a aeronave ainda está em processo de transferência de propriedade, e, quando o processo for concluído, ela será totalmente de propriedade da empresa de Rocha Neto.
A Justiça emitiu um mandado de prisão contra Rocha Neto, que é considerado foragido, pois estava na Grécia, junto com Gusttavo Lima, quando a operação foi deflagrada. Também foi determinado o bloqueio de R$ 35 milhões de suas contas pessoais e mais R$ 160 milhões de suas empresas.

A defesa do empresário afirmou, em nota ao Fantástico, que “não existe qualquer indício de sua participação em atos ilícitos” e que seu patrimônio é declarado e regular.
A defesa de Gusttavo Lima disse que apenas vendeu o avião para a JMJ Participações, cumprindo todas as exigências legais. A nota também destaca que o sertanejo tem apenas um contrato de uso de imagem com a VaideBet e que nem ele e nem a Balada Eventos “fazem parte de nenhum esquema de organização criminosa de exploração de jogos ilegais e lavagem de dinheiro”.
Os advogados do artista encerram a nota ao dizer que a empresa se “manifestará nos autos, apresentando os documentos pertinentes, para ser esclarecido definitivamente que não há qualquer envolvimento com o objetivo da operação deflagrada pela polícia”.
Pouco tempo depois de a matéria ir ao ar, Gusttavo Lima se manifestou pelas redes sociais e afirmou ser alvo de “injustiça” O cantor também classificou como “loucura” a inclusão de sua empresa como integrante de organização criminosa.
Para o cantor, a Balada Eventos se tornou alvo de investigação apenas por ter “transacionado comercialmente” com a JMJ Participações e ressaltou que a venda da aeronave, ocorrida em 2023, teve “contrato devidamente cumprido” e “recibo de transferência”.
“Se a Justiça existir neste país, ela será feita. São 25 anos dedicados à música, todos vocês sabem da minha luta para chegar até aqui. Abuso de poder e fake news eu não vou permitir. Sou honesto”, publicou o artista.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado

Um trágico incidente abalou a cidade de Belém do São Francisco, no Sertão de Pernambuco, na noite do último sábado (7). Lázaro Maciel Soares da Silva, um motorista autônomo de 47 anos, foi baleado por um policial militar após uma série de conflitos envolvendo a família de Lázaro. Imagens capturadas no local mostram o momento em que o policial Gercino Bahia da Silva Júnior dispara contra a vítima.
Segundo testemunhas, a tensão entre Lázaro e o PM se originou devido ao relacionamento do policial com uma das filhas de Lázaro. No mesmo dia, a situação se agravou quando o PM invadiu a chácara de Lázaro com outros dois homens e ameaçou-o com uma arma de fogo. A vítima chegou a relatar o ocorrido na delegacia local antes de ser tragicamente morta.
Veja o vídeo:
No dia do crime, Lázaro retornava para casa após ter denunciado o PM por ameaças anteriores. O incidente ocorreu por volta das 20h, em frente a uma praça na Rua Antônio Teodósio, no Centro da cidade. As imagens mostram claramente o PM discutindo com a filha de Lázaro enquanto familiares tentavam intervir.
Conforme as testemunhas, Lázaro e sua família estavam juntos no carro no momento em que foram abordados pelo policial armado. Ao tentar conter o PM, a situação rapidamente saiu de controle, culminando em Lázaro sendo atingido por seis tiros. Ele foi levado a uma unidade de saúde local e, posteriormente, transferido para Salgueiro, onde não resistiu.
A Corregedoria da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) já informou que vai abrir um processo disciplinar contra o policial envolvido. A Polícia Civil também abriu um inquérito para investigar profundamente o ocorrido. Enquanto isso, a Polícia Militar deu início às buscas para localizar o militar foragido.
O caso levanta várias questões sobre o comportamento e a responsabilidade dos policiais, especialmente em situações tão delicadas que envolvem relações familiares. A SDS reforça que todos os procedimentos legais estarão sendo seguidos para garantir uma investigação justa e completa.
Em entrevista ao g1, uma parente da vítima, que estava presente no momento do crime, compartilhou detalhes angustiantes sobre as últimas horas de Lázaro. “Ele botava a mão na barriga para dizer que estava doendo muito. Vi sangue saindo da boca dele”, relatou. Apesar dos esforços para reanimá-lo, Lázaro não resistiu.
A família, abalada, busca justiça e respostas para o que poderia ter sido feito para prevenir essa tragédia. A falta de intervenção imediata e proteção após a denúncia é um ponto de grande dor e questionamento.
Com a abertura do inquérito, diversos aspectos estão sendo examinados pelas autoridades. Testemunhas já foram ouvidas, e a polícia busca mais provas que elucidem a sequência de eventos que levaram à fatalidade. A colaboração da comunidade é essencial neste momento, e qualquer informação adicional será vital para a resolução do caso.
Informações TBN

Edmundo González Urrutia, um notável opositor do ditador venezuelano Nicolás Maduro, fez um movimento dramático ao solicitar asilo político na Espanha, deixando a Venezuela neste fim de semana. Ele estava abrigado na embaixada espanhola em Caracas e sua saída foi permitida pelo governo venezuelano, que afirmou que a decisão foi tomada para manter a “tranquilidade e paz política no país”, conforme dito pela vice-presidente Delcy Rodríguez.
O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, confirmou que o pedido de asilo de González foi aprovado, expressando o firme comprometimento da Espanha com os direitos políticos e a proteção dos cidadãos venezuelanos. A chegada de González e sua esposa à base de Torrejón de Ardoz, perto de Madrid, aconteceu na manhã de domingo, após uma viagem noturna a bordo de um avião da Força Aérea espanhola.
Edmundo González Urrutia tem sido uma figura proeminente na oposição ao governo de Nicolás Maduro na Venezuela. Recentemente, ele se encontrou no centro de uma controversa acusação de irregularidades eleitorais, após as eleições de 28 de julho de 2024. González foi acusado de divulgar ilegalmente mais de 80% das atas de votação, alegando ter vencido com mais de 60% dos votos. Em resposta, o governo venezuelano alegou que os documentos estavam cheios de inconsistências.
O Ministério Público, aliado ao ditador Maduro, emitiu um mandado de prisão contra González, acusando-o de ignorar três intimações para comparecer e prestar esclarecimentos. González denunciou o Ministério Público, alegando que a entidade estava sendo usada como um “instrumento de perseguição política” e que ele enfrentaria um julgamento “injusto e sem garantias de independência”.
A decisão de Edmundo González de deixar a Venezuela e buscar asilo político na Espanha foi uma medida extrema para garantir sua segurança e liberdade. María Corina Machado, outra líder proeminente da oposição, afirmou que a saída de González foi essencial para proteger sua vida em meio a uma intensa “onda de repressão”. Ela destacou que o ex-diplomata estava sob constante ameaça devido à sua postura política, enfrentando tentativas de coação e intimidação.
Machado garantiu ainda que González continuará sua luta pela democracia e liberdade da Venezuela a partir do exterior, enquanto outros líderes da oposição, como ela, permanecem no país, enfrentando a repressão de frente. Esta fuga destaca a severidade e os riscos enfrentados por aqueles que desafiam o regime de Maduro.
A comunidade internacional reagiu fortemente à situação de Edmundo González Urrutia. Desde a contestada proclamação de vitória de Nicolás Maduro, muitos países, incluindo os Estados Unidos, União Europeia e várias nações latino-americanas, denunciaram o processo eleitoral como fraudulento. Houve pedidos constantes de verificação dos votos, mas o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) venezuelano adiou a apresentação das atas, citando um ataque cibernético que, segundo a entidade, não comprometeu a integridade dos votos.
Durante um evento do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez chamou González de um “herói” que a Espanha não abandonará. Josep Borrell, chefe da diplomacia da União Europeia, manifestou tristeza pelo estado da democracia na Venezuela, afirmando que “nenhum líder político deveria ser forçado a buscar asilo em outro país” e enfatizando a necessidade de acabar com a repressão e liberar todos os presos políticos.
Informações TBN

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu punir o Bahia devido a cantos homofóbicos de torcedores em jogo contra o Grêmio, que ocorreu na Arena Fonte Nova em 27 de abril. A decisão ocorreu na sexta-feira (6), baseada no artigo 243-G, que consta “atos discriminatórios relacionados a preconceito em razão de raça ou cor” do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). ,
Em julgamento realizado pela terceira Comissão Disciplinar, o clube foi condenado a pagar uma multa disciplinar no valor de R$ 20 mil. Desde 2023, a CBF tem no Regulamento Geral de Competições um artigo que considera atos como esse como “de extrema gravidade, podendo o infrator responder meio da aplicação da pena de advertência, multa, vedação de registro ou transferência de novos atletas a até perda de pontos (art. 134)”.
Logo após a partida, a torcida organizada LGBTricolor se manifestou em uma nota de repúdio aos autores dos cantos homofóbicos, solicitando que “identifiquem se os envolvidos são sócios e tomem providências”.
*Com informações Metro 1

Um jovem de 21 anos, identificado como Jadson Pinto Corrêa, foi morto a tiros na noite de domingo (8) dentro de sua casa, na Rua Carralho, bairro Conceição II, em Feira de Santana.
De acordo com a polícia, ele foi perseguido por homens desconhecidos e atingido por disparos de arma de fogo nos braços e costas. Jadson foi encontrado morto sentado no sofá. O delegado José Marcos Lima realizou o levantamento cadavérico, e o corpo foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT).
* De Olho Na Cidade

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) concluiu no domingo (08) a Operação Vaquejada de Serrinha, considerada a maior operação local da Delegacia da PRF de Feira de Santana. A ação, que teve início no dia 4 de setembro, foi focada no aumento da fiscalização em pontos estratégicos para garantir a segurança de motoristas e reduzir a ocorrência de acidentes graves, com resultados expressivos.
De acordo com a inspetora da PRF Lívia Marcelino, responsável pela operação, o sucesso foi garantido principalmente pelo aumento do efetivo e pela intensificação dos testes de alcoolemia, que visaram prevenir sinistros graves.
“Todo o planejamento foi focado nas possíveis causas de aumento de acidentes, como a combinação de álcool e direção e o uso de motocicletas”, explicou.
A inspetora destacou que a operação contou com o apoio do Grupo Regional de Motociclismo da Superintendência, reforçando a fiscalização com viaturas de duas e quatro rodas. Ao todo, foram realizados 925 testes de alcoolemia, e 1.078 veículos e 1.393 pessoas foram fiscalizados.
Durante a operação, foram confeccionados cinco boletins operacionais policiais, resultando em dois cumprimentos de mandado de prisão, além de uma ocorrência de receptação de motocicleta roubada, identificada pelos agentes. No total, oito sinistros foram registrados, sendo que três resultaram em ferimentos graves e houve o registro de um óbito.
“O acidente com vítima fatal foi um colisão frontal entre um automóvel e uma carreta, nas proximidades da cidade de Araci. No entanto, as investigações apontam que o veículo envolvido não estava retornando da vaquejada, mas de um outro evento na região”, esclareceu a inspetora.
Apesar do acidente fatal, a inspetora Lívia Marcelino avaliou a operação de forma positiva, especialmente pela redução no número de sinistros graves.
“Quando intensificamos a fiscalização do uso de bebida alcoólica ao volante, conseguimos resultados significativos na redução da gravidade dos acidentes e na sensação de segurança para as pessoas que frequentaram o evento”, afirmou.
*De Olho Na Cidade

Nessa semana, a OAB Subseção Feira de Santana terá dois eventos em sua programação: um ocorrerá em sua sede no dia 12/09, próxima quinta-feira, das 8:00 às 17:00, intitulado I Workshop de prática criminal feminina; e o outro será uma aula gratuita de Crossfit para advogadas no Fagundes Cross.

O primeiro evento é organizado pela Comissão de Direito Criminal e tem como principais advogadas a frente do workshop as advogadas Mariana Rodrigues e Isis Kataoka. Já a aula de Crossfit é organizada pela Comissão de Defesa da Mulher e da Advogada, que tem como presidente a advogada Esmeralda Halana.
As interessadas em participar dos eventos podem se inscrever através dos links abaixo, respectivamente:
WORKSHOP: https://l1nk.dev/p7nwv
CROSSFIT: https://www.sympla.com.br/i-aulao-de-crossfit-para-advogadas__2628783
E mais informações podem ser obtidas através dos instagram’s da comissão @oabmulherfsa ou no da instituição @oab_feira_de_santana.