
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), correu ao ser questionado por um repórter sobre a segurança pública da Bahia. O caso aconteceu no último sábado (7), em Nova Ibiá, no sul baiano.
O vídeo no qual o petista baiano aparecendo correndo foi publicado pelo portal Informe 73, que publica noticias sobre o baixo sul da Bahia. Após ser perguntado pelo repórter Fernando Gomes, da FM Vitória, sobre furtos na zona rural da localidade, Jerônimo Rodrigues, que cumprimentava os apoiadores, deu as costas e saiu correndo.
Também na semana passada, o governador não respondeu a repórter Driele Veiga, do Portal do Casé, quando indagado a respeito de um estudo do Instituto Sou da Paz, que apontou o estado da Bahia como o pior índice de esclarecimento de homicídios dolosos do país. Segundo o levantamento “Onde Mora a Impunidade?”, apenas 15% das 4.719 ocorrências registradas em 2022 foram esclarecidas pelas autoridades baianas.
Na ocasião, o chefe do Palácio de Ondina não respondeu e deu as costas, mostrando irritação com o questionamento.
A reportagem procurou a Secretaria de Comunicação do governo para se posicionar sobre a situação em Nova Ibiá, mas não houve manifestação até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.
Veja o vídeo:
Fonte: Jornal Correio
O comércio de Feira de Santana se prepara para um fim de ano movimentado, com grande expectativa de crescimento em relação ao ano passado. Segundo Juscelino Brito, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a cidade já observa um aumento no fluxo de consumidores.
“Desde a semana passada, percebemos um grande movimento na cidade. A primeira parcela do décimo aquecerá ainda mais o comércio, e esperamos um crescimento de 8% a 10% em relação ao ano passado”, afirmou Brito.
De acordo com o presidente da CDL, o mês de dezembro, sempre estratégico para o comércio, tem uma representatividade significativa. “É o mês mais quente do ano para o setor, com um fluxo muito alto de vendas, o que é fundamental para o comércio de Feira de Santana”, destacou.

Uma das iniciativas que tem impulsionado as vendas é a campanha Natal de Prêmios, que conta com a adesão de diversas empresas e a participação ativa do consumidor.
“Estamos vendo uma boa adesão das empresas e, o mais interessante, é que o consumidor já chega nas lojas pedindo para participar. A campanha tem grande relevância, pois fortalece a relação entre consumidor e comércio local”, explicou Brito.
Além disso, a campanha se diferencia pelos prêmios, incluindo um carro, uma moto e vale-compras. A dinâmica da participação também foi modernizada, com a utilização de cupons digitais, tornando o processo mais rápido e prático.
“Agora, o cupom é eletrônico. O consumidor pode acumular vários cupons, sem precisar preencher manualmente. A chance de ganhar é real e a participação é local, o que aumenta ainda mais as probabilidades”, afirmou o presidente.
Brito também ressaltou a importância das campanhas para o fortalecimento da economia local e da marca de Feira de Santana como um grande centro comercial.
“Temos um comércio forte, que se diferencia de outras cidades, inclusive de Salvador. A interação com as cidades vizinhas e até com estados próximos favorece o nosso crescimento. No entanto, é preciso que os empresários se atualizem e criem diferenciais para atrair o consumidor”, alertou.
A união das entidades de classe, como o Sindicato do Comércio, a Associação Comercial e o SEBRAE, tem sido fundamental para o bom desempenho do comércio feirense.
“Hoje, temos uma união muito forte entre as instituições. Isso faz a diferença, pois todos trabalham com um único objetivo: o crescimento da cidade. Se Feira de Santana cresce, todos crescem juntos. Estamos trabalhando juntos para fortalecer nossa economia e promover um ambiente favorável para o comércio”, afirmou Brito.
A campanha “Natal de Prêmios” segue até o dia 31 de dezembro, e os consumidores podem participar ao realizarem compras a partir de R$ 50 nas lojas participantes, que estão identificadas com cartazes promocionais.
Fonte: De Olho Na Cidade

Foi realizada nesta segunda-feira (9) uma audiência pública para debater o projeto de concessão da BR-116 Norte, que vai ligar Feira de Santana até Salgueiro, em Pernambuco. De acordo com o prefeito Colbert Martins da Silva Filho, a proposta de concessão da rodovia 116 começa no Portal do Sertão, passa pela Cidade Nova e segue para a 116 sul até a Pousada da Feira.
“Engloba a Avenida de Contorno, depois vai para a 116 Norte, Serrinha, Teofilândia e vai até Pernambuco. São 700 quilômetros de concessão, mas o que nos interessa é a parte aqui de Feira de Santana”, explicou.

O prefeito discordou de alguns pontos apresentados no projeto, como a instalação de um pedágio em Santa Bárbara e de um centro de descanso para os motoristas em Euclides da Cunha. Ele afirmou que Feira de Santana é um dos municípios que mais arrecadam e que não está sendo beneficiado.
“Para se ter uma ideia, o primeiro pedágio vai ser feito em Santa Bárbara e estamos lendo tudo isso e anotando, pois quem vai perder é Feira de Santana. Eles estão propondo fazer em Euclides da Cunha um centro de descanso para o motorista, só que o lugar que tem mais quantidade de motoristas e que mais precisa de um equipamento desse é Feira. Então temos que mostrar que isso precisa ser modificado, mostrar que muito desse recurso, são mais de 700 milhões de reais previstos, estão previstos para serem gastos depois de Araci. Quase nada vem aqui para Feira e quem mais arrecada é aqui. Não é nada contra os outros municípios, mas o município mais forte é o nosso”, afirmou ao Acorda Cidade.
Colbert disse que quer que o Contorno seja pedagiado, mas afirmou que é preciso que os recursos sejam aplicados em Feira de Santana. Ele defendeu também que é necessário duplicar o viaduto Portal do Sertão e demonstrou outras preocupações, especialmente com a drenagem.
“Estamos preocupados também com inundações na área da Santa Mônica, não sabemos como será a drenagem. Estamos preocupados com a drenagem que vai para a Lagoa Grande. Pedimos informações e estamos esperando as respostas”, afirmou.
O gerente de modelagem econômico-financeira da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Stephane Quebaud, explicou ao Acorda Cidade que o objetivo desse encontro é apresentar para a sociedade o projeto de concessão, explicando as obras que vão ser executadas e os serviços prestados.

Segundo ele, o projeto consiste em outorgar para a iniciativa privada um trecho de cerca de 500 quilômetros da rodovia, para explorar no sentido de fazer obras, prestar serviços como atendimento médico, serviços mecânicos, entre outros, que auxiliem em caso de problemas na rodovia.
“Faz também toda a manutenção da rodovia e do entorno como as contenções, pontes, tudo para oferecer à sociedade segurança, estrutura e qualidade”, disse, acrescentando que o trecho vai ser parcialmente duplicado. “A duplicação é justificada quando tem um tráfego elevado. Quando não tem, a duplicação é cara, então a gente faz uma faixa adicional e consegue aumentar a capacidade da rodovia, mas custando menos caro”.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

O alagoano da cidade de Inhapi, Carlos Eduardo Lins de França, 23 anos, foi assassinado a tiros em Feira de Santana por volta das 20h30 de segunda-feira (9). Conforme informações obtidas pelo Acorda Cidade junto à polícia, o crime aconteceu no interior do imóvel onde morava, localizado na Rua Flor do Caribe, no bairro Gabriela.
O corpo foi encontrado no banheiro do imóvel e apresentava vários ferimentos provocados por disparos de arma de fogo as costas, pernas, cabeça e tórax, além de grandes lesões provocadas por instrumento cortante na região do pescoço.
Ainda segundo a polícia, a vítima trabalhava com entregas via aplicativo e tinha passagem pela polícia no estado de Alagoas. O crime foi praticado por cinco homens ainda não identificados. A motivação do homicídio também é desconhecido.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reúne-se na noite desta segunda-feira (9) com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir o impasse na liberação de emendas parlamentares que pode atrasar a votação do pacote de corte de gastos. O encontro ocorre após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino negar recurso da Advocacia-Geral da União para revisar as regras definidas pela Corte para o repasse de emendas.
“O presidente Lula já se reuniu com os presidentes das Casas, pactuou um encaminhamento que, do meu ponto de vista, atende os anseios dos parlamentares”, disse o ministro na portaria do Ministério da Fazenda ao sair para o encontro com Pacheco.
Nesta tarde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com Pacheco e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para discutir uma saída que permita a votação do pacote fiscal antes do recesso parlamentar.
No fim da tarde desta segunda, o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, reuniu-se com a bancada do PT na Câmara e afirmou acreditar ser possível a aprovação das propostas ainda esta semana. No entanto, não descartou a possibilidade da edição de uma medida provisória das partes do pacote que podem ser resolvidas em projeto de lei, caso o pacote não seja aprovado antes do recesso.
Críticas do PT
Haddad também comentou as críticas que o PT fez, no último fim de semana, à proposta de restringir o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), um dos pontos do pacote de corte de gastos. O partido aprovou uma nota com elogios à taxação de super-ricos, mas criticou as propostas de mudança no benefício social, dizendo ser necessário um debate com o governo para reduzir as resistências ao tema.
Para o ministro, eventuais contestações à mudança no BPC estão sendo resolvidas, à medida que o governo esclarece que não pretende cortar direitos, mas intensificar a revisão de cadastros e apertar os critérios de enquadramento no benefício (como contagem da renda familiar per capita) para evitar fraudes e economizar. Haddad disse que continua contando com o apoio do PT para a aprovação do pacote.
Estimativas
O ministro também disse que o pacote é necessário para “deixar para trás” o clima de desconfiança que se elevou nos últimos meses. Segundo Haddad, alguns bancos revisaram as estimativas de economia, e os cálculos estão se aproximando das projeções da Fazenda, que prevê economia de R$ 71,9 bilhões em 2025 e 2026 e de R$ 327 bilhões até 2030.
“Quem está fazendo contas sabe que as medidas vão na direção correta e não há um impacto pequeno, é um impacto importante que pode, sim, ajudar a ancorar as expectativas”, declarou o ministro. Mais uma vez, Haddad ressaltou que o pacote poupará um nível considerável de recursos para ajustar as estimativas de gastos.
Informações Bahia.ba
Alguns fatores contribuíram para a derrocada das Forças Armadas sírias e sua seguida retirada das batalhas contra os rebeldes.
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Considerado um dos mais poderosos dos países árabes, o exército da Síria não resistiu aos avanços dos rebeldes nos últimos dias — Foto: Getty Images/BBC
Poucas pessoas esperavam pelos rápidos acontecimentos vividos pela Síria nos últimos dias, depois que a oposição armada, liderada pelo grupo Hayat Tahrir al-Sham (HTS – Organização para a Libertação do Levante, sediado na província de Idlib, no noroeste do país), anunciou o início da sua ofensiva final contra as forças do governo sírio.
Uma semana atrás, o regime de Bashar al-Assadhavia ameaçado “esmagar os terroristas”. Mas a notícia da queda do regime sírio surpreendeu a maior parte dos observadores do país.
A rápida sucessão de acontecimentos suscitou muitas perguntas, especialmente em relação aos motivos do colapso do Exército sírio, ocorrido em velocidade assombrosa.
Quais fatores terão contribuído para a derrocada das Forças Armadas sírias e sua seguida retirada das batalhas contra os rebeldes?
Síria: quem vai governar o país agora?
A Síria é a sexta maior força militar do mundo árabe — a 60ª maior, em termos internacionais, segundo o Índice Global de Poder de Fogo de 2024, de um total de 145 países analisados.
O relatório leva em consideração uma série de fatores, que incluem o número de soldados e os equipamentos das Forças Armadas, além de fatores logísticos.
O Exército sírio é formado por um grande número de soldados apoiados por forças paramilitares e milícias. Seu arsenal inclui uma combinação de equipamentos soviéticos em ruínas e outros mais modernos, procedentes de aliados como a Rússia.
São mais de 1,5 mil tanques e 3 mil veículos blindados, além de artilharia e sistemas de mísseis, segundo o Índice Global de Poder de Fogo.
Em termos de poderio aéreo, a Síria possui caças, helicópteros e aviões de treinamento. E também conta com uma modesta frota naval, vários aeroportos e portos vitais, como Latakia e Tartus.
Os baixos salários foram um dos motivos que levaram os militares sírios a fugir — Foto: Getty Images/BBC
A posição do Exército sírio, teoricamente, pode parecer favorável, mas ela foi debilitada por muitos fatores.
O Exército perdeu uma grande parcela do seu pessoal — estimado em 300 mil soldados — nos primeiros anos da guerracivil.
Algumas estimativas afirmam que o exército perdeu a metade das suas fileiras, seja devido aos combates ou porque alguns soldados fugiram ou se uniram aos grupos de oposição.
A Força Aérea também sofreu grandes perdas devido à guerra civil e aos ataques aéreos americanos.
Mais de 13 anos de guerra civil deixaram as forças aéreas sírias em ruínas — Foto: Getty Images/BBC
Apesar das consideráveis reservas de petróleo e gás da Síria, sua capacidade de exploração foi gravemente limitada pela guerra.
As condições econômicas também se deterioraram ainda mais, especialmente nas regiões controladas pelo governo de Assad.
Em dezembro de 2019, o Congresso dos Estados Unidos aprovou a chamada “Lei César”. O texto entrou em vigor em junho de 2020, impondo sanções econômicas a qualquer agência governamental ou indivíduo que fizesse negócios com o governo da Síria.
Diversos relatórios indicam que os salários dos soldados do Exército de Assad são baixos. Eles equivalem a cerca de US$ 15 a US$ 17 mensais (cerca de R$ 91 a R$ 103), um valor tão pequeno que “não dá nem para três dias”, segundo um cidadão sírio.
O professor de relações internacionais Fawaz Gerges, da Universidade de Londres, declarou que a situação na Síria mudou drasticamente nos últimos três anos.
Um dos motivos, segundo ele, são “as sanções americanas, que empobreceram o povo sírio e os oficiais do exército”.
Na quarta-feira (4), Assad decretou um aumento salarial de 50% para os soldados, segundo a agência de notícias estatal síria. Aparentemente, o objetivo da medida foi levantar o moral da tropa, em meio ao avanço das forças da oposição.
Mas a decisão parece ter chegado tarde demais.
As notícias que davam conta da deserção dos soldados e oficiais – que facilitou o rápido avanço rebelde de Alepo até a capital, Damasco, passando pelas cidades de Hama e Homs – surpreenderam várias pessoas.
A correspondente da BBC em Damasco, Barbara Plett Usher, informou que oficiais na capital abandonaram seus veículos, armamentos e até seus uniformes, vestindo-se com roupas civis.
“O colapso do Exército sírio se deve, quase totalmente, às políticas e práticas implementadas por Assad, desde que atingiu relativa superioridade sobre a oposição em 2016”, afirma Yezid Sayigh, do Centro Carnegie para o Oriente Médio em Beirute, no Líbano. “Isso minou os pilares fundamentais que o mantinham no poder.”
“Estas políticas afetaram o exército”, prossegue o pesquisador.
“Dezenas de milhares de membros foram dispensados, ao lado da terrível deterioração dos níveis de vida, da corrupção galopante e da escassez de alimentos — até dentro das próprias Forças Armadas, que afastaram a comunidade alauíta [grupo étnico e religioso do Oriente Médio, principalmente da Síria], que domina os estratos superiores da hierarquia militar.”
“O moral do Exército sírio também foi gravemente abalado pela perda da ajuda militar direta do Irã, do Hezbollah e da Rússia, que não conseguem mais intervir adequadamente — ou não conseguem intervir de maneira nenhuma.”
Sayigh acredita que “sem esperança de ajuda externa urgente, o Exército perdeu a vontade de lutar”.
Já o especialista militar britânico Michael Clarke, professor do Departamento de Estudos da Guerra do King’s College de Londres, declarou à BBC que a enorme ajuda militar estrangeira fez com que o governo de Assad ficasse dependente, descuidando do seu próprio Exército.
“Seu treinamento se deteriorou significativamente e o desempenho de liderança dos seus oficiais se tornou medíocre”, explicou ele.
“Quando suas unidades enfrentaram os ataques do Hayat Tahrir al-Sham, muitos oficiais aparentemente se retiraram e outros fugiram. Quando os oficiais não conseguem demonstrar sua capacidade efetiva de liderança, não é de se estranhar que os soldados fujam.”
Já Sayigh descarta que a retirada do apoio militar do Irã, Hezbollah e Rússia tenha sido intencional.
“No passado, a Síria dependia, em grande parte, do Hezbollah para apoio em terra”, explica ele. “Mas, depois das perdas sofridas pelo partido-milícia no Líbano, ele não pôde mais oferecer este apoio.”
“Houve também uma redução constante de oficiais e assessores iranianos na Síria, em consequência dos ataques israelenses durante a última década. E não foi mais possível enviar grandes reforços por terra ou pelo ar, já que Israel e os Estados Unidos controlam a maior parte do espaço aéreo sírio.”
“Ao mesmo tempo, o governo iraquiano e as milícias pró-iranianas decidiram se manter à margem dos combates — o que pode ter ocorrido, em parte, porque o Irã percebeu que passou a ser impossível salvar Assad”, explica Sayigh.
Por outro lado, a Rússia retirou uma grande quantidade dos seus aviões e forças da sua base em Latakia, devido à invasão da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.
Gerges concorda que a retirada do apoio militar por parte do Irã, Hezbollah e Rússia “foi uma das razões fundamentais que levaram à queda tão rápida das cidades sírias”.
“Desta vez, o Exército sírio não lutou, nem defendeu o regime”, explica ele. “Ele decidiu se retirar das batalhas e baixar as armas.”
“Isso indica que o apoio russo e iraniano à doutrina de combate do Hezbollah foi um fator importante para ajudar Assad a permanecer no poder, especialmente depois de 2015.”
Paralelamente à frágil situação do exército sírio, muitos observadores resumem o ocorrido nos últimos dias à unificação das facções armadas da oposição sob um posto de comando único, bem como à sua boa preparação para esta batalha e ao desenvolvimento das suas capacidades militares.
O discurso dos rebeldes, especialmente as mensagens tranquilizadoras enviadas aos civis sobre as crenças e promessas de liberdade religiosa, ajudou a obter rápidos avanços sobre as forças do governo de Assad, segundo os especialistas.
Todos estes fatores, aparentemente, contribuíram para o rápido colapso do exército sírio e a posterior queda do regime de Assad. Para Fawaz Gerges, foi algo “muito similar ao colapso do regime do xá do Irã em 1979“.
“A oposição síria, com suas alas islâmicas e nacionalistas, foi capaz de destruir o regime em menos de duas semanas… O regime de Assad estava com seu tempo esgotado e, quando chegou o ataque de surpresa da oposição, o Exército caiu e o regime se desmantelou, como se fosse um castelo de cartas”, concluiu Gerges.
Informações G1

Fernanda Torres foi indicada ao Globo de Ouro 2025 na categoria de Melhor Atriz de Filme (Drama) por seu trabalho como Eunice em “Ainda Estou Aqui”. O filme original do Globoplay também ganhou uma indicação na premiação, na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa.
Fernanda concorre com Pamela Anderson (“The Last Showgirl”), Angelina Jolie (“Maria”), Nicole Kidman (“Babygirl”), Tilda Swinton (“The Room Next Door”) e Kate Winslet (“Lee”). Algumas delas são fortes concorrentes ao Oscar, segundo alguns sites e revistas internacionais especializados em cinema.
Veja quem são as concorrentes de Fernanda Torres na categoria Melhor Atriz de Filme (Drama) do Globo de Ouro 2025:
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Pamela Anderson em “The Last Showgirl” — Foto: Divulgação
Sete anos depois de fazer uma participação especial em “Baywatch – S.O.S Malibu” (2017), Pamela Anderson voltou às telonas para o trabalho que os críticos têm identificado como o melhor papel da carreira da atriz.
Em “The Last Showgirl”, Pamela interpreta Shelley, uma veterana dançarina, que precisa planejar seu futuro quando seu show é encerrado após 30 anos.
O filme será lançado em 10 de janeiro de 2025 e terá uma exibição especial em Los Angeles nesta sexta-feira (13). Mas sua estreia oficial aconteceu no Festival de Toronto, em setembro, quando Pamela foi apontada como uma possível candidata ao Oscar de Melhor atriz.
“Maior desempenho de sua carreira”, “incrível no papel” e “ela provou que pode ser uma ótima atriz” foram alguns dos comentários de críticos e espectadores, que colocaram Pamela na lista de indicados do Globo de Ouro.
A própria atriz já comentou em uma entrevista que o filme foi como uma espécie de experimento para ela, já que seus trabalhos foram sempre voltados para a parte física.
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Angelina Jolie em “Maria Callas” — Foto: Divulgação
A indicação de Angelina Jolie ao Globo de Ouro aumenta ainda mais a expectativa para que a atriz seja indicada ao Oscar. Jolie já foi indicada por nove vezes ao Globo de Ouro, levando a melhor em três delas (George Wallace (1998), Gia (1999) e “Garota, interrompida” (2000)).
Para conquistar esta indicação mais recente, Jolie transformou seu corpo e sua voz para dar vida à cantora de ópera Maria Callas em “Maria”.
Além da atuação impecável, Jolie tem dois pontos a seu favor: as premiações costumam valorizar papéis biográficos. E, além disso, o filme é dirigido pelo premiado cineasta chileno Pablo Larraín, dos filmes “Jackie” e “Spencer”, respectivamente sobre Jacqueline Kennedy e Lady Di.
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Nicole Kidman com Harris Dickinson em “Babygirl” — Foto: Divulgação
Nicole Kidman já levou seis prêmios no Globo de Ouro. O último deles, em 2022, por seu trabalho em “Apresentando os Ricardos”.
A atriz pode garantir sua sétima estatueta com “Babygirl”. A atriz de 57 anos já contou que esse foi o filme mais ousado da sua carreira e chegou a dizer que teve uma espécie de burnout após as várias cenas de orgasmo. Por esse papel, ela
já levou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza.
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Julianne Moore e Tilda Swinton numa cena do drama ‘O quarto ao lado’, de Pedro Almodóvar — Foto: Divulgação
Tilda Swinton já foi indicada cinco vezes ao Globo de Ouro, mas não venceu nenhuma delas. Com seu trabalho em “O Quarto Ao Lado”, a atriz pode garantir sua primeira estatueta.
No filme de Pedro Almodóvar, a atriz entrega uma atuação comovente. Tilda interpreta Martha, uma mulher que está com uma doença terminal.
O filme do diretor espanhol já levou o Leão de Ouro em Veneza.
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Kate Winslet em “Lee” — Foto: Divulgação
Kate Winslet já é uma veterana no Globo de Ouro. A atriz já foi indicada 14 vezes e levou cinco prêmios. Nesta última indicação, Winslet vem sendo super elogiada por sua atuação impressionante como a fotógrafa de guerra, Elizabeth “Lee” Miller no filme “Lee”.
Lee era uma top model, que também fez um importante trabalho documentando imagens da Segunda Guerra Mundial.
Assim como Jolie, Kate Winslet tem a seu favor (além de todo o talento e diversos prêmios, claro) o fato de a obra ser um filme biográfico.
Informações G1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi submetido a uma cirurgia de emergência na madrugada desta terça-feira (10) para drenagem de uma hemorragia intracraniana após sentir dor de cabeça.
Lula foi examinado na unidade de Brasília do Hospital Sírio-Libanês, sendo posteriormente transferido para a unidade de São Paulo da complexo hospitalar, onde foi realizado o procedimento.
Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, a cirurgia aconteceu sem intercorrências, e o presidente passa bem. Ele segue sendo monitorado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital.

Informações UOL

Com César Oliveira
Tema: A cultura em Feira de Santana
Ouça o Podcast completo:

Policiais Civis do Departamento Especializado de Investigado e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) / Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Feira de Santana prenderam em flagrante três homens suspeitos de tentativa de latrocínio, nesta segunda-feira (9), na BR 116/Norte. Na ação, três veículos roubados foram recuperados.
As equipes policiais receberam a informação de um roubo ocorrido na cidade de Alagoinhas e que os suspeitos fugiram no sentido da cidade de Feira de Santana. No momento do crime, uma das vítimas foi atingida por um disparo de arma de fogo pelos criminosos.
“Os investigadores da DENARC/DTE estavam realizando diligências, quando receberam a notícia indicando a passagem de três veículos roubados pela BR-116 Norte, na altura do bairro Novo Horizonte. Os policiais realizaram a abordagem e prenderam em flagrante três criminosos.”, explicou o titular da DTE, delegado Deivid Lopes.
A vítima foi socorrida e encaminhada para uma unidade hospitalar na cidade de Alagoinhas. Já os presos estão à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Ascom Polícia Civil