
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso) de Feira de Santana tem registrado um aumento significativo na prática da mendicância durante o período de final de ano, especialmente com a chegada das festividades natalinas. Segundo o secretário Denilton Brito, este é um fenômeno recorrente nesta época, impulsionado pela maior circulação de pessoas e pelo espírito solidário característico da temporada.
Denilton destaca que, embora a Sedeso mantenha uma política ativa de assistência social para atender essa população, muitos indivíduos em situação de rua recusam o suporte oferecido. “Eles relatam que o objetivo é arrecadar doações feitas por cidadãos, que geralmente aumentam nessa época”, explica.
Um exemplo recente envolve um casal que montou uma barraca no canteiro central da avenida Presidente Dutra, uma das principais vias da cidade. O homem, de 59 anos, sofreu um acidente e utiliza parafusos em uma das pernas, enquanto a mulher, de 49 anos, o acompanha na situação.
A Sedeso e o Consultório de Rua têm monitorado o caso, oferecendo suporte e buscando encaminhamentos adequados. Entretanto, o casal recusou atendimento médico e qualquer tipo de assistência social. “Alegam para a equipe de abordagem social que os parafusos na perna do homem provocam pena nas pessoas, o que aumenta as doações financeiras que recebem”, informa o secretário.
De acordo com relatos dos próprios envolvidos, a mudança para o canteiro central resultou em um aumento no “faturamento” diário. Contudo, durante a abordagem mais recente, o casal afirmou que retirará a barraca do local e se comprometeu a comparecer ao médico nesta semana.
A Sedeso reforça que, além de oferecer suporte, realiza ações educativas e preventivas para conscientizar a população sobre a importância de direcionar ajuda às iniciativas formais de assistência social. “Precisamos de um esforço coletivo para minimizar esse problema, garantindo que as pessoas em situação de vulnerabilidade sejam atendidas adequadamente e de maneira digna”, conclui Denilton Brito.
Secom

A 33ª edição da Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro) encerrou suas atividades no último domingo (8), consolidando-se como um dos maiores eventos agropecuários do Norte e Nordeste. Realizada pelo Grupo A Tarde, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, a feira superou todas as expectativas, reunindo produtores, criadores, expositores e visitantes em um ambiente de negócios e celebração da cultura e do agronegócio do estado.
A retomada da Fenagro após a pandemia foi marcada por uma intensa nostalgia e um sentimento de renovação. O público, ávido por reencontrar a tradição e a força do campo, compareceu em massa ao Parque de Exposições de Salvador, movimentando a economia local e demonstrando o grande potencial do agronegócio baiano.

Os números oficiais da feira são expressivos: 150 mil visitantes circularam pelos pavilhões, gerando um volume de negócios diretos de R$ 120 milhões. Os leilões de animais, um dos destaques da programação, movimentaram R$ 8,1 milhões, evidenciando a qualidade dos animais expostos e o interesse dos compradores.
“A Fenagro é muito importante para nós, criadores, porque aqui a gente mostra o nosso trabalho, o resultado do nosso investimento. E para o consumidor, é uma oportunidade de conhecer de perto a lida no campo e a qualidade dos animais de elite criados aqui na Bahia”, afirmou Reginaldo Batista, expositor de caprinos.
Para o secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia, Wallison Tum, o sucesso da Fenagro é resultado de uma parceria de sucesso com o Grupo A Tarde e do compromisso do governador Jerônimo Rodrigues em fortalecer o setor agropecuário. “A determinação do governador foi fundamental para a retomada da feira com toda a sua força. Os números demonstram o quanto esse evento é importante para a economia baiana e para a vida das pessoas do campo”, destacou o secretário.
A diversidade de serviços e atrações oferecidas pela Fenagro 2024 também foi um destaque. O Espaço +Bahia, coordenado pela Secretaria da Agricultura, reuniu mais de 30 secretarias e instituições de governo, oferecendo serviços gratuitos e atividades para todos os públicos. A programação incluiu palestras, workshops, demonstrações tecnológicas, além de uma ampla variedade de produtos e serviços relacionados ao agronegócio.

Nove stands foram dedicados às cadeias produtivas da agropecuária baiana, demonstrando o processo do campo à mesa de produtos como o chocolate, mel, carnes, leite, vinhos, uvas, sisal e algodão. A Cozinha Show, com 20 horas de programação, apresentou as mais diversas receitas da culinária baiana, utilizando ingredientes produzidos no estado. Já a Arena Agrocultural, com três atrações por dia, contou com shows de grandes nomes da música sertaneja, como Targino Gondim e Adelmario Coelho, além de apresentações de artistas locais.
A Fenagro 2024 também foi marcada pela realização de diversos cursos e formações, com o objetivo de qualificar os profissionais do setor e promover a transferência de tecnologia. Foram mais de 40 horas de atividades em dois auditórios do Espaço +Bahia, abordando temas como gestão de propriedades rurais, produção de alimentos saudáveis e sustentabilidade.
“A Fenagro é muito mais do que uma feira. É um espaço de encontro, de negócios e de aprendizado. Estamos muito satisfeitos com os resultados desta edição e agradecemos a todos os parceiros que contribuíram para o seu sucesso”, afirmou o presidente do Grupo A Tarde, João Mello Leitão.
Fonte: De Olho Na Cidade
Dados da inflação, Copom, divulgação de dados do consumo nos Estados Unidos e tensões geopolíticas no mundo impulsionam a moeda

O dólar encerrou esta segunda-feira (9/12) em alta de 0,18%, cotado a R$ 6,08, renovando o recorde histórico da moeda americana. Nesta semana, os investidores estão de olho nas decisões sobre as taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos. Ambas serão definidas na quarta-feira (11/12), em reuniões dos integrantes dos bancos centrais dos dois países.
Por aqui, o mercado também está de olho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que deve ser divulgado na terça (10/12). Segundo o Boletim Focus, as estimativas para a inflação de 2024 subiram para 4,84%. Com isso, a projeção segue acima do teto da meta para este ano, que é de 4,50%.
Lá fora, investidores acompanham a divulgação de dados do consumo nos Estados Unidos, as tensões geopolíticas na Síria e a nova decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), prevista para esta semana.
Por volta das 17h, o Ibovespa avançava 1,04%, aos 127.250,46 pontos. Esse movimento ao longo do dia vem sendo impulsionado pela alta das ações da Vale, que avançam mais de 3%. Nesta segunda, a China sinalizou estímulos mais fortes em 2025 e implantação de uma política fiscal mais proativa, para aumentar a demanda interna e estabilizar o mercado imobiliário.
Os papéis da Petrobras estão sendo beneficiados com o avanço nos preços do petróleo diante de incertezas no Oriente Médio após a queda do presidente sírio Bashar al-Assad. Por volta das 16h, as ações PN subiam 2,56%, a R$ 40,03, e as ON tinham alta de 2,61% a R$ 43,21.
Um levantamento recente, conduzido por especialistas em economia e finanças do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), revelou que os brasileiros, de todas as rendas, estão expostos aos impactos das variações cambiais no seu padrão de consumo, o que torna essencial a diversificação internacional de investimentos para preservar o poder de compra.
Segundo a pesquisa Impacto Cambial no Consumo dos Brasileiros e a Necessidade de Diversificação Internacional, o efeito do câmbio sobre a cesta de consumo dos brasileiros varia de 16% a 18% conforme a faixa de renda. Entre as razões está o fato de que as importações brasileiras representam 10% do PIB do país, e esse percentual depende integralmente do câmbio.
O estudo revela ainda as consequências no IPCA, que variam entre 11% para a faixa de renda mais elevada e a 14% para a mais baixa. Há também gastos no exterior que afetam as rendas mais altas, com impacto estimado em 2,65% do seu consumo. Por fim, temos a volatilidade do câmbio, que tem de ser neutralizada, o que influencia todas as faixas de renda em valor próximo de 3%.
De acordo com o levantamento, as taxas de inflação repercutem no consumo, em diferentes segmentos. No setor de alimentos e bebidas, por exemplo, as famílias de baixa renda são afetadas em 37%, enquanto as de média e alta renda sofrem com índices de 20,9% e 13,1%, respectivamente. Já no ramo da habitação, o impacto é de 21,9% para baixa renda, 16,2% para média e 9% para alta. Os dados contrariam a perspectiva de que apenas indivíduos ricos ficam expostos à variação cambial e evidenciam que, inclusive, muitas vezes são as classes D e E que sofrem mais com essa instabilidade.
Claudia Emiko Yoshinaga, Francisco Henrique Figueiredo, Ricardo Ratner Rochman e William Eid Junior, autores do estudo, defendem que uma diversificação internacional adequada é crucial para mitigar esses riscos e proteger o poder de compra dos brasileiros. Eles recomendam que, para neutralizar os efeitos das variações cambiais, os brasileiros devem ter, no mínimo, 16% de seus portfólios aplicados em ativos no exterior. Para famílias de maior renda, o percentual sugerido é de 18%. Isso apenas para proteger o consumo.
“A volatilidade cambial tem efeito direto sobre o preço de muitos bens de consumo essenciais no Brasil. Quando o real se desvaloriza, o custo desses produtos, que muitas vezes são importados ou contêm componentes importados, aumenta significativamente”, explicam os autores da pesquisa. “Isso reflete em uma inflação elevada para o consumidor, principalmente para as famílias de baixa e média renda, que são as mais impactadas pela alta nos preços de bens básicos”, comenta o professor William Eid Junior da FGV.
Além disso, o levantamento garante que a diversificação internacional não apenas protege contra a volatilidade cambial, mas oferece aos investidores brasileiros a oportunidade de acessar mercados e setores não disponíveis na bolsa de valores local. Por exemplo, tecnologia e biotecnologia, que têm apresentado crescimento significativo em bolsas internacionais, não têm boas representações no Brasil, o que limita as opções de ativos de alto retorno disponíveis aos investidores locais.
“Investir no exterior permite que o investidor brasileiro tenha acesso a novas oportunidades e setores em crescimento, além de proteger seu portfólio das oscilações da moeda local”, afirmam os autores. “Essa é uma estratégia fundamental para manter o poder de compra e garantir a estabilidade do portfólio em tempos de incerteza econômica.”
Informações Metrópoles
Luigi Mangione é suspeito de ter assassinado Brian Thompson em frente a um hotel de luxo em Manhattan

A polícia da Pensilvânia prendeu, nesta segunda-feira (9), Luigi Mangione, 26, suspeito de matar Brian Thompson, CEO da seguradora UnitedHealthcare, em Nova York. O crime ocorreu na quarta-feira (4), quando Thompson,50, foi baleado em frente a um hotel de luxo em Manhattan. Mangione foi detido em um McDonald’s em Altoona, a 375 km de Nova York, portando uma arma similar à usada no homicídio, documentos falsos e roupas semelhantes às do atirador.
A investigação revelou que Mangione havia chegado a Nova York no final de novembro. Após o crime, o suspeito fugiu da cidade, e a polícia encontrou uma mochila abandonada no Central Park, além de imagens do homem em estações de ônibus. Durante a prisão, foram encontrados documentos e um manifesto criticando empresas de saúde dos EUA, sugerindo uma possível motivação ideológica.
O CEO Brian Thompson, que trabalhava há 20 anos na UnitedHealth Group, estava em Nova York para um evento corporativo quando foi assassinado. Thompson liderava a divisão de seguros da empresa, que oferece cobertura de saúde para milhões de norte-americanos. A UnitedHealth, que atua também no Brasil, cancelou a conferência após a morte do executivo. A polícia de Nova York acredita que o suspeito agiu sozinho.
Informações Metro 1

O setor de meios de pagamentos no Brasil agora oferecerá aos clientes a opção de parcelar o saldo total do cartão de crédito. A medida permitirá que consumidores dividam em parcelas suas dívidas atuais e futuras do cartão de crédito.
A novidade foi anunciada nesta segunda-feira (9) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A partir de agora, será possível refinanciar o saldo total da dívida do cartão, abrangendo valores em aberto, a vencer ou vencidos, financiamentos de operações de crédito e compras parceladas (com ou sem juros), em prestações iguais e fixas.
Segundo a Febraban, essa modalidade permitirá maior previsibilidade nos pagamentos futuros, auxiliando o consumidor a evitar novos atrasos por meio do refinanciamento do saldo total.
Como funciona: O cliente solicita o parcelamento do saldo total ao emissor do cartão; o emissor estabelece as condições, como taxa de juros e prazos; o cliente aceita e autoriza o parcelamento, a dívida é consolidada em parcelas mensais fixas; o cliente realiza os pagamentos conforme o prazo acordado.
De acordo com a Febraban, a iniciativa busca atender consumidores que enfrentam dificuldades para pagar integralmente suas faturas no vencimento. Muitos desses clientes recorrem ao crédito rotativo (limitado a 30 dias) ou ao parcelamento do saldo restante, o que pode resultar no acúmulo de dívidas. A nova opção permitirá unificar todo o saldo do cartão em parcelas fixas, reduzindo a necessidade de novos parcelamentos.
A renegociação do saldo total será realizada diretamente com os emissores do cartão, sendo uma escolha totalmente opcional para o cliente. Caso o consumidor opte por não aderir ao novo produto, as modalidades atuais de parcelamento e crédito rotativo permanecerão disponíveis.
Informações Bahia.ba

Criados para o clássico filme O Mágico de Oz(1939), os sapatos de rubi se tornaram um dos itens mais icônicos da história de Hollywood. A relíquia foi leiloada por R$ 170 milhões no último sábado, 7, nos Estados Unidos.
No livro original, Dorothy usava sapatos prateados, mas a decisão de alterá-los para rubi foi estratégica. A Technicolor, tecnologia inovadora na época, permitia que cores vibrantes brilhassem na tela. Os designers do filme, portanto, optaram por transformar os sapatos em algo visualmente mais impressionante.
Gilbert Adrian, lendário figurinista da MGM, foi o responsável pela criação dos sapatos. Ele escolheu uma base de couro vermelho, sobre a qual foram costuradas milhares de lantejoulas rubi. Além disso, completou o design com um laço decorado com pedras falsas.
Os sapatos desempenham um papel central na narrativa do filme. Eles são entregues a Dorothy (Judy Garland) depois da morte acidental da Bruxa Malvada do Leste e se tornam um símbolo de poder e proteção.
Além de ser um objeto de desejo, o par de sapatos também representa a jornada pessoal de Dorothy e sua capacidade de encontrar o caminho de volta para casa, pois bastavam três batidas de salto para realizar o desejo.
Vários pares de sapatos de rubi foram produzidos para o filme, como era prática comum em Hollywood para garantir substituições em caso de desgaste durante as filmagens. Pelo menos cinco pares são conhecidos hoje, mas acredita-se que outros possam existir. O par mais famoso é aquele exposto no Instituto Smithsoniano, mas nem sempre foi assim.
Em 1969, o antigo sistema dos estúdios desmoronou sob o controle de Wall Street, e a MGM foi vendida ao magnata Kirk Kerkorian. Ele não se importava com a história de Hollywood, queria apenas o terreno do estúdio, onde pretendia construir enormes condomínios. Antes disso, o empresário precisou esvaziar o conteúdo dos galpões.

Por apenas US$ 1,5 milhão, o veterano leiloeiro David Weisz comprou tudo o que está armazenado lá, como navios, trens, tanques, aeronaves, carros, móveis, adereços e figurinos de 50 anos de cinema.
Neste cenário, surgiu o jovem nova-iorquino Kent Warner, fã ávido da Era de Ouro de Hollywood e conhecedor da história do cinema. Ele chegou a Hollywood na década de 1960, quando conseguiu um emprego em uma locadora de figurinos. Assim, presenciou os estúdios jogarem fora suas próprias histórias.
Warner começou, então, a resgatar figurinos de forma clandestina, desde vestidos de Ginger Rogers até casacos de Clark Gable. Ele foi reconhecido por salvar as roupas da destruição e as preservar para a posteridade histórica. No começo de 1970, Weisz contratou Warner para organizar a vasta coleção de figurinos da MGM, cerca de 350 mil peças separadas, e preparar um leilão.
Até hoje, ninguém sabe exatamente quantos pares dos sapatos de rubi ele realmente encontrou, mas foram pelo menos quatro. Primeiro, Warner levou todos os sapatos para casa, examinou cada um, juntou os pares e decidiu como irá distribuí-los. Ele entregou um par ao leiloeiro e deixou a entender que era o único existente.
Em maio de 1970, o par de sapatos de rubi que Kent Warner entregou para o leilão da MGM foi vendido a um comprador anônimo por US$ 15 mil. A notícia se espalhou rapidamente pelos Estados Unidos.
Na época do leilão, Kent Warner vendeu silenciosamente um par dos sapatos de rubi — o par leiloado nesta semana — para Michael Shaw. Em 1979, o comprador anônimo dos sapatos do leilão da MGM doou o par para o Instituto Smithsonian, onde eles permanecem até hoje.
Um dos eventos mais dramáticos sobre os sapatos de rubi foi o roubo de um par emprestado ao Judy Garland Museum, em 2005. Os ladrões quebraram o vidro da vitrine e desapareceram com os sapatos na calada da noite.
Durante mais de uma década, o caso permaneceu sem solução, o que gerou especulações sobre o destino dos sapatos. Alguns acreditavam que eles haviam sido contrabandeados para o mercado negro de colecionadores clandestinos. A recuperação ocorreu em 2018, graças a uma denúncia anônima e a uma operação do FBI.
O perito forense Randy Struthers analisou cada cena do filme em que os sapatos aparecem, quadro a quadro, por meio de tecnologia de alta definição. Com base em diferenças sutis, Struthers determinou que o par encontrado foi usado por Judy Garland em diversas cenas do filme.
O criminoso foi identificado como Terry Jon Martin, hoje com 77 anos. Ele foi indiciado em maio de 2023 e, cinco meses depois, confessou o crime e admitiu ter usado um martelo para invadir o museu e quebrar a vitrine que guardava os sapatos. Em janeiro deste ano, Martin teve sua pena extinta por causa de seus problemas de saúde.
O par de sapatos de rubi foi vendido por US$ 28 milhões, equivalente a R$ 170 milhões, em um leilão realizado nos Estados Unidos no último sábado, 7. Quando é somada a comissão do leiloeiro, o valor total gasto chega a US$ 32,5 milhões.
A Heritage Auctions, casa de leilões responsável pela venda, estimava que os sapatos arrecadariam pelo menos US$ 3 milhões. Os lances on-line começaram no mês passado e, na sexta-feira 6 já atingiam US$ 1,5 milhão.
“É difícil encontrar algo mais desejável neste campo do que esses sapatos de Rubi”, afirmou a Heritage. “Vivem no coração de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo e serão o ponto central de qualquer coleção.”
A casa descreve os sapatos como um par de saltos de seda vermelha, com parte superior e saltos cobertos por seda com lantejoulas costuradas à mão. No forro interno de couro branco de ambos os sapatos, está inscrito o nome “Judy Garland”, escrito em letras maiúsculas com tinta preta.
Como afirma Rhys Thomas, autor do livro The Ruby Slippers of Oz (sem tradução no Brasil), os sapatos de rubi “transcenderam Hollywood, a ponto de representarem a poderosa imagem de inocência para toda a América”.
Informações Revista Oeste

O Partido dos Trabalhadores (PT) convocou manifestações nacionais para a terça-feira, 10. A mobilização visa a pressionar por “ações legais” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros indiciados pela Polícia Federal por uma suposta tentativa de golpe de Estado.
A decisão foi oficializada em comunicado do Diretório Nacional do PT. No documento, o PT rejeita a anistia a envolvidos, afirmando que “não admitiremos anistia a golpistas defensores da tortura”.
O partido exige que Bolsonaro e seus apoiadores enfrentem consequências legais por suas ações.
O comunicado condena o suposto plano descoberto pela Polícia Federal (PF), que visava o assassinato de líderes políticos, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Os protestos são organizados em parceria com entidades sindicais e sociais, como a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Um ato está programado para ocorrer na Avenida Paulista, em São Paulo, às 17h.
O PT critica o projeto de lei 2.858 de 2022, conhecido como PL da Anistia, proposto por parlamentares apoiadores de Bolsonaro, que busca perdoar aqueles acusados de participar dos eventos de 8 de janeiro.
Além disso, o PT retomou a articulação para aprovar emenda constitucional que altera o artigo 142 da Constituição. A proposta, dos deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Alencar Santana (PT-SP), defende que as Forças Armadas não têm função moderadora na democracia.
O partido também quer impedir que militares da ativa disputem eleições ou ocupem cargos no governo, afirmando que “é preciso delimitar de uma vez por todas as funções civis e militares no Estado democrático. Política não é e nunca foi lugar para as Forças Armadas”.

O PT criticou a reação negativa do mercado financeiro ao pacote fiscal apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em novembro, que levou o dólar a R$ 6,07.
Segundo o partido, a alta foi causada por “especulação” de agentes contrários à ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.
O PT também apontou que a resistência de empresários à mudança na escala de trabalho 6×1 contribui para a instabilidade econômica. O partido defende que empresas beneficiadas por isenções fiscais, como a desoneração da folha de pagamento, devem ajudar no equilíbrio fiscal.
Além disso, criticou grupos do agronegócio por usufruírem de isenções sem contribuir de forma justa com a economia. O comunicado destacou a necessidade de vigilância da sociedade contra especulações que possam prejudicar avanços sociais e econômicos.
Por fim, mencionou a Faria Lima, em São Paulo, como um polo financeiro “frequentemente contrário a políticas progressistas”.
Informações Revista Oeste

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, disse que ainda não se encontrou com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), para tratar exclusivamente de política, mas pontuou que este momento não demorará para acontecer.
“Ainda não sentei com ACM Neto para tratar da política da Bahia. Ainda não sentamos para conversar, o que não deve demorar a ocorrer. Visando o futuro da Bahia, é importante que haja essa interlocução entre nós”, declarou Roma, nesta segunda-feira (9), em entrevista ao apresentador Adelson Carvalho, na Rádio Sociedade da Bahia.
O dirigente do PL destacou a necessidade de aparar arestas em prol da realização de um entendimento que seja melhor para o Estado. “A Bahia tem perdido protagonismo, diferente de seus vizinhos. Então é preciso buscar pontos comuns e superar adversidades. Temos condições de superar essas dificuldades em direção a um pensamento comum: o melhor caminho é aparar essas arestas e confluir”, destacou Roma.
O ex-ministro da Cidadania pontuou ainda que, nas eleições municipais, houve um alinhamento estratégico entre PL e União Brasil cujo objetivo foi fortalecer o polo antagônico ao PT. “Conseguimos somar esforços para fazer esse antagonismo ao PT na Bahia. A orientação do partido era buscar a estruturação e fortalecer cada vez mais o partido. Essa estratégia foi fundamental para conter as investidas do governo do PT. Em Salvador, o PL coligou com o União Brasil, viabilizando a vitória maiúscula do prefeito Bruno Reis. Isso foi muito importante”.
João Roma também foi questionado sobre a política nacional e a atuação dele à frente do Ministério da Cidadania durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Foram grandes feitos: com responsabilidade com o quesito fiscal, conseguimos triplicar o programa social”, recordou Roma, que enfatizou a criação do Auxílio Emergencial, no período mais crítico da pandemia, e, posteriormente o Auxílio Brasil.
Roma também comparou o governo Bolsonaro com o atual de Lula. “Conseguimos fazer com que a bolsa se elevasse e o dólar caísse, diferente do que ocorre agora com o governo do PT”, lembrou, destacando as inoportunas declarações dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e da Casa Civil, Rui Costa, que fizeram despencar a bolsa de valores e explodir o preço do dólar. Para ele, quem está pagando a conta das desastradas declarações dos ministros do PT que causaram a elevação da moeda americana é o povo brasileiro, principalmente os mais pobres”.
Fonte: Ascom

A diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Feira de Santana (Sindesp) participou, neste sábado (8), de uma confraternização marcada pela integração e pelo fortalecimento dos laços entre seus membros. O encontro foi realizado na Chácara dos Moura, no povoado de Magalhães, e contou com a organização da presidente da entidade, Lorena Moura.
Além de reunir os diretores atuais, o evento teve a participação especial do ex-presidente Hamilton Ramos, convidado pela atual presidente em um gesto de reconhecimento e valorização das contribuições de lideranças que marcaram a história do Sindesp.
A confraternização, em um ambiente descontraído e acolhedor, simbolizou o espírito de união e a continuidade do trabalho coletivo em prol dos servidores públicos municipais.
“Esse momento é uma oportunidade de fortalecermos nossos laços e celebrarmos tudo o que construímos juntos ao longo do ano. Agradeço a cada um pela dedicação e compromisso com nossa categoria”. destacou Lorena Moura.

O Instituto de Saúde e Ação Social (ISAS) e Hemoba estão promovendo a campanha “doe sangue, doar sangue é transmitir amor!”.
A campanha acontece entre os dias 9 e 13 de dezembro de 2024. A doação de sangue pode ser feita no Hemoba Feira de Santana, que fica na avenida Presidente Dutra, s/n.