
O dólar à vista opera com alta ante real nas primeiras negociações desta terça-feira (6), enquanto investidores seguem aguardando o anúncio de novos acordos comerciais dos Estados Unidos com seus parceiros, e já com as decisões do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central do Brasil, que ocorrem nesta quarta-feira (7), em foco.
Segundo matéria do InfoMoney, investidores ficaram mais otimistas sobre possíveis acordos entre os Estados Unidos e seus parceiros, para reduzir as tarifas, após o presidente americano, Donald Trump, sinalizar que a possibilidade de diálogo com a China sobre a guerra tarifária.
Qual a cotação do dólar hoje?
Às 9h10, o dólar à vista subia 0,15%, aos R$ 5,698 na compra e R$ 5,699. No ano, a divisa acumula baixa de 7,91%. Na B3, o dólar para junho, atualmente o mais líquido, subia 0,05%, aos 5.736 pontos. Na segunda-feira (5), o dólar à vista fechou em alta de 0,61%, a R$5,6905.
O Banco Central realiza, nesta sessão, um leilão de até 25.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 2 de junho de 2025.
Dólar comercial
Compra: R$ 5,698
Venda: R$ 5,699
Dólar turismo
Compra: R$ 5,683
Venda: R$ 5,863
Informações Bahia.ba

O conclave que irá eleger o sucessor do papa Francisco, que morreu no mês passado, terá início nesta quarta-feira, 7. Trata-se de um dos momentos mais decisivos da Igreja Católica nas últimas décadas. Os 133 cardeais com menos de 80 anos, aptos a votar, já se isolaram no Vaticano. Os religiosos permanecerão incomunicáveis até que o novo pontífice seja escolhido.
A Capela Sistina será o palco das votações. Depois do tradicional anúncio do extra omnes (“todos fora”), suas portas serão trancadas. A Santa Sé também determinou o corte do sinal de celular às 10h (horário de Brasília), o que reforça o sigilo absoluto do processo.
Antes da primeira votação, os cardeais participam de cerimônias religiosas e fazem o juramento de cumprir as normas da sucessão apostólica.
O cenário é de incerteza. Não há um favorito claro. Internamente, os cardeais se dividem entre aqueles que desejam manter o legado reformista e acolhedor de Francisco e os que defendem um retorno a uma postura mais tradicional. A escolha poderá definir os rumos da Igreja para as próximas décadas.
A composição do colégio eleitoral é a mais geograficamente diversa da história da Igreja. Francisco nomeou cardeais em países até então não representados, como Haiti, Sudão do Sul e Mianmar. O continente asiático, por exemplo, conta com 23 cardeais. Segundo o cardeal japonês Tarcisio Isao Kikuchi, muitos deles planejam votar em bloco.
Informações Revista Oeste

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, é alvo de mais um pedido de impeachment na Câmara dos Deputados. A nova solicitação, baseada no recente escândalo bilionário do INSS, foi protocolada pelo deputado federal Evair de Melo (Progressistas-ES).
O parlamentar ampara o novo pedido de impeachment de Lula nos artigos 85 da Constituição Federal e 6º e 9º da Lei nº 1.079/1950, que tratam dos crimes de responsabilidade cometidos pelo chefe do Executivo.
“A Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, ao regulamentar essas disposições, tipifica como crimes de responsabilidade, entre outros: a violação do livre exercício dos Poderes (artigo 6º, incisos III e V); a omissão dolosa em responsabilizar subordinados por delitos funcionais ou atos contrários à Constituição (artigo 9º, inciso III); e o proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo (artigo 9º, inciso VII)”, justificou.
Evair de Melo cita a descoberta da fraude superior de R$ 6,3 bilhões, a qual ocorreu por meio de descontos em contas de aposentados e pensionistas, por meio de associações e centrais sindicais. O caso veio à tona por meio da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF) com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU).
“As provas reunidas demonstram a existência de sequência dolosa de atos administrativos, arquitetados para beneficiar entidades privadas ligadas diretamente a familiares do chefe do Executivo, em flagrante violação aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade e probidade administrativa”, argumentou o deputado.

Evair de Melo destacou no requerimento, o suposto envolvimento do sindicato ligado ao núcleo familiar de Lula na fraude em benefícios do INSS. O principal favorecido seria o Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), presidido por José Ferreira da Silva, conhecido como “Frei Chico”, irmão do presidente.
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Para o parlamentar, o caso é “revoltante” e expõe “a face mais cruel do patrimonialismo sindical e familiar enraizado no poder”. “Permitir que o aparato do Estado se dobre a interesses de parentes e aliados é trair a confiança pública”, analisou.
“A omissão de Lula diante de um esquema criminoso liderado por seu próprio irmão é mais que cúmplice: é criminosa”, afirmou. “O Brasil não pode continuar refém de um projeto de poder sustentado por sindicatos, apadrinhados e impunidade. É hora de dar um basta.”
Informações Revista Oeste

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está instruindo o seu governo a reabrir e expandir Alcatraz, a notória antiga penitenciária localizada em uma ilha da Califórnia. A prisão funcionou entre os anos de 1934 e 1963. A Ilha de Alcatraz atualmente é operada como um ponto turístico.
– Estou instruindo o Departamento de Prisões, juntamente com o Departamento de Justiça, o FBI e a Segurança Interna, a reabrir uma Alcatraz substancialmente ampliada e reconstruída, para abrigar os criminosos mais cruéis e violentos dos Estados Unidos – escreveu Trump em mensagem no site Truth Social na noite deste domingo (4).
Ainda segundo o chefe de Estado, a reabertura de Alcatraz servirá como um “símbolo de lei, ordem e justiça”.
– Não seremos mais reféns de criminosos, bandidos e juízes que têm medo de fazer seu trabalho e nos permitem remover criminosos que entraram ilegalmente em nosso país – completou.
*AE
Crescimento de infecções entre adultos faz Ministério da Saúde ampliar a faixa de vacinação contra hepatite A. Saiba quem pode tomar

Embora os dados consolidados de 2024 ainda não tenham sido divulgados, o crescimento de casos de hepatite A entre adultos no Brasil que vem sendo observado desde 2023 já bastou para o Ministério da Saúde decidir ampliar a faixa de público que pode ter acesso à vacina contra a infecção viral.
O foco dos casos agora é na população adulta. Nas últimas décadas, crianças com pouco acesso a redes de saneamento básico costumavam ser o público mais vulnerável à doença, que tem como principal forma de transmissão a fecal-oral.
Nos últimos anos, porém, a transmissão sexual,especialmente no sexo anal, ganhou protagonismo como vetor. Atualmente, homens adultos são os principais afetados, representando 69,5% dos infectados em 2023 (dado mais recente).
“Estamos percebendo um grande aumento nos casos, mas o que preocupa mesmo é a gravidade deles”, relata a hepatologista Cláudia Pontes Ivantes, do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. “A hepatite A, antigamente, se manifestava em geral nas crianças, de forma leve. E, em 99,9% dos casos, o paciente ficava curado. Agora, o perfil mudou. Ela está atingindo adultos jovens, com alguns casos evoluindo para forma grave e até óbito. Entre os graves, alguns precisam de transplante de fígado”, alerta.
A mudança de perfil levou o governo federal a expandir a oferta da vacina contra a hepatite A. Desde sexta-feira (2/5), as doses passaram a ser recomendadas não só para menores de quatro anos, mas também a quem utiliza a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) ao HIV, medicamento usado para prevenção do vírus.
A medida visa conter surtos em um novo grupo de risco. “Essa mudança de público tem um impacto na gravidade da doença, pois os casos graves acontecem, em geral, em adultos. Com essa ampliação, vamos conseguir reduzir os riscos de internação, casos graves e óbitos por Hepatite A no SUS, protegendo a população”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A meta do governo é vacinar 80% dos mais de 120 mil usuários da PrEP no país. A imunização será feita com duas doses, com seis meses de intervalo. A aplicação ocorrerá nos serviços de saúde onde o medicamento é distribuído.
A hepatite A é causada por um vírus transmitido principalmente pela via fecal-oral, mas práticas sexuais também podem representar risco. Em 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o aumento de casos por essa via em países com baixa endemicidade.
Muitas vezes, o indivíduo contaminado não apresenta sintomas e quando os primeiros aparecem, são inespecíficos. Com sinais como fadiga, febre, náuseas e icterícia, a infecção pode passar despercebida inicialmente, o que torna a transmissão sexual ainda mais perigosa.
“O vírus tem um período de incubação que varia de 15 dias a 2 meses, geralmente com os sintomas aparecendo só depois do primeiro mês. Com isso, a pessoa passa até 30 dias transmitindo a doença sem se dar conta”, explica a hepatologista Liliana Mendes, do Hospital DF Star, em Brasília.
Na maioria dos casos, a hepatite A se resolve em até seis meses, sem necessidade de medicação específica. No entanto, pode evoluir para formas graves, como hepatite fulminante, mais comum em adultos e que exige transplante de fígado.
Além da vacinação, medidas de higiene são fundamentais. Lavar as mãos, cozinhar bem os alimentos e higienizar frutas e verduras são práticas essenciais para evitar o contágio.
Também é recomendado o uso de preservativos durante o sexo, especialmente o anal, e a atenção redobrada com o consumo de água potável em viagens.
Informações Metrópoles

O governo Federal pretende apresentar, ainda nesta semana, um projeto de devolução dos valores descontados ilegalmente do benefício de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida é uma reação à operação da Polícia Federal que revelou um esquema de fraudes bilionárias envolvendo entidades associativas e descontos sem autorização dos beneficiários.
Segundo matéria do InfoMoney, o governo detalha que a proposta contará com um calendário de pagamento, um sistema para contestação das autorizações, além de um canal direto de comunicação onde os pedidos poderão ser formalizados, sem a necessidade de advogados ou intermediários.
Estimativas da Controladoria-Geral da União apontam que o esquema gerou um prejuízo de cerca de R$ 6,3 bilhões. A expectativa do Executivo é realizar a devolução aos segurados e, posteriormente, cobrar os valores das entidades envolvidas nas irregularidades.
A investigação da Polícia Federal detalha que os recursos recebidos do INSS eram repassados para empresas ligadas a “laranjas”, por meio de associações montadas com documentos adulterados.
No Congresso, a oposição ao governo pressiona a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso. E mesmo a saída do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, que deixa o cargo para que Wolney Queiroz assuma, não diminuiu a crise.
Queiroz era o segundo em comando da pasta, e participou da reunião de junho de 2023 do Conselho Nacional da Previdência Social, em que o então ministro Lupi foi alertado sobre os indícios de fraude.
Informações Bahia.ba

Em mais uma mudança no alto escalão em menos de uma semana, Cida Gonçalves entrou na lista de demissões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Márcia Lopes foi nomeada a nova ministra das Mulheres nesta segunda-feira, 5.
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou e deu posse, na manhã desta segunda-feira, 5 de maio, à assistente social e professora Márcia Lopes para o cargo de ministra das Mulheres, até então ocupado por Cida Gonçalves”, informou o Palácio do Planalto, em nota.

Ainda segundo o Planalto, a exoneração de Cida Gonçalves e a nomeação de Márcia Lopes vão ser publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira.
A saída de Cida Gonçalves do governo petista já era prevista desde o ano passado. Vista como ineficiente por integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT), a então ministra foi mantida no cargo pela primeira-dama Janja Lula da Silva.

Na sexta-feira passada, 2, Cida Gonçalves foi ao Palácio do Planalto e conversou com o presidente por cerca de 20 minutos. O acerto sobre sua demissão e substituição por Márcia Lopes ocorreu durante o encontro.
O empurrão para a demissão da ativista foi uma denúncia de ex-servidoras do Ministério das Mulheres, na qual ela é acusada de praticar assédio moral e promover um ambiente de trabalho hostil dentro da pasta.

Cida foi formalmente acusada por ex-servidoras de praticar assédio moral e promover um ambiente de trabalho hostil dentro da pasta. Segundo as denúncias, ela teria gritado com subordinadas, feito ameaças veladas de demissão, pressionado por entregas em prazos impossíveis e deslegitimado a atuação de gestoras de quem discordava.
As denúncias demonstram que a ministra utilizava a hierarquia de forma rígida para isolar e enfraquecer quem não pertencia ao seu grupo de confiança. Com a exoneração da secretária Carmen Foro, Cida Gonçalves teria deixado claro que pretendia afastar também os servidores ligados a ela.
Márcia é assistente social, professora e militante do Partido dos Trabalhadores desde 1982. É formada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde também lecionou por mais de três décadas. Durante a juventude, participou ativamente do movimento estudantil.
Sua carreira política começou nos anos 1990, como secretária de Assistência Social em Londrina. Em nível federal, foi nomeada ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome pelo presidente Lula, onde ficou responsável por gerenciar um orçamento de R$ 40 bilhões voltado a programas sociais de grande alcance.
Durante sua gestão no órgão, Márcia teve como destaque a condução do Bolsa Família, então principal programa de transferência de renda do governo federal, além de ampliar a estruturação do Sistema Único de Assistência Social, responsável por fortalecer os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) em todo o país.
Ao deixar o ministério, em 2011, foi convidada a integrar o Instituto Lula e recusou propostas internacionais para concorrer à prefeitura de Londrina em 2012, quando ficou em terceiro lugar. Em 2022, voltou à cena política nacional como integrante do grupo de transição do governo Lula na área.
Informações Revista Oeste

Uma semana depois da retomada da obstrução na Câmara pela oposição, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a discussão da anistia. O parlamentar disse existir um sobre “penas exageradas” aos presos do 8 de janeiro de 2023.
Em entrevista ao Bom dia, Paraíba desta segunda-feira, 5, Motta declarou: “Eu vejo a questão da anistia como uma pauta que precisa ser discutida com muita serenidade”.
“Não vai ser com arroubos, com atropelos, que nós vamos resolver essa situação”, analisou. “Porque o que é que há na sociedade, o que é que há no Congresso, e eu diria até dentro do próprio Judiciário, de consenso nesse tema? É que há penas exageradas para pessoas que não mereciam essas penas.”
Ainda segundo Motta, será discutida uma “readequação” das penas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos presos políticos do 8 de janeiro. Na entrevista, ele não mencionou se a proposta é a construída pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) com apoio da Corte.
“Nós precisamos discutir como resolver isso, até para que não sejamos injustos para com pessoas que não participaram do planejamento daquele ato de 8 de janeiro, que não financiaram esse movimento que nós infelizmente vivemos”, destacou.
Motta acrescentou que “essa é a discussão que nós temos feito para poder, de certa forma, resolver essa situação, poder fazer uma discussão sobre essas penas”. “A partir daí, um projeto que possa fazer essa readequação”, finalizou.
Informações Revista Oeste

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez duras críticas ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), nesta segunda-feira, 5. O motivo foi uma declaração do petista durante a inauguração de uma escola pública em América Dourada (BA), na sexta-feira 2. No discurso, Jerônimo sugeriu que eleitores do ex-presidente fossem jogados em uma “vala”, o que provocou forte reação nas redes sociais.
Bolsonaro reagiu publicamente. Em uma postagem no X, afirmou que o comentário do governador representa um ataque direto aos seus apoiadores e classificou a fala como intolerante e agressiva. Para o ex-presidente, esse tipo de discurso ultrapassa qualquer limite aceitável em uma democracia.
O ex-presidente, no entanto, destacou o silêncio da imprensa e de instituições que costumeiramente criticam discursos ofensivos. Bolsonaro criticou a omissão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, não tomou nenhuma das medidas rotineiramente adotadas contra discursos da direita.
“Não houve abertura de inquérito, nem busca e apreensão, tampouco convocação da Polícia Federal para apurar incitação à violência. Nenhuma nota de determinado do STF, nenhuma indignação de determinado ministro que se diz fervoroso interessado no assunto, nenhuma capa de jornal tratando o caso como ‘ameaça à democracia’. Ao contrário: silêncio, cumplicidade ou até aplausos discretos dos mesmos que se dizem guardiões do Estado de Direito”, escreveu.
Também criticou a ausência de manifestações de repúdio por parte de ministros do governo petista, que normalmente se pronunciam com rapidez sobre temas semelhantes.
O ex-presidente também direcionou críticas à imprensa. Reclamou da falta de cobertura jornalística incisiva. Disse que nenhum grande veículo tratou o episódio como uma ameaça à democracia. Ressaltou que, em outras circunstâncias, falas bem menos agressivas provocaram reações desproporcionais da mídia, com ampla repercussão e condenações públicas.
“Um discurso carregado de ódio, que em qualquer cenário civilizado deveria gerar repúdio imediato e ações institucionais firmes”, disse Bolsonaro. “Mas nada aconteceu.”
Informações Revista Oeste
Atrações musicais, blocos culturais e muito axé, pagode e swingueira baiana
No último dia oficial da folia, neste domingo (4), o circuito Maneca Ferreira será tomado por uma verdadeira maratona de atrações musicais, blocos culturais e muito axé, pagode e swingueira baiana.
As atividades começam a partir das 15h, com os blocos infantis, garantindo diversão para os pequenos foliões e suas famílias. Em seguida, às 15h30, o tradicional Bloco da Euterpe Feirense leva o som das filarmônicas às avenidas da festa, abrindo espaço para a cultura e tradição local.
O agito aumenta com o gigante Léo Santana, programado para subir ao trio às 16h, trazendo seus hits que são sucesso no Brasil inteiro. Logo depois, o palco se abre para o samba de raiz com o Bloco Samba de Roda Quixabeira da Matinha, às 16h15.
Ao longo da noite, artistas consagrados e revelações da música baiana animam o público, como Tomate (17h30), Tony Salles (20h), La Fúria (21h30), Nenho (22h30) e o romântico Thiago Aquino, que promete embalar os corações apaixonados a partir das 23h.
A programação também segue nos demais circuitos e palcos da Micareta 2025. Confira a grade completa no link: https://micaretadefeira.ba.gov.br/programacao.asp .