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Objetivo da companhia aérea é eliminar mais de US$ 2 bilhões, o equivalente a R$ 11,28 bilhões, em dívidas

Foto: Gustavo Ribeiro/Azul

A Azul anunciou nesta quarta-feira (28) que entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. A companhia aérea acionou o Capítulo 11 da Lei de Falências norte-americana, ou “Chapter 11”, processo semelhante a de recuperação judicial no Brasil.

No comunicado aos investidores, o CEO da Azul, John Rodgerson, apontou as dificuldades financeiras aos impactos da pandemia do novo coronavírus, as turbulências macroeconômicas e aos problemas na cadeia de suprimentos da aviação.

O objetivo da Azul é reduzir uma parte significativa do seu endividamento. A companhia aérea pretender eliminar mais de US$ 2 bilhões, o equivalente a R$ 11,28 bilhões, em dívidas, além de prever US$ 950 milhões em novos aportes de capital no momento da saída do processo.

O pedido de recuperação judicial fez as ações da companhia em Nova York despencarem 40% antes da abertura do mercado norte-americano. Além disso, a decisão também freia a possível fusão com a Gol.

Até então, a Azul era a única empresa aérea em operação no Brasil que não havia recorrido a um processo de recuperação judicial para reestruturar suas finanças. Em janeiro de 2024, a Gol acionou o Capítulo 11 da lei norte-americana.

Informações Bahia.ba


Anúncio foi feito nesta terça-feira, 27, pelo secretário de Saúde do governo Trump e sua equipe

Kennedy
Marty Makary, comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês); Robert F. Kenndy Jr., secretário de Saúde dos EUA; e Jay Bhattacharya, presidente Institutos Nacionais de Saúde | Foto: Reprodução/X

O governo dos EUA anunciou nesta terça-feira, 27, o fim da recomendação de vacinação contra covid para gestantes e crianças saudáveis. Há uma semana, o governo de Donald Trump já havia anunciado mudanças nas indicações da vacina contra covid, restringindo a recomendação de uso apenas a grupos de risco.

Essas medidas alinham a política sanitária dos EUA à de países europeus, que já não recomendam a vacina contra a covid apenas para pessoas saudáveis. No Brasil, o governo Lula vai na direção contrária e obriga pais a vacinarem seus filhos de 6 meses a 5 anos contra a covid. Na Edição 263, Oeste mostrou, na reportagem “O absurdo da vacinação obrigatória de crianças“, as sanções para quem deixa de vacinar crianças e os efeitos colaterais dos imunizantes disponíveis no Brasil para essa faixa etária.

Nos EUA, o anúncio do fim da recomendação de vacinação contra crianças e gestantes saudáveis partiu do secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., que divulgou a decisão em um vídeo publicado nas redes sociais.

“Hoje, a vacina contra a covid para crianças e gestantes saudáveis ​​foi removida do calendário de imunização recomendado pelo CDC”, postou Kennedy, referindo-se ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças. “Resumindo: é bom senso e ciência comprovada. Estamos agora um passo mais perto de concretizar a promessa do presidente de tornar a América saudável novamente.”

No vídeo, o diretor dos Institutos Nacionais de Saúde, Jay Bhattacharya, defendeu a decisão: “É senso comum e é boa ciência”. Já Marty Makary, comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos, afirmou que “não há evidências de que crianças saudáveis precisem disso hoje, e a maioria dos países parou de recomendar para crianças”.

Segundo a nova diretriz, vacinas só podem ser aprovadas para pessoas que pertençam a grupos de alto risco, como idosos com 65 anos ou mais e indivíduos com problemas de saúde. Crianças e gestantes saudáveis ficam fora do novo cronograma recomendado.

Críticas ao fim da recomendação da vacina contra covid nos EUA

Uma das críticas ao fim da recomendação da vacina nos EUA partiu do presidente do Comitê de Doença Infecciosas da American Academy of Pediatrics, Sean O’Leary. Para ele, a decisão é “realmente preocupante”, porque a ausência da recomendação poderia gerar confusão “não apenas para os pais, mas também para os profissionais de saúde pública e médicos”.

Informações Revista Oeste


Nikolas Ferreira pode ser favorecido com a redução da idade mínima para concorrer à Presidência
O STF analisa a validade de um artigo do Marco Civil da Internet que impede a retirada de conteúdo sem decisão judicial | Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que vai acionar a Justiça contra a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, por interferência no funcionamento do Congresso Nacional.

A crítica ocorre depois de Janja defender a regulação das redes sociais. Ela comparou o modelo brasileiro ao da China durante reunião com o ditador Xi Jinping, no início de maio.

Segundo Nikolas, a primeira-dama, ao abordar o tema sem exercer cargo público, usurpa funções do Legislativo e compromete a separação dos Poderes.

“Janja — sempre ressaltando não possuir cargo público algum — solicitou presencialmente ajuda do Presidente da China para censurar brasileiros no TikTok”, escreveu o parlamentar em suas redes sociais.

Além das críticas a Janja, Nikolas acusa a Advocacia-Geral da União (AGU) de articular uma “manobra jurídica” para deslocar o debate sobre redes sociais do Parlamento para o Supremo Tribunal Federal (STF).

O STF analisa atualmente a validade de um artigo do Marco Civil da Internet que impede a retirada de conteúdo sem decisão judicial.

Em contrapartida, a AGU protocolou na Corte um pedido para que medidas urgentes sejam adotadas no combate à desinformação e à violência digital nas plataformas.

A proposta, segundo o deputado, busca contornar o processo legislativo e ampliar o poder do STF sobre o conteúdo publicado por usuários.

Declaração criticada por Nikolas gerou mal-estar diplomático 

O episódio ganhou repercussão depois de vir à tona a fala de Janja durante a visita oficial à China, em 13 de maio.

Na ocasião, ela questionou por que seria tão difícil regulamentar redes sociais no Brasil, usando o modelo chinês como comparação. A oposição reagiu com acusações de tentativa de censura.

Internamente, o comentário teria causado desconforto entre os presentes. O presidente Lula tentou minimizar a situação ao dizer que o tema partiu dele, embora tenha admitido que a primeira-dama pediu a palavra para falar com Xi Jinping.


Novo quer saber se ministro Alexandre de Moraes é protegido do governo Lula | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Novo quer saber se ministro Alexandre de Moraes é protegido do governo Lula | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na véspera da oitiva do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na Câmara dos Deputados, o partido Novo reagiu aos indícios da atuação do Itamaraty, a pedido do governo Lula, em defesa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O Novo desconfia que o governo do presidenteLuiz Inácio Lula da Silva atua para blindar o magistrado, que pode ser alvo de sanções do governo dos Estados Unidos. Além disso, a legenda monitora o caso e questiona a suposta interferência direta do Palácio do Planalto.

Em primeira mão, a coluna acessou o teor de um requerimento preparado pelo partido. Assinado pelos três deputados do Novo, o documento contém uma série de questionamentos ao Ministério das Relações Exteriores. 

“O Itamaraty manifestou preocupação com os possíveis impactos negativos à imagem internacional do Brasil?”, questiona. A legenda também aborda o peso sobre “as relações bilaterais, caso o governo brasileiro seja percebido como atuando em defesa pessoal de um magistrado”.

O Novo também cobra esclarecimentos sobre supostos contatos diplomáticos contra a atuação do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

“Qual foi a orientação dada pelo Presidente da República ao Itamaraty sobre a condução diplomática do caso envolvendo o Ministro Alexandre de Moraes?”, escreve o Novo. “Houve comunicação formal? Em caso positivo, favor encaminhar cópia integral da comunicação.”

O partido quer saber se Alexandre de Moraes interferiu ou consultou diretamente o Itamaraty sobre a ofensiva diplomática.

Deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), líder do Novo questiona governo Lula sobre ofensiva do Itamaraty | Foto: Pedro França/Agência Senado
Deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), líder do Novo questiona governo Lula sobre ofensiva do Itamaraty | Foto: Pedro França/Agência Senado

Além disso, os três parlamentares — Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem (RS) e Luiz Lima (RJ) — pedem detalhes sobre a orientação do Planalto ao Itamaraty e questionam se houve comunicação formal. Caso exista, solicitam o envio do documento na íntegra.

Encomenda do governo Lula ao Itamaraty 

De acordo com fontes do Palácio do Planalto e do Senado, o governo Lula pediu ao Itamaraty uma ofensiva contra o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Rubio admitiu que o governo norte-americano pode reagir ao juiz do STF.

No entanto, a resposta não seguirá o tom encomendado pelo governo petista. Assim, a estratégia busca evitar um confronto direto com a equipe do presidente Donald Trump.

Mesmo com reservas, nesse caso, a diplomacia brasileira segue atuando em uma causa considerada partidária.

A oposição se prepara para questionar Vieira, nesta quarta-feira, 28, na Comissão Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional.

Outro ponto abordado diz respeito à legitimidade da atuação do Itamaraty. O partido indaga se a defesa de um magistrado com o governo dos Estados Unidos seria responsabilidade do Itamaraty.

Informações Revista Oeste


O evento será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto de 2025, na UFOP, em Mariana, Minas Gerais.

Para enviar enviar sua proposta é necessário ser:
professor/a ou pesquisador/a (graduado/a, mestre/a ou doutor/a);
estudante de pós-graduação (cursando especialização, mestrado ou doutorado);
estudante de graduação assinando obrigatoriamente em coautoria com seus orientadores(as);
profissionais ou empresários/as que atuaram como testemunhas oculares da história da mídia.

É possível enviar uma (01) proposta como autor/a principal e somente mais duas (02) como coautor/a. Os trabalhos podem ter o número máximo de cinco (05) autores/as (autor/a principal + coautores/as).

Consulte a chamada completa no site: alcarnacional.com.br


Foram cumpridos um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, na cidade de Teofilândia/BA.

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Feira de Santana/BA. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (27/5), a operação Héstia, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa à produção e armazenamento de mídias contendo abuso sexual de crianças e adolescente em sistema de informática.

Na data de hoje, foram cumpridos um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, na cidade de Teofilândia/BA.

Além do cumprimento do mandado de prisão temporária, o investigado foi também preso em flagrante por ter sido constatado, durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, que ele mantinha armazenado em dispositivos computacionais arquivos de imagem e vídeos do crime.


Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão contra empresários do setor supermercadista e ordem de colocação de tornozeleiras eletrônicas em dois deles

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou na manhã de hoje, dia 27, a ‘Operação Galardão’, que investiga grupo empresarial do setor supermercadista que teria sonegado ao Estado da Bahia cerca de R$ 65 milhões em impostos (ICMS). Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, nas cidades de Itabuna e Ilhéus, no sul do Estado. A Justiça determinou o bloqueio dos bens das pessoas físicas e jurídicas envolvidas, a fim de garantir a recuperação dos valores sonegados. Mais informações da operação serão prestadas durante coletiva de imprensa virtual a partir das 10h30.

Foi cumprida ainda ordem judicial de colocação de tornozeleiras eletrônicas em dois empresários, principais investigados da Operação. Conforme as apurações da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), do Ministério Público e da Polícia Civil, na Bahia, as empresas do grupo praticaram fraudes tributárias por meio da omissão de registro de operações de vendas de mercadorias efetivadas sem emissão de nota fiscal, utilização indevida de créditos fiscais e prestação de informações falsas à administração tributária com o objetivo de reduzir ICMS.

O esquema criminoso envolvia abandono de empresas com vultosos débitos tributários que eram sucedidas por outras, constituídas em nome de familiares e laranjas. Investigações recentes da Força-Tarefa do Comitê Interinstitucional de Ativos (Cira) em Itabuna apontaram que os dois empresários teriam liquidado, nos últimos meses, uma das empresas sonegadoras e aberto uma nova no mesmo endereço em nome de familiar, com semelhante nome fantasia, mas com razão social diversa, em evidente sucessão empresarial fraudulenta, deixando débito de mais de R$ 65 milhões com o Estado da Bahia.

A operação contou na Bahia com a participação de seis promotores de Justiça, 11 delegados de Polícia, 33 policiais do Draco, oito servidores do Fisco Estadual, seis servidores do MPBA, e quatro policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).

Força-Tarefa

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBA, Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa (Infip) da Sefaz e pelo Departamento de Repressão ao Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Draco-LD), da Polícia Civil da Bahia


Apostas podem ser feitas até as 19h, horário de Brasília

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal (CEF) realiza nesta terça-feira (27), a partir das 20h no horário de Brasília, o concurso 2.868 da Mega-Sena. O prêmio está estimado em R$ 7,5 milhões. O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e na página das Loterias Caixa no Facebook.

As apostas podem ser realizadas até as 19h, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, espalhadas por todo o país, ou por meio da internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Informações Bahia.ba


Deputados e senadores argumentam que a medida do governo petista prejudica a economia e afronta a segurança jurídica

Congresso Nacional cedeu ao lobby de entidades sindicais e flexibilizou regra para coibir fraudes no INSS | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Para tramitarem, projetos precisam de decisão dos presidentes da Câmara e do Senado | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Desde que o governo Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, na última quinta-feira, 22, o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), deputados e senadores apresentaram, no Congresso, 20 projetos para tentar derrubar a medida. O foco das propostas é suspender o aumento, que amplia a alíquota sobre compra de dólar em espécie e remessas ao exterior.

A maioria das iniciativas parte de parlamentares da oposição, especialmente do PL, mas também há propostas de deputados da base aliada, como Paulinho da Força (Solidariedade-SP). Dezenove projetos tramitam na Câmara dos Deputados e apenas um foi apresentado no Senado Federal, por Rogério Marinho (PL-RN).

As propostas foram protocoladas entre a última sexta-feira, 23, e esta segunda-feira, 26, e, agora, aguaram decisão das presidências das duas casas legislativas para começarem a tramitar nas comissões técnicas.

Para aumentar o IOF, a equipe econômica de Lula argumenta que a arrecadação extra pode chegar a R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026. A mudança eleva de 1,1% para 3,5% o imposto sobre compra de moeda estrangeira em espécie e fixa alíquota de 5% nos planos VGBL ou previdência privada com aportes mensais acima de 50 mil. 

Argumentos dos parlamentares nos projetos contra o IOF

“O brasileiro não suporta mais aumento de impostos!”, afirmam os deputados da bancada do Novo no projeto para sustar o decreto de Lula. “O aumento abrupto do imposto arrecadatório onera operações de crédito essenciais ao desenvolvimento produtivo, eleva o custo de seguros e eleva o custo de remessas cambiais, prejudicando a competitividade do Brasil e a segurança jurídica.”

Segundo os deputados do Novo, os efeitos do aumento do IOF, “longe de atender a uma função extrafiscal — como controle de liquidez e mitigação de riscos sistêmicos —, revelam-se instrumento de aperto fiscal, incompatível com as boas práticas de governança macroeconômica.”

Deputado Marcel Van Hattem (RS) integra a bancada do Novo, que apresentou projeto para sustar decreto de Lula | Foto: Pedro França/Agência Senado

Já o senador Rogério Marinho afirmou que o aumento para investidores chega a ser “praticamente” dez vezes maior do que o anterior. De acordo com Marinho, “as normas em questão propõem aumento de mais de 60% na arrecadação do IOF, o que claramente extrapola a natureza extrafiscal e regulatória deste imposto”, explicou o líder da oposição no Senado Federal. 

Na justificativa do Projeto de Decreto Legislativo para sustar a medida de Lula, Marinho afirma, também, que “não se trata de mera divergência sobre política tributária”, mas de um texto com vício formal e material “que impõe ônus fiscal bilionário à economia, prejudica a competitividade das empresas brasileiras, penaliza investimentos no exterior e compromete a credibilidade da política econômica”.

Os partidos contrários também argumentam que a medida pode tornar as operações internacionais mais caras, prejudicar a competitividade do país e comprometer a segurança jurídica. Segundo os documentos, aumentos de tributos deveriam depender de autorização do Congresso Nacional.

Também apresentaram projetos para revogar os decretos sobre o IOF, como autores principais, os deputados Evair Vieira de Melo (PP-ES), Julia Zanatta (PL-SC), Cobalchini (MDB-SC), Maurício Carvalho (União-RO), Fabio Schiochet (União-SC), Mario Frias (PL-SP), Gustavo Gayer (PL-GO), André Fernandes (PL-CE), Rodolfo Nogueira (PL-MS), Capitão Alberto Neto (PL-AM), Carlos Jordy (PL-RJ), Daniela Reinehr (PL-SC), Nikolas Ferreira (PL-MG), Rodrigo da Zaeli (PL-MT) e Zucco (PL-RS).

Alguns parlamentares também protocolaram projetos para convocar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para prestar esclarecimentos sobre as medidas.

Informações Revista Oeste


Energia elétrica e alimentação também pesaram no índice, informou o IBGE nesta terça-feira, 27

Aumento nos preços dos medicamentos está autorizado: empresas têm liberdade para aplicar reajuste, desde que não supere o teto de 5,06% | Foto: Reprodução/Redes sociais
Alta de preço de produtos farmacêuticos teve maior impacto no IPCA-15 de maio | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação, teve alta de 0,36% em maio, 0,07 ponto porcentual abaixo da taxa registrada em abril (0,43%), informou nesta terça-feira, 27, o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,80% e, em 12 meses, 5,4%, abaixo dos 5,49% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2024, o IPCA-15 foi de 0,44%.

Inflação em maio: 7 grupos tiveram alta de preços

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, sete tiveram alta em maio.

Os maiores impactos vieram de Saúde e cuidados pessoais (0,12 ponto porcentual), Habitação (0,1) e Alimentação (0,09). Já a maior variação foi registrada em Vestuário (0,92%) e Saúde e cuidados pessoais (0,91%). Apenas Transportes (0,29%) e Artigos de residência (0,07%) apresentaram variação negativa em maio. 

Variação e impacto dos grupos no IPCA-15 em maio | Foto: Reprodução/IBGE

Medicamentos, energia e alimentos tiveram alta em maio

No grupo Vestuário, destacam-se as altas na roupa feminina (1,56%), na roupa masculina (0,92%) e na roupa infantil (0,36%).

Em Saúde e cuidados pessoais, o resultado foi influenciado pelos produtos farmacêuticos (1,93%), reflexo da autorização do reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março.

No resultado do grupo Habitação, pesou a alta da energia elétrica residencial (1,68%), principal impacto individual no índice. Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kwh consumidos. 

No grupo Alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio desacelerou de 1,29% em abril para 0,30% em maio. Contribuíram para o resultado as quedas do tomate (7,28%), do arroz (4,31%) e das frutas (1,64%). Por outro lado, destacam-se as altas da batata-inglesa (21,75%), da cebola (6,14%) e do café moído (4,82%).

A alimentação fora do domicílio (0,63%) também desacelerou em relação ao mês de abril (0,77%). O lanche, que havia subido 1,23% em abril registrou, em maio, alta de 0,84%, e a refeição saiu de 0,5% para 0,49% em maio.

Informações Revista Oeste