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Chumbo trocado: advogado Hércules responde ao vereador Fernando Torres

Nesta terça (9), o advogado do ex-vereador Alberto Nery, Hércules Oliveira, respondeu ro presidente da Câmara Municipal, vereador Fernando Torres.

O advogado foi hamado de bandido, mentiroso e ex-presidiário, Hércules classificou Torres de “desqualificado e despreparado para a função de vereador”.

“É comum, no Brasil, prender para depois investigar. Todos os ilícitos de que fui acusado, fui absolvido. Tenho a cabeça erguida quanto a isto. Infelizmente, o presidente da Câmara, mais uma vez de forma mentirosa, leva para a tribuna da Câmara um debate que é apenas de cunho pessoal dele. Eu sou advogado, se for chamado para defender um ‘cheirador de pó’, eu irei militar para defendê-lo, porque é a minha profissão, basta ele me pagar”, argumenta o advogado. 

“Talvez por ser humilde, por ser nascido de família pobre e estar aqui, não seja considerado como sobrenome, que é Oliveira da Silva. Mas não adianta nascer em família rica, em berço esplêndido, por conta de herança, como ocorre às vezes, e puxar arma para o pai para tomar parte do patrimônio”, diz Hércules. 

“O presidente da Câmara é um desqualificado, um despreparado, um mentiroso que tenta se manter no poder a todo e qualquer custo, e não quer responder na barra da Justiça aquilo que a Justiça tem buscado. Tiro trocado não dói, tudo que ele falou a meu respeito, vou enfrentar com a maior tranquilidade do mundo. Repito: ele é mentiroso e a verdade vai sempre prevalecer e a Justiça está aí para esclarecer tudo”, concluiu Hércules.


Foto: Tânia Rêgo

Os trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19 sem apresentar razões médicas documentadas poderão ser demitidos por justa causa, de acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT). A orientação do órgão é para que as empresas invistam em conscientização e negociem com seus funcionários, mas o entendimento é de que a mera recusa individual e injustificada à imunização não poderá colocar em risco a saúde dos demais empregados.

No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que, embora não possa forçar ninguém a se vacinar, o Estado pode impor medidas restritivas a quem se recusar a tomar o imunizante. Apesar de nenhum governo até o momento ter anunciado sanções aos negacionistas da vacina, essas medidas poderiam incluir multa, vedação a matrículas em escolas e o impedimento à entrada em determinados lugares.

Um guia interno elaborado pela área técnica do MPT segue o mesmo critério. “Como o STF já se pronunciou em três ações, a recusa à vacina permite a imposição de consequências. Seguimos o princípio de que a vacina é uma proteção coletiva. O interesse coletivo sempre vai se sobrepor ao interesse individual. A solidariedade é um princípio fundante da Constituição”, diz o procurador-geral do MPT, Alberto Balazeiro.

Ainda assim, a orientação do MPT é de que as demissões ocorram apenas como última alternativa após reiteradas tentativas de convencimento por parte do empregador da importância da imunização em massa.

“Na questão trabalhista é preciso ter muita serenidade. A recusa em tomar vacina não pode ser automaticamente uma demissão por justa causa. Todos temos amigos e parentes que recebem diariamente fake news sobre vacinas. O primeiro papel do empregador é trabalhar com informação para os empregados”, diz o procurador-geral.

Ele lembra que toda empresa precisa incluir em seu Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) o risco de contágio de Covid-19 e considerar a vacina no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), a exemplo do uso de máscaras, que já se tornou obrigação básica no ambiente de trabalho desde o começo da pandemia.

“Não são meros protocolos de papel, eles têm que ser levados a sério. É obrigação do empregador ter o fator covid-19 como risco ambiental e a vacina como meio de prevenção. Ter planejamento é fundamental e gera a simpatia dos órgãos de fiscalização”, recomenda.

Balazeiro enfatiza que a exigência da vacina no trabalho deve seguir a disponibilidade dos imunizantes em cada região e o Plano Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, que determina quais grupos têm prioridade na fila da vacinação.

A partir da disponibilidade da vacina para cada grupo, caberá ao trabalhador comprovar a sua impossibilidade de receber o imunizante com a apresentação de laudo médico. Mulheres grávidas, pessoas alérgicas a componentes das vacinas ou portadoras de doenças que afetam o sistema imunológico, por exemplo, podem ser excluídas da vacinação. Nesses casos, a empresa precisará negociar para manter o funcionário em home office. “A saúde não se negocia quanto ao conteúdo, mas sim quanto à forma. Não posso negociar para que uma pessoa não use máscara, mas posso negociar se ela vai ficar em casa. O limite é a saúde, que é um bem coletivo”, acrescenta.

Por isso, para proteger os demais funcionários, o empregador deve impedir a permanência no ambiente de trabalho de quem não se imunizar. “E sem uma recusa justificada, a empresa pode passar ao roteiro de sanções, que incluem advertência, suspensão, reiteração e demissão por justa causa. A justa causa é a última das hipóteses. O guia do MPT não é um convite à punição, mas à negociação e à informação. O que não pode é começar com justa causa nem obrigar ninguém a trabalhar em condições inseguras.”

Na demissão por justa causa, o trabalhador fica sem vantagens da rescisão, com direito apenas ao recebimento do salário e das férias proporcionais ao tempo trabalhado. Por outro lado, fica impedido de receber o aviso prévio e 13.° salário proporcional. Além disso, o empregador não precisa pagar a multa rescisória de 40% do FGTS, enquanto o trabalhador fica barrado de habilitar o seguro-desemprego e sacar o Fundo.

Informações CNN Brasil


Israel anuncia remédio que pode ajudar a curar COVID em até cinco dias

No combate ao novo coronavírus (SARS-CoV-2), médicos e pesquisadores se empenham na busca de medicamentos e tratamentos contra a infecção viral. Se as vacinas contra a COVID-19 avançaram muito desde o ínio da pandemia —  e hoje temos milhões de imunizados —, não é possível dizer o mesmo dos remédios, já que cientistas ainda buscam comprovar sua eficácia. Agora, um hospital de Israel acredita ter encontrado um novo tratamento para casos moderados e graves.

Desenvolvido pelo Centro Médico Ichilov de Tel Aviv, a fórmula contra a COVID-19 completou com sucesso a Fase 1 do estudo clínico com humanos, segundo os pesquisadores. Conhecida oficialmente como EXO-CD24, “a preparação é inalada uma vez por dia, durante alguns minutos, por um período de cinco dias”, explica o professor e um dos responsáveis pela pesquisa, Nadir Arber.

Remédio israelense age contra uma das complicações da COVID-19, a tempestade de citocinas (Imagem: Reprodução/ Daniel Roberts/ Pixabay)

Até o momento, o medicamento experimental foi testado em 30 pacientes que estavam em tratamento no hospital com quadros moderados e graves da COVID-19. Como resultado, os pesquisadores afirmam que a fórmula auxiliou na recuperação de todos os pacientes, sendo que 29 deles se recuperaram em um intervalo de três a cinco dias. 

Como funciona o remédio israelense?

Segundo os responsáveis pelo estudo, o medicamento combate a tempestade de citocinas, o que é considerada uma reação imunológica do próprio organismo. Essa situação ocorre quando o organismo gera uma quantidade exagerada de defesas contra o vírus, ou seja, é como se o sistema imunológico, ao invés de melhorar o quadro do paciente com COVID-19, causasse um agravamento do quadro clínico. 

De forma detalhada, as citocinas são proteínas que regulam a resposta imunológica do organismo contra invasores. Isso significa que uma tempestade delas acontece quando há uma resposta do organismo excessiva — como em um temporal, onde não é mais possível controlar os estragos causados pela chuva e pela ventania. Além disso, essa situação progride de forma rápida e gera alta mortalidade nos pacientes que a apresentam. 

No contexto da COVID-19, esse quadro é apontado como uma das causas da falência múltipla de órgãos que ocorre em determinados casos mais graves do coronavírus. Nessas pessoas, o aumento da quantidade de citocinas atrai muitas células inflamatórias para dentro do tecido pulmonar, o que causa danos severos e algumas vezes irrecuperáveis aos pulmões.

Controle da tempestade de citocinas 

Para controlar essa reação exagerada do corpo, o remédio israelense leva uma proteína — chamada de CD24 — aos pulmões, através de exossomos (uma estrutura que transporta materiais entre as células). Inclusive, Arber já os estudava há décadas, segundo o jornal The Times of Israel. “Esta proteína está localizada na superfície das células e tem um papel bem conhecido e importante na regulação do sistema imunológico”, afirma a pesquisadora Shiran Shapira, da equipe responsável pela descoberta.

Dessa forma, quando a proteína chega aos pulmões, ela auxilia na contenção da tempestade de citocinas e acalma o sistema imunológico. “A fórmula é direcionada, diretamente, para o coração da tempestade — os pulmões — então, ao contrário de outras que restringem, seletivamente, uma determinada citocina ou operam amplamente, mas causam muitos efeitos colaterais graves, a EXO-CD24 é administrada localmente”, comenta o pesquisador Arber. 

Sobre a descoberta, o diretor do Hospital, Ichilov Roni Gamzu, defendeu que a pesquisa “é avançada, sofisticada e poderá salvar pacientes com coronavírus. Os resultados do ensaio de Fase 1 são excelentes e nos dão confiança no método que [Arber] vem pesquisando em seu laboratório há muitos anos”.

Agora, o medicamento passará pelas outras fases de testes, como qualquer outro remédio, o que envolverá estudos mais abrangentes com humanos, durante as Fases 2 e 3. Todo esse processo garantirá segurança e eficácia para os possíveis usuários. 

Informações Canal Tech


As artistas apresentam o show ‘O Trio | Ivete, Claudia e você’ no sábado (13) a partir das 17h30 no YouTube e no Multishow

Foto: Zoom
Foto: Zoom

A união das divas Ivete Sangalo e Claudia Leitte pode ir além da pandemia. Juntas para a realização da live de Carnaval ‘O Trio | Ivete, Claudia e você’, as artistas confessaram o desejo de transformar o projeto em algo além do virtual.

A informação foi confirmada pela dupla durante a coletiva de imprensa do show, na última segunda-feira (8).

“Estava tão envolvida no processo da live de Carnaval que não pensei nisso, mas Claudinha chegou a falar sobre e pode ser que saia, sim. Mas acho possível, sim, fazer uma turnê com número x de shows. Mas isso é assunto para depois da pandemia, quando nossos fãs puderem assistir presencialmente”, disse a intérprete de ‘Tá Solteira, mas não tá Sozinha’.

Para Claudinha, a transformação do show em algo presencial depende da vacinação da população. “Por enquanto ainda é um sonho. Só depois que sair a vacina e todo mundo tiver imunizado”, reforça a loira.

O show, que servirá para as musas matarem a saudade do público e da energia do Carnaval, que em 2021 acontece de forma virtual devido a pandemia do coronavírus, contará com um repertório recheado de sucessos das artistas.

“A gente está estruturando um repertório que faça valer o nosso Carnaval virtual, meu, de Claudia e os fãs da gente. Estamos guardando toda a memória afetiva de nossos fãs. Já ouvi tudo de Claudia e ela meu. Tem sido muito gostoso a gente estar juntas, conversar, chorar, rir. É um encontro que vai além do trabalho”, adianta Veveta.

A empolgação das artistas é tanta, que a dupla está “sofrendo” para conseguir agradar a ‘gregos e troianos’ com a setlist.

“Estou ouvindo algumas coisas de repertório sua (Ivete) que já me faz sentir o cheiro da avenida. E a gente está precisando mesmo dessa energia. Agora, a gente está vivendo aquele momento de cortar música, porque nós não temos limite”, brincou Claudia.

O show que acontece no sábado (13) a partir das 17h30, será transmitido ao vivo pelo canal Multishow, além da transmissão pelo canal das artistas no YouTube.

Informações Bahia.ba


Presidente negou, no entanto, que irá promover uma reforma ministerial

Presidente Jair Bolsonaro e ministro Onyx Lorenzoni Foto: Agência Brasil/Wilson Dias

O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta segunda-feira (8), que o atual ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, deverá assumir a vaga de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. A mudança já era esperada e dada como certa por auxiliares do governo.

– Onyx vai para a Secretaria-Geral da Presidência – confirmou Bolsonaro em entrevista ao apresentador José Luiz Datena.

A mudança marcará o retorno de Onyx ao Palácio do Planalto, que já ocupou a cadeira de ministro da Casa Civil.

Ao ser questionado sobre uma reforma ministerial, o presidente disse que não nenhum movimento nessa direção.

– Não existe isso – garantiu.

Bolsonaro rebateu ainda críticas sobre ter negociado apoio de partidos do Centrão em troca de cargos no governo.

– Não é hora de trocarmos ninguém aqui para atender interesses políticos – disse.

O presidente também negou ter liberado emendas parlamentares em troca de apoio. O chefe do Executivo lembrou que as emendas são “impositivas”.

Nesta segunda, Bolsonaro também voltou a citar que tinha problemas com o presidente anterior da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Com a eleição de aliados, Bolsonaro espera destravar a agenda econômica, a pauta conservadora, além de afastar o fantasma do impeachment.

Informações Pleno News/Estadão


Artistas estão proibidos de “promover cultos ou superstições”, entre outras coisas

China publicou “diretrizes morais” que artistas do país devem seguir Foto: EFE/EPA/Roman Pilipey

A China publicou nesta sexta-feira (5) uma nova lista de diretrizes morais para atores e outros artistas, dizendo que eles podem ser permanentemente banidos de suas profissões se não as cumprirem.

Artistas não devem “violar ética, moral, ordem pública social ou bons costumes, causando um sério impacto negativo à sociedade”, afirmou a Associação Chinesa de Artistas, uma organização sem fins lucrativos apoiada pelo governo, em seu site.

Os artistas não podem incitar o ódio e a discriminação entre grupos étnicos e promover cultos ou superstições, afirmou a associação. As novas regras entrarão em vigor em caráter experimental a partir de 1º de março.

A associação não disse por que decidiu introduzir essa política agora, mas os consumidores chineses estão se tornando cada vez mais expressivos em suas expectativas para o comportamento de empresas e celebridades, especialmente as estrangeiras.

A marca de luxo Prada encerrou todas as cooperações com a atriz chinesa Zheng Shuang, este mês, que havia sido nomeada embaixadora da marca, depois de ela se envolver em uma controvérsia sobre barriga de aluguel que atraiu o público chinês.

Em suas novas diretrizes, a associação disse que artistas não devem organizar, participar de ou promover atividades ilegais como pornografia, apostas, drogas e violência, entre outras atividades.

Quem não cumprir as novas regras poderá voltar a trabalhar apenas depois de obter aprovação de um comitê de ética, acrescentou.

Informações Pleno News/Estadão


Agência da Caixa Econômica Federal

Agência Brasil- A Caixa Econômica Federal paga hoje (9) o abono salarial 2020/2021 – ano-base 2019 – para os trabalhadores nascidos no período de março a junho. Mais de 7,5 milhões de trabalhadores terão direito ao saque do benefício nessa etapa do calendário, totalizando mais de R$ 5,9 bilhões em recursos disponibilizados.

O dinheiro será depositado na conta corrente informada pelo trabalhador. Para quem não é cliente do banco, foi aberta uma conta poupança digital, gratuitamente, a mesma usada para pagar o auxílio emergencial. As poupanças digitais podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), boletos bancários, compras com cartão de débito virtual pela internet e compras com código QR (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros.

Nos casos em que o valor do abono não possa ser creditado em conta existente ou na poupança digital, o trabalhador poderá realizar o saque com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos Correspondentes Caixa Aqui, bem como nas agências. Nesse caso, os recursos estarão disponíveis na quinta-feira (11).

O saque pode ser realizado até 30 de junho. Em todo o calendário de pagamentos do exercício 2020/2021 do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS), a Caixa disponibilizará R$ 17 bilhões para 22,2 milhões de trabalhadores.

Antecipação

Na semana passada, o governo federal antecipou o pagamento do abono para os nascidos em maio e junho, que receberiam os valores somente a partir do dia 17 de março. Com a antecipação do calendário, esses beneficiários receberão com os nascidos em março e abril.

A antecipação também vale para os funcionários públicos ou trabalhadores de empresas estatais e, nesse caso, o calendário é de acordo com o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A partir de 11 de fevereiro, o crédito ficará disponível para saque para inscritos com final 6 e 7, como no calendário original, e para aqueles com final 8 e 9, que serão antecipados. O Pasep é pago pelo Banco do Brasil e quem é correntista da instituição também já recebe os recursos nesta terça-feira (9).

Quem tem direito

Tem direito ao abono salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou e-Social, conforme categoria da empresa. Recebem o benefício na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas.

As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil. Nesse caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras, nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal www.bb.com.br/pasep, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências. Para o exercício atual, o banco identificou abono salarial para 2,7 milhões de trabalhadores vinculados ao Pasep, totalizando R$ 2,57 bilhões.

Abono 2019/2020

Os trabalhadores que não sacaram o abono salarial do calendário anterior, de 2019/2020 – ano-base 2018, finalizado em 29 de maio do ano passado, ainda podem retirar os valores. O prazo vai até 30 de junho deste ano e o saque pode ser feito nos canais de atendimento com cartão e senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.

A consulta sobre o direito ao benefício, bem como ao valor à disposição, pode ser feita por meio do aplicativo Caixa Trabalhador, pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800-726-0207) e no site www.caixa.gov.br/abonosalarial.

No caso do Pasep, os recursos ficam disponíveis para saque por cinco anos, contados do encerramento do exercício, de acordo com decisão do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Os abonos não sacados são transferidos automaticamente para o próximo exercício, sem necessidade de solicitação do trabalhador.


Ex-candidato à presidência do Bahia, Lúcio Rios diz que situação do clube não é surpresa
Foto: Jefferson Peixoto/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

Lúcio Rios, ex-candidato à presidência do Bahia nas últimas eleições, posicionou que os problemas que o Bahia está enfrentando hoje são, em parte, reflexos de promessas não cumpridas pela gestão do clube. Em entrevista para o programa BN na Bola, da rádio Salvador FM 92.3, com apresentação de Emídio Pinto, Glauber Guerra e Ulisses Gama, Lúcio comentou sobre sua participação nos assuntos do clube e comentou sobre a situação que a agremiação enfrenta.

Ao se candidatar para concorrer à presidência do clube no ano passado, sendo o único concorrente de Guilherme Bellintani na reeleição, ele sentiu a pressão de se comunicar mais com os torcedores do Tricolor e ser mais aberto sobre as coisas que acontecem no clube.

“Houve bastante uma cobrança em relação à minha participação nas redes sociais, apesar de ter estado próximo do Conselho Deliberativo e na luta da democracia no clube, o torcedor me questionava porque eu não participava do Twitter, do Instagram. A partir do momento em que me coloquei como candidato, passei a atuar mais e participar mais e escrever sobre o que fazia nos bastidores. Eu acho que a gente precisa expor, o torcedor está carente disso, e eu acredito que, com mais informações, a gente pode ter um torcedor mais consciente”, defendeu Lúcio Rios. 

Questionado sobre seu posicionamento diante dos problemas atuais do Bahia, ele explicou que uma reunião formal está sendo planejada para discussão, junto com a diretoria do clube, dos assuntos relevantes para melhorar a gestão e o enfrentamento das dificuldades. 

“Houve um requerimento inicialmente escrito e formatado pela Independente Tricolor. Alguns conselheiros foram convidados a participar desse requerimento e prontamente entendemos que era possível e viável fazer uma convocação extraordinária com a diretoria. Protocolamos a mesa do Conselho Deliberativo, isso foi dia 28 de janeiro, mas infelizmente, essa reunião formal, em que a gente entende que precisa ser formal para constar em ata e ser transmitida para o torcedor, ela ainda não foi agendada. O requerimento foi acolhido pela mesa e está em tempo de dar retorno, mas ainda não há uma data”, esclareceu. 

Diante da gestão atual, Lúcio Rios fez uma crítica às promessas do reeleito presidente Bellintani. De acordo com o ele, mudanças que foram usadas como divulgação da campanha nunca foram aplicadas e isso impacta na atual situação do Bahia. 

“Infelizmente, para mim não é surpresa. Durante a campanha nós pautamos a nossa com propostas, e de forma nenhuma para tingir Guilherme Bellintani ou Victor Ferraz, mas fizemos propostas apontando que o Bahia tinha problemas de gestão de futebol, gestão da base, do profissional. Infelizmente, o que a gente afirmava vem sendo concretizado, de que a gestão não sabia comandar um futebol tão forte como tem que ser o do Bahia e, infelizmente, o resultado é o ocorrido”, destacou. 

“Eu acredito que, sinceramente, o que o Guilherme prometeu na campanha dele era que, a partir do momento que ele fosse reeleito, ele faria modificações no futebol, o que a gente não vê acontecendo. Novamente o Guilherme está errando em montar a equipe dele”, completou.  

Com suposições de que o atual gestor do clube esteja voltando a pensar na vida política, Lúcio Rios reforça ainda que o presidente deve manter a responsabilidade do cargo.

“Eu entendo que o Guilherme tem um compromisso muito grande com a torcida do Bahia. Ele assumiu após a sua candidatura com um plano maior para o Bahia, que iria reestruturar o Bahia, que o que ele não fez nos últimos três anos ele passaria a fazer, então eu entendo que ele tenha muita responsabilidade com o torcedor que votou nele”, pontuou. “Acho que ele precisa cumprir o mandato dele, precisa nesse momento, manter o time na Primeira Divisão. O Bahia não pode cair de forma nenhuma ou isso seria um problema muito sério em relação a projeções”, ressaltou. 

Como um fiel torcedor do Esquadrão de Aço, Lúcio Rios declarou que, mesmo com o time brigando para não ser rebaixado, ainda acredita que a equipe seguirá na Série A em 2021. “A situação é muito difícil, mas como torcedor do Bahia, a gente precisa acreditar que ainda é possível”, completou.

Informações Bahia Notícias


A África do Sul irá iniciar sua campanha de imunização contra a Covid-19 com a vacina da Johnson & Johnson, após dados mostrarem que o imunizante da AstraZeneca ofereceu proteção mínima em casos leves e moderados na variante dominante local do vírus. 31/10/2020
REUTERS/Dado Ruvic/Foto ilustrativa REUTERS/Dado Ruvic/Foto ilustrativaFoto: Reuters

O país que registrou o maior número de infecções de coronavírus na África e mais de 46 mil mortes, planejava o início da vacinação em profissionais de saúde com a vacina da AstraZeneca, mas suspendeu o plano no domingo.

Um relatório do governo publicado na segunda-feira informa que a vacina da J&J será oferecida a partir de meados de fevereiro. Uma importante autoridade de saúde disse que a J&J concordou em acelerar as entregas para que as primeiras doses já estejam disponíveis perto do final da semana.

“Nosso plano de vacinação não mudou, exceto que começaremos com a Johnson & Johnson em vez da vacina da AstraZeneca”, diz o documento. 

A Johnson & Johnson informou que está em discussões avançadas com a África do Sul sobre “potenciais colaborações adicionais” para combater a Covid-19. “Esperamos poder compartilhar mais detalhes nos próximos dias”, diz o relatório.

Dados preliminares de um estudo mostram que a vacina da AstraZeneca não reduz de maneira significativa o risco de doença leve até moderada causada pela variedade mais contagiosa batizada de 501Y.V2 e identificada primeiramente no final do ano passado, e foram uma decepção não só para a África do Sul como para todo o continente africano.

Reuters – Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.


Foto: Marina Silva/Arquivo Correio

O cancelamento do Carnaval de Salvador, devido à pandemia da Covid-19, vai evitar que 1,2 milhão de pessoas circulem nas ruas onde tradicionalmente acontecem os festejos, na capital baiana. A estimativa é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria estadual do Planejamento (Seplan).

A Sei também estima que em torno de R$ 1,7 bilhão, advindos dos gastos dos foliões, deixarão de circular em Salvador. Ao CORREIO, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e a Empresa Salvador Turismo (Saltur) estimam que a movimentação econômica ligada à folia pudesse chegar a R$ 1,8 bilhão em 2021.

Ainda de acordo com a SEI, cerca de 60 mil trabalhadores ficarão sem opção de desempenhar suas atividades e um montante de R$ 90 milhões de rendimentos, fruto dos trabalhos realizados durante o período de Carnaval, deixará de ser gerado. O desinvestimento público deve ser de R$ 133 milhões.
 
“O cancelamento do Carnaval foi uma decisão acertada e pautada na necessidade de preservar vidas humanas, uma vez que estamos enfrentando uma pandemia mundial de uma doença altamente contagiosa. Portanto, não pouparemos esforços para vencer esta guerra e o cancelamento do Carnaval vai ao encontro das diversas ações de combate ao Coronavírus que o Estado da Bahia vem adotando desde o início da pandemia”, destaca o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.
 
Para estimar a provável participação dos foliões locais no Carnaval 2021 foi usada a média de moradores da capital que brincaram em eventos anteriores (17,7%). Essa proporção foi identificada em pesquisas realizadas pela SEI/DIEESE/SECULT. Considerando-se a população estimada pelo IBGE para capital em 2020 (2,9 milhões de habitantes), a SEI supõe que em torno de 528 mil foliões residentes estariam na festa em 2021. Para aferir a participação dos turistas, caso houvesse o evento, a Superintendência replicou o cálculo da Setur para o ano de 2020, quando se avaliou a presença de 636 mil turistas.
 
A SEI calculou que o cancelamento da festa impõe a não circulação de, pelo menos, R$ 1,7 bilhão relativos ao gasto dos foliões. Para alcançar este número foram considerados os gastos médios dos foliões por categoria; residentes, turistas do interior, turistas de outros estados, e turistas de outros países.

“Realmente o Carnaval é uma festa que traz um número expressivo de turistas para nosso estado, principalmente para Salvador, que faz a maior festa de rua do mundo”, ressalta o secretário de Turismo do Estado, Fausto Franco. No entanto, ele acrescenta que apesar do impacto causado pelo cancelamento da festa, a necessidade de salvar vidas humanas é imperiosa neste momento e lembra que mesmo não ocorrendo a folia momesca, a Bahia tem lugares paradisíacos para serem visitados a qualquer época do ano, que oferecem distanciamento social e turismo ao ar livre, junto à natureza, sem contar o rico patrimônio histórico cultural para ser visitado.

Os dados da pesquisa Suplemento do Carnaval de 2010, que adota a metodologia e a estrutura organizacional da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), a qual investiga os indivíduos que responderam a condição de se trabalharam ou não no período da festa em Salvador, indicam que na condição afirmativa estiveram 93 mil ocupados, ou 6,18%, da força de trabalho municipal. A proporção daqueles que exerceram a atividade exclusivamente em função do Carnaval corresponde a 60%.

Buscando definir um paralelo, a SEI utilizou este percentual em relação ao mesmo recorte da população de Salvador para o ano de 2020, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do primeiro trimestre, quando se concluiu que 60 mil trabalhadores ficarão sem opção de desempenhar suas atividades com a não realização do Carnaval em 2021. Atualizando o rendimento médio do trabalho identificado na PED e aplicando as estimativas citadas, identifica-se a não geração de um montante de R$ 90 milhões de rendimentos com o trabalho. “Diferenciamos o que é trabalho realizado durante o carnaval e o que é trabalho que só existe em função do carnaval”, explicou Armando de Castro, diretor de estatística da SEI.
 
Para efetivação do evento em 2020, a despesa dos poderes estadual e municipal foi de R$ 133 milhões. O Governo do Estado disponibilizou R$ 73 milhões distribuídos entre os municípios que fazem o carnaval. Salvador absorve a maior parte deste recurso. Este valor é desembolsado para realização de atividades setoriais (cultura, turismo, saúde, segurança pública, transporte, direitos humanos, etc.). Segundo a SEI, a Prefeitura Municipal de Salvador aportou R$ 60 milhões, destes, R$ 20 milhões originários dos cofres públicos e o restante advindo de patrocínio.

Ainda de acordo com a Superintendência, o verão sem festas públicas ou privadas deve impactar nos indicadores de diversos setores no primeiro trimestre de 2021. A redução de arrecadação de ICMS foi projetada em R$ 47,3 milhões nos setores de bebidas, alimentação e alojamento. Também acarretará na queda de 18,2% na taxa de ocupação dos hotéis em Salvador, no período, e redução de 7 mil postos de trabalho diretos, além da queda em torno de 25% da receita nominal do conjunto de atividades características do turismo.

Informações Jornal Correio