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A Bahia recebeu na manhã de sábado (2) um lote de 204.750 vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech. A remessa se junta a um lote de 178.275 unidades da AstraZeneca/Oxford que chegou na sexta-feira (1º).

Até a sexta, o estado já havia aplicado a primeira dose ou dose única de imunizante contra a Covid-19 em 10.079.608 pessoas.

O número corresponde a 79,1% da população baiana com 12 anos ou mais, estimada em 12.732.254 habitantes. Os números são do boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).

Informações: Bahia.ba


Zé Chico recebe incentivo de amigos de Feira de Santana e outros município para uma candidatura a deputado federal

Zé Chico desponta como candidato "oficial" a deputado federal do grupo liderado por José Ronaldo

O empresário José Francisco Pinto, o Zé Chico, parece ter iniciado sua caminhada em direção a uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília. Nos bastidores políticos comenta-se que Zé Chico tem conversado com o ex-prefeito José Ronaldo. E o assunto não é futebol nem religião.

Em uma nota publicada na coluna Ponto e Vírgula, no Folha do Estado, o ex-deputado e empresário Humberto Cedraz especula que Zé Chico deve ser o candidato a deputado federal do grupo político liderado por José Ronaldo.

Procurado pelo Protagonista, Zé Chico confirma conversas com Ronaldo, mas não revela o tema da prosa. “Conversamos sempre, temos uma relação de amizade e respeito que vai além da política”, diz.

Sobre a pré-candidatura a deputado federal, o empresário desconversa. “Muitos amigos de Feira e de outros municípios têm nos incentivado. Temos até dezembro para definir. Mas ainda estamos amadurecendo a ideia. Se, de fato, levarmos adiante a candidatura a deputado federal, seria motivo de orgulho para mim ter os apoios de José Ronaldo e do prefeito Colbert”, enfatiza.

Perguntado se, em caso de uma candidatura oficializada a federal, seria pelo DEM, seu atual partido, Zé Chico diz o seguinte: “É meu partido e me sinto bem. Mas eleição é um jogo de xadrez e, nesse contexto, faremos o que for melhor para nosso grupo político”, acentua.

Informações O Protagonista


Rio de Janeiro já tem concentração de manifestantes, e São Paulo deve ter maior presença de presidenciáveis nos atosFoto: Lucas Neves/CNN Brasil (2.out.2021)

Manifestações de protesto contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ocorrem neste sábado (2) em diversas cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, os manifestantes começaram a se concentrar na Candelária, região central da capital, por volta das 10 horas.

Por volta das 10h30, os manifestantes começaram a caminhar pela avenida Presidente Vargas, que já está interditada. A expectativa é que eles caminhem até a Cinelândia onde há um palco.

Os atos de hoje contam com a adesão de mais de 20 legendas partidárias. Segundo os organizadores, há eventos confirmados em 251 cidades brasileiras e em 16 países.

As principais lideranças políticas, além de artistas, devem se concentrar na Avenida Paulista, região central de São Paulo, a partir das 13h (horário de Brasília). A abertura da manifestação na capital paulista será feita por líderes de diversas religiões.

Candidato do PT em 2018, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, assim como os presidenciáveis Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania), confirmaram presença na Paulista. Também provável candidato em 2022, Ciro Gomes (PDT) anunciou que estará nos atos em São Paulo e no Rio de Janeiro. O governador de São Paulo, João Doria, não comparecerá por estar em campanha das prévias do PSDB, em Minas Gerais.

Não há previsão de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compareça nos atos de São Paulo. No entanto, ele tem sido pressionado pelas centrais sindicais a participar ao menos por vídeo. A presidente do partido, Gleisi Hoffmann, anunciou que estará presente.

Há ainda a previsão de que parlamentares participem por meio de vídeos que serão exibidos próximo ao Masp (Museu de Arte de São Paulo). A senadora Simone Tebet (MDB), o senador José Anibal (PSDB), os deputados Junior Bozzella (PSL) e Fabio Tradi (PSD) e o fundador do Novo, João Amoedo, devem falar por vídeo.

Os protestos de hoje foram organizados em conjunto pela campanha Fora Bolsonaro (que promoveu os atos anteriores e reúne centrais sindicais, movimentos populares e partidos de esquerda), pela entidade civil Fórum pela Democracia Direitos Já! e por lideranças dos nove partidos que assinaram pedidos de impeachment do presidente (PSOL, PCdoB, PT, PDT, PSD, Rede, PV, Cidadania e Solidariedade).

Em 12 de setembro, atos convocados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelos grupos Vem Pra Rua e Livres aconteceram em 18 capitais e no Distrito Federal, mas tiveram baixa adesão.

As manifestações também contaram com apoio de políticos da direita, do centro e de esquerda. O PT e outras legendas de esquerda não participaram e já se articulavam para os atos deste sábado. Doria, Ciro, Mandetta e Amoêdo participaram dos atos no último dia 12 na Paulista.

Informações CNN Brasil


Avaliada em R$ 6,6 bilhões, a rede mineira comprou recentemente uma empresa de tecnologia e se prepara para avançar em regiões pouco exploradas pelos grandes grupos

Foto: Henrique Salvador, CEO da Rede Mater Dei

Toda semana, religiosamente as terças e quintas-feiras, Henrique Salvador, médico e CEO da Rede Mater Dei, cumpre a mesma agenda: se reúne com os profissionais da butique de M&A Inspire Capital para tratar de possíveis fusões e aquisições.

“E, internamente, com nosso CFO, ainda temos uma estrutura de M&A que mapeia os ativos”, diz Salvador ao NeoFeed. Filho de José Salvador Silva, o médico que fundou a Rede Mater Dei há 41 anos, ele está à frente de um projeto para tornar o grupo um player consolidador de mercado.

Não é uma missão fácil, diante de players com muita envergadura e poder de fogo para aquisições como Rede D’Or, avaliada em R$ 131,8 bilhões, e Dasa, com valor de mercado de R$ 23,3 bilhões. A Rede Mater Dei, que é considerada de médio porte, abriu seu capital em abril, captou R$ 1,4 bilhão e atualmente vale R$ 6,6 bilhões,

Desde o IPO, a Rede Mater Dei desembolsou R$ 800 milhões na compra de 70% do Grupo Porto Dias, em Belém (PA), e, mais recentemente, R$ 40 milhões por 50,1% da empresa de tecnologia A3Data. “A estratégia tem várias vertentes e o movimento maior, neste momento, vai ser de aquisição”, diz Salvador.

Mas qual seria o mapa a ser perseguido? “Faz todo sentido ir consolidando entre Salvador e Belém. A região do Centro-Oeste também, é a região do agronegócio e tem carência grande de bons ativos hospitalares”, afirma o comandante da Mater Dei.

Na entrevista que segue, o executivo e um dos principais acionistas fala sobre o aquecido mercado de saúde, os desafios na consolidação e o que procura para fazer da Rede Mater Dei uma gigante no mercado. Com três hospitais em Minas Gerais, um em Belém (PA) e outro em construção em Salvador (BA), ele explica os próximos passos. Acompanhe:

O grupo sempre foi voltado ao crescimento greenfield, construindo os próprios hospitais. O que mudou?
Há dois anos, chegamos à conclusão de que o mercado brasileiro está passando por aquilo que já aconteceu na América do Norte e na Europa: um movimento de consolidação grande na indústria. É um mercado fragmentado, com mais de 4,3 mil hospitais privados no Brasil. Muitos deles pequenos e sem condições de subsistir ao longo do tempo. Por outro lado, há redes de tamanho intermediário como a nossa precisando ganhar musculatura para ganhar competitividade também. E, como a viagem nossa na saúde é de médio e longo prazo, achávamos que para sermos perenes e sustentáveis, precisamos fazer o movimento de capitalização. Tínhamos as condições básicas para crescer, mas faltava capital.

Qual é o objetivo do grupo?
Ser uma plataforma consolidadora de hospitais, sem perder o que nos trouxe aqui. Costumamos dizer que não queremos ser um amontoado de hospitais. Tem que fazer sentido, estar alinhado com os nossos valores e não deixar com que o DNA do Mater Dei se perca ao longo da estrada.

O grupo abriu capital, em abril, numa janela ruim. Está conseguindo entregar o que prometeu no roadshow?
Como existe uma identidade muito grande entre a nossa família e o Mater Dei, e para a gente é muito cara a reputação que conseguimos construir, entregar o que prometemos no roadshow é muito importante. Então começamos a cumprir uma agenda que estava muito alinhada com o nosso discurso pré-IPO, com aquilo que fez com que os investidores se sentissem atraídos para acreditar na Rede Mater Dei.

“Costumamos dizer que não queremos ser um amontoado de hospitais”

Por exemplo?
Uma dúvida que tinha era a seguinte: ‘vocês não têm experiência em realizar M&As, estamos em um mercado extremamente competitivo, como vocês vão fazer para competir com Rede D’Or e Dasa pelos melhores ativos?’. Aí, compramos o Porto Dias, em Belém (PA), um ativo que não tinha problema de concorrência, ou seja, Rede D’Or e Dasa poderiam ter comprado, e a família que vendeu nos escolheu.

Por que escolheu vocês?
Uma família empreendedora, que tem compromisso com Belém, que é vista como referência pela comunidade local e que, de repente, quer continuar no negócio e que o negócio continue relevante. Eles queriam alguém que viesse e estivesse alinhado com o posicionamento estratégico que eles tinham. O fit entre a Rede Mater Dei e eles foi muito grande. Agora estamos no momento de integração, vamos fazer o closing em outubro. O Porto Dias foi a primeira compra do Mater Dei e a outra foi a empresa de tecnologia A3Data.

E agora, qual é o plano? Comprar novos hospitais ou construir do zero como estão fazendo em Salvador?
A estratégia tem várias vertentes e o movimento maior, neste momento, vai ser de aquisição. Essa aquisição pode, por si só, se bastar, ou ter um crescimento brownfield, de expandir o hospital a partir de uma plataforma original que ele já tinha. Nesse momento, pretendemos focar em M&As.

“Nesse momento, pretendemos focar em M&As”

Já tem alvos mapeados?
Constantemente. Para você ter uma ideia, tem uma butique de M&A que nos assessora, chamada Inspire, que é muito experiente no setor de saúde, e tenho reunião com eles as terças e quintas-feiras. E, internamente, com nosso CFO, ainda temos uma estrutura de M&A que mapeia os ativos, a partir das regiões, depois das cidades e dos hospitais.

O que é levado em conta nesse mapeamento?
Vemos qual é a penetração de plano de saúde naquela região, qual é o rol de operadoras de planos que mais estão presentes naquela cidade para ver se são os que estamos acostumados a trabalhar, qual é o posicionamento e relevância do ativo naquela cidade, quais são as relações com o corpo clínico e comunidade. São análises muito profundas.

Quais cidades o grupo está olhando?
Se eu pudesse falar os nomes das cidades, eu falaria. Mas vou te falar qual é a nossa estratégia loco-regional. Temos uma plataforma muito concentrada em Belo Horizonte e Grande BH. Aí fomos para Salvador, que é porta de entrada para o Nordeste. Depois, fizemos aquisição em Belém, que está no extremo norte do País. Então, faz todo sentido ir consolidando entre Salvador e Belém. A região do Centro-Oeste também faz sentido investir, é a região do agronegócio e tem carência grande de bons ativos hospitalares. A região Sudeste está sempre no nosso radar. Mas o que não queremos, como já disse anteriormente, é ser um amontoado de hospitais. Nossa ideia é fazer hubs regionais a partir dos quais possamos crescer. Então, Salvador, Belém e BH seriam hubs.

Como funcionaria?
São centros mais complexos, onde você pode concentrar uma atuação terciária e quaternária de alta complexidade e pode ter também clusters de gestão especializada. Por exemplo, hoje temos em Belém um diretor para a região Norte, que é um membro da família Porto Dias. Ele tem qualificação para poder prospectar ativos na região Norte e criar uma constelação de ativos a partir de um núcleo que seria o Porto Dias. A mesma coisa vale para Salvador e Belo Horizonte.

Cada hub seria um consolidador da região com sua marca âncora?
Exatamente. E cada um conversando com o corporativo nacional, com uma central de compras robusta, uma política de relacionamento das operadoras bem definida, uma política de relacionamento com médicos e corpo clínico.

Mas só interessa hospitais ou redes de clínicas interessariam?
Existem sistemas de saúde que integram clínicas e unidades de SADT (Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico). Não temos nada clínicas ou unidades de atenção primária ou secundária, desde que conversem com a unidade hospitalar. Se houver sinergia na aquisição de clínicas e de unidades diagnósticas, faz todo o sentido.

Então não está descartado olhar para esse tipo de ativo?
Não, não está descartado.

Quanto o grupo tem em caixa para aquisições?
O IPO trouxe R$ 1,45 bilhão. Foram destinados R$ 800 milhões para a aquisição do Porto Dias. A compra foi parte em dinheiro e parte em ações. Eles ficaram com 7% das ações da Rede Mater Dei. Numa determinada transação, você oferecer ações da Rede Mater Dei, desde que sejam transações transformacionais e muito relevantes, faz todo o sentido para a gente. E tem outra coisa, o nosso balanço é muito saudável, nossa dívida é negativa em relação a geração de ebitda. Então, podemos pensar capitalização através de dívida.

“Podemos pensar capitalização através de dívida”

Com Rede D’Or e Dasa no páreo pelos ativos, não é uma disputa inglória? Eles não chegam com muito dinheiro na mesa?
Chegam. Mas temos de identificar – e estamos identificando – ativos que prefiram a Rede Mater Dei. No caso da família Porto Dias, eles abriram mão da Rede D’Or e Dasa e escolheram a Rede Mater Dei. Kora (Kora Saúde) também estava na jogada, e eles preferiram Mater Dei.

No mercado de saúde estão acontecendo muitos M&As. Os ativos estão caros?
Estão caros, sim. Acho que vai haver um ajuste nisso. Mas, se a regra do jogo é essa hoje, o que temos de fazer numa mesa de negociação é tentar o melhor custo-benefício para uma aquisição relevante. Por isso, acho que não tem sentido sair por aí a torto e a direito comprando hospital que não esteja alinhado com a estratégia de posicionamento.

Muitas operadoras têm hospitais. Vocês pensam em criar um plano de saúde próprio?
Muitos clientes nos perguntam isso. Temos parceiros históricos que são seguradoras, autogestões, medicinas de grupo, e a gente entende que o Mater Dei é uma âncora para que possam negociar seus planos. Nesse momento, não é do nosso core ter plano de saúde. Obviamente, essa é uma carta que está sempre na manga. Se, no futuro, precisarmos migrar para uma proposta que haja na rede uma operadora junto, isso pode ser conjecturado, mas no momento não.

E a compra da A3Data, qual é o racional por trás dessa aquisição?
A indústria da saúde está passando por um movimento crescente de discussão de novos modelos de relacionamento entre as operadoras e os prestadores, no caso os hospitais e médicos. O que a gente vê com muita frequência é sentarem as mesas de negociação os dois lados, num relacionamento de muito desgaste com um ponto em comum. A vida inteira a operadora vai ser receita para a gente e nós seremos custo para elas. E, com isso, começamos a fazer testes com inteligência artificial e data analytics para a gente entender se poderíamos oferecer para as operadoras produtos onde elas tivessem uma maior previsibilidade e uma menor variabilidade. E que tivéssemos, do nosso lado, a mesma coisa, prever margem, prever receita. E fizemos o primeiro produto para uma operadora, que foi o Direto, com a SulaAmérica, com base nessa construção.

Como isso foi feito e onde a A3Data entra?
Pegamos, por exemplo, todos os casos de pneumonia comunitária, nos últimos cinco anos, e vimos qual foi o perfil de utilização de recursos, drogas, materiais, mão de obra. Compusemos uma matriz de custos e, dentro de um simulador de inteligência artificial, começamos a perceber qual era o preço máximo e mínimo que poderíamos oferecer para a SulAmérica uma maior previsibilidade com menor variabilidade de preço. Conseguimos construir essa ferramenta muito legal, que nos deu essa informação. A A3Data foi testada no curso dessa viagem e começamos a perceber que era importante primarizar esse recurso.

Por quê?
Porque essas informações são tão estratégicas que elas precisam ficar sob o domínio da Rede Mater Dei. Elas não podem ficar transitando em terceiros que, eventualmente, prestam serviços para a gente e para concorrentes. Aí, compramos 50,1% das ações e, a partir de agora, na área de saúde vão trabalhar preferencialmente para a Rede Mater Dei.

Informações Neo Feed


Feira de Santana supera a marca de 47 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 47.048 pacientes curados da doença, índice que representa 93,2% dos casos confirmados.
Pelo segundo dia consecutivo, o município não registra nenhuma morte causada pela doença. Enquanto isso, nesta sexta-feira (01), 302 exames foram negativos e 15 positivos. Os resultados de hoje são dos dias 28 e 29 de setembro que estavam em análise no laboratório.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 26 pacientes internados no município. As informações são da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA SEXTA-FEIRA
01 de outubro de 2021

Casos confirmados no dia: 15
Pacientes recuperados no dia: 166
Resultados negativos no dia: 302
Total de pacientes hospitalizados no município: 26
Óbito comunicado no dia: 0

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 129 (Dados da Sesab)
Total de casos confirmados no município: 50.476 (Período de 06 de março de 2020 a 01 de outubro 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.411
Total de recuperados no município: 47.048
Total de exames negativos: 73.882 (Período de 06 de março de 2020 a 01 de outubro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 463
Total de óbitos: 991

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 25.464 (Período de 06 de março de 2020 a 01 de outubro de 2021)
Resultado positivo: 4.985 (Período de 06 de março de 2020 a 01 de outubro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 0
Resultado negativo: 20.479 (Período de 06 de março de 2020 a 01 de outubro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


Benefício varia de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família

Auxílio emergencial, Caixa Econômica Federal

Trabalhadores informais nascidos em novembro recebem hoje (2) a sexta parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.

As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas em agosto. Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

Calendário de pagamento da sexta parcela do auxílio emergencial

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da sexta parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 17 e terminou em 30 de setembro. O auxílio emergencial somente é depositado quando o valor for maior que o benefício do programa social.

Em todos os casos, o auxílio está sendo pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas.

Informações Agência Brasil


Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Valor da aposta mínima é de R$ 4,50.

Foto: Marcelo Brandt

O concurso 2.415 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 29 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste sábado (2) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet – saiba como fazer.

Esta semana, a Mega-Sena será sorteada na terça (28), na quinta (30) e no sábado (2) por conta da “Mega-Semana da Primavera”. Normalmente os sorteios ocorrem às quartas e aos sábados.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Informações G1


Foto: Divulgação

Contra a OMS 

A decisão do governador Rui Costa (PT) de adiar novamente o retorno das aulas 100% presenciais na Bahia vai na contramão do que orienta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para a organização, o retorno às aulas deve ser prioridade no processo de reabertura das economias. Em documento assinado também por Unicef e a Unesco, a OMS diz que as escolas só devem continuar fechadas quando não houver alternativa. Pelo visto, Rui só segue as orientações da OMS quando é conveniente.  

Sem estrutura 

O novo adiamento do governo tem como pano de fundo a falta de infraestrutura das escolas da rede estadual. Nos bastidores, integrantes do governo admitem que o aumento dos casos de Covid-19 nos últimos dias foi apenas um pretexto utilizado por Rui. O real motivo são os problemas das unidades de ensino, que ficaram abandonadas ao longo da pandemia. Agora, mesmo após quase dois anos, o governo ainda não tem nem plano para a recuperação das escolas, o que emperra a volta às aulas.  

Números tamanho P 

É preciso lembrar que a Bahia foi o único estado a não ofertar aulas online para os alunos. Como se não bastasse, o estado tem um dos piores índices do ensino médio do Brasil, segundo o Ideb, e está também nas últimas posições no ensino fundamental. Propaganda tamanho G, mas educação pública tamanho P. 

Jogo Combinado 

E Bolsonaro? Vai continuar sem partido até quando? O caminho mais certo era o PP, mas os cardeais do partido estavam fazendo “jogo de empurra” com o presidente. Enquanto Ciro Nogueira convidava para entrar, Arthur Lira dizia a interlocutores que preferia Bolsonaro longe do Progressistas. Quem conhece os dois pepistas, garante que o jogo de cena era 100% combinado. 

Empurrãozinho  

Só que com a fusão PSL/DEM o jogo mudou. Com medo de perder protagonismo nacional, o PP agora faz questão de filiar o presidente. Apostam que, mesmo com a rejeição alta, Bolsonaro ajudará a eleger cerca de 30 deputados federais ligados a ele. Assim, o PP poderá formar a maior bancada da Câmara Federal. Era o empurrãozinho que faltava.  

E agora, Leão?  

A filiação do presidente da República ao PP embaralha de vez o jogo na Bahia. O casamento do partido com o governo Rui Costa, por exemplo, vai ter de acabar. A direção nacional deve exigir que o vice-governador João Leão desembarque da nau petista e abra um palanque local para o presidente. 

O Coroinha 

Bolsonaro quer um palanque forte na Bahia. João Leão não esconde o desejo de disputar o Palácio de Ondina. E João Roma? Vai para onde? Com a aliança Bolsonaro/Leão, a tendência é que ele acompanhe o presidente e dispute mandato de federal pelo PP. O problema é que com o fim das coligações, Roma vai ter uma concorrência pesada na nova legenda: Cacá Leão, Claudio Cajado, Ronaldo Carletto e Mario Negromonte Jr. Será que o ministro arrisca ou vai tentar ser deputado estadual? Para quem queria ser Papa pode acabar Coroinha. Será? 

Papagaio anônimo  

Conhecido em Brasília por saber posicionar-se atrás do presidente na hora das fotos, o ministro João Roma passou por uma frustração essa semana. Não foi reconhecido pela população de Teixeira de Freitas durante a visita do presidente da República ao município. Excluindo Bolsonaro, o único membro da comitiva a ser reconhecido e ter seu nome gritado no palanque foi o ministro da infraestrutura, Tarcísio de Freitas. 

Fritura 

O governador Rui Costa (PT) está mesmo decidido a demitir o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino, após a escalada da violência na Bahia registrada nas últimas semanas. A aposta é que, segundo fontes do Palácio de Ondina, a queda do titular da SSP ocorra nos próximos 15 dias. O ápice da insatisfação do governador ocorreu após declarações recentes de Mandarino sobre o combate ao crime, que iam de encontro a falas de Rui sobre o tema. O petista teria dito que está “de saco cheio” do secretário.  

Mandarino, o breve 

Ricardo Mandarino chegou à SSP em dezembro do ano passado para substituir Maurício Barbosa, que deixou o posto após se tornar alvo da Operação Faroeste por suspeita de integrar um esquema criminoso de venda de sentenças. Caso deixe mesmo a pasta, terá ficado menos de dez meses, enquanto seu antecessor estava desde 2011. Apesar do novo discurso, Mandarino manteve a segurança da Bahia no mesmo ritmo crescente da violência. Na gestão de Mandarino, a Bahia teve um aumento de 7% nos homicídios no primeiro semestre desse ano, enquanto o Brasil teve queda. O estado, vale lembrar, lidera o ranking de assassinatos do país. Uma posição incomoda para o PT de Rui e Wagner que governa a Bahia por 15 anos. 

Negação 

Com quatro secretarias dirigidas por interinos, o governador Rui Costa tem andado insatisfeito com os nomes que são apresentados por aliados para ocuparem os postos, segundo fontes do Palácio de Ondina. Pelo que dizem, o governador já teria rejeitado pelo menos dois nomes para as pastas da Saúde e Desenvolvimento Urbano. 

Informações Correio


Presidente vetou artigos que permitiam ampliar número de candidatos


TSE - Tribunal Superior Eleitoral
Urna eletrônica
Foto: Antônio Augusto

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (1º) o projeto de lei, aprovado pelo Congresso Nacional, que redefiniu os critérios para distribuição das sobras eleitorais, como são chamadas as vagas não preenchidas nas eleições proporcionais depois da divisão dos votos pelo número de cadeiras. As eleições proporcionais são aquelas que definem vereadores, deputados estaduais ou distritais e deputados federais. 

Para a definição dos candidatos eleitos nesses pleitos, o partido deve alcançar o quociente eleitoral, que é um número encontrado pela divisão do número de votos válidos pelo número de vagas na Câmara dos Deputados (e, da mesma maneira, nas assembleias legislativas e câmaras municipais), desprezada a fração. O cálculo era feito tomando-se a votação de cada partido dividida pelo quociente eleitoral. Geralmente, após essa divisão, ainda sobram algumas vagas, as sobras eleitorais, que eram então divididas apenas de acordo com o partido que obtinha mais votos. Na prática, essa regra poderia eleger um candidato com menos votos se no mesmo partido houvesse um candidato puxador de votos, que fosse eleito com um número muito grande de votos, carregando candidatos da mesma sigla menos votados.

A lei aprovada pelo Congresso e agora sancionada pelo presidente condiciona a distribuição dessas sobras com base em um limite mínimo de votos obtidos pelo partido. De acordo com o texto, poderão concorrer à distribuição das sobras de vagas apenas os candidatos que tiverem obtido votos mínimos equivalentes a 20% do quociente eleitoral e os partidos que obtiverem um mínimo de 80% desse quociente.

Vetos

O presidente decidiu vetar dois dispositivos da nova lei. Um deles previa que, nas unidades da Federação em que o número de lugares a preencher na Câmara dos Deputados não exceder a 18, cada partido poderia registrar candidatos a deputado federal e a deputado estadual ou distrital no total de até 150% das respectivas vagas. O outro estabelecia que, nos municípios de até 100 mil eleitores, cada partido poderia registrar candidatos a vereador no total de até 150% do número de lugares a preencher.

Na justificativa do veto, o governo alegou que a medida tem o “propósito de evitar o aumento dos recursos partidários, de racionalizar o processo eleitoral, de facilitar a identificação do eleitor com os candidatos, de otimizar distribuição dos recursos do fundo partidário e o acesso gratuito ao tempo de rádio e de televisão e de evitar a pulverização de candidaturas, de modo a aumentar a legitimidade dos candidatos eleitos e sua representatividade”.

Informações Agência Brasil


Ex-ministro visa ao Senado Federal ou à Câmara dos Deputados

General Carlos Alberto dos Santos Cruz Foto: Wikimedia Commons

Ex-ministro da Secretaria de Governo da gestão Bolsonaro, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz confirmou que irá concorrer às eleições em 2022. De acordo com o militar, sua decisão tem como objetivo “não deixar que o presidente arraste as Forças Armadas para ser uma ferramenta de uso político pessoal”.

À colunista Bela Megale, do jornal O Globo, Santos Cruz disse que ainda não decidiu se irá concorrer ao Senado Federal ou à Câmara dos Deputados. Ainda assim, o ex-ministro conta já ter recebido diversos convites.

O militar visa ainda apoiar a chamada “terceira via”, a fim de “acabar com a polarização”. Em sua visão, o nome escolhido como alternativa a Jair Bolsonaro e a Lula precisa “representar um projeto de país, e não um projeto de show, como estamos assistindo”.

Informações Pleno News