Com Frei Jorge Rocha
Tema: “Me” e “mim”
“Não foi uma decisão tomada pelo prefeito, todos as áreas no entretenimento foram consultados. É uma época em que teremos condições de grandes atrações, e é, de qualquer forma, a menos de 3 meses do carnaval, maior evento do estado. Temos todas as condições de dar um grande arranque, voltando a parte do entretenimento em Feira de Santana”, declarou Colbert Filho, ao destacar a realização da micareta, que este ano acontecerá entre os dias 15 e 18 de setembro.
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O presidente Jair Bolsonaro (PL) editou um decreto que obriga os postos a divulgar a queda de preço dos combustíveis após a mudança na cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
“Os postos revendedores de combustíveis automotivos deverão informar aos consumidores, de forma correta, clara, precisa, ostensiva e legível, os preços dos combustíveis automotivos praticados no estabelecimento em 22 de junho de 2022, de modo que os consumidores possam compará-los com os preços praticados no momento da compra”, diz trecho do decreto publicado na edição desta quinta-feira (7) do Diário Oficial da União.
A data de corte do dia 22 de junho é justamente quando entrou em vigor o projeto que classificou combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo como produtos e serviços essenciais, e consequentemente, limitando a cobrança do ICMS pelos estados.
O decreto, que tem vigência desta quinta-feira (7) até 31 de dezembro deste ano, determina ainda que os postos devem discriminar os valores cobrados de ICMS, PIS/Pasep, Cofins e à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico Cide. O fim de 2022 é também a data limite dos benefícios da chamada “PEC Kamikase”, que prevê, entre outras coisas, o aumento do valor do Auxílio Brasil e pagamento de vale para caminhoneiros para atenuar o impacto da crise dos combustíveis.
Críticos do governo classificaram o decreto presidencial como mais uma medida eleitoreira. “Propaganda eleitoral obrigatória: Bolsonaro editou decreto que obriga os postos a exibir preço dos combustíveis antes e depois de teto para ICMS”, criticou a deputada federal Joice Hasselmann (PSDB), ex-bolsonarista e hoje opositora.
*Secom

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (7) mostra uma queda nos números do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao passo que revela um crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL), no estado de São Paulo.
De acordo com os dados levantados, Lula tem 37% das intenções de voto, e Bolsonaro aparece com 32%. Na pesquisa divulgada em maio, o petista tinha 39%,enquanto Bolsonaro aparecia com 28% em São Paulo.
Tais números são resultados da análise estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados. Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não são informados sobre os nomes dos pré-candidatos, há um empate: tanto o petista quanto o atual chefe do Executivo aparecem com 25%.
Ciro Gomes segue em terceiro lugar na preferência dos eleitores em ambas modalidades de pesquisa. A margem de erro é de 2.4 pontos percentuais e tem 95% de confiança. Foram ouvidas 1.640 pessoas, de forma presencial, entre 1º e 4 de julho.
*Pleno.News
A Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec) e a Casa do Trabalhador terão expediente reduzido até as 12h nesta sexta-feira, 8.
A medida é para realizar a desinfecção contra Covid nos prédios no período da tarde. As atividades retornam normalmente na segunda-feira, 11.
*Secom
A festa não acontece desde 2020 por causa da pandemia da Covid-19. Em março, já havia sido levantada a possibilidade da realização da Micareta em setembro, diferente do que normalmente acontecia.
Foto: Divulgação

Feira de Santana voltará a realizar a Micareta neste ano. O evento vai acontecer entre os dias 16 e 18 de setembro. A informação foi confirmada pelo prefeito Colbert Martins Filho e o secretário Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho.
‘Nós estamos trabalhando, como já havíamos, realizando diversas licitações diretamente ligadas aos festejos e, com isso, nos preparando. Vamos avançar nos credenciamentos para artistas locais participarem, além de efetivar contatos com os artistas nacionais, já começamos esses diálogos. Essa semana já temos reunião com a Coelba, para planejamento, em conversa também com a Polícia Militar, tudo relacionada a questão logística’, pontua o secretário.
A festa não acontece desde 2020 por causa da pandemia da Covid-19. Em março, já havia sido levantada a possibilidade da realização da Micareta em setembro, diferente do que normalmente acontecia no mês de abril.
‘Temos um momento de retomada, um momento novo em que estamos analisando todos os pontos. O debate sobre datas é antigo, a nova data foi sugerida por todas as entidades envolvidas, coincidentemente o dia 18 é o aniversário da cidade, mas não foi escolhido por esse momento, logo depois teríamos um fim de semana muito próximo das Eleições, foi uma escolha baseada em todo esse contexto. É importante deixar claro que a questão do mês de setembro, vamos analisar o evento para discutir se a Micareta vai ser mantida neste mês por todos os anos, ou não’, explica Jairo.
Além da alteração no mês em que a tradicional Micareta será realizada, neste ano a festa ocorrerá em três dias, sendo iniciada em uma sexta-feira, e não em quatro, como costumava acontecer.
‘É uma data que tem que ser escolhida não por vontade própria, mas a partir das possibilidades dos envolvidos, como a disponibilidade de trazer artistas. Estamos retomando as atividades e a redução dos dias acontece porque houve a necessidade de trazer algo mais enxuto. Após a festa vou consultar todos os setores para analisar o resultado, é um teste’, analisa Colbert Martins.
Informações Bom Dia Feira

Os presidentes das comissões da OAB Subseção Feira de Santana se reuniram na tarde de quarta-feira (6) na segunda reunião ordinária de presidentes das comissões da instituição para fazer um balanço das atividades realizadas no primeiro semestre de 2022 e para elencar os pontos a serem abordados durante o segundo semestre. Sempre em busca de fazer o melhor pela advocacia feirense e, consequentemente, pelo cidadão, a atual gestão busca realizar reuniões ordinárias para ouvir os advogados e traçar metas.
“Foram deliberadas questões institucionais, bem como o calendário para o segundo semestre de 2022, ficando certo que o mês de agosto será voltado para a advocacia devido ao dia 11 de agosto – dia do advogado, bem como blitze e campanhas de prerrogativas, além da conferência da mulher. Ainda ficou acordado que haverá eventos das comissões de direito imobiliário e condominial e cartórios extrajudiciais, e atividades diversas de outras comissões, todas voltadas para a advocacia”, declara Lorena Peixoto, vice-presidente da OAB Feira.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) editou um decreto que obriga os postos a divulgarem a mudança nos preços dos combustíveis na comparação entre o valor cobrado no dia 22 de junho deste ano e o preço aplicado no momento da compra. A norma foi publicada na edição desta quinta-feira (7) do Diário Oficial da União (DOU).
O dia 22 de junho marcou a data de limitação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. Desde então, com a sanção da Lei Complementar 194/2022, os produtos desse setor passaram a ser classificados como essenciais e indispensáveis.
Dessa forma, os estados ficaram proibidos de cobrar uma taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia entre 17% e 18%. O resultado da mudança no imposto foi a queda brusca no preço dos combustíveis ao consumidor. Em alguns estados, o litro da gasolina chegou a baixar mais de R$ 1,10, e ficou na casa dos R$ 6,60 após custar quase R$ 8 em algumas unidades da federação.
Além da obrigação de exibir a mudança no preço, o decreto também ordena que devem ser informados separadamente os preços praticados dos combustíveis automotivos; o valor aproximado relativo ao ICMS, PIS/Pasep, Cofins; e o valor da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) do produto. O decreto vale a partir desta quinta até 31 de dezembro deste ano.
Informações Pleno News

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renunciou ao cargo de premiê nesta quinta-feira (7). Em um anúncio breve, Johnson informou que seguirá no posto de forma interina até a escolha de seu substituto. Ele ficou pouco mais de três anos na função após substituir Theresa May.
Boris Johnson assumiu o cargo em julho de 2019, quando foi eleito em votações internas do Partido Conservador para substituir Theresa May, que havia renunciado ao posto. Nos últimos meses, porém, uma série de escândalos marcaram os noticiários a respeito de sua administração. A crise aumentou após a renúncia de mais de 50 integrantes de sua gestão.
As polêmicas começaram com revelações sobre uma série de festas em Downing Street – residência oficial do governo britânico – durante o início da pandemia de Covid-19. O premiê também sofreu uma acusação de corrupção depois que mensagens revelaram que ele havia pedido fundos a um doador do Partido Conservador para reformar sua residência em Downing Street.
No entanto, a principal e mais recente causa da crise está ligada ao parlamentar Chris Pincher, demitido na última quinta-feira (30) em meio a alegações de que Johnson o havia nomeado para seu governo mesmo sabendo de acusações de má conduta sexual. Inicialmente, o Johnson negou que soubesse qualquer coisa a respeito da questão.
A situação envolvendo Pincher foi revelada no dia 30 de junho pelo jornal The Sun, que publicou que o parlamentar apalpou dois homens em um clube privado em Londres. Em poucos dias, a mídia britânica publicou informações de, pelo menos, seis outros casos de suposta conduta sexual inapropriada de Pincher nos últimos anos.
Após problemas para explicar a questão, a equipe de Johnson disse que ele tinha conhecimento das acusações, mas que elas haviam sido “resolvidas”. Na manhã de terça (5), um ex-funcionário público do Ministério das Relações Exteriores revelou que Johnson havia sido informado pessoalmente sobre o resultado de uma investigação a respeito de Pincher.
Informações Pleno News
Jornalista deu declarações durante entrevista a Tucker Carlson, da Fox News

O jornalista Glenn Greenwald afirmou que o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, tem sido censurado por plataformas de tecnologia. Ele deu declarações durante uma entrevista ao programa de Tucker Carlson, da Fox News.
– Ele tem sido repetidamente censurado por grandes plataformas de tecnologia. Quando falou sobre Covid, estava sendo censurado. Ao falar das próximas eleições estava sendo censurado. Então, basicamente, Facebook e Google estão ditando aos brasileiros o que eles podem ou não podem ouvir, incluindo o que vem do presidente eleito de forma democrática deles. Não importa o que você pensa de Bolsonaro, deveria achar que isso é um problema sério – comentou Glenn.
– É uma dinâmica muito semelhante ao que aconteceu nos Estados Unidos, onde todo o establishment se uniu contra Trump. Todas essas instituições, que liberais e a esquerda sempre reprovaram, os neocons, o aparato de segurança e a mídia corporativa, passaram a ser vistos de forma favorável. (…) Isso aconteceu aqui – acrescentou.
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