
Se a eleição para o Governo do Estado fosse hoje (13) o pré-candidato ACM Neto (União Brasil) venceria no primeiro turno. É o que aponta a segunda pesquisa Informe Baiano/Séculus realizada entre os dias 06 e 09 de junho. Foram três cenários pesquisados para o cargo majoritário na Bahia.
No levantamento espontâneo, quando não são apresentados aos entrevistados os nomes, o ex-prefeito de Salvador pontua 40,04%. Em segundo lugar está o ex-secretário estadual de Educação, Jerônimo Rodrigues (PT), com 8,26%. Logo depois aparecem João Roma (PL) com 5,44%; Rui Costa (PT) com 1,44%; Kleber Rosa (PSOL) com 0,33%; Giovani Damico (PCB) 0,26%; Jaques Wagner (PT) com 0,20%; Não sabem/não opinaram 41,74%; e Nenhum/nulo somam 2,29%.
No primeiro cenário estimulado (quando são apresentados os nomes dos postulantes), ACM Neto aparece com 60,55% das intenções de voto. Jerônimo, em segundo lugar, pontua 12,19%. Em terceiro está o deputado federal João Roma (PL) com 7,14%. Os professores Kleber Rosa (PSOL) e Giovani Damico (PCB) assinalam 0,79% e 0,46%, respectivamente. Nenhum/nulo somam 7,73% e não sabem/não opinaram 11,14%.

No segundo cenário estimulado, quando os nomes de Jerônimo e Roma são associados com apoiadores, há uma mudança. Neto, como candidato independente, tem 56,42%. O segundo colocado é Jerônimo, que com o apoio de Jaques Wagner, Rui Costa e Lula, alcança 19,92%. João Roma com o apoio do presidente Jair Bolsonaro atinge 8,52%. Nenhum/nulo somam 6,55% e não sabem/não opinaram são 8,58%.

Foram entrevistados 1.526 pessoas com 16 anos ou mais de forma presencial, em 72 municípios baianos, entre os dias 06 e 09 de junho deste ano. A margem de erro da amostragem é de 2,5%, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-05997/2022.
Informações Classe Política
Autoridades ainda não confirmaram a informação. Os dois desapareceram dentro da Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas, há mais de uma semana.
A mulher do jornalista britânico Dom Philips, Alessandra Sampaio, disse nesta segunda-feira (13) que o corpo dele e do indigenista Bruno Pereira foram encontrados. Eles estão desaparecidos há mais de uma semana na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas.
A informação ainda não foi confirmada pelas autoridades brasileiras. A associação indígena que denunciou o desaparecimento dos dois também não confirmou a localização dos corpos.
Segundo Alessandra, a PF lhe confirmou a localização de dois corpos, mas disse que eles ainda precisavam ser periciados para que a identificação pudesse ser feita. Ainda de acordo com Alessandra, a Embaixada Britânica, que já havia comunicado aos irmãos de Dom Phillips a localização dos corpos do jornalista e do indigenista, ratificou a informação da PF.
Bruno e Dom tinham sido vistos pela última vez no dia 5 ao chegarem a uma localidade chamada comunidade São Rafael. De lá, eles partiram rumo a Atalaia do Norte, viagem que dura aproximadamente duas horas, mas não chegaram ao destino (veja no infográfico abaixo).
No domingo (12), as equipes de busca encontraram uma mochila, um notebook e um par de sandálias na área onde são feitas as buscas pelo jornalista inglês e pelo indigenista no interior do Amazonas.
Segundo as autoridades, o material estava próximo da casa de Amarildo Costa de Oliveira, suspeito de envolvimento no crime.
Mapa mostra onde jornalista e indigenista desapareceram na Amazônia — Foto: Arte/g1
Além de indigenista, pessoa que reconhecidamente apoia a causa indígena, Bruno Pereira é servidor federal licenciado da Funai. Ele também dava suporte a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari,(Univaja) em projetos e ações pontuais.
Segundo a nota da Univaja, Bruno era “experiente e profundo conhecedor da região, pois foi Coordenador Regional da Funai de Atalaia do Norte por anos”.
Phillips morava em Salvador e fazia reportagens sobre o Brasil há mais de 15 anos para veículos como Washington Post, New York Times e Financial Times, além do Guardian. Ele também estava trabalhando em um livro sobre meio ambiente com apoio da Fundação Alicia Patterson.
Phillips e Bruno faziam expedições juntos na região desde 2018, de acordo com o The Guardian.
Equipes da Marinha, Exército e Força Nacional foram enviadas à Atalaia do Norte para auxiliarem nas buscas. O Governo do Amazonas também enviou uma força-tarefa da Secretaria e Segurança Pública do Estado composta por policis civis e militares, além de mergulhadores do Corpo de Bombeiros.
As buscas contam, ainda, com o apoio de voluntários e comunitários e indígenas da região. As forças de segurança usaram embarcações e aeronaves nas buscas.
As famílias do indigenista e do jornalista fizeram apelos pela celeridade nas buscas. A família falou sobre a angústia na espera de notícias e disse que tinha esperança que os dois tinham sofrido um acidente.
Informações G1

O engenheiro Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, afirmou que as urnas podem ser fraudadas. A empresa foi contratada pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, para auditar as eleições deste ano. O chefe do Executivo anunciou esta medida no mês passado.
Rocha disse que todo equipamento eletrônico tem risco de invasão, não havendo nenhum perfeito.
– Sim, [a urna] é passível de fraude, em tese. Do ponto de vista de ataque, todo equipamento eletrônico tem risco de invasão. Não existem equipamentos perfeitos, que não tenham erros. Se existe equipamento, existe falha eletrônica. Se existe programa, existe erro. Se existem pessoas envolvidas, existem falhas humanas e intenções malignas – disse em entrevista ao portal R7 nesta sexta-feira (10).
O engenheiro defendeu que a intenção da auditoria é tão somente dar mais transparência ao pleito eleitoral, bem como identificar oportunidades de melhoria no sistema.
– A nossa missão é procurar trazer o máximo de informação para tranquilizar a todos sobre o processo eleitoral brasileiro – afirmou.
Ainda sobre a vulnerabilidade de qualquer equipamento eletrônico, Rocha aponta que 95% das quebras nascem de falhas humanas.
– Além de quase 70% [das invasões em sistemas] nascerem dentro das organizações, estatísticas apontam para em torno de 95% das quebras nascerem de falhas humanas. Ou seja, a tecnologia não é infalível, não é perfeitamente assertiva. Por isso, a importância da auditoria para comprovar a assertividade estatística – argumentou.
Ao ser questionado sobre como vê a participação das Forças Armadas no pleito eleitoral, Rocha diz achar positivo.
– A criação da comissão e a participação das Forças Armadas nessa comissão é positiva. A questão é que os militares não são apenas militares, há os militares engenheiros, militares cientistas, militares especializados na área de segurança da informação, enfim, e são justamente esses militares técnicos que estão discutindo o pleito com o TSE – pontuou.
O engenheiro garantiu ainda que jamais houve ataque ao sistema eleitoral por parte dos militares integrantes da comissão.
– Eu posso lhe garantir que ninguém desse grupo [dos militares que fazem parte da comissão] jamais teve ou tomou qualquer medida para atacar o sistema eleitoral. Foram contribuições técnicas e pertinentes de pessoas cuja intenção é melhorar o pleito – completou.
Informações Pleno News

A ordem de falência decretada pela Justiça de São Paulo, na última quarta-feira (7), da Máquina de Vendas, controladora da Ricardo Eletro foi suspensa por um despacho da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial de São Paulo. As informações são da Folha de S.Paulo.
De acordo com o relator do despacho, o desembargador Maurício Pessoa, deve-se prosseguir com a recuperação judicial no que possível, “especialmente com a fiscalização e o acompanhamento, pela administradora judicial durante o processamento deste recurso”.
Entretanto, Pessoa ressaltou, que a própria administradora judicial, a Laspro Consultores, registrou que teria havido “esvaziamento patrimonial”.
“Neste cenário, então, cabia providenciar, com a devida transparência, clareza, rapidez, objetividade e concretude, esclarecimentos quanto à sua atividade operacional (…) esclarecendo se existem efetivamente produtos à disposição para comercialização que impacte no incremento de suas receitas”, pontuou.
Informações Bahia.ba

O governo brasileiro se solidarizou neste domingo (12) com o líder oposicionista venezuelano, Juan Guaidó, depois de o político ter sido alvo de agressões ao deixar um restaurante na cidade de Cojedes, no sábado (11).
Em sua página oficial no Twitter, o Itamaraty publicou mensagem de apoio a Guaidó e condenou as agressões. O líder oposicionista foi forçado a deixar o estabelecimento em que estava acompanhado de apoiadores do partido Voluntad Popular.
“O governo brasileiro se solidariza com o Presidente Encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, e manifesta sua condenação aos novos atos de violência dirigidos contra ele e sua comitiva, no estado de Cojedes, no dia de ontem”, disse o Itamaraty.
O governo também reafirmou o apoio à realização de eleições presidenciais “livres e justas” para superar a crise na Venezuela. “O governo brasileiro reitera seu apoio à retomada do diálogo nacional na Venezuela, com vistas à realização de eleições presidenciais livres e justas, passo necessário para a superação da crise multidimensional naquele país”, declarou.
Sobre o episódio de agressão, Guaidó disse que “os covardes da ditadura” não irão impedi-lo de estar nas ruas. “Continuaremos acompanhando todo o país em seu desejo de mudança e de reunir seus entes queridos, aqueles que a ditadura expulsou com seu ressentimento. Continuamos!”, disse em seu perfil no Twitter.
Em 2019, Juan Guaidó declarou-se presidente interino da Venezuela e foi reconhecido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente brasileiro recebeu Guaidó no Palácio do Planalto em fevereiro de 2019. Nicolás Maduro, no entanto, continua no poder como chefe de Estado venezuelano.
Créditos: Poder 360.

Relatórios elaborados pelas equipes de vigilância da Univaja (União dos Povos Indígenas do Vale do Javari) afirmam que há atuação de invasores, incluindo grupos armados, na região onde hoje estão desaparecidos o jornalista britânico Dom Phillips, do The Guardian, e o indigenista Bruno Araújo Pereira.
Os documentos obtidos pelo UOL foram encaminhados a diversos órgãos de segurança, como a PF (Polícia Federal), o MPF (Ministério Público Federal) e a Funai entre fevereiro e maio deste ano.
O Vale do Javari é a segunda maior terra indígena do Brasil. Localizada na fronteira com o Peru e a Colômbia, com acesso restrito por vias fluviais e aéreas, a região de 85 mil km² (maior que a Áustria) abriga 6.300 indígenas de 26 grupos diferentes, 19 deles isolados.
Dom e Bruno desapareceram em 5 de junho. A suspeita de lideranças indígenas é de que a dupla sumiu enquanto retornava para a cidade de Atalaia do Norte (AM) após visitarem a comunidade ribeirinha de São Gabriel (AM).
Em ofício com data de 12 de abril, enviado à Funai e à Força Nacional de Segurança Pública, a Univaja relata invasões nos rios Ituí e Itaquaí entre 13 de março e 4 de abril.
“Podemos afirmar que a invasão continua intensa e, com a cheia dos rios, quando a floresta é inundada, o aumento do ‘ingresso’ de infratores foi constatado pela EVU (Equipe de Vigilância da Univaja) em campo e por nós na cidade de Atalaia do Norte. Milhares de tracajás e tartarugas e toneladas de carne de caça e de pirarucu chegaram até a sede municipal”, relata o documento.
A rede de informações ainda afirmava que ao menos seis equipes de caçadores em embarcações de médio porte pescavam no interior da terra indígena.
“Algumas delas foram formadas por até 8 integrantes armados, em atividades há mais de 20 dias no interior da TI [terra indígena] e com mais de 900 kg de sal. Os nomes dos integrantes dessas quadrilhas, bem como seus líderes, receptadores, financiadores e métodos de atuação estão sendo repassados à Polícia Federal”, afirma o relatório.
Um episódio narrado pelas equipes de vigilância descreve ainda um ataque armado ocorrido em 2 de abril, quando um dos pontos de apoio se deparou com “três pescadores, com camisas no rosto, se evadindo da terra indígena”.
São acionados os botes e eles são iluminados com holofotes no meio do rio Itaquaí, nas proximidades do cano do lago do Jaburu. Os infratores reagiram atirando sete vezes com espingarda contra a equipe da EVU, que recua ao ver eles adentrando no igapó na margem esquerda do Itaquaí”
Relatório das equipes de segurança da Univaja
Segundo o documento, a Base de Proteção da Funai foi acionada após a ocorrência, mas não foi autorizada a saída da equipe.
Em reunião com a PF, o MPF e a Univaja, o comandante da Força Nacional de Segurança Pública justificou a medida em razão do “baixo contingente na base naquele momento (2 policiais) e a carência de equipamentos logísticos na embarcação à disposição da Funai, sobretudo holofotes”.
Embora não identificado pelo nome, o apelido “Pelado” é citado no relatório da Univaja. Segundo o documento, no fim da noite de 3 de abril, quando a equipe de segurança estava finalizando as atividades, foi enviada a informação de que “Pelado”, morador da comunidade São Gabriel e de Benjamin Constant, estaria com “outros 4 ou 5 infratores pescando no interior da terra indígena”.
“‘Pelado’ tem sido apontado como um dos autores dos diversos atentados com arma de fogo contra a Base de Proteção da Funai entre 2018 e 2019”, diz o relatório.
Um dos suspeitos de envolvimento no sumiço do jornalista e do indigenista, Amarildo da Costa de Oliveira, 41 anos, também é conhecido como “Pelado”. Na quinta-feira passada (9), a PF pediu a prisão preventiva dele após encontrar vestígios de sangue em sua lancha, e testemunhas relatarem à Polícia Militar terem visto “Pelado” seguir a embarcação que levava Dom e Bruno.Imagem: Arte/UOL e Folhapress
Há relatos, ainda, de embarcações de médio e grande porte na região voltadas para a caça e pesca na terra indígena.
Segundo o relatório, foram mapeadas somente em 15 de março cerca de “5 embarcações de grande porte (13 metros, caixa de gelo de 8 toneladas, e carga total de aproximadamente 12 toneladas) nas proximidades da Base de Proteção da Funai na boca do rio Ituí, estando três delas entre a comunidade São Rafael e a base”.
Foram mapeados também diversas estradas para embarcações menores, como canoas motorizadas de 9 a 12 metros, com capacidade de carga de até cinco toneladas.
No mesmo dia 15 de março, as equipes de vigilância descrevem que uma embarcação de médio porte conduzida por uma equipe de pesca de um homem conhecido como “Cabôco” conseguiu “sair tranquilamente da terra indígena pelo igapó, entre a Base da Funai e o Lago Jaburu”.
“Dois dias depois, centenas de tracajás e tartarugas estavam sendo comercializados em Atalaia do Norte”, disse.
Os relatórios das equipes de vigilância foram encaminhados a órgãos de segurança, controle e fiscalização, como a PF, o MPF (Ministério Público Federal) e a Funai.
Em nota, o MPF afirmou que instaurou um procedimento administrativo a partir dos relatórios em novembro do ano passado e, a partir dele, abriu um inquérito policial na semana passada para apurar os crimes praticados por invasores.
“Em novembro de 2021, o MPF realizou missão institucional à região com a Univaja para acompanhar os trabalhos e assegurar que tudo estava sendo realizado conforme as regras. A reunião de apresentação dos resultados das atividades da EVU ao MPF foi realizada em março, após passado o novo período de restrições devido à pandemia, ocasião em que o MPF destacou a importância de haver uma parceria direta com a Polícia Federal e a Força Nacional para que as irregularidades constatadas pela EVU fossem comunicadas e apuradas pelas autoridades competentes”, narra a Procuradoria.
O MPF diz ainda que, em maio, realizou missão institucional in loco em Atalaia do Norte, “durante a qual reforçou, entre outros assuntos, a necessidade de trabalho conjunto entre a EVU e as forças policiais para resguardar a segurança dos membros da entidade”.
A PF respondeu a reportagem dizendo que informações relacionadas à Operação Javari serão unificadas e expedidas diariamente à imprensa. A Funai ainda não respondeu. O espaço segue aberto a manifestações.
Informações UOL

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a maior apreensão em quantidade de droga do ano de 2022. Foram 16,1 toneladas de maconha apreendidas na madrugada do sábado (11), em Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.
O casal que transportava a droga – um homem de 29 anos e uma mulher de 41 anos – foi preso no km 30 da rodovia estadual MS-164 em um veículo com placa de São Paulo.
Segundo a PRF, o homem disse que transportava soja, mas deu respostas contraditórias às perguntas dos policiais e demonstrou um nervosismo exagerado com a abordagem policial.
Após os policiais dizerem que realizariam vistoria no semirreboque, o condutor confessou que transportava produtos ilícitos junto à carga de soja.
O homem disse, ainda segundo a polícia, que receberia R$ 10 mil para levar a droga até Santos (SP). Já a mulher negou saber da existência da droga.
O valor da droga apreendida ultrapassa R$ 34 milhões.
Ponta Porã fica na fronteira com Paraguai, a 316 quilômetros da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.
*AE

As cantoras Maiara e Maraísa e o escritório WorkShow, responsável pela carreira de Marília Mendonça não podem mais usar a marca “As Patroas”. Caso a medida seja infligida, será gerada uma multa de R$ 100 mil.
A decisão foi publicada no dia 8 de junho, deferida pelo juiz substituto Argemiro de Azevedo Dutra, da 2ª Vara Empresarial de Salvador. De acordo com a Justiça, a cantora Daisy Soares, que canta utilizando o termo desde 2014, é a real dona da marca, usada desde o início da carreira.
Em 2017, Daisy conseguiu a patente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Segundo a cantora, o empresário de Marília Mendonça, Wander Oliveira, teria feito um pedido da mesma marca, e manteve contato, alegando que usaria o título apenas para uma festa.
*Secom

O empresário Luciano Hang rebateu uma coluna publicada por Miriam Leitão no jornal O Globo sobre o projeto de lei que reduz o ICMS de combustíveis. A jornalista escreveu que a redução do ICMS iria empurrar a inflação para 2023 e seria considerado um “estelionato eleitoral”.
O dono das Lojas Havan “lamentou” que Miriam torça contra o Brasil e a mandou ir para a Venezuela.
– Deve ser difícil ter que torcer todos os dias contra o Brasil. Sempre o mesmo mimimi. Estelionato eleitoral é ser comunista desde criança e depois de velha não ter a coragem de admitir. Sai do armário Miriam e vá para Venezuela. Lá tudo o que você prega deu certo – escreveu Hang nas redes sociais.
Além de Hang, o presidente Jair Bolsonaro (PL) também rebateu a jornalista. Em sua live semanal na última sexta-feira (10), o chefe do Executivo disse não que existe notícia boa com Miriam.
– Não tem notícia boa com ela. E essa senhora aqui, para o sistema Globo, é uma grande economista do Brasil – apontou
– Temos uma matéria aqui, da nossa querida Miriam Leitão. Redução do ICMS empurra inflação para 2023 e é estelionato eleitoral. Então, pegando a matéria dela e fazendo ao contrário, se eu tivesse aumentando impostos, não seria estelionato eleitoral. Não vou discutir com a Miriam Leitão – declarou o presidente, além de ironizar que a Globo a considera uma grande economista.
*Pleno.News

A Secretaria de Saúde de São Paulo informou que os dois pacientes confirmados com varíola dos macacos no estado estão em bom estado e em isolamento, um deles no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o outro em casa.

Na última quinta-feira (9), o governo paulista confirmou o primeiro caso no país: um morador da capital paulista que está internado no Emílio Ribas, com boa evolução do quadro clínico.
A segunda ocorrência da doença foi detectada em um homem, de 29 anos, que está isolado em sua residência em Vinhedo, no interior do estado.
A varíola dos macacos, em inglês monkeypox, é uma doença viral rara, transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias.
Ela pode ser transmitida ainda pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente. Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões.
De acordo com a Secretaria de Saúde, os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.
Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido utilizado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.