Ação da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal ocorreu no município de Feira de Santana

A Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar apreenderam 53 kg de maconha em um veículo de passeio, na madrugada de domingo (4), no km 429 da BR-116, em Feira de Santana.
Durante a abordagem ao Fiat Palio branco, os dois ocupantes informaram que pegaram a droga no município de Canarana e que receberiam a quantia de R$ 3.000,00 para fazer o transporte até Savador.
Diante dos fatos, os homen e as drogas foram encaminhados à Polícia Civil.
A apreensão ocorreu durante a realização de bloqueio coordenado que visa coibir Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), Crimes Violentos Patrimoniais (CVP) e Tráfico de drogas.
Informações Acorda Cidade

A vida acaba, mas a forma como se escolhe viver acaba perdurando para além do fim da existência terrena. Esse é um bom ponto a partir do qual se poderia começar uma das muitas discussões acerca de “Amigas Improváveis” (2019), da sino-canadense Aisling Chin-Yee.
Uma história protagonizada por mulheres (quatro), dirigida por uma mulher, e que, por óbvio, privilegia o olhar feminino sobre as relações e o mundo, pode ser tendenciosa — e o é em diversos momentos. Em defesa do trabalho de Chin-Yee pode se contra argumentar que produções em que a presença de homens é hegemônica também se prestam ao triste papel de libelo de comportamentos ultrapassados, malgrado muitos entre esses façam questão de ignorar que o processo de emancipação feminina é muito recente, por mais que grande parte das mulheres sempre tenha trabalhado, e não por gosto, não por terem gozado da oportunidade de, desde tenra idade, estudar, descobrir um campo do conhecimento que lhes despertasse um interesse maior qualquer e, por fim, conseguissem aperfeiçoar seus talentos nos bancos de uma universidade. Essa parcela da população feminina que se vira forçada a pegar no batente, muitas vezes ainda na aurora da vida, decerto não se sente em nada representada pelas protagonistas de “Amigas Improváveis”, cujo grande mérito é justamente esse: falar de um grupo social que também passa ao largo das estatísticas e do interesse sociológico.
A trama é protagonizada por quatro mulheres, mas gira em torno de um homem, mesmo que a única imagem que o espectador consiga elaborar a seu respeito seja um quadro na parede, na recepção que se segue ao seu funeral. Craig era o típico macho que, a pretexto de refazer a vida casando-se pela segunda vez, deixa um rastro de mágoa, aturdimentos, silêncios, e uma vez que essa nova união igualmente se acaba, agora pela morte, restam também assuntos muito mais áridos a se vencer e faturas muito menos subjetivas a se liquidar. De ambos os relacionamentos resultaram filhos, ou melhor, filhas, feliz ou infelizmente. Com Cami, vivida por Heather Graham, Craig teve Aster, de Sophie Nélisse; de seu segundo envolvimento mais sério, com a inconstante Rachel, uma performance louvável de Jodi Balfour, nascera Talulah, papel de Abigail Pniowsky, que certamente puxara a algum parente desconhecido, dadas sua tranquilidade e sensatez. Tudo leva a crer, à medida que a narrativa se adianta, que Craig nem sequer se dignara a esperar pelo divórcio de Cami para se envolver com Rachel.
O roteiro de Alanna Francis sublinha a imaturidade dessas mulheres, forçadas a desenvolver um modo mais prático de levar a vida, mas incapazes de reconhecerem-se responsáveis pelas escolhas que fizeram, não só vítimas da canalhice de um homem pretensamente amoroso. É muito mais simples sentir vergonha, contrabalançá-la com um sentimento de culpa que, ao menos num primeiro momento, fede a hipocrisia, e por fim, deixar tudo como sempre esteve, atribuindo à complexidade do problema um fumo denso de rancor e de ódio, mormente contra o defunto, que não vai dizer nada mesmo. Os laços de sangue entre Aster e Talulah, definidos por Craig, o garanhão sem freio, evidentemente também não lhes diz coisa alguma, e se tudo correr à luz da lógica, é recomendável a Aster esquecer de vez a meia-irmã mais nova, antes que ela também se torne adulta e reivindique seus acertos de contas. Rachel em breve não terá mais onde morar com a filha, uma vez que o companheiro deixara de honrar a hipoteca da casa há seis meses e logo tudo irá a leilão, ao passo que não consegue aceitar a oferta de Cami de se acomodar com a garota num dos quartos da mansão em que vive com Aster.
Francis pontua a todo momento a culpa, o incômodo de se ter de deparar com a gravidade das decisões erradas, que podem reverberar por muitos anos, sem se atentar sobre se ainda existe motivo para se viver tão mal. A “primeira esposa” não fora exatamente generosa ao fazer o convite e as expressões estudadamente calculadas de Graham dão ao público a sensação de que o que ela quer mesmo é provocar Rachel, testá-la, saber até que ponto é capaz de se curvar sem se partir ao meio, mesmo chegando bem próximo disso. São abordagens cruéis para uma questão que fere as quatro, umas mais que outras.
A tal sororidade, a irmandade entre mulheres, só começa a ter alguma chance passada mais da metade de “Amigas Improváveis”. A guerra de nervos travada entre Cami e Rachel — mais precisamente de Cami contra Rachel — é o que pode haver de mais contraditório e de mais comovente no enredo. Aos poucos, de suas diferenças, nasce um sentimento qualquer que passa a uni-las, como se de súbito fosse removida uma montanha de concreto que as separava e elas entendessem, por fim, que sempre estiveram no mesmo lugar, ainda que em campos, vá lá, opostos. Graham e Balfour apresentam-se em grande forma, uma contribuindo para que a outra se destaque na hora certa, mas é impossível não mencionar a aproximação das meias-irmãs Aster e Talulah, que se livram daquilo que restava quanto a se tornarem, verdadeiramente amigas, e se gostarem como tal, a despeito de serem filhas do mesmo homem. Nem sempre o sangue fala mais alto. E que bom que seja assim.
Filme: Amigas Improváveis
Direção: Aisling Chin-Yee
Ano: 2019
Gêneros: Drama
Nota: 9/10
Informações Revista Bula

Ciro Gomes (PDT) participou de uma live no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, na noite deste sábado (3/9). No fim do evento que contou com a presença de pessoas da comunidade, um morador questionou o candidato à presidência da República sobre uma polêmica declaração a respeito do conhecimento de economia pelos brasileiros que vivem nas favelas.
“Qual foi de fato o ponto da sua fala? O que aquilo representa para nós que somos do Aglomerado? Nós temos de fato entendimento menor que o dos empresários ou temos condições de entender o que você está dizendo?”, perguntou o rapaz enquanto gravava pelo celular.
Ciro se mostrou incomodado e chegou a insinuar que o homem seria seguidor do Movimento Brasil Livre, com posicionamento político à direita. “Terminou o discurso? Terminou o discurso, MBL?”. O morador respondeu dizendo que não gostava do MBL. A informação é do Correio Braziliense.
Ao explicar o episódio, Ciro deu exemplo de uma visita recente a um hospital. “Estive nessa semana em um hospital de câncer de criança. O médico falou em citologia morfológica e oncológica. Eu disse: ‘não sei que diabo é esse, me explica por favor’. Ou seja, quando a gente não entende uma coisa, não somos menores que ninguém. Foi só isso”.
A visita de Ciro ao Aglomerado da Serra ocorreu dias após uma declaração feita pelo pedetista em encontro com empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Na quarta-feira (31/8), o político disse ter feito um “comício para gente preparada”. “Imagine explicar isso na favela? É um serviço pesado”, apontou, em menção a seu plano de governo.
O episódio foi motivo de críticas até mesmo entre eleitores pedetistas. Na sexta-feira (02/09), durante evento na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, o político afirmou que a repercussão negativa é uma “hipocrisia demagógica”.
Informações TBN

A pressão sobre a Igreja na Nicarágua está aumentando a cada dia, apesar do conflito entre Estado e Igreja ser antigo, infelizmente tem se intensificado desde 2018. De acordo com informações do Portas Abertas, atualmente as igrejas estão sendo chamadas de “inimigas do Estado” e atacadas por líderes do governo.
Entre 2019 e 2022 mais de 200 incidentes afetaram diretamente os cristãos. A Assembleia Nacional, ameaçou no mês de maio, processar a liderança das igrejas e tomar suas propriedades. Isso porque, a igreja ajudou os manifestantes nos protestos de 2018.
Para o governo da Nicarágua, os protestos eram para tentar um golpe de Estado e que a igreja agiu como cúmplice, já que acolheu e ajudou feridos nas passeatas. A informação é do Portal Gospel Prime.
A população protestou em 2018 contra os atos violentos do presidente Daniel Ortega e pediu novas eleições. Nesse período, as manifestações foram reprimidas por militares.
Os cultos estão sendo monitorados e até mesmo o acesso à saúde foi negado aos cristãos.
Além disso, templos foram destruídos e líderes prejudicados psicologicamente por conta das seguidas ameaças.
“As igrejas têm sido fundamentais na crise de direitos humanos na Nicarágua e, por isso, tornaram-se alvo da perseguição indiscriminada de Ortega e seus aliados,” disse Patrícia Montenegro, do Observatório Pró-transparência e Anticorrupção.
“A igreja tem o suporte da população. Em nível nacional, a igreja foi a última instituição sólida que restou. Não há outros grupos civis que tenham escapado da perseguição”, afirma Carlos Guadamuz, advogado de Defesa dos Direitos Humanos.
Marisa Lobo, psicóloga cristã, afirma que há um sinal de alerta para os cristãos no Brasil.
“Não podemos ignorar os fatos! O cenário político atual, na América Latina, indica que o Brasil está sendo cercado, aparentemente, por governos autoritários,” afirmou.
“Tudo começou em 2018, quando as igrejas católicas da Nicarágua se ofereceram como abrigo para os manifestantes que, naquele ano, protestavam contra o regime ditatorial. O governo reprimiu com extrema brutalidade, usando a força militar. Como resultado, 355 pessoas foram mortas”, lembrou.
“Para nós, o sinal de alerta é estrondoso, pois também vivemos uma luta contra grupos que possuem o mesmo discurso desses regimes. Uma vez que nós, cristãos, não abrimos mão dos valores judaico-cristãos, entre os quais está o direito à liberdade de consciência, expressão, propriedade e iniciativa, consequentemente nos tornamos o principal alvo a ser combatido por parte dos governos autoritários”, disse ainda.
“Portanto, se tivermos uma reviravolta nos rumos do Brasil, politicamente falando, é muito provável que o espírito vingativo que hoje opera na Nicarágua, através de Ortega, passe a agir também em nosso país, se voltando contra as igrejas, principalmente as evangélicas”, concluiu.
Informações TBN

As primeiras urnas abertas foram de eleitores fora do país, mostrando uma derrota da proposta do presidente Gabriel Boric. As contagens de votos foram em diferentes países estrangeiros e já estão terminando.
A Rejeição ganhou em:
Aprovei ganhou em:
Informações TBN
Os três candidatos a prefeito em 2020, maioria dos vereadores e ex-prefeitos anunciam apoio e deixam base governista

Com a adesão do atual prefeito de Maracás, Soya Novaes (PDT), anunciada neste sábado (3), o candidato a governador ACM Neto conta agora com o apoio de todos os grupos políticos da cidade do Vale do Jiquiriçá. Não apenas a ‘banda A’ está com ele, como também a chamada ‘banda B’ e até a ‘banda C’, por assim dizer, caminharão com o ex-prefeito de Salvador.
E mais: todos deixaram a base governista para seguir com o candidato de oposição. Segundo colocado nas eleições de 2020 com 40,46% dos votos, Fábio Penna (PSD) também declarou apoio a ACM Neto visando as eleições de outubro.
Além dele, o ex-prefeito Paulo dos Anjos (PSB), que foi terceiro colocado na última disputa eleitoral, também rompeu com a base do governo do estado e manifestou apoio a Neto. Também estiveram na carreata o ex-prefeito Landulfo Spínola e os ex-vice-prefeitos Antônio Fernandes e Gutembergue Luz.
Junto a Soya, declarou apoio a Neto também o vice-prefeito da cidade, Samuel Souza (PL), e a primeira-dama do município, Guida Galvão.
Para completar, 8 dos 11 vereadores do município estiveram presentes no evento político: Zitinho do Maracujá, que é presidente da Câmara Municipal, Jó de Felício, Suzy, Renazildo do Guincho, Juarez do Torno (todos do PDT), Heugenio Meira, Renê e Noélia de Damião (todos do PSB).
Todos foram lembrados e exaltados por ACM Neto na carreata deste sábado, realizada na cidade, e que reuniu lideranças de todas as correntes políticas do município.
“Eu faço política assim, respeitando as diferenças, mas entendendo o que é melhor para a Bahia. Aqui em Maracás estamos vendo um gesto de grandeza de todas as correntes políticas da cidade. O que mostra que a nossa campanha é realmente a favor do povo da Bahia”, discursou em carro aberto logo após a carreata.

Uma briga envolvendo as torcidas organizadas do Vitória e Bahia deixou ao menos três homens feridos na Avenida Nestor Duarte, no bairro de São Cateano. A confusão aconteceu no começo da tarde deste domingo (4), horas antes do jogo do Vitória, que deve será às 17h.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou as vítimas para o Hospital Geral do Estado (HGE). Ao bahia.ba, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), confirmou que não houve morte, mas nçao deu detalhes sobre o estado de saúde dos feridos. Segundo a SMS, as vítimas têm 18, 27 e 26 anos.
De acordo com a Polícia Civil, cinquenta e três pessoas foram conduzidas por policiais militares para a Central de Flagrantes. Ainda de acordo com a corporação, a ocorrência ainda está em processo de formalização e os envolvidos ainda serão ouvidos.
*Bahia.ba

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) destacou que ainda se impressiona com o tamanho do carinho dos baianos pela história e pelo trabalho realizado por Antonio Carlos Magalhães, seu avô. Neste domingo (4), o ex-senador ACM completaria 95 anos de idade. ACM foi governador da Bahia por três vezes e é considerado por Neto o maior político da história do estado.
“Eu tenho consciência da minha responsabilidade, eu sei o tamanho do desafio que eu tenho pela frente. Eu não posso e não vou desonrar o nome do maior político da história da Bahia: Antônio Carlos Magalhães”, ressaltou o ex-prefeito de Salvador.
Neto destacou ainda que a memória de ACM segue viva no estado, e que tem observado isso em sua caminhada pela Bahia. “Não há uma só cidade da Bahia, um só canto do nosso estado onde eu chego que as pessoas não me tragam lembranças e memórias de Antônio Carlos Magalhães. São palavras de carinho e reconhecimento ao que a ACM representou para a Bahia”, frisou.
O candidato participou de um comício na cidade de Milagres na noite de sábado (02), onde foi presenteado pelo prefeito Cezar de Aderio (PP) com uma camisa com o mapa da Bahia e os dizeres da tradicional música “ACM, meu amor”, escrita em 1990 para a campanha de seu avô ao Governo do Estado. Neto não escondeu a emoção.
“Aqui está a camisa com a bandeira da Bahia, que representa o orgulho que nós temos pelo nosso estado e pelos baianos. E temos um trecho da música que mudou a história da Bahia. A sua versão original foi cantada pelos baianos no ano de 1990. Naquele momento, a Bahia vivia uma realidade difícil”, contou. “Ela foi escrita para mostrar aos baianos que era possível voltar a sonhar. Que era possível fazer desse o estado mais importante no nosso país”, acrescentou.
“E chegou a hora da Bahia iniciar, mais uma vez, uma verdadeira transformação da sua história”, destacou o candidato.
Neto ressaltou que a presença de milhares de pessoas no comício de Milagres reforça a ideia de que está no caminho certo. “Quem me conhece sabe. Eu sou um homem de muita fé. Eu acredito em destino. Eu acho que tudo tem uma razão, nada é por acaso. Vejam vocês, nós estamos aqui hoje, no dia 3 de setembro, nesta noite em Milagres. É o oitavo evento que eu participo no dia de hoje. E aqui em Milagres eu sou recebido por essa festa maravilhosa, com esse presente na véspera da data de comemoração do aniversário de meu avô. Com o povo nas ruas, com essa manifestação de confiança”, finalizou.
*Bahia.ba

PT desiste de campanha com Jerônimo nas regiões Oeste e Extremo Sul da Bahia, diz coluna
Conforme a coluna Alô Alô Política, a cúpula do PT baiano já jogou a toalha para qualquer possibilidade de crescimento do candidato ao governo do Estado, Jerônimo Rodrigues, nas regiões Oeste e Extremo Sul da Bahia. Com a consolidação do favoritismo de ACM Neto (União Brasil) e a falta de progresso do ex-secretário da Educação nas duas localidades, caciques do partido admitem que a situação dificilmente será revertida e, com isso, não devem mais priorizar atos de campanha nas regiões.
Outra razão, seria a força do capital político que o vice-governador João Leão (PP), candidato a deputado federal e seu filho, o deputado federal Cacá Leão (PP), candidato ao Senado na chapa de ACM Neto, possuem nestas regiões. Pai e filho estão ‘fechados’ com maioria das lideranças, além dos prefeitos e prefeitas das regiões Oeste e Extremo Sul da Bahia, conforme apurou o #Acesse Política.
Nas pesquisas internas do PT, o desempenho de Jerônimo em ambas as localidades é abaixo da média – que, diga-se de passagem, já é baixa em todo estado. No Extremo Sul, garantem integrantes da base, é ainda pior, diz a coluna.
Informações Acesse Politica

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, por meio de uma liminar, o piso nacional da enfermagem aprovado pelo Congresso Nacional. A decisão do magistrado, tomada neste domingo (4), é liminar, ou seja, provisória.
De acordo com o ministro, é necessário avaliar como fica o quadro de empregabilidade na área com a nova lei. Além disso, Barroso entendeu que a mudança pode gerar problemas financeiros nos estados, além de haver risco do fechamento de leitos por falta de pessoal.
O ministro atendeu pedido da Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), que questionou a constitucionalidade da lei 14.434/2022 e alega que há risco de demissões em massa, pois o setor privado não teria condições de arcar com os novos salários.
A legislação prevê piso salarial de R$ 4.750 para os enfermeiros; 70% desse valor aos técnicos de enfermagem; e 50% aos auxiliares de enfermagem e parteiras. Barroso ressaltou a importância dos profissionais para o serviço de saúde e para o país. No entanto, afirmou que a lei foi aprovada sem prever estratégias para custear os novos valores.
“No fundo, afigura-se plausível o argumento de que o Legislativo aprovou o projeto e o Executivo o sancionou [em agosto] sem cuidarem das providências que viabilizariam a sua execução, como, por exemplo, o aumento da tabela de reembolso do SUS à rede conveniada. Nessa hipótese, teriam querido ter o bônus da benesse sem o ônus do aumento das próprias despesas, terceirizando a conta”, declarou.
Barroso deu 60 dias para que entes públicos como o Ministério do Trabalho e Previdência, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde se manifestem sobre o tema. Após isso, o caso pode ser levado para julgamento no plenário virtual para que os demais ministros decidam se confirmam ou não a liminar que mantém o piso suspenso.
R7