
Nesta sexta-feira (28) foi divulgada a última pesquisa nacional Modalmais/Futura sobre as eleições 2022. O levantamento traz como foco a disputa entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Esses números mostram um forte empate técnicoentre os candidatos, com leve vantagem para Bolsonaro. Nos votos totais, o presidente detém 47,2% das intenções de voto, enquanto Lula fica com 46,6%.
Nos votos válidos, que excluem abstenções e indecisos, a distância entre os adversários é a mesma. Bolsonaro fica com 50,3%, Lula 49,7%. Compare com pesquisa anterior AQUI.
A pesquisa ouviu por telefone 2000 eleitores entre os dias 24 e 26 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e seu índice de confiança é de 95%. O levantamento possui registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-07903/2022.
Informações TBN
Candidato destaca que os mais pobres são os mais afetados pela demora na regulação e diz que vai zerar fila para procedimentos de socorro à vida

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) destacou que, se for eleito, pretende zerar a fila da regulação no atendimento de saúde pública estadual para procedimentos de socorro à vida – como infarto, partos de emergência, quadros de AVC ou politraumatismos. Neto participou de entrevista na TV Bahia na noite desta quinta-feira (27). Estava marcado para a ocasião um debate, porém o adversário Jerônimo Rodrigues (PT) faltou pela quarta vez seguida neste segundo turno a um encontro entre os postulantes.
Neto destacou que os mais afetados pela demora no atendimento hospitalar são os mais pobres, justamente aqueles a quem o governo do estado diz priorizar. “Quem mais sofre com a fila da regulação são as pessoas mais pobres, porque quem tem dinheiro paga um serviço particular ou o plano de saúde. Mas o pobre depende do serviço público, e é para essas pessoas que eu quero governar a Bahia”, ressaltou.
“Quando a gente olha o mapa da Bahia, quase todas as regiões carecem de hospitais de atendimento especializado e de leitos de UTI. São verdadeiros buracos assistenciais. Nós vamos construir unidades regionais, e fazer parcerias com as prefeituras para transformar hospitais municipais em microrregionais. Além disso, vai ser fundamental ampliar os serviços de saúde”, afirmou.
Neto falou que o foco da sua gestão, caso eleito, será criar um sistema integrado, ágil e inteligente para garantir que a regulação funcione. “O que falta hoje é gestão. Milhares de pessoas morrem todos os anos esperando na fila da regulação. Na região de Feira de Santana, morreram mais de 340 pessoas esperando um internamento hospitalar só este ano”, lamentou o ex-prefeito de Salvador.
“Eu tenho compromisso com a palavra e com a seriedade. Não dá para acabar com a regulação, mas dá para fazer a fila andar. Mudando a gestão da regulação, trazendo sistema, profissionais e tecnologia”, acrescentou durante a entrevista.
O candidato pelo União Brasil fez questão de pontuar que, apesar do que o seu adversário tem dito, o PT está há 16 anos no poder e não conseguiu resolver esse problema que é tão essencial à vida dos baianos. “Agora, o candidato Jerônimo Rodrigues tem coragem de dizer que vai resolver a fila da regulação. Ele, com o currículo que tem, promete isso. Será que dá para acreditar? Não dá, não”, disse.
O candidato ponderou ainda que tem experiência política, e que está preparado para enfrentar os desafios e apresentar soluções para os problemas que mais atingem a vida da população da Bahia. “No primeiro dia da próxima gestão, a Bahia vai ter um governador que saberá tomar as decisões”, destacou Neto.
“Fui prefeito de Salvador, e durante oito anos fizemos um trabalho que transformou a realidade da capital. Eu tenho convicção de que com uma boa equipe, planejamento e focando no essencial, a gente vai entregar um futuro melhor para todos os baianos”, acrescentou o candidato.
Levantamento ouviu 1.810 eleitores presencialmente, entre os dias 23 e 27 de outubro; margem de erro é de aproximadamente 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos

Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) Arte CNN
Levantamento Tullett Prebon Brasil/Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (28) para o segundo turno da disputa pelo governo de São Paulo mostra Tarcísio de Freitas (Republicanos)com 58,6% dos votos válidos.
O candidato do PT, Fernando Haddad, aparece com 41,4%. O segundo turno das eleições está marcado para 30 de outubro.
Os votos válidos, que excluem os votos em branco e nulos, determinam o resultado das eleições. Nas disputas para presidente e governador, o candidato que atinge mais de 50% dos votos válidos vence o pleito.
A pesquisa foi encomendada pela corretora de valores Tullett Prebon Brasil e entrevistou, presencialmente, 1.810 pessoas entre os dias 23 e 27 de outubro.
A margem de erro é de aproximadamente 2,4 pontos percentuais, para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo SP-03568/2022.
Pesquisas eleitorais mostram uma tendência e, não necessariamente, correspondem ao resultado das urnas. Não é uma ciência exata e as amostragens são limitadas. A CNN Brasil divulga os dados de 11 institutos tradicionais por entender que as pesquisas são uma ferramenta importante para análise do eleitor.
Votos válidos:
Votos totais:
O Instituto Paraná também divulgou dados sobre a disputa presidencial no estado. O presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece à frente, com 57,3% das intenções de votos válidos. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 42,7%.
Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 51,6%, e Lula, 38,5%. Brancos e nulos representam 5,2%, e os que não sabem ou não responderam, 4,7%.
A pesquisa para presidente foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07426/2022.

O Instituto Paraná divulgou hoje um novo levantamento realizado com eleitores de São Paulo sobre o segundo turno da corrida ao Planalto, entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT), agendado para o próximo dia 30.
A pesquisa aponta que o atual presidente da República tem 51,6% das intenções de voto no estado, contra 38,5% do petista. Brancos e nulos somam 5,2%, enquanto os que não sabem/não responderam totalizam 4,7%. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais. Na sondagem anterior, Bolsonaro (à direita na foto) tinha 51,9%, ante 38,2% de Lula (à esquerda na foto).
Considerando os votos válidos, o presidente aparece com 57,3% e o petista, com 42,7%. Na semana passada, Bolsonaro tinha 57,6%, contra 42,4% de Lula.
Foram ouvidas 1.810 pessoas entre os dias 23 e 27 de outubro. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-07426/2022.
Informações TBN

ACM Neto (União Brasil), candidato ao governo da Bahia, criticou o adversário Jerônimo Rodrigues (PT) por faltar ao último debate, que ocorreria na noite de hoje na TV Bahia (afiliada da TV Globo). Ele classificou a atitude do petista como “desrespeito” ao eleitor que aguardava um “confronto de ideias”.
Com a ausência do petista, que fechou o primeiro turno à frente, com 49,45% dos votos, o ex-prefeito de Salvador foi entrevistado por 30 minutos pela jornalista Graziela Azevedo. O formato já havia sido acordado com representantes de ambas as campanhas.
Informações TBN

Termina neste sábado (29), véspera do pleito do dia 30, o prazo para que os eleitores baixem ou atualizem o e-Título, versão digital que substitui o título de eleitor em papel nas eleições de 2022.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta o eleitorado a seguir regras de utilização e baixar ou atualizar o e-Título o quanto antes, “para evitar dificuldades que possam surgir ao deixar a emissão para a última hora”.
Implementado em 2018, o e-Título pode ser baixado nos celulares para serem apresentados no momento da votação, caso esteja atualizado e com foto. Ele pode ser utilizado também para consultas sobre local de votação, bem como para justificar ausência às urnas, emitir certidão de quitação eleitoral e nada consta criminal, entre outros serviços.
Segundo o TSE, até as vésperas do primeiro turno cerca de 30 milhões de eleitores ativaram o aplicativo no Brasil e no exterior. Desse total, 13 milhões de ativações foram feitas em 2022.
O download do e-Título é gratuito e pode ser feito em celulares e tablets, para os sistemas Android e iOS, via App Store e Google Play.
“É preciso que você já tenha um registro na Justiça Eleitoral para liberar o título digital, que pode ser acessado a qualquer momento. Após baixá-lo, basta inserir os dados pessoais solicitados e responder a algumas perguntas. Para validar o acesso, as informações são cruzadas com as que constam no sistema da Justiça Eleitoral”, explica o TSE.
Aegundo o tribunal, eleitores que já têm o e-Título devem verificar se está tudo certo, mantendo o app atualizado. Dificuldades costumam ser resolvidas com a reinstalação do aplicativo. “Porém, a orientação é que eleitores não deixem para a última hora, pois no dia da eleição não será possível resolver eventuais problemas com o uso do app”.
Informações Agência Brasil

Cássia Kis, 64 anos, tem sido evitada por colegas nos bastidores de “Travessia”, novela, que segundo ela, marcará sua aposentadoria.
Pessoas envolvidas na novela contaram que Cássia, há mais de um mês, vem convocando – pessoalmente e por meio do grupo de WhatsApp do elenco – que colegas rezem para que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não ganhe as eleições.
Ela encaminha vídeos de orações e manda notícias relacionadas à política.
O discurso, repetido muitas vezes, é o mesmo feito no lançamento de “Travessia”, quando, em entrevista para a imprensa, defendeu Jair Bolsonaro (PL) e citou profecia: “Brasil vai derramar sangue”.
Informações TBN

O CEO da Tesla, Elon Musk, demitiu vários altos executivos do Twitter depois de assumir oficialmente o controle da empresa na noite de quinta-feira, de acordo com vários relatórios.
David Faber, da CNBC, informou na noite de quinta-feira que o CEO do Twitter, Parag Agrawal, e o CFO Ned Segal “deixaram” a sede do Twitter e “não retornarão quando a era Musk começar”.
Pessoas familiarizadas com o assunto disseram ao The Washington Post que a mudança ocorreu após o fechamento do acordo de US$ 44 bilhões de Musk para a aquisição da empresa.
Eles disseram ao veículo que Agrawal e Segal , assim como Vijaya Gadde, chefe de política legal, confiança e segurança, foram retirados do prédio após serem demitidos.
O titã da tecnologia fez sua primeira oferta de US$ 44 bilhões para adquirir a plataforma de mídia social em abril, depois procurou desistir do acordo semanas depois devido a preocupações com seu volume de contas falsas e spam. O Twitter acabou processando Musk por violar o acordo original, enquanto Musk rebateu, alegando fraude.
Os dois lados estavam programados para se reunir em um tribunal de Delaware no início deste mês para resolver a disputa antes que Musk reenvie sua oferta original de US$ 44 bilhões, sem explicação. Musk não foi encontrado para comentar. Em um comunicado, o Twitter disse que planejava fechar o acordo com Musk pelo preço original acordado.
O acordo promete reformular um importante fórum para discurso online pouco antes da eleição de 8 de novembro. Musk, desde o início de sua oferta pública de aquisição, esboçou uma visão para o Twitter que inclui mais liberdade de expressão.
“Queremos ter a percepção e a realidade de que o discurso é o mais livre possível”, disse ele em uma conferência em abril.
No mês seguinte, Musk disse que reverteria a proibição permanente de Donald Trump da plataforma . O ex-presidente já havia declarado que não retornaria à plataforma e permaneceria em sua rede Truth Social.
Na quinta-feira, Musk escreveu uma mensagem destinada a tranquilizar os anunciantes de que os serviços de mensagens sociais não se transformariam em “um inferno livre para todos, onde qualquer coisa pode ser dita sem consequências!”
“A razão pela qual adquiri o Twitter é porque é importante para o futuro da civilização ter uma praça digital comum, onde uma ampla gama de crenças possa ser debatida de maneira saudável, sem recorrer à violência”, disse Musk na mensagem. “Atualmente, existe um grande perigo de que as mídias sociais se fragmentem em câmaras de eco de extrema direita e extrema esquerda que geram mais ódio e dividem nossa sociedade.”
Musk chegou à sede do Twitter no início desta semana carregando uma pia e escreveu: “Entrando na sede do Twitter— O objetivo era fazer um trocadilho com a expressão “let that sink in”, indicando que as pessoas devem aceitar a situação — neste caso, a compra da rede social por ele.
Informações TBN

O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participam nesta sexta-feira, 28, às 21h30, do debate na TV Globo com os candidatos à Presidência no segundo turno. Será o último encontro antes da eleição, domingo, 30. Mediado pelo jornalista William Bonner, o evento será transmitido ao vivo pela TV Globo, pela GloboNews e pelo g1, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. As regras foram definidas pela organização em parceria com representantes dos partidos.
O debate será dividido em cinco partes. A ordem em que os candidatos farão as perguntas em cada bloco, assim como as considerações finais, foi definida por sorteio com a presença de representantes das campanhas de Lula e Bolsonaro. 1º e 3º Blocos O primeiro e o terceiro serão de temas livres, com duração de 30 minutos. Cada candidato terá 15 minutos e deverá administrar seu tempo entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Bolsonaro abre o primeiro bloco e Lula, o terceiro bloco.
2º e 4º Blocos
O segundo e o quarto blocos serão de temas determinados e terão duração total de 20 minutos, com dois debates de 10 minutos. Os temas serão escolhidos pelos candidatos entre os seis oferecidos pela TV Globo em um telão. Cada candidato terá cinco minutos para debater e deverá administrar seu tempo entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Cada tema só poderá ser escolhido uma única vez, sem repetição. No segundo bloco, Lula inicia as perguntas. No quarto bloco, quem começa é Jair Bolsonaro.
5º Bloco
No quinto bloco, cada candidato fará as suas considerações finais. Luiz Inácio Lula da Silva é o primeiro e Jair Bolsonaro, o segundo.
Informações TBN
Na TV Bahia, debate foi transformado em entrevista com candidato do União Brasil devido à ausência do petista

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) criticou a ausência do seu adversário, Jerônimo Rodrigues (PT), em todos os debates do segundo turno das eleições da Bahia e questionou o currículo do postulante petista, que tem como marcas o fechamento da EBDA, órgão que dava apoio técnico aos produtores rurais, e o fato de ter deixado a Bahia com a segunda pior nota do país na educação.
O embate, marcado pela TV Bahia para a noite desta quinta-feira (27), foi o quarto seguido ao qual o petista não compareceu. Como alternativa, a emissora realizou uma entrevista de 30 minutos com o ex-prefeito de Salvador. Seguindo as regras pré-estabelecidas em reunião, Neto teve a oportunidade de apresentar duas perguntas que faria a Jerônimo caso o adversário comparecesse. Na primeira delas, o candidato do União Brasil perguntou sobre o histórico da vida pública do petista.
“Jerônimo, o senhor teve várias oportunidades, ao longo da sua vida, de mostrar serviço para a população. Dentre elas, foi secretário estadual de Desenvolvimento Rural e o resultado do seu trabalho foi extinguir a empresa do governo que cuidava do apoio técnico ao pequeno agricultor. Depois, foi secretário estadual de Educação e o resultado foi ter deixado a Bahia entre as piores qualidades de educação do Brasil. Com esse currículo, você acha que tem condições de ser governador do nosso estado?”, perguntou Neto.
Na segunda, Neto questionou a capacidade de Jerônimo de governar com um presidente que não seja do mesmo partido. “Nós temos um cenário indefinido em relação à sucessão presidencial, que vai ser decidida no domingo pelos brasileiros. Eu estou preparado para governar a Bahia, seja com Lula ou com Bolsonaro, como fiz por oito anos como prefeito de Salvador. Inclusive, governei com Dilma, do PT, e com Bolsonaro. Você disse recentemente em entrevista que só poderia cumprir o seu plano de governo caso o presidente fosse do seu partido. E caso não seja, como ficaria a Bahia?”, disse.
Sobre a ausência de Jerônimo em todos os debates do segundo turno, Neto lembrou que é, sobretudo, um desrespeito ao eleitor baiano. “Já no primeiro turno, eu tinha dito a ele: ‘Jerônimo, marque o lugar, o horário, diga qual o dia que você quer e eu vou debater com você, olhando no seu olho’. Porém, ele não aceitou. Antes de tudo, meu caro telespectador, isso é um desrespeito a você, que tinha o direito de acompanhar o confronto de ideias, meu e de Jerônimo”, disse.
ACM Neto também disse que Jerônimo não quis comparecer aos debates para manter o seu currículo escondido dos eleitores. Como, por exemplo, o fato de ter sido secretário municipal de Aiquara, cidade natal do petista, numa gestão marcada pela cassação do prefeito e por oito meses sem o pagamento do funcionalismo público.
“Além disso, foi secretário de Educação da Bahia no período da pandemia e se recusou a dar alimento aos nossos alunos. Na época, eu era prefeito e a primeira coisa que fiz foi dar cesta básica para todos os alunos da rede municipal de ensino, além de criar auxílios para ajudar os mais pobres. Jerônimo se recusou e foi necessário que a Defensoria entrasse na Justiça e, aí sim, fosse obrigado a dar alimento aos estudantes da rede estadual”, disse.
Por fim, o candidato do União Brasil citou que Jerônimo tenta esconder também que a cidade de Aiquara, cidade natal do candidato petista, tem o quinto pior IDEB da Bahia, justamente na rede estadual que ele comandava. “É por isso que não veio ao debate hoje. Mas, tenho certeza que você, eleitor, nesses próximos três dias, vai ter a oportunidade de avaliar essa ausência dele. Porque, às vezes, a ausência fala mais do que qualquer palavra que dissesse aqui hoje”, finalizou.