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Os motoristas que têm carros com placas terminadas em 7 e 8 precisam ficar atentos aos prazos para o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) que, para eles, se encerram neste mês de outubro, nos dias 27 e 28 respectivamente. Esse pagamento deverá ser feito em parcela única e sem desconto.

Além disso, também vence alguns prazos de parcelamentos feitos anteriormente, para placas terminadas em 7, 8, 9 e 0. Neste caso, os proprietários de veículos com final 9 e 0 pagam a quarta parcela, enquanto o restante paga a última.

Segundo informações da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA), os demais prazos finais de pagamento em cota única, neste ano, são: em novembro, dia 29 para as final 9 e dia 30/11 para as de final 0.

O pagamento deve ser feito em uma agência bancária, caixa eletrônico, por aplicativo ou pelo site do Banco do Brasil, Bradesco ou Sicoob, bastando apenas apresentar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).

*Metro1
Foto: Divulgação/Sefaz


Durante evento de campanha neste domingo (9), no bairro de Plataforma, no subúrbio ferroviário de Salvador, ACM Neto (União Brasil) destacou seu currículo ao afirmar ser o nome indicado para vencer a disputa pelo governo da Bahia.

“Eu quero dizer a vocês que eu estou pronto para esse segundo turno. Eu não me preparei apenas para saber governar a Bahia, eu não me preparei apenas para ter condições de ser um grande gestor. Eu me preparei para ganhar essa eleição”, declarou o candidato, que aproveitou a oportunidade para provocar o adversário, Jerônimo Rodrigues (PT), e o governador Rui Costa (PT).

“Nós não estamos aqui apenas para tirar um grupo que governa a Bahia há 16 anos. Nós estamos aqui para fazer história, estamos aqui para mudar a Bahia de verdade. Nós estamos aqui pelo futuro do nosso estado, pelo futuro do nosso povo”, disse Neto durante a caminhada, que contou com as presenças do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), da vice-prefeita de Salvador Ana Paula Matos (PDT), da candidata a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e do prefeito de Candeias, Pitágoras Ibiapina (PP).

*Bahia.ba
Foto: Ascom / ACM Neto


Figueiredo prometeu “um bate-papo informal sem assunto proibido”

Bolsonaro participa do podcast Cara a Tapa Foto: Reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro (PL) concede neste domingo (9), às 10h, uma entrevista aos jornalistas Paulo Figueiredo e Thiago Asmar, da Jovem Pan. De acordo com a descrição da conversa na página de Figueiredo, onde o conteúdo vai ser transmitido, será “um bate-papo informal sem assunto proibido”.

Nos últimos meses, a participação de Bolsonaro em entrevistas na internet rendeu recordes de visualização. No dia 8 de agosto, quando conversou com Igor 3K no Flow Podcast, a audiência do conteúdo chegou a 574 mil usuários simultâneos e o vídeo da transmissão na íntegra passa das 15 milhões de visualizações até este domingo.

Já no dia 13, quando foi ao Cara a Tapa, de Rica Perrone, o presidente conseguiu reunir um pico de audiência simultânea de cerca de 450 mil espectadores. Até este domingo, o vídeo da transmissão completa já alcançou a marca de 5,8 milhões de visualizações.

Informações Pleno News


Supermercado

As novas regras para rótulos de alimentos no Brasil entram em vigor a partir de hoje (9). De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de mudanças na tabela de informação nutricional, a novidade é a adoção de alertas, na parte frontal da embalagem, sobre alguns nutrientes.

Informação nutricional

Uma das mudanças é que a tabela de informação nutricional passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo, segundo a Anvisa, é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem na legibilidade.

Rotulagem nutricional

Outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. Passa a ser obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 gramas ou 100 mililitros, para ajudar na comparação de produtos.

O número de porções por embalagem também passa a ser obrigatório.

A tabela deve estar localizada próximo à lista de ingredientes e em superfície contínua, sem divisão. Ela não pode ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização, exceto em produtos de embalagem pequena (área de rotulagem inferior a 100 centímetros quadrados).

Rotulagem nutricional

Rotulagem nutricional

Considerada a maior inovação das novas regras, a rotulagem nutricional frontal passa a ser considerada um símbolo informativo que deve constar no painel da frente da embalagem. A ideia, de acordo com a agência, é esclarecer, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes com relevância para a saúde.

“Para tal, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar”, destacou a Anvisa.

Alegações nutricionais

Rotulagem nutricional

As alegações nutricionais continuam sendo voluntárias. Em relação aos critérios para o uso dessas alegações, foram propostas, segundo a agência, alterações com o objetivo de evitar contradições com a rotulagem nutricional frontal.

Saiba mais

A Anvisa disponibilizou um documento com perguntas e respostas para esclarecer dúvidas em relação às novas regras de rotulagem nutricional. O conteúdo pode ser acessado aqui.

Informações Agência Brasil


Sob chuva, Verstappen conquista GP do Japão e é bicampeão da Fórmula 1

Max Verstappen, da Red Bull, é bicampeão da Fórmula 1. O holandês venceu o GP do Japão, neste domingo, no circuito de Suzuka, seguido pelo mexicano Sergio Pérez, seu companheiro de equipe, ficou em segundo, seguido pelo monegasco Charles Leclerc, da Ferrari. A decisão estava indo para o GP dos Estados Unidos no dia 23, mas na última curva na última volta, Leclerc, que estava em segundo, errou, mas voltou na frente de Pérez. O piloto da Ferrari acabou punido com cinco segundos em seu tempo, o que levou Verstappen ao título.

Verstappen, de 24 anos, soma 32 vitórias, 12 nesta temporada, alcançou os 366 pontos, contra 253 de Pérez e 252 de Leclerc. Ainda restam quatro etapas para o fim da temporada: GP dos Estados Unidos (dia 23), GP do México (dia 30), GP do Brasil (13 de novembro) e GP de Abu Dabi (dia 20 de novembro). Como foi previsto pela previsão do tempo, a largada foi realizada debaixo de forte chuva. Leclerc, em segundo no grid, chegou a liderar por alguns metros, mas Verstappen insistiu e recuperou a ponta na curva 3.

Com a pista muito molhada e um grande spray formado pelos carros, os acidentes foram se enumerado na parte de trás do pelotão. Sainz rodou sozinho e forçou a entrada do safety car. Zhou, Albon e Gasly também rodaram e a organização resolveu colocar o safety car em ação e na sequência deu bandeira vermelha paralisando a corrida na terceira volta, com Verstappen, Leclerc, Pérez, Ocon, Hamilton e Alonso nas seis primeiras colocações.

Todos os carros foram para os boxes e os pilotos se reuniram com o pessoas das equipes para analisaras condições climáticas e o que poderia ser feito nos automóveis. Já o público de 155 mil espectadores presentes em Suzuka continuou lotando as arquibancadas, apesar do aumento da intensidade da chuva. Após 2h15, os carros voltaram à pista atrás do safety car. Com três voltas foi dada a relargada com a previsão de 40 minutos de prova. Uma volta depois os carros começaram a parar para trocar o pneu de chuça elo intermediário. Alonso, Ricciardo e Mick Schumacher ficaram com as primeiras colocações por uma volta, mas logo Verstappen, Leclerc e Pérez retomaram a liderança.

Sem disputa nas primeiras colocações, as atenções ficaram para o desempenho de Russell, com a Mercedes, com belas ultrapassagens sobre Tsunoda, Norris e Latifi, chegando à oitava colocação. Hamilton não teve potência, principalmente nas retas, e não conseguiu superar a Alpine de Ocon, o quarto colocado.

Restando menos de sete minutos para o encerramento da prova, Pérez encostou em Leclerc na briga pelo segundo lugar na prova e no campeonato. Verstappen, com 16 segundos de vantagem, não tinha rival na corrida. Na última curva, Leclerc errou e passou direto, mas conseguiu ficar à frente de Pérez, mas acabou punido e perdeu a segunda colocação para o mexicano.

Confira o resultado do GP do Japão:

1º – Max Verstappen (HOL/Red Bull), em 3h01min44s004, 28 voltas

2º – Sergio Pérez (MEX/Red Bull), a 27s066

3º – Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 31s763

4º – Esteban Ocon (FRA/Alpine), 39,685

5º – Lewis Hamilton (GBR/Mercedes), 40s326

6º – Sebastian Vettel (ALE/Aston Martin), 46s358

7º – Fernando Alonso (ESP/Alpine), 46s369

8º – George Rusell (GBR/Mercedes), 47s661

9º – Nicholas Latifi (CAN/Williams), 1min10s143

10º – Lando Norris (GBR/McLaren), 1min10s782

11º – Daniel Ricciardo (AUS/Mclaren), 1min12s877

12º – Lance Stroll (CAN/Aston Martin), 1min13s904

13º – Yuki Tsunoda (JAP/Alphatauri), 1min15s599

14º – Kevin Magnussen (DIN/Haas), 1min26s016

15º – Valtteri Bottas ((FIN/Alfa Romeo), 1min26s496

16º – Zhou Guanyu (CHN)/Alfa Romeo), 1min27s043

17º – Pierre Gasly (FRA/Alphatauri), 1min28s091

18º – Mick Schumacher (ALE/Haas), 1min32s523

Não completaram a prova: Carlos Sainz (ESP/Ferrari) e Alexander Albon (TAI/Williams).

Créditos: Jovem Pan.


Dose diária de café diminui risco de doenças do coração e morte precoce, diz estudo

Beber duas a três xícaras por dia da maioria dos tipos de café pode protegê-lo de doenças cardiovasculares e uma morte precoce, segundo um novo estudo.

“Os resultados sugerem que a ingestão leve a moderada de café moído, instantâneo e descafeinado deve ser considerada parte de um estilo de vida saudável”, disse o autor do estudo, Peter Kistler, chefe de pesquisa de eletrofisiologia clínica do Baker Heart and Diabetes Institute e chefe de eletrofisiologia do Alfred, Hospital em Melbourne.

Pesquisadores descobriram “reduções significativas” no risco de doença cardíaca coronária, insuficiência cardíaca congestiva e acidente vascular cerebral para todos os três tipos de café.

No entanto, apenas café moído e instantâneo com cafeína reduziu o risco de batimentos cardíacos irregulares chamados arritmia. O café descafeinado não diminuiu esse risco, de acordo com o estudo publicado quarta-feira (28) no European Journal of Preventive Cardiology.

Estudos anteriores também descobriram que quantidades moderadas de café preto – entre 3 e 5 xícaras por dia – demonstraram reduzir o risco de doenças cardíacas, bem como Alzheimer, Parkinson, diabetes tipo 2 , doenças hepáticas e câncer de próstata.

“Este manuscrito se soma ao corpo de evidências de ensaios observacionais que associam o consumo moderado de café à cardioproteção, o que parece promissor”, disse Charlotte Mills, professora de ciências nutricionais da Universidade de Reading, no Reino Unido, em um comunicado.

No entanto, este estudo, como muitos no passado, foi apenas observacional por natureza e, portanto, não pode provar uma causa e efeito diretos, acrescentou Mills, que não esteve envolvido no estudo.

“O café faz você saudável ou as pessoas inerentemente mais saudáveis ​​consomem café?” ela perguntou. “Ensaios controlados randomizados são necessários para provar a relação entre café e saúde cardiovascular”.

Café moído e cafeinado reduziu o risco mais
O estudo usou dados do UK Biobank, um banco de dados de pesquisa que continha as preferências de consumo de café em quase 450 mil adultos que estavam livres de arritmia ou outras doenças cardiovasculares no início do estudo.

Eles foram divididos em quatro grupos: aqueles que gostaram de café moído com cafeína, aqueles que escolheram café descafeinado, aqueles que preferiram café instantâneo com cafeína e aqueles que não tomaram café.

Após uma média de 12,5 anos, os pesquisadores analisaram os registros médicos e de óbitos em busca de relatos de arritmia, doença cardiovascular, acidente vascular cerebral e morte.

Após o ajuste para idade, diabetes, etnia, pressão alta, obesidade, apneia obstrutiva do sono, sexo, tabagismo e consumo de chá e álcool, os pesquisadores descobriram que todos os tipos de café estavam associados a uma redução na morte por qualquer causa.

O fato de o café com cafeína e descafeinado ser benéfico “pode sugerir que não é simplesmente a cafeína que poderia explicar qualquer redução associada no risco”, disse Duane Mellor, nutricionista e professor sênior da Aston University Medical School, em Birmingham, em Reino Unido, em comunicado. Ele não participou do estudo.

“A cafeína é o constituinte mais conhecido do café, mas a bebida contém mais de 100 componentes biologicamente ativos”, disse Kistler, que ocupa cargos conjuntos como professor de medicina na Universidade de Melbourne e na Universidade Monash.

“É provável que os compostos não cafeinados tenham sido responsáveis ​​pelas relações positivas observadas entre o consumo de café, doenças cardiovasculares e sobrevivência”, disse Kistler.

Beber duas a três xícaras de café por dia foi associado à maior redução na mortalidade precoce, em comparação com pessoas que não bebiam café, de acordo com o comunicado. O consumo de café moído reduziu o risco de morte em 27%, seguido por 14% para o descafeinado e 11% para o café solúvel com cafeína.

A ligação entre café e um risco reduzido de doenças cardíacas e derrame não foi tão robusta: beber duas a três xícaras por dia de café moído reduziu o risco em 20%, enquanto a mesma quantidade de café descafeinado reduziu o risco em 6% e instantâneo em 9 %.

Os dados mudaram quando se tratava do impacto do café nos batimentos cardíacos irregulares: quatro a cinco xícaras por dia de café moído com cafeína reduziram o risco em 17%, enquanto duas a três xícaras por dia de café instantâneo reduziram a probabilidade de arritmia em 12%, disse o comunicado.

Mais estudos necessários
Uma limitação do estudo foi que o consumo de café foi auto-relatado em um único momento, disse Annette Creedon, cientista nutricional e gerente da British Nutrition Foundation, que é parcialmente financiada por produtores de alimentos, varejistas e empresas de serviços de alimentação.

“Este estudo teve um período médio de acompanhamento de 12,5 anos, durante o qual muitos aspectos da dieta e estilo de vida dos participantes podem ter mudado”, disse Creedon em comunicado. Ela não fez parte da pesquisa.

Além disso, o café pode produzir efeitos colaterais negativos em algumas pessoas, acrescentou. Pessoas com problemas de sono ou diabetes não controlada, por exemplo, devem consultar um médico antes de adicionar cafeína à dieta.

Esses efeitos colaterais negativos “podem ser particularmente relevantes para indivíduos sensíveis aos efeitos da cafeína”, disse Creedon. “Assim, as descobertas deste estudo não indicam que as pessoas devam começar a beber café se ainda não o bebem ou que devem aumentar seu consumo”.

A maioria dos estudos está focada nos benefícios para a saúde do café preto e não leva em consideração os açúcares extras, cremes, leites e aditivos processados ​​que muitas pessoas usam no café.

“Uma simples xícara de café, talvez com um pouco de leite, é muito diferente de um latte grande aromatizado com calda e creme adicionado”, disse Mellor.

Além disso, a forma como o café é fabricado também pode afetar seus benefícios para a saúde. O café filtrado pega um composto chamado cafestol que existe na parte oleosa do café. Cafestol pode aumentar o colesterol ruim ou LDL (lipoproteínas de baixa densidade).

No entanto, usar uma prensa francesa, cafeteira turca ou café fervente (como geralmente é feito nos países escandinavos), não remove o cafestol.

E, por fim, os benefícios do café não se aplicam às crianças — mesmo os adolescentes não devem tomar refrigerantes de cola, cafés, energéticos ou outras bebidas com qualquer quantidade de cafeína, segundo a Academia Americana de Pediatria.

Créditos: CNN.


“Democrático”: Lula promete censurar meios de comunicação, permitir queima de pneus e invasão de propriedades; VEJA VÍDEO

Em Campinas (SP), o candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva falou novamente em discurso nesse sábado (8) em regular os meios de comunicação. Além disso, o candidato considerado pela Grande Mídia como “o mais democrático”, ainda prometeu permitir manifestações com queima de pneus e invasão de propriedades rurais e urbanas.

Informações TBN


Em “Drive”, produção de 2011 do cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, o protagonista não tem nome e tem poucas falas. Interpretado por Ryan Gosling, a quem conhecemos simplesmente como motorista, somos conduzidos pela história por um sujeito que se assemelha a um caubói de algum faroeste de Sergio Leone. Com um visual descolado, lacônico, misterioso e machão, ele é a medida do anti-herói que só não detestamos, porque sabemos que há boas motivações em seu coração. Ele cuida dos seus amigos e é protetor com a mulher que ama.

À noite, o motorista é contratado para dirigir durante assaltos. Essa é sua única função no crime. Durante o dia, ele é dublê de cenas de corridas de carro no cinema. Ele está cercado de criminosos inescrupulosos e, quando se depara com a vizinha Irene (Carey Mullingan) e seu filho Benicio (Kaden Leos) nos corredores do prédio, é como se tivesse o primeiro contato com algo puro, genuinamente bom e vulnerável. Seu objetivo se torna proteger essas duas pessoas que, de tão raras, são preciosas para ele.

O pai de Benicio e ex-companheiro de Irene, Standard (Oscar Isaac), acaba de sair da prisão. Ele faz ao motorista uma oferta pouco vantajosa para que ele dirija em um assalto. O motorista aceita a oferta apenas para proteger a moça e a criança. Mas seu envolvimento com Standard e outros seres repugnantes irão desencadear muitos problemas.

Uma poesia visual futurista, “Drive” conta com uma trilha sonora de sons sintéticos e metálicos, que acompanham suas cenas de ação nos fazendo perder a noção do tempo. Com uma pegada noir, a fotografia não deixa de pincelar tons neons na tela. A gente às vezes fica em dúvida se o filme se passa nos anos 1980, no presente ou no futuro. E se existem os filmes anti-guerra, que criticam a violência gratuita, fútil e cruel da própria guerra, “Drive” se parece com um filme anti-ação. Apesar de suas cenas de corridas e lutas, parece exatamente uma crítica a esse tipo de filme, porque possui uma substância roteirística e um cuidado com a estética e a linguagem cinematográfica muito meticuloso. Ele carrega referências cinematográficas e conversa com os fãs de cinema.

Uma dessas referências, é a cena em que o motorista luta com um homem no elevador e destrói seu crânio. Para quem não se lembra, essa cena conversa com “Irreversível”, filme do franco-argentino Gaspar Noé. Na cena de Noé, é Vincent Cassel que esmaga a cabeça de um opositor em uma cena angustiante de violência explícita. Para reproduzir tamanho realismo, Refn trocou conversas com Noé para ensiná-lo a fazer o efeito similar.

“Drive” pode não agradar ao público de “Missão Impossível” ou outros filmes de ação, porque é excêntrico, profundo e rebuscado, mas com certeza irá agradar os fãs de cinema.


Filme: Drive
Direção: Nicolas Winding Refn
Ano: 2011
Gênero: Ação
Nota: 10/10

Informações Revista Bula


Veja a lista dos partidos que decidiram ficar neutros no 2º turno entre Lula e Bolsonaro

Dos 32 partidos existentes no país, 20 decidiram apoiar um dos candidatos no segundo turno da eleição para presidente — 15 estão com Luiz Inácio Lula da Silva (PT); e cinco com Jair Bolsonaro (PL). As direções nacionais de outras sete legendas optaram, porém, pela neutralidade e liberaram os diretórios estaduais para definirem escolhas — confira abaixo.

E cinco legendas ainda não se posicionaram oficialmente sobre a decisão de seus diretórios nacionais: Patriota, PRTB, PMB, PMN e UP.

Divergência pública no União Brasil

Os partidos que decidiram ficar neutros são o União Brasil, o MDB, o PSDB, o PSD, o Podemos, o Novo e o DC. Com as decisões, há correligionários em lados opostos no segundo turno e algumas divergências públicas.

No caso do União Brasil, a neutralidade foi anunciada pelo presidente do partido, Luciano Bivar, na última quarta-feira (5). “Em um partido tão grande, é natural que haja posições divergentes. Por isso, em respeito à democracia interpartidária, a direção do União Brasil decide liberar seus diretórios e filiados que sigam seus próprios caminhos, com responsabilidade, no segundo turno das eleições presidenciais e estaduais”, disse.

A posição foi contestada publicamente pelo governador reeleito de Goiás, Ronaldo Caiado, no dia seguinte. “O presidente do partido pode ter a opinião dele, mas a maioria deliberou. Em nome da maioria, comunico que marcharemos com o presidente Bolsonaro”, afirmou.

Emedebistas e tucanos dos dois lados

Integrantes do MDB foram para lados diferentes. Enquanto a senadora Simone Tebet (MS), terceira colocada na eleição para presidente, e o governador reeleito do Pará, Helder Barbalho, decidiram apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador reeleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, se aliaram a Jair Bolsonaro (PL).

O mesmo aconteceu no PSDB. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador José Serra (SP), além de outras figuras históricas do partido, anunciaram voto em Lula, mas o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, e o candidato a governador de Mato Grosso do Sul Eduardo Riedel se alinharam a Bolsonaro.

A decisão de Rodrigo Garcia deixou integrantes do governo paulista insatisfeitos — três secretários estaduais pediram demissão da administração paulista. Um dos demissionários foi o ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (PSDB), que comandava a secretaria de Projetos e Ações Estratégicas.

O PSD é outro partido com integrantes nos dois lados. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o senador Otto Alencar (BA), entre outros, são aliados do ex-presidente. O governador reeleito do Paraná, Ratinho Júnior, representa o grupo que está com o atual presidente.

Créditos: CNN Brasil.


Dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Brasil teve a maior perda de vegetação da última década no período que compreendeu governos da ex-presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento faz parte do relatório “Contas Econômicas Ambientais da Terra”, que aponta a perda de florestas e campos.

O levantamento divulgado nesta sexta-feira contém dados bienais a partir de 2010.  De acordo com o relatório, em 2010, o Brasil tinha 5,534 milhões de km² de cobertura natural, somando florestas e vegetação campestre. Dois anos depois, a área preservada havia reduzido para 5,466 milhões de km². Ou seja, uma redução de 67.726 km².

Lula ocupou a Presidência até 2010, sendo sucedido por Dilma, que ficou no poder até 2016, quando sofreu um impeachment. Entre 2010 e 2016, a média de desmatamento anual no Brasil foi de 25 mil km², maior do que a área do estado de Sergipe, que tem 21 mil km ².

Em 2018, a área coberta por vegetação era de 5,367 milhões de km². Em 2020, a redução registrada foi de 23 mil km². Ou seja, dentro do período, que atingiu o governo do presidente Jair Bolsonaro, o desmatamento anual ficou em média de 12 mil km².

Créditos: Portal R7.