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Com Ozana Barreto

Tema: Intolerância


O candidato do Republicanos ao Governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lidera a corrida eleitoral no segundo turno com 57% dos votos válidos (descontados nulos e em branco), segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (12) pelo instituto Real Time Big Data. O adversário dele, Fernando Haddad (PT), aparece com 43%.
A pesquisa do Real Time Big Data foi feita para a Record TV. Foram ouvidos 1.200 eleitores paulistas entre segunda-feira (10) e terça-feira (11). A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-08940/2022.

De acordo com o levantamento, Tarcísio também lidera na pesquisa estimulada, em que o nome dos candidatos é apresentado ao eleitor. Nesse cenário, o candidato do Republicanos tem 48%, e Haddad, 36%. Eleitores que não sabem ou não responderam são 10%, e os que disseram que votariam nulo ou em branco somam 6%.

Segundo o Real Time Big Data, Tarcísio é o candidato preferido de vários tipos de eleitor. A pesquisa mostra que ele tem 42% das intenções de voto de mulheres e 55% de homens, enquanto Haddad tem 40% dos votos femininos e 32% dos votos masculinos.

Considerando a renda mensal dos eleitores, Tarcísio tem mais votos entre os que ganham até dois salários mínimos (46%), de dois a cinco salários mínimos (45%) e mais que cinco salários mínimos (58%). Haddad tem 39%, 36% e 32%, respectivamente.

Tarcísio também aparece à frente entre os eleitores evangélicos (60%) e católicos (49%). Nesses públicos, Haddad tem 29% e 40%.

De acordo com o Real Time Big Data, Tarcísio tem a preferência de sete regiões do estado de São Paulo: Macro Campinas (53%), Norte (54%), Centro (55%), Vale do Paraíba (52%), Oeste (53%), Baixada e Ribeira (52%) e Macro Sorocaba (57%). Haddad vence na região metropolitana de São Paulo (45%). Na capital, há um empate: ambos têm 44%.

*R7


O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) comentou na noite desta terça-feira (12) os dados divulgados por mais um levantamento que coloca a Bahia na liderança do ranking de homicídios do país, registrando inclusive aumento, enquanto a maioria dos estados teve redução dos casos de assassinatos. Para o ex-prefeito de Salvador, os números alarmantes são resultado de “16 anos de uma condução inaceitável da política de segurança pública na Bahia”.

Segundo dados do DataSUS, o estado registrou 6.371 assassinatos em 2021, número que é maior do que o de 2020, quando a Bahia teve 6.336 casos. O estado lidera com quase o dobro de mortes violentas em relação ao segundo colocado, Pernambuco, que teve 3.356 casos, e com mais que o dobro em relação a São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que são mais populosos.

“Infelizmente, mais uma vez a Bahia ocupa a primeira posição no país em número de homicídios. O DataSUS revela que, enquanto muitos estados do Brasil reduziram o número de homicídios, na Bahia o que aconteceu foi o aumento. Isso tudo é resultado de 16 anos de uma condução inaceitável da política de segurança pública na Bahia. A turma que está aí pede ainda mais tempo, como se eles fossem capazes de resolver esse grave problema que, em 16 anos, só fez se agravar em nosso estado”, disse.

ACM Neto defendeu que é preciso mudar a condução da segurança pública no estado. “Eu não estou falando aqui de política, de eleição. Tudo bem, a gente está aí há poucos dias que decidiu o futuro da Bahia. Eu estou falando realmente de vidas. Eu estou falando que a gente não pode perder a nossa capacidade de indignação, de não aceitar o que está acontecendo na Bahia, de desejar, desistir, de lutar por mudança. Eu estou aqui para lutar por mudança”, salientou.

Ele ainda voltou a destacar que, enquanto a Bahia não consegue reduzir a violência, outros estados adotaram políticas que resultaram na queda dos índices. “Eu estou aqui porque eu acredito que a Bahia, assim como outros estados do Brasil fizeram, pode dar paz e tranquilidade ao seu cidadão. Mas é claro que isso não vai acontecer com quem nos governa há 16 anos. Não é mais dando tempo pra eles que fracassaram. É mudando de verdade a história da Bahia”, completou.

*Bahia.ba


Candidato a governador defende mudança, apontou que outros estados reduziram índices e disse que o atual grupo que governa o estado há 16 anos fracassou no combate à violência

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) comentou na noite desta terça-feira (12) os dados divulgados por mais um levantamento que coloca a Bahia na liderança do ranking de homicídios do país, registrando inclusive aumento, enquanto a maioria dos estados teve redução dos casos de assassinatos. Para o ex-prefeito de Salvador, os números alarmantes são resultado de “16 anos de uma condução inaceitável da política de segurança pública na Bahia”.

Segundo dados do DataSUS, o estado registrou 6.371 assassinatos em 2021, número que é maior do que o de 2020, quando a Bahia teve 6.336 casos. O estado lidera com quase o dobro de mortes violentas em relação ao segundo colocado, Pernambuco, que teve 3.356 casos, e com mais que o dobro em relação a São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que são mais populosos.

“Infelizmente, mais uma vez a Bahia ocupa a primeira posição no país em número de homicídios. O DataSUS revela que, enquanto muitos estados do Brasil reduziram o número de homicídios, na Bahia o que aconteceu foi o aumento. Isso tudo é resultado de 16 anos de uma condução inaceitável da política de segurança pública na Bahia. A turma que está aí pede ainda mais tempo, como se eles fossem capazes de resolver esse grave problema que, em 16 anos, só fez se agravar em nosso estado”, disse.

ACM Neto defendeu que é preciso mudar a condução da segurança pública no estado. “Eu não estou falando aqui de política, de eleição. Tudo bem, a gente está aí há poucos dias que decidiu o futuro da Bahia. Eu estou falando realmente de vidas. Eu estou falando que a gente não pode perder a nossa capacidade de indignação, de não aceitar o que está acontecendo na Bahia, de desejar, desistir, de lutar por mudança. Eu estou aqui para lutar por mudança”, salientou.

Ele ainda voltou a destacar que, enquanto a Bahia não consegue reduzir a violência, outros estados adotaram políticas que resultaram na queda dos índices. “Eu estou aqui porque eu acredito que a Bahia, assim como outros estados do Brasil fizeram, pode dar paz e tranquilidade ao seu cidadão. Mas é claro que isso não vai acontecer com quem nos governa há 16 anos. Não é mais dando tempo pra eles que fracassaram. É mudando de verdade a história da Bahia”, completou.


pesquisa Gerp
Pesquisa eleitoral nacional da Gerp para presidente da República| Foto: Infografia/Gazeta do Povo

Levantamento do Instituto de Pesquisa Gerp sobre a corrida presidencial, divulgado nesta quarta-feira (12), mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48% das intenções de voto. Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, está com 46%. Considerando apenas as intenções de votos válidos (excluídos os em branco, nulos e eleitores indecisos), Lula tem 51% e Bolsonaro, 49%. A margem de erro geral da pesquisa é de 2,18 pontos percentuais para mais ou para menos.

Nota da redação: O Gerp também fez pesquisas eleitorais antes do primeiro turno das eleições. A última sondagem foi divulgada em 5 de setembro, 25 dias antes da votação. Nesse levantamento, o instituto mostrava que Bolsonaro tinha 39% das intenções de votos totais (considerando brancos, nulos e indecisos), e que Lula tinha 38%. A margem de erro era de 2,18 pontos percentuais. O resultado apurado nas urnas revelou o seguinte cenário: Lula obteve 48,43% e Bolsonaro 43,3% dos votos válidos no dia 2 de outubro. Devido à distância temporal entre a realização da pesquisa e data das eleições não é possível avaliar eventuais erros ou acertos desta pesquisa no primeiro turno. A maioria dos institutos não conseguiu retratar o comportamento do eleitor no primeiro turno, principalmente daqueles que votaram em candidatos de direita. Leia mais aqui.

Intenção de voto para a Presidência da República (estimulada: votos totais)

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 48%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 46% 
  • Nenhum – 2%
  • Não sabe/não respondeu – 4%

Intenção de voto para a Presidência da República (estimulada: votos válidos)

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 51%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 49%

Intenção de voto para a Presidência da República (espontânea)

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 48%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 45% 
  • Nenhum – 3%
  • Não sabe/não respondeu – 4%

Rejeição (não votaria de jeito nenhum)

  • Jair Bolsonaro (PL) – 49%
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 46%
  • Votaria em qualquer um – 2%
  • Não votaria em nenhum – 2%
  • Não sabe – 2%

Avaliação do governo Bolsonaro 

A pesquisa também perguntou aos entrevistados neste levantamento como eles avaliavam o governo de Jair Bolsonaro: 44% responderam que consideram a gestão do presidente ruim ou péssima, 40% disseram ser ótima ou boa e 14% afirmaram considerá-la regular.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Gerp, feita com recursos próprios, entrevistou 2.095 eleitores do país, entre os dias 6 e 11 de outubro de 2022. A margem de erro é de 2,18 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral com o protocolo BR-02322/2022.

A pesquisa divulgada em 5 de setembro também foi feita com recursos próprios. Foram entrevistadas 2.095 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro em 144 municípios das cinco regiões do Brasil. A margem de erro era de 2,18 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança era de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo BR-09102/2022. O relatório completo pode ser lido neste link (PDF).

Por que a Gazeta publica pesquisas eleitorais

A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. Você pode conferir os levantamentos mais recentes neste link.

As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população. Métodos de entrevistas, a composição e o número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar o resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.

Também é importante ressaltar que as pesquisas publicadas antes do primeiro turno das eleições de 2022 apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna, no primeiro turno.

Feitos esses apontamentos, a Gazeta considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.

Informações Gazeta do povo


Índice de eleitores que afirmam que não votariam de jeito nenhum no petista cresce desde 19 de setembro e chegou a 42% em pesquisa Ipec divulgada na segunda-feira

O crescimento da rejeição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um dos temas que mais preocupam o PT na reta final das eleições. A campanha está encadeando uma série de ações para conter o aumento do desgaste da imagem do petista, como a tentativa de aproximação a personagens inicialmente refratários ao ex-presidente, o uso da presidenciável derrotada Simone Tebet (MDB) e investidas na direção aos evangélicos. 

Dados da pesquisa Ipec mostram que o índice de eleitores que declaram não votar de jeito nenhum em Lula está crescendo desde 19 de setembro, quando o percentual era de 33%. Uma semana depois, passou para 35% e na véspera do primeiro turno, em 1º de outubro, chegou a 38%. Já no segundo turno, a rejeição do ex-presidente passou de 40% para 42%

Eleições 2022: Veja quem já declarou apoio a Lula ou Bolsonaro no segundo turno

Enquanto os números apontam tendência de alta dos que rechaçam o petista, o índice de eleitores que rejeitam Bolsonaro vem caindo desde o final do mês passado. De acordo com o Ipec, em 26 de setembro, a rejeição ao presidente era de 51% e passou a 48% no levantamento divulgado ontem. 

O principal temor da campanha de Lula é o de que ele e Bolsonaro atinjam o empate técnico na semana que vem, quando haverá nova pesquisa do Ipec. Petistas calculam que até 20% dos 57 milhões de brasileiros que votaram em Lula no primeiro turno são “volúveis” e podem mudar de opinião no segundo. 

A estratégia para conter a alta da reprovação passa por Simone Tebet, presidenciável derrotada que declarou apoio a Lula. Como ela representa majoritariamente eleitores de centro, sua atuação pode reverter a rejeição ao ex-presidente nesse espectro. Recentemente, ela defendeu que a campanha do petista evite explorar o vermelho do partido, na tentativa de reduzir o constrangimento do brasileiro que cogita votar em Lula para derrotar Bolsonaro, mas não se sente identificado com o PT. 

A campanha também trabalha para reverter o cenário de reprovação junto aos evangélicos, segmento em que Bolsonaro tem ampla vantagem. Hoje, ele fará um ato em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, ao lado do prefeito da cidade, Waguinho (União Brasil-RJ), que é evangélico e ajudou a eleger sua mulher, Daniela do Waguinho, deputada federal mais votada do Rio. Além disso, a campanha avalia elaborar uma carta de compromissos voltada ao segmento religioso. 

Em outra frente, tratada internamente como a mais ambiciosa, a campanha está tentando cooptar personalidades com apelo popular, de dentro e fora da política, para o palanque de Lula. Interlocutores atuam para atrair o senador reeleito Romário (PL), correligionário de Bolsonaro, mas que se sentiu traído pelo presidente ter declarado que votou em Daniel Silveira (PTB), candidato ao senador derrotado no Rio. Apesar da rusga, porém, Romário já anunciou que votará em Bolsonaro, o que praticamente inviabiliza o flerte com o ex-presidente. Os petistas também trabalham para conseguir uma declaração de apoio, ainda que crítica, por parte de Luciano Huck, cuja mulher, a apresentadora Angélica, já se disse eleitora de Lula antes do primeiro turno. 

O núcleo duro de Lula também botará em prática medidas que, se não são capazes de baixar a rejeição ao petista, têm potencial de ampliar a de Bolsonaro. O ex-presidente manterá o tom dos ataques ao adversário, mas deverá abandonar o termo genocida, um dos mais usado para fustigá-lo até aqui. Pesquisas qualitativas encomendadas pela campanha apontam que grande parte dos eleitores não entende o significado da palavra. Por isso, a ideia é insistir na pecha de que Bolsonaro só trabalha quatro horas por dia, de que é “vagabundo”. Para isso, será explorada a cena do presidente passeando de jet ski. Essa abordagem já foi usada na propaganda eleitoral gratuita da terça-feira, em oposição à imagem de Lula como um líder que agrega apoio de diferentes setores da sociedade, que trabalha e de que ajudou o Brasil no passado. 

Nesta semana, Lula fará um tour pelo Nordeste entre quarta e sexta-feira, com agendas por Salvador (BA), Aracaju (SE), Maceió (AL) e Recife (PE). Em todos os compromissos, o petista irá explorar o fato de Bolsonaro ter atribuído sua derrota na região ao índice de analfabetismo e reforçará o orgulho de ser nordestino. A campanha almeja aumentar a vantagem de Lula na região para compensar a desvantagem do petista no Sul e no Centro-Oeste.

Informações O Globo


Petista consolidou posição no Nordeste e Bolsonaro lidera no Sul; atual presidente está à frente no Sudeste e no Centro-Oeste

Lula e Bolsonaro em foto prismada

Pesquisa PoderData realizada de 9 a 11 de outubro de 2022 mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 52% das intenções de votos válidos contra 48% de Jair Bolsonaro (PL) na corrida de 2º turno pela Presidência da República. As taxas consideram os votos válidos –os dados a algum candidato, excluindo-se brancos e nulos. É assim que o TSE(Tribunal Superior Eleitoral) divulgará os resultados na noite do domingo eleitoral de 2º turno, em 30 de outubro.

PoderData entrevistou 5.000 pessoas nesta rodada. Como o número de entrevistas é maior que nas rodadas anteriores, os resultados são mais precisos. A margem de erro do levantamento é de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo.

Lula e Bolsonaro mantiveram as taxas registradas na semana anterior, indicando um cenário estável.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos do Poder360, por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 5.000 entrevistas em 347 municípios nas 27 unidades da Federação de 9 a 11 de outubro de 2022. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual para um intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-09241/2022. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. A divulgação dos resultados é feita em parceria editorial com a TV Cultura.

“NÃO VOTO” TAMBÉM IGUAL: 8%

Considerando o conjunto total do eleitorado, Lula tem 48%, e Bolsonaro, 44%. Outros 6% pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% estão indecisos. As taxas também são iguais às apuradas na rodada anterior, de 3 a 5 de outubro. 

ESTRATIFICAÇÃO E DISPUTA REGIONAL

No Sudeste, região com mais eleitores do país, Bolsonaro tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula –situação de empate técnico.

No Nordeste, o petista segue hegemônico. Tem quase 2 em cada 3 votos válidos (64%), enquanto 36% estão com Bolsonaro.

Já no Sul, O presidente abriu vantagem de 18 pontos. Está com 59% dos votos válidos contra 41% de Lula na região.

De acordo com o cientista político Rodolfo Costa Pinto, 31 anos, coordenador do PoderData, há 2 fatores que devem ser observados com mais atenção a partir de agora: os votos da região Sudeste (sobretudo em Minas Gerais) e a possível taxa de abstenção no Nordeste. 

“No Nordeste, as taxas de abstenção do 1º turno não foram tão altas em alguns Estados. Mas sempre há uma tendência de aumento no 2º turno, como mostram os dados históricos. Isso poderia eventualmente prejudicar Lula, se o padrão de outras se repetir, claro. Já no Sudeste o presidente Bolsonaro venceu no 1º turno, está à frente e há sinais de que possa reagir em Minas Gerais, único Estado em que ficou atrás de Lula em 2 de outubro. Mas, em suma, o que se pode dizer com certeza é que a disputa hoje mostra uma aproximação dos 2 finalistas”, diz Costa Pinto.

“Parece claro que o presidente Jair Bolsonaro realmente abriu uma distância confortável no Sul, com 59% contra 41% do ex-presidente Lula, considerando-se os votos válidos. No Nordeste, é o oposto, com Lula pontuando 64% e Bolsonaro ficando com 36%, também dos votos válidos”, acrescenta o cientista político.

Leia abaixo o desempenho dos 2 candidatos por sexo, idade, nível de escolaridade, região e renda familiar.

VOTO POR RELIGIÃO

Bolsonaro vence Lula entre evangélicos (60% X 40% dos votos válidos), enquanto o petista ganha entre católicos (56% X 44%).

Nesta rodada do PoderData, 45% dos entrevistados disseram se identificar com a Igreja Católica, enquanto outros 30% se identificaram como evangélicos. 

PODERDATA

O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, noInstagram e no LinkedIn.

DIFERENÇAS NAS PESQUISAS

Esta eleição presidencial está sendo desafiadora para as empresas que fazem pesquisa. Há muitos resultados indicando sinais divergentes. Ficou difícil saber qual é a tendência real deste momento.

É importante dizer que todas as pesquisas estão certas, cada uma dentro da metodologia que escolhe. Cada sistema pode ter vantagens e desvantagens, a depender da conjuntura que pretendem apurar.

Em 2018, por exemplo, havia muito “voto envergonhado” em Jair Bolsonaro. Alguns levantamentos presenciais tinham dificuldade de captar esse tipo de preferência. Já as pesquisas por telefone davam mais conforto para parte dos eleitores que optavam pelo então candidato a presidente pelo PSL (hoje, Bolsonaro está no PL).

Ainda não está claro o impacto que cada metodologia tem na coleta de dados. Mas já se sabe que pesquisas presenciais tendem a ter um resultado apontando uma liderança mais folgada de Lula. E pesquisas por telefone (sobretudo as automatizadas e neutras, com uma gravação fazendo as perguntas, como o PoderData) tendem a mostrar uma disputa mais apertada.

Nos Estados Unidos, há décadas não se usa pesquisa presencial para aferir intenção de voto em nível nacional. O ambiente polarizado ao extremo prejudica a coleta dos dados quando o entrevistador e o entrevistado ficam frente a frente.

Em suma, é importante registrar que não se trata de haver erro em uma ou outra pesquisa. São metodologias diferentes. No final desta campanha será possível saber qual terá sido o sistema mais apropriado para apontar tendências no atual momento político brasileiro.

AGREGADOR DE PESQUISAS

Poder360 mantém acervo com milhares de levantamentos com metodologias conhecidas e sobre os quais foi possível verificar a origem das informações. Há estudos realizados desde as eleições municipais de 2000. Trata-se do maior e mais longevo levantamento de pesquisas eleitorais disponível na internet brasileira.

O banco de dados é interativo e permite acompanhar a evolução de cada candidato. Acesse o Agregador de Pesquisas clicando aqui.

As informações de pesquisa começaram a ser compiladas pelo jornalista Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360, em seu site, no ano 2000. Para acessar a página antiga com os levantamentos, clique aqui.

METODOLOGIA

A pesquisa PoderData foi realizada de 9 a 11 de outubro de 2022. Foram entrevistadas 5.000 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 347 municípios nas 27 unidades da Federação. Foi aplicada uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, região e renda. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

As entrevistas foram realizadas por telefone (para linhas fixas e de celulares), por meio do sistema URA (Unidade de Resposta Audível), em que o entrevistado ouve perguntas gravadas e responde por meio do teclado do aparelho. O intervalo de confiança do estudo é de 95%.

Para facilitar a leitura, os resultados da pesquisa foram arredondados. Por causa desse processo, é possível que o somatório de algum dos resultados seja diferente de 100. Diferenças entre as frequências totais e os percentuais em tabelas de cruzamento de variáveis podem aparecer por conta de ocorrências de não resposta. Este estudo foi realizado com recursos próprios do PoderData, empresa de pesquisas que faz parte do grupo de mídia Poder360 Jornalismo. Os resultados são divulgados em parceria editorial com a TV Cultura. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09241/2022.

Poder 360


Denilton Brito pediu exoneração e não é mais secretário de Governo
Denilton Brito é exonerado e está fora do governo Colbert

Chega ao fim a relação entre Denilton Brito e o governo Colbert. Em edição do Diário Oficial Eletrônico do Município, nesta terça (12), o ex-secretário municipal de Governo foi exonerado, a pedido, segundo a publicação.

Denilton estava afastado por recomendação do Ministério Público e Polícia Federal há 60 dias. Recomendação acatada pelo prefeito Colbert, que decretou o afastamento temporário.

O ex-secretário é alvo de investigação tanto da Polícia Federal quanto do Ministério Público, acusado de cometer irregularidades. Na mesma publicação desta quarta-feira (12) o prefeito Colbert designou Jailson Rodrigues Duarte, diretor geral da Secretaria Municipal de Administração, para responder interina e cumulativamente pelo cargo de Secretário Municipal de Governo.

Enquanto isso, segue indefinida a situação do secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto, também afastado preventivamente por determinação do MP e da Polícia Federal. O cargo segue vago. O prefeito Colbert Filho tem assinado a papelada referente à pasta.

Informações O Protagonista


Foto: Mario Neto / ASCOM-CMFS

“Temos orgulhos de ter uma universidade como a Uefs – Universidade Estadual de Feira de Santana, um orgulho para todos os baianos e feirenses. Mas nossa universidade não pode ser palco político de quem quer que seja, de direita ou de esquerda”. A afirmação é do vereador Edvaldo Lima (MDB), durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal nesta terça-feira (11).  

O parlamentar disse que ontem se dirigiu à portaria da universidade, porque foi comunicado de que lá havia uma grande faixa com a frase “Fora, Bolsonaro!”. “Mas quando buscamos a legislação, esta proíbe qualquer tipo de faixa, cartaz e afins em órgãos públicos. Infelizmente o conhecimento da própria universidade parece que está aquém da luz da legislação”, declarou.  

Ainda segundo Edvaldo Lima, quando ele estava fazendo um vídeo na porta da universidade para pedir que, no prazo de 24 horas, o reitor (Evandro do Nascimento) pudesse mandar retirar a faixa da frente da universidade, uma senhora, que não se identificou, se aproximou dele, aos gritos, falando o que estava escrito na faixa.  

“Infelizmente a palavra dirigida à minha pessoa foi por parte de uma pessoa que não quis se identificar, e que ainda me chamou de ‘vereadorzinho’ e disse que me conhece. Soube que o reitor já mandou retirar a faixa, mas quero dizer que a construção daquele empreendimento foi com o intuito de aumentar o conhecimento de quem ali chega, e os professores têm a obrigação moral e ética de ensinar e orientar o que determina a Constituição Federal”. 

Professor Ivamberg (PT) questionou se o colega viu quem colocou a faixa na frente da Uefs e quem a assinava. “O senhor observou isso? Foi a ADUFS, o sindicato dos professores daquela universidade que tem autonomia para isso, assim como a APLB Feira pode colocar, em qualquer lugar, a exemplo da governadoria – como muitas vezes já colocou, faixas contra o governador Rui Costa”, disse. 

Ainda, afirmou que o sindicato tem autonomia para se manifestar onde quer que seja. “Mas o que não pode acontecer é o senhor querer macular isso contra a universidade ou contra o reitor, sendo que foi a ADUFS que colocou aquela faixa ali. Todo mundo tem o seu livre arbítrio e pode expressar suas ideias, e aquele local é, para além disso, de diversas de livre manifestação”. 

O vereador Marcos Lima (MDB), entretanto, reforçou o que disse Edvaldo Lima. “A universidade não pode ser usada por nenhum tipo de sindicato partidário pedindo voto para Lula, contra o presidente que está em exercício. O que aconteceu ali foi algo que não deve acontecer, independentemente do presidente”, salientou. 

Para o vereador José Carneiro (MDB), o reitor Evandro do Nascimento foi coerente quando tomou conhecimento da existência da faixa e providenciou a retirada. “Então a gente não pode aqui, de maneira alguma, fazer críticas diretas ao reitor em decorrência da sua postura. Conheço e sei o quanto é responsável com aquele núcleo de ensino”, afirmou.


Foto: Reprodução

O presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), disse, nesta terça-feira (11/10), estar “pronto” para ficar mais quatro anos no comando do país. O postulante cumpriu agenda de campanha em Balneário Camboriú (SC), onde teve encontro com prefeitos, lideranças regionais e empresários catarinenses.

“Sempre agradeço a Deus a segunda vida que ele me deu, em setembro de 2018, lá em Juiz de Fora. E também sempre agradeço a Ele a missão que me deu pelas mãos de 58 milhões de brasileiros, que foi este mandato de presidente da República. E eu sei, se essa for a vontade dEle, eu estou pronto para ficar mais quatro anos à frente do comando do nosso Brasil”, disse o chefe do Executivo nacional durante o discurso.

Bolsonaro criticou gestões petistas e ressaltou dados da economia de seu governo. “Estamos na 15ª semana consecutiva em que o mercado projeta números positivos para nossa economia. Isso tudo não é por acaso, desde o começo, quando assumimos, apresentamos e aprovamos várias propostas para facilitar a vida daquele que quer empreender.”

Metrópoles