
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa da Venezuela (SNTP) denunciou, nesta segunda-feira, 5, a prisão de jornalistas durante a sessão da Assembleia Nacional da Venezuela que empossou Delcy Rodríguez como presidente interina, em substituição a Nicolás Maduro.
Segundo o SNTP, ao menos sete jornalistas e profissionais da imprensa foram detidos entre a manhã e o início da tarde. A maioria teria sido retida nas dependências da Assembleia e em seu entorno. Até o momento, três foram libertados.
“Exigimos que todos sejam colocados em liberdade imediatamente”, afirmou o sindicato em nota.
Mais cedo, a entidade também pediu a libertação de profissionais detidos recentemente pelo exercício da profissão e denunciou censura e violações à liberdade de expressão. De acordo com o SNTP, 23 jornalistas e trabalhadores da imprensa seguem presos no país, e mais de 60 veículos de comunicação permanecem bloqueados.
“Não é possível avançar para uma transição democrática enquanto persistirem perseguição política, censura e prisões arbitrárias”, declarou o sindicato.

A captura de Nicolás Maduro no sábado, 3, levou a vice-presidente Delcy Rodríguez a tomar posse como líder interina do regime venezuelano. A nomeação ocorreu por ordem do Tribunal Supremo de Justiça, subordinado à ditadura chavista, que determinou que ela assumisse o cargo.
Instantes depois da prisão de Maduro, ela se pronunciou e classificou a ofensiva com um ato de agressão estrangeira. Delcy Eloína Rodríguez Gómez nasceu em 18 de maio de 1969, em Caracas. Filha do militante comunista Jorge Antonio Rodríguez, ela cresceu em um ambiente ligado à esquerda revolucionária.
Seu irmão, Jorge Rodríguez, também se tornou um dos principais nomes do chavismo, tendo ocupado a Vice-Presidência da Venezuela e a Prefeitura de Caracas. Jorge é o atual presidente do Parlamento venezuelano
Formada em Direito pela Universidade Central da Venezuela, Delcy especializou-se em Direito Trabalhista. Além disso, afirma ter cursado pós-graduação em Paris e em Londres.
Informações Revista Oeste

Confira a opinião do médico e jornalista César Oliveira, sobre a captura do ditador da Venezuela, Maduro.
com César Oliveira
tema: situação da Venezuela

A Secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETTDEC) encerra o ano de 2025 com um balanço marcado por crescimento econômico, geração de empregos e fortalecimento do ambiente de negócios em Feira de Santana. As ações executadas ao longo do período reforçam o papel estratégico do município como um dos principais motores econômicos da Bahia.
De acordo com dados consolidados mais de 3.205 novas empresas foram abertas no município entre janeiro e novembro, uma média de 310 novas empresas por mês, com dados da Junta Comercial da Bahia (JUCEB), distribuídas em 19 segmentos da economia, refletindo um cenário favorável ao empreendedorismo e à atração de investimentos. O mercado formal de trabalho também apresentou desempenho positivo, com saldo acumulado superior a 5 mil novas vagas, mantendo crescimento contínuo ao longo do ano.
Para a secretária municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Márcia Ferreira, os resultados são fruto de uma atuação integrada entre poder público, setor produtivo e instituições parceiras.
“Os números mostram que Feira de Santana vive um momento de consolidação econômica. Nosso foco tem sido criar um ambiente seguro, estruturado e atrativo para quem quer investir, empreender e gerar empregos. Esse resultado é construído com diálogo, planejamento e presença constante da gestão pública”, avalia a secretária.
Márcia Ferreira também ressaltou a participação ativa das entidades representativas do setor produtivo, a exemplo da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (ACEFS), do Sindicato Empresarial do Comércio de Feira de Santana (Sicomércio Feira), da Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana (CDL), do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS), do Instituto Pensar Feira e do Convention & Bureau.
Indústria em expansão e novos investimentos
O setor industrial foi um dos grandes destaques do ano. A chegada de novas plantas industriais e a expansão de empresas já instaladas no município devem gerar milhares de empregos diretos e indiretos nos próximos anos. Empreendimentos como Xpert Pack, Vipal Borrachas, Paco Saint-Gobain e a multinacional Soprema reforçam a posição de Feira como hub industrial do Nordeste.
Segundo a análise da SETTDEC, esses investimentos ampliam a capacidade produtiva local, diversificam a matriz econômica e fortalecem a cadeia de fornecedores e serviços.
“Estamos trabalhando para que o crescimento industrial venha acompanhado de qualificação profissional, infraestrutura de qualidade e inovação. Por isso, investimos em parcerias com o Senai, universidades e programas de capacitação, preparando a mão de obra local para as oportunidades que já estão chegando”, destaca Márcia Ferreira.
Comércio fortalecido e inclusão produtiva
No comércio, as ações da SETTDEC buscaram equilibrar ordenamento urbano, apoio aos comerciantes e estímulo às vendas. O Shopping Popular, com quase 900 permissionários, passa por intervenções estruturais como as obras sendo realizadas na Praça do Tropeiro, campanhas promocionais e iniciativas de capacitação profissional, além da nova unidade da Casa do Trabalhador que será inaugurada no local, ampliando o fluxo de pessoas e serviços.
O Feiraguay também recebeu atenção especial, com análises de viabilidade, diálogo para os 650 permissionários, além do apoio à regularização das atividades, reforçando a política de desenvolvimento com inclusão e formalização.
Emprego, renda e políticas públicas integradas
A Casa do Trabalhador registrou mais de 28 mil atendimentos, com quase 7.500 vagas captadas ao longo do ano. As ações itinerantes levaram serviços de empregabilidade a bairros, distritos, escolas e equipamentos sociais, ampliando o acesso da população às políticas públicas de trabalho e renda.
Na avaliação da secretária, esse trabalho é essencial para garantir que o crescimento econômico chegue às pessoas “Desenvolvimento só faz sentido quando melhora a vida das pessoas. Nosso compromisso é conectar quem busca uma oportunidade com quem precisa contratar, fortalecendo a economia local e promovendo dignidade”, afirma.
Turismo, cultura e economia criativa
O turismo também se consolidou como vetor estratégico de desenvolvimento. O Mercado de Arte Popular (MAP) manteve programação cultural contínua, fortalecendo a economia criativa e o turismo de experiência. Já o turismo de negócios seguiu aquecido, impulsionado por feiras, eventos corporativos e pela posição logística privilegiada do município.
A Micareta de Feira de Santana 2025 e os festejos juninos obtiveram um impacto estimado de cerca de R$ 50 milhões na economia local, além da geração de milhares de empregos temporários e renda para trabalhadores formais e informais.
Projeção regional e internacional
A crescente demanda por condomínios logísticos tem impulsionado significativamente a economia regional, e Feira de Santana destaca-se como um dos principais polos desse desenvolvimento. Como o condomínio GridFSA e Braspress, que atuam na cidade com capacidade de ampliação.
Com uma localização estratégica e iniciativas da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETTDEC), o município tem atraído investimentos e consolidado sua posição no setor logístico.
Outro destaque foi a instalação do primeiro Conselho de Governança do Inova Feira, que marca um avanço no desenvolvimento regional, ao consolidar uma estrutura permanente e colaborativa entre poder público, iniciativa privada e academia para fortalecer Feira de Santana como polo de inovação na Bahia.
Ao longo do ano, a SETTDEC ampliou a atuação institucional de Feira de Santana em fóruns estaduais, nacionais e internacionais, como o Fórum Bahia–China, programas de inovação aberta com a Sudene e agendas de cooperação internacional, posicionando o município como protagonista em temas como inovação, sustentabilidade e economia digital.
“Feira de Santana está preparada para dialogar o business com o Brasil e com o mundo. Nosso desafio é seguir crescendo com responsabilidade, inovação e sustentabilidade”, conclui Márcia Ferreira.
*Secom

O ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, foi levado a um tribunal de Manhattan, em Nova Iorque, nesta segunda-feira (5) para ser julgado. Ele comparecerá perante o juiz por volta de meio dia no horário local (14h no horário de Brasília). O chavista responderá por tráfico internacional de drogas e outros crimes.
Imagens mostram o ex-líder venezuelano sendo transportado por comboio e também helicóptero. O comboio percorreu diversas ruas da cidade sob a escolta de várias viaturas até um local descampado. Em seguida, Maduro foi posto no helicóptero e levado até a sede da corte.
O chavista chega ao tribunal algemado junto da esposa, Cilia Flores. O casal foi capturado em Caracas, durante ação da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos
Segundo a acusação, Maduro teria liderado uma estrutura criminosa no Estado venezuelano entre 1999 e 2025 com o objetivo de enviar toneladas de cocaína aos Estados Unidos. Para isso, teria aparelhado instituições públicas, forças de segurança, aeroportos e portos.
O esquema teria ocorrido em parceria com organizações como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o Exército de Libertação Nacional (ELN), o Cartel de Sinaloa, os Los Zetas e o Tren de Aragua.
*Pleno.News
Foto: Frame de vídeo / Globonews

Muito antes da ofensiva militar que culminou na retirada de Nicolás Maduro do poder, os Estados Unidos já operavam silenciosamente dentro da Venezuela. Em agosto, agentes da CIA ingressaram clandestinamente no país com a missão de reunir informações detalhadas sobre a rotina do líder venezuelano, classificado pela administração Trump como “narcoterrorista”.
As informações, reveladas em uma reportagem detalhada do jornal americano The New York Times, apontam que, sem embaixada americana em funcionamento em Caracas, os agentes tiveram de atuar sem a proteção do disfarce diplomático. Ainda assim, conseguiram permanecer meses na capital sem serem detectados.
Nesse período, os americanos mapearam minuciosamente os deslocamentos de Maduro, seus hábitos alimentares e até informações banais, como quais eram seus animais de estimação, segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto. O trabalho foi complementado por fontes próximas ao presidente e por uma frota secreta de drones, o que permitiu à inteligência traçar um quadro preciso de sua rotina.
O risco da missão era elevado, mas o resultado foi preciso. A ação ocorreu na madrugada do último sábado (3) e envolveu tropas de elite do Delta Force, numa operação considerada a mais arriscada conduzida pelos EUA desde a morte de Osama bin Laden, em 2011. Internamente, a avaliação entre pessoas com conhecimento direto da operação foi de que a execução foi impecável.
Para a execução, os comandos do Delta Force treinaram durante semanas em uma instalação construída no Kentucky que reproduzia em escala real a residência onde Maduro se encontrava. O objetivo era ensaiar, repetidas vezes, a entrada forçada em portas reforçadas, reduzindo o tempo de reação ao mínimo possível.
A janela para a ofensiva, no entanto, era estreita. Maduro alternava entre seis e oito locais distintos e, muitas vezes, os serviços de inteligência não sabiam onde ele ficaria até tarde da noite. A operação só poderia avançar quando houvesse certeza de que ele estava no local exato para o qual os militares haviam se preparado.
Nos dias que antecederam a incursão, os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região, deslocando aeronaves de operações especiais, drones armados Reaper, caças, helicópteros de resgate e navios da Marinha. Analistas interpretaram o movimento como sinal de que a decisão já estava tomada — restava apenas definir o momento exato.
Uma semana antes do ataque principal, a CIA havia conduzido uma ação com drone contra uma instalação portuária venezuelana. Pouco antes da ofensiva, Maduro ainda tentou negociar. De acordo com Trump, o ditador venezuelano ofereceu acesso ao petróleo do país.
Um oficial americano afirmou que, em 23 de dezembro, foi apresentada a Maduro a possibilidade de deixar o país rumo à Turquia. A proposta foi rejeitada, o que selou o caminho para a operação militar. Trump autorizou formalmente a missão em 25 de dezembro, mas delegou ao Pentágono e ao comando de Operações Especiais a decisão final sobre o momento do ataque.
A escolha do período de festas não foi casual: muitos integrantes do governo venezuelano estavam de férias, assim como parte significativa das Forças Armadas do país. O mau tempo adiou a ação por alguns dias. Quando as condições melhoraram, os comandantes identificaram uma nova janela de oportunidade. Às 22h46 da última sexta-feira (2), Trump deu a autorização final.
A ofensiva começou com uma operação cibernética que derrubou o fornecimento de energia em amplas áreas de Caracas, mergulhando a cidade na escuridão. Em seguida, mais de 150 aeronaves militares decolaram de cerca de 20 bases e navios, incluindo drones, bombardeiros e caças.
Explosões foram registradas durante a madrugada, quando forças americanas atingiram radares e sistemas de defesa aérea venezuelanos. Segundo autoridades dos EUA, os alvos atingidos foram torres de transmissão de rádio e instalações de radar.
Mesmo com as defesas aéreas neutralizadas, helicópteros americanos foram alvejados durante a aproximação ao complexo onde Maduro se encontrava. Um deles chegou a ser atingido, e cerca de seis militares americanos ficaram feridos.
Transportados pelo 160° Regimento de Aviação de Operações Especiais, chamados de Night Stalkers, os comandos do Delta Force desembarcaram na base militar mais fortificada do país. Em poucos minutos, avançaram pelo edifício até localizar Maduro. Toda a ação era acompanhada em tempo real por Trump e assessores, a partir de uma sala segura em Mar-a-Lago, na Flórida.
Segundo o presidente, Maduro e a esposa tentaram se refugiar em um cômodo fortificado, mas não conseguiram se trancar antes da entrada das forças americanas. Cerca de cinco minutos após o início da incursão, o Delta Force comunicou que o presidente venezuelano estava sob custódia.
O casal foi rapidamente levado de helicóptero ao USS Iwo Jima, posicionado no Caribe. De lá, seguiram para a base naval de Guantánamo Bay e, posteriormente, embarcaram em uma aeronave com destino a uma instalação militar próxima a Nova Iorque.
*Pleno.News
Foto: EFE/Prensa Miraflores
Ela diz que venezuelanos querem a paz

Foto: © Maxim Shemetov/Reuters/Proibida reprodução
Em carta pública endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (foto), classifica como prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado e respeitoso” com o país norte-americano, “baseado na igualdade e não na ingerência”. 

No documento, divulgado nas redes sociais, Delcy faz um convite ao governo dos EUA para trabalharem conjuntamente em uma agenda de cooperação, voltada ao desenvolvimento compartilhado, no marco da legalidade internacional e de forma a fortalecer “uma convivência comunitária duradoura”.
Ela diz: “Presidente Donald Trump, nossos povos e nossa região merecem paz e diálogo, não guerra. Esse sempre foi o predicamento do presidente Nicolás Maduro e é o de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida.”
A presidente interina conclui a carta destacando que a Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à soberania e ao futuro.
No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros de Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York.
O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.
Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.
O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.
Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.
Com informações da Agência Brasil,
Banco Central divulga primeiro Boletim Focus do ano

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil
O primeiro Boletim Focus de 2026 apresentou índices de estabilidade em três das quatro medianas projetadas pelo mercado financeiro. A única que apresentou variação em relação às últimas semanas de 2025 foi a relativa à expectativa de inflação projetada para o ano corrente, que variou dos 4,05% projetados na semana passada, para 4,06% segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central.

A inflação oficial do país tem como referência o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação de 0,01 ponto percentual apresentada neste boletim ocorre após uma sequência de oito estimativas seguidas de queda. Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 4,16% ao final de 2026.
Para os anos subsequentes, as projeções de inflação mantêm estabilidade há nove semanas, de 3,80% em 2027; e de 3,50% em 2028
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.
A prévia da inflação oficial de dezembro ficou em 0,25%, resultado que faz o acumulado de 12 meses marcar 4,41%, dentro do limite da meta do governo.
Foi o segundo mês seguido com inflação acumulada dentro da margem de tolerância. Em novembro, o IPCA-15 tinha baixado para 4,5%, depois de ter ficado fora do limite desde janeiro. Em abril, o ponto mais alto desde então, chegou a 5,49%.
Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Tanto as projeções do mercado financeiro para o câmbio, como para a taxa básica de juros (Selic) e a economia PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) apresentaram estabilidade nas últimas semanas.
No caso do PIB, as projeções são de crescimento de 1,8% em 2026 – mesmo percentual projetado para 2027. Para o ano seguinte (2028), o crescimento estimado pelo mercado financeiro para a economia é de 2%.
Com relação ao câmbio, o mercado financeiro projeta que o dólar fechará 2026 com uma cotação de R$ 5,50, valor que não vem apresentando alterações por 12 semanas consecutivas. Para 2027 e 2028, as cotações projetadas para a moeda estadunidense estão, respectivamente, em R$ 5,50 e R$ 5,52.
Já a Selic, que fechou 2025 a 15%, deve cair para 12,25% ao longo de 2026; para 10,50% em 2027; e 9,75% em 2028.
A taxa básica de juros situa-se no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Com informações da Agência Brasil.

O Réveillon de Anguera 2026 entrou para a história do município como uma das maiores e mais bem-sucedidas celebrações já realizadas. Com um público estimado em cerca de 12 mil pessoas, a festa tomou conta da Praça Arthur Vieira e transformou a virada do ano em um grande encontro de alegria, música e celebração coletiva, reunindo moradores e visitantes de toda a região.
Com uma programação diversificada e artistas que levantaram o público do início ao fim, o evento mostrou o potencial de Anguera para realizar grandes festas populares. Subiram ao palco nomes como Netto Brito, Toque Dez, Juninho Moraes, Cavaleiros do Forró, Quintal da Tia Carla, além da banda local Nosso Samba, que representou com orgulho a cultura do município, garantindo um repertório animado e uma virada de ano marcada por emoção, dança e muita energia positiva.
Além do sucesso artístico, o Réveillon de Anguera foi destaque pela estrutura e segurança. O espaço contou com organização eficiente, palco bem montado, iluminação, apoio das equipes de saúde e um forte esquema de segurança, garantindo tranquilidade ao público durante toda a noite. A festa transcorreu de forma pacífica, reforçando o compromisso da gestão municipal com eventos bem planejados e seguros.
O evento contou com o apoio do Bahia Turismo, do Governo do Estado da Bahia e do Ministério do Turismo, parcerias fundamentais para fortalecer a realização da festa e impulsionar o Réveillon de Anguera como um importante atrativo cultural e turístico da região, contribuindo para a movimentação econômica local e a valorização das manifestações populares.
O prefeito Mauro Vieira celebrou o sucesso da festa e agradeceu a todos que contribuíram para a realização do evento.
“Anguera mostrou que está preparada para realizar grandes eventos, com responsabilidade, segurança e respeito às pessoas. Foi uma festa linda, organizada, com famílias, jovens e visitantes celebrando juntos a chegada de um novo ano. Quero agradecer a cada trabalhador envolvido, às forças de segurança e, principalmente, ao povo de Anguera, que fez dessa virada um momento inesquecível”, destacou o prefeito.
Uma virada de ano que começou com o pé direito e deixou a certeza de que 2026 chegou com boas energias e grandes expectativas.
Com informações da assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Anguera.

Os títulos do governo da Venezuela registram em forte alta nesta segunda-feira, 5, impulsionados pela captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. A prisão e a transferência do agora ex-ditador para território norte-americano, no último sábado, 3, alimentaram expectativas em torno da reestruturação da dívida soberana do país, que pode ser uma das maiores e mais complexas de todos os tempos.
Os ativos emitidos pelo Estado venezuelano e pela estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA) subiram até 8 centavos de dólar, o equivalente a cerca de 20%, nas primeiras negociações do pregão europeu. Analistas avaliam que ainda há espaço para novas altas.
“Os títulos da Venezuela e da PDVSA praticamente dobraram de valor ao longo de 2025, mas devem registrar um salto adicional — de até 10 pontos — no início da sessão desta segunda-feira”, afirmaram analistas do banco J.P. Morgan em relatório a clientes, divulgado pela agência Reuters.
Os títulos soberanos venezuelanos tiveram o melhor desempenho global no ano passado. Os papéis quase dobraram de preço à medida que o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificava a pressão militar sobre Maduro.
Com os movimentos desta segunda-feira, o título venezuelano com vencimento em 2031 se aproximou de 40 centavos de dólar, segundo dados da plataforma de monitoramento do mercado Tradeweb. A maioria dos demais papéis era negociada entre 35 e 38 centavos, enquanto a dívida da PDVSA subia mais de 6 centavos, para perto de 30 centavos.

Os títulos do governo da Venezuela e da PDVSA entraram em default em 2017, com valor nominal estimado em cerca de US$ 60 bilhões. Default é quando um devedor deixa de cumprir uma obrigação financeira, como não pagar uma dívida no prazo combinado — o equivalente a calote.
Já a dívida externa total do país — que inclui outras obrigações da PDVSA, empréstimos bilaterais e decisões arbitrais — é estimada entre US$ 150 bilhões e US$ 170 bilhões, a depender da contabilização de juros acumulados e sentenças judiciais, segundo analistas.
Informações Revista Oeste

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal (PF) divulgue informações em até cinco dias sobre as reclamações apresentadas pelos advogados de Jair Bolsonaro (PL) em relação ao barulho do ar-condicionado da cela onde o ex-presidente está preso na Superintendência do órgão, em Brasília.
Na última sexta-feira (2), a defesa de Bolsonaro se queixou de ruídos do equipamento, instalado perto da sala onde o ex-presidente está preso. Os advogados solicitaram a Moraes a mudança do local do ar-condicionado para garantir isolamento acústico da cela onde Bolsonaro se encontra.
De acordo com a defesa de Bolsonaro, o aparelho apresenta “ruído contínuo e permanente”, causando um ambiente “incompatível com o repouso mínimo necessário à manutenção das condições físicas e psicológicas do custodiado”.
Os advogados afirmam ainda que o equipamento está instalado “imediatamente ao lado da janela do ambiente, a qual não dispõe de vedação adequada”.
Informações Bahia.ba