
O jovem Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, foi encontrado com vida após passar dias desaparecido durante uma trilha no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. A informação foi divulgada pela família na manhã desta segunda-feira (5), por meio de uma foto publicada nas redes sociais.
Na mensagem, os familiares informaram: “Encontramos o Roberto! Ele está vivo, está bem e já estamos encaminhando para o hospital”. O comunicado também agradeceu o apoio recebido durante o período de buscas. “Obrigado a todos os anjos que vieram aqui nos ajudar! Obrigado pelas orações”, diz o texto.
Roberto estava desaparecido desde a manhã da última quinta-feira (1º), após realizar a trilha na região. O caso mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, além de voluntários e montanhistas experientes, e teve grande repercussão nas redes sociais.
Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde do jovem nem detalhes sobre as circunstâncias em que ele foi localizado. A expectativa é de que novas atualizações sejam divulgadas pelas autoridades ou pela família após o atendimento médico.
As buscas no Pico Paraná ocorreram em áreas de mata fechada e de difícil acesso, com o apoio de equipes especializadas.
Informações Bahia.ba

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (4), em entrevista a bordo do Air Force One, que a Colômbia é um “vizinho doente que gosta de vender cocaína para os Estados Unidos” e que o presidente colombiano, Gustavo Petro, “não ficará lá por muito tempo”.
Trump disse que Washington pode realizar operações contra fábricas de cocaína no território colombiano.
O presidente não detalhou quando ou como tais ações poderiam ocorrer, mas indicou que os Estados Unidos não tolerarão países que, segundo ele, alimentam o tráfico de drogas direcionado aos norte-americanos.
Trump voltou a justificar uma postura mais ativa dos EUA no hemisfério ocidental, ao afirmar que a Venezuela “não está do outro lado do mundo”, mas “ao lado dos Estados Unidos”. Segundo ele, o país se insere na chamada doutrina “Don-Roe”, uma atualização da Doutrina Monroe, de diretrizes de atuação sobre a América Latina.
O republicano também classificou a Venezuela como um “vizinho doente” e disse que Washington tem interesse direto em garantir a estabilidade na região.
– Estamos no negócio de ter países ao nosso redor que sejam viáveis e bem-sucedidos.
*AE

Os preços do petróleo registram queda nesta segunda-feira (5), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu no domingo à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, “acesso total” aos recursos naturais do país, e após a OPEP+ ter confirmado sua decisão de manter o nível de produção até abril.
O Brent, petróleo de referência na Europa, recuava 0,6% às 3h pelo horário de Brasília, sendo cotado a cerca de 60,40 dólares (R$ 329,08) por barril, enquanto o barril do Texas, referência nos Estados Unidos, retrocedia 0,5% antes da abertura formal do mercado, situando-se em torno de 57 dólares (R$ 310) por barril.
Os preços do petróleo chegaram a subir nos primeiros momentos da sessão, mas perderam força nas horas posteriores. O presidente americano, Donald Trump, exigiu neste domingo (4) da nova líder venezuelana, Delcy Rodríguez, “acesso total” aos recursos naturais da Venezuela.
– O que precisamos [de Delcy Rodríguez] é de acesso total. Acesso total ao petróleo e a outras coisas no país que nos permitam reconstruí-lo -enfatizou.
Por sua vez, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, explicou que um dos principais interesses de sua administração é refinar o petróleo pesado da Venezuela – o país com as maiores reservas de petróleo do mundo – nas refinarias americanas.
– Nossas refinarias na Costa do Golfo dos EUA são as melhores para refinar este óleo pesado. Na verdade, tem havido escassez de petróleo pesado em todo o mundo, por isso creio que haveria uma enorme demanda e interesse por parte da indústria privada se lhes fosse dada a oportunidade de fazê-lo – declarou Rubio à emissora ABC News.
Horas antes, a OPEP+, que reúne os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e outras potências petrolíferas como a Rússia, confirmou sua decisão de manter estável sua oferta de petróleo pelo menos até abril, sem reagir à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por parte dos EUA.
A decisão foi adotada em uma breve teleconferência realizada neste domingo pelos ministros de Energia e Petróleo de Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Esses oito países são os que, em 2023, aplicaram cortes voluntários de produção para sustentar os preços. No entanto, em abril de 2025, começaram a reverter paulatinamente essas reduções com aumentos mensais que representaram uma guinada estratégica para recuperar sua fatia de mercado.
O incremento total entre abril e dezembro somou 2,9 milhões de barris por dia, o que representa cerca de 2,8% da produção mundial. O grupo ainda tem pouco mais de um milhão de barris diários para completar o desmonte dos volumes cortados voluntariamente, mas em novembro decidiu “pausar” as altas mensais durante o primeiro trimestre de 2026, medida que os ministros confirmaram neste domingo.
*EFE

A partir de janeiro de 2026, professores da iniciativa privada, da rede federal e de pequenos municípios terão de esperar mais tempo para se aposentar. As mudanças decorrem das regras automáticas de transição da reforma da Previdência, aprovada em 2019.
As novas exigências elevam a idade mínima e a pontuação necessária para a concessão do benefício. Na prática, parte da categoria precisará permanecer mais tempo em atividade.
Uma das alterações ocorre na regra de pontos, que soma idade e tempo de contribuição. Em 2026, a pontuação mínima passou a ser de 93 pontos para mulheres e 103 para homens.
Outra regra, que combina idade mínima com longo tempo de contribuição, também foi ajustada. A idade exigida subiu para 59 anos e seis meses para mulheres e 64 anos e seis meses para homens. Esse limite aumenta seis meses por ano até 2031.
Para os professores, há uma regra de transição específica. A partir de 2026, a idade mínima será de 54 anos e seis meses para mulheres e 59 anos e seis meses para homens.
O tempo de contribuição no magistério permanece em 25 anos para professoras e 30 anos para professores. A idade mínima seguirá aumentando gradualmente até 2031.
As mudanças valem para docentes da iniciativa privada, instituições federais e pequenos municípios. Professores estaduais e de grandes cidades seguem normas próprias dos regimes de previdência locais.
Já a aposentadoria por idade não sofreu alterações em 2026. A idade mínima continua em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com exigência de ao menos 15 anos de contribuição.
Informações Pleno News

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ficou de fora da lista de familiares autorizados a visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL), na prisão. A decisão foi assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira (2).
“Dessa forma, cumpridas as determinações legais, autorizo a visitação permanente de Carlos Nantes Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro, Jair Renan Valle Bolsonaro e [da filha menor idade], filhos do sentenciado e da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva, independentemente de nova autorização, dentro dos horários estabelecidos nos termos da Portaria SR/PF/DF nº 1104, de 28 de março de 2024”, diz a decisão.
Eduardo está morando nos Estados Unidos desde março do ano passado. Em dezembro, ele perdeu o mandato de deputado federal por não comparecer às sessões deliberativas da Câmara Federal.
A decisão de Moraes manteve a válida a autorização de visitação permanente da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Ela já tinha esse direito desde dezembro.
Na autorização, as visitas ocorrerão às terças e quintas-feiras, das 9 horas às 11 horas, com duração de 30 minutos, com limitação de dois familiares por dia. Cada familiar deverá visitar o preso separadamente.
Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 três meses, em regime inicial fechado, por coordenar a trama de tentativa de golpe de Estado, na Superintendência da PF.
Informações Bahia.ba

A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, informou na manhã deste sábado, 3, que o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua mulher, Cilia Flores, serão julgados nos Estados Unidos.
Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram indiciados no Distrito Sul de Nova York. Nicolás Maduro foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos. Em breve, eles enfrentarão toda a severidade da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos. Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao Presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais.
Informações Revista Oeste

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (3) que forças do país realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado por via aérea do país”.
Em postagem em sua rede social, Trump afirmou que novos detalhes serão anunciados em uma entrevista coletiva programada para as 11h (horário local; 13h de Brasília) em sua residência na Flórida.
O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.
O governo da Venezuela, que havia denunciado anteriormente uma “gravíssima agressão militar” e decretado estado de emergência, ainda não comentou oficialmente a informação de captura de Maduro.
Segundo fontes consultadas pela rede de televisão Fox News, a operação militar noturna americana envolveu um grande destacamento de helicópteros Chinook e outros ativos das forças especiais para capturar Maduro, que teria sido retirado do país em uma dessas aeronaves.
Fontes da Casa Branca informaram que Trump deu sinal verde aos ataques há alguns dias, depois de vários meses de aumento da presença militar americana diante do litoral venezuelano e de pedidos da Casa Branca para que Maduro deixasse o poder.
Em uma breve entrevista ao jornal The New York Times, direto de sua residência Mar-a-Lago, no estado da Flórida, onde passou Natal e Ano Novo, Trump afirmou que foi realizada “uma operação brilhante”.
– Houve muito planejamento e muita gente e militares muito bons – declarou.
*Pleno.News
Foto: EFE/Redes Sociais

A Neuralink, empresa de implantes cerebrais fundada pelo bilionário Elon Musk, planeja iniciar a “produção em larga escala” de seus dispositivos e adotar um procedimento cirúrgico quase totalmente automatizado a partir de 2026. A informação foi divulgada por Musk em publicação no X, rede social da qual também é dono.
Segundo ele, a empresa avançará para um método cirúrgico mais simples, no qual os filamentos do dispositivo atravessarão a dura-máter sem a necessidade de removê-la. “A Neuralink iniciará a produção em larga escala de interfaces cérebro–computador e passará a um procedimento cirúrgico simplificado, quase totalmente automatizado, em 2026. Isso é algo muito significativo”, escreveu Musk na última quarta-feira, 31.
A empresa começou os testes em humanos em 2024, ao obter autorização da agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA). O objetivo é avaliar se pessoas com tetraplegia conseguem controlar dispositivos externos — como computadores e braços robóticos — apenas com o pensamento.
No início do mesmo ano, o implante foi inserido pela primeira vez em um paciente paralisado nos Estados Unidos, que conseguiu movimentar um cursor na tela e operar o sistema usando somente a atividade cerebral.
Em setembro, a Neuralink informou que 12 pessoas em diferentes países, todas com paralisia grave, já haviam recebido os implantes e estavam utilizando a tecnologia para controlar ferramentas digitais e físicas por meio do pensamento.
O dispositivo integra o campo das chamadas interfaces cérebro–computador (BCIs), que buscam registrar e decodificar sinais cerebrais para permitir o controle de máquinas e sistemas eletrônicos. A proposta é restaurar funções motoras e de comunicação em pacientes com limitações severas.

Embora não seja o primeiro BCI desenvolvido nem o primeiro a chegar aos testes em humanos — caso do Stentrode, da empresa americana Synchron —, o implante da Neuralink ganhou destaque.
Esse protagonismo se deve, sobretudo, a dois fatores: a associação direta com Elon Musk, que promove ativamente o projeto, e o grau de sofisticação do dispositivo, que reúne 1.024 eletrodos distribuídos em 64 fios, organizados em um implante compacto, do tamanho aproximado de uma moeda.
Informações Revista Oeste

O ex-assessor de assuntos internacionais do governo Bolsonaro, Filipe Martins, foi preso na manhã desta sexta-feira, 2, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Mais uma prisão sem motivo”, descreveu um dos advogados, Jeffrey Chiquini.
Moraes decretou a prisão preventiva alegando suspeita de descumprimento da medida cautelar que o proibia de acessar redes sociais. O ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro teria acessado ao LinkedIn na última segunda-feira, 29. No momento da condução, contudo, os policiais não apresentaram explicações nem a Martins nem a seus advogados.
A defesa negou que o réu tenha utilizado o LinkedIn ou qualquer outra rede social depois da imposição das medidas cautelares. Desde fevereiro de 2024, segundo os advogados, o controle de eventuais credenciais digitais ligadas ao nome de Martins está sob responsabilidade exclusiva dos advogados, com finalidade técnica e de preservação de provas, sem atuação pública em nome do réu.
“Filipe Martins estava cumprindo, de forma exemplar, segundo o próprio ministro Alexandre de Moraes, as cautelares determinadas. está há mais de 600 dias cumprindo todas as determinações judiciais”, disse Jeffrey Chiquini, em vídeo publicado no X. “Nunca recebeu nenhuma advertência. Nunca foi admoestado por ter descumprido qualquer ordem judicial. E hoje foi punido novamente sem que tenha feito nada de errado.”
Na visão do advogado, o STF está pondo em prática o objetivo de eliminar Bolsonaro e seus aliados. “Alexandre de Moraes colocou em prática aquilo que ele deseja desde 2019”, quando Filipe Martins foi apontado como líder do “gabinete do ódio”, afirmou Chiquini. Para ele, o ex-assessor “é oficialmente um preso político, mais um perseguido por esse regime autoritário”.
Filipe Martins foi preso pela primeira vez há dois anos, acusado de viajar para o exterior sem permissão judicial durante as investigações sobre o suposto plano de tentativa de golpe de Estado. Mesmo depois de provar que a viagem não aconteceu, permaneceu preso por mais seis meses.

Posteriormente, o ex-assessor foi condenado sob a acusação de colaborar com a chamada “minuta do golpe”, o que ele nega. A sentença é de 21 anos, sendo 18 anos e 11 meses de reclusão, dois anos e um mês de detenção e 120 dias-multa. A pena ainda não começou a ser cumprida porque os recursos contra a sentença seguem pendentes de julgamento.
A prisão desta sexta-feira “nada mais é do que uma medida de vingança e para antecipar o cumprimento da pena pela condenação, embora ainda caibam recursos da condenação”, disse Jeffrey Chiquini. “Foi assim com Bolsonaro, foi assim com os demais condenados da farsa da trama golpista e hoje foi assim com Filipe Martins.”
De acordo com o advogado, há mais de dez recursos apresentados ao longo do processo contra Filipe Martins que até hoje aguardam análise. “Não importa quantas provas mostremos, não importa quão inocente seja”, afirmou. A defesa, segundo Chiquini, vai se reunir para definir os próximos passos na defesa do ex-assessor de Bolsonaro.
Informações Bahia.ba

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, criticou nesta quinta-feira (1º) a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mantendo o cumprimento da pena em regime fechado.
Em nota, Roma afirmou que a medida desconsidera o atual estado de saúde de Bolsonaro, que passou recentemente por procedimentos cirúrgicos decorrentes das complicações da facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018. Segundo ele, o ex-presidente enfrenta um quadro clínico que exige acompanhamento médico contínuo.
O dirigente partidário avaliou que o retorno ao regime fechado, nas condições relatadas, deveria ser reavaliado sob o ponto de vista humanitário. Para Roma, a concessão da prisão domiciliar não representaria risco e permitiria a continuidade do tratamento médico necessário.
Ainda de acordo com o ex-ministro, decisões judiciais envolvendo a situação devem priorizar critérios técnicos e de saúde, evitando, segundo ele, medidas que possam agravar o quadro clínico do ex-presidente.
O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal, responsável por acompanhar a execução da pena e as condições de saúde apresentadas pela defesa de Jair Bolsonaro.
Informações Bahia.ba