
Na segunda-feira (1º), o gás de cozinha na Bahia aumentou pela terceira vez neste ano. O preço do botijão fica em média R$ 5,00 mais caro e conforme o Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia, em Salvador e região metropolitana, o preço médio do gás praticado até domingo (29), era de R$ 115. No momento atual, passa a ter um valor de aproximadamente R$ 125.
Além disso, os consumidores de Feira de Santana também já começaram a perceber o aumento no preço do gás. Em entrevista ao portal Acorda Cidade, o proprietário de uma distribuidora de gás, Silvio Lima, disse que o aumento é em torno de R$ 4,00.

“Acelen aumentou o gás ontem, todo dia primeiro, como é de praxe, e na verdade, ela não aumentou, Acelen teve uma redução, porém, o aumento chegou até o gás por conta da pauta fiscal do Governo Federal, em que o governo teve aumento no imposto de R$ 4,80, menos R$ 1,14 da Acelen, vai dar em torno de R$ 4,00 de aumento. Esse tributo vai influenciar no preço do gás e o aumento está sendo repassado para a categoria”, abordou.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.

O relatório O Futuro do Trabalho 2023 mostra quais profissões estão em alta e quais devem acabar.
O relatório foi elaborado pelo Fórum Econômico Mundial com o apoio da Fundação Dom Cabral nas pesquisas de opinião executiva.
Existe a expectativa da criação de 69 milhões de empregos nos próximos cinco anos.Entretanto, 83 milhões de postos poderão ser eliminados nesse mesmo período, principalmente por causa da digitalização e automação.
As áreas de tecnologia e economia verde são as que mais de destacam na geração de empregos. As oportunidades que mais crescem são: especialistas em IA e aprendizado de máquina, especialistas em sustentabilidade, analistas de inteligência de negócios e especialistas em segurança da informação.
Qual é a metodologia da pesquisa? As informações foram extraídas de dados estatísticos fornecidos pela rede social LinkedIn e pela plataforma de tecnologia educacional Coursera, bem como a partir de pesquisas com 803 empresas de todo o mundo.
Informações UOL

Foto: Internet
O Google tem usado dos seus artifícios para evitar o andamento do PL 2630, conhecido como PL da Censura. A BigTech publicou um texto e enumerou os motivos para ser contra. Confira:
O Google trabalha todos os dias para oferecer aos brasileiros informações e produtos confiáveis, combater a disseminação de desinformação, remover conteúdo ilegal quando tomamos conhecimento sobre ele e continuar o diálogo com os diversos setores da sociedade interessados nessas questões. É por isso que apoiamos fortemente os objetivos do Projeto de Lei 2630/2020, mais conhecido por PL das Fake News. Entretanto, estamos muito preocupados com as consequências indesejadas para o país caso o texto atual seja aprovado sem uma discussão aprofundada.
Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados aprovou o pedido de urgência do projeto de lei e, por isso, é fundamental que todos entendam o impacto que essa proposta terá no seu dia-a-dia. Além de estar em desacordo com a forma como outros países estão lidando com essas questões, temos sérias preocupações de que o PL 2630 mude a internet que você conhece para pior e limite a inovação, a liberdade de expressão e a geração de oportunidades econômicas para todos os brasileiros.
Convidamos você a buscar mais informações sobre o tema e nos ajudar a chamar a atenção dos parlamentares no Congresso por meio da hashtag #MaisDebatePL2630. A seguir, detalhamos alguns pontos preocupantes que podem impactar como você usa a sua internet hoje.
O PL 2630 vai acabar favorecendo quem produz desinformação ao limitar a aplicação pelas plataformas de suas políticas e termos de uso, inclusive para determinadas contas de interesse público, e ao “blindar” a remoção de conteúdo produzido por “qualquer empresa constituída no Brasil para fins jornalísticos”. Na prática, já que o texto não faz distinção entre os diferentes produtores de notícias, seríamos obrigados a manter em nossos produtos conteúdos problemáticos criados por empresas que se apresentam como jornalísticas, mas são especializadas na produção de informações enganosas.
Outros dispositivos do projeto de lei vão ainda mais longe ao exigir que as plataformas paguem por esse mesmo conteúdo. Estamos falando de veículos ou produtores de conteúdo controverso que distorceram fatos em relação à validade das vacinas durante a pandemia da COVID-19 ou que contestaram a integridade das eleições brasileiras de 2022.
O jornalismo é, sem dúvidas, essencial para ajudar a fornecer informações de qualidade às pessoas. Ao lado das empresas, associações e profissionais do ecossistema jornalístico que trabalham em parceria com o Google, poderíamos contribuir ainda mais com a oferta de notícias de alta qualidade no Brasil. O PL 2630 deveria apoiar e encorajar esses esforços, mas a sua proposta atual pode trazer o efeito oposto. Pode até limitar a disponibilidade de informações de qualidade para usuários brasileiros, pois exigiria mudanças significativas em produtos como o Google Notícias e a própria Busca.
Uma característica essencial do mundo digital é a possibilidade de qualquer pessoa usar a internet para armazenar e compartilhar conteúdos produzidos por elas, como fotos, vídeos e textos. Para que estes conteúdos possam ser exibidos ou distribuídos por plataformas online são necessárias licenças de direitos autorais dos seus criadores. Por exemplo, ao enviar um vídeo para o YouTube, você concede ao Google uma licença de direitos autorais para hospedar seu vídeo e permitir que outras pessoas o assistam.
O PL 2630 proíbe esses tipos de licenças de duas maneiras. Uma é exigindo que todas as licenças de direitos autorais para as plataformas sejam concedidas por entidades de gestão coletiva desses direitos, o que significa que criadores e titulares de direitos não podem mais decidir por si mesmos como desejam licenciar ou distribuir os seus trabalhos.
A outra forma é obrigando que todas as licenças de direitos autorais sejam pagas. Nesse sentido, as plataformas não poderiam mais oferecer serviços gratuitos de hospedagem ou compartilhamento de conteúdo sem pagar aos criadores que desejam usar seus produtos. Isso significa que poderá deixar de ser viável financeiramente para as plataformas oferecer serviços gratuitos.
O PL 2630 coloca em risco o livre fluxo de informações na web ao prever a criação de uma “entidade reguladora autônoma” pelo Poder Executivo com funções de monitoramento e regulação da internet. Pela proposta, o órgão terá amplos poderes para limitar o conteúdo disponível aos brasileiros, e contará com baixo nível de supervisão, tornando-se sujeito a abusos.
Além disso, de acordo com o texto, esse órgão pode instituir um “protocolo de segurança”, obrigando as plataformas a ceder à entidade de supervisão o controle de suas regras, termos de uso, processos e características dos seus produtos, sem nenhuma checagem ou controle efetivos. Neste período, os pedidos das autoridades poderiam ainda incluir dados sensíveis de usuários, violando a privacidade de pessoas e empresas brasileiras que usam nossos produtos. É um tipo de controle que poderia comprometer seriamente o fluxo livre de informações que existe hoje e que faz da internet um espaço no qual diferentes vozes podem se manifestar.
Ainda, ao estabelecer “protocolos de segurança”, essa entidade passa a tornar as empresas de tecnologia responsáveis por danos causados por conteúdo de terceiros, o que significa a suspensão temporária do Marco Civil da Internet. Na prática, o modelo cria um incentivo para que plataformas, como o YouTube, que hospedam conteúdos de usuários, adotem uma moderação excessiva, levando a um maior número de remoções e comprometendo a liberdade de expressão de milhares de criadores que desejam manifestar suas opiniões de forma legítima.
A proposta atual traz várias disposições que determinam um “dever de cuidado” a ser executado preventivamente pelas plataformas, principalmente, no que se refere aos conteúdos considerados ilegais pela proposta. Se o texto avançar assim, empresas de tecnologia terão que filtrar e moderar conteúdos considerando uma análise legal e assumindo uma função exercida tradicionalmente pelo Poder Judiciário.
Sem os parâmetros de proteção do Marco Civil da Internet e com as novas ameaças de multas, as empresas seriam estimuladas a remover discursos legítimos, resultando em um bloqueio excessivo e uma nova forma de censura.
Quando pensamos no YouTube ou na Busca do Google, que já têm mecanismos de denúncia disponíveis para usuários, a redação atual do PL 2630 cria um sistema que pode incentivar abusos, permitindo que pessoas e grupos mal-intencionados inundem nossos sistemas com requerimentos para remover conteúdos sem nenhuma proteção legal.
A incerteza do que pode ou não ser disponibilizado na internet levaria as empresas a restringir a quantidade de informações disponíveis, reduzindo a representatividade de vozes que existem nas plataformas. Isso violaria diretamente o princípio do acesso livre à informação, o que seria uma grande retrocesso na guerra contra conteúdos enganosos.
Somente no ano passado, o Google ajudou a gerar mais de 396 milhões de conexões diretas entre consumidores e empresas, por mês, incluindo ligações, orientações, mensagens, agendamentos e avaliações, beneficiando mais de 11 milhões de empresas brasileiras.
Desde o surgimento da internet, a publicidade online tem sido um pilar fundamental da web aberta. Ela permite que bilhões de pessoas em todo o mundo tenham acesso gratuito a produtos e serviços, incluindo conteúdos locais e relevantes para os brasileiros em português.
Os anúncios digitais também são um multiplicador da atividade econômica. De acordo com nosso Relatório de Impacto Econômico mais recente, a Busca do Google, o Google Play, o YouTube e as plataformas de anúncios do Google tiveram um impacto econômico de R$ 104,5 bilhões no Brasil em 2021. Parte desse impacto vêm das conexões diretas que nossos produtos ajudam a gerar entre empresas e consumidores.
O PL 2630 pode afetar esse impacto positivo dos anúncios digitais. Caso o texto atual seja aprovado, as empresas brasileiras vão precisar lidar com uma série de novas exigências para utilizar a publicidade digital como parte de sua estratégia de negócios. Por exemplo, foram incluídas apressadamente no texto do projeto normas para regular toda a cadeia de tecnologia de anúncios digitais. Isso pode trazer confusão sobre qual é a responsabilidade de cada ator desse ecossistema e incentivar um aumento desnecessário no custo da publicidade online.
Entre outras exigências, o novo texto prevê ainda que empresas compartilhem muitas informações sobre sua estratégia de marketing, o que criaria mais desafios para as pequenas e médias empresas que usam o digital para competir com empresas maiores.
Nós queremos que as pessoas tenham o poder de tomar decisões bem informadas sobre os anúncios que veem na internet. Isso significa fornecer maior transparência sobre quem são nossos anunciantes, onde estão localizados os anúncios e quais peças de campanha foram exibidas por meio do Google. Nos últimos anos, lançamos várias iniciativas nesse sentido, como atualizações importantes da Minha Central de Anúncios, do Relatório de Transparência de Anúncios Políticos e da Central de Transparência de Anúncios.
O PL 2630 também diz que apenas empresas com representação local podem anunciar em plataformas digitais no Brasil, impedindo que muitas companhias estrangeiras promovam seus produtos e serviços para brasileiros. Você consegue imaginar não poder ver um anúncio de passagem em um site de viagens estrangeiro ou um produto legal em site de varejo internacional por causa dessa restrição? Ou fazer uma pesquisa por um produto no Google e não ter acesso a um anúncio de que o item está em promoção em um e-commerce fora do país? Em tempos de comércio globalizado, acreditamos que esse tipo de regra vai contra os princípios da livre concorrência, isola o Brasil no mercado internacional e limita as escolhas do consumidor brasileiro.
A Busca do Google procura oferecer os resultados mais relevantes e confiáveis possíveis para as pessoas. Usamos sistemas de classificação para atender às expectativas dos usuários de encontrar fontes de informação relevantes e de alta qualidade, além de reduzir a exibição de conteúdo prejudicial ou de baixa qualidade nos resultados de pesquisa. O design desses sistemas, no qual investimos desde a nossa fundação, é nossa maior defesa contra informações de baixa qualidade – incluindo conteúdo ilegal e nocivo.
Na versão atual do PL 2630, os mecanismos de pesquisa são tratados da mesma forma que as redes sociais e os serviços de mensagens instantâneas. Isso acaba causando uma distorção que prejudica a Busca, já que ela tem ferramentas limitadas para remover conteúdos ilegais. Quando identificamos um comentário de ódio, por exemplo, a única ação que podemos tomar é remover a URL dos resultados, enquanto a página continua no ar e somente o proprietário do website poderia fazer a remoção.
Igualar buscadores a redes sociais também impõe aos buscadores um dever inviável de monitorar proativamente toda a internet em busca de determinados tipos de conteúdo considerados ilegais pela regulação. Isso, inevitavelmente, levaria a um bloqueio massivo de páginas potencialmente legítimas, já que em se tratando de temas controversos, como imagens fortes, mas que na verdade fazem parte de reportagens jornalísticas, seriam bloqueados para evitar possíveis sanções.
Por fim, o texto estabelece obrigações de remuneração de direitos autorais pelo uso de quaisquer obras literárias, artísticas ou científicas por plataformas e provedores. Se for aplicada aos sistemas de busca, esta obrigação pode ter efeitos significativos na disponibilidade desses conteúdos. A medida desconsidera o papel fundamental e gratuito que ferramentas como a Busca desempenham ao ajudar a divulgar o conteúdo produzido por milhões de criadores diariamente, incluindo os produtores de notícias.
Entendemos a urgência de lidar com questões tão importantes, como o problema da desinformação, e continuamos empenhados em contribuir com o debate público, inclusive com a criação de novas leis. O texto atual, porém, acabou se desviando de seu objetivo original de combater a desinformação, trazendo de forma apressada novos dispositivos sem discussão ampla com a sociedade, inclusive sem passar pelas comissões da Câmara dos Deputados.
Criar uma legislação que tem o potencial de mudar profundamente a forma como milhões de brasileiros, empresas e empreendedores usam a internet é uma responsabilidade compartilhada que precisa ser feita de forma colaborativa e construtiva para atingirmos o equilíbrio certo. Fale com o seu deputado ou deputada e nos ajude a chamar a atenção para os potenciais impactos do PL 2630 com a hashtag #MaisDebatePL2630.
Informações TBN
Integrantes do governo dizem ainda haver dúvidas no governo sobre qual nome deve ser indicado

Sem chefe desde janeiro, defensores públicos da União apontam descaso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a carreira e reclamam de paralisação no planejamento de longo prazo do órgão. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
No final do ano passado, o governo conseguiu barrar a sabatina do antigo defensor público-geral federal, Daniel Macedo, reconduzido ao cargo por mais dois anos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A indicação foi oficialmente retirada no dia 31 de janeiro e, desde então, a DPU (Defensoria Pública da União) vive em compasso de espera, enquanto o governo tenta se blindar de possíveis bolsonaristas.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, integrantes do governo Lula dizem ainda haver dúvidas no governo sobre qual nome deve ser indicado.
Reservadamente, ainda segundo o jornal, auxiliares tentam minimizar as críticas pelo atraso, afirmando que o próprio presidente quer falar com os candidatos antes de se decidir.
Informações Bahia.ba

Foto: Jovem Pan
“Vão se lascar”: assim pensam parlamentares de esquerda nessa guerra que já foi iniciada. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), anunciou nesta segunda-feira (1º) ter solicitado abertura de inquérito administrativo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para investigar possível infração contra ordem econômica, por abuso de posição dominante, praticada pelo Google.
“Além das providências já anunciadas pelo Ministro @FlavioDino Justiça estou representando junto ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para abertura de inquérito administrativo por possível infração contra a ordem econômica (Lei 12.529/12) por abuso de posição dominante”, escreveu Randolfe nas redes sociais.
CNN
La Os presidentes da Argentina e do Brasil se encontram nesta terça-feira (2) – e suas equipes econômicas também. A ajuda brasileira seria um paliativo para uma economia que passa por uma crise histórica e que negociou com o FMI um pacote de resgate de US$ 44 bilhões
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Os presidentes da Argentina e do Brasil se encontram nesta terça-feira (2) – e suas equipes econômicas também – para buscar uma alternativa que dê algum fôlego ao país em ano eleitoral. Alberto Fernandez, presidente argentino e aliado de Lula, se encontra com o brasileiro na tarde de hoje, numa tentativa de conseguir uma sinalização da maior economia da região que passe por linhas de crédito e até eventual uso do banco dos Brics.
Fernando Haddad e o seu par argentino, Sergio Massa, potencial candidato na eleição presidencial deste ano, também vão se encontrar. O Brasil tenta ajudar os argentinos, principalmente por meio de linhas de financiamento aos exportadores brasileiros, seja via BNDES ou bancos comerciais.
O entrave principal, no entanto, é a garantia que os importadores argentinos podem dar para as operações de compra. Títulos argentinos, por exemplo, não são considerados ativos seguros. E há ainda a questão de conversibilidade, já que o peso vem perdendo valor.
No começo da gestão Lula, se discutiu a possibilidade de operações de swap cambial para garantir o comércio entre os dois países – o que descartaria a necessidade de dólares por parte dos argentinos. Mas, como a operação envolvida títulos públicos dos dois países, o Banco Central brasileiro não topou.
Nesta terça-feira, a China faz esse tipo de operação com os argentinos e, segundo o governo argentino, isso estaria por trás do crescimento de 6 bilhões de dólares do comércio entre os dois países em cinco anos.
A ajuda brasileira seria, de qualquer maneira, um paliativo para uma economia que passa por uma crise histórica e que negociou com o FMI um pacote de resgate de US$ 44 bilhões. O ritmo intenso da desvalorização recente do peso acelerou a crise, aumentando a inflação e o medo de uma maxidesvalorização, que seria um desastre ainda maior para o atual presidente em termos políticos. Além disso, o país passou por uma seca extrema que impactou a produção agrícola e, consequentemente, suas exportações – e entrada de dólares.
Uma outra saída seria o uso do banco dos Brics. Ocorre que a instituição, hoje presidida por Dilma Rousseff, não financia países que são de fora do grupo, formado por China, Rússia, Índia e África do Sul. Brasil e China, no entanto, poderiam propor uma solução, alterando as regras, mas essa saída demandaria tempo. Mercadoria de que a Argentina não dispõe no momento.
Informações G1
Treinador assina contrato até dezembro e estreia nesta terça-feira, contra o Independiente del Valle, na Neo Química Arena, pela fase de grupos da Conmebol Libertadores
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Vanderlei Luxemburgo cumprimenta Fagner na sua chegada ao Corinthians — Foto: Rodrigo Coca
Vanderlei Luxemburgo é o novo técnico do Corinthians.
O clube anunciou a contratação do treinador na tarde desta segunda-feira. O contrato de Luxa com o Timão vai até dezembro, quando termina também o mandato do presidente Duilio Monteiro Alves.
Luxemburgo chega para terceira passagem no Corinthians; relembre a carreira do técnico
Luxemburgo já vai comandar o treino do Corinthians nesta segunda, no CT Joaquim Grava, e deve fazer sua estreia pelo Timão nesta terça-feira, contra o Independiente del Valle, às 21h, na Neo Química Arena, pela fase de grupos da Conmebol Libertadores.
Essa será a terceira passagem de Luxa pelo Timão, onde tem história vitoriosa. Em 1998, conquistou o Campeonato Brasileiro e, no ano seguinte, deixou o clube para treinar a seleção brasileira. Em 2001, voltou para ser campeão paulista.
A diretoria está atrás de um novo treinador desde a última quarta-feira à noite, quando Cuca pediu demissão. O técnico, contratado seis dias antes, sofreu pressão de parte da torcida por conta da condenação por abuso sexual de uma adolescente de 13 anos na Suíça, em 1987.
Luxemburgo no Corinthians: Tá na Área repercute acerto do Timão com o treinador
Desde então, a diretoria recebeu negativas de Tite, que pretende trabalhar no futebol europeu, e Mano, que avisou que irá cumprir seu contrato no Internacional. No fim de semana, o Corinthians chegou até a encaminhar um acordo com Roger Machado, mas recuou após repercussão negativa na torcida.
Há o diagnóstico de que falta ao elenco entender o que é “ser Corinthians” em alguns momentos, concentração e entrega em alguns jogos, cenário que Luxa é visto como alguém capaz de corrigir. O histórico extenso de títulos e trabalhos em grandes clubes, também.
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Vanderlei Luxemburgo, Duilio Monteiro Alves e Alessandro Nunes no Corinthians — Foto: Rodrigo Coca
Conselheiros influentes do já vinham insistindo há alguns dias pela contratação de Luxemburgo, mostrando e justificando tal opção diretamente à diretoria, que também ouviu o pedido de líderes de torcidas organizadas do clube.
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Vanderlei Luxemburgo e Renato Augusto no Corinthians — Foto: Rodrigo Coca
Informações GE

Foto: Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se encontrou na manhã desta 2ª feira (1º.mai.2023) com governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas(Republicanos), antes da Agrishow, maior feira de agronegócio da América Latina, em Ribeirão Preto (SP).
Abraçados, Tarcísio e Bolsonaro cantaram “1 capitão incomoda muita gente, 2 capitães incomodam muito mais”. Os 2 foram oficiais do Exército. O atual governador de São Paulo e ex-ministro de Bolsonaro deixou a carreira militar em 2008 para assumir um cargo na CGU(Controladoria Geral da União). Já o ex-chefe do Executivo foi para reserva em 1988, quando foi eleito vereador no Rio de Janeiro.
Bolsonaro embarcou para São Paulo no domingo (30.abr) e, ao chegar no aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), foi recebido por apoiadores. Antes de desembarcar, ele também cumprimentou passageiros que estiveram com ele no mesmo voo.
O ex-presidente estará acompanhado de Tarcísio na Agrishow. Na feira, Bolsonaro poderá ir à exposição e circular pelo local, entre os diversos estandes, mas não deve fazer discursos.
A ida de Bolsonaro ao evento fez com que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, não fosse à feira. Ele disse que se sentiu “desconvidado”. No sábado (29.abr), a Agrishow cancelou a abertura do evento para não dar palanque político a Bolsonaro.
Poder 360
Presidente disse, em evento de comemoração ao Dia do Trabalho em São Paulo, que taxa de juros é ‘responsável por parte’ da situação do Brasil. Lula também afirmou que governo estuda isentar do IR a participação nos lucros recebida por funcionários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar nesta segunda-feira (1º) a taxa Selic, índice básico de juros da economia, hoje em 13,75%. Em evento com centrais sindicais em celebração ao Dia do Trabalho, em São Paulo, Lula associou o patamar atual da Selic ao desemprego e disse que a taxa de juros é parcialmente “responsável” pela situação do país.
“A gente não poder viver mais em um país aonde a taxa de juros não controla a inflação, ela controla, na verdade, o desemprego nesse país porque ela é responsável por uma parte da situação que nós vivemos hoje”, disse.
A taxa de juros é o principal instrumento do Banco Central para coordenar a política monetária do país. Quando os juros sobem, o empréstimo fica mais caro e a economia “esfria”, o que ajuda a controlar a inflação – mas, como consequência, reduz a expansão da renda e do emprego.
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Lula discursa em evento em comemoração ao Dia do Trabalho, em São Paulo — Foto: TV Brasil/Reprodução
Durante o discurso, o presidente também disse que o governo estuda isentar do imposto de renda a participação nos lucros (PLR) recebida por funcionários. Também citou esforços para uma possível regulamentação do trabalho por aplicativos (veja mais abaixo).
A crítica à taxa de juros feita por Lula nesta segunda foi mais uma vez direcionada ao BC, que tem mantido a Selic em 13,75% ao ano, o maior nível em mais de seis anos. Ao longo dos últimos meses, o presidente tem feito reiteradas reclamações quanto à manutenção do índice.
Chefiado por Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o Banco Central possui autonomia operacional para fixar a taxa Selic para controlar a inflação.
Na ata da última de sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC avaliou que a desaceleração da atividade econômica “é necessária para garantir a convergência da inflação para suas metas, particularmente após período prolongado de inflação acima das metas”.
Isso ocorre, na visão do Banco Central, porque existe atualmente “uma dinâmica inflacionária movida por excessos de demanda [aumento de recursos na economia], inicialmente em bens e que atualmente se deslocou para o setor de serviços”.
Na semana passada, durante debate no Senado Federal, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que a taxa de juros é alta no Brasil por conta do atual nível de endividamento – considerado elevado para o padrão de países emergentes.
Lula também afirmou que o governo estuda a possibilidade de isentar do imposto de renda a parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) recebida por funcionários de empresas que possuem esse tipo de remuneração.
“A pedido das centrais sindicais, nós começamos a estudar, se o patrão não paga imposto de renda sobre o lucro, se o patrão não paga imposto de renda sobre os dividendos que ele recebe, por que que os trabalhadores têm que pagar imposto no PLR? Por quê?”, disse.
“Então nós estamos estudando, Haddad estava na reunião, nós estamos na reunião, quem sabe para o próximo ano, da mesma forma que um patrão que ganha milhões não paga sobre o lucro, o trabalhador não pode pagar imposto de renda sobre participação dele no lucro da empresa. Essa é uma coisa que precisamos trabalhar muito para mudar”, continuou.
Lula defendeu ainda que pessoas que trabalham por meio de aplicativos tenham direitos trabalhistas. O governo criou neste 1º de maio um grupo, junto com sindicatos e empregadores, para discutir a regulamentação de atividades por aplicativos, como transporte de pessoas, bens e comida.
“Não tem problema que o cara trabalha em aplicativo. Muitas vezes, o cara não quer assinar carteira. Não tem problema. O que nós queremos é que a pessoa que trabalha com aplicativo, que ela tenha um compromisso de seguridade social, porque, se ele ficar doente, ou a mulher, tem que ter cobertura para essa pessoa ser tratada”, disse Lula.

Novas imagens dos invasores do Palácio do Planalto mostram as falhas de segurança durante a ação e também a atuação de personagens-chave
O presidente também voltou a defender a prisão dos extremistas que participaram da invasão as sedes dos três poderes, em 8 de janeiro.
“Vocês se lembram que eles tentaram dar um golpe dia 8. Eu quero terminar dizendo para vocês: todas as pessoas que tentaram dar golpe serão presas, porque esse país quer democracia de verdade”, afirmou Lula.
O Congresso criou na última semana uma CPI mista, composta por deputados e senadores, para investigar os atos golpistas.
Informações G1

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), discutirá com lideranças da Câmara, na terça-feira (2/5), a possibilidade de adiar a votação do projeto de lei que cria marco regulatório na internet, o PL da Censura.
Parlamentares dizem que Lira quer avaliar se o projeto, relatado pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), tem os votos necessários para ser aprovado no plenário da Casa.
Silva afirmou à coluna que foi chamado para uma reunião com Lira nesta terça, em Brasília. Mas disse desconhecer qualquer decisão sobre adiar a votação do texto.
A preocupação do presidente da Câmara cresceu nos últimos dias. Especialmente após o Republicanos, partido presidido pelo deputado Marcos Pereira (SP), posicionar-se publicamente contra o projeto.
Lideranças evangélicas da Casa também pressionam outros parlamentares contra o PL de Orlando Silva. Eles colocaram no ar um placar on-line, que, até o momento, indica a possível derrota do projeto da Censura.
Outro foco de possível virada viria de parlamentares da bancada ruralista, insatisfeitos com a posição do governo Lula, grande defensor do PL da Censura, de fortalecer movimentos sociais como o MST.
Oposicionistas ao projeto ficaram empolgados com o placar da votação do requerimento de urgência, na última terça-feira (25/4).
O pedido foi aprovado com um placar de 239 votos favoráveis. Apesar de derrotados, parlamentares de oposição acreditam que esse número seria reversível na votação do mérito da proposta.
Metrópoles