
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Feira de Santana (Sindesp) esclareceu, nesta semana, a situação envolvendo o contrato do plano de saúde União Médica, após questionamentos apresentados por servidores.
De acordo com Hamilton Ramos – presidente licenciado da entidade, designado pela presidente em exercício, Lorena Moura, a falar sobre o assunto – a Prefeitura de Feira de Santana sempre honrou pontualmente os pagamentos referentes ao plano de saúde, planos odontológicos e demais serviços contratados para os servidores. A situação atual, segundo ele, decorre do período anual de análise e negociação de reajustes, solicitado pela operadora União Médica.
Sinistralidade elevada pressiona reajustes
Hamilton explica que a União Médica informou ao sindicato que a sinistralidade — índice que relaciona o custo dos serviços médicos utilizados pelos beneficiários ao valor arrecadado — ultrapassou 80%. A necessidade de reajuste e de coparticipação decorre do elevado volume de atendimentos, responsável pelo aumento da sinistralidade. “E a gente fica numa situação delicada. Primeiro, porque não temos interesse em aumento de valores. Coparticipação também não é algo que o sindicato solicita. Concordamos somente em último caso”, explica.
O presidente licenciado destaca que, diante de qualquer dificuldade no atendimento, os servidores frequentemente buscam a União Médica, o RH da Prefeitura ou a corretora, mas a responsabilidade recai injustamente sobre o sindicato. “Ficam jogando tudo para o sindicato, como se o sindicato tivesse culpa”, afirma.
Risco de cancelamento preocupa a entidade
Hamilton reforça que o Sindesp não recebeu qualquer comunicado formal de cancelamento, mas reconhece que a situação exige cautela. Ele alerta para as consequências graves que uma interrupção abrupta do serviço poderia causar.
“Se a gente cancelar o plano, é perigoso. Pode acontecer algo grave com algum servidor em tratamento, e não vamos assumir uma responsabilidade desse tamanho. Se a União Médica cancelar, a responsabilidade será da operadora, porque há muitas pessoas em acompanhamento médico”, disse.
Outra questão apontada é que muitos beneficiários do plano não são filiados ao sindicato, condição prevista no contrato. “Muita gente quer ter o plano e os benefícios, mas não quer cumprir com as obrigações. O contrato exige filiação”, ressalta.
Sindesp reafirma: não há interesse em aumento
Hamilton Ramos reforça que a entidade não propõe reajustes nem coparticipação: “Quem define sinistralidade é a própria operadora. Não somos nós que determinamos nada disso. Eles colocam a ANS como referência, mas o sindicato não exige aumento. Concordamos apenas quando somos colocados em xeque-mate, porque, se não aceitarmos, corremos o risco de ver o plano cancelado — e isso seria péssimo para os servidores.”
Ele acrescenta que compreende a lógica financeira da operadora: “A gente entende que nenhuma empresa vai trabalhar no vermelho o tempo todo. Mas é muito difícil lidar com planos de saúde.”
Diálogo continua
O Sindesp informa que permanece em diálogo com a União Médica e com a Prefeitura para buscar uma solução equilibrada, que garanta a continuidade do atendimento aos servidores sem impor aumentos injustificados.
“Vamos continuar lutando para preservar o direito dos trabalhadores, evitar prejuízos e garantir que ninguém fique desassistido”, concluiu Hamilton Ramos.
Os constantes alagamentos de ruas enfrentados por moradores dos bairros Campo Limpo e Baraúnas, durante os períodos de chuva, estão com os dias contados. Por determinação do prefeito José Ronaldo de Carvalho, o Governo Municipal de Feira de Santana publica licitação para a implantação de rede de drenagem de águas pluviais nos dois bairros já no início do ano.
As intervenções nos bairros Campo Limpo e Baraúnas, para pôr fim aos transtornos provocados pelos alagamentos recorrentes durante os períodos de chuva, conforme o prefeito José Ronaldo, são um compromisso assumido com a comunidade.
José Ronaldo revelou que, para a execução dessas obras de drenagem, o Governo Municipal já elaborou o projeto de viabilidade necessário para as intervenções. “É uma prioridade acabar com o alagamento nas ruas do Campo Limpo e das Baraúnas”, garantiu.
Além de contemplar o Campo Limpo e Baraúnas, a Prefeitura de Feira de Santana também pretende realizar obras de drenagem em outras regiões da cidade, como Panorama, Cidade Nova, Queimadinha e Feira X, que também enfrentam problemas similares de alagamento.
*Secom

O cantor e compositor Geraldo Azevedo, um dos ícones da música nordestina e conhecido em todo o país, dono de sucessos que embalam e emocionam gerações, será uma das atrações da primeira noite do Natal Encantado de Feira de Santana, nesta quinta-feira, 11.
O festival vai reunir grandes nomes da música nacional, como Ana Carolina, Diogo Nogueira, Baby do Brasil, Sandra de Sá e Joanna, e se destaca pela mistura de ritmos que vai subir ao palco montado na Praça Padre Ovídio.
O público gosta de ouvir “Dia Branco”, “Dona da Minha Cabeça” – a mais pedida nas apresentações dele –, “Você se Lembra”, “Caravana”, “Bicho de Sete Cabeças”, “Moça Bonita”. São canções conhecidas pelo público que o acompanha e mostram a força dos seus clássicos. Indicam que música de qualidade não é afetada pelo tempo. Muito pelo contrário.
Aos 80 anos, Geraldo Azevedo, pernambucano de Petrolina, é sucesso de público onde quer que se apresente. Na Praça Padre Ovídio não será diferente. A expectativa dos seus fãs, e não apenas de Feira de Santana, projeta praça lotada e um show com a participação dos fãs de todas as idades.
Dono de um timbre peculiar e do sotaque sertanejo que nem a vida no Sudeste apagou, do inseparável chapéu de massa e do violão, companheiro de uma vida, Geraldo Azevedo é mestre em promover apresentações memoráveis. Mais uma vez será o dono das cabeças do público.
A outra grande atração da primeira noite do Natal Encantado será a Orquestra Neojiba (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), que vai apresentar peças da música clássica, mas no seu repertório constam canções populares de vários estilos musicais.
Essa diversidade faz parte da proposta pedagógica do Neojiba, que utiliza a prática musical coletiva como um meio de desenvolvimento humano e integração social, permitindo que os integrantes tenham contato com diferentes vertentes musicais e, por que não, agradar ao público.
*Secom

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou que o ditador venezuelano Nicolás Maduro tem os dias contados. Ele não descartou uma possível invasão terrestre à Venezuela, segundo declarou em entrevista publicada nesta terça-feira (9).
A declaração foi dada à revista Politico. Trump foi questionado sobre até onde estaria disposto a chegar para tirar Maduro do poder.
– Seus dias estão contados – falou.
Donald Trump evitou responder quando a jornalista Dasha Burns perguntou se poderia descartar uma intervenção terrestre com tropas americanas em território venezuelano.
– Não quero confirmar nem descartar. Não quero falar sobre isso. Por que falaria disso com Politico, uma publicação tão hostil comigo? – declarou.
O governo de Trump não reconhece a legitimidade de Maduro e diz que o ditador lidera o Cartel de los Soles. O governo americano mobilizou uma presença militar sem precedentes na região com o argumento de combater o narcotráfico.
Essa operação, batizada como Lança do Sul, destruiu cerca de 20 lanchas supostamente carregadas com drogas no Caribe e no Pacífico, matando de forma extrajudicial mais de 80 pessoas, as quais Washington acusa de “narcoterroristas”.
Trump reiterou, além disso, em várias ocasiões, que “em breve” começarão os ataques contra o narcotráfico dentro do território venezuelano.
Apesar da tensão, Trump e Maduro tiveram em novembro uma conversa telefônica que, segundo fontes consultadas pelo The Washington Post, foi cordial.
Durante a conversa, o mandatário americano manifestou que gostaria que Maduro renunciasse ao poder, embora não tenha fixado nenhum ultimato, e ambos se comprometeram a manter novos contatos no futuro, acrescentou o jornal.
*EFE
Foto: EFE/ Octavio Guzmán
Coordenadora reforça prazo para entrega dos presentes e destaca pedidos que revelam a realidade de crianças em vulnerabilidade.

A campanha Papai Noel dos Correios chega à reta final em Feira de Santana, e a coordenação estadual reforça o chamado para que todas as pessoas que adotaram cartinhas realizem a entrega dos presentes até 19 de dezembro. A iniciativa, iniciada em 7 de novembro, tem como objetivo tornar o Natal mais especial para crianças em situação de vulnerabilidade social.
Em entrevista ao Rotativo News, a coordenadora estadual da campanha, Gilberina Nery, destacou a importância da devolução dentro do prazo. “Estamos nos dez últimos dias. Quem adotou uma cartinha precisa entregar o presente para garantir que aquela criança realmente receba o que pediu”, afirmou.
Agências participantes em Feira de Santana
Três unidades dos Correios no município estão recebendo cartinhas e presentes:
Todas estão preparadas para auxiliar na adoção e certificação dos presentes que serão destinados às crianças.

Pedidos que emocionam e expõem a realidade social
Gilberina explicou que a campanha revela, ano após ano, histórias que sensibilizam a equipe e os participantes. Além de brinquedos, roupas e material escolar, surgem pedidos que refletem necessidades profundas. “Uma criança de sete anos pediu uma cadeira de rodas automática para o irmão. É um pedido que nos emociona e mostra a realidade de muitas famílias”, contou.

O papel da solidariedade
A coordenadora agradeceu à população e às empresas parceiras, ressaltando que o sucesso da campanha depende do engajamento coletivo. “Cada padrinho e madrinha ajuda a tirar um sonho do papel. A campanha só acontece porque a sociedade abraça essa causa”, afirmou. A expectativa dos Correios é alcançar 100% das cartinhas adotadas em Feira de Santana.
Da Redação do Rotativo News

Débora do Batom escreveu ‘Perdeu, Mané’ em estátua Crédito: Reprodução
Condenada a 14 anos de prisão e atualmente em regime domiciliar por ser mãe de crianças pequenas, a cabeleireira baiana Débora Rodrigues dos Santos, apelidada de “Débora do Batom” após pichar “Perdeu, mané” na estátua A Justiça, pode ter sua pena reduzida para pouco mais de três anos, caso o PL da Dosimetria seja aprovado também pelo Senado.
O mesmo alívio alcançaria outros rostos que se tornaram emblemáticos após os ataques de 8 de janeiro, como Maria de Fátima Mendonça, a “Fátima de Tubarão”, e Antônio Cláudio Alves Ferreira, conhecido por destruir um relógio histórico presenteado a Dom João VI.
A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto na madrugada desta quarta-feira (10). Enviado agora ao Senado, o PL tem votação considerada prioridade pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que deseja concluí-la até o fim do ano. A iniciativa, porém, enfrenta resistência de bancadas robustas, como PSD e MDB.
Reduções possíveis para cada caso
A maior transformação ocorreria entre os condenados a 17 anos, como Fátima, moradora de Tubarão (SC), que ganhou repercussão ao ameaçar o ministro Alexandre de Moraes em vídeo gravado durante a invasão. Pela nova fórmula, a idosa poderia ter a pena reduzida para três anos e oito meses. O mesmo cálculo se aplicaria a Antônio Cláudio, também sentenciado a 17 anos.
No caso de Débora, a pena atual de 14 anos cairia para três anos e dois meses na projeção mais favorável. Ela foi condenada por abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado – o mesmo conjunto de crimes dos outros réus, mas com penalidade inicial um pouco menor.
Para estabelecer esses números, considerou-se o cenário mais benéfico ao condenado: excluiu-se da soma a pena por abolição violenta (por ser inferior à de golpe de Estado) e aplicou-se a redução de um terço por “contexto de multidão”.
Fonte: Carol Neves do Correio da Bahia
Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão, no município de Irará/BA, visando apreender documentos, mídias e objetos que possam confirmar a prática delitiva

Foto: divulgação ASCOMPF
A Polícia Federal, em conjunto com a Coordenação-Geral de Inteligência do Ministério da Previdência Social, deflagrou na manhã desta quarta-feira (10/12), a Operação TDI, que visa desarticular associação criminosa que atuava na obtenção fraudulenta de benefícios assistenciais a idosos, mediante a utilização de documentos falsos perante o INSS, no interior da Bahia.
As investigações tiveram início há cerca de quatro meses, quando se identificou um grupo de pessoas fictícias que eram titulares de benefícios assistenciais a pessoas idosas, sendo que algumas delas estavam recebendo o benefício irregularmente há mais de 15 anos.
Após levantamento de informações por parte da Polícia Federal e do Núcleo de Inteligência do Ministério da Previdência Social, verificou-se que os documentos de identidade utilizados para obtenção dos benefícios eram falsos, pois não existiam nos registros do Instituto de Identificação do Estado da Bahia. Além disso, identificou-se que os beneficiários possuíam diversas identidades falsas, a fim de obterem mais de um benefício fraudulento.
Duas pessoas foram identificadas como responsáveis pelo grupo criminoso, sendo que eles se cadastraram como procuradores desses beneficiários falsos, podendo assim receber os valores nas instituições bancárias sem a presença dos titulares do benefício. Também foi possível verificar que as procurações foram cadastradas perante o INSS mediante a apresentação de atestados médicos falsos, que indicavam que o beneficiário não teria condições de comparecer no INSS ou na agência bancária.
Policiais federais estão dando cumprimento a dois mandados de busca e apreensão, no município de Irará/BA, visando apreender documentos, mídias e objetos que possam confirmar a prática delitiva, bem como patrimônio decorrente das fraudes cometidas. Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado e associação criminosa, cujas penas, somadas, pode chegar a 10 anos de reclusão.
O prejuízo apurado com os pagamentos feitos para os benefícios investigados é de quase R$ 2 milhões, sendo que a ação da Polícia Federal e do Ministério da Previdência evitou um pagamento indevido de cerca de R$ 1,3 milhão.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
Campanha reforça que o câncer de pele é o tipo de tumor mais comum no Brasil e pode ser evitado com cuidados diários simples

Com a chegada do verão e o aumento natural da exposição ao sol, o mês de dezembro marca também a campanha Dezembro Laranja, iniciativa dedicada à conscientização sobre o câncer de pele, o tipo de tumor mais frequente no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 33% de todos os diagnósticos oncológicos do país são de câncer de pele, com cerca de 185 mil novos casos por ano.
O termo “câncer de pele” engloba diferentes tumores originados nos tecidos cutâneos. Os mais prevalentes são os não-melanoma, especialmente o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. Já o melanoma, embora menos comum, é o tipo mais agressivo, com estimativa de 8.980 novos casos por ano no triênio 2023–2025. O câncer de pele não-melanoma sozinho corresponde a 31,3% de todos os tumores malignos registrados no Brasil.
Prevenção e Cuidados
Prevenir continua sendo a estratégia mais eficaz. A dermatologista Dra. Vivian Amaral reforça algumas medidas essenciais:
* Uso diário e correto de protetor solar de amplo espectro, inclusive em dias nublados, reaplicando a cada 2 horas quando houver exposição prolongada.
* Roupas com proteção UV, chapéus, óculos escuros e preferência por sombra nos horários de maior radiação.
* Evitar exposição prolongada e desprotegida, especialmente no pico do sol.
* Autoexame regular da pele: observar pintas e lesões que mudam de cor, tamanho ou formato; que sangram, coçam ou não cicatrizam.
* Procurar um dermatologista ao menor sinal de alerta, pois quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura.
Tratamento e Prognóstico
O câncer de pele não-melanoma é altamente tratável quando diagnosticado precocemente. Apesar de ser o tipo mais comum, raramente leva à morte, mas pode causar mutilações, perda funcional ou cicatrizes importantes se negligenciado.
O melanoma, mais agressivo, também pode ter excelente prognóstico quando identificado nas fases iniciais. “A pele é o maior órgão do corpo e também o mais exposto. Muitos casos poderiam ser evitados ou tratados com sucesso se houvesse atenção constante aos sinais e uma rotina simples de proteção solar”, destaca a dermatologista Dra. Vivian Amaral.
Dra. Vivian Amaral — @draviviamaral
Dermatologista
Especialista em Dermatologia e Rejuvenescimento Íntimo Feminino
Médica dermatologista, sócia efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)
Fundadora do Instituto Vivian Amaral
Autora do primeiro livro brasileiro sobre Rejuvenescimento Íntimo Feminino e do maior número de artigos científicos publicados no país sobre o tema
Criadora da técnica VA Vectors Technique, premiada no Aesthetic Medicine Awards 2023 (Mônaco) — categoria Best Genital Rejuvenation
Idealizadora da Kiss Lip Filler Technique, técnica exclusiva de preenchimento labial
Professora, mentora e palestrante nacional e internacional em medicina estética, marketing médico e posicionamento ético

A nova pesquisa Ipsos-Ipec, em circulação na noite desta terça-feira, 9, mostra que o trabalho do presidente Lula da Silva à frente do governo federal tem a desaprovação de 52% dos brasileiros. A aprovação soma 42%, enquanto 6% não souberam ou não responderam.
Em relação ao levantamento anterior, que ocorreu em setembro, houve oscilação de 1 ponto porcentual para cima na desaprovação e queda de 2 pontos na aprovação. O cenário, portanto, demonstra uma piora generalizada na reputação da liderança petista perante o eleitorado.
O estudo mediu do mesmo modo o nível de confiança da população na administração federal. De acordo com o instituto, 40% afirmam confiar na gestão. Contudo, 56% dizem não confiar nela. Outros 4% não souberam responder.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 131 municípios, entre os dias 4 e 8 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Levantamentos recentes de outros institutos têm apontado a mesma tendência de erosão da confiança pública. Pesquisas nacionais de opinião realizadas ao longo do segundo semestre já identificavam avanço da avaliação negativa, principalmente entre eleitores de renda média.
A desaprovação prevalece sobretudo entre os habitantes das regiões Sudeste e Centro-Oeste. Em comum, os estudos registram desconfiança majoritária quanto à capacidade do governo de entregar resultados econômicos consistentes e melhorar serviços públicos.
Informações Revista Oeste

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma petição em que solicita principalmente autorização para que ele seja transferido ao Hospital DF Star, em Brasília. O motivo seria a necessidade sobretudo de intervenções cirúrgicas que a equipe médica recomendou. O documento encaminhado ao STF tem a assinatura dos advogados Celso Vilardi, Paulo Amador da Cunha Bueno e Daniel Tesser.
Segundo a petição, Bolsonaro apresenta um quadro persistente de soluços — apontado como sequelas de cirurgias anteriores registradas no processo — e uma piora de uma hérnia inguinal unilateral. Ambos os problemas exigiriam tratamento cirúrgico. A defesa pede que o ex-presidente permaneça internado pelo tempo necessário ao restabelecimento.
No mesmo documento, os advogados retomam a tese de prisão domiciliar humanitária, sob o argumento de que Bolsonaro deveria cumprir a pena em casa, com monitoramento eletrônico e outras condições que o ministro Alexandre de Moraes considerar adequadas. A defesa lembra que, antes da decretação da prisão preventiva — relacionada a outro processo —, o ex-presidente já cumpria pena em regime domiciliar.
O terceiro pedido apresentado ao STF consiste na autorização para que Bolsonaro possa realizar deslocamentos exclusivos para tratamento médico, mediante comunicação prévia ao relator. A defesa fundamenta o pleito na própria decisão que determinou a prisão do ex-presidente. Nela, Moraes garantiu a disponibilidade contínua de uma ambulância para atendê-lo, reconhecendo suas limitações de saúde.
Informações Revista Oeste