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Foto: arquivo pessoal

A radialista feirense e jornalista Manu Pilger – apresentadora do programa jornalístico diário Rotativo News, da Rádio Sociedade News FM – foi aprovada no Doutorado da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), turma 2026.1. Com 25 anos de atuação na comunicação baiana, Manu construiu uma carreira marcada pelo trabalho no rádio, televisão, reportagem, produção e assessoria, consolidando-se como uma das vozes mais respeitadas do jornalismo regional.

Mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Manu Pilger dedicou seus estudos ao pioneirismo e protagonismo da voz feminina no rádio esportivo da Bahia, explorando as barreiras históricas enfrentadas pelas mulheres e as práticas narrativas que sustentam sua atuação em um espaço marcado pela predominância masculina. Sua pesquisa analisou como a oralidade, a memória e os processos de linguagem moldam a presença e a resistência das mulheres no campo esportivo.

Agora, no doutorado, Manu ingressa na Linha de Pesquisa “Práticas Textuais e Discursivas”, que abrange investigações sobre estudos discursivos, letramentos, multiletramentos, práticas de linguagem, análise de discursos midiáticos e processos de argumentação. A linha busca compreender como textos e discursos operam na sociedade, dialogando com aspectos socioculturais e históricos das práticas comunicativas.

A aprovação marca mais um passo significativo na trajetória da comunicadora, que segue ampliando o debate sobre linguagem, mídia, gênero e discurso no cenário baiano e nacional.

Da Redação do Rotativo News


Apenas em novembro, 21.517 turistas de outros países visitaram a Bahia; veja números

Foto: Reprodução/AcheiViagem

A Bahia registrou um salto significativo na entrada de visitantes estrangeiros em 2025. Entre janeiro e novembro, 187.997 turistas internacionais desembarcaram no estado, um crescimento de 50,15% em relação ao mesmo período do ano passado, quando pouco mais de 125 mil viajantes haviam chegado ao território baiano.

O desempenho também foi positivo no recorte mensal. Apenas em novembro, 21.517 turistas de outros países visitaram a Bahia, alta de 14,48% no comparativo com o 11º mês de 2024. Os dados foram compilados pela Embratur em parceria com o Ministério do Turismo e a Polícia Federal.

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o resultado reflete a força da cultura baiana e o trabalho articulado entre diferentes setores. Segundo ele, o aumento expressivo “não é apenas uma estatística”, mas representa geração de emprego, renda e novas oportunidades econômicas no estado.

Freixo destacou ainda que a promoção da diversidade cultural, gastronômica e religiosa da Bahia, aliada à atuação conjunta com o Governo do Estado, prefeituras e iniciativa privada, tem sido determinante para ampliar a presença internacional.

A Argentina segue como principal mercado emissor, com 82.132 chegadas entre janeiro e novembro, uma alta de 59% frente ao mesmo período de 2024. Na sequência, aparecem Portugal (19.953 desembarques, +47,52%), Uruguai (16.770 visitantes, +26,54%), França (15.042 turistas, +168,47%) e Itália (11.271 viajantes, +41,95%).


Conselho Tutelar foi chamado para acompanhar o caso e definir as medidas necessárias para proteção da criança

Foto: Ascom/SSP-BA

Um menino de 11 anos foi baleado na quarta-feira (10) após ser atingido por um disparo acidental de espingarda efetuado pelo próprio pai, no bairro Mineração, em Valente, município localizado na região sisaleira da Bahia. A informação foi confirmada pela Polícia Militar.

Equipes do 16º Batalhão foram acionadas por profissionais do Hospital Municipal de Valente, que relataram a entrada de uma criança ferida por arma de fogo. Ao chegar à unidade, os policiais ouviram o pai do menino, que assumiu ter efetuado o disparo de maneira involuntária.

Diante da situação, o Conselho Tutelar foi chamado para acompanhar o caso e definir as medidas necessárias para proteção da criança. A Polícia Civil informou que, até o momento, não há registro da ocorrência na delegacia local.

Informações Bahia.ba


Controladoria disse que documentos da PF são essenciais para investigar agentes federais ligados aos certificados ideologicamente falsos

bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro faz aparição no quintal da casa onde cumpre prisão domiciliar, em Brasília – 9/9/2025 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Nesta quinta-feira, 11, a Controladoria-Geral da União (CGU) pediu novamente ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o envio de documentos da Polícia Federal (PF) sobre a suposta fraude no cartão de vacina que envolve Jair Bolsonaro e ex-assessores.

Conforme o o ofício, a CGU disse que recebeu apenas os autos principais dos inquéritos e de uma petição, faltando os anexos produzidos pela PF, como relatórios, laudos e arquivos considerados essenciais para concluir as investigações administrativas.

De acordo com o órgão, o mesmo pedido foi feito em 30 de agosto de 2024, mas negado por Moraes em 19 de setembro daquele ano, em razão de diligências ainda em andamento. Em virtude do tempo decorrido, a CGU reiterou a solicitação para prosseguir nas apurações internas.

A CGU ponderou que não precisa de todo o material dos processos, mas apenas dos itens listados em uma nota técnica, que delimita os documentos necessários para a análise de condutas atribuídas a quatro agentes vinculados ao Executivo federal: Luis Marcos dos Reis, Marcelo Costa Câmara, Max Guilherme Machado de Moura e Sérgio Rocha Cordeiro.

Informações Revista Oeste


A Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana recebeu a aprovação da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) para implantação do Programa de Residência Médica em Medicina de Emergência, vinculado ao Fundo Municipal de Saúde. A decisão foi publicada pela CNRM, com credenciamento provisório e nove vagas anuais distribuídas ao longo dos três anos de formação.

Trata-se da primeira residência médica da história da Secretaria Municipal de Saúde, ou seja, o primeiro programa em que o ente responsável é o próprio Fundo Municipal de Saúde. Agora, a SMS assume papel direto na formação de médicos especialistas, dentro de um projeto pedagógico construído a partir das necessidades do SUS em Feira de Santana.

O Programa de Residência Médica em Medicina de Emergência representa um passo importante para a qualificação da assistência em urgências e emergências. Médicos residentes atuarão nas unidades que compõem a rede, sempre supervisionados por preceptores, o que garante mais profissionais capacitados, maior capacidade de resposta em situações críticas e um cuidado mais seguro e resolutivo para a população.

A aprovação é resultado de um processo técnico rigoroso, com análise documental e visita de avaliação in loco da Comissão Nacional de Residência Médica. O parecer favorável atesta que a rede municipal dispõe de estrutura adequada, serviços organizados, corpo clínico qualificado e condições para formar especialistas alinhados às diretrizes nacionais de educação em saúde.

Para o prefeito José Ronaldo de Carvalho, a conquista reforça o compromisso da gestão com um SUS forte, planejado e próximo da população. O gestor municipal considera que investir em residência médica significa investir diretamente na melhoria da vida das pessoas, uma vez que cada profissional em formação contribui para elevar a qualidade do atendimento, reduzir filas, ampliar o acesso e garantir que o cuidado chegue com mais rapidez a quem precisa.

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, destaca que a residência é uma política pública estratégica de médio e longo prazo. “Ao integrar ensino e serviço, o município cria ambiente permanente de aprendizado, fortalece o trabalho em equipe com outras categorias profissionais e estimula a fixação de médicos em Feira de Santana, o que impacta de forma positiva a continuidade do cuidado e a organização da rede”, afirma.

A nova residência médica se soma ao esforço recente da gestão em estruturar legalmente as residências em saúde, a partir de legislação específica aprovada pela Câmara Municipal, que organiza a política de formação na esfera do município. Esse arcabouço jurídico dá segurança institucional, transparência no uso dos recursos públicos e capacidade de planejamento para ampliar, no futuro, outras modalidades de residência.

O Programa de Residência Médica em Medicina de Emergência também se integra a outro avanço importante. Em novembro, o Ministério da Educação aprovou a Residência em Enfermagem em Urgência e Emergência, igualmente vinculada ao Fundo Municipal de Saúde.

“Juntos, os dois programas marcam o início de uma nova etapa em Feira de Santana, na qual a Secretaria Municipal de Saúde passa a ser, além de gestora da assistência, um polo de formação de profissionais qualificados para cuidar cada vez melhor da população feirense”, pontuou o titular da pasta.

*Secom


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que se fosse presidente da república na época da pandemia de Covid-19, teria salvo 80% das pessoas que morreram devido à doença.

A declaração foi feita durante a inauguração de um centro de radioterapia no município de Itabira, em Minas Gerais. O presidente também mencionou o ministro da saúde, Alexandre Padilha: “Se eu fosse presidente da República naquela época e o Padilha fosse ministro da Saúde, eu duvido que a gente não tivesse salvo 70%, 80% das pessoas”.

Lula diz que as vítimas da Covid morreram “por falta de vergonha, de responsabilidade de um presidente que ficava na televisão imitando as pessoas que estavam com Covid, tossindo e zombando da saúde das pessoas que morreram nesse país”, fazendo referência ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.

Gestão Bolsonaro na Covid-19
Durante a pandemia da Covid-19 — período em que Bolsonaro era presidente — 700 mil pessoas vieram a óbito pela doença. A declaração de Lula faz referência a um episódio em que o ex-presidente imitou pessoas com falta de ar, um dos principais sintomas que acometem os infectados.

*Metro1
Foto: Ricardo Stuckert /PR | Marcos Corrêa /PR


Parlamentar segue presa na Itália desde julho após ser condenada pelo STF

Deputada Carla Zambelli
Deputada Carla Zambelli Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados negou, na madrugada desta quinta-feira (11), cassar o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), condenada em duas ações penais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão contraria a ordem da Suprema Corte, que havia determinado que a perda do mandato da parlamentar fosse declarada pela Mesa Diretora da Câmara.

Com a medida, a deputada se mantém no cargo, apesar de já não receber salários desde maio deste ano, mês em que foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal pela acusação de invasão de sistemas e adulteração de documentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em agosto, ela foi condenada novamente pelo STF, mas pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. A denúncia contra a congressista foi decorrente de um episódio em que ela correu com uma arma na mão pelas ruas do bairro dos Jardins, em São Paulo, na véspera do segundo turno das eleições de 2022.

Salários de Zambelli só foram pagos até maio Foto: Reprodução/Site Câmara

Apesar de os salários de Zambelli terem sido cortados, as verbas de gabinete dela seguem liberadas. Atualmente, o limite de gastos de cada gabinete parlamentar da Câmara é de R$ 133.170,54. Em novembro, os gastos do gabinete de Zambelli foram de R$ 132.905,48, valor similar ao registrado no mês anterior, quando a quantia usada foi de R$ 132.886,58. A equipe da parlamentar possui atualmente 12 pessoas.

O QUE ACONTECE AGORA?
Apesar de Zambelli continuar como deputada por enquanto, ainda há uma nova possibilidade de que ela perca o mandato em decorrência do excesso de faltas, já que a Constituição prevê essa possibilidade nos casos em que um deputado ou senador falte a um terço das sessões ordinárias da Casa Legislativa da qual faz parte.

Como a parlamentar segue presa na Itália desde julho, sem qualquer previsão de retorno ao Brasil, mesmo por extradição, as faltas dela seguem sendo contabilizadas pela Câmara. Nos casos de perda de mandato por faltas, no entanto, não é necessária a deliberação do Plenário, bastando apenas a declaração da Mesa Diretora da Casa para que se oficialize a saída do parlamentar do cargo.

Informações Pleno News


Sorteio colocou Egito e Irã na “Partida do Orgulho” em Seattle e abriu impasse na Fifa

Foto: Reprodução / Instagram @gianni_infantino

Copa do Mundo de 2026 ainda nem começou, mas já carrega sua primeira grande controvérsia. Uma decisão tomada meses antes do sorteio dos grupos colocou a Fifa no centro de um impasse que envolve Egito, Irã, a cidade de Seattle e ações de visibilidade LGBTQIA+.

Como surgiu o problema?

Muito antes de saber quais seleções jogariam em Seattle, o comitê local definiu que uma das partidas sediadas na cidade seria a chamada “Pride Match”, um jogo dedicado a celebrar o orgulho LGBTQIA+.

A iniciativa previa elementos simbólicos no estádio e ações de apoio à comunidade. O que ninguém dentro da Fifa imaginava é que o sorteio colocaria Egito e Irã, dois países onde a homossexualidade é ilegal, justamente nessa partida.

A probabilidade de esse confronto cair especificamente no jogo temático era baixíssima: 0,7%, equivalente a 1 chance em 144.

Reação imediata das federações

Após o anúncio das seleções envolvidas, as federações de Egito e Irã se manifestaram rapidamente, rejeitando qualquer associação a atos de celebração LGBTQIA+ durante a partida.

Ambas indicaram desconforto e demonstraram resistência a participar do jogo caso o tema fosse mantido.

A postura abriu um dilema diplomático para a Fifa, que agora precisa decidir como conciliar: a autonomia da cidade-sede em promover ações de diversidade, as culturas e leis dos países participantes e o próprio regulamento da Copa, que nunca previu um cenário semelhante.

O que a Fifa pode fazer

Três caminhos estão sobre a mesa:

Manter a Pride Match, apoiando a decisão de Seattle — o que pode gerar boicote ou retaliação dos países envolvidos.

Cancelar o evento comemorativo, o que seria visto como um recuo político e poderia provocar críticas de grupos de direitos humanos.

Refazer o emparelhamento da partida, algo inédito na história das Copas e que abriria precedente para futuras pressões políticas.

Até agora, nenhum posicionamento oficial foi anunciado pela entidade máxima do futebol mundial.

Um dos jogos mais aguardados da Copa

Marcado para 27 de junho, um sábado, o confronto ganhou holofotes antes mesmo de a bola rolar.

A reunião entre uma celebração do orgulho LGBTQIA+ e dois países que criminalizam relações homoafetivas transformou o duelo em símbolo de debate global sobre direitos humanos, representatividade e choque cultural.

Seattle mantém seu plano de realizar ações de visibilidade, e o jogo promete ser um dos mais comentados da Copa de 2026, não apenas pelo futebol, mas pelo peso social e político que carrega.

Informações Bahia.ba


Mudança entra em vigor em 2026 e fortalece peso do torneio nacional no calendário

Foto: Reprodução / CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) oficializou uma das mudanças mais significativas dos últimos anos no sistema de classificação para a Conmebol Libertadores. A partir de 2026, a Copa do Brasil terá duas vagas garantidas na competição continental: além do campeão, o vice-campeão também assegurará participação, algo inédito desde a criação do torneio.

Para acomodar a alteração, uma vaga anteriormente destinada ao Campeonato Brasileiro será removida, reduzindo o número de classificados pelo desempenho na Série A.

A medida integra o pacote de reformulações da CBF, que busca elevar o status e o impacto esportivo e financeiro da Copa do Brasil.

Vice-campeão também irá à Libertadores

Com a mudança, a entidade ainda avalia em qual etapa o vice entrará, se diretamente na fase de grupos ou na fase preliminar.

Outro ponto em discussão é o procedimento em cenários de acúmulo de vagas, caso campeão e vice já estejam garantidos na Libertadores via Brasileirão.

A decisão vinha sendo debatida internamente há meses e agora se torna peça central da nova estratégia da CBF para o calendário nacional.

Calendário da Copa do Brasil será mais robusto

A partir do próximo ano, o torneio passa por uma reformulação profunda:

1– As cinco primeiras fases serão disputadas em jogo único
2– Clubes da Série A só estreiam na quinta fase
3– Oitavas, quartas e semifinais permanecem em ida e volta
4– Final em jogo único, marcada para 6 de dezembro de 2026
5– A competição passa a ter 126 clubes em 2026 e 128 a partir de 2027
6– O novo formato prevê 14 datas e 155 partidas por edição, aproximando o modelo ao da FA Cup, na Inglaterra

A CBF justifica que o torneio ganhará mais alcance nacional e valor técnico, reforçando seu peso esportivo e comercial.

Com a nova configuração, o Brasileirão deixa de ser o único grande filtro para a elite continental. Mesmo assim, a Série A continuará responsável pela maior parte das vagas brasileiras, ainda que com número reduzido.

Semifinais da Copa do Brasil seguem em disputa

Enquanto o novo formato é preparado para o próximo ciclo, a edição atual entra em sua reta decisiva. Corinthians, Cruzeiro, Fluminense e Vasco brigam por um lugar na final.

O Corinthians abriu vantagem ao vencer o Cruzeiro por 1 a 0 em Belo Horizonte nesta quarta-feira (10).

A outra semifinal, entre Fluminense e Vasco, ocorre nesta quinta-feira (11), no Maracanã, em duelo que fecha o primeiro capítulo da disputa.

Como a mudança impacta diretamente o Bahia

Para o Esquadrão de Aço, a alteração da CBF modifica de forma relevante o planejamento esportivo dos próximos anos.

A vaga retirada do Brasileirão aumenta a pressão por campanhas consistentes e reduz o espaço de erro em competições de pontos corridos.

Por outro lado, o crescimento da Copa do Brasil como via de acesso reforça a necessidade de tratar o torneio como prioridade estratégica.

O retrospecto recente ajuda a entender o cenário. Em 2025, o Bahia terminou o Brasileirão em 7º lugar, posição que, dentro do modelo atual, já o levaria à fase preliminar da Libertadores.

Em 2024, no entanto, o Tricolor encerrou a competição em 8º lugar, campanha que não daria vaga ao torneio continental.

Com menos vagas no Brasileirão e mais na Copa do Brasil, o Esquadrão precisará equilibrar forças nas duas frentes para manter presença contínua no cenário internacional.

Informações Bahia.ba


Ex-presidente da República estaria precisando de intervenção médica

O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, observa de sua casa enquanto o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (não aparece na foto), deixa Brasília após uma visita (29/9/2025) | Foto: Reuters/Diego Herculano/Foto de Arquivo
O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, observa de sua casa enquanto o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (não aparece na foto), deixa Brasília após uma visita (29/9/2025) | Foto: Reuters/Diego Herculano/Foto de Arquivo

Nesta quinta-feira, 11, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 15 dias à Polícia Federal (PF) para submeter o ex-presidente Jair Bolsonaro a uma perícia médica.

A decisão ocorreu em virtude de um pedido da defesa de Bolsonaro para ele realizar uma cirurgia.

Na decisão, Moraes observou que o ex-presidente já possui “atendimento médico em tempo integral” na Superintendência da PF de Brasília e que, até o momento, não houve relatos de situações de emergência.

“Desde aquele momento, não houve nenhuma notícia de situação médica emergencial ocorrida com Bolsonaro”, argumentou Moraes. “Ressalte-se, ainda, que os exames médicos apresentados pela defesa não são atuais, sendo que o mais recente foi realizado há três meses, sem que à época os médicos tenham indicado necessidade de imediata intervenção cirúrgica.”

Pedido da defesa de Bolsonaro

jair bolsonaro
Os então presidentes Jair Bolsonaro (República) e Alexandre de Moraes (TSE), durante a cerimônia de posse de Moraes no comando da Corte — 16/8/2022 | Foto: Antonio Augusto/STF

Além da cirurgia, os advogados do ex-presidente requereram prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente. Segundo a defesa, os médicos estimam que as cirurgias demandam “imediata internação hospitalar, de cinco a sete dias”.

“Diante de todo o exposto, das provas médicas acostadas e da excepcional gravidade do quadro clínico apresentado, requer a vossa excelência: autorização e remoção do peticionário ao Hospital DF Star, a fim de que possa ser submetido às intervenções cirúrgicas indicadas pelos médicos responsáveis pelo seu tratamento, bem como sua permanência no hospital pelo tempo necessário”, escreveram os advogados.

Informações Revista Oeste