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URGENTE: Roberto Jefferson desmaia na cela e tem traumatismo craniano

Foto: Reprodução.

O ex-deputado Roberto Jefferson (foto) sofreu uma queda após desmaiar na cela em que está preso e aguarda autorização judicial para fazer exames fora da prisão, diz O Globo. Segundo laudo médico enviado pela Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro ao Supremo Tribunal Federal, a orientação é que ele passe por avaliação tomográfica no crânio, devido a possível traumatismo craniano.

Ainda de acordo com o laudo, Jefferson apresenta quadro depressivo e perdeu 16,5 kg em seis meses na cadeia.

O laudo foi enviado por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. 

Na sexta, a defesa de Jefferson pediu transferência para um hospital particular para realizar tratamentos em decorrência da gravidade do seu estado de saúde.

O ex-deputado está preso desde outubro de 2022 depois de atirar em agentes da PF que tentavam cumprir ordem de prisão contra ele.

Créditos: O Antagonista.


TV Globo/Reprodução

Parceria de banco foi fechada em valor milionário e formato inédito

https://twitter.com/mbrenno_/status/1664419952109953025?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1664419952109953025%7Ctwgr%5E2f2c6c7496f7b15abe331d6f5c69f0b15398d4bc%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F06%2Fcrise-globo-quebra-protocolo-e-poe-publicidade-dentro-do-jornal-nacional-veja-video%2F

O Nubank estreou como novo patrocinador do Jornal Nacional na noite desta quinta-feira, 1º. Até janeiro de 2024, o banco terá inserções antes do início do telejornal, após a escalada feita pelos apresentadores, além de comerciais de 30 segundos durante os intervalos e outras vinhetas de dez segundos de duração. Além disso, a empresa, em um formato inédito, apresentou inserções de marca na seção de notícias sobre os indicadores econômicos – algo totalmente novo no padrão da emissora.

Especula-se que o valor pago pelo espaço publicitário seja em torno de 110 milhões de reais. Esse tipo de merchandising havia acontecido apenas uma vez durante a história do programa. Em 2010, o Bradesco patrocinou as viagens de Ernesto Paglia durante o projeto JN no Ar e teve sua marca exibida no avião que levava o jornalista pelo país.

Veja 


Vespa-do-figo é responsável por alimentar a flor, que possui o pólen internamente. Apesar de ser capaz de digerir o inseto, a planta não é considerada carnívora. Entenda se veganos podem consumir.

Após entrar no figo, a vespa fêmea utiliza o comprido ovipositor para inserir os ovos  — Foto: Luciano Lima/TG

Após entrar no figo, a vespa fêmea utiliza o comprido ovipositor para inserir os ovos — Foto: Luciano Lima/TG 

Mais popular como sobremesa e na ceia de Natal, o figo não é aquilo que você pensa: ele não é fruta! Além disso, é um alimento bem polêmico entre os veganos. Alguns evitam consumir o cultivo, já que ele possui um sistema para digerir a vespa-do-figo

Mesmo assim, o figo não é considerado uma planta carnívora, pois essa digestão é um sistema de defesa (entenda mais abaixo). Pela mesma razão, o figo pode ser consumido por veganos, explica Paulo Minatel Gonella, professor do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). 

🌱 Figo não é fruta: na verdade, ele é uma flor “invertida”, então suas estruturas florais estão voltadas para o seu interior, explica o professor da UFSJ. 

🦟 Figo selvagem “come” vespa: na natureza, para que o figo crie sementes férteis, ele precisa ser polinizado. Mas como seu pólen está na parte interna, apenas a vespa-do-figo consegue acessá-lo por meio de uma abertura na flor. Confira esse processo a seguir.

🌿 Por que não é planta carnívora? As plantas carnívoras, em geral, vivem em solos pobres em nutrientes. Portanto, elas vão capturar os insetos como uma fonte de complementação, principalmente de nitrogênio e fósforo, que são nutrientes fundamentais para que elas sobrevivam, explica Gonella. 

No caso do figo, a digestão da vespa não acontece como uma complementação da sua alimentação, mas como um mecanismo de defesa, para que ela possa se proteger contra uma “proliferação excessiva de um inseto que é importante para ela, mas que, se proliferar demais, pode ser prejudicial”, diz. 

🥗Veganos podem comer figos? Sim, veganos podem comer figos. O produto que chega na mesa do brasileiro se reproduz de uma forma diferente do figo na natureza e não precisa mais da polinização. 

Ao longo dos anos, os pesquisadores foram reproduzindo figos geneticamente com as características que mais agradavam ao consumidor. Como resultado, o figo para consumo só possui flores internas femininas e não precisa de sementes férteis, explica o professor da UFSJ. 

Além disso, os figos são ensacados durante seu desenvolvimento, evitando que as vespas entrem e que pássaros se alimentem com eles – na natureza, os pássaros são os responsáveis por espalhar as sementes. 

Como as sementes não são férteis, para cultivar o figo, os agricultores o reproduzem por meio de clonagem e estaquia, uma técnica que usa estacas para multiplicação das espécies, promovendo o enraizamento de partes da planta no solo, podendo ser ramos, raízes ou folhas.

Informações UOL


Europeus querem impor limites para os supersalários dos jogadores

Foto: Pierre Albouy – UEFA/UEFA via Getty Images.

Não é uma ideia nova – tampouco uma ideia original – porque as ligas de basquete e de futebol americano já fazem isso há tempos, mas a UEFA pode impor um limite de valor que os clubes possam gastar com salários e transferências de jogadores em uma única temporada.

De acordo com o jornal britânico The Times, o limite funcionaria juntamente com o Regulamento de Sustentabilidade Financeira da UEFA, segundo o qual as equipes nos torneios europeus só podem gastar 90% das receitas em salários e transferências em 2023.

Gradativamente, isso cairia para 80% em 2024 e 70% em 2025. A ideia é estabelecer um limite fixo a cada temporada para gastos com salários, transferências e pagamentos de agentes.

Desde o início do ano, o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin,já alimentava a esperança de que poderia estabelecer um teto salarial no futebol europeu, a fim de proteger o equilíbrio competitivo, acrescentando que as negociações com os clubes estavam em andamento.

Todo o planejamento está sendo analisado pela Associação de Clubes Europeus, que representa os principais times, já deu aval. Por outro lado, ligas nacionais europeias e o sindicato dos jogadores (FifPro) já criticaram a proposta.

Créditos: Metrópoles.


EUA criticam Lula por apoio a Maduro

Foto: Governo da Guatemala, Twitter.

As declarações do presidente Lula sobre “narrativas” contra a Venezuela continuam a repercutir no mundo.

O diretor sênior de Hemisfério Ocidental do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Juan Gonzalez, um dos principais conselheiros do presidente Joe Biden, enalteceu a “coragem” dos presidentes do Uruguai, Luis Lacalle Pou, e do Chile, Gabriel Boric, por refutarem a defesa do petista ao ditador Nicolás Maduro.

“Nós não podemos ver esses temas como relativos ou dignos de narrativas, são absolutos. Vamos ter um debate sobre políticas e sanções, sobre como prover diálogo, mas temos que identificar as coisas como são”, disse Gonzalez.

As declarações de Lula foram feitas na última segunda-feira. No dia seguinte, Boric e Lacalle Pou criticaram o apoio ao regime de Maduro. O presidente chileno disse que a violação aos direitos humanos é uma realidade naquele país.

Créditos: O Antagonista.


Rodrigo Clemente começou a colecionar em 2017, quando tinha cerca de 60 pares de tênis. O empresário afirma que valoriza a história dos calçados.

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Foto: Celso Tavares/g1 

Quão difícil deve ser escolher entre mais de 7,5 mil pares de tênis de marcas conhecidas como Nike, Adidas ou Puma para ir trabalhar? É a situação do empresário Rodrigo Clemente, de 46 anos, o maior colecionador de sneakers do Brasil. Em 2018, ele contava com cerca de 60 pares do calçado e hoje, cinco anos depois, tem mais de 7,5 mil. 

“Minha esposa começou a criar caso. Ela disse: cara ou é você ou são os tênis.” Rodrigo passou a mão no rosto, afoito em ter que decidir o que fazer com o ultimato da esposa que está com ele há 18 anos e com quem ele tem dois filhos. “Ai eu falei: nossa, meu amor por você é maior.” Ela perguntou se ele iria doar os tênis. Sorrindo ao lembrar, o empresário disse que não doaria. A solução foi tirar os tênis de vista, mas não tanto assim. 

Dono de mais de 7.500 pares de tênis, explica como a paixão por sneakers começou 

Em um prédio comercial de cerca de 10 andares na Santa Cecília, no Centro de São Paulo, seis são de Rodrigo. Lá, o paulistano trabalha diariamente administrando seus negócios que estão espalhados pelo estado. E é neste prédio que está guardada uma grande parte da coleção de sneakers dele: cerca de 5 mil, porque não houve espaço para guardar todos os pares nos três cômodos que compõem o estúdio. 

Rodrigo atua em diversos segmentos, como os restaurantes Carnívoros Steak & Burger, em São Paulo e Juquehy, no litoral; o restaurante Filó e uma distribuidora de bebidas que também ficam em Juquehy; e uma empresa de reciclagem no interior de São Paulo, entre outros negócios. 

Os outros mais de 2,5 mil tênis do empresário estão espalhados entre a casa de Rodrigo, a casa da mãe dele e sua casa de praia. 

Não sobra espaço no dia nem para usar chinelo. Rodrigo contou que dá um jeitinho de usar todos os sneakers: “Às vezes eu troco de tênis duas ou três vezes por dia”, afirma. 

Quando a equipe do g1 chegou ao estúdio em que estão os calçados, Rodrigo estava com um tênis branco, era uma colaboração entre a marca Nike e a cantora Billie Eilish lançada em abril deste ano. Cerca de 40 minutos depois ele trocou o par e tirou uma foto para postar nos stories do Instagram com a #sneakerhead que ele usa diariamente. 

Rodrigo Clemente, empresário e colecionador de tênis usa segundo tênis durante entrevista — Foto: Celso Tavares/ g1

Rodrigo Clemente, empresário e colecionador de tênis usa segundo tênis durante entrevista — Foto: Celso Tavares/ g1 

Sneakerhead é um termo utilizado para identificar pessoas adeptas da cultura urbana do sneaker, que são tênis estilosos, com personalidade e geralmente alguma história por trás que explique o design ou modelo do tênis, muito além de apenas fabricar um calçado. 

Para ele, o tênis é quem manda no look. Vestido todo de preto no dia da entrevista, entre uma gravação e outra, Rodrigo colocou um tênis laranja vibrante da Adidas, uma colaboração inspirada nos personagens do desenho animado de South Park. O tênis, embora exposto na prateleira, parecia ter sido comprado naquele momento, recém-saído da caixa. 

“O tênis hoje manda no look. Eu, por exemplo, chego aqui e penso em qual roupa vou usar para combinar com aquele tênis. Você pode usar um tênis do jeito que você quiser. É ser disruptivo. Se ninguém ousasse, a gente viveria de Mamba [tipo de tênis] branco e preto até hoje. Eu quero ter algo que eu possa mostrar para as pessoas, ter alguém contando a história do trabalho que alguém fez.” 

Foto: Celso Tavares/g1 

No estúdio projetado para receber visitas com um bar com cerveja e outras bebidas de empresas em que Rodrigo é sócio, a decoração é tão divertida quanto os diferentes modelos e cores dos tênis de marca. Ao lado de funkos e bonecos de personagens como o Coringa e Astro Boy estão espalhados os modelos mais inusitados e raros de tênis do mundo, como uma bota vermelha de plástico inspirada no personagem principal de Astro Boy, que segundo Rodrigo “está fazendo sucesso na gringa”, e um tênis inspirado no Grinch, grande e cheio de pelos verdes bagunçados. 

Bonecos inspirados em personagens no estúdio do empresário Rodrigo Clemente, na Santa Cecilia em SP. — Foto: Celso Tavares/ g1

Bonecos inspirados em personagens no estúdio do empresário Rodrigo Clemente, na Santa Cecilia em SP. — Foto: Celso Tavares/ g1 

É claro que nem todos são tão mirabolantes e autênticos como os citados acima. O empresário aprecia bastante os tênis que, acima de uma bela aparência, tem história. O Kichute é um desses: todo preto, o design mistura um tênis com uma chuteira. 

“Mamba e Kichute são os tênis que eu mais gosto na coleção porque têm raiz. O Kichute, por exemplo, tem alma. Muita gente usou isso. Eu usei amarrado na canela porque o cadarço era muito grande. Eu sou um cara de raiz, sabe? E eu preservo muito isso. Então eu tenho esses tênis porque eles fizeram parte do meu dia a dia. Se a gente não tem história, vira um negócio.” 

Kichute, tênis lançado nos anos 70 e um dos preferidos do colecionador Rodrigo Clemente. — Foto: Celso Tavares/ g1

Kichute, tênis lançado nos anos 70 e um dos preferidos do colecionador Rodrigo Clemente. — Foto: Celso Tavares/ g1 

“Hoje eu quero ter algo que eu possa mostrar para as pessoas como é legal. Contar a história do trabalho que alguém fez. Eu não trato como acumulação, mas como uma história que eu quero dividir com as pessoas”, afirmou Rodrigo. 

O local mais especial e protegido do estúdio está dentro de um espaço chamado “The Vault” ou cofre, que é fechado com uma porta que imita a entrada de um cofre, com direito a uma roda de segurança e pintada de cinza metálico. Ali estão luvas assinadas pelo ex-boxeador Mike Tyson e os tênis mais especiais para Rodrigo, que são dois pequenos pares menores do que a mão de uma criança, presentes para o filho recém-nascido do empresário que hoje tem 15 anos, João Vitor Marucci. Hoje, João também tem os tênis como hobby. 

“O tênis que para mim é o mais valioso da coleção, não gosto nem de falar de valores, tá? Mas assim, valioso, é o do meu filho que hoje tem 15 anos e calça o mesmo número que eu, então é um tênis que tem 16 anos e tá na sala que a gente chama de ‘The Vault’. Eu costumo dizer que o pé é o último a sair no nascimento e tudo começa por ele, então eu cuido bastante dessa história e toda a cultura que envolve.” 

Primeiros sneakers do filho do empresário Rodrigo Clemente, os mais valiosos da coleção  — Foto: Celso Tavares/ g1

Primeiros sneakers do filho do empresário Rodrigo Clemente, os mais valiosos da coleção — Foto: Celso Tavares/ g1 

O espaço do cofre é pequeno e, diferente dos outros cômodos do estúdio, as janelas estavam abertas, deixando entrar a luz e a brisa da rua, algo que não é possível fazer sempre porque os calçados precisam de cuidados meticulosos. 

“O cuidado é diário, eu tenho uma equipe que limpa e cuida dos tênis. A gente cuida muito da iluminação e uma vez por mês eu ligo um desumidificador aqui em cada uma das salas, que suga toda a água para não hidrolisar os tênis”, explica o empresário, dono do espaço. 

Para um hobby, mais de 7 mil pares de tênis dão uma trabalheira. Por isso Rodrigo pretende mudar um pouco o modo como as coisas estão indo. Ele expressou em diversos momentos da entrevista o quanto gosta de pensar que os “tênis são democráticos” e que para honrar o seu passado – quando ele recebia tênis doados de outros jogadores de basquete para poder praticar o esporte porque não conseguia comprar um tênis – quer levar adiante a cultura do sneaker. 

Esculturas no estúdio de tênis do empresário e colecionador Rodrigo Clemente, em SP. — Foto: Celso Tavares / g1

Esculturas no estúdio de tênis do empresário e colecionador Rodrigo Clemente, em SP. — Foto: Celso Tavares / g1 

O empresário foi vago quanto ao dar informações detalhadas sobre o museu que se tornaria o primeiro do Brasil, mas afirmou que pretende abri-lo “muito em breve”. 

Rodrigo explica que a ideia do museu é juntar pessoas que tenham uma paixão em comum, sem diferenciar classes. 

“Onde o cara da periferia me encontra? Aqui dentro. Eu não estou distinguindo público. Eu quero que as pessoas que venham aqui possam simplesmente vivenciar. Não quero só o cara famoso ou rico aqui dentro. Eu quero o cara que fala assim: ‘Que animal!'”, explica. 

Rodrigo Clemente, colecionador de sneakers, segura tênis que tem história marcante e calça o segundo tênis que usou durante a entrevista — Foto: Celso Tavares / g1 

Quanto a entrada e visitas no futuro museu, não há detalhes, mas a ideia deve gerar lucros mesmo que Rodrigo tenha afirmado que não quer monetizar o espaço: “Você quer monetizar isso? Não. Eu quero poder ainda ajudar, porque quando eu abrir isso para as pessoas conhecerem eu quero que alguns tragam seus tênis que não vão usar mais para que alguém possa usar ou para que a gente possa reciclar eles. A gente está indo para um lugar público onde as pessoas possam visitar e levar os seus tênis ou pagar um ingresso que seja revertido”, explicou, sobre o projeto. 

A pergunta que não quer calar: para ter tantos tênis, quanto Rodrigo teve que gastar e quanto ele ainda gasta? Cerca de cinco meses atrás, ele conta que começou a ganhar muitos pares. Durante a entrevista, até citou uma conversa que teve com uma vendedora da Gucci que visitou o estúdio. Mas antes de receber sneakers, o empresário diz que gastava cerca de R$ 800 por compra e adquiria em média 10 a 20 por mês. Hoje ele ganha mais sneakers do que compra, mas continua com uma média de 20 compras mensais, gastando cerca de R$ 800 em cada um.

Informações G1


17.abr.2023 - O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, sai após uma reunião com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira - 17.abr.2023 - Ueslei Marcelino/Reuters
17.abr.2023 – O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, sai após uma reunião com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira Imagem: 17.abr.2023 – Ueslei Marcelino/Reuters

O governo da Rússia quer examinar com o Brasil meios de reduzir as transações em dólares e a adoção de moedas locais para o comércio bilateral. O interesse do Kremlin ficou claro quando o chanceler russo, Sergey Lavrov, se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, às margens da reunião dos Brics, na África do Sul na sexta-feira.

Entre janeiro e maio de 2023, a Rússia foi o quinto maior exportador de produtos ao Brasil, superando tradicionais parceiros como Itália, França ou Japão.

Segundo fontes do Itamaraty, as conversas são apenas “exploratórias”. Mas, para os brasileiros, ficou evidenciado o interesse russo em buscar formas de reduzir a dependência em relação à moeda americana.

Sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil fechou um acordo com a China para realizar o comércio em moedas locais, enquanto o presidente brasileiro tem usado diferentes discursos para defender uma menor dependência ao dólar. Para observadores, trata-se de uma decisão geopolítica e parte da redefinição do cenário internacional.

Já os russos têm realizado o mesmo movimento com outros países. Com a China, por exemplo, um acordo para o uso do rublo e do yuan foi estabelecido. Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, o comércio nessas moedas locais já superou o uso do dólar. Para o Kremlin, a meta é a de abandonar moedas “tóxicas” para moedas “amistosas”.

O governo russo ainda indicou em abril que mais de 70% do comércio entre os dois países já ocorrem nas respectivas moedas locais. Em 2022, o fluxo atingiu US$ 190 bilhões, um aumento de 30% em comparação ao ano de 2021.

Nos EUA, não por acaso, a movimentação dos emergentes em busca de uma menor dependência ao dólar tem sido alvo de debates. Um dos temores é de que, se implementado um mecanismo paralelo à moeda americana, países conseguiriam reduzir o impacto de sanções financeiras.

De fato, a busca por um comércio com moedas locais foi intensificado pelos russos depois que Moscou passou a ser alvo de um pesado regime de sanções econômicas e financeiras por parte do Ocidente.

O Brasil não aplica sanções e critica o mecanismo. Mas as transações passaram a ser encarecidas diante da pressão do sistema financeiro internacional contra os russos.

Em 2022, apesar do regime de sanções e embargos, o Brasil e Rússia bateram recorde em seu comércio bilateral. O fluxo superou a marca de US$ 9,8 bilhões, 34% superior aos dados de 2021.

As exportações russas somaram US$ 7,8 bilhões, um aumento de quase 40% em comparação ao volume vendido em 2021.

No primeiro trimestre de 2023, as exportações russas continuaram aumentando, com expansão de 12% em comparação ao mesmo período de 2022.

“Um quarto dos fertilizantes utilizados no Brasil são de produção russa”, disse o chanceler Mauro Vieira, em abril durante a visita de Lavrov ao país. “Tratamos de um acordo para garantir o fluxo deste insumo de vital importância para nossa agricultura. Também tratamos para que estabelecimentos brasileiros possam exportar produtos de origem animal para a Rússia”, disse o ministro brasileiro.

Desde o início da guerra na Ucrânia, governos europeus e dos EUA têm pressionado parceiros comerciais a reduzir suas relações com Moscou, na esperança de asfixiar a capacidade do Kremlin de financiar sua guerra.

Informações UOL


Foto: Divulgação

Nesta sexta-feira, 02, em entrevista ao programa Rotativo News da Rádio Sociedade News FM 102.1, o Deputado Estadual Pablo Roberto, que revelou detalhes de sua candidatura para o governo municipal em 2024, e avaliou alianças políticas.

Confira o podcast completo:


Pessoas com febre e, ao menos, mais dois sintomas compatíveis com dengue, a exemplo de dor de cabeça, no corpo ou nas articulações, são consideradas suspeitas da doença. A recomendação da Vigilância Epidemiológica (VIEP) é que ao notar os sinais, o morador procure a unidade de saúde mais próxima para receber orientações.

A enfermeira da VIEP, Maricelia Lima, destaca que a hidratação é o principal tratamento contra a arbovirose. “É importante que esse paciente aumente o consumo de líquidos claros. Uma pessoa adulta, com suspeita, deve beber, em média, de quatro a cinco litros de água por dia, mas essa ingestão também pode ser complementada por chás, sucos e soros de reidratação”, explicou.

Para a enfermeira, o maior risco é ter sinais de alarme e ficar em casa aguardando uma possível melhora. “O paciente que tem vômito persistente, dor intensa na barriga, desconforto respiratório, sangramentos, não vai melhorar ficando em casa, tende a complicar. Ele precisa de hidratação venosa, disponibilizada em UPAs [ Unidades de Pronto Atendimento] e policlínicas. Em hipótese nenhuma, deve ficar em casa, sem assistência, sofrendo”, frisou.

São considerados sinais de alarme dor na barriga intensa e contínua; vômitos persistentes, queda de pressão; sensação de desmaio, sonolência intensa; irritabilidade; aumento do fígado; sangramento de mucosas como boca, olhos e partes íntimas; sensação de sede intensa; mãos ou pés azulados; piora da doença que já existia. Ao sentir algum desses sintomas, o paciente deve procurar, de forma imediata, as UPAs e Policlínicas Municipais.


Com o objetivo de atender à demanda dos passageiros, o Aeroporto de Feira de Santana amplia a sua operação e passa a contar com voos para Aracaju. Operada pela Azul Linhas Aéreas, a rota terá conexão em Recife e já está disponível a partir desta sexta-feira (2). O tempo de duração da viagem pode variar e ambos os trajetos, ida e volta, terão conexão com a capital pernambucana.

As passagens podem ser adquiridas pela central de atendimento ou no balcão da Azul localizado no Aeroporto de Feira de Santana, durante os horários de voos, ou diretamente no site da Azul.