
com César Oliveira
tema: “a frequência do nosso cérebro”

Patrícia Abravanel – após enxurrada de críticas -, além de restringir os comentários em seu perfil no Instagram, publicou um documento com as diretrizes editoriais do jornalismo do SBT. O post é colaborativo com suas irmãs, menos Rebeca e Silvia Abravanel.
O documento é datado de março de 1988, direcionado aos funcionários da emissora e assinado por Silvio Santos. O texto defende o apartidarismo, que todos os lados sejam ouvidos, e que a função do jornalismo é tão somente informar.
– ISENÇÃO – ouvir sempre os dois lados, frente e verso de uma informação. Nenhuma pessoa será culpada antes que a Justiça assim o diga – diz um trecho.
– APARTIDARISMO – nosso compromisso é com a informação correta e com o público. Ele quer fato documentado não proselitismo; quer informação e não ideologização da notícia – diz outro.
O documento também defende que “não vamos agredir nosso público e seus costumes e suas crenças; o respeito ao telespectador fundamental”.
Ao final, é ressaltado a todos os redatores, repórteres e jornalistas da casa, que os princípios listados devem ser obedecidos, a fim de que se cumpra “a missão de informar bem”.
*Pleno.News
Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Zezé Di Camargo anunciou nas redes sociais, na madrugada desta segunda-feira (15/12), que decidiu romper sua relação com o SBT após a emissora abrir espaço para autoridades políticas no lançamento do SBT News e em um especial institucional.
O cantor, que se identifica publicamente com o bolsonarismo, também solicitou que sua participação no tradicional especial de Natal não vá ao ar
Em vídeo, o sertanejo disse ter se incomodado com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes nos eventos promovidos pelo canal.
Para Zezé, o movimento representa mudança de rumo dentro da emissora, especialmente após a morte de Silvio Santos, a quem ele atribui visão política distinta da atual gestão.
“Eu vi o que aconteceu no SBT nos últimos dias, na inauguração do SBT News. E juro por Deus que isso não faz parte do meu pensamento. Não tenho nada contra ninguém, eu peço que o Brasil se saia da melhor forma possível. Torço pelo povo brasileiro porque eu vivo e dependo do povo brasileiro. Mas, diante da situação que eu vi, das pessoas mudando totalmente a maneira de pensar, principalmente das filhas do Silvio Santos, pensando totalmente diferente do que o pai pensava…”, afirmou o cantor.
O evento que gerou desconforto no artista reuniu nomes centrais da política nacional em um mesmo ambiente, marcado por discursos de convivência institucional. Além de Lula, participaram a primeira-dama Rosângela Janja Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Fernando Haddad, Jorge Messias e Ricardo Lewandowski. Pelo Supremo Tribunal Federal, estiveram presentes Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também compareceu, assim como o ministro do Tribunal de Contas da União Bruno Dantas.
VEJA
https://www.instagram.com/reel/DSRSPCCDPvy/?igsh=Y20zMWt6cGdpamZh
*Metrópoles
Foto: reprodução

A Prefeitura de Feira de Santana deu início às obras de pavimentação asfáltica com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) de mais quatro ruas do bairro Brasília. O serviço foi autorizado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho no início da manhã desta segunda-feira (15) e deve ser concluído até a próxima sexta-feira (19).
Somente nesta etapa das obras estão sendo contemplados o trecho complementar da Rua Fernando Ferrari e as ruas da Paz, Dom Pedro I e um segmento da Rua Lázaro Ludovico. A iniciativa atende a uma reivindicação dos moradores da comunidade.
Ao acompanhar o início das obras, o prefeito José Ronaldo reafirmou o compromisso de seu governo em promover um banho de asfalto em diversas ruas da cidade. Também revelou que, no próximo ano, outras ruas do bairro Brasília e adjacências serão contempladas com pavimentação asfáltica.
Moradora do bairro, a professora Lélia Vítor Fernandes ressaltou que a pavimentação asfáltica sobre a antiga pavimentação em paralelepípedo é um antigo sonho da comunidade, que agora está sendo concretizado pela gestão do prefeito José Ronaldo.
Durante o início das obras, o prefeito José Ronaldo esteve acompanhado dos secretários de Comunicação, Joilton Freitas, e de Mobilidade Urbana, Rodolfo Suzarte, além dos superintendentes da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA), João Vianey, e da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), Ricardo Cunha.
*Secom
Segmento gera 70 mil empregos diretos

© Rovena Rosa/Agência Brasil
O setor editorial e livreiro no Brasil registrou, em 2025, mais de 54 mil empresas e estabelecimentos ativos em todas as etapas da cadeia, como editoras de livros, livreiros, distribuidores e gráficas e empresas de edição integrada. O número representa uma expansão em relação ao ano anterior, quando eram 51 mil empresas e estabelecimentos ativos.

Além disso, o segmento gera 70 mil empregos diretos. Os dados são de levantamento divulgado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), produzido em parceria com a Analytics Valuation Reporting Insights (AVRI).
Entre 2023 e 2025, houve um crescimento de 13% no número total de empresas, com destaque para o avanço das editoras e do comércio varejista de livros. E de 2024 para 2025, o aumento foi consistente em todos os segmentos mapeados, ressaltou a CBL.
Para a presidente da CBL, Sevani Matos, o estudo é fundamental para compreender a dimensão do setor do livro no Brasil. “Pela primeira vez, reunimos dados que mostram o tamanho do nosso setor. Esse diagnóstico nos dá base para avançar em políticas públicas, fortalecer nossos profissionais e ampliar o acesso ao livro em todo o país”, afirmou.
O levantamento fez, ainda, um mapeamento da estrutura do setor, com base nos dados de 2024. Do total de empreendimentos, 59% eram empresários individuais, 40% empresas privadas e 1% organizações sem fins lucrativos. Em relação ao porte, o setor é predominantemente formado por microempresas (83%), seguido por empresas médias e grandes (9%) e de pequeno porte (8%).
O comércio varejista de livros é o segmento que mais gera empregos no setor livreiro, com forte concentração na região Sudeste, responsável por 56% dos postos de trabalho. O comércio atacadista tem estabelecimentos situados principalmente em centros regionais de distribuição, com destaque para as capitais das regiões Sudeste, Nordeste e Sul.
A edição de livros reúne o maior número de estabelecimentos do setor, marcada pela predominância de empresários individuais, que representam 77% do total. A impressão de livros é o segmento com maior média de empregos por empresa, alcançando nove postos de trabalho por estabelecimento, também com destaque para as regiões Sudeste e Sul.
Em 2025, o estudo aponta, ainda, uma forte presença territorial do setor: 2.495 municípios brasileiros contam com pelo menos uma empresa ligada ao livro, o que, segundo a CBL, evidencia a capilaridade do setor e sua relevância nacional.
O estudo também analisou a relação entre a presença do comércio varejista de livros e os indicadores de desenvolvimento das cidades. Entre os 1.830 municípios que têm livrarias, o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC) é 3% superior à média nacional. Segundo a CBL, o dado reforça que a existência de livrarias e pontos de circulação de livros está associada a melhores condições sociais, educacionais e culturais.
Com informações da Agência Brasil
Mais da metade considera ambiente “muito agressivo”

O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.

A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).
O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.
A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.
Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.
Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.
Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.
Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.
O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.
“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.
As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.
A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.
Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.
“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.
Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.
“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.
Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.
Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.
“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.
Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.
Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.
“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.
Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:
“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.
“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.
O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.
Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta “arraigada” no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo “offline“, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.
O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas “foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo”, principalmente nos grupos.
“Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso”, diz a autora. “Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo”, completa.
Com informações da Agência Brasil
Em 12 meses, indicador é positivo em 2,5%

© CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados
A atividade econômica brasileira apresentou queda em outubro deste ano, de acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) diminuiu 0,2% em relação ao mês anterior, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Já na comparação com outubro de 2024, houve variação positiva de 0,4%, sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais. No acumulado do ano, o indicador ficou positivo em 2,4% e, em 12 meses, registrou alta de 2,5%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 15% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de setores da economia – indústria, comércio e serviços e agropecuária –, além do volume de impostos.
A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas ajudam a redução da inflação, mas também podem dificultar a expansão da economia.
Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
A alta no preço das passagens aéreas fez a inflação de novembro chegar a 0,18%. Em outubro, o IPCA havia sido de 0,09%. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,46%, dentro do intervalo da meta de inflação, de 1,5% a 4,5%.
O recuo da inflação e esses indicadores, como o IBC-Br, que mostram a moderação no crescimento interno, levaram à manutenção da Selic pela quarta vez seguida, na última reunião do ano, na semana passada.
O Copom não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. Em comunicado, o BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia do BC é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.
A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.
Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo IBGE. Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.”
O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%.
Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.
Com informações da Agência Brasil

Feira de Santana – Durante o fim de semana dos dias 13 e 14 de dezembro de 2025, a Polícia Militar da Bahia, por meio do Esquadrão de Motociclistas Asa Branca, em atuação integrada com o DETRAN-BA, realizou mais uma etapa da Operação Paz no Trânsito (OPT) em vias estratégicas do município. A ação teve como objetivo principal a prevenção de sinistros, a fiscalização de infrações e a preservação de vidas no trânsito.
Ao longo das abordagens, 1.815 pessoas foram fiscalizadas e 1.787 veículos passaram por verificação. Como resultado, 84 veículos foram autuados, totalizando 137 autos de infração, além da remoção de 18 veículos que apresentavam irregularidades.
A operação também teve foco no combate à condução sob efeito de álcool. Foram realizados 1.719 testes de etilômetro, com registro de 69 recusas. Além disso, 15 condutores foram retirados de circulação por não possuírem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e seis motoristas foram autuados por infringirem o artigo 210 do Código de Trânsito Brasileiro, que trata do ato de furar bloqueio policial.
De acordo com a Polícia Militar, as ações fazem parte de uma estratégia contínua de reforço à segurança viária, especialmente em períodos de maior fluxo de veículos. A Operação Paz no Trânsito reafirma o compromisso da PMBA com a ordem pública, a educação no trânsito e a redução de acidentes, contribuindo diretamente para a proteção da população feirense.
Com informações da assessoria de Comunicação do CPRL
Ultrassom realizado neste domingo, 14, detecta hérnias inguinais no ex-presidente; médicos dizem que intervenção cirúrgica é tratamento definitivo
Ex-presidente da República e atual presidente de honra do Partido Liberal, Jair Bolsonaro passou a cumprir prisão preventiva na Superintendência da Polícia Federal em 22 de setembro | Foto: Reprodução/Site oficial do PL
Médicos recomendaram que Jair Bolsonaro (PL-RJ) seja submetido a cirurgia depois que um ultrassom, feito na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, neste domingo, 14, revelou duas hérnias inguinais. O ex-presidente está detido no local desde 22 de novembro e passou pelo procedimento depois de solicitação de seus advogados.
Realizado com aparelho portátil, o exame só foi possível em razão de uma autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado avaliou que os laudos médicos apresentados pela defesa estavam desatualizados. O pedido para nova avaliação teve como objetivo atualizar o quadro clínico e embasar decisões sobre possíveis intervenções.
Recomendação médica a Bolsonaro e próximos passos
Fachada do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília | Foto: Wallace Martins/STF
O advogado João Henrique de Freitas informou, pela rede social X, que “os exames identificaram duas hérnias inguinais”. “Os médicos recomendaram que ele seja submetido a um procedimento cirúrgico, a única forma de tratamento definitivo para o quadro”, afirmou a defesa.
Ainda não houve decisão sobre o pedido dos advogados para que a cirurgia, caso autorizada, ocorra em hospital e com permanência de Bolsonaro pelo período necessário à recuperação. O ex-presidente segue sob custódia no Distrito Federal enquanto aguarda resposta judicial.
Defesa se manifesta
O advogado Paulo Cunha Bueno disse, em uma postagem no X, que deve requerer nesta segunda-feira, 15, ao ministro Alexandre de Moraes, autorização para a cirurgia de Bolsonaro. “Amanhã [nesta segunda] será renovado o pedido de autorização de hospitalização para realização da intervenção cirúrgica, esperando-se que, diante do resultado da ultrassonografia, seja, finalmente, deferido o pedido, independentemente de ‘perícia policial’.”
No post, Bueno manifestou estranhamento em relação à “perícia” determinada à PF por Moraes, já que desconhecia “a expertise médica da Polícia Federal”. Ele também disse que a ultrassonografia afastou qualquer dúvida sobre a veracidade da recomendação feita anteriormente pela equipe médica de Bolsonaro. “Ou seja, se havia alguma dúvida sobre a veracidade das razões para o pleito cirúrgico, resta assente que os profissionais que lideram o tratamento — Drs. Leandro Echenique e Claudio Birolini —, jamais emitiram recomendações que não fossem verídicas e fruto de suas convicções médicas, honrando seu juramento hipocrático, como seria esperado”, escreveu.
Na última sexta-feira, 12, o ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro divulgou um vídeo inédito em que Jair Bolsonaro aparece ao soluçar enquanto dorme. O filho do ex-presidente afirmou que “ele precisa de cuidados especiais 24 horas por dia” e que, “se ele broncoaspirar por causa do refluxo constante, ele pode morrer com a crescente pressão sofrida paulatinamente nos últimos tempos”.
O ex-vereador carioca afirmou ainda que “existem episódios muito mais graves do que os que aparecem nesse vídeo” e que eles representam “risco real e imediato” à vida do ex-presidente. Além disso, Carlos reiterou que, “sem cuidados médicos contínuos, acompanhamento ininterrupto e ambiente adequado, estamos diante de uma tragédia anunciada”.
Informações Revista Oeste

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de tempestade de perigo potencial para 76 municípios da Bahia. O aviso teve início às 10h01 deste domingo (14) e segue válido até as 10h de segunda-feira (15). A previsão indica chuvas entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm por dia, além de ventos intensos de 40 a 60 km/h e possibilidade de queda de granizo em áreas isoladas.
Apesar do risco ser considerado baixo, o Inmet alerta para possíveis impactos como cortes no fornecimento de energia elétrica, danos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos pontuais. O aviso abrange municípios das regiões sul, extremo sul, sudoeste e oeste da Bahia, incluindo Vitória da Conquista, Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Guanambi e Brumado.
Durante o período do alerta, a orientação é evitar abrigo sob árvores, não estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda e não utilizar aparelhos eletrônicos conectados à tomada. Em caso de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo número 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Confira a lista completa:
Informações Bahia.ba