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Foto: Patrícia Laís

O carro fumacê é uma ferramenta importante no combate ao mosquito Aedes Aegypti- transmissor da dengue, zika e chikungunya. Em Feira de Santana, o serviço foi intensificado para evitar o aumento de novos casos das arboviroses.

Desta segunda-feira (31) até a sexta-feira (04), a programação segue para sete bairros da zona urbana. São eles: Rua Nova, Conjunto Feira X, Serraria Brasil, Queimadinha, Ponto Central, Jardim Cruzeiro e Calumbi.

Segundo a coordenadora do Centro Municipal de Referência em Endemias, Síntia Sacramento, a programação pode sofrer alterações devido ao aumento de números de casos em outros locais. 

“O carro fumacê é uma estratégia eficaz para o momento que estamos vivendo, pois ajuda na eliminação dos mosquitos que estão na fase adulta. Por conta do cenário de epidemia, no qual já registramos mais de mil casos da doença, serão priorizados os locais com mais notificações. Dessa forma, outros bairros ainda podem ser incluídos durante a semana”, destacou.

A recomendação é que as pessoas abram as portas e janelas de casa para permitir que a nuvem de inseticida chegue a todos os cômodos. Outra orientação é para que retirem os animais de estimação que possivelmente estejam na garagem ou jardins das casas no momento em que o carro estiver passando. Também é importante proteger alimentos para que não sejam atingidos por partículas do inseticida. 

Veja o dia que o fumacê vai passar no seu bairro:

Segunda-feira ((31): Serraria Brasil, Queimadinha, Feira X e Rua Nova

Terça-feira (01): Ponto Central, Feira X , Jardim Cruzeiro e Queimadinha

Quarta-feira (02): Serraria Brasil , Queimadinha, Feira X e Calumbi

Quinta-feira (03): Serraria Brasil, Queimadinha, Feira X e Rua Nova 

Sexta-feira (04)): Ponto Central , Queimadinha, Feira X e Jardim Cruzeiro


BOMBA: Congresso pode derrubar vetos de Lula sobre MP dos Ministérios

Foto: Adriano Machado/Crusoé.

O Congresso Nacional retoma os trabalhos legislativos na próxima semana com 23 vetos presidenciais pendentes de deliberação. Parte deles são modificações à MP de Reestruturação dos Ministérios feitas pelos parlamentares e barradas por Lula (PT).

As alterações sobre esta medida provisória foram consideradas uma das primeiras derrotas do governo no Congresso, ao fortalecerem siglas do centrão e evidenciarem dificuldades de articulação da base.

Dentre os vetos presidenciais para análise na primeira sessão do Congresso após o recesso estão o que retirada da Política Nacional de Recursos Hídricos e da Política Nacional de Segurança Hídrica do Ministério do Meio Ambiente. O Congresso havia aprovado que essas políticas ficariam sob o Ministério da Integração Nacional, comandando por Waldez Góes, nome do PSD.

Também estão na lista o veto a retirada da competência de coordenar atividades de inteligência federal do Gabinete de Segurança Institucional, além do veto à transferência do Programa de Saneamento e Edificações em terras indígenas do Ministério de Povos Indígenas para o de Cidades, de Jader Filho, do MDB.

Créditos: O Antagonista


As Forças Armadas do país africano aplicaram um golpe de Estado nesta quarta-feira derrubando o então presidente Mohamed Bazoum.

Imagem de arquivo de 8 de abril de 2023 mostra Yevgeny Prigozhin após funeral de blogueiro militar russo Maxim Fomin — Foto: Yulia Morozova/REUTERS

Imagem de arquivo de 8 de abril de 2023 mostra Yevgeny Prigozhin após funeral de blogueiro militar russo Maxim Fomin — Foto: Yulia Morozova/REUTERS 

O líder do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, saudou o golpe militar ocorrido no Níger nesta quarta-feira (26) e ofereceu os seus serviços para ajudar o novo governo a controlar a situação nacional e “trazer a ordem.” 

Prigozhin, em sua mensagem de voz ouvida pela Reuters, gabou-se da suposta eficiência de Wagner em ajudar as nações africanas a se estabilizar e se desenvolver no que parecia ser um discurso de vendas. 

“Milhares de combatentes de Wagner são capazes de trazer ordem e destruir terroristas e não permitir que eles prejudiquem as populações locais desses estados”, disse ele.

A ameaça terrorista na região permeia boa parte das decisões políticas. O Níger está em uma região que sofre com influência de grupos terroristas como o Boko Haram, Estado Islâmico e a Al Qaeda. 

Segundo o presidente do novo governo, o general Abdourahamane Tiani, os militares tomaram o poder do país devido à precarização da segurança nacional e as ameaças terroristas. 

Centenas de apoiadores do golpe no Níger colocam fogo na sede do partido governista na capital Niamey em 27 de julho de 2023 — Foto: Balima Boureima/REUTERS

Centenas de apoiadores do golpe no Níger colocam fogo na sede do partido governista na capital Niamey em 27 de julho de 2023 — Foto: Balima Boureima/REUTERS 

“O que aconteceu no Níger nada mais é do que a luta do povo do Níger com seus colonizadores. Com colonizadores que estão tentando impor suas regras de vida e suas condições e mantê-los no estado em que a África estava há centenas de anos”, diz uma mensagem de voz nos canais do grupo mercenário atribuída a Prigozhin. 

Com uma população de cerca de 27 milhões de pessoas, na sua maioria muçulmanos, o Níger é também um importante aliado da União Europeia na luta contra a migração irregular da África subsaariana. 

Acredita-se que com a subida ao poder do general Tiani, Níger passe a se voltar contra as lideranças ocidentais.

Informações G1


Após pressão, europeus agora se unem à demanda de pesquisadores brasileiros pela restituição do fóssil, tema de um artigo científico publicado em maio que reconhecia o status ‘possivelmente problemático’ da peça na Alemanha, devido aos indícios de tráfico. MPF apura o caso.

Reconstrução do crânio do Irritator challengeri feita com peças impressas por uma impressora 3D — Foto: Reprodução/Twitter/Olof Moleman

Reconstrução do crânio do Irritator challengeri feita com peças impressas por uma impressora 3D — Foto: Reprodução/Twitter/Olof Moleman 

Pesquisadores brasileiros e europeus publicaram nesta sexta-feira (28) uma carta conjunta pela restituição ao Brasil do fóssil do dinossauro Irritator challengeri, atualmente na Alemanha —depois de ter sido contrabandeado do Brasil.

O fóssil, considerado o crânio mais completo e preservado dos dinossauros de seu tipo, foi tema de um artigo científico publicado em maio deste ano por cientistas alemães e franceses. Eles fizeram uma nova análise do crânio e chegaram a conclusões inéditas sobre a espécie. Desde 1996, esse fóssil é classificado como um holótipo —peça que serve como base para descrição de uma espécie e, portanto, é de importância ímpar para a ciência. 

No estudo deste ano, os pesquisadores europeus reconheciam o “status possivelmente problemático” do fóssil, comprado pelo Museu Estadual de História Natural de Stuttgart de um comerciante de fósseis em 1991. O comerciante, por sua vez, teria importado o fóssil para a Alemanha antes de 1990. 

O problema é que desde 1942 todos os fósseis encontrados em território brasileiro são propriedade da União e não podem ser comercializados. A exportação para fins científicos depende de autorização governamental, não pode ser permanente e costuma exigir o envolvimento de cientistas brasileiros nas pesquisas. 

Essas condições não foram demonstradas pelos pesquisadores europeus no caso do Irritator, causando revolta na comunidade científica, como mostrado pelo g1

“O caso do Irritator indica que não enfrentamos casos isolados, mas as consequências de um padrão sistêmico. Portanto, consideramos imperativo que o ministério [alemão] efetue uma revisão sistemática da proveniência e da aquisição legal dos fósseis brasileiros nas coleções do Estado, também à luz da legislação brasileira”, diz um trecho da carta, a que o g1 teve acesso com exclusividade.

O documento é endereçado à ministra da Ciência, Pesquisa e Arte do Estado de Baden-Württemberg, província onde está localizado o Museu Estadual de História Natural de Stuttgart, que detém o fóssil brasileiro. 

Quando o artigo científico foi publicado pelos pesquisadores europeus, o paleontólogo Juan Cisneros, professor da Universidade Federal do Piauí e um dos autores da carta aberta, denunciou o caso ao Ministério Público Federal no estado. 

“Há registro oficial nos autos da Agência Nacional de Mineração (ANM) de que não houve autorização de aquisição, cessão, doação, comodato ou qualquer outra espécie de autorização por parte do antigo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) de exportação do território nacional do fóssil de Irritator challengeri (espécime SMNS 58022) em favor da Alemanha ou outro país”, afirma o procurador André Batista, responsável pela apuração no MPF. 

De acordo com o procurador, o Ministério das Relações Exteriores foi procurado para informar eventuais providências que já foram ou estão sendo tomadas para a recuperação do fóssil. Procurado pelo g1, o Itamaraty afirma que está em contato com Universidade Regional do Cariri (Urca), no Ceará, para tratar do fóssil. 

O contrabando de fósseis é um problema global que ainda afeta a Bacia do Araripe, que se estende pelo Ceará, Piauí e Pernambuco e é uma das mais ricas do mundo nessas peças. Foi nela que, muito provavelmente, o Irritator foi encontrado. Fósseis extraídos na região são vendidos em alguns casos por milhares de dólares no exterior. 

Diante dos questionamentos sobre a legalidade da posse alemã, a revista científica Paleo Electronica chegou a suspender, por duas semanas, a publicação do artigo. 

Até autor do artigo científico suspenso assina a carta

Imagem digital de como seria o dinossauro anfíbio Irritator challengeri — Foto: Reprodução/Olof Moleman

Imagem digital de como seria o dinossauro anfíbio Irritator challengeri — Foto: Reprodução/Olof Moleman 

Um dos cientistas que assina a carta é o paleontólogo Serjoscha Evers, orientador do artigo científico sobre o Irritator que fez deflagrar a polêmica.

Em junho, depois de anos de pressão da comunidade paleontológica, o país europeu devolveu outro fóssil brasileiro de importante valor científico, o Ubirajara jubatus, que também havia sido contrabandeado para a Alemanha. O Ubirajara agora integra a coleção do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, administrado pela Universidade Regional do Cariri (Urca) na cidade de Santana do Cariri. 

Além de Juan Cisneros, da Universidade Federal do Piauí, outra paleontóloga brasileira, Aline Ghilardi, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, está entre os principais articuladores da carta sobre o Irritator. A atuação de ambos foi crucial para a restituição do Ubirajara. 

“Apesar da grande visibilidade destes dois casos [Ubirajara e Irritator], o motivo da nossa preocupação é mais amplo. As coleções públicas em Baden-Württemberg guardam milhares de fósseis do Brasil. Isto nos preocupa na medida em que a lei brasileira confere a propriedade dos fósseis à Nação desde 1942, e proíbe a sua exportação permanente desde pelo menos 1990. Esta designação de propriedade e restrição de exportação no mínimo levanta dúvidas sobre o status legal dos fósseis nas coleções públicas de Baden-Würtemberg”, afirma a carta. 

“Na química, por exemplo, o hidrogênio é igual em qualquer lugar. Na paleontologia não é assim: cada fóssil é um objeto único, que aporta informações diferentes”, explicou Juan Cisneros em entrevista ao g1

“A gente depende desses objetos únicos para fazer as pesquisas, porque eles são como livros: vamos até eles para fazer consultas. Ter esse fóssil aqui, na Bacia do Araripe, vai contribuir para que as nossas pesquisas avancem mais”, diz ele.

O documento aberto endereçado à autoridade alemã afirma que a legalidade da permanência do fóssil na Alemanha não é a única preocupação dos cientistas. 

“Gostaríamos de convidar o ministério a considerar as implicações éticas das coleções públicas alemãs que guardam quantidades consideráveis de fósseis de um país que busca ativamente proteger seu patrimônio paleontológico por lei”, afirma a carta.

Em fevereiro, o Conselho Internacional de Museus (Icon, na sigla em inglês) publicou a chamada “lista vermelha de objetos culturais em risco” elaborada pelo Brasil. Entre os itens com maior risco de serem roubados, saqueados ou traficados estão os fósseis.

Irritator: a fraude até no nome

Irritator challengeri: entenda a polêmica do dinossauro roubado do Brasil

Irritator challengeri: entenda a polêmica do dinossauro roubado do Brasil 

O nome científico do fóssil guarda relação com a suposta forma problemática com que ele saiu do Brasil. 

Segundo o relato conhecido, “Irritator” remete à palavra “irritante”, porque quando o fóssil foi comprado no exterior, ele parecia estar bastante completo e preservado. No entanto, análises posteriores revelaram que a peça havia sido fraudada e partes da estrutura do crânio não eram ossos autênticos. 

A “irritação”, segundo esses relatos, teria se dado não só pela descoberta da farsa, mas também pelo difícil trabalho de remoção das partes falsificadas. 

Ao g1, o principal autor da pesquisa publicada na revista científica contou que parte do focinho do fóssil foi identificada como modelagem artificial quando o museu alemão recebeu a peça. Ela já passou por diferentes limpezas, mas ainda foi possível encontrar traços de material enxertado mesmo durante a pesquisa mais recente. 

Caso o crânio do Irritator challengeri seja devolvido ao Brasil, ele fará parte de um movimento global pelo retorno de bens de valor científico, cultural e artístico aos seus países de origem. 

Nos últimos anos, várias negociações bem sucedidas entre países, museus, instituições e comunidades locais tem levado a devoluções de peças que foram contrabandeadas em décadas recentes ou que foram saqueadas durante o período colonial pelas antigas potências em suas colônias. 

No caso brasileiro, são justamente os fósseis que têm atraído mais atenção e mobilizado pedidos de restituição, especialmente a partir do caso do Ubirajara jubatus.

Em meio à pressão pela devolução do Ubirajara, o Brasil obteve a primeira repatriação de fóssil: em 2021, depois do pedido formal do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, a Universidade do Kansas devolveu um valioso fóssil de aranha (batizado em homenagem à cantora Pablo Vittar), além de outros 35 fósseis de aracnídeos que os cientistas brasileiros nem sabiam que estavam nos Estados Unidos. 

No ano passado, a Itália também devolveu um fóssil de um peixe que viveu na Bacia do Araripe (PI, CE e PE) há 100 milhões de anos. A peça, avaliada em quase 3 mil euros, estava sendo comercializada ilegalmente em um site de leilões —o que ainda acontece com bastante frequência. 

Recentemente, a França apreendeu vários fósseis de origem brasileira que seriam leiloados. Dois lotes, um de 998 peças, e outro de 46 itens (em sua maioria insetos e peixes), serão repatriados. 

Também está na França o fóssil praticamente completo de um pterossauro de 112 milhões de anos, encontrado no Araripe. Este ainda não teve o pedido de repatriação aceito. O Ministério Público Federal no Ceará abriu inquérito nos três casos. 

Há, ainda, outros casos investigados pelo MPF-CE de fósseis que não foram devolvidos, um na Itália, outro na Coréia do Sul e um conjunto de 60 peças na Alemanha. 

“O mérito da descoberta e o prestígio são atribuídos às instituições do Norte Global, que continuam a obter financiamento e recursos que poderiam ser destinados às instituições e pesquisadores do país de origem. Perde-se a oportunidade de descentralizar a produção global de conhecimento e distribuir recursos de forma mais justa”, explica a especialista em direito do patrimônio Letícia Haertel.

Informações G1


Extra TBN: Ninguém tentou me convencer a dar um golpe, diz Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que ninguém tentou convencê-lo a dar um golpe de Estado depois das eleições de 2022. “Pensar, todo mundo pensa. De vez em quando, alguém falava alguma coisa. Agora, ninguém tentou me convencer”, afirmou Bolsonaro em entrevista à revista Crusoé divulgada nesta 6ª feira (28.jul.2023).

“Dar um golpe é a coisa mais fácil que tem. O duro é o day after, o dia seguinte. Como é que o mundo vai se relacionar conosco? Temos experiência de países que tomaram medidas de força e as consequências são péssimas. Você não vê uma ação minha fora das quatro linhas.”

Bolsonaro disse que ficou “revoltado” quando não conseguiu nomear o ex-delegado da PF (Polícia Federal) Alexandre Ramagem (PL) para a diretoria da corporação, em abril de 2020. Ramagem é amigo da família Bolsonaro. Integrou a escolta do ex-presidente durante a campanha eleitoral de 2018.

No ano passado, o ex-delegado deixou o cargo de diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) para concorrer ao cargo de deputado federal pelo Rio de Janeiro. Ele assumiu a agência em novembro de 2019. Em 2020, foi indicado por Bolsonaro para assumir a PF. Mas o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação.

Seu nome para a diretoria-geral da PF surgiu depois que Bolsonaro demitiu Maurício Valeixo do cargo. Valeixo havia sido escolhido por Sergio Moro (Podemos) e sua demissão foi um dos motivos que levaram o agora senador a deixar o cargo de ministro da Justiça. Na época, Moro acusou o ex-presidente de tentar interferir no comando da PF.

“Na minha intimidade, eu fiquei revoltado quando o Ramagem não pôde assumir a PF. Busquei contornar sem uma medida drástica. Quem hoje é o diretor da PF? Um amigo íntimo do Lula. Comigo não foi possível. Há uma diferença. Eu fui discriminado durante todo o mandato”, afirmou Bolsonaro.

Mauro Cid

Sobre o tenente-coronel e seu ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, Bolsonaro disse ser um homem sem maldade. “O telefone do Mauro Cid era um telefone público. Uma caixa de mensagens. Quando havia qualquer problema, informação sobre agenda, questões de ministros, tudo era no telefone dele. Se ele tivesse maldade, de três em três meses teria sumido com o telefone e com as mensagens, mas ficou tudo aberto”, declarou.

O ex-presidente alegou que não teve contato com o coronel do Exército Jean Lawand Junior. Ele é acusado de trocar mensagens com Mauro Cid que sugerem um “golpe de Estado” para impedir a posse de Lula.

“Eu nunca tive contato com o coronel Lawand. O Cid passou a ter amizade com algumas pessoas e a ter liberdade de falar o que bem entendesse. É comum você falar uma coisa que não queria e, depois que acontece, você se arrepende. Jamais alguém ia tratar de golpe por WhatsApp”, afirmou Bolsonaro.

Poder 360


Em megaoperação nacional, PF prende 165 estelionatários e pedófilos

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28/7), a fase ostensiva da Operação Muros de Jerusalém, que tem como objetivo prender e recapturar foragidos da Justiça envolvidos em crimes sexuais contra crianças e adolescentes, além de fraudes.

A operação teve início em 28 de maio de 2023, abrangendo todos os estados brasileiros, e resultou no cumprimento de 88 mandados de prisão contra estelionatários e 77 mandados de prisão relacionados a crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Até o momento, foram realizadas 165 capturas.

As diligências contam com o apoio de outras forças de segurança dos estados, que auxiliaram na execução das prisões.

Informações TBN


Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Bahia é o estado com a maior população quilombola do Brasil, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta quinta-feira (27).

Ao todo, no estado são 397.059 que se autodeclaram desta maneira, o que representa um terço de toda população quilombola do Brasil. Também estão na Bahia os dois municípios com mais quilombolas no Brasil: Senhor do Bonfim (com 15.999 pessoas) e Salvador (15.897). 

O fato de Salvador ser uma cidade litorânea e seu histórico como capital do país durante o período colonial explicam os números, segundo especialistas. Além de Senhor do Bonfim e Salvador, a lista inclui Campo Formoso (com 12.735 quilombolas), Feira de Santana (12.190) e Vitória da Conquista (12.057).

No norte do estado, Campo Formoso está em 8º lugar da lista nacional. É na cidade que está localizado o quilombo São Tomé, com mais de 140 anos.

*Metro1


A Câmara Municipal de Feira de Santana reinicia as atividades em plenário na próxima terça (1 de agosto), após recesso de 30 dias, com cerca de 40 projetos de lei ordinária de iniciativa dos vereadores, para discutir e votar. De acordo com  estatística apresentada pela Divisão Legislativa, referente às atividades do primeiro semestre, 36 matérias são remanescentes do primeiro semestre. Algumas outras foram apresentadas durante este período de intervalo das sessões. Há, ainda, 12 propostas nas comissões legislativas, pendentes de parecer para tramitação.

Do total de 27 leis aprovadas ao longo do semestre passado (segundo o detalhamento estatístico, 22 por unanimidade e cinco por maioria), 10 estão no aguardo de serem sancionadas pelo Poder Executivo, para que possam entrar em vigor. Duas foram promulgadas pela presidência da Casa da Cidadania. Uma lei é promulgada pela Câmara quando o prefeito municipal não se manifesta – nem sanciona, nem veta, no prazo constitucionalmente previsto.

O balanço do Legislativo, no primeiro semestre, registra 750 indicações encaminhadas pelos vereadores – normalmente, uma indicação é direcionada a secretarias e outros órgãos da Prefeitura propondo obras ou serviços sugeridos pela população. Também tendo como alvo repartições municipais, principalmente para solicitar informações de interesse público, os requerimentos são destaque no levantamento: 78 foram aprovados por unanimidade. É obrigatório por parte do Poder Executivo, conforme a Lei Orgânica, responder a requerimento aprovado em plenário.


Estão abertas as inscrições para o Workshop NE Day – Transforme seus sonhos em ação, que será realizado no Hotel Atmosfera, na Rua São Domingos, no dia 19 de agosto das 14h às 19h. O evento é promovido pelo Negócios Para Elas e tem o objetivo de estimular o empreendedorismo feminino ajudando a transformar projetos em ação.

O evento terá quatro palestras com um time de especialistas e convidadas, que conduzirão um bate papo com trocas incríveis entre empreendedoras. As palestras abordarão temas importantes para fazer seus negócios decolarem como posicionamento digital, imagem pessoal, calendário editorial, gestão de tempo, além bate-papo sobre finanças e sobre mentalidade empreendedora.

As profissionais que conduzirão as palestras e bate-papos serão: a jornalista Vitória Maria, a produtora de moda Thayla Luna, a Social Mídia Hosana Nogueira, a psicóloga Iara Nancy, a Coach Ana Santiago, a contadora Andreizza Vanin e a Psicóloga Brenda Vanin.

As interessadas devem fazer a inscrição através do link https://acesse.one/eYSch


Foto: Izinaldo Barreto

A Prefeitura por meio da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) deu início a requalificação de quatro praças em Feira de Santana, localizadas nos bairros Feira VI, conjunto Milton Gomes e Tomba, e mais uma no distrito de Jaguara. 

As obras iniciaram no último dia 4 e visam otimizar alguns parques da cidade, promovendo um espaço para atividades físicas e recreativas. Os locais passarão pelos serviços de substituição do pavimento, manutenção do meio fio, instalação de parque infantil, academia ao ar livre e mobiliário urbano. 

Na praça Alexandre Soares, na Rua A do Feira VI, os trabalhos começaram com demolição completa do piso, retirada e reassentamento do meio fio e regularização. Ainda nesta semana está previsto a instalação do piso intertravado. 

Os serviços seguem na praça Almirante Tamandaré, no conjunto Milton Gomes, com a remoção do pavimento. Os outros locais que também estão em processo de reformas são a praça principal do distrito de Jaguara e a praça Macário Barreto, no Tomba.