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Foto: Valdenir Lima

Nesta sexta-feira (4) a equipe do projeto “Sedeso Vai Até Você”, da Prefeitura de Feira de Santana, chega ao distrito de Jaguara. Os atendimentos vão ocorrer na praça da localidade, das 8h às 12h.

O atendimento descentralizado ao público oferece atualização do Cadastro Único (CadÚnico), confecção da carteira do idoso, apoio no acesso a benefícios sociais como o Programa Bolsa Família, atendimento nutricional, abordagem social e serviços de cidadania – produtos artesanais e cadastro para casamento coletivo.

Ainda no distrito, serviços de saúde serão ofertados em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, a exemplo da vacinação contra a raiva de cães e gatos, busca ativa vacinal de crianças e serviços do programa Consultório na Rua.

A iniciativa pretende percorrer bairros, sub-bairros, distritos e povoados mais populosos promovendo aproximação dos serviços da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedeso) para os moradores, identificando e solucionando as demandas.

Esta edição do Sedeso Vai Até Você tem parceria da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) com serviços de inclusão da tarifa social.


O promotor do caso, Mario Burgos, afirmou em audiência judicial nesta quinta-feira (3) que Nicolás recebeu grandes somas de dinheiro de Samuel Santander López Sierra, conhecido como o “Homem Marlboro”, condenado por narcotráfico nos Estados Unidos.

Defesa do filho do presidente da Colômbia aponta “sérias irregularidades” na prisão dele

Defesa do filho do presidente da Colômbia aponta “sérias irregularidades” na prisão dele 

Nicolás Petro, filho do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que um homem condenado por narcotráfico deu dinheiro para a campanha presidencial de seu pai. 

A afirmação foi feita ao Ministério Público –Nicolás é acusado de lavagem de dinheiro, e está em processo de colaboração com os promotores. 

O promotor do caso, Mario Burgos, afirmou em audiência judicial nesta quinta-feira (3) que Nicolás recebeu grandes somas de dinheiro de Samuel Santander López Sierra, conhecido como o “Homem Marlboro”, condenado por narcotráfico nos Estados Unidos. 

“Parte desse dinheiro foi usada pelo próprio senhor Nicolás Fernando Petro Burgos, e outra foi investida na campanha presidencial de 2022”, disse o procurador. 

Prisão do filho de Petro

O filho do presidente da Colômbia foi preso acusado de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito no último sábado. 

Segundo a Procuradoria-Geral, há indícios de que Nicolás desviou dinheiro da campanha do pai, Gustavo Petro, que foi eleito no ano passado. 

A ex-mulher de Nicolás também foi presa. Em março, ela disse a uma revista que Nicolás teria recebido doação de um narcotraficante, no valor equivalente a R$ 720 mil. 

Nas redes sociais, o presidente colombiano lamentou a prisão do filho e prometeu não interferir na investigação. 

Nicolas Petro, filho de Gustavo Petro, em março de 2023 — Foto: Asamblea del Atlantico/Via Reuters

Nicolas Petro, filho de Gustavo Petro, em março de 2023 — Foto: Asamblea del Atlantico/Via Reuters

Informações G1


Gabriel estava desaparecido desde o dia 26 de julho e foi encontrado morto em uma casa de aluguel de temporada nesta manhã.

Gabriel Paschoal Rossi foi encontrado morto em uma casa de Dourados (MS). — Foto: Reprodução

Gabriel Paschoal Rossi foi encontrado morto em uma casa de Dourados (MS). — Foto: Reprodução 

Gabriel Paschoal Rossi, de 29 anos, foi encontrado morto em uma casa de Dourados (MS) – a 232 quilômetros de Campo Grande – na manhã desta quinta-feira (3). O médico, que estava desaparecido há uma semana, foi encontrado com os pés e mãos amarrados em cima de uma cama.

O médico morava em um apartamento em Dourados, mas a casa em que ele foi encontrado morto era de aluguel de temporada. De acordo com a polícia, a família só registrou o boletim de ocorrência na quarta-feira (2) porque, até então, estavam trocando mensagens com uma pessoa que estava se passando por Gabriel, pelo telefone dele. As redes sociais do médico também foram excluídas.

Amigos do médico chegaram a informar para a polícia que haviam rastreado o carro de Gabriel no município de Guarulhos (SP). No entanto, a polícia acredita que tenha sido um erro no sistema, já que o veículo foi encontrado em Dourados. 

Conforme apurado pelo g1, o imóvel onde o corpo foi encontrado foi alugado através de um aplicativo na semana passada, por um período de 15 dias. O proprietário da residência informou que na noite de quarta-feira (27), dois homens chegaram a pé no imóvel para pegar as chaves e iniciar a locação. 

No entanto, a confirmação da causa da morte e de quando ocorreu só virá com o laudo necroscópico. Não há ainda previsão de liberação do cadáver para a família, que mora no Rio Grande do Sul. 

Confira o que se sabe sobre o caso:

  1. Há quanto tempo ele estava desaparecido?
  2. Como ele foi encontrado? 
  3. Quando ele morreu?
  4. De qual cidade ele era?

Há quanto tempo ele estava desaparecido?

A família registrou boletim de ocorrência relatando o desaparecimento de Gabriel quarta-feira (2), um dia antes dele ser encontrado morto. 

No entanto, Gabriel desapareceu no dia 26 de julho, depois de deixar o plantão no Hospital da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul), em Dourados. 

De acordo com a polícia, a família só registrou o boletim de ocorrência ontem porque familiares estavam trocando mensagens com uma pessoa que estava se passando por Gabriel, pelo telefone dele. 

Amigos do médico chegaram a informar para a polícia que haviam rastreado o carro de Gabriel no município de Guarulhos (SP). No entanto, a polícia acredita que tenha sido um erro no sistema, já que o veículo foi encontrado em Dourados. 

Como ele foi encontrado?

Mulher que mora ao lado da residência onde Gabriel foi encontrado, relatou que o carro do médico estava há cerca de uma semana estacionado em frente do local. De acordo com a moradora, moscas começaram a invadir a casa dela, além dela sentir um mau odor vindo da direção da casa vizinha. 

No entanto, só acionou a polícia depois de ver publicações em redes sociais divulgando o desaparecimento de Gabriel. A mulher havia visto um jaleco dentro do carro abandonado, e imaginou que podia ter relação com o caso. 

Ela relatou que trabalha em casa, mas que não ouviu gritos, nem viu movimentação estranha na residência. 

Gabriel Paschoal Rossi, de 29 anos, foi visto pela última vez no dia 26 de julho — Foto: Reprodução

Gabriel Paschoal Rossi, de 29 anos, foi visto pela última vez no dia 26 de julho — Foto: Reprodução 

A equipe do tenente da PM Luiz Eduardo Kettenhurber foi a primeira a chegar no local. Segundo o policial, desde que a família havia registrado o boletim de ocorrência do desaparecimento, a PM estava procurando o carro da vítima. 

Após o chamado da vizinha, o tenente foi até o local e viu que o carro era de Gabriel. Kettenhurber explicou que, como havia indícios de crime, a PM arrombou a porta e entrou na casa, encontrando o médico sem vida. 

Conforme informações da PM, o corpo de Gabriel estava com os pés e mãos amarrados com fios de energia e tinha sinais de estrangulamento. Não havia sinais de espancamento, apenas uma mancha de sangue coagulado na região da cabeça, na vertical, próximo da cabeceira da cama. 

Gabriel ainda usava o uniforme que os médicos utilizam no Hospital da Cassems, conhecido como scrubs hospitalar. 

Segundo a polícia, o corpo já estava em decomposição, o que indica que a morte ocorreu há vários dias. 

Conforme apurado pelo g1, o imóvel onde o corpo foi encontrado foi alugado através de um aplicativo na semana passada, por um período de 15 dias. O proprietário da residência informou que na noite de quarta-feira (27), dois homens chegaram a pé no imóvel para pegar as chaves e iniciar a locação. 

No entanto, a confirmação da causa da morte e de quando ocorreu só virá com o laudo necroscópico. Não há ainda previsão de liberação do cadáver para a família, que mora no Rio Grande do Sul. 

De qual cidade ele era?

Natural do Rio Grande do Sul, Gabriel se formou em março deste ano pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e trabalhava na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), na Cassems e no Hospital da Vida. 

Após o médico ser encontrado, o Hospital da Vida prestou uma homenagem para Gabriel. “Nesse momento de profunda dor, manifestamos condolências a familiares e amigos”. 

Nota de pesar do Hospital da Vida. — Foto: Reprodução 

O prefeito de Dourados, Alan Guedes, também publicou uma nota de pesar pelo falecimento do médico Gabriel que atendia na rede pública de saúde. “Aos familiares e amigos toda solidariedade e respeito neste momento de tristeza e dor”.

Informações G1


Presidente do Senado deu declarações nesta quarta-feira

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, definiu como um “equívoco grave” a possibilidade de descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento nesse sentido foi retomado, nesta quarta-feira (2), pelo tribunal e suspenso depois de quatro votos a favor da descriminalização. Segundo Pacheco, cabe exclusivamente ao Congresso Nacional discutir a questão, e uma decisão do STF não pode ser contrária à lei vigente.

— Houve, a partir da concepção da Lei Antidrogas, também uma opção política de se prever o crime de tráfico de drogas com a pena a ele cominada, e de prever também a criminalização do porte para uso de drogas — afirmou Pacheco em Plenário, nesta quarta.

O presidente do Senado classificou a descriminalização, sem discussão no Congresso e sem criação de programas de saúde pública, como “invasão de competência do Poder Legislativo”.

— Ao se permitir ou ao se legalizar o porte de drogas para uso pessoal, de quem se irá comprar a droga? De um traficante de drogas, que pratica um crime gravíssimo equiparado a hediondo – pontuou.

Ele ainda cobrou dos ministros do STF a compreensão do papel da arena política e afirmou que o Congresso está “trabalhando duramente” pelo bem do país.

*Agência Senado


O autor da Lei, é o vereador Flávio Arruda (Galeguinho SPA)

A Câmara Municipal de Feira de Santana aprovou nesta semana a Lei 4162/23, de autoria do vereador Flávio Arruda (Galeguinho SPA/ PSD), que altera o artigo 11 da Lei 3.736/17, sobre sons automotivos urbanos. Ou seja, os equipamentos sonoros apreendidos por órgãos de fiscalização serão encaminhados para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e poderão ser devolvidos aos respectivos donos mediante pagamento de multa no prazo máximo de até 60 dias, caso contrário o infrator deverá se apresentar à Polícia Judiciária que abrirá boletim de ocorrência para oitiva do autuado e encaminhamento à justiça.

“Antes não existia essa possibilidade de ter o material devolvido. Esta Lei é uma grande vitória para a categoria, e será bastante útil para a comunidade. Quando o material era apreendido, passava anos no galpão, ninguém conseguia retirar devido aos trâmites burocráticos. Se o material for apreendido, vai ser encaminhado à Secretaria de Meio Ambiente, você paga multa e retira”, explicou o vereador Galeguinho.

A Lei entra em vigor a partir da data de sua publicação.


Quando médicos dissidentes relatam o poder das grandes indústrias farmacêuticas, muitas pessoas acreditam se tratar de teorias de conspiração, afinal, sempre soa como exagero. Entretanto, a reportagem difamatória do Jornal O Estado de S. Paulo sobre nós: “Associação de médicos condenada por propaganda pró-cloroquina agora aposta em discurso antivacinas“, publicada dia 23 de julho, se torna um exemplo da onipresença e domínio da indústria farmacêutica, o que evidencia a corrupção sistêmica em toda a medicina e no jornalismo.

Além de mostrarmos as ligações de todos os envolvidos na reportagem com as grandes corporações do ramo, checamos as falsidades presentes na reportagem, a falta de ética jornalística e os métodos utilizados pelos jornalistas para que os leitores fossem distraídos do real debate.

Contexto: quem é o MPV?

O MPV – Médicos Pela Vida, é um grupo de médicos que resolveu estudar as melhores evidências disponíveis para tratamento da COVID-19 desde o início da pandemia. Os primeiros medicamentos com estudos positivos foram a hidroxicloroquina, ivermectina, vitaminas e minerais, entre outros.

Com isso, obtivemos uma redução de mais de 90% de mortalidade. Nossos dados são irrefutáveis. Enquanto no Brasil tivemos, em média, um óbito a cada 53 infectados, entre os médicos que tratam COVID-19, houve um óbito a cada cerca de 600 pacientes. Muitos médicos, no mundo todo, tiveram resultados semelhantes seguindo os mesmos princípios.

Com esses resultados, desde o começo, nossa mensagem foi: a doença tem tratamento eficaz, principalmente na fase inicial da doença – daí a importância do diagnóstico precoce –  e, portanto, as vacinas experimentais eram desnecessárias. Havia tratamentos com medicamentos baratos, genéricos, sem patentes, seguros e eficazes para doenças com etiologia e fisiopatogenia semelhantes. Obviamente, isso incomodou os poderosos e um mercado de mais de US$ 1 trilhão de dólares pronto para ser explorado. Todos, no mundo todo, que transmitiam a mesma mensagem, passaram a ser atacados impiedosamente.

Antes da reportagem, o Estadão nos questionou

A repórter Fabiana Cambricoli, ao produzir a reportagem, nos enviou questionamentos. Nós respondemos de modo público no dia 29 de junho. A base principal de seu questionamento se tornaria o título da matéria no Estadão. Ela queria saber porque divulgamos conteúdos “contra as vacinas COVID-19”.

Nossa resposta foi óbvia. Afirmamos que não divulgamos conteúdos “contra as vacinas Covid-19”, mas sim que divulgamos estudos científicos, estatísticas e fatos sobre as vacinas COVID-19. E afirmamos que diante disso, caberia a cada leitor interpretar os dados e fatos.

Demos exemplos de fatos e estudos que publicamos:

  1. Na resposta, falamos do estudo da Cleveland Clinic, dos EUA, revisado por pares e publicado em periódico científico de prestígio. Este estudo mostrou eficácia negativa das vacinas. “Quanto maior o número de vacinas recebidas anteriormente, maior o risco de contrair COVID-19”, concluíram os cientistas no estudo. Baseado neste estudo, afirmamos, como instituição, que as vacinas COVID-19 representam o maior estelionato científico da história.
  2. Afirmamos que nossa conclusão não foi muito diferente da conclusão do Wall Street Journal, o segundo maior jornal dos EUA em circulação. O fato é: o jornal chamou as vacinas COVID-19 de “propaganda enganosa”. Nós traduzimos trechos do artigo no jornal.
  3. Noticiamos sobre um estudo publicado na BMJ – British Medical Journal, um dos periódicos mais antigos e respeitados do mundo. O estudo foi feito por pesos pesados da ciência, como o respeitado professor Vinay Prasad. Nosso título foi: “Passaporte vacinal para estudantes é antiético, diz BMJ”.
  4. Divulgamos o fato da Suíça, desde abril deste ano, desistiu das vacinas COVID-19, não recomendado para mais ninguém. Obviamente, questionamos o próprio Estadão sobre o motivo deles não terem noticiado isso. Suíça não é uma republiqueta das bananas.
  5. Divulgamos o fato do ministro da saúde da Dinamarca,  Soren Brostrom, ter feito um pedido formal de desculpas à população por ter recomendado vacinas para menores de 16 anos. 

São fatos e estudos rigorosos. As respostas aos questionamentos do Estadão podem ser lidas aqui: “Resposta pública ao Estadão“.

As conexões entre os ouvidos e a indústria farmacêutica

A seguir, apresentaremos uma lista completa dos interlocutores e entidades citadas na matéria do Estadão. São eles que endossam as críticas à MPV.

SBIm

A reportagem ouviu Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). No canal do Youtube da SBIm, podemos ver o logo da Pfizer. (Link para o vídeo: 5m24).

Em outro documento publicado no site da SBIm, eles informam que foram apoiados por GSK, MSD, Pfizer e Sanofi Pasteur.

Em outro website, de 2021, a SBIm agrega seu logotipo em uma campanha de comunicação da Pfizer. É a campanha “Crie mais proteção“.

Natália Pasternak

Outra pessoa ouvida pela reportagem é Natália Pasternak, personagem sempre presente nas reportagens de televisão. Ela é colunista de O Globo e presidente de um instituto fundado por ela mesma: o Instituto Questão de Ciência, onde seu marido é editor chefe.

Natália faz parte do Conselho Consultivo da gigante farmacêutica Janssen, produtora de vacinas contra a COVID-19. Ainda em fevereiro de 2022, a vacina da Janssen foi retirada do mercado em diversos países, como na França, conforme noticiado pelo site RFI, devido os riscos superarem os benefícios.

O “Instituto Questão de Ciência” afirma que tem como objetivo orientar políticas públicas no Brasil. Ao que consta, a informação que a França baniu a Janssen não foi divulgada nem pelo Instituto nem por Natália em sua coluna em O Globo, um dos maiores jornais do país. Deste modo, a Janssen continuou sendo oferecida pelas autoridades brasileiras.

Ou seja, no Brasil, os lucros da Janssen não foram ameaçados, mesmo sendo uma vacina que os riscos superam os benefícios para a maior parte da população.

Dr. Renato Kfouri

Além de ser vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Kfouri declara, em documento disponibilizado no site do Ministério da Saúde, vínculos com grandes corporações farmacêuticas. Na lista, entram fabricantes de vacinas como Pfizer, Astrazeneca e o Butantan.

Na mídia, Kfouri defendeu os passaportes sanitários, que serviu apenas para aumentar os lucros da big pharma com coerção da população para que tomassem os produtos.

Jornal O Estado de S. Paulo

A checagem de fatos do Estadão, usada pelas plataformas de mídia social como referência para censurar matérias, é patrocinada pela Johnson & Johnson, que fabrica as vacinas COVID-19 Janssen. Ou seja, a checagem de fatos sobre vacinas é patrocinada pela fabricante de vacinas.

International Center for Journalists (ICFJ)

No fim da matéria há a explicação de quem financiou a reportagem: “Esta reportagem foi produzida com o apoio do programa Disarming Disinformation, do International Center for Journalists (ICFJ), e financiada pelo Instituto Serrapilheira. O Disarming Disinformation é um esforço global de três anos com financiamento principal do Scripps Howard Fund“.

Conforme reportagem de 2021 na Businesswire, a Muck Rack, empresa de relações públicas, fez parceria com a International Center for Journalists (ICFJ). A Muck Rack possui, entre seus clientes, a Pfizer.

O objetivo das empresas de relações públicas é o de moldar a opinião pública conforme os desejos das corporações dominantes. A Muck Rack explica sua missão: “permite que as equipes de relações públicas trabalhem juntas para encontrar os jornalistas certos para suas histórias”.

As desinformações sobre vacinas publicadas

“Há uma discussão sobre um fenômeno do que seria uma tolerância imunológica, no qual muitas doses da vacina poderiam ter resposta menor do que a esperada, mas jamais foi demonstrado em nenhum estudo que isso aumenta o risco de infecção”, afirmou Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, para a reportagem.

Entretanto, isso foi, sim, demonstrado em um estudo robusto feito pela Cleveland Clinic, dos EUA. A Cleveland Clinic é considerada a segunda instituição hospitalar mais prestigiada do mundo pela Newsweek. “Quanto maior o número de vacinas recebidas anteriormente, maior o risco de contrair COVID-19”, concluíram os cientistas no estudo.

A Cleveland Clinic fez a pesquisa envolvendo mais de 50 mil funcionários. O controle de quem tomou as vacinas, quantas doses e se, posteriormente, teve infecções, foi rigoroso. Além disso, o estudo confirma estudos anteriores, como o da Islândia, que encontrou dados semelhantes.

Este estudo segue sem nenhuma crítica que o desqualifique. Portanto, Kfouri, ao afirmar isso ao jornal, gera duas opções:

  1. Ele é desqualificado e desatualizado sobre os últimos estudos científicos das vacinas e, portanto, não está qualificado para falar do assunto.
  2. Não é de interesse dele falar desse estudo devido aos seus conflitos de interesses demonstrados previamente neste texto.

Leia matéria completa sobre o estudo da Cleveland Clinic aqui: “Quanto mais doses você toma, maior sua chance de contrair COVID-19, revela estudo

As desinformações sobre eficácia de tratamentos COVID-19

A reportagem fala sobre o manifesto publicado pelo MPV: “Em 2021, chegou a publicar na imprensa informe publicitário defendendo a prescrição do chamado ‘kit covid’, conjunto de drogas que, segundo diversos estudos científicos internacionais e autoridades sanitárias, não têm eficácia contra a doença”.

Neste manifesto de 2021 elencamos diversos medicamentos, como hidroxicloroquina e ivermectina, entre outros. Vamos aos mais polêmicos:

Evidências sobre hidroxicloroquina

Hoje existem 402 estudos da hidroxicloroquina contra a COVID-19. Desses, 37 pertencem a uma condição específica: o tratamento precoce. Ou seja, o início das medicações com até 5 dias de sintomas. Entre esses 37 estudos em tratamento precoce, 16 medem mortalidade como desfecho. Mortalidade é algo que não dá para ter viés de interpretação. E todos os 16 estudos evidenciam redução da mortalidade. Todos. Por unanimidade.

Link para todos os estudos aqui.

Leia matéria completa no site do MPV aqui: “Quais são as evidências atuais da hidroxicloroquina contra a COVID-19?“.

Na conclusão desta matéria, escrevemos: “É impossível, diante dos dados científicos, dizer que hidroxicloroquina ‘não funciona’ contra a COVID-19. Conclusões assim só podem partir de pessoas que não entendem nada de ciência ou possuem interesses escusos”.

Evidências da ivermectina

Hoje existem 99 estudos sobre o uso da ivermectina contra a COVID-19. Desses, 17 são em duas condições específicas: profilaxia pré-exposição e profilaxia pós-exposição. E todos os 17 estudos de profilaxia, por unanimidade, são positivos.

Leia todos os estudos da ivermectina aqui.

Leia matéria no site do MPV sobre as evidências da ivermectina aqui: “COVID-19: estudo ‘padrão ouro’ comprova eficácia da ivermectina“.

“Autoridades sanitárias”

A matéria diz que “autoridades sanitárias” não recomendam os medicamentos. Para continuar a explicação de como a indústria farmacêutica domina todo o estabelecimento médico, trazemos os dados disponibilizados em uma reportagem investigativa publicada na BMJ – British Medical Journal, um dos mais prestigiados periódicos médicos do mundo, em 2022.

A reportagem traz números de quanto dos orçamentos desses órgãos são derivados das indústrias farmacêuticas. Eis os números:

  • Austrália (TGA): 96%
  • Europa (EMA): 89%
  • Reino Unido (MHRA) 86%
  • Japão (PMDA): 85%
  • EUA (FDA): 65%
  • Canadá (HC): 50,5%

O nome disso é captura regulatória. Essas agências funcionam como departamento de marketing das grandes indústrias farmacêuticas. Um resumo simples? Quem paga a banda escolhe a música.

Leia a matéria completa no site do MPV: “Artigo da BMJ questiona se órgãos reguladores foram comprados pela indústria farmacêutica

Distrações da reportagem

A matéria do Estadão não consegue atravessar as fronteiras do Brasil na hora de analisar o contexto geral, mesmo com a pandemia sendo no mundo todo. Devido a um determinado anunciante de um dos congressos MPV, a jornalista tenta vincular todo o MPV à movimentos de direita no espectro político. Deste modo, Cambricoli busca distrair o público do real debate. 

Entretanto, ao atravessar nossas fronteiras, o que o MPV defende também pertence a outro espectro: a esquerda. Afinal, hidroxicloroquina está no protocolo oficial de Cuba contra a COVID-19, desde a primeira versão. Ou seja, a mensagem do MPV sempre foi: Cuba está certa e os EUA, errados.

Resumo

  1. A reportagem ouviu a SBIm. A SBIm possui ligações com a big pharma.
  2. A reportagem ouviu Natália Pasternak. Ela possui ligações com a big pharma.
  3. Ouviram Kfouri. Kfouri possui ligações com fabricantes de vacinas.
  4. A reportagem foi publicada no Estadão. A checagem de fatos do Estadão sobre vacinas é patrocinada por fabricantes de vacinas.
  5. A reportagem é uma iniciativa da International Center for Journalists (ICFJ). A ICFJ possui parcerias com agências de relações públicas da big pharma.
  6. A reportagem apela para “autoridades sanitárias”. As autoridades sanitárias sofrem captura regulatória pela big pharma.
  7. A própria jornalista, Fabiana Cambricoli, especialista na área, ignorou o sólido e arrasador estudo da Cleveland Clinic, preferindo publicar desinformação de que “nenhum estudo” comprovou o que o estudo concluiu. Nenhum?
  8. Cambricoli tenta politizar para distrair o público.

Apenas a história se repetindo

O pior é saber que tudo que estamos passando é apenas uma repetição da história da AIDS. Havia tratamento eficaz desde o meio da década de 80, mas os médicos da linha de frente, mesmo com resultados incontestáveis, por contrariarem os interesses da big pharma, eram perseguidos. Centenas de milhares foram deixados à morte por lucro. Tudo isso foi bem retratado no filme “Clube de Compras Dallas”, vencedor de três estatuetas do Oscar. Mas ninguém aprende nada com a história.

Comentário MPV

A reportagem do Estadão é como a ponta de um iceberg. Além do próprio veículo, absolutamente todos os especialistas ouvidos na reportagem possuem ligações com a big pharma. Não sobrou um sequer. Isso não é jornalismo. É uma peça de propaganda das grandes indústrias farmacêuticas. Exatamente por isso precisaram fingir que os dados trazidos pela Cleveland Clinic não existem.

Percebam que não há qualquer reconhecimento pelo muito realizado e por tantas vidas salvas pelos médicos do tratamento precoce, nem há qualquer menção aos estudos científicos exitosos e independentes.

E para darmos a fotografia completa aos leitores, vamos a mais dados não explicitados na matéria: a big pharma possui o maior lobby do mundo. Eles dominam as revistas científicas. Eles dominam as pesquisas, dominam a academia e destroem as carreiras dos dissidentes. A big pharma domina as sociedades médicas. Nos EUA, a big pharma gasta mais com anúncios do que com pesquisa e desenvolvimento. E de todos os anúncios na TV dos EUA, a big pharma é responsável por 75% do total. Ou seja, eles compram a mídia. E além de tudo isso, a big pharma domina a big tech e censura quem ela achar que deve.

E toda questão é que ciência é a busca pela verdade, o que significa debate científico, exatamente o fundamento, o motor do progresso científico. Como debater quando nossos críticos centram ataques em nós e ignoram estudos sólidos? Os comitês políticos-científicos e a grande mídia vão aceitar o debate científico honesto ou vão continuar a intimidar, difamar, caluniar os médicos e cientistas que fazem ciência?

De qualquer modo, mesmo com o domínio de amplo espectro das indústrias, um fato desmonta qualquer narrativa: resultado. São os números trazidos por médicos da linha de frente (do MPV e assemelhados do mundo todo) que continuam incontestáveis e imbatíveis.

*Fonte: Médicos pela vida covids


A OAB Subseção Feira de Santana, em ação conjunta com a Caixa de Assistência aos Advogados da Bahia (CAAB) vai realizar, no próximo dia 25, uma campanha de vacinação contra a Influenza para toda a advocacia feirense, inclusive estagiários e seus dependentes. Para poder se vacinar, o(a) advogado(a) precisa se cadastrar no link https://v23.caab.org.br/.

A campanha faz parte das atividades referentes ao mês da Advocacia, visto que o dia da categoria é comemorado em 11 de agosto. Na capital também haverá imunização no dia 25. Mais informações podem ser obtidas através do Instagram @oab_feira_de_santana.


Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (3), uma operação policial visando reprimir fraudes bancárias em face da Caixa Econômica Federal, com uso de documentos falsos e pagamentos via PIX.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia, sendo um na capital e outro no município de Feira de Santana/BA. Outras medidas cautelares foram deferidas e estão em fase de implementação.

O delito apurado na operação é estelionato, além de outros que porventura possam ser constatados no curso da investigação, sobretudo com o resultado obtido com a aplicação das medidas cautelares.


Fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

O coordenador pedagógico é uma peça muito importante para articulação, formação e transformação no cotidiano escolar, mediando os processos entre professores, estudantes e pais. Acrya dos Santos Souza, 34 anos, está entre coordenadores que atuam em escolas municipais de Feira de Santana. No próximo domingo (6) será celebrado o Dia dos Profissionais da Educação

Potencializar projetos, agregar novidades ao cotidiano escolar, viabilizar atividades de acordo com as diretrizes pedagógicas e socioculturais da escola e mediar o currículo e professores estão entre as atribuições do coordenador pedagógico; além de intermediar as relações da comunidade escolar. 

Acrya formou-se em 2010 na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e logo na sua primeira tentativa como concurseira, em 2013, entrou para o quadro de docentes efetivos da Rede Municipal. Ainda como estudante da graduação, tornou-se estagiária da Escola Municipal Eurides Franco de Lacerda, na Conceição, onde atualmente está como coordenadora pedagógica da unidade.  

“Quando comecei o estágio eu jamais imaginei um dia assumir a coordenação desta escola. Hoje sou muito grata a Deus por me permitir servir à minha comunidade”, disse.

Mesmo atuando por 10 anos como professora em sala de aula, afirma que está aprendendo aprende diariamente com todo esse universo que a função exige e leva algumas lições para a vida.

“As habilidades desenvolvidas no cargo tem me auxiliado em toda a minha vida. Consegui desenvolver e adquirir ainda mais ao longo dos últimos anos habilidades como autocontrole,  senso de coletividade,  inovação, criatividade e capacidade de resolver problemas”, pontuou. 

Para finalizar, a professora deixou uma mensagem e parabenizou todos que se dedicam e se esforçam na tentativa de mudar o mundo através da educação com uma citação do educador Paulo Freire. “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”, parafraseou.


Fotos: Milena Brandão

Até esta sexta-feira (4) mais de 400 professores dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, de 64 unidades escolares, estarão participando das formações continuadas para uso dos laboratórios de Ciências e Matemática. As atividades estão acontecendo nas escolas municipais Celso Ribeiro Daltro, Acioly Silva Araújo e Maria Antonia da Costa e no Centro Integrado de Educação Municipal Professor Joselito Falcão de Amorim.

Os laboratórios, que já foram instalados em 61 unidades escolares, são equipados com materiais de alta qualidade para promover a aprendizagem prática e experimental e possuem mais de 300 itens, entre microscópios, tubos de ensaio, esqueletos, substâncias químicas, jogos educativos, balanças, kit financeiro e outros. Ao todo, 164 escolas do ensino fundamental serão contempladas. 

Os encontros formativos tem o objetivo de atualizar os profissionais da educação sobre a utilização dos recursos para dinamização das aulas, conforme explica a formadora Carol Rocha. 

“Estamos trabalhando a parte prática do laboratório de Ciências, fazendo alguns experimentos, passando para os professores algumas sugestões e planos de aula e faremos o mesmo processo com a parte de Matemática, os jogos e todos os outros materiais”.