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Comentarista da GloboNews bebe cerveja ao vivo e surpreende colegas; VEJA VÍDEO

Um comentarista da GloboNews pegou a todos de surpresa com uma atitude completamente inesperada, nesta sexta-feira (4). Mauro Paulino apareceu abrindo e bebendo uma cerveja durante o Em Pauta.

Tudo aconteceu quando ele comentou a respeito do Dia Internacional da Cerveja. Depois de falar sobre o tema, o analista mostrou uma garrafa de cerveja.

O momento deixou até mesmo Marcelo Cosme surpreso. “Se você me der licença, vou abrir a minha aqui”, disse Paulino.

O âncora, então, reagiu: “O que você vai fazer?”. O comentarista logo pegou um abridor de garrafa, abriu a bebida e colocou em um copo.

“Esse Mauro não é bobo não”, declarou Marcelo Cosme. “Porque afinal… saúde”, encerrou o analista, enquanto “brindava” com o apresentador.

Os outros comentaristas, que apareciam no telão da GloboNews, que nessa semana contou com estreias, deram risada da situação, mas preferiram não se envolver.

Comentarista bebe cerveja na GloboNews

Na sequência, Marcelo decidiu chamar um vídeo de Caetano Veloso emocionado com uma situação com Xande de Pilares. Ao voltar para o estúdio e mostrar os analistas, Mauro Paulino apareceu bebendo.

“Bebeu mesmo, gente”, disparou Cosme, surpreso. O jornalista ainda brincou com outros analistas, como Guga Chacra, dizendo que ele não poderia beber pelo fato de que estará trabalhando no final de semana.

Recentemente, o canal de notícias causou por causa de cenário polêmico de telejornal.

Vídeo: Estado de Minas

Fonte: Terra.


Argentinos Brasil inflação na Argentina
O então candidato a presidente da Argentina, Alberto Fernández, ao sair da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde visitou o ex-presidente Lula, preso por lavagem de dinheiro e corrupção passiva – 04/07/2019 | Foto: Joka Madruga/PT

Recentemente, o Catar e a Argentina celebraram um acordo bilateral que permitirá à nação sul-americana pagar parte de seu empréstimo com o Fundo Monetário Internacional — FMI. O país localizado na Península da Arábia, famoso pela riqueza proveniente da exploração de petróleo, concedeu um empréstimo de US$ 775 milhões a Buenos Aires.

Alberto Fernández, o presidente da Argentina, assinou o contrato na sexta-feira 4, e o acordo foi oficializado no Diário Oficial do país. Porém, a princípio o governo argentino não pretende gastar suas reservas internacionais a fim de quitar parte da dívida contraída do FMI. publicidade

O vencimento de juros do empréstimo do FMI foi pago com a ajuda do país do Oriente Médio. De acordo com o jornal portenho Clarín, a Argentina irá pagar o governo do Catar com a taxa de juros atual do FMI, que é de 4% — sem, contudo, incluir sobretaxas ou outros spreads

Fernández interrompe repasses de recursos

O país sul-americano recebeu o empréstimo do FMI em 2018, pelo governo do então presidente Mauricio Macri; o valor do montante foi de US$ 57 bilhões. Porém, ao assumir o governo, o presidente socialista Fernández interrompeu os repasses de recursos. 

No entanto, quando da posse de Fernández, a Argentina já tinha uma dívida de mais de US$ 44 bilhões com o FMI. Assim, em março de 2022, o novo governo teve de negociar novas condições para quitar a dívida. Na segunda-feira 2, Buenos Aires pagou US$ 2,7 bilhões da dívida. E, de acordo com Sergio Massa, ministro da Economia e pré-candidato à presidência do país, a Argentina não usou “um único dólar de suas reservas para pagar o vencimento”. 

Inflação argentina 2023
Alberto Fernández, presidente da Argentina | Foto: Reprodução/Casa Rosada

Influência da China 

Um empréstimo emergencial fornecido em 28 de julho pela Corporação Andina de Fomento — CAF — possibilitou ao governo argentino efetuar o pagamento de US$ 1 bilhão da dívida. Ainda de acordo com Massa, o restante da dívida foi paga em yuans, moeda chinesa, por meio de swapscambiais. 

Quem expôs as negociações entre a Argentina e a China foi o embaixador chinês em Brasília, Zhu Qingqiao. Por engano, o diplomata postou em seu perfil no WhatsApp uma mensagem que recebeu com um pedido para que a China ajudasse o país sul-americano. 

Informações Revista Oeste


ATENÇÃO: 7 sinais de demência que aparecem sem fazer alarde; Veja

Foto: iStock/aquaArts studio.

Cerca de 2 milhões de brasileiros sofrem com a demência, uma condição que engloba diversas deteriorações progressivas no cérebro. Entre as variantes mais comuns está a demência vascular, que ocorre quando as artérias cerebrais são danificadas ou bloqueadas, afetando o suprimento adequado de oxigênio para o cérebro.

Essas mudanças graves no fluxo sanguíneo podem resultar em hemorragias (derrames) ou obstruções (isquemias), levando à morte de células cerebrais.

Os fatores de risco associados à demência vascular estão principalmente ligados a condições que afetam os vasos sanguíneos e o fluxo cerebral, incluindo hipertensão, diabetes, níveis elevados de colesterol, aterosclerose, obesidade e tabagismo.

Sinais e sintomas de demência vascular

Essa condição é a segunda forma mais comum de demência, ficando atrás apenas da doença de Alzheimer. Os sintomas da demência vascular podem variar dependendo da localização e da extensão dos danos cerebrais. Alguns dos sintomas comuns incluem:

  • Lentidão de pensamento
  • Dificuldade de planejamento e compreensão
  • Problemas de concentração
  • Mudanças no humor, personalidade ou comportamento
  • Sentir-se desorientado e confuso
  • Dificuldade para andar e manter o equilíbrio
  • Sintomas da doença de Alzheimer, como problemas de memória e linguagem (muitas pessoas com demência vascular também têm doença de Alzheimer).

O diagnóstico e tratamento da demência vascular devem ser realizados por profissionais de saúde qualificados, como neurologistas ou geriatras. Geralmente, o tratamento envolve o controle de fatores de risco, como pressão alta, colesterol elevado e diabetes, além de medidas para promover a saúde cardiovascular.

Fonte: Catraca Livre.


Zelensky acusa Lula de “coincidir com narrativas” de Putin

Foto: Volodymyr Tarasov/Ukrinform/Future Publishing/Getty Images.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou neste domingo Luiz Inácio Lula da Silva de “coincidir com as narrativas” do líder russo Vladimir Putin, após o mandatário brasileiro ter dito que nem Rússia, nem Ucrânia querem a paz, “enquanto ainda há pessoas morrendo”.

“Não sei por que é que (Lula) tem de coincidir com as narrativas de Putin”, disse Zelensky durante uma entrevista à Agência EFE e a vários veículos de comunicação latino-americanos em Kiev, quando questionado sobre as declarações feitas pelo presidente brasileiro nesta semana.

Zelensky comentou que Putin “não é diferente de nenhum colonizador”, afirmando que ele “mente e manipula constantemente” e que “está matando crianças e estuprando mulheres”.

“Espero que ele (Lula) tenha uma opinião própria. Não creio que seja necessário que os seus pensamentos coincidam com os pensamentos do presidente Putin”, acrescentou Zelensky, que afirmou que declarações como as do mandatário brasileiro “não ajudam a trazer a paz”.

O chefe de Estado ucraniano insistiu em convidar Lula a se reunir com ele para falar pessoalmente sobre o que está acontecendo na Ucrânia.

“Para ser honesto, se o presidente Lula quiser me dizer alguma coisa, que se sente (comigo) e me diga. Pensei que ele tivesse uma compreensão mais ampla do mundo”, enfatizou.

Lula já se apresentou em várias ocasiões como um possível mediador entre Ucrânia e Rússia. Enquanto o presidente brasileiro defende o início das conversas nas atuais circunstâncias, Zelensky se recusa a comparecer à mesa de negociações enquanto a Rússia não retirar as suas tropas dos territórios que ocupa na Ucrânia.

Fonte: Gazeta do Povo.



Briga por cargos do governo Lula acirra rivalidades nos estados

Foto: Cláudio Kbene/PR.

Em meio a tratativas para trazer partidos do centrão para a base do governo, o presidente Lula (PT) deve acelerar a distribuição de cargos federais nos estados, contemplando novos e antigos aliados no Congresso Nacional.

O avanço das negociações, contudo, enfrenta obstáculos que passam por rivalidades locais entre os partidos que formam o cada vez mais amplo arco de apoios do presidente no Congresso Nacional.

As disputas têm contornos mais graves nos estados do Nordeste, onde deputados de legendas como União Brasil, PP, Republicanos e até mesmo do PL de Jair Bolsonaro acenam com apoio ao governo e cobram o seu quinhão na máquina federal.

“Cada dia se vence uma batalha. Estamos trabalhando com a maior transparência e buscando o melhor formato para atender demandas e ter solidez na nossa base”, afirma o deputado federal José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara, que diz que cerca de 80% dos pleitos estão resolvidos.

Um dos principais desafios é o estado de Alagoas, palco de uma acirrada disputa entre o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), e o senador Renan Calheiros (MDB), ambos com forte influência em Brasília.

Principal aliado de Bolsonaro em Alagoas, Lira apadrinhou indicações para a CBTU, SPU, Porto de Maceió e Codevasf no governo anterior e manteve os cargos com Lula. O MDB, por sua vez, trabalha para reequilibrar o jogo.

Coordenador da bancada de Alagoas, o deputado federal Paulão (PT) confirma as dificuldades em conciliar os interesses dos dois líderes políticos e diz que a disputa será arbitrada pelo Planalto.

“Buscamos construir consensos, mas tenho meu limite. A decisão agora é do ministro”, diz o deputado alagoano, em referência a Alexandre Padilha, que comanda a pasta de Relações Institucionais.

As primeiras nomeações no estado saíram nas últimas semanas a partir de acordos na bancada. O deputado federal Daniel Barbosa (PP), aliado de Lira, emplacou um aliado na superintendência do Ministério da Agricultura.

Do outro lado, o deputado Isnaldo Bulhões Júnior (MDB), aliado de Renan e líder do MDB na Câmara, indicou o superintendente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Também foram acordadas indicações de partidos como o PT, PSD, PC do B e PSOL.

A Bahia é outro foco de conflito. Esta será a primeira vez que PT e União Brasil, que polarizaram todas as eleições na Bahia desde 1998, serão contemplados com cargos federais em um mesmo governo.

Opositores do governador Jerônimo Rodrigues (PT), deputados federais da União Brasil conseguiram um quinhão robusto na divisão dos cargos, decisão que irritou petistas e partidos aliados.

As duas superintendências da Codevasf seguem sob comando de aliados dos deputados Elmar Nascimento e Arthur Maia, ambos da União Brasil, indicados ainda na gestão Bolsonaro.

O PT reivindicou uma das superintendências, mas teve que recuar do pleito em meio a votações cruciais para o governo Lula no Congresso, caso do arcabouço fiscal e da Reforma Tributária.

Em maio, a União Brasil fez uma nova ofensiva e obteve o comando dos Correios no estado. A indicação foi do deputado federal Dal Barreto, que diz que não haverá dificuldade em conviver com os adversários: “Vamos ajudar o governo federal no que for possível”.

Na mesma leva de nomeações, até o PL conseguiu sua parcela na máquina federal. O deputado federal João Bacelar (PL), que apoiou Bolsonaro em 2022, indicou em maio o novo chefe do escritório regional da SPU (Superintendência do Patrimônio da União) na Bahia.

A divisão nos cargos da Bahia deve contemplar 33 dos 39 deputados federais —ficarão de fora os três parlamentares do Republicanos e dois do PL mais alinhados ao bolsonarismo, além do deputado federal João Leão (PP), que rompeu com o PT no ano passado.

Coordenadora da bancada baiana, a deputada federal Lídice da Mata (PSB) lembra que a Bahia já conviveu com bases amplas que incluíam adversários locais: “Faz parte do desafio da governabilidade, sempre será um jogo de forças”.

As principais quedas de braço devem se dar em torno dos cargos estaduais na Funasa (Fundação Nacional da Saúde) e Codeba (Companhia Docas da Bahia).

Extinta por Lula e recriada após pressão do centrão, a Funasa tem uma disputa entre esquerda e centrão na Bahia: brigam pelo cargo os deputados Cláudio Cajado (PP) e Alice Portugal (PC do B). O comando da autoridade portuária é pleiteado pelo PSB, mas as principais diretorias começaram a ser divididas entre partidos como PT e PSD.

Também houve disputa pelo Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra as Secas) na Bahia. O senador Angelo Coronel (PSD) levou a melhor frente ao deputado Adolfo Viana (PSDB), que também pleiteava o cargo em meio a uma aproximação entre petistas e tucanos na Bahia.

No Ceará, deputados que apoiaram Bolsonaro em 2022 indicaram aliados para cargos na máquina federal no governo Lula, movimento que gerou insatisfações e fraturou a bancada petista.

“Não sou contra trazer novos aliados, mas não dá para contemplar os caras que tentaram nos destruir nas nossas bases. É uma desmoralização, um tapa na cara que nós levamos”, disparou o deputado federal José Airton Cirilo (PT).

Ele diz que pleiteou uma diretoria no Dnocs, mas viu o cargo ser entregue para Moses Rodrigues (União Brasil), deputado adversário em seu principal reduto eleitoral.

Também foram contemplados com cargos no governo Lula os deputados federais cearenses AJ Albuquerque (PP) e Fernanda Pessoa (União Brasil), que não estiveram no palanque de Lula.

Cirilo diz que o Dnocs se tornou “um reduto de bolsonaristas” e acusa o colega José Guimarães de trabalhar em favor dos próprios interesses e privilegiar adversários em detrimento de aliados de primeira hora. Guimarães, por sua vez, diz que as reclamações são legítimas, mas nega privilégios na distribuição dos cargos: “Isso é maluquice”.

Parte das nomeações no estado está represada, incluindo a indicação do deputado federal André Figueiredo, presidente nacional em exercício do PDT. Ele teve a promessa de indicar a superintendência local da Codevasf, mas o cargo foi entregue a um aliado do deputado Domingos Neto (PSD).

Em Pernambuco, o deputado federal Lucas Ramos (PSB) briga pelo comando do Dnocs, órgão federal estratégico para o parlamentar, adversário em Petrolina do grupo do ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). A deputada Maria Arraes (Solidariedade) disputa o mesmo cargo.

A batalha pelos cargos nos estados também tem como pano de fundo as eleições municipais. A indicação de aliados para postos estratégicos na máquina federal é vista como um trunfo para deputados que buscam ampliar o seu poder de influência nas bases.

No Nordeste, Codesvasf e o Dnocs estão entre os mais disputados por deputados e senadores. Com orçamentos anuais que chegam a R$ 2 bilhões, esses órgãos têm capilaridade e são utilizados para obras de infraestrutura e compras de equipamentos para prefeituras e associações.

Fonte: Folha de São Paulo



Foto: Reprodução/TVE

A equipe do Bahia de Feira entrou em campo na tarde deste sábado (5) na Arena Cajueiro para enfrentar o Potiguar de Mossoró.

Para o Tremendão, a missão era vencer, pois na primeira partida que aconteceu no domingo (30) no Estádio Nogueirão, os donos da casa já tinham vencido o jogo por 1 a 0.

Já na partida de volta em Feira de Santana, o Bahia de Feira mostrou que quem manda, são os donos da casa e venceu a partida no tempo regular por 1 a 0, levando a disputa para as penalidades máximas, já que no placar agregado, existia o empate de 1 a 1.

O Bahia de Feira levou a melhor nas cobranças e venceu o Potiguar por 7 a 6, avançando na Série D do Campeonato Brasileiro.

Agora o Bahia de Feira irá encarar nas Oitavas de Final o vencedor da partida entre Parnahyba e Nacional-AM, que acontece neste domingo (6).


Foto: Reprodução/TV Bahia

Um caminhão que transportava cerca de 32 toneladas de barra de ferro pegou fogo neste sábado (5), na BR-116, próximo a Cândido Sales, no sudoeste da Bahia. Apesar do susto, o motorista e a esposa dele, que está grávida, saíram ilesos do veículo.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista informou que a roda dianteira do caminhão soltou na rodovia com o veículo em movimento. Com isso, o atrito do eixo com o asfalto teria provocado o incêndio.

Equipes da ViaBahia, concessionária que administra as rodovias do estado, foram acionadas para a ocorrência e apagaram as chamas. O veículo ficou destruído.

Fonte: g1


Foto: Luiz Candido

Laura Pigossi é campeã do Engie Open – ITF W60 de Feira de Santana. Neste sábado (5), a brasileira superou a bielorrussa Jana Kolodynska, por 6/1 6/4, nas quadras da Academia de Beach Tennis e Tênis Smash. Com a vitória, a paulista conquistou o oitavo título e o maior da carreira.

A partida começou com Pigossi fazendo valer o favoritismo e não deu chances à adversária, garantindo a vantagem no primeiro set em apenas 32 minutos. O segundo e decisivo seguiu no mesmo ritmo e Kolodynska até ensaiou uma virada, só que a brasileira contou com o apoio da torcida presente – que lotou a arquibancada – e controlou o jogo para confirmar a vitória e ganhar os 80 pontos destinados à campeã.

Após a partida, Laura falou sobre a semana e a busca pelo título. “Foram muitas adversidades para chegar até aqui, mas eu foquei em cada jogo e em cada dia até chegar à essa conquista maravilhosa. Agradeço muito a todos que vieram prestigiar e esse prêmio tem uma grande ajuda deles. Feira de Santana agora tem um lugar especial no meu coração”, disse a tenista, que terminou a competição sem perder sets.

Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Rafael Westrupp, o balanço do torneio é extremamente positivo. “O período aqui em Feira de Santana foi fantástico para o tênis brasileiro. Não só pelo título, mas por todo trabalho que realizamos para desenvolver a modalidade. Trazer torneios para o Brasil é uma forma de possibilitarmos que as nossas tenistas somem mais pontos no ranking e todo esse trabalho só é possível graças aos parceiros que acreditam no tênis brasileiro. Aproveito para agradecer ao Banco BRB, patrocinador máster do tênis brasileiro , a Engie Brasil Energia, que dá nome ao evento, e todos os demais envolvidos”.

Carbono Zero – O Engie Open de Tênis – ITF W60 Feira de Santana é um evento carbono neutro. A compensação das emissões dos gases de efeito estufa geradas pelas atividades de montagem e operação da competição será feita a partir do uso de créditos de carbono de projetos certificados pela Organização das Nações Unidas – ONU.

A compensação é um oferecimento da Engie Brasil Energia, empresa líder em geração de energia renovável no país, que dá nome ao torneio e é patrocinadora oficial da CBT. Desde o início da parceria, no começo de 2023, a companhia tem promovido a sustentabilidade nos eventos do esporte que acontecem em diferentes regiões do país.


Foto: Valdenir Lima

Neste sábado (5), foi dia de vacinação contra a raiva para cães e gatos. A aplicação da dose ocorreu das 9h às 16h em 15 bairros e conjuntos.

A iniciativa faz parte da campanha de vacinação promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

A imunização dos animais também pode ser feita na sede do CCZ, localizada na avenida Eduardo Fróes da Mota, S/N. O atendimento aos sábados é das 9h às 16h.

Em entrevista ao Acorda Cidade, a coordenadora do CCZ, Mirza Cordeiro informou que desde o início da campanha, no dia 31 de julho até este sábado, mais de 8 mil animais já foram vacinados na cidade.

“Hoje realizamos o primeiro sábado de vacinação na zona urbana, e faz parte da campanha de vacinação de cães e gatos. Tivemos um número de animais considerado, vacinamos mais de 6 mil animais, sendo que desde o início da campanha que foi no dia 31 de julho, até a data deste sábado, nós vacinamos quase 8 mil animais. As pessoas realmente possuem um cuidado, uma responsabilidade com estes animais, e estão levando aos postos para serem vacinados. Mas além de tudo, nós pedimos que a população continue levando, quem ainda não levou, pois no próximo sábado, dia 12 de agosto, estaremos com mais um dia D, teremos um cronograma em 21 postos de saúde”, afirmou.

De acordo com Mirza, a vacina é eficaz no combate a transmissão da doença.

“A vacinação é a forma mais eficaz para prevenir esta doença, que é uma doença de grande letalidade, transmitida do animal para os seres humanos, uma doença milenar, mas mesmo assim, aa gente continua tendo casos raros de raiva humana, por isso reforçamos que as pessoas possam levar seus pets para realizar a vacinação”, concluiu.

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade


Capa do Estadão ‘detona’ Governo Lula: “prefere os criminosos”

Foto: Reprodução/Estadão.

Os governantes do Brasil têm diante de si uma opção evidente. Ou ficam do lado da sociedade e contra o crime, ou ficam do lado do crime e contra a sociedade. No primeiro caso, apoiam a polícia – e têm o aplauso de uma população oprimida pela selvageria cada vez maior dos criminosos. No segundo, são contra a polícia – e têm o aplauso do governo Lula, das classes intelectuais e da maioria da mídia.

Entre uma escolha e a outra, há um oceano de hesitações. Umas delas são trazidas pela boa índole das pessoas em geral, ou por boas intenções, ou pelo princípio de que os criminosos têm direito à Justiça. A maior parte vem da desonestidade, da hipocrisia e da cegueira mental de quem diz que a culpa é sempre do policial. O que não existe é a possibilidade de estar dos dois lados ao mesmo tempo. É como nos números – ou é par ou é ímpar. Não se pode querer segurança pública e estar em guerra permanente contra as ações da força policial.

O recente assassinato do soldado Patrick Bastos Reis, no Guarujá, vale por um curso completo nesta obsessão suicida da esquerda, e dos que se julgam politicamente “civilizados”, contra a polícia – e a favor das suas fantasias de que o homicídio, o roubo a mão armada ou o estupro são um “problema social” e que os bandidos são vítimas da “situação econômica”. O soldado foi morto dentro do carro da PM, com um tiro disparado de 50 metros de distância; é assassinato a sangue frio, sem “confronto” de ninguém contra ninguém.

O assassino se entregou; não foi “executado”, como dizem os pensadores de esquerda e as camadas culturais a cada vez que um criminoso é morto em choque com a polícia. Tem advogado e está à disposição da Justiça. O que mais eles querem? Se a PM tivesse ficado passiva, os gatos gordos do governo, o sindicato dos bispos e as OABs da vida não teriam dado um pio. Mataram um policial? Dane-se o policial; além do mais, é um avanço para as “pautas progressistas”.

Mas a PM foi atrás dos cúmplices e mandantes do crime. Recebida à bala, matou sete bandidos com antecedentes criminais; outros foram presos. Pronto. O ministro da Justiça já suspeita que a ação da polícia foi “desproporcional”. O dos Direitos Humanos se diz “preocupado”. A mídia descreve as operações da PM como “represálias” contra a “população”, e não contra o crime. É um retrato perfeito do Brasil de hoje. O governo Lula quer fechar os clubes de tiro; acha que só a bandidagem tem direito de ter armas. Quer 40 anos de cadeia para quem “atentar” contra os peixes graúdos de Brasília – e “desencarceramento” para quem cometeu crimes. Está contra a polícia de São Paulo. Escolheu o seu lado.

Créditos: J.R.Guzzo – Estadão