
Uma comissão de vereadores feirenses deverá ser formada para uma visita ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Autor da proposta, feita esta semana no plenário da Câmara, o vereador Marcos Lima (União Brasil) diz que o objetivo é alertar o órgão contra uma possível renovação do contrato da ViaBahia, na gestão das BRs 324 (Feira-Salvador) e 116 sul. Ele está preocupado com a possibilidade de a concessionária permanecer por mais de 10 anos administrando estas rodovias. “Vamos iniciar um movimento para que a concessão não seja renovada. Esta empresa só causa prejuízo aos seus usuários”, disse ele, em pronunciamento na Tribuna Maria Quitéria.
O parlamentar observa que o deputado federal Gabriel Nunes (PSD), “que teve votos em Feira de Santana na última eleição”, também deverá fazer parte da comitiva de vereadores até a sede do DNIT em Brasília. Ele criticou outro deputado federal, Zé Neto (PT), principal representante de Feira de Santana e região no Congresso, por supostamente estar “apoiando isso (a renovação da concessão para a ViaBahia)”.
O recente aumento do valor do pedágio nas rodovias BR 324 e 116 sul é alvo de protesto por parte do vereador. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aumentou a tarifa básica para veículos de passeio para R$ 5,90, na BR 116, e R$ 3,30, na 324. “É um absurdo, que o motorista pague tão caro para transitar em vias de péssima qualidade, mal administradas e com um histórico de vários acidentes com vítimas fatais”, criticou Marcos Lima.
Foto: aratuon.com.br

A atual situação do Centro de Abastecimento de Feira de Santana, maior entreposto comercial do norte e nordeste, tem assustado comerciantes do local, em um vídeo que circula nas redes sociais mostra o cenário de deserto que se formou. Ainda no vídeo o comerciante afirma que esse cenário se tornou frequente no governo Lula.
Confira os vídeos:

A cerveja Bud Light teve um problema atrás do outro depois que fez uma campanha com a influenciadora trans Dylan Mulvaney. A Anheuser-Busch InBev (AB Inbev), dona da marca, teve um prejuízo de US$ 400 milhões depois da queda de vendas da Bud Light, conforme seu relatório trimestral indica.
O valor é equivalente a mais de R$ 1,95 bilhão, na cotação atual. Depois da campanha com Dylan, a Bud Light perdeu o posto de duas décadas de marca de cerveja mais vendida dos Estados Unidos.publicidade
A posição agora é ocupada pela mexicana Modelo Especial. O acontecimento é um marco no mercado norte-americano. A influenciadora trans divulgou um vídeo tomando a cerveja em 1º de abril. Alguns dias depois, a marca teve perda de US$ 5 milhões na bolsa de valores.
A crise, que parecia passageira, virou um verdadeiro pesadelo para a Bud Light. A Modelo Especial tem superado as vendas da Bud Light desde maio. O cenário se repetiu em junho e julho e se estendeu em agosto.

As perdas da cerveja por causa da campanha com a influenciadora trans não se limitaram ao mercado. No fim de julho, a AB Inbev admitiu que teria que demitir cerca de 2% de seu quadro de funcionários, um total de quase 400 pessoas.
As demissões na Anheuser-Busch fazem parte de uma reestruturação de gastos da empresa depois da campanha da Bud Light com Dylan Mulvaney.
Na semana de 4 de julho, o feriado mais importante para beber cerveja nos Estados Unidos, as vendas da Bud Light caíram 23,6% em comparação com a mesma semana em 2022, segundo dados da consultoria Bump Williams. A marca também trocou os diretores responsáveis pela parceria com a transexual e contratou especialistas no núcleo conservador em Washington D.C..
O executivo brasileiro Michel Doukeris, CEO da Anheuser-Busch, chegou a negar a parceria com a influenciadora trans. Ele alegou que foi apenas uma publicação nas redes sociais. A marca, porém, até enviou latinhas com o rosto da transgênero para ela.
Para melhorar sua imagem, a Bud Light também fez um comercial com jovens tomando a cerveja em um evento do agronegócio norte-americano. Além disso, a marca anunciou uma campanha homenageando militares junto com a Budweiser, redesenhando latinhas de ambas as marcas temporariamente com estampa militar.
A Bud Light teve queda de vendas de mais de 28% em cada uma das últimas quatro semanas. Mas o cenário melhorou, visto que as vendas caíram 32% no auge da crise da cerveja por causa da influenciadora trans.
Especialistas no mercado de cerveja dos Estados Unidos esperam que mais consumidores voltem a consumir a marca Bud Light nos próximos seis meses.
Informações Revista Oeste

Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles
O Ministério Público da Itália apresentou um parecer favorável à Justiça do país para o envio de vídeos em que mostram o suposto ataque ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no Aeroporto Internacional de Roma, segundo informações do Uol.
A Justiça italiana apresentou um pedido ao MP do país para se posicionar sobre o envio das imagens às autoridades brasileiras.
Com o parecer favorável, as autoridades italianas devem encaminhar para o Brasil os vídeos do aeroporto. Ainda não há uma data definida.
O empresário Roberto Mantovani Filho, a esposa Andreia Mantovani e o genro Alex Zanatta Bignotto são suspeitos de terem hostilizado o ministro e a sua família no aeroporto de Roma.
A Polícia Federal (PF), que investiga o caso, solicitou em julho o acesso às imagens do circuito de segurança interno para analisar o episódio.
A confusão teria começado depois que Andreia chamou Moraes de “bandido, comunista e comprado”. Na sequência, Roberto Mantovani teria gritado e dado um tapa nos óculos do filho do ministro.
Depois da agressão, o trio teria continuado a disparar xingamentos contra o ministro do STF. Moraes estava na Itália para participar do Fórum Internacional de Direito, na Universidade de Siena.
Andréia Munarão, Alexandre Zanatta e o empresário Roberto Mantovani Filho são apontados como os possíveis agressores do ministro Alexandre de Moraes
Em depoimento à PF, o ministro do STF informou que o trio teria acusado ele de ter “fraudado as urnas e roubado as eleições”.
Roberto Mantovani Filho, Andreia Mantovani e Alex Zanatta Bignotto respondem ao processo em liberdade. Em 18 de julho, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em casas ligadas aos suspeitos.
Metrópoles

A Argentina enfrenta uma onda de saques a supermercados e lojas em diferentes partes da Grande Buenos Aires na terça-feira (22). Autoridades locais disseram que os saques foram incentivados por mensagens nas redes sociais que pediam que as pessoas saíssem às ruas para saquear lojas. A onda de saques começou no fim de semana em cidades do interior da Argentina e se espalhou para a periferia de Buenos Aires na terça-feira. Os saques foram direcionados a supermercados, lojas e outros estabelecimentos comerciais.
O Ministro da Segurança da Província de Buenos Aires, Sergio Berni, afirmou que na noite de terça-feira houve tentativas de roubo “de maneira coordenada” em centros comerciais dos subúrbios das cidades de Moreno, José C. Paz e Escobar. Um dos supermercados sofreu grandes estragos e os autores do ataque atearam fogo ao local. Não há informações sobre feridos.
No fim de semana, houve episódios similares nas províncias de Córdoba, Mendoza e Neuquén. Muitos negócios dos bairros de Once e Flores, na capital, alteraram suas rotinas por temer saques. Prefeitos da grande Buenos Aires denunciaram ontem que circulavam mensagens e notícias falsas sobre saques.
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Segundo as autoridades, a situação estava sob controle nesta quarta-feira (23). A polícia, porém, continuava a patrulhar e helicópteros sobrevoavam os subúrbios da capital.
A onda de saques é atribuída a uma série de fatores, incluindo a crise econômica, o aumento da pobreza e o desemprego. A crise econômica tem feito com que o custo de vida aumente, o que dificulta para as pessoas comprarem alimentos e outros itens essenciais. O aumento da pobreza também está levando a um aumento da desigualdade, o que está criando um ambiente propício à violência.
A inflação ao consumidor está em 113,4%, na comparação anual, segundo o dado de julho.
Informações TBN

Foto: Ricardo Stuckert
Com escassez de dólares e numa crise econômica severa, a Argentina poderá pagar pela compra de produtos do Brasil em yuan, a moeda chinesa, disse nesta quarta-feira (23) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O governo brasileiro fez a proposta ao país vizinho durante a reunião de cúpula do Brics e aguarda resposta.
“Já encaminhamos ao governo argentino uma proposta de garantia em yuan das exportações brasileiras. Uma garantia com o Banco do Brasil de fazer o câmbio para o real. Para os exportadores brasileiros é uma coisa boa. Será uma boa notícia se a Argentina concordar”, declarou.
A princípio, explicou Haddad, a Argentina pagaria as compras de produtos do Brasil em yuan, e a filial do Banco do Brasil em Londres converteria a moeda chinesa em reais, antes de remeter os valores aos exportadores brasileiros. Por estar em caráter de teste, as conversões inicialmente estariam limitadas entre US$ 100 milhões e US$ 140 milhões.
De acordo com Haddad, a operação aumentaria a segurança dos exportadores brasileiros, que estão receosos de levar calote de empresas do país vizinho. Segundo o ministro, tanto o Tesouro Nacional como o Banco do Brasil concordaram com o mecanismo proposto.
“Para os exportadores brasileiros é uma coisa boa, será uma boa notícia se a Argentina concordar. Porque eles podem ter algum fluxo de venda dos seus produtos com 100% de garantia [de recebimento do dinheiro]. Para o Brasil, sem problemas, porque o câmbio vai ser feito do yuan para o real e isso tranquiliza também o Tesouro Nacional, que não há risco dedefault[calote]. Uma garantia que o Tesouro considerou adequada e o Banco do Brasil concordou, nos moldes do que foi apresentado”, justificou Haddad.
Atualmente, o comércio entre Brasil e Argentina é feito em dólares. Em janeiro, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Alberto Fernández, da Argentina, discutiram a possível criação de uma moeda comumentre os países para intermediar o comércio regional.
Outra frente de negociação envolve a inclusão da Argentina como sócio do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), também conhecido como Banco do Brics. Atualmente, o Uruguai está em negociações para ser incluído na instituição financeira, que financia projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento.
Não é necessário ser membro do Brics para fazer parte do banco, que, além dos cinco países do bloco (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), conta com Bangladesh, Egito e Emirados Árabes Unidos na composição.
Informações TBN

O recente sequestro de R$ 27 milhões das contas bancárias da Prefeitura de Feira de Santana, devido a uma determinação judicial para pagamento de dívida com empresa de coleta de lixo que prestou serviço ao Município nos anos 1990, não poderia ter sido alvo de acordo em gestões anteriores, segundo justificou nesta quinta-feira (24), na Câmara, o líder do Governo, vereador José Carneiro (MDB). Ele fez esclarecimentos após o vereador Fernando Torres (PSD), que noticiou o fato na Tribuna da Casa, haver responsabilizado ex-prefeitos, principalmente José Ronaldo, pelo desfecho “mais oneroso”, por não ter sido feito um parcelamento do débito, anteriormente.“Quando se inicia uma causa desse nível e o réu sabe que terá que pagar, o bom não é ganhar tempo esperando até o final, mas fazer logo um acordo, pois sai mais barato”, frisou Fernando, ressaltando que o sequestro provocou falta de recursos para a área de saúde e pagamento de servidores. Ele acredita que faltou habilidade da administração e zelo com o dinheiro público. “Vejo responsabilidade de José Ronaldo, sim, pois poderia fechar um pagamento de dois milhões de reais, à época. O proprietário João José [dono da empresa] faria este acordo. Mas deixou-se esgotar o prazo e veio este valor absurdo”, criticou.José Carneiro, porém, tem outro entendimento. Disse que se o administrador do Município não recorre, até a última instância, isto configura prevaricação e ele é punido. “Nem ao prefeito Colbert Martins Filho caberia fazer negociação”, frisou. De acordo com o parlamentar governista, só há possibilidade de ser firmado algum acordo entre as partes, em dívida judicializada, após ocorrer a finalização do processo. Assim, acrescenta, como foi no atual governo que saiu a decisão final, o gestor teve que pagar. Mas, registra, foi feito um “entendimento com a Justiça e o credor, reduzindo o valor, que ficou inferior ao da sentença”.
O Protagonista FSA

A primeira emissão de títulos públicos sustentáveis deverá superar US$ 1 bilhão, disse nesta quinta-feira (24) o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron. Segundo ele, o volume exato não pode ser informado por questões de mercado.
Títulos federais lançados no exterior, os papéis são vinculados a compromissos com o meio ambiente. Em vez de receber meros juros financeiros, investidores estrangeiros receberiam os rendimentos de um projeto sustentável, que ficariam entre 6,15% e 8% para os compradores dos títulos.
Essa será amesma taxa de retorno do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, relançado nesta quinta-feira e que receberá parte dos recursos das emissões dos títulos.
Inicialmente prevista para ocorrer em setembro, a emissão agora tem a previsão, segundo Ceron, de ocorrer ao longo do segundo semestre. O secretário, no entanto, não descartou a possibilidade de que a operação seja adiada para o início de 2024, conforme a melhor “janela de mercado” para escolher a data.
“É provável que tenhamos condição de materializar emissão de títulos neste ano. Caso aconteça algo que demande ser no começo de 2024, isso não seria um problema”, disse Ceron em entrevista coletiva após reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
Ministro interino da Fazenda durante a viagem de Fernando Haddad à África, o secretário-executivo da pasta, Dario Durigan, disse que os títulos sustentáveis ajudarão a viabilizar o plano de transição ecológica do governo.
“Esses papéis são aguardados pelo mundo. Temos muita expectativa que a transição ecológica faça parte do plano econômico desse governo. O Fundo Clima é peça-chave de concretização desse plano de transição ecológica”, declarou.
Durigan também disse que todos os passos legais, de cumprimento de requisitos, foram dados para o lançamento dos títulos sustentáveis.
Apesar de as emissões ocorrerem em dólares, o secretário do Tesouro disse que a operação não traz risco cambial para o Brasil, aumento da dívida por causa de uma eventual desvalorização do real. Segundo Ceron, se o dólar dobrar de valor, o país diminui sua dívida líquida porque as reservas internacionais se valorizariam ao serem convertidas em reais.
Atualmente em US$ 342,732 bilhões, as reservas internacionais servem como uma espécie de seguro em caso de desvalorização cambial por abaterem o cálculo da dívida líquida, que confronta os ativos e os passivos do governo. A dívida bruta, no entanto, sobe em caso de alta do dólar.
Na reunião desta quinta-feira (24), o Conselho Monetário Nacional regulamentou o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima). Com R$ 10 bilhões previstos para financiar projetos de desenvolvimento sustentável, o fundo, existente desde 2009 e operado pelo Ministério do Meio Ambiente, terá taxas de retorno de 6,15% a 8%, as mesmas das emissões dos títulos verdes. Essas são as taxas que os projetos financiados deverão gerar para o fundo.
O nível mínimo de 6,15% considerou os juros da últimaemissão de papéis do Tesouro no exterior. Anteriormente, as taxas de retorno dos empréstimos para o Fundo Clima estavam entre 0,1% e 3%.
Haverá exceção para projetos em áreas com demanda menor por recursos e menos atrativas. Nesse caso, as taxas poderão ser de no mínimo 1%. Entre os tipos de projetos na lista de exceções, estão os destinados ao desenvolvimento sustentável de florestas nativas e à proteção de recursos hídricos. A expectativa é que os projetos de menor atratividade consumam apenas 8% dos recursos do Fundo Clima.
Em relação aos projetos mais atrativos, que terão taxas de retorno maiores e consumirão os 92% restantes do fundo, estão empreendimentos de transição energética, indústria verde e gestão de resíduos sólidos. A resolução aprovada pelo CMN entra em vigor em 1º de setembro.
Informações TBN

Foto: Mateus Bonomi/O Antagonista
OSupremo Tribunal Federal(STF) formou maioria para determinar que oCongresso Nacionalrecalcule o número de deputados a que cada estado tem direito com base na proporção da população atual. Seis ministros concordaram que a redistribuição de vagas deve ser feita até junho de 2025.
O voto do relator, ministro Luiz Fux, foi seguido por Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cristiano Zanin, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes. O julgamento está ocorrendo no plenário virtual e está programado para terminar na noite desta sexta-feira (25).
Caso o Congresso não cumpra a decisão, caberá aoTribunal Superior Eleitoral(TSE) fazer essa redistribuição. A determinação do STF vale tanto para o número de deputados federais, quanto os estaduais e distritais e vale para a legislatura que se iniciará em 2027.
Esse número deve ter como base os dados demográficos previstos no Censo 2022 e deve ser observado o piso e o teto constitucional e o número total de parlamentares previstos na legislação, de 513 deputados federais. Atualmente, na Câmara, o mínimo é de 8 deputados e o máximo, de 70.
Informações TBN
País recebeu 4,244 bilhões de dólares em investimento estrangeiro, o equivalente a R$ 20,6 bilhões, no primeiro mês do segundo semestre

O Banco Central (BC) informou, nesta sexta-feira (25), que o Brasil recebeu 4,244 bilhões de dólares (R$ 20,6 bilhões) em investimento estrangeiro direto (IED) em julho deste ano. O valor em questão é 41% menor do que o registrado no mesmo mês de 2022.
Segundo o BC, no mês passado, o país recebeu 3,531 bilhões de dólares (R$ 17,17 bilhões) em investimentos de capital e 713 milhões de dólares (R$ 3,47 bilhões) em operações de empréstimo concedidas por empresas matrizes às suas subsidiárias ou filiais.
Nos primeiros sete meses de 2023, o investimento estrangeiro direto alcançou 33,609 bilhões de dólares (R$ 163,44 bilhões), uma diminuição de 31,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o valor foi de 49,191 bilhões de dólares (R$ 239,22 bilhões).
Ao longo dos últimos 12 meses, o IED totalizou um equivalente a 3,54% do produto interno bruto (PIB), índice superior aos 3,38% do PIB registados no mesmo período imediatamente anterior. Por outro lado, o Brasil aumentou as suas reservas internacionais em 1,9 bilhão de dólares (R$ 9,24 bilhões) de junho para julho, acumulando cerca de 345,5 bilhões de dólares (R$ 1,68 trilhão).
*EFE