
A legislação ucraniana garante que combatentes mortos durante a guerra têm direito a uma indenização de US$ 400 mil, o equivalente a cerca de R$ 2 milhões. As famílias dos quatro brasileiros que atuaram como voluntários das tropas da Ucrânia e morreram durante o conflitoesperam receber o pagamento.
Um decreto foi assinado pelo governo ucraniano, no início da invasão russa, em fevereiro de 2022, para garantir “a proteção social e legal” aos parentes de militares mortos em combate.
O pagamento inicial deve ser de R$ 400 mil — o restante (R$ 1,6 milhão), dividido em 40 parcelas, de acordo com a resolução do Ministério da Defesa da Ucrânia, de janeiro deste ano.
Especialistas consultados pelo UOL atestam a legitimidade do pedido de indenização das famílias de voluntários estrangeiros mortos em combate. Eles alertam, porém, para a necessidade de que tenham um advogado ucraniano para representar os seus interesses.
Questionado se tem conhecimento da lei e se há algum tipo de contato com o governo ucraniano, o Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) disse que “eventuais contratos privados assinados por cidadãos brasileiros no exterior” fogem da sua competência.
Procurada, a Embaixada da Ucrânia no Brasil não respondeu aos questionamentos feitos pelo UOL.
As pessoas com direito de receber o auxílio financeiro pontual, previsto nesta resolução, poderão exercê-lo a partir da data da morte (…) durante o período de lei marcial, especificada no atestado de óbito.”
As famílias dos combatentes mortos devem receber uma ajuda financeira [de um valor equivalente a R$ 2 milhões]. Só não terão direito à indenização os parentes de cidadãos da Rússia, de Belarus [país aliado dos russos] ou de pessoas que residam permanentemente nesses países. As famílias de condenados por traição ou assistência ao Estado. agressor também não terão direito ao auxílio.
Trechos da resolução assinada pelo governo ucraniano
Voluntários vindos de outros países têm direito aos mesmos benefícios e garantias oferecidas aos combatentes ucranianos na guerra. Formalmente, os estrangeiros não fazem parte de uma organização separada. Eles integram as forças armadas da Ucrânia.
Kostia Gorobets, advogado ucraniano especialista em direito internacional
As famílias de voluntários brasileiros mortos em combate precisam de um advogado ucraniano que possa representá-los no país em guerra porque é um assunto interno da Ucrânia. Levar o assunto ao Itamaraty só daria resultado se o Brasil assumisse uma representação diplomática. É preciso que algum tratado internacional regulamente a atuação de voluntários em combate.
Alonso Gurmendi Dunkelberg, advogado e professor na Universidade de Oxford, no Reino Unido
A questão crucial é que estamos falando de um país que teve uma redução no PIB de 22% só em 2022, com previsão de queda ainda maior neste ano. A estimativa é de 350 mil combatentes mortos. A Ucrânia precisaria de auxílio dos EUA e de países europeus para pagar as contas e manter o esforço de guerra. Se não houver uma reviravolta financeira, a chance de pagamento de indenizações é mínima.
Tito Barcellos Pereira, geógrafo e especialista na atuação das forças armadas no mundo

O gaúcho André Hack Bahi, 43, foi o primeiro combatente brasileiro morto em confronto na Ucrânia. Veterano de guerras anteriores, ele morreu em junho de 2022 em combate em Sieverodonetsk, um dos principais campos de batalha no leste ucraniano.Continua após a publicidade
Os restos mortais dele só chegaram ao Brasil em dezembro, seis meses após a sua morte.As cinzas foram jogadas pela família em uma praia do Ceará.

Thalita do Valle, 39, morreu no mesmo bombardeio que vitimou o gaúcho Douglas Búrigo, 40, no dia 1º de julho de 2022, na cidade de Kharkiv. As cinzas de Búrigo foram entregues à família no dia 20 de setembro do ano passado.
Búrigo revelou medo de morrer em áudioenviado a um amigo dias antes do bombardeio. “Tô apavorado aqui já. Abateram um colega nosso aqui. Rapaz, eu vou te falar bem a verdade. Não sei se volto vivo para o Brasil. Se eu não voltar, eu quero que vá a bandeira [do Brasil] pra mim”, disse.

O paranaense Antônio Hashitani, 25, foi o quarto brasileiro morto na guerra da Ucrânia. Ele estava em um bunker bombardeado por russos no último dia 2 de agosto, próximo à cidade de Bakhmut. As informações foram repassadas por voluntários aos parentes dele. A morte foi confirmada pelo Itamaraty.Continua após a publicidade
Hashitani era estudante de Medicina e havia trancado a sua matrícula para viajar para a Tanzânia, na África, em abril deste ano. Lá, ele participava de um projeto social e sonhava em construir uma escola para crianças. Após viajar para a Tanzânia, Hashitani se alistou junto às tropas ucranianas sem avisar a família.

O empréstimo consignado para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) só será liberado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar o tema. O BPC é um benefício de um salário mínimo destinado a idosos e a pessoas com deficiência.
Segundo um comunicado do INSS, como a Lei 14.601/2023, sancionada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no ano passado, teve a constitucionalidade questionada no STF, o instituto decidiu implementá-la apenas depois de uma decisão definitiva.publicidade
“A Lei 14.601/2023, que autoriza a concessão de empréstimo consignado para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC), foi sancionada em junho passado. No entanto, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) sobre o tema está no Supremo Tribunal Federal (STF). Como a discussão está em andamento no Judiciário, qualquer decisão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) só será tomada após o trânsito em julgado naquela esfera de Poder”, afirmou o INSS, em nota.
Isso quer dizer que o INSS irá regulamentar o BPC quando o processo no STF chegar ao fim, o que pode demorar alguns anos. Essa decisão contraria um anúncio feito no início de julho, quando o STF formou maioria para liberar o empréstimo consignado para beneficiários de programas sociais. Naquela ocasião, o INSS disse que a volta do consignado para quem recebe BPC ocorreria no fim de agosto.
Atualmente, o processo está parado nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, que pediu vista (mais tempo para análise). A ação foi ajuizada pelo PDT, que questiona a constitucionalidade de emprestar dinheiro a pessoas vulneráveis.
O relator do processo é o ministro Nunes Marques, que já se manifestou favoravelmente ao crédito, “opção legislativa que busca garantir às famílias brasileiras que experimentavam dificuldades, na sequência da pandemia e da alta dos preços de alimentos, uma modalidade de crédito barata, especialmente para quitar dívidas mais caras”.
Nunes Marques também argumentou que o PDT parece partir do pressuposto de que as famílias de baixa renda não obtêm nenhuma vantagem com a contratação do empréstimo, “quando, na verdade, obtêm liquidez imediata para sanar dívidas, gastar em despesas inadiáveis ou investir em algum plano”.

O benefício é o pagamento de um salário mínimo (hoje R$ 1.320) por mês ao idoso com idade igual ou superior a 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. No caso da pessoa com deficiência, esta condição tem de ser capaz de lhe causar impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo (com efeitos por pelo menos 2 anos), que a impossibilite de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas.
O BPC não é aposentadoria. Para ter direito a ele, não é preciso ter contribuído para o INSS. Diferentemente dos benefícios previdenciários, o BPC não paga 13º salário e não deixa pensão por morte. Para ter direito ao BPC, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja igual ou menor que um quarto do salário-mínimo (R$ 330).
O beneficiário do BPC, assim como sua família, deve estar inscrito no Cadastro Único.
Informações Revista Oeste

Na noite de sábado (26), um foguete da SpaceX lançou 22 satélites Starlink, aumentando para 5.005 o número de equipamentos implantados na órbita baixa da Terra, de acordo com o site de rastreamento do astrofísico Jonathan McDowell.
Denominado Grupo Starlink 6-11, o lote decolou no topo de um Falcon 9 modelo B1080-3, a partir do Complexo de Lançamento Espacial 40 (SLC-40) da Estação da Força Espacial dos EUA, em Cabo Canaveral, na Flórida, às 22h05 (pelo horário de Brasília).
Cerca de 8,5 minutos depois, o primeiro estágio do Falcon 9 voltou à Terra para um pouso no navio-drone da SpaceX “Just Read the Instructions”, que estava posicionada em local estratégico no Oceano Atlântico.
Segundo a descrição da missão da SpaceX, este foi o terceiro lançamento e pouso deste propulsor em particular. Também foi o 60º lançamento da SpaceX em 2023, o 140º a partir da plataforma SLC-40 e o 250º de um foguete Falcon 9, na contagem geral. Além disso, esta foi a 100ª missão exclusivamente dedicada à Starlink.
O estágio superior do foguete, por sua vez, continuou sua trajetória rumo a 530 km acima da superífice terrestre, implantando os 22 satélites cerca de 65 minutos após o lançamento.
Embora 5 mil seja um marco verdadeiramente impressionante, a megaconstelação ainda ficará maior, já que a empresa de Elon Musk tem autorização para 12 mil satélites e solicitou aprovação para outros 30 mil, totalizando 42 mil.
Quando as gerações 1 e 2 da Starlink estiverem concluídas, espera-se que o empreendimento lucre de US$30 bilhões a US$50 bilhões anuais (entre quase R$150 bilhões e R$250 bilhões, aproximadamente).
Segundo a SpaceX, parte desse lucro será investida no ambicioso programa Starship, o foguete mais poderoso de todos os tempos, que está em fase de testes (como a tentativa frustrada de primeiro voo orbital ocorrida em abril deste ano, que terminou em uma explosão).
Olhar Digital

Foto: Brenno Carvalho.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, antecipou no fim de junho que haveria “novidades” na investigação do caso Marielle Franco.
Semanas depois, a Polícia Federal prendeu um dos suspeitos, e o titular da pasta anunciou a delação premiada de outro envolvido no crime. Após a ação policial, Dino deu uma entrevista e afirmou que é “certo que, nas próximas semanas provavelmente, haverá novas operações”. As informações são da Folha de SP.
A investigação corre sob sigilo e, segundo a lei, apenas as partes do processo podem ter acesso a dados das apurações.
A declaração do ministro foi dada em entrevista coletiva ao lado do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
O fato de Dino ter dado informações sobre o caso que não são públicas reforçou a avaliação de uma ala da PF de que o comando da corporação tem mantido uma relação próxima com o núcleo do governo e em sintonia com o Palácio do Planalto.
Andrei sempre foi próximo do PT e tem feito questão de manter a imagem de homem de confiança do presidente Lula (PT). O diretor-geral participou de sete viagens internacionais com o petista nos sete primeiros meses de governo.
Ele foi chefe da segurança do petista na campanha de 2022 e ocupou cargo de confiança na gestão de Dilma Rousseff (PT).
A participação de Andrei na entrevista sobre o caso Marielle destoa da prática em gestões anteriores na PF. Antes não era comum o diretor-geral da PF conceder entrevista sobre resultado de apurações que estão sob o comando de delegados, que têm autonomia funcional.
Andrei costuma participar de entrevistas, especialmente quando envolve temas caros à esquerda, como desarmamento e investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além do próprio caso Marielle.
As viagens do chefe da corporação também explicitaram a relação próxima dele com o Executivo. Além da frequência, ele costuma nessas ocasiões circular ao lado de assessores do presidente.
O diretor-geral foi com o presidente à Argentina e ao Uruguai em janeiro, aos Estados Unidos em fevereiro, à China em abril e ao Japão em maio. Foi à Argentina novamente em junho e à Bélgica em julho.
Na Europa, o presidente deu uma entrevista à imprensa em que, na primeira fileira, Andrei estava sentado ao lado do assessor especial de Lula para assuntos internacionais, Celso Amorim, e de José Resende, auxiliar para elaboração de discursos.
A assessoria da PF afirma que ele cumpriu agendas oficiais em todos os países, com assinaturas de cartas de intenção de parcerias e reunião com ministros e dirigentes de polícias locais.
A avaliação de uma ala da PF é que a postura de Andrei não preserva a imagem de independência política e de autonomia que a corporação deve passar.
Um dos pontos citados que expõe essa busca de Andrei por mais proximidade com o presidente e com a classe política é a insistência em manter a PF na segurança presidencial.
O diretor da PF atuou desde a transição para trazer para a corporação essa responsabilidade. Depois que a função voltou para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), ele tem mantido as investidas para manter a influência da Polícia Federal sobre a área.
A leitura é a de que Andrei sabe que a responsabilidade pela segurança garante a ele uma proximidade maior do presidente e do Palácio do Planalto.
Uma das críticas é que a PF sofre com um problema crônico de falta de pessoal. Ao assumir a segurança presidencial, tiraria delegados e agentes da atividade-fim da corporação, que é a de polícia judiciária.
Em dezembro, antes mesmo de tomar posse na direção da PF, ele fez outro movimento político ao rejeitar dar entrevista ao lado do então superintendente da PF no Distrito Federal, Marlon Cajado.
O objetivo da entrevista era falar sobre a segurança da posse de Lula. Nos bastidores, Andrei disse que considerou o caso uma “afronta” porque Cajado foi um dos delegados que interrogou Lula em processos da Lava Jato.
Neste início de governo, além de Lula, o diretor-geral também fez questão de deixar claro sua sintonia com Dino. A relação dos dois levanta questionamentos internos sobre até que ponto a parceria pode contaminar a independência da PF.
Diferentemente do chefe da corporação, Dino integra o primeiro escalão do governo federal e mantém, obrigatoriamente, uma relação política com o chefe do Executivo.
O período do governo Michel Temer e os quatro anos de Bolsonaro geraram uma fragilização inédita na PF, com trocas constantes e suspeitas de interferência por parte dos governos.
Ainda assim, o órgão teve como costume em boa parte das vezes preservar os servidores das brigas ou de questões externas. O temor de policiais é que a proximidade entre Andrei e Lula mantenha elevada a exposição política da PF.
Questionado, o Ministério da Justiça afirmou que Dino não anunciou novas operações, “e sim uma previsão, que é óbvia à vista do fato de que o inquérito está em andamento”.
“Há, inclusive, o uso da palavra provavelmente. Ademais, o ministro tem 33 anos de experiência jurídica, o que permite fazer óbvias previsões técnicas”, disse.
Afirmou também que o ministério atua de acordo com a Constituição e que o artigo que trata do tema “precisa ser lido para entender que a autonomia da Polícia Federal é no que se refere ao conteúdo das investigações”.
A PF, por sua vez, afirmou sobre a antecipação de informações do caso Marielle que Dino “tomou ciência do resultado das apurações até então, bem como daquilo que se tornou público da operação”.
Também disse que Andrei foi às viagens com Lula porque o diretor-geral “tem o dever de representar a instituição em eventos nacionais e internacionais, inclusive na companhia do presidente da República”.
Também citou a celebração de instrumentos de cooperação policial internacional para “viabilizar a troca de informações de inteligência policial e a realização de operações e investigações conjuntas entre os países envolvidos”.
Folha de SP

Em um Nilton Santos lotado, com quase 40 mil torcedores, o Botafogo venceu o Bahia pelo placar de 3 a 0, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Esse foi o 19º jogo seguido sem derrota do clube carioca na temporada, que lidera a Série A com 51 pontos ganhos e apenas três derrotas em 21 jogos. Os gols da vitória botafoguense foram marcados por Diego Costa duas vezes (aos 3 minutos do 1° tempo e aos 5′ do 2° tempo) e Luis Henrique, aos 30′ da 2ª etapa. Com a derrota, o Tricolor estacionou nos 21 pontos e ocupa a 16ª posição, uma acima da zona de rebaixamento. Em partida disputada no mesmo horário, o Santos, que possui os mesmos 21 pontos do Bahia, mas um saldo de gol inferior, foi derrotado por 2 a 0 para o Atlético-MG, na inauguração da Arena MRV, em Belo Horizonte, o que evitou que a equipe santista ultrapasse o Esquadrão.
A 21ª rodada do Brasileirão se encerra na noite deste domingo. Às 18h30, começam mais cinco partidas: Athletico-PR x Fluminense, Fortaleza x Coritiba, Palmeiras x Vasco e Grêmio x Cruzeiro. No momento, além do Santos, os times que estão atrás do Bahia na tabela são Vasco da Gama (18°, com 16 pontos), Coritiba (19°, com 14) e América-MG (20°, com 11). Agora, o Esquadrão de Aço volta a campo no próximo domingo (3), às 18h30, contra o Vasco, na Arena Fonte Nova. Após enfrentar o time carioca, o próximo compromisso da equipe do técnico Renato Paiva será dez dias depois, contra o Coritiba, no Couto Pereira, em Curitiba, no dia 14 de setembro. Neste Campeonato Brasileiro, jogando fora de casa, o Bahia registra uma campanha de 11 jogos, sete derrotas, três empates e apenas um triunfo, na 3ª rodada, contra o Vasco, em São Januário. No total, são 10 derrotas, seis empates e cinco triunfos em 21 jogos até agora.
*Bahia Notícias

Mesmo com a expulsão de Camutanga aos 24 minutos do primeiro tempo, o Vitória arrancou um empate sem gols com o Atlético-GO neste domingo (27), no estádio Antônio Accioly, pela 25ª rodada da Série B.
Com o resultado, o Leão vai aos 48 pontos e amplia sua vantagem na liderança da competição. O Sport, que é o vice-líder, perdeu na rodada e ficou com 45 pontpontos.
O Rubro-Negro baiano volta a campo na próxima sexta-feira (1º), para enfrentar o Mirassol, às 19h15, no Barradão, pela 26ª rodada da Segundona.
Bahia Notícias
Uma busca ativa de cães e gatos não vacinados está sendo realizada pelos agentes comunitários de saúde no bairro onde foi encontrado um morcego infectado com raiva, na última semana. Os moradores também foram orientados a informar o aparecimento de outros morcegos mortos na região.
A Secretaria Municipal de Saúde estende o alerta aos moradores de todos os bairros e da zona rural do município: caso encontre um morcego morto, acione o Centro Municipal de Controle de Zoonoses para o recolhimento, através do número (75) 9 9851-8583.
Feira de Santana está em período de Campanha de Vacinação contra a raiva para cães e gatos. Os animais que estiverem com a vacinação anual antirrábica em dia estão protegidos contra a doença.
A raiva é uma doença viral prevenível que pode ser transmitida para humanos através de mordidas e arranhaduras de mamíferos infectados.
Todos os casos de agressões aos seres humanos envolvendo cães e gatos, devem ser encaminhados para o setor da antirrábica sediado no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Lêda (CSE) para acompanhamento.

Na manhã deste domingo (27), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Feira de Santana, por meio da Equipe de Abordagem Social do plantão Social e CREAS Maria Régis, realizou uma importante ação visando auxiliar pessoas em situação de rua que ocupam a Estação de Transbordo na Avenida João Durval Carneiro. Uma mulher e um homem foram abordados durante a ação de assistência social.
Ambos vivem em situação de mendicância e possuem ponto fixo na Estação de Transbordo. Durante a abordagem, a mulher informou que sua família reside no bairro Novo Horizonte e é composta por cinco filhos, incluindo uma adolescente de 15 anos de idade.
A mulher mencionou que, apesar de sua situação vulnerável, não tem intenção de deixar a vida nas ruas recusando o encaminhamento para o abrigo temporário de pessoasem situaçãode rua. Ela afirmou que não recebe o benefício do Bolsa Família, pois seus documentos estão em posse de outra mulher. Ressaltou que sua subsistência se dá por meio das doações que recebe das pessoas que transitam pelo local.
“Vamos rastrear o Bolsa Família dela, caso tenha cadastro faremos o bloqueio do cartão atual e solicitaremos um novo cartão para que esteja em posse da titular”, explicou o diretor do Departamento de Proteção Social da Sedeso, Agostinho Fróes da Motta.
Já o homem abordado pela equipe já esteve em abrigamento no centro temporário da prefeitura. Ele informou que não se adptou e não tem interesse em retornar.
Durante a abordagem, a equipe do plantão social e CREAS Maria Régis procurou oferecer os serviços disponibilizados pela rede socioassistencial da cidade, na tentativa de auxiliá-los a sair da situação de vulnerabilidade em que se encontram.

Uma pesquisa realizada pela InterNations, uma rede de expatriados que tem cinco milhões de membros, revelou quais são os melhores —e os piores —países para se viver, na opinião dos estrangeiros.
O levantamento ouviu mais de 12 mil expatriados que vivem em 172 países e territórios no mundo todo. Eles são de 171 nacionalidades diferentes.
Os participantes tiveram de dar notas para 56 aspectos da vida como expatriados, incluindo temas como custo de vida, disponibilidade de moradia, oportunidades profissionais, vida social e qualidade do atendimento médico. Foram incluídos no ranking os 53 países que tiveram, ao menos, 50 respondentes.
1. México
O país aparece entre os cinco melhores países para expatriados desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 2014. Os mexicanos se destacam pela hospitalidade: três em cada quatro estrangeiros que vivem no país (ou 74% deles) afirmam que é fácil fazer amigos locais. Com isso, os expatriados ouvidos dizem ter uma rede de apoio e que estão felizes com a sua vida social.
Expatriados também afirmam que é fácil se acostumar com a cultura local. Os entrevistados disseram, ainda, não ter dificuldades para encontrar moradia a um preço acessível —71% afirmaram estar felizes com o custo de vida no país.
Mas nem tudo são flores: 18% dos participantes disseram que não se sentem seguros no país.
2. Espanha
A cultura e a vida noturna na Espanha são dois dos destaques do país. O clima espanhol ajuda, proporcionando que as pessoas saiam de casa e aproveitem atividades ao ar livre. Além disso, quatro em cada cinco estrangeiros afirmam que se sentem em casa no país.
O ponto fraco está nas oportunidades de emprego: 36% dos entrevistados se dizem insatisfeitos com o mercado de trabalho local. Menos da metade concorda que teve melhorias nas perspectivas de carreira após se mudar para a Espanha.
3. Panamá
O país da América Central foi outro destaque na hospitalidade: 81% dos expatriados que vivem por lá dizem que se sentem em casa, e 84% têm o sentimento de que são bem-vindos.
O clima e a qualidade do ar também agradam os estrangeiros. Os pontos negativos são a falta de oportunidades de emprego e a insegurança no trabalho. Apesar disso, 80% dos expatriados que vivem no Panamá dizem estar felizes com a sua situação financeira.
1. Kuwait
A falta de opções de lazer e a sensação de que não podem se expressar livremente incomodam os expatriados que vivem no Kuwait, segundo a pesquisa. A qualidade e o preço dos serviços de saúde também deixam a desejar, de acordo com os participantes.
Além disso, a cultura local é de difícil adaptação, segundo 36% dos estrangeiros ouvidos. Somente 37% dos entrevistados estão satisfeitos com a sua vida social. Três em cada dez sentem que não são pagos de maneira justa pelo seu trabalho.
2. Noruega
O custo de vida no país europeu é o principal problema para os expatriados: 37% afirmam que a renda que ganham não é suficiente para manter uma vida confortável.
Outros 32% sentem que os locais não são amigáveis com estrangeiros. Também é difícil fazer amigos, segundo 51% dos entrevistados, e de se sentir em casa, na opinião de 37%.
A falta de opções gastronômicas e de vida noturna são outros pontos negativos do país.
3. Turquia
As opções de trabalho são o principal problema do país do Oriente Médio. 24% dos estrangeiros que vivem na Turquia estão insatisfeitos com o emprego que têm, e 30% se dizem infelizes com a carga de trabalho.
O acesso à internet é difícil para 15% dos expatriados. Menos da metade dos entrevistados está feliz com a sua situação financeira.
De acordo com o relatório, o Brasil ocupa o 15º lugar no ranking, à frente de países como Suécia, EUA e Canadá. O país aparece em segundo lugar na categoria “facilidade de adaptação”, com destaque para a cultura e a facilidade de fazer amigos.
Segundo a pesquisa, o Brasil está em primeiro lugar no que diz respeito ao acolhimento de estrangeiros. 71% dos expatriados que vivem aqui se dizem felizes com a sua vida social, e 88% afirmam se sentir bem-vindos.
Informações Nossa UOL

O presidente Lula encerrou, neste domingo, 27, a viagem que fez a países do continente africano. Entre os dias 21 e 24, o petista e a primeira-dama Janja estiveram em Joannesburgo, para participar da cúpula dos Brics.
Oeste apurou que as diárias do casal, no hotel de luxo The Leonardo, custaram cerca de R$ 160 mil. Por ora, ainda não se sabe quanto o Ministério das Relações Exteriores gastou com seguranças, alugueis de carro e intérpretes.publicidade
Além disso, os pagadores de impostos custearam quase R$ 7 mil do aluguel de uma sala de assessoria de comunicação, onde Lula falou com jornalistas. Com a finalidade de equipar o local, o presidente precisou usar aproximadamente R$ 30 mil.
Conforme os dados obtidos por Oeste, a comitiva do petista arrendou outro espaço para “reuniões bilaterais” ao custo de R$ 7 mil.
Terminado o compromisso em Joannesburgo, Lula e Janja foram a Luanda, capital da Angola, desembarcando ontem na cidade. Na manhã de hoje, cumpriram a última agenda: a 14ª Conferência de chefes de Estado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, em São Tomé Príncipe.
Desde que assumiu o governo, Lula tem feito uma série de viagens mundo afora. De acordo com o mais recente levantamento publicado pelo site Poder360, no fim de julho, Lula e Janja já torraram R$ 30 milhões. Esse valor, contudo, não está incluído translado aéreo, bancado pela Força Aérea Brasileira.

De todas as viagens internacionais, as maiores despesas foram na China e nos Emirados Árabes, em abril. Lá, a comitiva presidencial de 70 pessoas gastou quase R$ 7 milhões. Em seguida, estão as cifras gastas no Vaticano, Itália e França (R$ 6 milhões) em junho. Portugal e Espanha (R$ 5 milhões) fecham o top 3.
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