
Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo.
Em meio a rumores de que o Ministério da Justiça teria apagado todas as imagens do interior e das laterais da sua sede captadas por quase 40 câmeras de segurança durante os atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes, parlamentares de oposição e juristas avaliam a demora do seu titular Flávio Dino em atender ao pedido da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro como obstrução às investigações e possível crime de responsabilidade.
Na tarde da terça-feira (29) começaram a circular informações, depois publicadas pela CNN Brasil e Record TV, de que os vídeos requeridos pela CPMI haviam sido descartados automaticamente após 15 dias de armazenagem. A Gazeta do Povo pediu à assessoria de imprensa do Ministério da Justiça que confirmasse a notícia baseada em “fontes da Polícia Federal”, que está subordinada à pasta, mas ainda não obteve retorno. As informações são da Gazeta do Povo.
Ocorre, contudo, que faz mais de um mês que a comissão de inquérito recebeu o ofício do ministro Dino, de 28 de julho, no qual nega o envio das imagens alegando que elas estavam sob “investigação criminal”. A reiterada negativa continuou, após série de pedidos de adiamento, de cobranças de parlamentares, da entrega do conteúdo de apenas duas câmeras voltadas ao exterior frontal do prédio e de seu saguão e até consulta ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que referendou a demanda do colegiado.
Para parlamentares e especialistas em direito constitucional ouvidos pela Gazeta do Povo, a longa recusa de Dino em cumprir a exigência de cinco requerimentos de uma comissão de inquérito, aprovados pelo seu plenário antes mesmo do recesso parlamentar, já poderia ser visto como um crime de responsabilidade, que pode levar ao afastamento imediato do cargo e à sua condenação pelo STF. O senador Magno Malta (PL-ES) acredita em novas dissimulações de Dino e afirma que os boatos plantados de inexistência das imagens podem render ao ministro o “troféu cara de pau”.
No último dia 15, um grupo de 16 parlamentares da oposição apresentou denúncia de flagrante desobediência contra o ministro à Procuradoria Geral da República (PGR) e exigiu a entrega dos vídeos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). A bancada oposicionista segue apelando ao presidente da CPMI, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA), para que tome providências extras, mas ele já tinha avisado antes que não patrocinaria o confronto. A pressão deve aumentar diante da suspeita de “manobra final” para não enviar o material, com eventual declaração tardia de sua indisponibilidade.
Em meio às recusas e protelações de Dino, chegaram à CPMI novos fatos que corroboram as suspeitas da oposição de uma omissão por parte das autoridades federais de segurança, sem a qual não teriam ocorrido as cenas de invasões de prédios públicos na Praça dos Três Poderes. Além das contradições cometidas pelo ministro em entrevistas sobre sua presença no Palácio da Justiça no dia do vandalismo, relatórios do próprio Ministério da Justiça, entregues à CPMI, mostraram a presença de soldados da Força Nacional em prontidão e não empregados. O fotógrafo da Agência Reuters, Adriano Machado, disse que registrou a presença de quase 240 homens nos fundos do ministério.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) acredita que a parcialidade da relatora da CPMI, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), além do respaldo da maioria governista do colegiado, dificultam as investigações sobre a suposta omissão do governo Lula no 8 de janeiro. “Queremos investigar fatos e não aceitamos a investigação seletiva, voltada para blindar poderosos como Flávio Dino e o próprio presidente Lula”, disse. Ele avisou que tomará todas as “providências cabíveis” no suposto caso de eliminação das imagens, receando, contudo, uma “tendência de impunidade”.
Ferreira lembrou que o ministro postou nas redes sociais na véspera do fatídico domingo um conjunto de mensagens informando que uma portaria dele deixaria a Força Nacional de prontidão para defender o patrimônio público de ataques violentos já previstos e que novas providências iriam ser tomadas. “Tudo ocorreu por omissão, a começar pelo general Gonçalves Dias, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e responsável pelo Plano Escudo, de defesa do Palácio do Planalto”, opinou.
Para o deputado, o comando da CPMI e outros defensores da democracia e do Estado de Direito precisam se indignar com a negativa de Dino em enviar a totalidade das câmeras requeridas. Nesse sentido, ele também vê como essencial o testemunho de outras autoridades federais e a quebra de sigilos telemático que apontariam para uma realidade a ser ocultada do relatório final da CPMI. Ele e outros membros da oposição fizeram também questão de lembrar o uso da Força Nacional pelos antecessores de Dino, como Sergio Moro, Raul Jungmann e Torquato Jardim em situações semelhantes e até mais graves, sem a desculpa de que precisariam ser acionados pelo governador do Distrito Federal.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que a hipótese de que o Ministério da Justiça deletou as imagens pode ser mais do que uma esculhambação, mas uma “confissão de culpa”. “Trata-se de um desrespeito não apenas com instituições como o parlamento e STF mas, sobretudo, com os brasileiros. A cada dia vai ficando evidente a verdade: a omissão do governo federal em relação aos atos de 8 de janeiro, que poderiam ter sido plenamente evitados”. Para ele, trata-se de um “modus operandi” da atual gestão petista, “que obstrui descaradamente as investigações” da CPMI, comissão que tentaram evitar a instalação de todas as formas. “Vamos tomar medidas sobre essa manobra vergonhosa e continuar firmes na busca de Justiça”, finalizou.
Eduardo Girão apontou os procedimentos adotados pela Força Nacional em outras invasões violentas da Esplanada como forte indício de omissão federal no 8 de janeiro. “Houve apagões de comando da Polícia Militar, que foram respondidos com medidas do governo federal, inclusive com decretação pelo presidente da República da Garantia da Lei e da Ordem (GLO)”, disse. Em recente entrevista, o ministro da Defesa, José Múcio, confirmou que o governo federal poderia ter evitado o vandalismo se tivesse empregado contingentes militares à sua disposição.
O deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) revelou nesta quarta-feira (30) que os representantes da oposição na CPMI do 8 de janeiro estão avaliando a possibilidade de encaminhar pedido de prisão do ministro da Justiça, Flávio Dino, ao Procurador-Geral da República (PGR), em razão das suspeitas de ocultação e destruição de provas de suposta omissão dele durante os atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes.
Diante da suspeita de que as imagens do Ministério da Justiça foram apagadas, Marcon afirmou em entrevista à Rádio Jovem Pan que a bancada da oposição já solicitou esclarecimentos sobre o contrato firmado com a empresa responsável pelos serviços de segurança, a fim de verificar se estava prevista a armazenagem dessas imagens por ao menos um ano, a exemplo do que ocorre no Palácio do Planalto e no Itamaraty, onde o Ministério das Relações Exteriores está sediado. Com isso, o argumento de que seriam apagadas à cada 15 dias não se sustentaria.
O deputado gaúcho expressa seu ceticismo quanto ao fato de que as únicas imagens apresentadas por Flávio Dino à CPMI obtidas de duas câmeras foram fornecidas pela mesma empresa contratada, sem aparentes edições. “Além disso como explicar a demora do ministro para confirmar ou não a existência das imagens”, disse. Marcon questiona o fato de o Plano Escudo, protocolo de segurança para proteção do Palácio do Planalto, não ter sido acionado, o que permitiria a restauração da normalidade em apenas 25 minutos. “Além disso, é sabido que cerca de 240 agentes de cinco batalhões permaneceram inativos na região do Ministério da Justiça enquanto os atos de vandalismo aconteciam”.
Com ou sem as imagens ainda existentes, a simples demora levanta suspeitas de delitos. Para o advogado constitucionalista André Marsiglia, não há dúvida de que a resistência de Dino em fornecer imagens captadas no interior da sede de sua pasta deva ser enquadrada como crime de responsabilidade previsto no artigo 13 da Lei do Impeachment (1.079/1950). “A legislação é clara e prevê a prestação de informações solicitadas pelo Congresso como obrigação de ministros de Estado”, sublinhou.
Ele acredita que a conduta de Dino pode ainda ser tipificada no âmbito da lei que rege as comissões parlamentares de inquérito (1.579/1952). “Ela expressa a prerrogativa de os parlamentares requisitarem todo e qualquer documento necessário aos seus trabalhos, bem como diz ser crime impedir, ou tentar impedir, o funcionamento regular do colegiado”, observou.
A conclusão óbvia, acrescenta o advogado, é considerar ilícitas as reiteradas negativas do ministro em entregar imagens e documentos, sob a alegação inicial dos materiais estarem sob segredo de Justiça, tampouco protelar ou dificultar acesso sem um justo motivo. “Acessar esses materiais é um direito dos parlamentares e fornecê-los é um dever das autoridades”, concluiu.
Vera Chemim, professora de direito constitucional, lembra que o Ministério da Justiça tem como como finalidade primordial assegurar a efetividade dos direitos fundamentais expressos na Constituição, a segurança pública e o livre exercício dos poderes. “O seu titular tem a obrigação constitucional de atender ao pedido da CPMI, enviando todas as imagens capturadas naquele dia, interna e externamente, garantindo assim a transparência e a publicidade de qualquer fato ou ato que envolva, direta ou indiretamente, um órgão da Administração Pública”, explicou.
Por isso, a advogada também concorda que é possível enquadrar a indisposição de Dino com a CPMI como crime de responsabilidade previsto na Lei do Impeachment, que disciplina um artigo da Constituição. “Ao se negar a cumprir uma requisição da comissão, conforme prevê a legislação específica, ele comete ato de improbidade, equivalente a constranger um Poder Público (Legislativo)”, disse.
Ela acrescenta que o ministro também corre o risco de ser enquadrado no crime de responsabilidade contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais, previsto na Constituição e na Lei do Impeachment, uma vez que se nega a tornar pública uma informação de interesse público ou coletivo. Em vários artigos, o texto constitucional trata como obrigação de todos os Poderes atender ao direito fundamental à informação de interesse público, independente de solicitação, dentro dos prazos legais. “Portanto, não restam dúvidas de que o titular do Ministério da Justiça, ao sonegar as imagens solicitadas pela CPMI do Congresso está correndo o risco de ser enquadrado em crime de responsabilidade, a depender da conjuntura político-ideológica”, acrescentou.
A ex-deputada estadual (SP) e advogada Janaína Paschoal avalia ser preciso ainda ter cautela antes de atestar o crime de responsabilidade de Flávio Dino. Para isso, recomenda uma avaliação do teor dos pedidos da CPMI, o monitoramento das manifestações do STF sobre o assunto e, finalmente, averiguar os possíveis motivos para o ministro seguir ignorando a comissão.
A coautora do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e professora da Universidade de São Paulo (USP) lembra que a lei enfatiza como essencial o nível de formalidade nas solicitações de impedimento para se caracterizar o crime de responsabilidade. “Mesmo se a situação se verificar, sugiro ainda aprofundar as investigações. Defendo as regras da transferência e da publicidade, que estão presentes na Constituição, mas antes de se falar em eventual crime de responsabilidade, avalio essas possíveis negativas como um sinal de que não se quer revelar algo”, disse.
Gazeta do Povo

Pelo segundo ano consecutivo, realizamos este evento com o intuito de discutirmos acerca do agosto lilás, combate à violência contra a mulher e todas as suas implicações sociais.
Dia 31/8, às 18h, na sede da OAB Feira de Santana a Comissão em Defesa dos Direitos das Mulheres e das Advogadas, vamos discutir esse tema de tamanha relevância com profissionais brilhantes de diversas áreas. Confirma abaixo nossa programação:
PAINEL 1- A violência contra a mulher e suas nuances.
Mediadora- Jéssica Grisi (membra da Comissão em defesa dos Direitos das Mulheres e das Advogadas OAB Feira)
Palestrantes: Camilla Batista (Superintende de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher da Secretaria de Políticas para as mulheres do Estado da Bahia) e Ariana Bahia (psicóloga)
Painel 2- Realidade em Feira de Santana e como fortalecer a rede de apoio e proteção.
mediadora Laura Nogueira (membra da Comissão em defesa dos Direitos das Mulheres e das Advogadas OAB Feira)
Palestrantes: Clécia Vasconcelos (delegada titular da DEAM Feira); Gilmara Lopes (enfermeira HEC); Maria de Fátima (fundadora do MOMDEC) e Cristiana de Brito (ex-vítima de violência doméstica)
Inscrições através do Sympla com certificado de 4h.
Venha participar conosco! Você é peça fundamental para o sucesso do evento e ampliarmos os horizontes sobre esse tema necessário e atual!
Um compromisso de toda sociedade buscar forma de combater e promover a conscientização pelo fim da violência contra meninas e mulheres.

Foto: Mauro Pimentel/AFP
Ogoverno federalfechou o mês de julho com um deficit R$ 35,9 bilhões nas contas públicas. O resultado é segundo pior para o mês desde o início da série histórica, iniciada em 1997 e fica atrás somente de julho de 2020, durante a pandemia de Covid-19.
Os dados foram divulgados na tarde desta quarta-feira (30) pelo Tesouro Nacional, órgão do Ministério da Fazenda.
Segundo o Tesouro, o rombo no mês passado é resultado de uma queda R$ 8,9 bilhões da receita do governo federal e um aumento R$ 46,8 bilhões das despesas totais.
No mesmo mês do ano passado, as contas do governo tiveram superávit de R$ 19,7 bilhões.
No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, as contas do governo registraram deficit primário de R$ 78,24 bilhões.
Por lei, o governo está autorizado fechar 2023 com deficit primário de até R$ 231,5 bilhões. O ministro da Fazenda,Fernando Haddad, estima que esse valor ficará em R$ 100 bilhões.
Informações TBN

A Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), realizou terça-feira (29), uma visita ao Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). O objetivo foi avaliar a unidade hospitalar para implantação de novos programas de residência em três áreas: Anestesiologia, Neurocirurgia e Endoscopia. Os avaliadores Jedson dos Santos Nascimento, Marcos Clarêncio, Marcos Antonio Herculano participaram inicialmente de uma reunião com a diretoria-geral e médica da unidade para tratar dos pilares para implantação de residências médicas: Infraestrutura, Preceptores e Custeio. Acompanhada por preceptores, diretores, coordenadores e membros da Coordenação de Residência Médica (COREME), a comissão percorreu as enfermarias, emergência, ambulatório, a nova enfermaria, o Centro de Hemorragia Digestiva do Interior (CHDI), o Centro de Diagnostico por Imagem, Centro Cirúrgico, Unidades de Terapia Intensiva UTIs) e demais dependências da unidade.
“A chegada de novas residências médicas para o Hospital Clériston Andrade é de interesse do Governo do Estado, visto que já estamos em ampliação de leitos, e por sermos um hospital escola temos campo para acolher novos residentes. Diante disso, posso afirmar que o Clériston Andrade tem todos os requisitos necessários de infraestrutura e equipe para que se possa implantar novos programas de residência médica”, garantiu a diretora do HGCA, Cristiana França.
Segundo o coordenador-geral da Residência Médica do HGCA, Francisco Freitas, o HGCA aguarda agora a apreciação do MEC para iniciar a formação dos médicos residentes nas novas áreas citadas. “Essa será sem dúvida uma grande conquista não apenas para o HGCA, como também para a comunidade que passará a contar com mais especialistas nestas áreas”, comemorou Francisco.
Na oportunidade, a direção do HGCA mostrou para a CNRM toda a infraestrutura e capacidade que a unidade possui para receber novos cursos de residência médica. O diretor médico, Dr. Karlos Figueredo, enfatizou que está há mais de 10 anos trabalhando no HGCA e viu de perto toda a transformação que a unidade passou. “Minha jornada de mais de uma década no HGCA testemunhou a incrível transformação que nossa unidade alcançou. Cada passo dado em direção ao progresso representa nosso compromisso com a excelência na saúde e no ensino médico,”, concluiu , Dr. Karlos Figueredo.
A formação no Clériston Andrade teve início em 1991, com as residências em Pediatria, Clínica Médica, Cirurgia-geral, Ginecologia e Obstetrícia. Passaram-se 32 anos e atualmente o hospital dispõe de 18 vagas de residência em 4 áreas da medicina por ano: clínica médica, ortopedia, UTI e cirurgia básica e geral.


*Fonte: ASCOM/HGCA*

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo
Relatório aponta que estatal aplicou o maior corte no pagamento de lucro aos acionistas entre as grandes empresas do mundo. Veja ranking global
APetrobras saiu do ranking das empresas que mais distribuem lucros aos acionistas. A estatal, que no segundo trimestre de 2022 liderou este ranking, elaborado pela consultoria Janus Henderson,agora não aparece nem entre as 20 maiores companhias globais neste quesito.
O relatório mostra também que a empresa brasileira foi a que mais reduziu o pagamento de dividendos entre as gigantes globais no último trimestre. Com isso, na média, o pagamento de dividendos por empresas brasileiras caiu 53% no período.
A consultoria destaca que a estatal brasileira reduziu a distribuição de dividendos em meio a uma queda no preço do petróleo.
Veja, abaixo, o ranking das maiores pagadoras de dividendos do mundo no 2º trimestre de 2022:
Informações TBN

O ministro da Justiça e Segurança Pública,Flávio Dino,comentou, nesta quarta-feira (30), sobre o não armazenamento das imagens internas da pasta do dia 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram atacadas. Ele explicou que elas não existem mais por “problema contratual”.
“O mesmo problema aconteceu no Senado. É problema contratual. Eu não sabia disso. Não sou gestor de contrato, sou ministro da Justiça. A Polícia Federal veio aqui e recolheu o que precisava. Só soube agora quais imagens a PF recolheu. Eu não conheço o inquérito, está tudo sob sigilo”, declarou.
Informações TBN

Nesta quarta-feira (30), a presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Eremita Mota (PSDB), deu prosseguimento às denúncias dos casos de violência política de gênero que vem sofrendo sistematicamente dentro do plenário. Ela entregou ao vereador Galeguinho (PSB), corregedor da Casa, os requerimentos contra os vereadores José Carneiro (MDB), Fernando Torres (PSB) e Edvaldo Lima (MDB). A partir de agora, os casos serão apurados e avaliados pela corregedoria da CMFSA sob a acusação de quebra de decoro parlamentar, com a consequente aplicação da pena de perda do mandato, em virtude da violação do decoro parlamentar (afronta ao artigo 64, inciso IV, da Lei Orgânica do Município de Feira de Santana, o artigo 15, inciso II, do Código de Ética e Decoro Parlamentar, bem como ao artigo 133, inciso III, do Regimento Interno da Câmara Municipal de Feira de Santana).
“Confio na seriedade do vereador Galeguinho e espero que os vereadores que me agrediram sejam punidos de alguma forma”, relatou Eremita, ao falar das expectativas quanto ao julgamento da corregedoria. A presidente Eremita esteve na Delegacia da Mulher no último dia 17, quando registrou boletim de ocorrência depois de ser intimidada pelo vereador Edvaldo Lima (MDB), no dia 16, após fazer uma denúncia contra o prefeito Colbert Martins; ser xingada pelo vereador Fernando Torres (PSD) após um desentendimento durante a sessão do dia seguinte; além de também ser difamada por José Carneiro(MDB), quando o vereador afirmou que Eremita estava sem tomar medicação, sugerindo que ela tem algum problema psiquiátrico.
Eremita lembra que os ataques têm sido constantes por parte de alguns vereadores e que em Fevereiro ingressou com queixa-crime contra Fernando, José Carneiro e Paulão do Caldeirão (PSC). “É inacreditável estarmos exatamente no Agosto Lilás, o mês que conscientizamos a população para o combate à violência contra a mulher, e eu ter que passar por tamanhas ofensas. Espero que a justiça seja feita.”, lamenta a vereador.

O PL vai ter candidatura própria em Luís Eduardo Magalhães. O empresário Antônio Tadeu é o pré-candidato a prefeito da cidade do Oeste baiano onde a legenda teve boa performance em 2022, com expressiva votação ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O diretório municipal já se organiza sob o comando do advogado Rogério Peixoto.
Empresário bem-sucedido e líder do grupo Santo Antônio, que emprega 1,2 mil trabalhadores e atua no varejo e distribuição de gás, Tadeu esteve ontem em Brasília, quando a sua pré-candidatura foi avalizada pelo presidente de honra do partido, Jair Bolsonaro, e do nacional, Valdemar Costa Neto. Estava acompanhado de João Roma, que preside o PL na Bahia.
“Antônio Tadeu é uma liderança empresarial de grande prestígio popular que ama Luís Eduardo e deseja, com sua experiência, contribuir pelo desenvolvimento social e econômico da cidade. Ele se encaixa nos propósitos do PL de revelar novos nomes que engrandeçam a política baiana”, diz o presidente estadual do PL, João Roma.
Há 30 anos em Luís Eduardo, cidade onde desenvolveu seus negócios e tem forte ligação com o povo, Antônio Tadeu é admirador do ex-presidente Jair Bolsonaro e se identifica com os valores do PL: liberdade, família e a defesa da livre iniciativa.
“Minha pré-candidatura atende ao apelo da população de Luís Eduardo que me conhece e, com base na minha história na cidade, acredita que, comigo na prefeitura, esse pujante município possa avançar muito mais, principalmente na questão social, que está precária na segurança, educação e, principalmente, na saúde”, afirma Tadeu.

O robô explorador indiano confirmou a presença de oxigênio no polo sul da Lua, anunciou a agência espacial do país asiático. Além disso, foi detectada também a presença de enxofre, cálcio, ferro, entre outras substâncias.
Na semana passada, a Índia tornou-se o primeiro país a pousar uma nave perto do polo sul lunar e a quarta nação a concretizar uma alunissagem.
“O instrumento de Espectroscopia de Decomposição Induzida por Laser (LIBS) a bordo do rover Chandrayaan-3 fez as primeiras medições ‘in-situ’ da composição dos elementos da superfície lunar perto do polo sul”, anunciou a Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO) em um comunicado.
“As medições ‘in-situ’ confirmam inequivocamente a presença de enxofre na região, algo que não era viável com os instrumentos a bordo dos orbitadores”, acrescenta a nota.
A análise espectrográfica também confirmou a presença de alumínio, cálcio, ferro, cromo e titânio na superfície lunar, segundo a ISRO. Outras medições ainda mostraram a presença de manganês, silício e oxigênio.
O robô Pragyan (sabedoria em sânscrito), com seis rodas e movido por energia solar, percorrerá o polo sul e transmitirá imagens e dados científicos ao longo de duas semanas.
A Índia trabalha para alcançar as conquistas de outros programas espaciais com uma fração do custo, apesar de ter registrado alguns reveses.
Há quatro anos, outra missão lunar indiana fracassou durante a sua descida final.
A missão Chandrayaan-3 conquistou a opinião pública do país desde o lançamento, há quase seis semanas. O pouso no polo sul da Lula aconteceu na semana passada, poucos dias após um acidente com uma nave russa na mesma região.
Em 2014, a Índia tornou-se o primeiro país asiático a colocar uma nave na órbita de Marte e espera lançar uma sonda para estudar o Sol em setembro.
A ISRO planeja lançar no próximo ano uma missão tripulada de três dias à órbita da Terra.
Também programou uma missão conjunta com o Japão para enviar outra sonda à Lua até 2025 e uma missão orbital a Vênus nos próximos dois anos.
G1

Existem vários alimentos afrodisíacos: de ostras a chocolates, algumas comidas são comprovadamente capazes de melhorar a performance na hora do sexo. Uma boa transa, porém, parece estar mais associada ao que não comer e a uma manutenção de dieta saudável a longo prazo.
Em entrevista ao The Sun, o médico especialista em sexualidade Neel Patel listou alimentos que podem desequilibrar a dieta e interferir diretamente no desempenho sexual.
“Problemas que afetam seu desempenho sexual, como disfunção erétil, podem estar ligados à alimentação”, diz ele. Segundo o médico, para quem quer ter um bom desempenho sexual, é preciso evitar alguns alimentos e bebidas. Confira:
Embora muitas pessoas gostem de beber para se soltar, o álcool pode ser um inimigo na hora do sexo, especialmente para os homens.
“O consumo excessivo pode restringir o fluxo sanguíneo para o pênis, causando disfunção erétil”, esclarece Petel. O consumo excessivo e prolongado, no caso dos alcólatras, pode estar associado também a uma redução de tamanho do pênis e encolhimento dos testículos.

Se a cerveja acompanha batata frita, pior. Segundo o médico, as refeições gordurosas antes do sexo também atrapalham a performance no longo prazo.
Além de uma possível má digestão, que pode cortar o clima, a ingestão de alimentos oleosos pode levar ao estreitamento das artérias, devido ao acúmulo de gordura, na chamada aterosclerose.
“Isso pode resultar na redução do fluxo sanguíneo para o pênis e dificultar a obtenção ou manutenção de uma ereção, além de reduzir a sensibilidade feminina”, exemplifica o médico.
Embora se imagine que o chocolate é afrodisíaco, no longo prazo, o açúcar é um inimigo do sexo. De acordo com Patel, a substância também prejudica a circulação sanguínea essencial para irrigar as zonas erógenas. Em pessoas com diabetes, o consumo exagerado pode levar até a uma disfunção erétil crônica.
Não existem só efeitos negativos trazidos pela alimentação: o que comemos também pode melhorar a função sexual, de acordo com a médica Clare Bailey, especialista em dietas saudáveis, ouvida na mesma reportagem.
A especialista sugere que o mais recomendado é fazer uma dieta de estilo de mediterrâneo, que por ser mais leve e dar ao corpo todos os macronutrientes necessários, pode ajudar também na função sexual.
Para melhorar o sexo, Bailey recomenda incluir no cardápio:
Metrópoles