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Foto: Ascom/ Fluminense de Feira

A confirmação da parceria entre o Fluminense de Feira e a empresa Core3,  durante assembleia ocorrida na última quarta-feira (4), gera novas perspectivas para o tricolor feirense e especialmente para o presidente executivo do clube, José Francisco Pinto, Zé Chico, é a concretização de uma ideia gerada há mais de 14 anos.

A concretização da parceria acaba tendo aspectos semelhantes ao processo que envolveu a empresa EJE em 2009, que tinha à frente os empresários Elmano Portugal, Jodilton Souza e Everton Cerqueira e José Francisco na época presidente do Conselho Deliberativo seu principal articulador. Naquela oportunidade, a empresa propôs investimentos no Touro do Sertão e em contrapartida ficaria com 80% dos valores arrecadados e o clube com 20%. 

Na atual conjuntura a Core3 comprou 90% da SAF e o Fluminense ficou com 10%.  “A ideia de agora é basicamente a mesma daquela época: a empresa assumir a parte do futebol e a administrativa. Por um tempo deu certo, tivemos bons resultados e poderia ser melhor se perdurasse, mas depois de 1 ano e meio a parceria acabou. A diferença está nos débitos, quando reassumimos o clube tivemos que resolver muitos problemas e isso atrapalhou muito o planejamento. A consequência foi o insucesso e estamos na Segunda  Divisão há dois anos”, lembrou Zé Chico. 

Antes mesmo da Segunda Divisão este ano, os entendimentos com a Core3 foram iniciados, o que levou ao compromisso da empresa e do clube trabalharem para a construção da SAF. “Foi um processo demorado, cheio de nuances, mas o resultado foi interessante porque vamos dividir responsabilidades e assim podemos ampliar o nosso campo de trabalho, com cada um cuidando de uma parte e assim estabelecendo um equilíbrio que traz boas perspectivas daqui para frente, principalmente de um time mais organizado e por conseguinte competitivo”, ressaltou o dirigente.

Pelo que ficou estabelecido em contrato, a empresa é detentora de 90% da SAF e o clube de 10%. “No percentual que pertence ao clube, salvaguardamos o patrimônio físico e garantimos situações como a marca, o escudo, o hino, o mascote e na realidade a associação continua com a sua vida: apenas o futebol e a parte administrativa não estarão no controle do clube. Mas nosso trabalho prossegue, principalmente no sentido de buscar desenvolver outros trabalhos de cunho social e no incentivo a prática de outras modalidades. Vamos direcionar essas situações à medida que finalizarmos a concretização da SAF”, declarou Zé Chico.

O dirigente ainda confirmou que trabalha para que até o começo do próximo mês aconteça um grande evento na cidade. “A ideia é trazer personalidades como o presidente Ricardo Lima (presidente da Federação Bahiana de Futebol) para que conheçam nosso projeto e na oportunidade possam ser anunciadas as primeiras novidades do planejamento. Vamos agora nos concentrar em finalizar as ações em andamento e prospectar este encontro que deve ser o pontapé para uma nova era no Fluminense”, afirmou Zé Chico.


O deputado Antônio Brito (PSD) e o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), se estranharam durante uma visita do governador Jerônimo Rodrigues ao município, para entrega da Unacon no Hospital Prado Valadares.

No vídeo compartilhado, é possível ver Brito irritado colocando o dedo na cara do prefeito que não gostou nada da atitude do colega.

Segundo o Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, antes de subir no palanque Cocá, irritado porque o público estava o chamando de “traíra”, decidiu soltar uma piadinha para Brito pedindo para o parlamentar conter seu povo.

O deputado, que não é de engolir a seco, pediu para Zé respeitá-lo. De dedos na cara, Zé e Antônio foram contidos pelo governador e, detalhe: pelo deputado estadual Patrick Lopes (Avante), que desde a ruptura de 2022 não dirigia a palavra a Cocá e se viu na obrigação de apagar incêndio, fazendo ao ex-aliado o pedido do ”deixa disso”.

https://twitter.com/i/status/1710634405981462840
Bahia Notícias

Denúncias no órgão vem sendo apurada pela Policia Federal.

Poço sendo perfurado - Foto Rede Sociais
Poço sendo perfurado – Foto Rede Sociais

Nos últimos dias os principais órgãos de comunicação divulgaram matérias sobre a corrupção na Codevasf, poços perfurados em Estrela de Alagoas e Petrolina, e ligações com o centrão:

O Globo, 07 de outubro de 2023: “Codevasf investigada por desvios de verbas em poços perfurados em Alagoas e Pernambuco”

A Codevasf, empresa pública de irrigação do governo federal, está sendo investigada por desvios de verbas em poços perfurados em Alagoas e Pernambuco. Segundo a Polícia Federal, os desvios teriam sido feitos por meio de licitações fraudulentas e superfaturamento dos serviços.

Os poços perfurados em Estrela de Alagoas e Petrolina, em Pernambuco, seriam destinados a irrigação de áreas agrícolas, mas teriam sido usados para abastecer a população local. A PF suspeita que os desvios teriam sido feitos em parceria com políticos do centrão, que teriam recebido propina para facilitar a liberação dos recursos.

**Folha de S.Paulo, 08 de outubro de 2023: “Codevasf pagou R$ 1,5 milhão por poço perfurado em Estrela de Alagoas”

Um poço perfurado em Estrela de Alagoas pela Codevasf custou R$ 1,5 milhão, segundo informações da Polícia Federal. O valor é 10 vezes maior do que o preço médio cobrado pelo serviço.

O poço, que foi perfurado em 2022, deveria ser usado para irrigação de áreas agrícolas. No entanto, a PF suspeita que ele tenha sido usado para abastecer a população local.

**Estadão, 09 de outubro de 2023: “Codevasf investigada por ligações com o centrão”

A Polícia Federal investiga a Codevasf por ligações com o centrão. Segundo a PF, a empresa pública teria sido usada por políticos do centrão para desviar verbas públicas.

A investigação começou após a PF identificar que a Codevasf havia autorizado o pagamento de obras e serviços sem licitação. A PF também suspeita que a empresa pública tenha superfaturado os serviços.

Os políticos do centrão que estão sendo investigados são:

  • Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados;
  • Eduardo Bolsonaro, deputado federal;
  • Ciro Nogueira, ministro-chefe da Casa Civil;
  • Gilson Machado Neto, ministro do Turismo;
  • Marcelo Álvaro Antônio, ex-ministro do Turismo.

**Veja, 10 de outubro de 2023: “Codevasf: PF investiga desvios de R$ 1 bilhão”

A Polícia Federal estima que os desvios na Codevasf tenham chegado a R$ 1 bilhão. O valor é baseado em informações preliminares da investigação.

Os desvios teriam sido feitos por meio de licitações fraudulentas, superfaturamento de serviços e apropriação indébita. A PF também suspeita que a empresa pública tenha sido usada para lavar dinheiro.

A investigação da PF está em andamento e ainda não há indiciados.

Informações Portal 190


Segundo técnicos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva bater o martelo. Depois, o projeto será enviado ao Congresso

Entregadores, pela proposta do governo, vão recolher 7,5% sobre a metade da hora rodada, que foi fixada em R$ 17. Já as plataformas vão contribuir com 20% sobre essa mesma base de cálculo
Entregadores, pela proposta do governo, vão recolher 7,5% sobre a metade da hora rodada, que foi fixada em R$ 17. Já as plataformas vão contribuir com 20% sobre essa mesma base de cálculo — Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo

O projeto prevê um piso por hora rodada para esses trabalhadores, que seria de R$ 30 para motoristas e de R$ 17 para entregadores. O cálculo foi feito para equivaler a um salário mínimo proporcional às horas trabalhadas. 

Trata-se de um valor por hora rodada, e não pelo período logado no aplicativo. Nas discussões, os trabalhadores (especialmente os entregadores) queriam uma regulamentação pela hora em que o motorista estivesse logado na plataforma e não por hora rodada, mas o governo argumentou que não haverá essa cobrança. 

Para definir a cifra, foram consideradas 176 horas mensais, incluindo o descanso remunerado e os custos operacionais dos prestadores, com o meio de transporte, veículo e motocicleta, e combustível. 

O desenho da regulamentação prevê recolhimento de 7,5% dos trabalhadores para a Previdência. As empresas pagarão 20%. Há, porém, diferentes bases para esses valores serem calculados. No caso dos motoristas de aplicativo, os percentuais vão incidir sobre 25% do valor repassado a eles pelas empresas, o que representaria o rendimento efetivo do trabalhador. 

Tomando o valor da hora trabalhada de R$ 30, a contribuição vai incidir sobre R$ 7,50. 

Já no caso dos entregadores, o governo quer estipular como base de cálculo 50% do ganho. Neste caso, a alíquota incidiria sobre R$ 8,50, considerando o valor da hora de R$ 17. 

Representantes dos trabalhadores e das plataformas querem que seja adotada a mesma base de cálculo para todos. As empresas alegam que motoristas também fazem entregas. Outro argumento é que, como os entregadores ganham menos em relação aos motoristas, proporcionalmente, eles pagarão mais para a Previdência. 

O governo afirma que isso pode gerar um descasamento entre receitas e despesas com benefícios da Previdência. Com o recolhimento, os trabalhadores passam a ter acesso a todos os direitos relativos ao INSS, como aposentadoria. 

Segundo técnicos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva bater o martelo. Depois, o projeto será enviado ao Congresso. 

Os termos da regulamentação foram alinhavados pelo MTE e deverão ser apresentados ao presidente Lula em duas semanas, segundo fontes. O grupo de trabalho criado em maio, com representantes do governo, dos trabalhadores e das plataformas, concluiu as discussões em 30 de setembro. 

Como ainda não foi fechado um acordo com os entregadores, só com os motoristas, as negociações continuam. Isso envolve as duas principais empresas dos setores. A Uber teria concordado com a proposta, mas o iFood, não, explicou um interlocutor. Contudo, a empresa de entrega está interessa em fechar um acordo. 

Alíquota maior que a do MEI

As plataformas resistiram ao máximo à contribuição patronal, mas o governo decidiu arbitrar para assegurar proteção previdenciária aos trabalhadores, como acontece com os assalariados. O argumento das empresas é que não há vínculo e não haveria necessidade de cobrar contribuição patronal. 

A alíquota de 7,5% para o trabalhador ficou acima do percentual cobrado do microempreendedor individual (MEI), que é 5%, para evitar o descasamento das contas da Previdência no futuro. O valor é o mesmo do piso de contribuição do assalariado. A estimativa é que existam 1,5 milhão motoristas de aplicativos e 300 mil entregadores ativos. 

Outros pontos polêmicos estão em aberto. As empresas insistem que os operadores de logística, como motoboys de uma empresa de transporte, por exemplo, fiquem de fora das novas regras, com o argumento de que são assalariados. Mas boa parte está na informalidade, afirmam membros do governo. 

Procurado, o MTE não quis comentar, alegando que o projeto ainda está sendo fechado. A iFood não quis se posicionar, e a Uber não retornou. 

A negociação no grupo de trabalho criado pelo governo para propor uma regulamentação foi tensa, segundo as empresas. Elas se queixam que o objetivo do grupo era propor regulamentação para uma categoria “diferente”, ligada a novas tecnologias, mas se tornou uma negociação salarial. 

Os trabalhadores chegaram a propor R$ 35 por hora para os entregadores, o que foi rechaçado pelas empresas. O valor de R$ 17 acabou avançando quando se fixou a hora rodada em vez da logada. 

Os motoristas pediram R$ 32 de vale-refeição, mas aceitaram R$ 30 a hora sem vale. 

O que prevê a proposta ministerial

  • Hora rodada: Foi estabelecido que o motorista vai receber, no mínimo, R$ 30 sobre a hora rodada. Já o entregador vai receber R$ 17. A categoria queria fixar valor mínimo para a hora em que estivesse ligado ao sistema, mas a reivindicação não foi incluída pelo governo.
  • Contribuição ao INSS dos motoristas: Eles terão de recolher 7,5% sobre 25% da hora rodada, ou seja, sobre R$ 7,50. 
  • Para os entregadores: Vão pagar 50% sobre a hora rodada, o que representa R$ 8,50.
  • Contribuição ao INSS das empresas: As plataformas vão recolher 20% sobre a mesma base de cálculo dos motoristas e entregadores: 25% da hora rodada no caso dos motoristas, e 50% no dos entregadores.
  • Direitos: Com a contribuição, os trabalhadores passarão a ter direto a aposentadoria, auxílio-doença e invalidez.

No exterior, há alguns direitos, mas vínculo não é garantido

Não é só o Brasil que tenta regulamentar o trabalho por aplicativos e plataformas on-line. No exterior, alguns países estabeleceram direitos, mas sem considerar esses trabalhadores como empregados; outros determinam que seja registrado o vínculo empregatício, enquanto em outros não há qualquer proteção social. 

Em Portugal, salvo nos casos em que a plataforma consiga comprovar que o trabalhador era autônomo, são considerados empregados. A Espanha criou um modelo de trabalho que fica entre a mesma regulação do empregado formal e a do autônomo. 

O documento traz regras mais gerais: não estabelece duração da jornada de trabalho, mas determina que todo trabalhador deve ter um intervalo de 12 horas entre cada jornada. 

Na Alemanha, os casos são decididos nos tribunais e, em grande parte, a análise gira em torno do grau de autonomia que o trabalhador mantém em sua relação com a plataforma. Em 2020, a Justiça da França reconheceu um motorista da Uber como empregado, em uma ação individual, com o argumento de que ele não definia suas tarifas e trabalhava sem autonomia na prestação do serviço. 

Mas, apesar da decisão, a questão está longe de ser resolvida, e cada caso é tratado individualmente nos tribunais: enquanto alguns trabalhadores são reconhecidos como empregados, outros ainda são considerados como autônomos. 

Em seu site, a Uber informa que a plataforma conta com seis milhões de motoristas cadastrados no mundo, dos quais um milhão está no Brasil, uma parcela representativa. 

Pesquisa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), com dados da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), estima que há 1,2 milhão de motoristas de aplicativos no Brasil, enquanto são apenas 385 mil entregadores. 

O levantamento considerou o intervalo entre agosto e novembro de 2022. Os dados foram compartilhados por empresas como iFood, Uber e 99, representadas pela associação, e mostram também que a jornada semanal desses trabalhadores é de cerca de 4,2 dias. 

Entre sindicatos que representam a categoria, os números são diferentes. O Sindmobi, que reúne trabalhadores vinculados a aplicativos no Rio de Janeiro, estima que o número de entregadores e motoristas chegue a 1,8 milhão no Brasil. 

A Federação dos Motoristas de Aplicativo contabiliza 1,5 milhão de motoristas vinculados às plataformas, sem considerar o número de entregadores. 

Já em um estudo com dados de 2021, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que existem 945 mil pessoas exercendo a função de motorista de aplicativo e taxista no Brasil. Não há informações separadas entre os dois subgrupos.

O Globo


Produtora confirma cancelamento do show da noite deste sábado

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Bruno Mars fez seu primeiro show em Israel na quarta-feira 4, para mais de 60 mil pessoas | Foto: Reprodução/Instagram/live.nation.israel

Bruno Mars, cantor norte-americano que veio recentemente ao Brasil, está em Tel Aviv, uma das cidade de Israel que sofrem com ataques terroristas.

Os fãs do cantor estão preocupados com ele. Prédios da cidade foram atingidos por foguetes na manhã deste sábado, 10. Mars se apresentou em Israel pela primeira vez na quarta-feira 4, para mais de 60 mil pessoas. Ele teria uma nova apresentação na noite de hoje.

A imprensa local confirmou que a produtora Live Nation, responsável pela turnê de Bruno Mars em Israel, cancelou o show por causa dos ataques.

A mensagem de Bruno Mars sobre o cancelamento do show em Israel

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Terroristas do Hamas foram filmados invadindo Israel ao amanhecer | Foto: Reprodução/YouTube/The Guardian

Por meio das redes sociais, Live Nation também compartilhou um comunicado sobre o cancelamento do show de Bruno Mars em Israel.

“Queridos clientes, a apresentação de Bruno Mars, que estava prevista para esta noite, está cancelada”, disse a produtora. “Todos os compradores de ingressos para o show receberão reembolso automático no cartão de crédito com o qual a compra foi realizada. Fortalecemos os residentes de Israel, os combatentes das FDI e as forças de segurança nestes momentos difíceis.”

cantor e seus empresários estão sendo informados sobre os acontecimentos e aguardando instruções, de acordo com o jornal The Times Of Israel.

Israel foi bombardeado e atacado por homens armados na manhã de hoje. O ataque surpresa já é considerado um dos mais terríveis sofridos no país nos últimos anos.

Os terroristas islâmicos do Hamas reinvindicaram a autoria dos ataques, e afirmaram que se trata de uma grande “operação”. O Hamas também disse ter preparado 5 mil foguetes. 

Ao menos 22 pessoas foram mortas e outras 500 estão feridas, segundo o Ministério da Saúde do país. Israel já decretou estado de alerta de guerra. Os israelenses também já responderam, de imediato, com a operação Espadas de Ferro. Dezenas de aviões de combate de Israel estão bombardeando vários pontos da Faixa de Gaza.

Informações Revista Oeste


Neymar e Bruna Biancardi postam as primeiras fotos da filha Mavie; VEJA IMAGENS

Foto: Reprodução/@brunabiancardi.

O jogador Neymar Jr. e a digital influencer Bruna Biancardi postaram as primeiras fotos com a filha Mavie, nesta sexta-feira (6/10). O casal compartilhou as imagens em uma rede social. 

“Nossa Mavie chegou pra completar as nossas vidas. Seja bem-vinda, filha! Você já é muito amada por nós.. obrigada por ter nos escolhido”, escreveu Bruna no Instagram. 

A pequena nasceu em uma maternidade da zona sul de São Paulo. O jogador conseguiu autorização do Al-Hilal, da Arábia Saudita, para viajar ao Brasil e conhecer a filha. 

A gravidez de Bruna foi anunciada em abril deste ano. À época, o jogador ainda era titular do Paris Saint-Germain, na França. 

“Sonhamos com a sua vida, planejamos a sua chegada e saber que você está aqui para completar o nosso amor deixa os nossos dias muito mais felizes. Você vai chegar em uma família linda, com irmão, avós, titios e titias que já te amam muito! Vem logo filho(a), estamos ansiosos por você”, anunciou o casal à época da gravidez. 

A gestação de Bruna foi cercada de polêmicas, principalmente em relação à conduta do jogador. 

Neymar também é pai de Davi Lucca, de 11 anos, fruto de um relacionamento do atleta com a também influencer Carol Dantas. 

Foto colorida de Bruna, Mavie e Neymar - Metrópoles
Foto colorida de Bruna, Mavie e Neymar - Metrópoles
Foto colorida de Bruna, Mavie e Neymar - Metrópoles
Foto colorida de Bruna, Mavie e Neymar - Metrópoles
Foto colorida de Bruna, Mavie e Neymar - Metrópoles

Créditos: Metrópoles.


Primeiro-ministro de Israel acaba de declarar guerra; Entenda

Foto: Reprodução/UOL

Muhammad Al-Deif, comandante militar do grupo Hamas, convocou um levante geral contra Israel em uma mensagem gravada nesta sábado (7). 

“Se você tem uma arma, use-a. Esta é a hora de usá-la – saia com caminhões, carros, machados. Hoje começa a melhor e mais honrosa história.” 

O chefe do grupo disse que o ataque a Israel foi uma resposta aos ataques às mulheres, à profanação da mesquita de al-Aqsa e ao cerco a Gaza. 

Muhammad apelou aos povos árabes e islâmicos para que viessem à “libertação de al-Aqsa”, a mesquita em Jerusalém. 

“‘Tempestade Al-Aqsa” 

O Hamas afirma ter disparado 5.000 mísseis contra Israel, segundo mensagem de Muhammad Al-Deif, gravada nesta sábado, anunciando a operação “Tempestade Al-Aqsa”. Ele afirmou que o grupo militante palestino “alvejou as posições inimigas, aeroportos e posições militares com 5.000 foguetes”. 

Forças de Defesa de Israel mobilizam soldados e declaram “alerta de estado de guerra”. A Defesa também disse que o Hamas “enfrentará as consequências”. 

Vítimas do ataque 

Pelo menos 100 pessoas ficaram feridas em Israel nos ataques, segundo dados de dois hospitais. 

Pelo menos 80 pessoas com vários graus de ferimentos foram transferidas para o Soroka Medical Center, um importante centro médico na cidade de Be’er Sheva, no sul de Israel, informou o hospital em comunicado. 

O Centro Médico Kaplan em Rehovot, uma cidade no centro de Israel, disse que está tratando pelo menos 21 pessoas feridas no sábado, incluindo duas em estado grave, quatro em estado moderado e 15 com ferimentos leves. 

Alguns dos feridos sofreram ferimentos de bala. Outros foram feridos por estilhaços, disse o Centro Médico Kaplan. 

Créditos: CNN. 


Janja amplia protagonismo e incomoda oposição e aliados

Foto: Reprodução/Gazeta do Povo.

Na campanha presidencial, já havia sinais de que Rosângela da Silva, a Janja, pouco ou quase nada tinha a ver com o estereótipo tradicionalmente reservado às primeiras-damas. Sem se importar com os olhares desconfiados de alguns petistas, especialmente os mais antigos, participava de reuniões, discutia estratégias, dava palpites na comunicação, revisava discursos e cuidava da agenda do candidato. Nos comícios, debates e aparições públicas, funcionava como uma redoma que evitava a aproximação de figuras indesejadas, especialmente as que poderiam criar algum tipo de constrangimento ao marido. Depois da vitória, continuou participando das discussões políticas, mas passou também a distribuir tarefas, enfileirar ordens, escolher e vetar nomes para a futura equipe de governo. Nesse período, não foram poucas as descomposturas que ela dirigiu a figurões do PT – algumas extremamente duras. Numa das raras entrevistas que concedeu, disse que queria “ressignificar” o papel da primeira-dama – e está conseguindo. 

O protagonismo e a desenvoltura de Janja nos nove primeiros meses de governo já permitem, sem qualquer exagero, colocá-la numa posição de destaque entre as primeiras-damas da história brasileira. Ela não é a mais jovem (Rosane Collor tinha 25 anos), não é a que exibe o currículo acadêmico mais pomposo (Ruth Cardoso era doutora em antropologia), não investe na política da discrição (Marcela Temer não era de dar entrevistas e quase não aparecia em público) e jura que não tem ambições políticas (Michelle Bolsonaro é pré-candidata às eleições de 2026). Mas, por outro lado, Janja tem opinião, é impetuosa, defende com firmeza algumas boas causas e não se intimida com as críticas. Em tempos de empoderamento feminino, isso faz toda a diferença. “Sempre sonhei estar aqui”, discursou a primeira-dama no palco da Marcha das Margaridas, evento realizado em agosto em Brasília. 

Nos últimos dias, ela, que é filiada ao PT há trinta anos, esteve novamente sob holofotes, ao liderar uma comitiva de ministros que foi ao Rio Grande do Sul para inspecionar áreas atingidas por enchentes. A tragédia deixou cinquenta mortos e milhares de desabrigados. Em situações assim, é praxe o governante prestar solidariedade às vítimas, prometer ajuda, liberar recursos. Lula nem sequer visitou a região, o que gerou uma onda de críticas ao governo. Janja foi escalada para a missão. No estado, ela seguiu o roteiro tradicional: percorreu os municípios atingidos, distribuiu alimentos e posou para fotos ao lado dos flagelados. “Desde que aconteceu esse evento, tenho trabalhado para que parte desses recursos viesse para cá para ajudar essas famílias. Então eu vim aqui hoje muito por causa disso, para poder abraçar vocês e entregar (as cestas básicas)”, disse ela a uma mulher grávida. Em outro diálogo — todos divulgados em uma rede social da primeira-dama que conta com mais de 1 milhão de seguidores — ela promete a um grupo de moradores: “Vamos recuperar tudo”. 

A expedição se transformou em um embate judicial depois que a oposição ingressou com uma ação no Ministério Público Federal alegando que houve usurpação de função pública durante a viagem e que causa “preocupação” o fato de Janja assumir a agenda presidencial. “Eu não posso permitir, que, do ponto de vista constitucional ou legal, alguém que não tem competência exerça o poder. Imagine que ela faça, fale ou prometa algo errado ou proibido. Ela não pode ser responsabilizada. O Congresso tem a prerrogativa de fiscalizar, mas a ação dela é nula diante de mim, que sou deputado e não posso fazer essa fiscalização”, afirma o deputado Evair de Melo (PP-ES), autor do pedido de investigação. A medida tende a dar em nada, mas demonstra que o ativismo da primeira-dama, no mínimo, incomoda a oposição. 

A bem da verdade, esse estranhamento é ainda mais amplo. “Janja está quebrando o estereótipo de mulher restrita ao âmbito privado”, diz a doutora em história Dayanny Leite Rodrigues. “Ela incomoda a direita, a esquerda, a situação e a oposição porque está enraizado no imaginário popular e na cultura política brasileira que este não é papel de uma primeira-dama.” O incômodo, aliás, não é de agora e, como ressalta a pesquisadora, não se restringe à oposição. Nestes primeiros nove meses de governo, Janja tem participado de praticamente todas as viagens internacionais do marido — ao todo, já visitou dezessete países ao lado do presidente. No exterior, seu comportamento, muitas vezes espontâneo e distante da liturgia e dos protocolos oficiais, chama atenção. 

Exemplo disso ocorreu em fevereiro, quando uma foto dela posicionada de maneira insólita entre Lula e o presidente Joe Biden, durante uma viagem aos Estados Unidos, viralizou e ganhou memes nas redes sociais. No mês passado, ao desembarcar na Índia, ela publicou um vídeo, sorridente, no qual dizia: “Me segura, que eu já vou sair dançando”. O gracejo, feito no momento em que as famílias gaúchas sofriam com a enchentes, pegou mal. Dias depois, nova controvérsia, dessa vez nos Estados Unidos, onde ela foi a única primeira-dama a participar das reuniões do G20, ocorridas a portas fechadas e da qual participam tradicionalmente apenas chefes de Estado. “Janja, pela personalidade, momento histórico e disposição da oposição para confrontá-la, com seu comportamento, joga luz sobre o papel das mulheres que estão na arena pública”, destaca a advogada mestre em direito do Estado Maís Moreno. 

O debate sobre a atuação das primeiras-damas não acontece apenas no Brasil. A pesquisadora analisou o papel das mulheres de chefes de Estado em quinze países e concluiu que, em geral, não existem regras claras, o que dá margem a muita confusão. No Chile, o esquerdista Gabriel Boric, ao tomar posse, centralizou as políticas públicas em uma pasta criada e batizada com o nome da esposa. A oposição, evidentemente, protestou. A repercussão obrigou o presidente a renomear o gabinete e, na sequência, a própria primeira-dama decidiu renunciar ao cargo. Anos atrás, o presidente da França, Emmanuel Macron, criou o “Estatuto da Esposa do Chefe de Estado”, mas também foi obrigado a recuar depois de reações negativas. Nos Estados Unidos, as funções da primeira-dama estão regulamentadas desde 1978. “É um desafio global e dos tempos modernos traçar essas balizas. O Brasil poderia assumir esse protagonismo”, diz Moreno. Sem qualquer delimitação, Janja tem gabinete no 3º andar Palácio do Planalto, vizinho ao do presidente, uma equipe de assessores, seguranças à sua disposição e uma agenda cheia. 

Não por acaso, recentemente, candidatos à futura vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) buscaram se aproximar da primeira-dama na expectativa de que ela, defensora da indicação de uma juíza negra ao STF, interferisse a favor. “Ela pode não ter a palavra final, mas tem o poder de viabilizar um nome”, diz um dos postulantes ao cargo. A primeira-dama tem muita influência, é verdade, mas não vence todas as batalhas. A defesa de uma maior participação feminina no governo, ao menos por enquanto, não tem produzido os resultados que ela gostaria. Ainda na campanha, Janja disse que, caso Lula vencesse a eleição, se dedicaria a trabalhar pela igualdade de direitos entre homens e mulheres e se inspirava em Evita Perón, a icônica ex-primeira-dama argentina, alvo até hoje de devoção. No governo, Janja perdeu a briga para manter Ana Moser à frente do Ministério do Esporte, substituída por André Fufuca, representante do Centrão. As presidências da Caixa Econômica e do Banco do Brasil, ambas ocupadas por mulheres, também estão na mira dos partidos que integram a base aliada do governo, o que tem gerado certas especulações sobre a verdadeira dimensão do poder da primeira-dama. 

Entre interlocutores da velha guarda do PT há quem veja estratégia e método na decisão de Lula em alimentar o empoderamento da primeira-dama e, ao mesmo tempo, emitir sinais na direção contrária. A tática estaria ligada às eleições de 2026. Ao deixar prosperar boatos de que Janja está sendo testada como alternativa à sua sucessão, o presidente impediria que ministros com ambições eleitorais maiores tentem lhe fazer sombra nos próximos três anos. “Lula sabe que há potenciais candidatos no governo, sabe também que fragiliza essas pessoas ao dar espaço a Janja”, diz um petista com acesso ao Planalto. Os aliados dão como certo que Lula pretende disputar a reeleição, apesar da idade avançada. 

Na semana passada, o presidente se submeteu a uma cirurgia para a colocação de uma prótese no fêmur. Por orientação médica, está em repouso absoluto no Alvorada e não recebe ninguém. Por isso, ministros, parlamentares e correligionários que precisam falar com o petista passam antes pelo crivo da pri­meira-­dama. Com raríssimas exceções, todos tiveram que antecipar o assun­to que seria tratado antes de ter a ligação transferida. Em outros tempos, esse protocolo seria recebido com absoluta naturalidade. Afinal, o presidente tem 77 anos. O problema é que nem todo mundo entendeu assim, principalmente aqueles que não conseguiram falar com Lula. Culpam Janja, é claro — mas ninguém tem coragem de dizer isso a ela. Melhor não provocar. 

Créditos: VEJA.


EXTRA URGENTE: Ofir Libstein, o prefeito da região de Sha’ar Hanegev, em Israel, foi morto pelo Hamas

O chefe do Conselho Regional Sha’ar Hanegev, Ofir Liebstein, foi morto durante combates com terroristas do Hamas esta manhã, dizem as autoridades locais. 

“Ofir foi morto quando ia defender uma cidade durante o ataque terrorista”, afirma o conselho. 

O vice-chefe do conselho, Yossi Keren, está atualmente ocupando o seu lugar. 

Com informações de Times Of Israel. 


Foto: Felipe Oliveira/E.C. Bahia

Para tentar sair da zona da degola, o Bahia terá um adversário direto na briga contra o rebaixamento. Neste sábado (7), o Tricolor vai até Goiânia, no Estádio da Serrinha, para enfrentar o Goiás. A bola rola às 16h, pela 26ª rodada do Brasileirão.

O técnico Rogério Ceni terá um reforço importante para o confronto. O meia Cauly retorna à lista de relacionados após se recuperar de lesão no joelho. No entanto, o zagueiro Kanu, por ter sido expulso na última partida, é desfalque para o jogo. 

O Esquadrão segue no Z-4, em 18º, com 25 pontos. Já o Esmeraldino soma 27, na 16ª posição.