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O deputado estadual Pablo Roberto (PDSB) que lançou na noite desta segunda-feira (9), sua pré-candidatura para prefeito de Feira de Santana, disse em entrevista ao Acorda Cidade, que diferente do que muitas pessoas comentam, a sua pré-candidatura é para valer e tem como objetivo mudar o cenário de polarização política na cidade que já dura cerca de 25 anos.

O evento aconteceu no Centro de Convenções da Faculdade Anísio Teixeira e o espaço ficou lotado de pessoas, entre aliados políticos e sociedade civil.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Pablo ressaltou que quer mostrar um projeto novo para Feira de Santana e que colabore para o seu desenvolvimento.

Questionado de como fica sua relação com a vereadora Eremita Mota, presidente da Câmara de Vereadores (PSDB) e mãe do empresário Yuri Guimarães do Partido Progressistas (PP), eleito presidente regional do PP no último sábado (7) e também anunciado como pré-candidato a prefeito, Pablo relatou que a relação com mãe e filho é a melhor possível e de longas datas.

“Pessoas que eu tenho respeito e que possamos construir juntos esse processo de mudança. Não é um projeto individual, é um projeto para Feira de Santana dos próximos 20 anos. É um momento de apresentarmos uma proposta consciente, ouvindo as pessoas e a pergunta é qual a cidade que nós queremos para os próximos 20 anos?”, declarou.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade.


O presidente do PL Bahia, João Roma, traçou as metas do partido para as eleições municipais e revelou que já são cem diretórios montados em cidades baianas. “Nosso primeiro desafio é montar essa estrutura do PL, gerando maior capilaridade. Tanto nas eleições municipais quanto nas gerais, esperamos fazer a diferença aqui no estado”, disse Roma, ao participar de entrevista para o Projeto Prisma, do Bahia Notícias.

Roma destacou que o partido tem nomes fortes para a disputa eleitoral que se aproxima. “Jânio Natal, em Porto Seguro, vai concorrer à reeleição. Acredito que seja uma das candidaturas fortes que nós teremos”, explicou Roma. O dirigente do PL disse que a tendência é que a sigla tenha candidatos em todos os grandes municípios baianos. Ele citou as pré-candidaturas do Coronel França em Teixeira de Freitas, de Chico França, em Itabuna,e de Antônio Tadeu, em Luís Eduardo Magalhães.

O ex-ministro da Cidadania voltou a destacar a necessidade de se observar que o PT, que já controla o governo estadual e também o federal, está mirando as principais cidades baianas. Roma ponderou que, neste cenário, é necessária a união das oposições no estado para evitar uma hegemonia petista que acabaria sufocando a direita na Bahia. “É importante reunir forças”, enfatizou.

Em Salvador, por exemplo, ele destacou que somente uma improvável união do prefeito Bruno Reis com o PT o afastaria de diálogos com o gestor da capital. “Tivemos uma primeira conversa onde ficou sinalizada a possibilidade de somar esforços. Nós, do PL, precisamos ser fiéis àquela parcela do eleitorado que nos trouxe até aqui”, pontuou o presidente estadual da sigla. Ao comentar a situação em Feira de Santana, Roma disse que, se não for viabilizada uma candidatura competitiva do PL, é possível composição com outras forças.

Ainda falando de Salvador, Roma disse que a chapa proporcional será mesclada por quadros novos e também por nomes já conhecidos na capital baiana, como a ex-vereadora Lorena Brandão, o ex-vereador Cezar Leite, o ex-deputado Soldado Prisco, o ex-prefeito João Henrique, o capitão André Porciúncula e o vereador Alexandre Aleluia. “O PL quer montar uma chapa forte para que possamos avançar no enfrentamento aqui na capital. É melhor ser suplente de uma bancada de 4 ou 5 eleitos do que ser suplente de apenas um vereador. Bolsonaro vai pedir voto no 22. Ele pedindo votos para vereadores, por si só, é um grande diferencial”, avaliou Roma.

O ex-ministro da Cidadania ressaltou que os membros do partido precisam deixar claro que o PL é oposição tanto na Bahia quanto no Brasil, embora ressalte a importância de respeitar os mandatos parlamentares. “O PL é um partido que defende menos impostos e levanta a bandeira da liberdade econômica”, sentenciou.


Com o bloqueio do pórtico, por causa de uma manifestação realizada por estudantes da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), os 250 alunos do Centro de Educação Básica (Ceb-Uefs) estão sem aula há uma semana. O acesso ao prédio, onde estão as turmas do grupo 4 ao 5º ano, está impedido. 

Em reunião entre a direção da escola e o comando de mobilização, no último sábado, 7, ficou definido que, a partir desta segunda-feira, 9, professores e estudantes teriam a passagem autorizada. Entretanto, isso não aconteceu, e o acesso permanece bloqueado. 

A Secretaria Municipal de Educação encaminhou à Universidade um documento  assinado pelas famílias dos estudantes reivindicando o acesso. “A escola sinalizou a situação para a Secretaria e nós, rapidamente, fizemos contato com a reitoria da Uefs, que tem nos atualizado sobre a situação. Estamos aguardando novas informações sobre a evolução das deliberações”, explica a secretária de Educação, Anaci Paim. 

No prédio do Centro Social Universitário (CSU), no bairro Cidade Nova, as turmas do sexto ao nono ano estão tendo aula normalmente.


O prefeito Colbert Martins Filho vai decretar ponto facultativo nas repartições públicas municipais nesta sexta (13). A medida antecipa o Dia do Servidor Público (28 de outubro) e considera o Dia de Senhora Aparecida (12 de outubro) – quando também é celebrado o Dia das Crianças.

Vale destacar que o ponto facultativo será somente nas repartições públicas municipais não sujeitas a regime de plantão e que não prestem serviços essenciais à população.

Desta forma, Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Saúde da Família estarão fechadas neste dia. Já as Policlínicas, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), SAMU, Guarda Municipal, entre outros, estarão com funcionamento normal.

As atividades retomam na segunda-feira (16).


Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Luís Alberto Costa de Souza, 57 anos, morreu na tarde desta segunda-feira (9), após ser atropelado por uma motocicleta na Avenida João Durval Carneiro, em Feira de Santana.

De acordo com o comerciante Elizeu Ribeiro, a vítima estava atravessando a pista em uma bicicleta, quando foi atingida pela moto.“O cara em uma moto em alta velocidade passou e pegou nele [vendedor], tanto que ele estava com as comprinhas no fundo da bicicleta, vendia quebra-queixo aqui na região. A moto estava seguindo no sentido Getúlio Vargas, mas como ele não tinha visto a moto, foi passando, bem na hora”, contou.

Segundo o comerciante, o motociclista foi atendido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA).

De acordo com informações colhidas pela reportagem do Acorda Cidade, o motociclista foi identificado como Anderson de Jesus Carneiro, 43 anos, que sofreu leves escoriações pelo corpo.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Luís Alberto Costa de Souza, iria completar idade nova no próximo domingo (15). Natural da cidade de Elísio Medrado, a vítima residia no bairro Conceição.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade


Ex-prefeito de Feira, José Ronaldo concedeu entrevista ao blog Política Livre, de Salvador, sobre o momento político feirense, principalmente em relação à sucessão do prefeito Colbert Filho, em 2024. Além de pregar a união do grupo para alcançar a vitória pela sétima vez consecutiva no município – quatro anteriores como candidato e duas como “padrinho” – Ronaldo afirmou que, caso eleito pela quinta vez, não terá dificuldade em dialogar com o governador petista Jerônimo.

José Ronaldo pontuou que, quando prefeito de Feira, nunca deixou de manter uma relação respeitosa com a oposição, em benefício do município. “Fui prefeito várias vezes. Fui deputado também, e sempre convivi bem com todos os segmentos da sociedade. Quando fui deputado estadual, fui líder de governo e sempre tratei muito bem a oposição, honrando todos os meus compromissos. Fui prefeito em governos de Paulo Souto, César Borges e do atual senador Jaques Wagner e sempre tivemos relações respeitosas. Wagner nunca veio a Feira para eu não o receber. Em Brasília, como prefeito, também sempre tive boas relações com os governos Lula (PT) e Dilma Rousseff (PT). Quando conseguia ações do governo federal, sempre fiz questão de reconhecer isso”, disse ao Política Livre.

Em caso de ser candidato e vencer as eleições de 2024, José Ronaldo entende que não haverá qualquer dificuldade em relação ao convívio com o governador Jerônimo. “Se eu vier a ser candidato a prefeito e vencer a eleição, não tenho a menor dúvida de que vou buscar Jerônimo para que possamos fazer o melhor por Feira”, acentua Ronaldo.

O Protagonista


Com César Oliveira

Tema: A guerra em Israel

Ouça o Podcast completo:


Cientistas descobrem um novo sabor do paladar humano, e total vai para 6; veja a lista

A última vez que um sabor do paladar humano foi descoberto ocorreu ainda nos anos 1900, quando um cientista japonês propôs que o umami fosse acrescentado numa lista que contava apenas com doce, salgado, azedo e amargo. Cerca de oito décadas depois, pesquisadores comprovaram a existência de receptores na língua específicos ao umami e o incluíram oficialmente, tornando cinco os sabores básicos do paladar humano. 

Agora, em um novo estudo publicado na revista científica Nature Communications, cientistas da universidade americana USC Dornslife, descobriram a existência de um sexto paladar e pedem que a lista seja atualizada. A neurocientista Emily Liman e sua equipe descobriram que a língua responde ao cloreto de amônio através do mesmo receptor de proteína que sinaliza o sabor amargo. Esse gosto específico é associado a doces comuns em alguns países da Europa. 

“Se você mora em um país escandinavo, conhecerá e poderá gostar desse sabor”, diz Liman, que é professora de Ciências Biológicas da universidade, em comunicado. Isso porque, em alguns lugares no Norte da Europa, o alcaçuz salgado é um doce popular pelo menos desde o início do século XX. Entre seus ingredientes, está o sal salmiak, ou cloreto de amônio. 

Durante décadas, pesquisadores já haviam reconhecido que a língua é altamente sensível ao cloreto de amônio, mas havia incertezas sobre quais receptores estavam por trás desse fenômeno. Liman e sua equipe de pesquisa, em colaboração com cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade do Colorado, também nos EUA, propuseram uma solução para esse enigma. 

Recentemente, identificaram uma proteína chamada OTOP1, que é responsável pela detecção do sabor amargo. Surgiu a hipótese de que essa mesma proteína poderia estar envolvida na resposta ao cloreto de amônio, devido ao seu impacto nos níveis de acidez nas células. 

Para testar essa teoria, eles introduziram o OTOP1 em células humanas cultivadas em laboratório e posteriormente as expuseram tanto a ácido quanto a cloreto de amônio. Os resultados demonstraram que o cloreto de amônio ativava o receptor OTOP1 com a mesma eficácia que o ácido. 

Estudos realizados com camundongos confirmaram que aqueles com o gene que expressava a proteína OTOP1 evitavam o cloreto de amônio, logo o reconheciam. Enquanto isso, os que não possuíam esse gene não demonstravam preocupação com o sabor. 

Liman sugere que a capacidade de perceber o sabor do cloreto de amônio pode ser uma evolução para auxiliar os organismos na prevenção de substâncias prejudiciais. “O amônio é um tanto tóxico”, explicou ela, “então faz sentido que desenvolvamos mecanismos de sabor para detectá-lo”. 

O time de pesquisadores também descobriu que essa sensibilidade à substância varia entre as espécies, o que pode ocorrer devido aos diferentes ambientes de cada uma. Agora, eles planejam avançar nos estudos com o receptor OTOP1 para compreender melhor seu significado evolutivo. 

O Globo


Flávio Dino foi o que mais viajou com os aviões da Força Aérea Brasileira

aviao fab
De janeiro a setembro, ministros do governo Lula viajaram 1.574 vezes às custas da FAB | Foto: Divulgação/ site oficial FAB

De janeiro a setembro, os ministros do governo Lula utilizaram 1.574 vezes os serviços da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar pelo país. O número é 49% maior que no mesmo período do governo Jair Bolsonaro. Foram 1.053 voos nos nove primeiros meses de 2019.

O levantamento foi divulgado pela CNN com base nos dados divulgados pela FAB.

O índice não considera os voos do presidente e vice-presidente da República.

As decolagens foram realizadas para os mais diversos destinos. Desde o interior de Estados do Nordeste, passando por regiões isoladas do Amazonas, até grandes centros com São Paulo, que foi o destino mais solicitado pelos ministros.

Dino é o recordista de viagens

O ministro que mais fez viagens às custas da FAB foi Flávio Dino, da Justiça e Segurança Pública. Ele utilizou o serviço 79 vezes em nove meses, uma média superior a oito voos mensais.

O que chama mais a atenção é boa parte das viagens encerraram em uma sexta-feira no Maranhão, reduto eleitoral do ministro.

Em todos os casos, Dino justificou o uso das aeronaves com motivo de segurança.

Flavio Dino
Flávio Dino foi o ministro que mais utilizou voos da FAB, com 79 voos nos nove primeiros meses do ano | Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Já o caso mais recente que despertou a atenção foi da ministra Anielle Franco, da Igualdade Racial. Ela utilizou um dos aviões da Força Aérea para ir a uma partida de futebol em São Paulo, pela final da Copa do Brasil.

Aniele alegou estar a serviço. Mas ela recebeu críticas nas redes sociais por ter gravado um vídeo dentro da aeronave torcendo para o Flamengo, que jogou na decisão.

A ministra justificou que o voo está amparado na legislação.

Outro ministro que está entre os que mais voaram pela FAB é o do Empreendedorismo, da Micro e Pequena Empresa, Márcio França. Quando esteve à frente do Ministério de Portos e Aeroportos, ele viajou 35 vezes. Segundo a reportagem da CNN, em todos os casos, França disse que estava a serviço, em atividade ligada à pasta.

O que diz a lei para usar voos da FAB

Pela lei, auxiliares do primeiro escalão podem usar as cercas de 30 aeronaves da FAB “a serviço”, o mais invocado; por “segurança”; e em razão de “emergência médica”, que é pouco usada.

Para solicitar a aeronave, a autoridade precisa aguardar em uma fila, que depende do tempo de criação do ministério.

Os mais antigos têm preferência. As pastas mais recentes, muitas vezes, precisam pegar carona para chegar ao destino.

Conforme a configuração do avião, cada ministro pode transportar até 15 convidados, que não precisam ser servidores da administração pública.

Informações Revista Oeste


Tese do marco temporal prevê que só podem ser demarcadas terras indígenas que eram ocupadas por essas populações quando a Constituição foi promulgada

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério dos Direitos Humanos pedirá que o presidente Lula vete totalmente o projeto de lei que fixa o marco temporal, tese apoiada por ruralistas e criticada por ambientalistas. O parecer técnico foi enviado na última sexta-feira (6) ao gabinete do ministro Silvio Almeida. A informação é da coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles.

Segundo o colunista, os técnicos da pasta afirmaram que a tese do marco temporal é inconstitucional. O entendimento é alinhado ao do STF, que no último dia 21 derrubou essa tese. Seis dias depois, o Senado aprovou o projeto de lei, que aguarda a sanção de Lula. O presidente tem até o dia 20 para decidir. Se houver vetos, a palavra final será dos parlamentares.

“O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania considera desarrazoada qualquer delimitação arbitrária de critério cronológico, apartado das noções mais profundas e sofisticadas do conceito de tradicionalidade”, afirmou o documento, alertando para a “preocupante possibilidade de se ensejar uma situação generalizada de insegurança em torno dos direitos fundamentais = violência contra povos tradicionais”.

A tese do marco temporal prevê que só podem ser demarcadas terras indígenas que eram ocupadas por essas populações quando a Constituição foi promulgada, em 1988. Segundo a pasta, há outros riscos caso o projeto se torne lei. Um deles é o “iminente retrocesso” na tentativa de o Brasil cumprir acordos internacionais, a exemplo da redução da emissão de gases de efeito estufa. Essa situação prejudicaria a imagem do país, inclusive o setor agropecuário, que encampou o marco temporal.

Outra preocupação destacada pelo ministério é a falta de consulta aos indígenas, o que viola um princípio consagrado dos direitos humanos: “A negação do direito de ser consultado e opinar sobre as decisões que afetam seu território e estilo de vida viola os direitos fundamentais das comunidades indígenas. […] Abre caminho para futuras decisões que não considerem os interesses e direitos dessas comunidades”.

Até o momento, pelo menos outras duas pastas já pediram veto total à proposta: Ministério do Meio Ambiente e o Ministério dos Povos Indígenas. Por outro lado, a área de articulação política do governo Lula tem defendido vetos parciais ao texto, em uma tentativa de evitar uma nova derrota no Legislativo.

Informações Bahia.ba