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Foto: Reprodução/TV Subaé

Uma mulher de 54 anos foi encontrada morta nesta sexta-feira (13), em Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta para feminicídio cometido pelo namorado da vítima, que foi preso em flagrante.

A vítima, identificada como Dalva Ferreira, estava com lesões no corpo e marcas de sangue foram encontradas no chão da casa do suspeito de cometer o crime.

De acordo com o delegado Fabrício Linardi, responsável pelo caso, o homem teria matado Dalva no dia anterior ao que ela foi encontrada. Ele procurou a filha da vítima e alegou que a mulher teria tomado uma queda, sangrou e agonizava de dor no interior da casa dele.

Ao chegar no local, a filha acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quando a equipe chegou no local, constatou a morte de Dalva e acionou a Polícia Civil para investigar o caso, porque o corpo dela tinha indícios de que a mulher teria morrido há muitas horas.

G1


Fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

Em 1988, a jovem Simone Almeida dos Santos iniciava o magistério, cheia de sonhos, coragem e determinação. A relação com a educação surgiu no ambiente familiar. Uma tia a levava com frequência para a escola onde trabalhava. Vivenciar a rotina escolar, naquela época, alimentou em Simone a vontade de ser professora. 

Neste 15 de outubro, data marcada pelo Dia do Professor, a professora, hoje aposentada, celebra os mais de 30 anos desde que aceitou a missão de lecionar. 

“Ser professora sempre foi o meu desejo. Durante o magistério, descobri os desafios da profissão. Em uma palestra sobre o que é ser professor, eu realmente tive a certeza que estava no lugar certo. Muito nova, mas com vontade de ajudar o próximo de alguma forma”, conta. 

Simone formou-se em 1990. Um ano depois, em 1991, fez o concurso do município e em outubro deste mesmo ano, entrava na Escola Municipal Arthur Vieira de Oliveira, no distrito de Maria Quitéria, zona rural de Feira de Santana, para a sua primeira aula. 

Durante 32 anos, dedicou-se à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental. Ao todo, passou por cinco escolas da rede municipal. Cada conquista, cada passo na aprendizagem das crianças, reafirmaram o compromisso com o que tinha escolhido para a vida: educar. 

“A educação me transformou. Sou funcionária pública. A minha função, quando estava exercendo, era servir ao público. O brilho no olhar das crianças quando eles conseguiam juntar as primeiras letras, quando formavam palavras e conseguiam ler, era uma conquista muito grande”. 

Agora ficam as boas lembranças e a saudade do convívio. “A escola é uma segunda família, dividimos alegrias e tristezas. Muitas vezes passamos mais tempo na escola, do que na nossa própria casa. O vínculo que fica é muito forte, não acaba. Em todas as escolas por onde passei, eu sempre procurei fazer o meu melhor.”

Com a sensação de dever cumprido, Simone deixa uma mensagem aos docentes que continuam na caminhada. 

“Para os que estão em sala de aula, eu desejo saúde, coragem e ânimo. Só a educação é capaz de tornar o sujeito consciente, reflexivo e autônomo em suas decisões. Para os que estão chegando, eu desejo que a mesma vontade de ingressar no concurso, seja de transformar a vida de cada aluno para melhor”. 


Foto: Alones/Freepik

Neste sábado (14) tem programação de casa para todo o país ver. O eclipse solar anular estará no céu para quem quiser acompanhar. Nas regiões norte e em parte da região nordeste, será possível ver o fenômeno completo. Em Feira de Santana, o ‘anel de fogo’, estará visível em torno de 70%.

Quem quiser aproveitar a experiência astronômica poderá assistir no Planetário do Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, através de simulação e transmissão. Os portões estarão abertos a partir das 14h da tarde. 

Foto: Secom

Ao Acorda Cidade, Basílio Fernandez, diretor de difusão científica do Parque do Saber, explicou que em conjunto com o professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Jairo Cavalcante Amaral, vai realizar uma transmissão apresentando o sol de forma segura. 

“Sábado logo às 14h nós abrimos, logo em seguida teremos várias ações falando sobre eclipse, próximo às 15h vamos ter no planetário a projeção, com sessões a depender do público, até o pôr do sol, umas 17h35. Eles poderão ver na cúpula do planetário e também através de projeção em alguns dispositivos que a gente tem, mas diretamente não recomendamos”, pontuou. 

O diretor contou que neste sábado, o que vai acontecer é um eclipse solar, que é quando a lua passa na frente do sol. 

Acorda Cidade


Janine Ayala Melo, 29, e Ben Kilinski, 26, se juntaram ao Exército poucas horas depois do início dos ataques em Israel
Janine Ayala Melo, 29, e Ben Kilinski, 26, se juntaram ao Exército poucas horas depois do início dos ataques em Israel Imagem: Arquivo Pessoal

Poucas horas depois do primeiro ataque do Hamas, Janine Ayala Melo, 29, descobriu que voltaria a servir ao Exército de Israel. Natural do Recife, ela fez três anos de serviço obrigatório como combatente no país e era reservista desde então.

Casada, a brasileira ganhou o direito de ser dispensada de vez das Forças Armadas quando virou mãe, mas mesmo com um filho pequeno decidiu se juntar aos colegas na guerra, que começou no sábado (7).

“No primeiro momento pensei: ‘Meu Deus, eu vou morrer. Se eu for, tem 50% de chance do meu filho ficar órfão’. Mas o segundo pensamento foi: ‘Se eu não for, meu amigo que tem três filhos vai deixar três órfãos'”, afirmou a soldada, em entrevista ao UOL.

A família de Janine que ainda vive no Brasil questionou o por que ela não aproveitava os aviões de repatriação para voltar ao país em que nasceu, mas, segundo ela, a solidariedade foi a principal motivação para manter a decisão de ir ao Exército.

“Eu não sei explicar com palavras para alguém que vive no Brasil. Eu tenho medo de morrer, mas não posso deixar meu amigo que é combatente fazer isso sozinho. Eu não quero julgar quem não veio, mas me envergonharia de deixar esse medo me influenciar a não vir”, justifica.

“Mala para tempo indeterminado”

Janine vive em Israel desde os 15 anos e tirou a dupla cidadania aos 18. Ela fez o serviço obrigatório em um batalhão misto, com um cargo que exigia três anos de dedicação — um a mais que o padrão para as mulheres — mas que garantia que ela viraria reservista automaticamente.

Mesmo depois de dar à luz, a brasileira se voluntariou a continuar na “lista de espera” para defender o país e foi convidada a entrar para a Brigada comandada por um amigo.

Nos últimos quatro anos, ela continuou passando por treinamentos anuais, para manter o conhecimento militar. Por isso mesmo, quando entendeu o que estava acontecendo naquele sábado de manhã, não recebeu com surpresa a convocação para a guerra.

“Eu sabia que nosso objetivo era estar na região de Ascalão [mais distante do conflito inicial]. Passaram algumas horas e pessoas começaram a mandar mensagens perguntando o que ia acontecer. Os comandantes disseram só pra gente arrumar uma mala, com roupa para tempo indeterminado”, lembra.

No sábado à tarde, ela e seus companheiros já estavam na cidade em que iam trabalhar para impedir a invasão de membros do grupo extremista Hamas.

A ideia é impedir que terroristas atirem nas pessoas. Nos últimos três dias, tivemos lutas na área ao sul da cidade, pessoas do nosso batalhão tiveram que ir pra lá neutralizá-los. Nisso, tive um amigo que foi assassinado, na segunda [9]. A gente tinha se falado meia hora antes de ele ir pra missão.””

Além de impedir avanços do Hamas, os soldados também ajudam os civis a encontrar zonas seguras.

Na quarta-feira (11), Janine estava andando pela cidade quando ouviu as sirenes que alertam para ataques aéreos. Ela e um colega correram para o abrigo antimíssil mais próximo, mas descobriram que ele estava trancado, impedindo que mais pessoas conseguissem entrar.

“A gente descobriu que tem prédios em que os abrigos estão trancados, porque a responsável tinha perdido a chave. Tivemos que pegar um martelo, que por sorte meu colega tinha no carro, para colocar as famílias dentro”, lembra.

A brasileira explica que o convívio dos moradores com as sirenes, que tocam em média uma vez a cada dois meses sem maiores consequências, atrapalha na organização.

“Tem muitas famílias que estão pensando que é a realidade que eles já conheciam, mas a situação está caótica. Ninguém sabe onde estão as casas em áreas seguras”, destaca Janine, que conhece “dezenas” de pessoas que morreram e tem uma amiga do colégio refém do Hamas.

Nunca na minha vida eu vi ou vivi um evento de tais dimensões. A gente está falando de famílias inteiras que foram assassinadas, é algo inacreditável. Você, além de ser combatente, tem que ser meio psicóloga, acalmar as pessoas e adiar ou diminuir o tamanho do trauma.””

A soldada ainda lamenta a perda de vidas na Faixa de Gaza, mas defende que as Forças Israelenses tentam focar os ataques em espaços ocupados pelo Hamas.

“Quando eu ouço os bombardeiros em Gaza eu penso na mãe que está lá, a gente sabe que tem civis morrendo. Mas o Exército dá alertas para que as pessoas saiam das áreas de bombardeio. A gente não quer matar civis, a gente quer eliminar os terroristas.”

“Peguei carona até minha unidade”

Ben Kilinski, 26, também ficou em alerta desde as primeiras notícias sobre os ataques do Hamas. Reservista há alguns meses, ele tomou a iniciativa de falar com o comandante e foi chamado para a equipe em que estavam seus colegas, no front da Faixa de Gaza.Continua após a publicidade

“Na manhã de sábado acordamos com mísseis em toda a Israel. Alerta vermelho, correria para os bunkers. Os judeus religiosos não usam celular no sábado, então muitas pessoas não sabiam o que estava acontecendo”, conta o brasileiro, que se mudou para Israel em 2020.

Ben foi a Israel pela primeira vez em 2018. Com pai judeu, ele logo decidiu se mudar de vez e se unir às Forças Armadas, onde consolidou sua conversão — segundo a Halachá, lei judaica seguida ao pé da letra pelos ortodoxos, judeus seriam apenas os nascidos de mãe judia, mas, diante do governo de Israel, convertidos que tem qualquer antepassado ou cônjuge judeus são reconhecidos e têm direito à cidadania.

Depois de cumprir seu tempo de serviço obrigatório, ele começou a estudar desenvolvimento de software em uma escola local.

Agora, o brasileiro voltou aos treinamentos intensos e às patrulhas como combatente, membro da unidade especial Brigada Nahal, tradicional em Israel.

“Teve uma bagunça no recrutamento de reservistas, então eu corri sozinho atrás de equipamento — colete a prova de balas, capacete, luvas — e peguei carona de voluntários até me aproximar da base onde estava minha unidade”, detalha Ben, natural de São Paulo.

A prioridade é resgatar as pessoas sequestradas de Gaza e retorná-las com vida para casa.””

Em meio à tragédia, Ben e Janine destacam um ponto em comum: a união do povo israelense.

“A ferida ficou. Amigos mortos, sequestrados, feridos. Mas o povo de Israel está muito unido após meses de divisão e protestos por causa da crise política. Todos se unirem novamente pra defender o país”, afirma o paulista.

“No meu pelotão tem gente religiosa, gente secular, gente de esquerda, de direita. Tem homem de 20 anos e homem de 50. E está todo mundo aqui, junto”, conta a recifense.

Informações UOL


Mais um líder do Hamas é morto pelas forças israelenses

Israel anunciou neste sábado (14) a morte de Ali Qadi, comandante da Nukhba, força de elite do grupo terrorista Hamas. Ele é considerado o principal líder do ataque terrestre no fim de semana passado. 

Em comunicado, o exército israelense afirmou que Qadi, um dos principais comandantes do grupo, foi abatido em bombardeio perpetrado por um drone. 

O líder da unidade Nukhba já tinha sido preso em 2005 após sequestro e assassinato de civis israelenses. Ele foi libertado como parte de uma troca de prisioneiros, em 2011. 

Como mostramos mais cedo, as Forças de Defesa de Israel informaram também a morte de outro líder do grupo terrorista. Em comunicado, os militares afirmaram que um ataque a um quartel-general do Hamas matou Murad Abu Murad, tratado como chefe da formação aérea do grupo e um dos líderes dos ataques terroristas em Israel no último fim de semana. 

Créditos: O Antagonista.


Lindbergh anuncia calote autorizado por Lula no Minha Casa, Minha Vida

Foto: Reprodução/Folhapress.

Falando em nome do presidente Lula (PT), o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) usou um carro de som para anunciar um calote no programa Minha Casa, Minha Vida. 

O parlamentar foi até um condomínio habitacional em Nova Iguaçu (RJ), no bairro Jardim Guandu, para divulgar a isenção de parcelas do programa para beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), no domingo (8). 

A medida alardeada pelo petista foi determinada em portaria do Ministério das Cidades no dia 28 de setembro. 

“Se você tem dívida passada, essa dívida morreu também. É a forma do Lula ajudar as pessoas que estão mais precisando”, declarou Lindbergh ao falar no microfone em cima do carro de som. 

O vídeo publicado na rede social do parlamentar também chamou atenção pela falta de público. Poucas pessoas aparecem no vídeo vibrando com o anúncio enquanto o deputado se esforça para dar o crédito da medida ao presidente Lula. 

Lindbergh também anunciou a nova fase do Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas. 

Para viabilizar o programa, o Banco Central (BC) flexibilizou normas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. As mudanças abrangem a resolução que regulamenta o compartilhamento de dados e de informações de devedores que renegociaram os débitos. 

Agora, pelas novas regras, as instituições financeiras não precisarão compartilhar o histórico financeiro dos devedores para executar os procedimentos de qualificação e de classificação de clientes em programas federais de renegociação de dívidas. 

“É uma chance muito grande e esse programa só existe porque o Lula olha para o povo trabalhador, para as pessoas que mais precisam”, disse Lindbergh. 

Créditos: Gazeta do Povo. 


É fake que Cristiano Ronaldo tenha sido condenado a 99 chibatadas; Entenda

Segundo relatos da mídia iraniana, Cristiano Ronaldo enfrentaria a possibilidade de ser submetido a 99 chibatadas por suposto adultério durante uma recente visita ao Irã. O motivo da pena seria uma foto que o atacante do Al-Nassr tirou com a pintora local Fatemeh Hammami Nasrabadi. 

A embaixada Iraniana na Espanha já desmentiu a notícia de que o jogador foi condenado a pena de 99 chibatadas por adultério. No X (antigo Twitter), a embaixada divulgou que negava veementemente a emissão de qualquer decisão judicial contra qualquer atleta internacional no Irã. 

cristiano ronaldo levando chibatadas

Desmentimos rotundamente la emisión de cualquier fallo judicial contra cualquier deportista internacional en Irán. Es motivo de preocupación que la publicación de noticias tan infundadas pueda eclipsar los crímenes de lesa humanidad y los crímenes de guerra contra la oprimida…— Embajada de Irán en España (@IraninSpain) October 13, 2023 

A fotografia foi feita durante a estadia do craque português no país em setembro, quando o Al-Nassr, enfrentou o Persépolis na Liga dos Campeões da Ásia. O incidente que desencadeou as preocupações legais ocorreu quando Ronaldo interagiu com a pintora, recebendo quadros especiais dela. 

Durante esse encontro, ele a beijou no rosto, deu a ela uma camisa autografada e, na foto tirada, colocou a mão em seu ombro. De acordo com a legislação iraniana, esse gesto seria considerado o equivalente a adultério. As informações são do jornal espanhol “Mundo Deportivo”, que informou que a rede iraniana “Sharq Emroz” destacou em sua programação que um grande número de advogados locais apresentou queixas contra CR7. 

Como resultado, a justiça iraniana poderia condenar Cristiano Ronaldo a 99 chicotadas na próxima vez que ele visitar o país, o que aconteceria na próxima fase da Liga dos Campeões da Ásia. Segundo informações do jornal esportivo espanhol “Marca” o perdão pode ser possível nesses casos se os atos não forem considerados puníveis ou se ele demonstrar remorso. 

Créditos: NSC.


Foto: Andrews Pedra Branca

De janeiro a agosto deste ano, a Prefeitura de Feira de Santana prestou cerca de 4 mil atendimentos através do Programa de Acessibilidade ao Cidadão Especial (PACE). 

Diretamente foram beneficiadas 80 famílias cadastradas no programa voltado a pessoas com necessidades especiais, alto grau de dependência, mobilidade reduzida e sem autonomia para o uso dos meios de transporte convencionais.

Segundo o secretário de Transporte e Trânsito (SMTT), Sérgio Carneiro, o balanço revela a eficiência do serviço do Governo Municipal na assistência diária a pessoas de baixa renda que necessitam de transporte adaptado.

“Os dados mostram que o percentual de 98% [de famílias atendidas] supera a meta estabelecida pelo programa”, explica o titular da pasta.

O serviço é realizado por oito veículos do tipo van adaptados com rampas hidráulicas que facilitam o embarque e desembarque de cadeirantes. O atendimento é prestado de segunda a sábado (6h à 00h) e aos domingos das 6h às 20h. Por mês são cerca de 500 atendimentos.

“Também aos sábados, a partir das 20h, as vans do PACE em linhas especiais atendem famílias nas atividades recreativas, desportivas, culturais, de entretenimento e lazer”, explica Sérgio Carneiro. Mesmo durante a pandemia, a assistência foi mantida integralmente pelo poder público municipal.

O programa foi criado em 2007 e tem assegurado aos beneficiários especiais e acompanhantes o transporte domiciliar digno e gratuito com acesso seguro à saúde, habilitação e reabilitação, frequência ao ensino formal, ensino profissionalizante e de graduação, cultura e lazer.

Entre as assistidas, Eny Carine utiliza a van do PACE para ir à escola e também ao médico. “Facilita demais a vida da gente. Nunca mais ela perdeu aulas na escola nem as consultas médicas. Tudo é agendado”, ressalta a mãe e acompanhante, dona Raimunda Conceição.

QUERO SOLICITAR

A solicitação de inclusão ao PACE pode ser feita na Central de Atendimento na sede da SMTT, situada à rua Miranda, 655, no bairro Mangabeira. O processo é composto de avaliação com perícia médica e entrevista com assistente social. 

Em seguida é encaminhado ao Conselho Municipal do Deficiente, responsável pela emissão de parecer final.


O Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC) promove neste sábado (14) a Tardezinha Literária. O evento acontece às 14h, com programação diversificada gratuita e aberta ao público.

As atividades envolvem oficina de atividades literárias, com Gabriel Soares, lançamento do livro “A Nuvem do Bicho Carpinteiro”, da autora infantil Alexandra Patrocínio, contação de histórias e ainda uma mini exposição artística com Rayane Rocha em comemoração ao Dia das Crianças.

A diretora do Departamento de Atividades Culturais, Geórgia Pitombo, convida a todos para participar da programação. “Venham participar e tragam sua galerinha para uma tardezinha pra lá de divertida no Museu”.


Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Dalva Ferreira, 56 anos, foi assassinada na tarde desta sexta-feira (13), dentro do quarto em uma casa localizada na Rua Afrodite, bairro Papagaio em Feira de Santana.

Segundo informações apuradas pela reportagem do Acorda Cidade, a vítima residia junto com a filha, na Rua Apolo, mesmo bairro onde ocorreu o crime.

No último domingo (8), Dalva Ferreira saiu de casa e um tempo depois, os familiares sentiram sua falta.

Ainda de acordo com as informações colhidas no local do crime, Dalva teria se deslocado para a casa de um homem, com quem ela mantinha relacionamento. O filho da vítima ao chegar na residência do homem nesta sexta, encontrou a mãe com ferimentos na cabeça.

Segundo o filho, o casal tinha discussões frequentes.

Peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), constataram que a vítima apresentava cortes na região da cabeça, provocado por um objeto cortante.

Um facão foi encontrado próximo do local do crime.

Feminicídio
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

O dono da casa foi impedido por moradores de deixar o local, e após levantamento cadavérico, o mesmo foi autuado em flagrante e conduzido para a delegacia, apontado como autor do feminicídio.

Matéria em andamento, aguarde mais informações.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade