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Trump lidera em 5 dos 6 estados mais decisivos a um ano das eleições nos EUA, revela nova pesquisa

Foto: Jim WATSON e Dominick Reuters / AFP.

O presidente Joe Biden está atrás do ex-presidente Donald Trump em cinco dos seis estados mais decisivos na disputa pela presidência dos EUA, a um ano de os americanos irem às urnas. Pesquisa do New York Times e da Universidade Siena divulgada neste domingo mostra que o democrata enfrenta dois grandes obstáculos para seguir na Casa Branca: convencer os eleitores de que sua idade não é um problema e a profunda insatisfação da maioria deles em relação a como o atual governo toca a economia americana. 

Biden perde para Trump, seu mais provável rival no flanco republicano, por margens de três a 10 pontos percentuais em Nevada, Arizona, Geórgia, Michigan, e Pensilvânia. O democrata está à frente apenas em Wisconsin, por dois pontos percentuais. Na média, nos seis estados decisivos — e em todos Biden venceu Trump em 2020 — o republicano bate o democrata por 48% a 44%. 

Foram entrevistados, por telefone, 3.662 eleitores registrados, de 22 de outubro a 3 de novembro. Quando todos os estados são combinados, a margem do erro é de 1,8 pontos. 

Impressiona o tamanho do descontentamento com o atual governo. A maioria dos eleitores responde que as políticas de Biden os “prejudicaram pessoalmente”. E a coligação multirracial e multigeracional que elegeu Biden parece especialmente desgastada. 

Os grupos demográficos que apoiaram Biden por margens esmagadoras em 2020 são agora mais disputados pelos republicanos, com dois terços do eleitorado total afirmando que o país ruma na direção errada. Eleitores com menos de 30 anos favorecem Biden por apenas 1%. Sua vantagem entre os eleitores de origem latino-americana caiu para a casa de um dígito e sua frente nas grandes áreas urbanas é metade da que Trump abriu nas regiões rurais. Embora as mulheres ainda prefiram Biden, os homens apoiam Trump por margem duas vezes maior, revertendo a vantagem de gênero que alimentou tantas conquistas democratas nos últimos anos. 

E os eleitores afro-americanos – há muito uma fonte de votos para os democratas e para Biden – registram agora 22% de apoio a Trump nestes estados, nível jamais visto na política presidencial para um republicano. 

Num sinal notável de um possível realinhamento étnico entre os dois partidos, quanto mais diversificado o estado decisivo, mais atrás Biden aparece na pesquisa, liderando apenas no mais branco dos seis. Trump lidera por 10 pontos em Nevada e cinco no Arizona, estados com grande população hispânica, seis na Geórgia, com substancial eleitorado afro-americano, cinco em Michigan, e quatro na Pensilvânia. 

Rejeição é alta nos dois lados

Biden e Trump são profundamente – e igualmente – impopulares, de acordo com a pesquisa. Mas os eleitores que afirmaram esmagadoramente que o país estava no caminho errado descarregam suas frustrações no presidente de forma enfática. 

— O mundo está desmoronando sob Biden — diz Spencer Weiss, especialista em subestações elétricas de 53 anos de Bloomsburg, Pensilvânia, que apoiou Biden em 2020, mas agora pretende votar em Trump, embora ainda tenha algumas reservas. 

— Prefiro um líder que seja um modelo positivo para o país. Mas pelo menos acho que Trump é inteligente — diz. 

Biden ainda tem um ano para reverter a situação. Os indicadores económicos estão em alta, mesmo que os eleitores não concordem com eles. E Trump continua sendo uma figura polarizadora. Os conselheiros do presidente, que tem muito dinheiro para a campanha, fazem questão de lembrar que os democratas tiveram sucesso ao limitar as tidas como inevitáveis perdas do partido nas eleições de meio de mandato, em 2022, apesar dos baixos índices de aprovação de Biden. 

Ainda assim, a pesquisa divulgada neste domingo mostra como Biden entrará em 2024 com enorme déficit de apoio, mesmo com Trump indiciado por acusações criminais e com prováveis batalhas nos tribunais nos próximos meses. Se os resultados da pesquisa fossem os mesmos em novembro próximo, Trump provavelmente obteria mais de 300 votos no Colégio Eleitoral, muito acima dos 270 necessários para voltar à Casa Branca. 

Outro sinal amarelo para os democratas é que os eleitores, em todos os níveis de renda, dizem que as políticas econômicas implantadas por Biden em seu primeiro mandato os “prejudicaram pessoalmente”. E a resposta é oposta no caso de Trump. Trump tem uma vantagem de 17 pontos por tê-los ajudado e Biden uma desvantagem de 18 pontos por tê-los prejudicado. 

Para Biden, que completa 81 anos no fim do mês, ser o presidente mais velho da história americana é, também, um problema cada vez mais evidente. Uma esmagadora maioria de 71% apontou na pesquisa que ele é “muito velho” para ser um presidente eficaz — opinião partilhada em todos os grupos demográficos e geográficos na sondagem, incluindo impressionantes ​​54% de quem diz que votará nele. Em contraste, apenas 19% dos eleitores de Trump, que tem 77 anos, o consideravam demasiadamente velho. Do eleitorado geral, 39%. 

Economia é pedra no sapato de Biden

As preocupações com a idade e a acuidade mental do presidente – 62% dos entrevistados também responderam que Biden carece da “rapidez mental” necessária para o cargo – são apenas a ponta do iceberg de fraquezas de Biden revelados pela pesquisa. 

Os eleitores, por uma margem de 59% a 37%, disseram que confiam mais em Trump do que em Biden na economia. A preferência por Trump neste quesito é maior entre homens e mulheres, nos com ou sem diploma universitário, em todas as faixas etárias e em todos os níveis de renda. 

Isso é especialmente problemático para Biden porque quase o dobro dos eleitores disseram que justamente a economia determinará o seu voto em 2024, em comparação com as questões sociais e culturais, como aborto ou a posse de armas. E esses eleitores do “é a economia, estúpido” favorecem Trump com uma vitória esmagadora: 60% a 32%. 

As entrevistas foram feitas após a campanha de Biden ter investido milhões de dólares em anúncios promovendo seu histórico e o presidente percorrer o país para defender a economia americana sob sua direção. “Pessoal, Bidenomics é apenas outra maneira de dizer o sonho americano!” ele declarou na quarta-feira em uma viagem a Minnesota. 

Os eleitores, no entanto, mostra a pesquisa, discordam de Joe Biden. Apenas 2% avaliam que a economia dos EUA “está excelente”. Eleitores com menos de 30 anos – grupo que votou em massa em Biden em 2020 – disseram que confiavam mais em Trump do que em Biden na economia por uma margem de 28 pontos percentuais, após anos de inflação e altas taxas de juros, para os padrões americanos, que tornaram as hipotecas, por exemplo, muito menos acessíveis. Menos de 1% dos entrevistados com menos de 30 anos classificaram a economia atual como “excelente”, incluindo zero nessa faixa etária em três estados: Arizona, Nevada e Wisconsin. 

— Tinha grandes esperanças no Biden. Mas aí veio a inflação, a guerra na Ucrânia, agora a de Israel com o Hamas, e nossas fronteiras não estão nada seguras — disse Jahmerry Henry, 25 anos, que empacota bebidas alcoólicas em Albany, na Geórgia e planeja votar em Trump. 

Patricia Flores, 39, de Reno, Nevada, votou em Biden em 2020, mas não repetirá o ato no ano que vem: 

— Não vejo nada que ele tenha feito para nos beneficiar. 

Dificuldade em reconstruir a ‘muralha azul’

Em 2020, o caminho de Biden para a vitória foi reconstruir a chamada “muralha azul” nos antigos estados industriais de Michigan, Wisconsin e Pensilvânia, e depois expandi-la aos mais diversificados estados do chamado Cinturão do Sol, no sudoeste, incluindo Arizona e Geórgia. 

Pois a pesquisa mostra que, no momento, Biden é notavelmente mais forte nos estados industriais do norte do que no mais diversificado Cinturão do Sol. 

Os eleitores preferem Trump a Biden na política de imigração por 12 pontos, na segurança nacional por outros 12 e na questão Israel-Palestina por 11 pontos. E, embora uma maioria de 58% defenda o aumento da ajuda econômica e militar à Ucrânia — alinhados à política de Biden — isso não parece beneficiar o presidente na percepção de quem é melhor para a política externa americana. 

— Não acho que Biden seja o cara certo para enfrentar líderes mundiais que não o respeitam ou não o temem — disse Travis Waterman, 33 anos, que trabalha na restauração de casas em Phoenix. Ele votou em Biden em 2020, mas agora o vê como “fraco” e deve ir de Trump. 

Já em segurança nacional, a disparidade de gênero é gigantesca na pesquisa. Os homens preferem Trump, 62% a 33%; as mulheres, Biden, apertado, 47% a 46%. 

A questão mais forte para Biden na pesquisa é sobre o aborto. No tópico, ele abre vantagem de 9 pontos percentuais. O democrata também lidera na confiança dos eleitores, mas por apenas três pontos, em “ser um defensor dos valores democráticos”. 

Biden já sobreviveu a maus resultados nas pesquisas. Em outubro de 2022, no período que antecedeu às eleições do meio de mandato, seu índice de aprovação era quase o mesmo do de hoje. E os democratas perderam menos cadeiras do que o esperado na Câmara e ainda ganharam uma no Senado, em parte por pintar os candidatos republicanos como extremistas. 

O retrato do momento revela que o grau em que os eleitores se afastam da personalidade e do estilo bombástico de Trump – a cola que tem ajudado a manter unida a coligação democrata – diminuiu. Apenas 46% dos pesquisados disseram que Biden tinha o temperamento adequado para ser presidente, pouco mais do que os 43% de Trump. Dito isto, Trump estará mais sob os holofotes em 2024, inclusive nos tribunais, o que poderá lembrar aos eleitores por que afinal decidiram tirá-lo da Casa Branca em 2020. 

O Globo


Israel divulga novas provas de que Hamas usa hospitais para terrorismo; VEJA VÍDEO

Daniel Hagari, porta-voz do Exército israelense, exibiu neste domingo, 5, provas de que o Hamas usa unidades hospitalares em Gaza como “infraestrutura terrorista”. 

Em apresentação à imprensa internacional, o contra-almirante revelou novas informações de inteligência e evidências que mostram o uso de instalações médicas na região para fins terroristas. 

Hagari apresentou um vídeo mostrando uma entrada subterrânea do Hospital Sheikh Hamad. Segundo disse, a unidade está ligada às redes de túneis do Hamas. 

Outro vídeo mostra homens armados do grupo abrindo fogo contra as forças israelenses de dentro das instalações do hospital. 

“Se não bastasse um túnel sob o hospital, os terroristas também dispararam contra os nossos soldados de dentro do hospital”, afirmou Hagari. 

“Não vamos aceitar a utilização cínica dos hospitais pelo Hamas para esconder a sua infraestrutura terrorista. Quero repetir: não vamos aceitar a utilização cínica dos hospitais pelo Hamas para esconder as suas infraestruturas terroristas. A exploração dos hospitais pelo Hamas precisa terminar”, acrescentou. 

O porta-voz das forças israelenses afirmou ainda que o Hamas lançou foguetes a 75 metros de distância do hospital sabendo que, se Israel atingisse os seus combatentes, iria provavelmente causar danos na unidade hospitalar. 

“Somos um país que cumpre a legislação internacional mas estamos lidando com uma organização assassina que cometeu um massacre. Não vamos esquecer esse massacre. Espero que o mundo não esqueça o massacre de 7 de outubro.” 

O Antagonista


Foto: Divulgação / PRF na Bahia

Moradores interditaram na manhã desta segunda-feira (6) um trecho da BR-110 de Alagoinhas, no Agreste baiano. O ato cobra restabelecimento do abastecimento de água na região. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o protesto ocorre na altura do km 348.

Os manifestantes queimaram pneus e pedaços de madeira como forma de paralisar o tráfego e chamar a atenção para o protesto, que acontece desde as 5h. Uma equipe da PRF acompanha a manifestação.

Bahia Notícias


Um homem com mandado de prisão foi capturado, no final da tarde de domingo (5), na unidade de ensino, onde fazia a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A prisão aconteceu em Santo Antônio de Jesus.

A ordem de prisão civil foi cumprida por unidade da 4ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/ Santo Antônio de Jesus) em ação integrada com a Polícia Federal.

Segundo o coordenador da 4ª Coorpin, delegado Joaquim José de Souza, seguindo protocolo, as equipes aguardaram o procurado concluir o exame e fizeram a captura.

Ele foi encaminhado para a Delegacia Territorial do município.


Durante o Novembro Azul, mês de alerta para o diagnóstico do câncer de próstata, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai intensificar os serviços de promoção à saúde do homem. 

As unidades de saúde estarão ofertando a consulta de enfermagem e médica com solicitações de exames de rotina, casos de histórico familiar e fatores de risco para câncer de próstata, e a partir da decisão compartilhada realizará a investigação.

Homens podem realizar o exame toque retal e o laboratorial Antígeno Prostático Específico (PSA) – capaz de detectar o câncer e outras condições de maneira precoce. Para realizar o exame, o público masculino deve procurar a unidade de saúde a qual é cadastrado. 

No dia 11 de novembro será realizado um mutirão de marcações via WhatsApp através do número (75) 98346-2576. Serão ofertados ultrassonografia da próstata  e do abdômen total, eletrocardiograma, raio x e mamografia. As marcações para o Centro Municipal de Diagnóstico Por Imagem (CMDI) são realizadas pelo sistema da Central Municipal de Regulação. 

No dia do atendimento, os pacientes deverão apresentar a solicitação do procedimento, documento de identidade e cartão SUS.  

Os exames também podem ser realizados em qualquer laboratório particular que tenha convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS).

NOVEMBRINHO AZUL

Conforme a Lei Nº 14.694 sancionada pelo Governo Federal em 10 de outubro de 2023, a campanha Novembrinho Azul irá promover ações direcionadas à promoção da saúde de meninos de até 15 anos de idade,com condições que sejam fatores de risco de doenças na vida adulta. 

Será realizada a distribuição de material informativo, sobre a importância da investigação de quadros de dor testicular e do aumento de volume escrotal e vacina contra HPV nas 104 salas de vacina da rede municipal.


Bebê nasce por meio de técnica inovadora de reprodução; Saiba mais

Com apenas uma semana de vida, a recém nascida australiana Bonnie Loutas já faz parte de um grupo muito exclusivo. Ela junta-se a crianças que foram concebidas por meio de uma técnica inovadora de reprodução assistida, conhecida como Maturação In Vitro de Capacitação (CAPA-IVM). 

A técnica promete oferecer aos futuros pais que enfrentam dificuldades para engravidar uma alternativa mais simples e econômica em comparação com o método Fertilização In Vitro (FIV), fecundação do óvulo com o espermatozóide em ambiente laboratorial, formando embriões que serão cultivados, selecionados e transferidos para o útero. 

“Todos estávamos ansiosos para ver Bonnie nascer. O Royal Hospital for Women é um dos seis locais no mundo que oferecem CAPA-IVM, e este é o primeiro bebê concebido na Austrália por meio desse método”, afirma Bill Ledger, um especialista em fertilidade da Universidade de Nova Gales do Sul, para o site Science Alert. 

Embora a FIV tenha sido responsável pelo nascimento de mais de 8 milhões de crianças em todo o mundo nas últimas décadas, ela é de alto custo e possui alguns riscos, como o potencial superestímulo dos ovários. 

Em contrapartida, a CAPA-IVM utiliza uma abordagem diferente, por coletar grupos de células imaturas chamados complexos cumulus-oócitos, que contêm óvulos imaturos e células de suporte, capazes de permitir o amadurecimento fora do corpo. Isso reduz a necessidade de estimular os ovários para a liberação de óvulos. 

Embora a ideia de amadurecer óvulos fora do corpo não seja nova, a CAPA-IVM aprimora o processo, pois desacelera a maturação dos óvulos por 24 horas, resulta em óvulos mais saudáveis e aumentando as chances de uma gravidez bem-sucedida. 

Técnica inovadora de reprodução reduz injeções

Essa técnica inovadora oferece não apenas uma maior probabilidade de uma criança saudável, mas também menos injeções, custos reduzidos e menos efeitos colaterais desconfortáveis para as futuras mães. 

Para os pais de Bonnie, Leanna e Theo Loutas, a oportunidade de evitar os desconfortos das injeções hormonais durante a FIV foi uma decisão bem-vinda. 

“Eu planejava fazer uma pausa antes de tentar a Fertilização In Vitro novamente devido aos efeitos colaterais dos hormônios durante a viagem. Quando me ofereceram a CAPA-IVM, fiquei agradavelmente surpresa ao saber que só precisaria de dois dias de injeções. Isso tornou todo o processo muito menos assustador”, afirma Leanna, também para o Science Alert. 

Fonte: Metrópoles.


Primeira-dama argumenta que tal privilégio é comum nos Estados Unidos

Janja Gabinete
‘Faz parte’, disse Janja, ao relativizar a demissão de mulheres no governo | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A primeira-dama, Janja, admitiu que deseja ter um gabinete no Palácio do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva despacha com auxiliares. “A primeira-dama dos Estados Unidos tem um”, argumentou, em entrevista publicada neste domingo, 5, no jornal O Globo.

Janja disse que as primeiras-damas norte-americanas têm “agenda e protagonismo, e ninguém questiona”. “Por que se questiona no Brasil?”, perguntou. “Vou continuar fazendo o que acho correto. Sei os limites. Quero saber das discussões, me informar, não quero ouvir de terceiros.”

Ela rebateu a ideia de que teria participação direta nas decisões do governo. “O povo acha que fico lá sentada”, disse. “Minhas conversas com o presidente são dentro de casa, no nosso dia a dia, no fim de semana, quando a gente toma cerveja. Quando estou incomodada, vou lá e questiono. Não é porque sou mulher do presidente que vou falar só de marca de batom.”

“Faz parte”

Como mostrou a Edição 189 da Revista OesteLula demitiu três mulheres do governo para abrigar homens, indicados por partidos do centrão.

Foram escanteadas as ex-ministras Daniela Carneiro (Turismo) e Ana Moser (Esporte), além da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano. Na entrevista, a primeira-dama relativizou o corte do trio.

“Na transição, falamos de mais mulheres nos ministérios”, disse Janja. “Isso de alguma forma foi atendido. Passamos [ela e Lula] os fins de semana a sós e conversamos muito. Às vezes, a gente tem umas discussões um pouco mais assim… fortes. Mas é isso. Tivemos duas perdas no governo.”

A entrevista ocorreu um dia antes da demissão de Rita na Caixa.

Janja também criticou os protocolos de cerimônias do Brasil e do exterior, em que as mulheres das autoridades ficam atrás dos maridos. Em um evento do Parlamento de Portugal, em abril deste ano, duas encarregadas do cerimonial teriam pedido a Janja que se sentasse atrás de Lula. “Não, amor”, teria respondido a primeira-dama. “Não fico atrás do presidente, sempre fico ao lado dele.”

Informações Revista Oeste


Cantora alega que houve falha técnica

Ludmilla Hino
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram que Ludmilla cantou apenas o primeiro verso do hino. Ao lado, o jovem Miguel Vicente | Foto: Reprodução/TV Bandeirantes

A cantora Ludmilla esqueceu a letra do Hino Nacional durante a cerimônia que antecedeu o Grande Prêmio de Fórmula 1, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A cena ocorreu na tarde deste domingo, 5.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram que Ludmilla cantou apenas o primeiro verso do hino: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas”. O restante da estrofe desaparece, ao mesmo tempo em que a cantora deixa de gesticular com a boca. Alguns segundos depois, a voz dela ressurge: “Conseguimos conquistar com braço forte”.

As câmeras da TV Bandeirantes, que detém o direito de transmissão da Fórmula 1, tiraram o foco de Ludmilla tão logo a cantora parou de cantar o hino. A artista voltou a ser alvo das lentes apenas nas últimas estrofes.

“Falha técnica”

Mais tarde, a cantora usou as redes sociais para explicar os porquês de não ter conseguido cantar um trecho do hino.

“Gente, foi emocionante!”, celebrou Ludmilla, que foi acompanhada do jovem Miguel Vicente, no cavaquinho. “Foi muito fod*. Só teve uma falha no som, no início. Mas a gente tirou de letra. Foi top. Obrigado a todo mundo que torceu.”

Informações Revista Oeste


Foto: Divulgação/PRF

Um homem de 29 anos foi preso após ser flagrado com 38 tabletes de maconha escondidos em uma mala. O suspeito seguia viagem em um ônibus de turismo e o flagrante ocorreu na noite de sábado (4), na BR-116, no trecho da cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), responsável pela apreensão da droga e prisão do homem, os tabletes totalizaram 25,9 kg de maconha.

A droga foi achada depois que uma equipe da PRF abordou o ônibus de turismo que saiu de São Paulo (SP) com destino a Aracaju, capital sergipana.

Durante a fiscalização, a equipe decidiu vistoriar o ônibus e, ao abrir o compartimento de carga, os policiais sentiram um forte cheiro de droga. Eles encontraram os tabletes de maconha que estavam escondidos em uma mala azul.

Os policiais fizeram ainda a checagem dos tíquetes de bagagens e constataram que o comprovante encontrado era de um dos passageiros.

Questionado, o passageiro informou aos policiais que estava na rodoviária do Tietê e recebeu uma proposta para fazer o transporte até a Aracaju.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante e o homem foi apresentado a delegacia de Vitória da Conquista. Inicialmente, ela responderá pelo crime de tráfico de drogas.

G1


Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Por volta das 20h de sábado (4), uma criança de quatro anos de idade foi baleada na mão e no braço na Rua Seringueira bairro Tomba em Feira de Santana. Ela deu entrada no Hospital Estadual da Criança (HEC).
Outra vítima que é genitora da criança também deu entrada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). A polícia até o momento não informou se foi o pai ou a mãe.

De acordo com a ocorrência da Polícia Militar, a vítima genitora informou que três adolescentes que estavam em duas bicicletas, aparentando ter entre 13 e 15 anos foram os autores dos disparos.

Acorda Cidade