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Foto: Reprodução/TV Bahia

Um incêndio atingiu o Parque Municipal da Serra do Periperi, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na manhã deste sábado (11) e se alastrou rapidamente pelo local. As informações são do G1.

Cerca de 18 bombeiros militares e brigadistas da Secretaria de Meio Ambiente da cidade trabalharam para impedir que as chamas chegassem às casas que ficam próximas ao parque.

A suspeita é de que após a limpeza de um terreno, o fogo tenha se alastrado para a área de preservação ambiental. As chamas foram controladas ainda neste sábado e os bombeiros monitoram a área para evitar novos focos.

Metro1


Foto: Ascom Polícia Civil

Quatro pessoas da mesma família foram encontradas mortas com marcas de tiros dentro de um carro neste domingo (12), no povoado de Casinhas, na zona rural da cidade de Jeremoabo, região norte do estado.

De acordo com a Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta para disputa entre famílias rivais da comunidade e há indicativo da autoria do crime.

As vítimas foram identificadas como Flávia Nunes de Jesus, de 32 anos, Dominga Maria de Jesus Silva, 68, Judite Angelina de Jesus Santos, 74, e Eguinaldo de Jesus Silva, de 43 anos. Apesar das pessoas serem da mesma família, não há informações sobre o grau de parentesco delas.

Outra pessoa atingida por tiros foi encontrada ferida na mesma região e levada para uma unidade de saúde. Não há detalhes sobre o estado de saúde dela, nem se há relação com as outras vítimas.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e remoção dos corpos. O caso será investigado pela delegacia de Jeremoabo.

G1


Banhista fica com dentes de tubarão-branco cravados no seu crânio após ataque

Uma banhista foi brutalmente atacada por um tubarão-branco na sexta-feira (10/11), em Port Noarlunga, Adelaide (Austrália). 

Bridgette O’Shannessy, de 32 anos, estava nadando com o seu namorado quando foi repentinamente atacada pelo predador. No ataque, a australiana, que é mergulhadora esportiva e consultora ambiental da Universidade Flinders, ficou com graves ferimentos no rosto. Ela perdeu alguns dentes e sofreu sérios danos aos nervos. Um membro da equipe de resgate que atendeu Bridgette relatou que havia dentes do tubarão cravados no crânio da banhista. 

Bridgette O'Shannessy é socorrida na areia de praia na Austrália — Foto: Reprodução

A australiana só sobreviveu graças à intervenção do namorado, que golpeou o tubarão e levou a vítima à areia da praia. Bridgette foi atendida no local e transferida às pressas para o Flinders Medical Center, de acordo com o canal 7News. 

O estado de saúde de Bridgette é estável. Cirurgiões conseguiram remover com sucesso todos os dentes do tubarão cravados no crânio da paciente. 

Bridgette O'Shannessy — Foto: Reprodução/Facebook

“Infelizmente, Bridgette foi atacada por tubarão-branco no recife de Port Noarlunga”, escreveu o namorado, Brian Gordon Roberts , em rede social. “Ela está muito bem, considerando as circunstâncias, e obrigado por todos os votos de recuperação”, prosseguiu ele. 

A praia onde se deu o ataque está fechada. Especialistas não conseguiram rastrear o tubarão. 

A Austrália só fica atrás dos EUA em número de casos de ataque de tubarão. África do Sul e Brasil completam a lista de países com mais ocorrências. 

Créditos: EXTRA.


Estadão: OAB denuncia violações da lei pelo STF após anos de silêncio

Foto: Reprodução/Poder 360.

A Ordem dos Advogados do Brasil, após anos de silêncio diante das seguidas violações da lei por parte do STF, resolveu, enfim, dizer alguma coisa. Como tantas outras entidades que se apresentam como porta-vozes da “sociedade civil”, a OAB perdeu a voz ao contrair a doença moral mais contagiosa, e menos percebida, do Brasil de hoje – a ideia de que é lícito, desejável e necessário não aplicar a proteção da lei às pessoas acusadas de agir contra a democracia. A lei, por este entendimento, não pode mais ser igual para todos. No caso dos suspeitos de cometer “atos antidemocráticos”, considera-se que os direitos e garantias individuais não se aplicam. Garantir a eles o mesmo tratamento que se dá aos demais cidadãos seria um erro; iria permitir que os inimigos da democracia, ou os que são descritos como tal, usassem os instrumentos legais da democracia para acabar com ela. 

Por conta disso, e com a aprovação da OAB, passou-se a aceitar como procedimento legítimo a supressão do direito de defesa, das garantias do processo penal e das prerrogativas legais dos advogados na defesa de seus clientes. Agora, em seu protesto oficial, a OAB denuncia a resolução do STF que proíbe os advogados de fazerem a sustentação oral em defesa dos seus clientes nos “processos do 8 de Janeiro”. É um direito fundamental do réu, escrito claramente nas leis – mas foi abolido por uma disposição do “Regimento Interno” do STF, redigido pelos próprios ministros. Como seria possível usar uma regra dessas para anular direitos estabelecidos em lei pelo Congresso Nacional? É mais um resultado direto da “ilegalidade do bem” – tal como o STF define o que é o bem e o mal no Brasil de 2.023. As leis, segundo a doutrina em vigor, estão atrapalhando a “defesa da democracia”. O STF, para resolver esse problema, fica então autorizado a “ressignificar” a lei, como se diz hoje – ou a “empurrar a história” para frente, como diz o seu atual presidente. 

Tudo bem, assim, em se condenar a até 17 anos de cadeia participantes de um quebra-quebra em Brasília – e mesmo pessoas que, comprovadamente, nem sequer estavam no local físico do distúrbio. Aceita-se como fato acima de qualquer dúvida a ficção de que os baderneiros estavam tentando dar um “golpe de Estado” e, ao mesmo tempo, abolir o “estado democrático”. Nenhum problema, também, em condenar por “associação armada” gente que não tinha nem um estilingue para derrubar o governo. Provas individuais contra os acusados? Não precisa: o STF acha que foi “crime multitudinário”. É, em suma, o ordenamento jurídico do vale tudo. Não se sabe de nenhuma democracia que foi salva desse jeito. 

Créditos: Estadão. 


Alguns homens estranham a maternidade, como se o erotismo não combinasse muito com o novo papel de suas companheiras
Alguns homens estranham a maternidade, como se o erotismo não combinasse muito com o novo papel de suas companheiras Imagem: iStock

Outra possibilidade que me vem em mente é que agora não serão só os dois, mas os três e isso requer aprender a não ser mais o foco da atenção de alguém. O bebê vai tomando esse espaço, tanto para o pai, quanto para a mãe, e nem sempre é uma tarefa fácil, principalmente quando tudo gira em torno dessa gravidez. José pode estar ressentido de perder a sua exclusividade na vida de Andreza, ainda mais se ela estiver tão encantada com a maternidade, que a vida dela só gira em torno desse assunto. É compreensível, mas há que se acolher as demandas de todos e entender se José está triste com isso – se a falta de sexo é mais melancólica do que raivosa, de quem está de ‘luto’, por perder algo muito importante.

Penso também na famosa frase “vai machucar o bebê”. Por mais que se saiba do absurdo desse pensamento, simplesmente ele vem, na expressão de que ‘algo pode dar errado’. É quando a emoção teima em não acompanhar a razão.

A sacanagem da vida é que depois que Otávio nascer, provavelmente quem não vai querer fazer sexo é Andreza, que estará cansada, ansiosa com a maternidade, ora arrependida, ora apaixonada, louca para voltar a trabalhar ou, quem sabe, aventando a possibilidade de pedir demissão e mergulhar na simbiose mãe-bebê.

Sugiro que conversem claramente para compreender o que está em jogo e lembrar que a gravidez é só uma fase. Para Andreza, que já está insegura com as mudanças do corpo, não ser ‘desejada’ por José piora o cenário e aumenta fantasias de que ele possa estar interessado em outras pessoas. Quem sabe eles possam usufruir de outras práticas e carícias, como masturbação e sexo oral, evitando a penetração, caso identifiquem que é ela o “problema”.

O importante é não deixar o assunto virar um tabu e que a retomada do sexo esteja no radar, pois, às vezes, os casais se acostumam com essa falta e ficam anos sem transar.

Informações UOL


Urgente: Brasileiros são autorizados a deixar Gaza e chegam ao Egito

Um grupo de 32 brasileiros e familiares finalmente deixaram a Faixa de Gaza neste domingo, 12, e conseguiram chegar ao Egito, informa o Itamaraty. 

Duas pessoas do grupo que constava da lista original, com 34 nomes, desistiram da repatriação e permaneceram em Gaza. 

“Grupo de 32 brasileiros e familiares já se encontra em território egípcio, onde foi recebido por equipe da embaixada do Brasil no Cairo, responsável pela etapa final da operação de repatriação”, diz nota do Itamaraty. 

A previsão inicial é de que o grupo durma no Egito neste domingo. O avião enviado pelo governo brasileiro está no Aeroporto do Cairo à espera do grupo que será repatriado. 

Créditos: O Antagonista.


O embaixador de Israel merece ganhar uma medalha

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles.

Eu gostaria de entender qual foi a linha que o embaixador israelense no Brasil, Daniel Zonshine, cruzou ao encontrar-se com Jair Bolsonaro e deputados bolsonaristas na Câmara do Deputados. Dois dias antes, a embaixada havia convidado 300 parlamentares de todo o espectro político-ideológico para assistir ao vídeo do massacre perpetrado pelo Hamas em Israel, ocasião que propiciou o encontro que não estava previsto por Daniel Zonshine da forma que aconteceu. “Não estive na entrada da (sala onde ocorreu a reunião) para saber quem está chegando e quem não está chegando. Não foi nenhum encontro agendado dessa maneira. Não tem nenhuma história aqui. Não tem nenhuma causa política aqui”, disse ele à jornalista Raquel Landim. 

Havia algum parlamentar do PT presente à sessão do vídeo? Não. Por quê? Porque o governo petista, bem de acordo com o antissemitismo professado pela esquerda mundial, acusa Israel de praticar genocídio em Gaza. Ou seja, acusa um estado democrático, atacado covardemente por terroristas que usam civis como escudos, de praticar crime contra a humanidade. Não é pouco, senhoras e senhores. 

Acusações duras (e mentirosas) requerem respostas duras (e verdadeiras). Daniel Zonshine não está a passeio no Brasil, representa desde 7 de outubro um país em guerra declarada contra um grupo terrorista que o governo brasileiro não reconhece como grupo terrorista. Se Israel tivesse um primeiro-ministro de esquerda, e não o direitista Benjamin Netanyahu, as reações do seu embaixador aos destemperos do Palácio do Planalto e do partido que está no poder seriam as mesmas ou até mais enfáticas. 

Daniel Zonshine tem sido tépido nas suas respostas. Ao comentar a nota do Itamaraty sobre o massacre de civis perpetrado pelo Hamas em território israelense, ele se limitou a dizer que faltou sensibilidade ao governo brasileiro por não ter classificado como terrorista o ato que cabe integralmente na definição de terrorismo. 

Indagado sobre o comunicado desmiolado do PT sobre o conflito, no qual o partido afirma que Israel comete genocídio em Gaza — acusação repetida dias depois por Lula e nesta semana por Celso Amorim —, o embaixador de Israel foi elegante: 

“Isso é maneira (de falar) de um partido que fala de direitos humanos? São direitos humanos matar crianças e estuprar mulheres? Esses são os valores que o PT apoia? O apoio aos palestinos é uma coisa, podemos discutir isso, mas apoiar o Hamas?” 

O governo do PT recrimina também o fato de Daniel Zonshine ter participado de uma reunião com parlamentares do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, formado por muitos deputados críticos à postura do governo Lula em relação à guerra dos israelenses contra o Hamas. Chega a ser divertida, convenhamos, a ideia de que o embaixador de Israel não possa encontrar-se com o Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel. 

Ainda em outubro, para mostrar o seu desagrado, o Palácio do Planalto mandou o Itamaraty convocar Daniel Zonshine para lhe passar um pito e deixar claro que as relações de Israel com o governo brasileiro estão estremecidas. Mas quem estremeceu as relações? Um país que acusa mentirosamente outro país de cometer crime contra a humanidade, delito de enorme gravidade, ou o país que se defende da acusação sem afirmar expressamente que o acusador é um mentiroso leviano? 

Temos, ainda, a questão dos facínoras brasileiros que foram aliciados pelo Hezbollah libanês. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu foi quem anunciou que o Mossad, o serviço secreto israelense, ajudou a Polícia Federal a prender os integrantes da célula terrorista que atacariam entidades judaicas e sinagogas no Brasil. Daniel Zonshine disse, então, o óbvio à jornalista Eliane Oliveira: 

“O interesse do Hezbollah em qualquer lugar do mundo é matar os judeus. Se escolheram o Brasil, é porque tem gente que os ajuda.” 

O anúncio de Benjamin Netanyahu e a fala do embaixador fizeram o combativo ministro da Justiça brasileiro, Flávio Dino, subir no salto plataforma X, como se o governo de Israel tivesse usurpado a soberania do Brasil, porque o político Benjamin Netanyahu explorou o fato politicamente (pois é, nenhum político faz isso) e houvesse implicações ideológicas na cooperação policial entre os dois países. 

Entre outras delicadezas, o ministro postou que “nenhuma força estrangeira manda na Polícia Federal do Brasil e nenhum representante de governo estrangeiro pode pretender antecipar resultado de investigação conduzida pela Polícia Federal, ainda em andamento”. 

Também escreveu que “quando legalmente oportuno, a Polícia Federal apresentará ao Poder Judiciário do Brasil os resultados da investigação técnica, isenta e com o apoio em provas analisadas EXCLUSIVAMENTE pelas autoridades brasileiras”. Espera-se que o grito em maiúsculas do Ipiranga não resulte na liberdade dos terroristas sob os auspícios do notável Estado de Direito em vigor no país. 

Por fim, temos a questão dos cidadãos brasileiros que ainda estão em Gaza. Pode ser que, quando este artigo estiver publicado, eles já tenham conseguido passar pela fronteira com o Egito — que é controlada pelos egípcios, veja só. Acusa-se Israel, que inspeciona com a concordância do Egito a saída de estrangeiros do enclave palestino, de estar segurando os brasileiros. 

Não é bem segurar. A fronteira abre e fecha a depender das circunstâncias, e a saída é a conta-gotas para todo mundo, porque o exército israelense verifica se há infiltrados do Hamas entre os estrangeiros nem tão estrangeiros, estrangeiros de passaporte. 

Dito isso, ninguém precisa se preocupar mais do que o necessário: os diplomatas de verdade trabalharam para superar as dificuldades criadas por Celso Amorim e os seus ideólogos e, daqui a pouco, os brasileiros de passaporte chegarão ao Bananão, dando graças a Deus de estarem neste país abençoado de 47,5 mil homicídios por ano. 

Lula poderá, assim, fazer a sua política com o resgate, da mesma forma que Benjamin Netanyahu fez a dele com os brasileiros do Hezbollah. Celso Amorim e os seus ideólogos: certamente, os refugiados teriam tido mais atenção de Tel-Aviv se o governo brasileiro não fosse tão hostil a Israel, mas ninguém segura ninguém, só não temos a preferência por estarmos na segunda classe. É desse jeito que o mundo funciona, sabe? 

O embaixador Daniel Zonshine está sendo fritado pelo Palácio do Planalto, via Itamaraty. “Perdeu a condição de ser interlocutor” é a frase dita em Brasília. Pode ser que, diante da pressão, Israel ache por bem que ele volte para Tel-Aviv. A qualquer tempo, contudo, o embaixador merece ser condecorado por ter servido em um país cujo governo acha que judeu bom é judeu que suporta tudo calado. 

Créditos: Metrópoles.


Outros cortes também apresentaram alta nos dez primeiros meses do ano | Foto: Rocha Ribeiro/Shutterstock 

Depois da leve queda registrada nos nove primeiros meses do ano, o preço das carnes voltou a subir em outubro, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, os seguintes cortes lideraram a alta dos preços: picanha (+2,91%) e o contrafilé (+1,94%).

Em outubro, os números do IPCA também mostraram variações positivas do preço do patinho (+1,7%), da capa de filé (+1,32%), da alcatra (+1,19%), do chã de dentro (+0,88%), do filé-mignon (+0,6%), da carne de porco (+0,57%), da carne de carneiro (+0,38%), do acém (+0,3%) e do lagarto comum (+0,23%).

Picanha cerveja
Foto: Montagem Revista Oeste/Isaac Fontana/Shutterstock

Segundo o IBGE, a redução atingiu os seguintes alimentos do segmento, impedindo a alta maior do preço final das carnes: fígado (-4,58%), cupim (-2,91%), lagarto redondo (-2,34%), pá (-1,26%), costela (-0,89%), peito (-0,76%) e músculo (-0,47%).

Apesar da variação, o preço das carnes registra queda de pouco mais de 11%, desde dezembro. No período, todos os produtos ficaram um pouco mais baratos.

Substitutos da picanha também aumentaram

No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, o frango inteiro e o peixe, opções para substituir as carnes, também ficaram mais caros em outubro, com altas de 0,42% e 0,54%,respectivamente.

Informações Revista Oeste


Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

O Vitória entrará em campo neste domingo (12) com o dever de pontuar para garantir o acesso matematicamente à Primeira Divisão. O Leão visita o Novorizontino, no Estádio Jorge de Biasi (SP), às 18h, pela 36ª rodada da Série B.

Para o confronto, o técnico Léo Condé contará com os retornos do volante Dudu e do meia Wellington Nem após suspensão. Além deles, o atacante Iury Castilho se recuperou de lesão e foi relacionado. No entanto, o time não terá o lateral Édson Lucas que está no departamento médico e os meias Rodrigo Andrade e Gegê suspensos.

O Rubro-Negro segue firme na liderança com 66 pontos. Já os paulistas estão em sétimo, com 57 somados.

Metro1


Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

O Bahia entrará em campo para se recuperar do resultado negativo em casa no último jogo e ganhar fôlego na briga contra o rebaixamento. Neste domingo (12), o Tricolor enfrenta o Athlético-PR na Arena Fonte Nova, às 18h30, pela 34ª rodada da Série A.

Para o confronto, o técnico Rogério Ceni terá o retorno do meia Thaciano após suspensão. No entanto, o lateral-esquerdo Camilo Cándido desfalca a equipe após ser expulso na última partida. 

Na 15º posição, o Esquadrão soma 37 pontos. O Furacão está em sétimo, com 50 na tabela.

Metro1