
O sorteio deste sábado (20) da Mega-Sena será às 20h, e o prêmio acumulado chega a R$ 31 milhões. Para ganhar, o apostador precisa acertar as seis dezenas premiadas.

No último concurso foram sorteados os números 03, 07, 32, 34, 42 e 54, mas nenhum apostador acertou os seis.
Apesar disso, 47 apostadores acertaram cinco números, o que rendeu um prêmio de R$ 52.422,61 por aposta. Os 3.870 jogadores que ganharam com quatro números receberam R$ 909,50 cada.
Para concorrer, é necessário pagar ao menos R$ 5, valor correspondente a uma aposta de seis números. As chances de vencer com essa aposta são de uma em mais de 50 milhões.
O sorteio será realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo.
Informações Bahia.ba

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva trocou os secretários-executivos de três ministérios neste início do segundo ano da gestão do petista. As exonerações foram feitas no Ministério das Cidades, no Ministério de Minas e Energia e na Secretaria-Geral da Presidência da República em um intervalo de três dias em janeiro. As mudanças ocorreram depois de discordâncias entre os ministros e os número 2 das pastas. Os ministérios afirmam que as exonerações foram a pedido dos secretários.
Ricardo Cappelli, o número 2 do Ministério da Justiça e Segurança Pública, deve ser o quarto secretário-executivo da Esplanada a deixar o cargo em 2024. A mudança ocorrerá pela saída de Flávio Dino do comando da pasta. A Justiça será chefiada pelo ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski. Na gestão dele, Manoel Carlos de Almeida Neto, seu antigo assessor na Corte, ocupará o cargo. A posse de Lewandowski está marcada para o dia 1º de fevereiro.
No último dia 9, Maria Fernanda Ramos Coelho foi demitida pelo ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência. Segundo o ministério, a número 2 da pasta pediu exoneração por “motivos pessoais”. Mas, de acordo com o jornal O Globo, ela perdeu o cargo por não ter autorizado a destinação de recursos públicos para custear passagens e diárias de servidores que acompanharam o ministro em um “carnaval fora de época” no fim do ano passado, em Aracaju, reduto eleitoral do ministro petista.
A agenda particular ocorreu de 3 a 5 de novembro. Para justificar as viagens dos assessores, a Secretaria-Geral alegou que eles acompanhariam Macêdo em visita a uma organização não governamental cuja sede, segundo dados da Receita Federal, fica em um município vizinho a Aracaju. No entanto, a agenda oficial do ministro não registrou nenhuma missão no período. Além disso, ele não postou sequer uma foto do encontro nas redes sociais — ao mesmo tempo em que publicou 28 imagens e um vídeo na folia, que foram registradas por um fotógrafo oficial da Presidência.

Depois da repercussão do caso, a Secretaria-Geral abriu uma sindicância interna, e os servidores tiveram que devolver o dinheiro público. O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União também pediu para a Corte apurar se a destinação dos recursos ocorreu de forma irregular.
A substituta de Maria Fernanda foi nomeada por Macêdo na última quarta-feira, 16. A nova número 2 da pasta é Kelli Cristine de Oliveira Mafort, que, no passado, foi uma liderança nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Em 2016, ela participou de uma invasão do grupo em uma fazenda no interior de São Paulo, do empresário João Baptista Lima Filho, sócio da Argeplan e amigo do ex-presidente Michel Temer (MDB).
A invasão foi parar na Justiça, uma vez que as lideranças do MST foram acusadas de furtar bens que estavam na fazenda. No entanto, o processo foi arquivado em janeiro de 2022. Para Macêdo, a experiência política de Kelli Cristine na relação com os “movimentos sociais e populares” é fundamental para o cumprimento da missão da pasta.
Ao jornal O Estado de S. Paulo, a Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou que “nunca houve tratativa sobre quaisquer passagens nem diárias de viagem entre a ex-secretária e o ministro Márcio Macêdo”.
O número 2 do Ministério das Minas e Energia, Efrain Cruz, foi exonerado em 11 de janeiro, por Lula. Em outro decreto, publicado no mesmo dia, o ministro Alexandre Silveira nomeou Arthur Cerqueira Valerio, que ocupava o cargo de consultor jurídico na pasta, como o novo secretário-executivo.

Em outubro do ano passado, o Estadão revelou que a Comissão de Ética Pública da Presidência da República havia decidido instaurar uma investigação contra Efrain. O inquérito apura se ele cometeu “supostos desvios éticos decorrentes de eventual falta de transparência e imprecisões na agenda pública”. O caso apura o período em que o ex-secretário-executivo foi diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 2018 a 2022.
Efrain não era a primeira opção de Silveira para o cargo. Quando tomou posse, o ministro queria que o seu número 2 fosse Bruno Eustáquio, que trabalhou na pasta durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi um dos responsáveis por estruturar a privatização da Eletrobras. O nome de Eustáquio foi barrado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, por causa da proximidade do cotado com a gestão do ex-chefe do Executivo.
De acordo com o portal g1, Efrain e Silveira não eram próximos e a relação dos dois se deteriorou nos últimos meses. Cerqueira Valerio, por sua vez, possui um contato mais direto com o titular de Minas e Energia do governo Lula.
Interlocutores da pasta disseram que a repercussão do inquérito que apura a conduta de Efrain na Aneel teria sido malvista por Silveira e também motivou a troca na secretaria-executiva. Oficialmente, o Ministério de Minas e Energia afirmou que o número 2 foi exonerado a pedido.

O secretário-executivo do Ministério das Cidades, Hildo Rocha, foi exonerado no último dia 12. Hildo foi deputado federal pelo Maranhão de 2015 a 2022 e não conseguiu se reeleger ao cargo nas últimas eleições. Ele ocupou o segundo posto mais alto no ministério depois de ser indicado pelo MDB, partido dele e do ministro Jader Filho.
Outras nove pessoas subordinadas a Rocha também foram demitidas no mesmo dia. Entre os nomes, está o de Caroline Paes Pereira, que era secretária parlamentar dele na Câmara dos Deputados. No ministério, ela ocupava a chefia do gabinete da Secretaria.
Fontes afirmaram que a demissão de Rocha ocorreu depois de atritos entre ele e Jader Filho pela gestão de recursos públicos controlados pela pasta. Entre as divergências, a negociação de emendas parlamentares e a destinação de verbas para o Programa de Aceleração do Crescimento.
O substituto de Rocha ainda não foi nomeado por Jader Filho e a Secretaria está sendo ocupada interinamente por Antonio Vladimir Moura Lima.
Revista Oeste, com informações da Agência Estadão

Os advogados do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump pediram na quinta-feira, 18, que a Suprema Corte norte-americana coloque um fim rápido e decisivo aos esforços para expulsá-lo das eleições presidenciais de 2024. O republicano deseja concorrer mais uma vez à Casa Branca e venceu as primárias da legenda no Estado de Iowa.
Em um documento escrito, os advogados de Trump pediram ao tribunal que revertesse uma decisão inédita do Supremo Tribunal do Colorado, que dizia que Trump não deveria estar nas eleições primárias republicanas do Estado devido ao seu suposto papel nos eventos que culminaram nos ataques ao Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.
A audiência está marcada para o dia 8 de fevereiro em um caso que ambos os lados apontam que precisa ser resolvido logo para que os eleitores saibam se Trump, o favorito a nomeação republicana, poderá voltar a ocupar a Presidência dos EUA.
O tribunal está lidando com o caso dentro de um prazo reduzido que poderia produzir uma decisão antes da “Superterça”, em 5 de março. A data marca o dia quando o maior número de delegados estará em disputa, inclusive no Colorado.
O caso apresenta ao tribunal superior a sua primeira análise de uma disposição da 14ª Emenda, que proíbe pessoas que “se envolveram em insurreição” de ocupar cargos públicos. A emenda foi adotada em 1868, depois da Guerra Civil Norte-Americana.
Os advogados do ex-presidente afirmam que os “esforços para manter Trump fora das urnas ameaçam privar milhões de norte-americanos e prometem desencadear o caos e a confusão se outros tribunais e autoridades estaduais seguirem o exemplo do Colorado e excluírem o provável candidato presidencial republicano de suas cédulas”.
Membros republicanos do Congresso, procuradores-gerais e líderes legislativos republicanos em 27 Estados, e três ex-procuradores-gerais dos EUA, incluindo um que serviu a administração do republicano, estão entre aqueles que contribuíram para apoiar Trump no caso do Colorado.
A Suprema Corte do Colorado, por 4 votos a 3, decidiu no mês passado que Trump não deveria estar nas eleições primárias republicanas.
Trump está apelando separadamente para o tribunal estadual de uma decisão da secretária de Estado democrata do Maine, Shenna Bellows, de que ele é inelegível para comparecer às urnas no Estado por causa de seu papel no ataque ao Capitólio. As decisões da Suprema Corte do Colorado e da secretária de Estado do Maine estão suspensas até que os recursos sejam encerrados.
O ex-presidente norte-americano Donald Trump venceu o primeiro teste para nomeação pelo partido Republicano na corrida à Casa Branca. A disputa interna entre os pré-candidatos começou nesta segunda-feira, 15, com o caucusde Iowa. O republicano conseguiu 51% dos votos, o que lhe rendem 20 delegados para convenção nacional republicana.
O governador da Flórida, Ron DeSantis, que ficou bastante distante de Trump na disputa, terminou o pleito com 21% dos votos, em segundo lugar. A ex-governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, ficou em terceiro lugar, com 19%.
A vantagem inédita de Trump para o segundo colocado, com 30 pontos porcentuais e mais de 50% da preferência do eleitorado republicano no Estado, indicam o tamanho da vitória. Ele venceu em todos os condados, dos mais rurais e religiosos às cidades maiores. Nunca uma vitória foi tão ampla em Iowa, o que dá ao ex-presidente fôlego para a próxima disputa em New Hampshire.
Revista Oeste, com informações da Agência Estado e da agência de notícias Associated Press

A mansão projetada para Zezé di Camargo e sua ex-mulher, Zilu, está à venda por R$ 25 milhões.





Créditos: Terra.

Antes “cão de guarda” do governo Lula contra bolsonaristas nas redes sociais, André Janones tem encolhido nas plataformas. A queda no número de seguidores acontece desde o fim de novembro, quando o colunista Paulo Cappelli revelou áudios em que ele instruía ex-assessores a devolverem seus salários. Janones nega, no entanto, que o esquema de “rachadinha” tenha virado realidade.
Dos 2,3 milhões de seguidores que tinha no Instagram no fim do novembro, quando surgiram as gravações, Janones perdeu 20 mil em dois meses. No Facebook, o prejuízo foi de 8,8 mil usuários.
Levantados por meio da plataforma Crowdtangle, os dados inéditos mostram que o engajamento está caindo — o que atrapalha a combatividade que Janones se propõe a manter.
Até novembro, os posts dele tinham média de 21,4 mil interações cada um no Instagram. Agora em janeiro, com a suspeita de “rachadinha” no horizonte, a média tem sido de 18,6 mil (-13%). No Facebook, houve redução mais expressiva: a média de 15,9 mil passou a 4 mil em dois meses (-74,8%).
Créditos: O Globo.

Na manhã desta sexta-feira (19) foi realizada a instalação do novo pórtico da pista inferior do Complexo Viário Miraldo Gomes, localizado no bairro Cidade Nova. O trânsito na região não foi prejudicado.
Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) acompanhou a instalação da estrutura metálica que é usada para delimitar a altura dos veículos que trafegam no viaduto e assim evitar acidentes ou colisões.
Em julho do ano passado, o pórtico de sinalização da pista inferior do viaduto foi atingido por um veículo de altura superior à limitação do viaduto.
“Diante do ocorrido, agora nós temos um pórtico reserva. Caso isso volte a acontecer novamente, já temos um pórtico de standby para dar um reforço imediato”, assegura o Diretor de Execução de Obras da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA), Ianco Pinho.
*Secom/PMFS

Em parte de seu discurso durante a cerimônia de retomada dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, nesta quinta-feira (18), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) resolveu criticar os pastores que não o apoiaram.
Para o petista, seus críticos são mentirosos e fazem parte de um plano iniciado com o impeachment de Dilma Rousseff (PT) para destruir as conquistas que os governos petistas trouxeram para o Brasil.
– As pessoas que me acusaram estão apodrecendo, porque sabem que mentiram, e sabem que o inferno os aguarda por tanta mentira – declarou ele se referindo à Operação Lava Jato.
E em seguida falou sobre os líderes religiosos:
– Os pastores sabem que mentiram, sabem que estão mentindo e que Deus está vendo. Entretanto, faz parte de um jogo sórdido, talvez o pior que já vi.
*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert / PR

foto: reprodução
Pessoas próximas a atriz confirmam que relação com a emissora não é das melhores
Após fazer sucesso como a vilã Irene emTerra e Paixão, Glória Pires vai deixar a Globo. A decisão de não renovar partiu da atriz, que quer se aventurar na produção e poder escolher mais os seus trabalhos. De acordo com pessoas próximas a ela, a veterana não quer mais fazer novelas longas – Terra e Paixão acabará com 221 capítulos.
A emissora procurou Glória Pires em 2022 propondo a renovação do contrato de exclusividade por um curto período, mas ela optou apenas por um extensão de prazo para fazer Terra e Paixão a pedido de Walcyr Carrasco.
A proposta para a conversa partiu da emissora, que vem abrindo mãos dos contratos longos de exclusividade com seus talentos. Glória era estrela da casa há quase 55 anos e a Globo queria uma renovação por pouco tempo. Cria da TV desde seus cinco anos -ela nunca fez uma peça de teatro-, a atriz já estava querendo respirar novos ares. Ela costumava dizer às pessoas mais próximas que sentia falta de projetos mais desafiadores e de mais qualidade, como as séries, por exemplo. Mesmo sendo do primeiro time da Globo, ela nunca foi escalada para esse tipo de trabalho e se sentia desprestigiada ao só ser vista para os projetos, digamos, mais populares como as novelas.
Segundo pessoas próximas a Gloria, ter sido trocada por Regina Casé em Todas as Flores azedou sua boa relação com a emissora. A atriz já estava escalada para fazer a novela -que iria ao ar depois de Pantanal (2022) na TV aberta- e soube que não faria mais pela imprensa. A troca de elogios entre João Emanuel Carneiro e Regina em vários veículos de comunicação foi a senha para Gloria entender a puxada de tapete. Somente depois do vazamento da informação, ela foi informada de que não ficaria com o papel da principal vilã da novela, que acabou sendo disponibilizada no Globoplay.
O momento veio a calhar e ela fez do limão uma limonada, já que ela já estava mesmo pensando em não renovar seu contrato de exclusividade.
Assim que soube do imbróglio, Walcyr Carrasco pediu Glória para sua novela. Os dois haviam trabalho juntos em O Outro Lado do Paraíso (2017), e o novelista prometeu a ela uma grande personagem, a malvada Irene, que se tornou um dos dos maiores sucessos da história.
Animada em voltar a fazer uma vilã depois do fiasco de Babilônia (2015), Gloria fez apenas uma extensão do seu contrato para estar em Terra e Paixão. Com o fim da novela, ela deixa a emissora para retornar apenas em trabalhos mais expressivos e com vínculo apenas por obra. A mãe de Cleo Pires quer se dedicar a projetos mais curtos, ao cinema, e pensa em experimentar os trabalhos nas plataformas de streaming, que estão cada vez mais bem conceituados.
Léo Dias

O fim da isenção de cobrança de impostos sobre valores recebidos por líderes religiosos, medida anunciada pelo governo Lula na quarta-feira (18), cria, no mínimo, um embaraço para o deputado federal Zé Neto, pré-candidato a prefeito de Feira pelo PT.
A decisão polêmica do governo petista certamente terá desdobramentos em Feira de Santana, onde o parlamentar feirense e o governo do estado tentam a todo custo uma aproximação com o segmento evangélico, de olho, claro, nas eleições de outubro.
A medida estava em vigor desde julho de 2022, quando foi publicada pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) às vésperas da eleição. A decisão cita processo em andamento no Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o tema, iniciado após ação do Ministério Público. A suspensão foi publicada pelo Diário Oficial da União (DOU) e já está em vigor.
A medida bolsonarista considerava que valores pagos pelas igrejas a seus “ministros de confissão religiosa” não poderiam ser considerados salários. Assim, estariam isentos de cobrança de contribuições previdenciárias, por exemplo.
Enquanto a medida esteve em vigor, apenas eram considerados salários os pagamentos recebidos pelos líderes religiosos em relação a atividades “comprovadamente” de trabalho, como aulas ministradas em cursos, por exemplo.
A decisão de Lula, considerada uma perseguição aos evangélicos, público que em sua esmagadora maioria não vota no PT, pode ser uma ducha de água gelada na tentativa de aproximação de Zé Neto aos evangélicos.
Agora é aguardar para conferir os desdobramentos da medida do governo Lula, contra os líderes religiosos. Mas uma coisa é certa: Zé Neto vai ter muito o que explicar aos religiosos.
Informações O Protagonista

Foto: Ding Lin/Xinhua
O ditador comunista da China, Xi Jinping, deverá vir ao Brasil em novembro para uma visita oficial de Estado. A informação foi confirmada pelo chanceler brasileiro Mauro Vieira nesta sexta-feira (19).
O anúncio foi feito depois de se reunir com o ministro de Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, no Palácio do Itamaraty.
O líder chinês deverá participar da Cúpula do G20, que será realizada no Rio de Janeiro (RJ).
A visita já era esperada desde a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Pequim em abril de 2023.
Gazeta Brasil