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Governador afirmou que não criar uma escola do ‘faz de conta’, mas um modelo de ‘portas abertas’ diante de deficiências dos estudantes

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a defender a portaria que flexibiliza a aprovação de alunos da rede estadual e afirmou que, antes de ser criticada, a medida havia sido avalizada pela APLB Sindicato.

“Conversamos com a APLB. A APLB inicialmente deu ‘ok’. Depois veio com uma conversa atravessada. Qual era a da APLB? ‘Governador, ou secretária Adélia, percebemos aí um equívoco’. Vamos consertar”, declarou o governador em entrevista à rádio A Tarde FM na manhã desta segunda-feira

Nas últimas semanas, o petista foi alvo de críticas que desgastaram sua imagem até mesmo entre setores da esquerda.

Ele, por sua vez, nega ser a favor da aprovação automática em sala de aula.  Mas diz que, no modelo defendido, o estudante seja aprovado ‘à medida que aprende’. “Esse é um conceito da escola brasileira. Se uma escola reprova muito, tem alguma coisa equivocada. Quando uma pessoa chega doente ao hospital, eu vou procurar a motivação e cuidar. É alimentação?  Falta de exercício físico? É um remédio. É uma cirurgia? Se o hospital faz isso, a escola também tem que chamar e dizer: ‘Qual foi o problema?’”, disse Jerônimo à emissora de rádio,

Para o governador, as reprovações muitas vezes estão relacionadas à deficiência na formação inicial do aluno.

“Eu não tive creche. Se eu não tive uma creche na minha vida, é claro que eu já chego à escola com a deficiência na formação. Se eu não tive um fundamental adequado, eu também não chegarei bem no nível médio e não vou chegar na universidade bem. Até as  universidades, em algumas delas, a gente sente ali que tem uma recomposição de conhecimento no primeiro semestre. Não adianta eu pegar o menino, a menina, ‘vamos tocar aqui, que você tem que aprender, é obrigação sua’. A formação nossa da cadeia, se ela não está ainda condizente, nós temos que fazer algumas recuperações, e é pra isso que a gente fez [ a portaria]”, continuou o governador.

“Espero que a gente possa, com essa portaria, dialogar melhor com a categoria de professores, os formadores, as entidades que defendem. Agora, vou repetir aqui aos pais e mães:  nós não estamos querendo criar uma escola do ‘faz de conta’. Pelo contrário, queremos que a escola seja essa porta aberta”, disse

Em uma aula inaugural em Feira de Santana no mês passado, o petista discursou contra professores que reprovam estudantes, numa ação que chamou de “autoritária” e “preconceituosa”.

A fala foi criticada por opositores e pela APLB Sindicato, que também reagiu à portaria. Diante  da repercussão negativa de suas declarações, Jerônimo afirmou que nunca defendeu aprovação sem critérios.

Informações Bahia.ba


Gols do Leão foram marcados por Alerrandro e Zé Hugo

Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

O Vitória conquistou vantagem no jogo pela semifinal do Baianão ao bater o Barcelona de Ilhéus por 2 a 0 neste domingo (10). O confonto, no estádio Mário Pessoa, foi marcado por reclamações após o árbitro Emerson Ricardo de Almeida, com o auxílio do VAR, anular um gol Rubro Negro e não assinalar um penâlti reclamado pelo time da capital.

O juiz também anulou uma penalidade a favor do Barcelona com o auxílio da tecnologia.

Os tentos do Leão foram marcados por Alerrandro, aos 11 do segundo tempo, e Zé Hugo, aos 51 da mesma etapa.

Os dois times voltarão a se enfrentar no próximo domingo (17), às 16h, no Barradão.

O Vitória poderá até perder por um gol para chegar à decisão do Estadual. Já o Barcelona precisa vencer por dois gols para levar a partida aos pênaltis —e de três ou mais gols para se classificar de maneira direta no tempo normal.

O ganhador enfrentará quem levar a melhor no jogo entre Bahia e Jequié, que se enfrentam pela outra semifinal do Baiano.

Informações Bahia.ba


O movimento cobra da Codevasf o assentamento de cerca de mil famílias

MST Codevasf
O movimento afirma que 300 famílias do acampamento Terra Nossa participam do protesto | Foto: Reprodução/Twitter/X

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu uma área da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Juazeiro, na Bahia. A invasão da estatal ocorreu neste domingo, 20.

Em seu site, o movimento informa que os invasores protestam pela falta de cumprimento de um acordo para o assentamento de mil famílias do Estado. Seria um acordo feito em 2008, com o qual a Codevasf e o Incra teriam se comprometido a destinar 13 mil hectares de suas terras para assentamentos do MST. 

O movimento protesta por falta de água para o plantio no acampamento Terra Nossa, no qual vivem as 300 famílias que invadiram a área da Codevasf. Segundo eles, seria obrigação da companhia fornecer a água. 

Em nota, a Codevasf afirmou que água “destina-se aos agricultores regularmente instalados”. “A maior parte dos produtores atendidos pelo projeto pratica a agricultura de caráter familiar. São 255 produtores familiares e 68 produtores empresariais, que atuam em 5,1 mil hectares. A outorga de água emitida pelo órgão regulador é específica para uso na área do Projeto Salitre”, disse a estatal, em nota à Folha de S.Paulo.

O MST também voltou a se queixar de demora no avanço das políticas de reforma agrária do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na sexta-feira 8, eles invadiram uma área em Minas Gerais. 

Na última quarta-feira, 6, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), militante do MST, discursou no Congresso e ameaçou novas invasões. “Essa é uma preocupação”, disse o petista, no discurso. “Nos assentamentos falta água, falta estrada, não há desapropriação.”

MST
O movimento também afirma que a Codevasf impede o acesso à água de um projeto de irrigação que fica a 800 metros do acampamento Terra Nossa | Foto: Reprodução/Twitter/X

O movimento também afirma que a Codevasf impede o acesso à água de um projeto de irrigação que fica a 800 metros do acampamento Terra Nossa. 

Informações Revista Oeste


Marcella Maia foi dispensada pelo canal e precisou voltar a se prostituir para ter o que comer

Foto de Marcella Maia, ex-atriz da TV Globo
Marcella Maia em seu último papel na TV Globo, na novela Quanto Mais Vida, Melhor! | Foto: Reprodução/TV Globo 

Marcella Maia, conhecida por viver a Morte em Quanto Mais Vida, Melhor! (2022), da TV Globo, revelou que voltou a se prostituir na Europa depois de sofrer violência patrimonial de um ex-companheiro. A atriz contou que colocou fim em um relacionamento abusivo que durou muitos anos e, consequentemente, perdeu o apartamento que tinha em Portugal. 

Em situação de rua, a artista recorreu à prostituição em Paris, na França, para poder ter onde morar e até colocar comida na geladeira. “Passei por uma reviravolta dramática no último mês. Me libertei de uma relação abusiva que começou quando eu tinha apenas 19 anos. Três semanas atrás, eu estava sem nada”, contou a artista. 

“Sem comida, apoio, ou um lugar para chamar de lar. Perdi minha cobertura no Porto, 3 milhões de euros de patrimônio, meu sorriso e a carreira por conta de boatos maldosos e escolhas ruins. Mas nunca perdi a fé em mim”, disse a ex-atriz da TV Globo.

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Marcella Maia continuou. “Foi nesse momento de vulnerabilidade que a prostituição se tornou um refúgio. Eu encontrei uma maneira de reconstruir minha confiança e garantir minha estabilidade financeira. Hoje, moro numa cobertura, paguei minhas contas e minha geladeira não está mais vazia”, assegurou. 

Foto da atriz Marcella Maia
Marcella Maia foi demitida da Globo há 2 anos | Foto: Divulgação/TV Globo

Ex-atriz da Globo diz querer provar que vidas não são perfeitas

“Eu compartilho minha história não para vitimização, mas para mostrar a verdade por trás das ‘vidas perfeitas’ das redes sociais. Sou uma guerreira, não uma herdeira, e estou determinada a me reerguer”, afirmou Marcella Maia.

A ex-atriz da Globo também disse que não romantiza a sua situação, mas tenta mostrar que vidas não perfeitas. “A vida é uma constante aprendizagem e, apesar de tudo, acredito no amor. Agora, entendo o valor do dinheiro e a importância de ser autossuficiente. Eu sou poderosa, maravilhosa e tenho coragem de enfrentar qualquer desafio. Sou grata a mim mesma pela coragem e resiliência”, concluiu.

Informações Revista Oeste


Getty Images

Se você está buscando uma dieta mais saudável, é essencial estar ciente de que algumas frutas, quando consumidas em excesso, podem contribuir para o ganho de peso. Contudo, é importante destacar que o consumo consciente e equilibrado dessas frutas oferece benefícios significativos para a saúde.

As frutas são ricas em fibras, vitaminas, sais minerais e antioxidantes, proporcionando importantes nutrientes ao corpo. Entretanto, algumas delas apresentam níveis calóricos mais elevados, o que pode impactar os resultados de uma dieta. Algumas frutas a serem consideradas incluem:

  • Abacate;
  • Coco;
  • Açaí;
  • Banana;
  • Uva;
  • Caqui;
  • Figo;
  • Manga.

Frutas em calda e frutas secas, como ameixa, uva passa e damasco seco, também têm um valor calórico mais alto devido ao processamento com adição de açúcar.

Como Incorporar Frutas Calóricas sem Comprometer a Dieta: O consumo moderado é a chave para desfrutar dos benefícios nutricionais das frutas sem comprometer seus objetivos de perda de peso. Especialistas recomendam incluir frutas preferencialmente no café da manhã ou no lanche da tarde. Evitar o consumo à noite é aconselhado, já que o metabolismo desacelera, dificultando a queima de calorias.

Diversificar as opções ao longo do dia, escolhendo frutas mais e menos calóricas com base nas preferências e necessidades nutricionais, é uma estratégia eficaz. Além disso, as frutas podem ser incorporadas em receitas criativas, como sucos, smoothies, saladas e sobremesas saudáveis.

Manter uma rotina regular de exercícios físicos também é fundamental, pois contribui para acelerar o metabolismo e auxiliar na queima de calorias acumuladas.

Em resumo, as frutas calóricas não precisam ser excluídas da dieta; o segredo está no equilíbrio e na moderação, aproveitando todos os benefícios nutricionais que elas têm a oferecer.

Com informações do Catraca Livre.


Tenente-coronel vem demonstrando contrariedade com trechos divulgados sobre seu acordo de colaboração com a Polícia Federal

Brasília (DF), 24/08/2023, O tenente-coronel, Mauro Cid, depoe na CPI da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
O tenente-coronel, Mauro Cid, depõe na CPI da Câmara Legislativa do Distrito Federal (Antônio Cruz/Agência Brasil)

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, vem demonstrando contrariedade com o que chama de “interpretação” ao que ele próprio teria relatado no âmbito de seu acordo de colaboração firmado com a Polícia Federal.

Após ficar quatro meses preso em uma cela do Exército, o militar decidiu contar aos investigadores sobre o que viu e ouviu durante o período em que assessorou o então presidente. Depois disso, foi solto.

As declarações do tenente-coronel são peça-chave na investigação que apura se Bolsonaro, militares e assessores palacianos tramaram saídas golpistas com o objetivo de impedir a posse de Lula e de levar os militares à rua, visto que o militar não entregou nenhuma prova.

Apesar disso, mensagens e documentos encontrados no celular e no computador dele evidenciam as tratativas sobre reverter o resultado eleitoral de 2022 – as conversas envolviam inclusive  a participação de militares e do uso das Forças Armadas.

A outra versão da colaboração

A íntegra do depoimento de Cid é mantida sob sigilo. No entanto, alguns trechos vieram à tona.

Como mostra reportagem de VEJA desta edição, o militar contou aos investigadores, conforme consta em documentos oficiais da PF, que Bolsonaro “queria pressionar as Forças Armadas para saber o que estavam achando da conjuntura” e que soube que o então comandante da Marinha, Almir Garnier,  “anuiu com o golpe de Estado, colocando suas tropas à disposição do presidente”, durante uma reunião no Palácio da Alvorada.

Apesar da gravidade do que está registrado, o tenente-coronel tem desabafado a pessoas próximas que trechos do seu depoimento foram encaixados em “narrativas” que os investigadores fazem para compor a versão de que houve uma tentativa de golpe no país.

“Não sou traidor, nunca disse que o presidente tramou um golpe. O que havia eram propostas sobre o que fazer caso se comprovasse a fraude eleitoral, o que não se comprovou e nada foi feito”, disse recentemente a um interlocutor.

Na versão de Cid, ele mal foi questionado sobre o papel dos militares, “porque sabiam que eu não ia contar o que eles queriam ouvir”. Além disso, ele teria minimizado as propostas de teor golpista e dito aos investigadores que jamais viu uma “minuta de golpe” sendo apresentada aos comandantes – e, aliás, ele sequer teria usado o termo “golpe” para detalhar os encontros que presenciou enquanto esteve ao lado do ex-presidente.

Por essa versão, que carece de comprovação, o tenente-coronel relatou ter presenciado apenas a apresentação de “considerandos” aos comandantes, nos quais constavam decisões contrárias perpetradas pelo STF e pela Justiça Eleitoral contra Bolsonaro e tratadas pelo então presidente como persecutórias.

Ainda segundo Cid, Bolsonaro estava em “luto profundo” após ter sido derrotado nas urnas e se dizia alvo do Judiciário, que teria atrapalhado sua campanha. É nesse contexto que surgiam as mais diversas ideias vindas de assessores e militares. As propostas passavam por Bolsonaro reconhecer o resultado e dar fim à celeuma, fazer uma contagem paralela por meio de sites ou até botar as tropas nas ruas. Ao fim e ao cabo, ressalta Cid, nada disso foi feito.

O posicionamento, diga-se, é no mínimo controverso e esbarra em mensagens obtidas pela Polícia Federal, como a que o próprio tenente-coronel enviou a Freire Gomes relatando que Bolsonaro era pressionado a tomar uma medida “mais pesada” e, “obviamente, utilizando as forças”.

Novo depoimento

Apesar de Cid tentar minimizar as tratativas no Alvorada e garantir que Bolsonaro jamais daria um golpe, alegando que não havia estrutura ou apoio para isso, a Polícia Federal vê elementos contundentes para indiciar o ex-presidente e seu entorno por uma intentona contra o Estado democrático de direito.

Na próxima segunda-feira, 11, o militar prestará um novo depoimento aos investigadores e terá a oportunidade de tentar esclarecer, definitivamente, o que de fato aconteceu nos derradeiros dias de Bolsonaro no poder.

Informações Veja


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro conclamou de maneira firme suas correligionárias do Partido Liberal (PL) na Bahia a “macetar” a liberação das drogas, do aborto e da “ideologia de gênero”. A fala foi feita por ela durante um encontro do PL Mulher, em Salvador, neste sábado (9).

– Nós precisamos, como diz aqui na Bahia, nós precisamos macetar. Mas é macetar a legalização do aborto, macetar a legalização das drogas. Nós vamos macetar essa ideologia de gênero do mal. Vamos macetar tudo aquilo que o inimigo e essa extrema esquerda maldita, que é usada para o mal, querem implantar na nossa sociedade. Nós não aceitamos, mulheres – disse.

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga a descriminalização do porte de maconha para uso pessoal desde 2015. Na última quarta-feira (6), o julgamento do caso foi suspenso após o ministro Dias Toffoli pedir mais tempo para análise. A Corte também iniciou a votação sobre a descriminalização do aborto até a 12ª semana da gestação. Não há previsão de o tema retornar à pauta do Plenário.

Ainda sobre o aborto, o Ministério da Saúde suspendeu, em fevereiro, uma nota técnica feita pela pasta com recomendações a respeito da realização do procedimento. A publicação refutava conceitos adotados em um documento anterior do ministério, elaborado sob a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que defendia um limite de tempo da gestação para realização do aborto.

CRÍTICAS A LULA E JANJA
A ex-primeira-dama também aproveitou para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e alfinetar a atual primeira-dama, Janja. Sem citar o nome da esposa de Lula, Michelle disse que “algumas nascem com a vocação de viajar”.

– Claro que algumas nascem com a vocação de viajar. Mas eu nasci com a vocação de trabalhar pelo povo (…). O que dói o meu coração hoje é que tem muita coisa para dar continuidade, e está tudo parado. Porque as prioridades deste atual governo são outras. É gastar o dinheiro do contribuinte com irresponsabilidade – disse.

Michelle também criticou Lula por fazer “chacota com uma candidata na Venezuela”. A referência feita por ela foi a fala recente de Lula sobre María Corina Machado, opositora de Nicolás Maduro. Ao comentar as eleições no país, o presidente brasileiro colocou em dúvida o comportamento dos opositores e sugeriu que candidatos impedidos de concorrer não deveriam “ficar chorando”.

No evento, Michelle contou ter tido “depressão” em 2019, no primeiro ano de governo do marido, Jair Bolsonaro, por não ter conseguido ajudar todas as pessoas que a procuravam pedindo auxílio.

– Eu tive depressão no primeiro ano, porque eu queria, eu achei que fosse chegar e resolver a situação de todo mundo. Mas a gente sabe como é burocrático, como a máquina é lenta. A gente chegando ali, de primeira viagem, e as mães chegavam pra mim: “Michelle (…), se o meu filho não tomar medicação em 30 dias, ele vai perder o movimento das pernas, ele vai parar de mexer a cabeça” – lembrou.

Nos eventos que realiza desde o ano passado pelo PL Mulher, a ex-primeira-dama busca incentivar mulheres conservadoras a se organizarem para disputar as eleições municipais de outubro deste ano.

– Nós sabemos que muitas acham que não têm aptidão para estar na política partidária, mas muitas aqui são lideranças sociais. E muitas aqui já fazem política – completou.

*AE
Foto: Victor Chagas e Bruno Koressawa / PL


Um boato circulou nas redes sociais neste sábado (9) dando conta de que o jogador Daniel Alves, que foi condenado em fevereiro a uma pena de quatro anos e seis meses de prisão por estupro, teria morrido na prisão onde está detido, em Barcelona, na Espanha. No entanto, o irmão do ex-lateral da Seleção Brasileira, Ney Alves, desmentiu a informação e fez duras críticas aos que espalharam a notícia falsa.

– Quanta crueldade do ser humano, quanta crueldade. Condenaram meu irmão pela fala de uma mulher que adentrou o banheiro masculino, [para] fazer o quê, só eles sabem… Vocês já condenaram o cara, não basta? O cara tá preso. Agora, maior loucura aqui, vocês querem a morte, desejar, ver meu irmão morto. Como assim? Quanta crueldade é essa? – disse.

O boato circulou pelas redes após a fotografia de Daniel no Instagram ter sido substituída por um círculo preto, o que foi interpretado por internautas como uma referência ao luto. No entanto, a própria advogada do jogador, Graciele Queiroz, confirmou que a notícia da morte era falsa e declarou que vai notificar os perfis que a veicularam.

– Mais uma vez faltam com respeito e propagam fake news. Como das outras vezes, gostaria de esclarecer que nunca foi acionado o protocolo anti suicídio em Brian 2. Daniel não está em depressão, como agora a sociedade midiática, sem responsabilidade, tenta difamá-lo, ignorando que ele tem pais idosos. Irei tomar as medidas legais cabíveis para proteger a integridade e a reputação da família – afirmou.

CONDENAÇÃO
A Justiça espanhola condenou o jogador Daniel Alves no último dia 22 de fevereiro a quatro anos e seis meses de prisão por estuprar uma jovem no banheiro de uma cabine privada da Boate Sutton, em Barcelona, ​​na noite de 30 de dezembro de 2022, forçando a vontade da vítima “com uso de violência”, segundo o Judiciário.

Na sentença, o tribunal condenou o brasileiro, que já se encontrava em prisão preventiva pelo crime de agressão sexual, a quatro anos e meio de prisão, cinco anos de liberdade vigiada e nove anos de afastamento da vítima, que deve ser compensada ainda com 150 mil euros (R$ 804 mil na cotação atual).

No julgamento, que aconteceu entre os dias 5 e 7 de fevereiro, o Ministério Público pediu nove anos de prisão para Daniel Alves, enquanto a acusação particular exercida pela vítima solicitava 12 anos. O tribunal, que aplicou a hipótese atenuante de reparação do dano, concluiu que está provado que Daniel Alves “agarrou subitamente” a vítima, atirou-a ao chão e, impedindo-a de se mexer, violentou-a.

Segundo o tribunal, “para a existência de agressão sexual não é necessário que ocorram lesões físicas, nem que haja provas de oposição heroica por parte da vítima a manter relações sexuais”.

BUSQUE AJUDA
No Brasil, o Centro de Valorização da Vida é uma das instituições que dão apoio emocional e trabalham para prevenir o suicídio. Para pedir ajuda, ligue para o número 188 ou acesse o site.

*AE
Foto: EFE/José Méndez


O Departamento de Defesa dos EUA divulgou um relatório na sexta-feira 8

pentágono
Ovnis avistados sobre um estacionamento nos EUA | Foto: Divulgação/Pentágono

Departamento de Defesa dos Estados Unidos, conhecido como Pentágono, informou que não há evidências de que alienígenas visitaram o Planeta Terra. O governo norte-americano divulgou um novo relatório na sexta-feira 8.

As teorias de que extraterrestres visitaram a Terra ganharam força na década de 1960, quando aviões espiões avançados do governo usados em testes foram avistados e relatados como ovnis — objetos voadores não identificados. Recentemente, drones e novos tipos de satélites trouxeram as teorias de volta.

Porém, o novo relatório do Pentágono reafirma que não encontrou evidências de que os objetos observados eram espaçonaves alienígenas. O departamento norte-americano não encontrou sinais de que o governo estivesse ocultando tecnologia extraterrestre da população.

O documento de 63 páginas informa que inexistem evidências de que quaisquer ovnis avistados representassem a visita de alienígenas ao Planeta Terra. Esse é o maior relatório que o Pentágono fez nos últimos anos sobre o assunto.

O porta-voz do Departamento de Defesa, Patrick Ryder, disse que o órgão fez o relatório “com mente aberta e sem preconceitos”, mas, mesmo assim, não encontrou evidências que justificassem as alegações de programas secretos ou tecnologia alienígena oculta.

“Todos os esforços investigativos, em todos os níveis de classificação concluíram que a maioria dos avistamentos eram objetos e fenômenos comuns e resultado de identificação errônea”, disse Ryder.

Apesar do relatório, o governo tem diversos “fenômenos anômalos não identificados” sem solução, mas o documento informa que esses fenômenos não têm nada para ser visto.

De acordo com o Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios do Pentágono, faltaram dados com mais qualidade para resolver essas investigações.

Pentágono evita comentar sobre ovnis

ovini
Marina dos EUA registrou um ovni em 2004 | Foto: Divulgação/Pentágono

Por causa da falta de informações, era comum que representantes da Defesa norte-americana evitassem comentar incidentes e diziam não ter detalhes para concluir o que teria causado as anomalias. 

Isso alimentou teorias das conspiração.Porém, cientistas independentes rebatiam esses argumentos e diziam que os fenômenos poderiam ser ilusões ópticas, balões científicos, drones, entre outros.

Congressistas chegaram a convocar oficiais do Pentágono, que rebateram tais alegações. Eles disseram que o governo não tem materiais alienígenas ou qualquer espaçonave que não tenha sido produzida na Terra.

O Pentágono acionou a Nasa e mostrou, por meio de trigonometria básica, que os vídeos militares divulgados com supostos ovnis não tinham nada de alienígena.

Um outro relatório foi solicitado pelo Congresso ao Departamento de Defesa. O próximo relatório deve conter informações mais abrangentes coletadas pela Nasa e por agências de inteligência norte-americanas sobre avistamentos inexplicados.

Informações Revista Oeste


Agência Câmara

O deputado Gustavo Gayer (PL-RJ) reagiu ao aumento da mortalidade entre os povos Yanomami e protocolou uma denúncia contra o presidente Lula no Tribunal Internacional de Haia. O parlamentar destacou um considerável aumento no número de indígenas mortos durante o governo Lula3.

Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, Gayer explicou que a denúncia está bem fundamentada, alegando que Lula é responsável por atos genocidas. Os dados do Ministério da Saúde mostram que, até novembro de 2023, 308 Yanomamis perderam a vida, sendo mais da metade crianças de 0 a 4 anos, totalizando 52% (162). Dessas, 104 eram bebês com até um ano.

A mortalidade infantil entre os Yanomamis agora ultrapassa os números registrados em Serra Leoa, considerado pela ONU como o país mais letal para crianças na África, com uma estimativa de 78,2 mortes a cada mil habitantes.

O pesquisador Estêvão Benfica Senra, do Instituto Socioambiental, publicou um artigo afirmando que o governo federal falhou em sua promessa de melhorar as condições de saúde na Terra Indígena Yanomami.

O aumento da mortalidade e as condições precárias de saúde entre os Yanomamis têm gerado críticas e preocupações, e a denúncia do deputado Gayer busca responsabilizar o presidente Lula perante o Tribunal Internacional de Haia por sua gestão na questão indígena.

Com informações do Diário do Poder.