O relator da representação movida contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados defendeu nesta quarta-feira (8) o arquivamento do caso.
Logo após a leitura do voto, parlamentares pediram vista (mais tempo para análise) do processo, adiando o desfecho. A posição do relator, pelo arquivamento, ainda precisará ser analisada pelo colegiado.
A representação que pede a perda do mandato de Eduardo foi apresentada pelo PT, pelo senador Humberto Costa (PT-PE) e pelo deputado Paulão (PT-AL).
Os petistas sustentam, entre outras coisas, que Eduardo fez ataques reiterados a instituições, especialmente ao STF; incitou contra o processo eleitoral ao afirma que “sem anistia para Jair Bolsonaro não haverá eleição em 2026”; e atuou junto a autoridades estrangeiras para constranger instituições brasileiras.
Relator do caso, o deputado federal Marcelo Freitas (União Brasil-MG) disse que Eduardo expôs visões críticas, em um “exercício da liberdade de expressão e opinião política em contexto de debates internacionais”.
“Isso não constitui infração ética, mas exercício legítimo de mandato, como reconhecem as democracias”, afirmou.
Eduardo está nos EUA desde março, de onde comanda uma campanha por sanções para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da prisão.
Freitas tem proximidade com as pautas bolsonaristas. Na semana passada, o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), pediu ao presidente do conselho, Fabio Schiochet (União Brasil-SC), que fosse escolhido um novo relator, argumentando que Freitas é próximo de Eduardo e apoia Bolsonaro.
Schiochet, porém, manteve o relator, alegando que confia na imparcialidade de Freitas. A escolha do parlamentar de Minas foi feita pelo presidente do conselho entre três opções de nomes sorteados -Duda Salabert (PDT-MG) e Paulo Lemos (PSOL-AP) foram os outros incluídos na lista.
Se a maioria no Conselho de Ética for contrária ao parecer pelo arquivamento, escolhe-se então um novo relator.
O processo contra Eduardo foi instaurado em 23 de setembro, quando começou a contar o prazo de até 90 dias úteis para que o colegiado se manifeste sobre a cassação.
Para que o deputado perca o mandato, são necessários ao menos 257 votos de 513 do plenário, maioria absoluta da Casa.
Levantamento da Futura Inteligência, instituto de pesquisa da Apex Partners, foi divulgado nesta terça-feira (7)
ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) lidera com folga a disputa pelo governo da Bahia, segundo levantamento da Futura Inteligência, instituto de pesquisa da Apex Partners. No primeiro cenário testado, Neto aparece com 48,6% das intenções de voto, seguido pelo atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), que tem 34,2%. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (7).
Em terceiro lugar, aparecem João Roma (PL), com 5%, e Kleber Rosa (PSOL), com 1,8%. O ex-deputado federal José Carlos Aleluia (Novo) soma 0,7%. Os eleitores que afirmaram não votar em ninguém, branco ou nulo, são 5,4%, enquanto 4,3% não souberam ou não responderam.
No segundo cenário, que inclui também o ex-prefeito de Jequié Zé Cocá (PP), o quadro geral se mantém. ACM Neto sobe levemente para 49,4%, enquanto Jerônimo Rodrigues cai para 30,9%. Zé Cocá aparece com 2,5%, João Roma tem 4,5%, Aleluia registra 1,8%, e Kleber Rosa, 1,3%.
Segundo turno
O instituto também testou um cenário de segundo turno para o governo da Bahia. No primeiro cenário, em um embate direto entre ACM Neto e João Roma, o ex-prefeito aparece com ampla vantagem: 67,7% das intenções de voto contra 11,3% do ex-ministro. Outros 17,1% declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 3,8% não souberam responder.
No segundo cenário, que coloca ACM Neto contra o atual governador Jerônimo Rodrigues, o candidato do União Brasil mantém a dianteira, com 54,8% das intenções de voto, contra 38,5% do petista. Brancos e nulos somam 4,3%, e 2,4% não opinaram.
Já no terceiro cenário, o único em que o governador aparece na frente, Jerônimo Rodrigues venceria João Roma por 52,9% a 26,5%. Outros 16,8% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 3,7% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.000 eleitores com 16 anos ou mais. A coleta ocorreu entre os dias 1º e 3 de outubro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
O vereador Jurandy Carvalho (PSDB) recebeu o apoio do vice-prefeito e secretário de Educação de Feira de Santana, Pablo Roberto (PSDB), que já confirmou que será candidato a deputado federal nas próximas eleições. A parceria reforça o trabalho conjunto dos dois em defesa do desenvolvimento da cidade, com atenção especial à zona rural, ao meio ambiente e agora também ao público jovem.
Durante entrevista ao radialista Miro Nascimento, da Rádio Sociedade News FM, Pablo reafirmou o apoio ao vereador e destacou a trajetória do parlamentar.
“O meu candidato a deputado estadual é o vereador Jurandy Carvalho. Eu vou disputar a eleição para deputado federal e o deputado estadual que eu vou defender, ajudar e apoiar é Jurandy, que é um político experiente, trabalhador e que tem uma votação expressiva em Feira de Santana”, afirmou Pablo.
Jurandy agradeceu a confiança e destacou que a parceria representa um compromisso com o desenvolvimento da cidade.
“Pablo é um parceiro que acredita na política feita com diálogo e resultado. Esse apoio reforça nosso projeto de seguir cuidando da zona rural, protegendo o meio ambiente e criando mais oportunidades para os jovens”, disse.
Com atuação marcada por ações nas comunidades rurais, Jurandy tem lutado pela melhoria das estradas, apoio aos pequenos produtores e projetos sustentáveis. Agora, ele quer ampliar esse trabalho apostando em políticas voltadas à formação profissional, geração de emprego e participação dos jovens na vida pública.
“Os jovens precisam ser ouvidos e fazer parte das decisões. Eles são o presente e o futuro da nossa cidade”, completou Jurandy.
Assessoria de Comunicação do vereador Jurandy Carvalho
Deputado se manifestou por meio das redes sociais, nesta segunda-feira
Deputado Eduardo Bolsonaro Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados
Nesta segunda-feira (6), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que não abdicou de tudo para “deixar o primeiro oportunista da ocasião aproveitar o momento para implodir tudo”. Ele se manifestou por meio das redes sociais.
O parlamentar não citou nomes. Ele ressaltou apenas que não prosperarão as “confabulações que visam tratar” seu pai como “uma carniça política a ser rapinada”.
– Não se engane, até serem derrotados eles inventarão mil alternativas a Bolsonaro e a quem realmente represente o sentimento anti-establishment, o sentimento do movimento nacional populista, o sentimento do homem comum. É igual a JB em 2018, anunciado como perdedor das eleições por pesquisas, “especialistas”, imprensa, elite política e etc. Não abdiquei de tudo, coloquei minha vida em risco, para deixar o primeiro oportunista da ocasião aproveitar o momento para implodir tudo. Essas confabulações que visam tratar meu pai como uma carniça política a ser rapinada por abutres não irão prosperar, não deixarei – escreveu.
A atriz Regina Duarte respondeu às declarações de Antônio Fagundes, seu ex-colega de elenco em Vale Tudo (1988), após o ator dizer que considera a artista “equivocada” em seu ponto de vista político.
A fala de Fagundes aconteceu no final de setembro, durante entrevista a uma rádio portuguesa, na qual ele foi indagado sobre as divergências políticas entre os dois:
– Não tenho raiva dela. Regina foi uma excelente companheira de trabalho. Equivocada, do meu ponto de vista, mas tem muita gente que a apoia. Eu respeito a posição dela, ela tem direito a apoiar quem quiser – assinalou.
Durante lançamento da biografia da filha, Gabriela Duarte, realizada em São Paulo na última sexta-feira (3), Regina foi questionada pelo canal Conexão Entrevista sobre como avaliava a fala de Fagundes, e respondeu de forma conciliadora:
– Alguém me falou sobre isso e disse que ele foi muito carinhoso comigo, e eu estou muito feliz: “Fagundes, beijão querido, parceirão!” Eu não me sinto autorizada a ficar julgando o que está acontecendo, cada um vai agir do seu jeito, da sua maneira. A gente precisa respeitar o próprio trabalho e respeitar o trabalho dos outros, pronto. Feito isso, está tudo ok – declarou.
A atriz tem um ponto de vista político abertamente conservador, e chegou a ser ex-secretária especial da Cultura do Brasil em 2020, durante o governo Jair Bolsonaro (PL).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por videoconferência nesta segunda-feira (6) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A conversa estava marcada para as 10h30, e durou cerca de meia hora.
Em nota, o Planalto divulgou que Lula convidou Trump para a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorre em Belém, no Pará, em novembro. O presidente brasileiro também pediu para que o líder norte-americano revogasse a sobretaxa de 40% a produtos brasileiros em território norte-americano. Nos 30 minutos de conversa os presidentes ainda relembraram a “boa química” que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU.
Lula estava no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, durante a conversa. As informações foram obtidas pela TV Globo. Ele estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin, do assessor especial Celso Amorim e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Sidônio Palmeira (Secom).
Lula expôs a possibilidade de um encontro presencial na Malásia, durante a reunião da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), no final deste mês. Os dois presidentes foram convidados a participar do evento.
*Metro1 Foto: Divulgação/Organização das Nações Unidas
Relator afirma que seu parecer prevê apenas a redução de penas
Relator do projeto, Paulinho da Força diz que vai medir junto ao centrão o apoio à proposta | Foto: José Cruz/Agência Brasil
O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do PL da Anistia, afirmou neste domingo, 5, que pretende levar o texto para votação no plenário da Câmara ainda nesta semana. O parlamentar afirmou que discutiu o calendário com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Paulinho disse principalmente que são grandes as chances de apreciação do projeto. Explicou que o presidente gostaria de votar na terça-feira, mas considera mais viável deixar a análise para o dia seguinte. O relator destacou que vai se reunir novamente com líderes do centrão para medir o apoio à proposta.
PL da Anistia: redução de penas
O parlamentar afirmou que seu parecer não prevê uma anistia ampla, mas, sim, a redução de penas para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Uma ala do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, defende uma anistia total. O STF condenou Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Em setembro, a Câmara aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei 2.162 de 2023, o que permite votação direta em plenário. Se o relatório de Paulinho obtiver a aprovação, a pena de Bolsonaro poderia cair para um ano e sete meses de prisão domiciliar. Mesmo assim, ele seguiria inelegível para 2026.
O projeto, chamado pelo relator de “PL da Dosimetria”, ainda não foi apresentado na sua versão final. Setores do governo Lula da Silva e integrantes do Judiciário criticam a proposta. O ministro do STF Luís Roberto Barroso ressaltou que uma anistia poderia estimular novas tentativas de golpe.
A oposição vê na pauta uma chance de mobilização. Parlamentares ligados a Bolsonaro marcaram uma “caminhada pela anistia” para 7 de outubro em Brasília. Já a esquerda voltou a frequentar as ruas no dia 21 de setembro, em protestos que incluíram a rejeição ao perdão como uma de suas bandeiras.
Com PT e PL focados na corrida presidencial de 2026, partidos do centrão avançam nos estados e se preparam para disputar governos regionais. Fortalecidos no Congresso e com recursos recordes dos fundos partidário e eleitoral, PP, União Brasil e Republicanos devem lançar candidaturas em até 16 estados
Reprodução- Facebook- ACM Neto
Com PT e PL voltados para as eleições presidenciais e com a meta de ampliar suas respectivas bancadas no Senado, partidos do centrão ganham musculatura nos estados e se movimentam para obter terreno na disputa pelos governos estaduais.
Faltando um ano para as eleições, marcadas para 4 de outubro de 2026, partidos como PP, União Brasil e Republicanos caminham para ter um número recorde de candidatos a governador.
O cenário é resultado do fortalecimento dessas legendas, que aumentaram suas bancadas no Congresso Nacional, com consequente ampliação das verbas milionárias dos fundos partidário e eleitoral.
O União Progressista, federação que uniu o PP e União Brasil, caminha para ter candidaturas aos governos de até 16 estados. Juntos, os dois partidos devem ter um tempo de propaganda robusto e cerca de R$ 1 bilhão do fundo eleitoral.
“A federação cria uma boa estrutura de largada que viabiliza uma candidatura a governador. O passo seguinte é buscar o apoio de outros partidos”, avalia ACM Neto, vice-presidente do União Brasil e pré-candidato ao Governo da Bahia.
As duas legendas anunciaram no último mês o desembarque do governo Lula (PT), mas mantiveram indicados em cargos federais, incluindo dois ministérios e estatais -o ministro do Turismo, Celso Sabino, pediu demissão, mas tenta permanecer no cargo.
Agora, articulam candidaturas nos estados enquanto tentam emplacar um projeto nacional que unifique a direita.
O PP, que em 2022 disputou os governos de cinco estados e venceu no Acre e em Roraima, agora tem pré-candidatos em dez unidades da Federação.
Entre as novas apostas estão o ex-tucano Eduardo Riedel, governador de Mato Grosso do Sul, além de três vice-governadores que vão assumir em definitivo em abril de 2026 com a renúncia dos titulares para concorrer ao Senado: Celina Leão (DF), Lucas Ribeiro (PB) e Mailza Assis (AC).
Em São Paulo, a aposta do partido é o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, pré-candidato ao Senado que pode concorrer ao governo se Tarcísio de Freitas (Republicanos) for candidato a presidente.
O União Brasil tem pré-candidaturas em oito estados, incluindo grandes colégios eleitorais como Bahia e Rio de Janeiro. Mas enfrenta embates internos com o PP no Acre, na Paraíba e no Paraná -neste último, o senador Sergio Moro tenta viabilizar sua candidatura ao governo, mas enfrenta resistências.
O Republicanos é outra sigla que deve ter um salto no número de candidatos a governador. Originalmente ligada à Igreja Universal, a legenda tem buscado ampliar suas bases nos estados.
Em 2022, o partido disputou apenas três estados e venceu em São Paulo, com Tarcísio de Freitas, e no Tocantins, com Wanderlei Barbosa. Agora pode ter candidatura em até nove estados.
Dentre eles estão o senador Cleitinho (Minas Gerais), o vice-governador Otaviano Pivetta (Mato Grosso) e o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Espírito Santo). A legenda também negocia a filiação de potenciais candidatos como Alan Rick, no Acre, e Fernando Máximo, em Rondônia.
O PL de Jair Bolsonaro enfrenta um cenário mais nebuloso nos estados. O partido disputa a reeleição em Santa Catarina, com Jorginho Mello, e caminha para lançar o deputado Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul, e a empresária Maria do Carmo Seffair, no Amazonas.
Há pré-candidaturas em outras três localidades: Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Norte. Em Minas Gerais, o deputado federal Nikolas Ferreira avalia concorrer.
Enquanto o centrão tenta ganhar terreno, partidos tradicionais de centro como PSD e MDB atuam para manter o protagonismo.
O MDB, que possui três governadores, vai lançar candidaturas em oito estados. “Vamos com uma estratégia pé no chão, de mostrar que o MDB tem um diferencial por ser um partido de entrega, que tem gestão”, afirma o deputado federal Baleia Rossi (SP), presidente nacional do partido.
O partido vai apostar em nomes experientes, incluindo o ministro dos Transportes, Renan Filho (Alagoas), e quatro vice-governadores que devem assumir o cargo no próximo ano: Gabriel Souza (Rio Grande do Sul), Hana Grassan (Pará), Daniel Vilela (Goiás) e Ricardo Ferraço (Espírito Santo).
O PSD, que chegou a cinco governadores com as filiações de Raquel Lyra (Pernambuco), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Laurez Moreira (Tocantins), tem pré-candidaturas em ao menos dez estados.
Nesta semana, o partido acertou a filiação do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, que vai deixar o partido Novo, em um movimento que mina uma possível candidatura do senador Rodrigo Pacheco. Outra aposta da legenda é o prefeito Eduardo Paes, no Rio de Janeiro.
No campo da esquerda, o PT vai disputar a reeleição na Bahia, no Ceará e no Piauí e lançou o secretário da Fazenda, Cadu Xavier, como pré-candidato à sucessão de Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte.
A legenda também mira uma candidatura competitiva no Rio Grande do Sul, com Edegar Pretto, e avalia lançar nomes em outros seis estados.
O PSB terá como prioridade a candidatura de João Campos, em Pernambuco, mas avalia entrar na disputa em São Paulo, com o ministro Márcio França, e no Distrito federal, com Ricardo Capelli.
PSDB e PDT seguem em rota de declínio. Os tucanos, que perderam os três governadores eleitos em 2022, terão como principal trunfo uma possível candidatura de Ciro Gomes, cotado para se filiar ao partido no Ceará. A legenda também deve concorrer em Goiás e Rondônia.
O PDT, que chegou a lançar dez candidatos em 2022 na esteira da campanha presidencial de Ciro Gomes, deve ter candidatos em três estados. A principal aposta é Juliana Brizola, no Rio Grande do Sul.
Iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente busca preservar patrimônio natural e valorizar a comunidade da Matinha
O vereador Jurandy Carvalho comemorou o anúncio do início da obra de requalificação da Lagoa dos Pretos da Matinha, em Feira de Santana. O ato oficial acontece neste domingo (5), às 8h30, na sede do distrito da Matinha, e contará com a presença do prefeito José Ronaldo e da secretária municipal de Meio Ambiente, Jaciara Moreira da Costa.
Jurandy destacou a importância da iniciativa e parabenizou a secretaria pelo empenho em preservar e valorizar um dos principais patrimônios naturais da região.
“Recebi com alegria a notícia do início da obra de requalificação da Lagoa dos Pretos da Matinha. Quero parabenizar a secretária Jaciara e toda a equipe pelo compromisso com essa causa tão importante”, declarou.
A obra é aguardada pela comunidade e promete trazer melhorias significativas para o meio ambiente e para os moradores do distrito.
O médico Cláudio Birolini explicou que o ex-presidente Jair Bolsonaro sofre crises recorrentes de soluços que podem provocar reflexos de vômito. Ele acompanha Bolsonaro desde a última cirurgia abdominal, realizada em abril deste ano.
– Ele persiste com crises de soluços, mais intensas quando se exalta ou fala muito. O vômito ocorre de forma reflexa quando as crises ficam muito fortes, e auxilia na interrupção dos soluços. Estamos insistindo em tratamento medicamentoso para controle e profilaxia dessas crises. Não tem uma causa definida – explicou Birolini ao jornal O Globo.
Pessoas próximas relataram que Bolsonaro tem se mostrado abatido nos últimos dias. A família chegou a cogitar internação na segunda-feira (30), após pelo menos quatro episódios seguidos de vômito. Birolini passou a noite em sua casa e descartou hospitalização imediata.
No dia seguinte, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse que os soluços haviam dado uma “trégua” e agradeceu pelas orações recebidas.
Apesar da fragilidade, Bolsonaro tem recebido aliados em sua residência no Jardim Botânico. Entre os que já o visitaram estão Tarcísio de Freitas, Caroline de Toni, Esperidião Amin, Magno Malta e Delegado Caveira.
Além dessas visitas, a defesa pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para que Bolsonaro receba também Valdemar Costa Neto, Sóstenes Cavalcante, Márcio Bittar e Gilson Machado Neto. A decisão caberá ao ministro Alexandre de Moraes.