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Líder da direita discursou durante evento do PL Mulher em Rondônia

Michelle Bolsonaro Foto: Reprodução/YouTube PL Mulher

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em discurso durante evento do PL Mulher em Rondônia, neste sábado (27), declarou que não pretende ser presidente do Brasil, mas sim primeira-dama novamente, manifestando desejo pela elegibilidade de seu esposo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

B– Vamos trabalhar para reeleger o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro, porque eu não quero ser presidente, não. Eu quero ser primeira-dama.

Michelle, no entanto, convencionou sua candidatura à vontade de Jair Bolsonaro.

– Meu marido está em casa, mas, se ele quiser, eu serei a voz dele nos quatro cantos desta nação e até fora se precisar. Eu não vou abaixar a minha cabeça.

A chapa será composta pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para presidente, e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como vice.

A estratégia adotada, segundo fontes, é a de Tarcísio reafirmar sua candidatura pela reeleição ao governo de São Paulo, até para mitigar desgastes com o desejo do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de concorrer ao Palácio do Planalto.

Informações Pleno News


Diante de uma pequena audiência, após a debandada ostensiva de delegações do plenário, Benjamin Netanyahu encarou o mais difícil de seus 14 discursos já proferidos na ONU como premiê israelense. O ambiente de hostilidade e profundo isolamento mundial às ações de seu governo em Gaza não pareceu intimidá-lo.

Ao contrário, o primeiro-ministro traçou uma linha desafiadora aos aliados tradicionais que lhe deram as costas, ao reconhecerem em conjunto a Palestina como Estado, durante esta 80ª Assembleia-Geral da ONU, descartando com veemência esta solução.

“Os israelenses não cometerão suicídio nacional ao criar um Estado palestino. Não permitiremos que nos enfiem um Estado terrorista goela abaixo. É pura loucura, é insano e não faremos isso”, vaticinou.
Exímio orador em inglês fluente, Netanyahu incrementou o tom dramático e apocalíptico de discursos anteriores à ONU e lançou mão dos corriqueiros recursos visuais, como gráficos e até um teste de múltipla escolha à audiência. Ostentou um vistoso broche na lapela com um QR Code que permitiria aos ouvintes obterem mais informações sobre o massacre do 7 de Outubro.

Apesar da resistência do Exército israelense, desta vez o premiê ordenou que sua mensagem à ONU fosse transmitida por alto-falantes em toda a Faixa de Gaza, para alcançar os 28 reféns que ainda estão vivos e também os combatentes do Hamas. A eles, vislumbrou a sua hipotética solução para o fim da guerra, somente após a devolução de todos os reféns.

“Se o Hamas concordar com nossas exigências, a guerra pode acabar agora mesmo. Gaza seria desmilitarizada. Israel manteria o controle de segurança. E uma autoridade civil pacífica seria estabelecida por moradores de Gaza e outros comprometidos com a paz com Israel.”
O discurso de Netanyahu tinha um viés eleitoral destinado ao seu público interno, ressaltando as ações de seu governo para erradicar grupos terroristas e minar a ação do Irã durante o último ano. Mas ele dedicou também boa parte do tempo para mandar repetidas mensagens aos aliados ocidentais — líderes que, nas suas palavras, são fracos por cederem às pressões de “uma mídia tendenciosa, de grupos islâmicos radicais e de multidões antissemitas.”

“Dar um Estado palestino a uma milha de Israel é como dar um Estado à al-Qaeda ao lado de Nova York”.
No cenário externo, Netanyahu parece estar pendurado apenas em Donald Trump, que elogiou por diversas vezes durante os 47 minutos em que esteve no pódio da ONU. Nesta segunda-feira, o premiê se encontrará pela quarta vez com o presidente americano desde o seu retorno à Casa Branca.

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Foto: Jeenah Moon/Reuters


Jaques Wagner deu declarações nesta quinta-feira

Jaques Wagner Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (25), o líder do governo Lula no Senado Federal, Jaques Wagner (PT-BA), disse apoiar o debate sobre a redução das penas dos condenados pelos atos do 8 de janeiro. O posicionamento do senador petista diverge de seu partido.

Wagner destacou que respeita a postura do PT, mas não vê a discussão “como uma afronta à democracia”.

Ele também comentou sobre o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria e a PEC da Blindagem. As informações são da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, que entrevistou o líder do governo.

– Não se trata de ceder ou não ceder. Trata-se de achar razoável ou não. Eu sempre digo que acho razoável porque, repare, é o Código Penal. O Código Penal estabelece a pena para cada crime. Tem o crime de golpe de Estado, tem o crime de afronta à democracia, de balbúrdia, tumulto, como foi feito no 8 de Janeiro. Eu acho que o Congresso pode se debruçar sobre isso e dizer: está de menos, está demais, vamos aumentar ou reduzir. Eu não vejo nenhuma afronta nisso – falou.

E acrescentou:

– Então, eu acho que a questão da dosimetria, que agora tem até uma posição contrária do PT, eu, pessoalmente, não vejo como uma afronta revisitar a dosimetria das penas. O Código Penal é alterado o tempo todo.

Para ele, no entanto, as penas não devem ser reduzidas para os mandantes do atos contra a democracia.

– Nós vamos afrouxar um pouco a mão para o que eu chamo de massa de manobra, os “magrinhos”. E vamos concentrar o peso da punição naqueles que precisam ser mais severamente punidos. Quem são? Quem pensou em matar o presidente e o vice-presidente do TSE, quem quis derrubar uma eleição legítima como a do presidente Lula e do vice-presidente Alckmin. Quem financiou aquela baderna não fez pouca coisa, gente. Depredaram o Palácio do Planalto. Aí não dá pra dizer que tudo bem, né? – declarou.

Informações Pleno News


O presidente norte-americano encontrou o petista momentos antes de subir à tribuna da ONU para discursar

Lula
A jornalistas, o presidente norte-americano disse que abraçou Lula e que eles tiveram uma ‘química excelente’ | Foto: Ricardo Stuckert/PR 

Depois de um encontro inesperado nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatou ter se surpreendido ao encontrar Donald Trump em clima amistoso, na terça-feira 23. 

A jornalistas, o presidente norte-americano disse que abraçou Lula e que eles tiveram uma “química excelente”.

Lula descreveu o momento como descontraído e afirmou ter sentido que “pintou uma química mesmo” entre os dois, destacando que ambos têm pontos importantes para tratar em futuras conversas.

De acordo com o petista, há interesses comuns entre Brasil e Estados Unidos, especialmente sobre temas ligados à paz mundial.

“Fiquei satisfeito quando ele (Trump) disse que é possível a gente conversar”, afirmou Lula durante entrevista coletiva. “Quem sabe dentro de alguns dias a gente possa se encontrar e fazer uma pauta positiva entre EUA e Brasil? É isso que eu quero, e eu acho que é isso o que ele deve querer também.”

Expectativas para um novo diálogo com Trump

Ao comentar as expectativas para um diálogo mais aprofundado, Lula disse esperar que o encontro permita esclarecer informações que, segundo ele, Trump teria recebido de forma equivocada a respeito do Brasil. 

O presidente destacou que a relação entre os países interessa tanto à população quanto ao setor empresarial e à classe política dos dois lados.

Lula também contestou dados sobre o comércio bilateral, afirmando que Trump teria sido informado erroneamente sobre um suposto déficit comercial dos EUA com o Brasil. 

“Ele teve um superávit em 15 anos de US$ 410 bilhões”, disse. “Espero que, sentado numa mesa, a gente possa restabelecer a harmonia necessária entre Brasil e EUA.” 

O presidente acrescentou que, com informações corretas, ambos podem ajustar suas posturas conforme necessário.

Trump sinalizou possibilidade de novo encontro com Lula

Donald Trump relatou ter encontrado Lula momentos antes de subir à tribuna da ONU para discursar. Segundo ele, o contato foi breve – cerca de 20 segundos – mas positivo. 

“Eu estava entrando, e o líder do Brasil estava saindo”, afirmou. “Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos.” 

O presidente americano afirmou que ambos combinariam um novo encontro na semana seguinte e destacou a boa impressão mútua.

“Na verdade, ele gostou de mim, e eu gostei dele. Só faço negócios com pessoas de quem eu gosto.”

Até o momento, não há confirmação sobre data ou local do próximo contato entre Lula e Trump. 

Lula afirmou, depois de retornar ao Brasil nesta quarta-feira, 24, que sua equipe deve iniciar tratativas com o governo americano para definir quando a reunião poderá ocorrer, mas frisou que não há urgência e que o encontro será marcado quando Trump considerar apropriado.

Informações Revista Oeste


O presidente do colegiado, Fábio Schiochet (União Brasil-PR), recebeu na terça-feira 23, os nomes sorteados para a relatoria

Eduardo Bolsonaro participa de videoconferência. PL tentou colocá-lo como líder da minoria, mas Motta impediu | Câmara dos Deputados/Divulgação
Eduardo Bolsonaro participa de videoconferência | Câmara dos Deputados/Divulgação

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputadosse prepara para definir nesta sexta-feira, 26, quem será o responsável por relatar o processo de quebra de decoro parlamentar contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ausente do Brasil desde fevereiro.

O presidente do colegiado, Fábio Schiochet (União Brasil-PR), recebeu na terça-feira 23, os nomes sorteados para a relatoria: Delegado Marcelo Freitas (União Brasil-MG), Duda Salabert (PDT-MG) e Paulo Lemos (PSOL-AP). A decisão final caberá a Schiochet.

Acusações e tramitação do processo de Eduardo Bolsonaro

O processo teve início depois de uma representação apresentada pela bancada do PT, que solicita a cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro. O partido critica sua atuação nos Estados Unidos e afirma que o deputado tem “se dedicado de forma reiterada a difamar instituições do Estado brasileiro, com especial virulência contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e seus ministros.”

Ainda tramitam no Conselho de Ética outras três representações contra Eduardo Bolsonaro, também com pedidos de cassação, mas que não avançaram na pauta até o momento.

Informações Revista Oeste


Governador de São Paulo afirma, mais uma vez, que seu objetivo nas eleições de 2026 será conquistar a reeleição

Governador Tarcísio de Freitas reafima candidatura ao Governo de São Paulo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, falou sobre a sua situação eleitoral para o próximo ano | Foto: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), descartou a possibilidade de concorrer à Presidência da República em 2026. Em coletiva realizada nesta quinta-feira, 25, ele reafirmou o compromisso de tentar a reeleição no Estado.

A declaração de Tarcísio surge em meio a especulações sobre uma suposta validação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa presidencial no próximo ano. “Não deu aval nenhum”, declarou o governador paulista, sobre o aliado. “Sou candidato à reeleição, não tem nada disso.”

Tarcísio foi ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro. Então presidente, Bolsonaro incentivou o seu aliado a ser candidato ao comando do Palácio dos Bandeirantes em 2022. Estratégia que deu certo. No segundo turno da disputa, Tarcísio venceu o petista Fernando Haddad, hoje ministro da Fazenda.

Em entrevista à edição de estreia do programa Conversa com Augusto Nunes, em 8 de abril deste ano, Tarcísio já havia dito que a sua vontade é disputar uma nova eleição ao cargo de governador de São Paulo. “Hoje, sou candidato à reeleição”, disse na ocasião. “Presidência é destino.” 

Flávio Bolsonaro reforça aliança com o governador

A fala de agora do governador de São Paulo busca frear rumores que ganharam força nos últimos dias. O site Metrópoles chegou a publicar que Bolsonaro teria dado aval para que Tarcísio fosse candidato a presidente no ano que vem.

Pelas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou esse suposto acordo visando a disputa contra o PT em 2026. Além disso, tachou a informação do Metrópoles como “fake news“. O parlamentar, no entanto, teceu o governador paulista de elogios.

“Aviso aos navegantes que Tarcísio, além de amigo, é uma pessoa preparadíssima”, afirmou Flávio, que é o filho mais velho do ex-presidente da República. “Competente e não precisa ficar provando nada a ninguém toda hora, em especial sobre sua lealdade a Bolsonaro.”

O senador ainda reforçou a aliança política. “Não conseguirão separá-lo de Bolsonaro”, afirmou Flávio. “Tenham a convicção de que estaremos juntos em 2026.”

Tarcísio viaja a Brasília para encontro com Bolsonaro

Na próxima segunda-feira, 29, Tarcísio irá visitar Bolsonaro em Brasília. O ex-presidente cumpre pena em regime domiciliar desde 4 de agosto, a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O governador de São Paulo declarou que está “indo visitar um amigo”, como forma de um gesto de solidariedade pessoal, e não de articulação política.

“Vou visitar um amigo e prestar solidariedade”, disse Tarcísio. “É uma coisa que eu vou fazer sempre, porque tenho preocupação e consideração com uma pessoa que sempre foi muito importante para mim.”

Informações Revista Oeste


Diante do cenário que se encaminha para as eleições 2026, sem o nome de Jair Bolsonaro (PL) nas urnas, a ideia é configurar uma chapa acachapante de direita, sob a bênção do ex-presidente, para derrotar Lula (PT) em sua saga pela reeleição.

De acordo com o site Pleno.News, que apurou com fontes próximas de Jair Bolsonaro, a chapa será composta pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para presidente, e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como vice.

O chefe do Executivo paulista visitará o ex-presidente, em prisão domiciliar, na próxima segunda-feira (29), onde os últimos detalhes deverão ser acertados.

A estratégia adotada, segundo fontes, é a de Tarcísio reafirmar a candidatura pela reeleição ao governo de São Paulo, até para mitigar desgastes com o desejo do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de concorrer ao Palácio do Planalto.

*Pleno.News

Foto: Beto Barata/ PL


A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reforçou a advertência feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil durante o discurso na 80ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Em publicação no X nesta terça-feira (23), a secretária de imprensa destacou o alerta de que o país sul-americano “falhará” caso opte por se afastar da potência norte-americana.

– Trump alerta que Brasil vai falhar sem a parceria com os EUA – escreveu, junto de uma imagem que mostra as bandeiras dos EUA e Brasil entrelaçadas em uma ilustração feita em um muro de tijolos.

A fala de Leavitt diz respeito ao momento do discurso de Trump em que ele insta o Brasil a se alinhar novamente aos EUA.

– No passado, o Brasil tarifou nosso país de uma forma muito injusta. E por causa dessas tarifas, nós pusemos tarifas de volta, e também como presidente, eu defendo a soberania e direitos de cidadãos americanos. Eu lamento dizer que o Brasil está indo mal, e que vai continuar indo mal. E eles só irão bem se trabalharem conosco. Sem a gente, eles vão falhar como outros falharam – afirmou o presidente norte-americano.

Em outro momento, Trump declarou que o Brasil “enfrenta tarifas massivas em resposta por seus esforços sem precedentes para interferir nos direitos e liberdades dos nossos cidadãos norte-americanos e outros”, aplicando “censura, repressão, corrupção judicial e perseguição a críticos políticos nos Estados Unidos”.

*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/FRANCIS CHUNG / POLITICO / POOL


O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2021, conhecida como PEC das Prerrogativas, também chamada de PEC da Blindagem, apresentou nesta quarta-feira (24) seu voto contrário ao projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Segundo ele, a proposição serviria para proteger autores de crimes graves e, por isso, seria inconstitucional.

– Não podemos confundir prerrogativas com proteção àquele que comete crimes. A sociedade brasileira grita em sentido diametralmente oposto – afirmou Vieira, ao defender a rejeição da proposta.

Após a apresentação do relatório, os senadores passaram a discutir a proposta no colegiado. A tendência é que a PEC seja rejeitada no Senado e, com isso, arquivada. A Câmara dos Deputados havia aprovado o texto-base da proposta em dois turnos no último dia 16 de setembro, e concluiu a votação dos destaques no dia seguinte.

Para os defensores da PEC, a medida seria uma forma de proteger os mandatos parlamentares de processos criminais abusivos sem a anuência do Parlamento.

– Isto aqui é um grande avanço, porque, inclusive, nós poderemos decidir se uma ação, se um processo criminal deve avançar contra deputados que, muitas vezes, são perseguidos por suas falas – destacou o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) durante votação na Câmara.

*Pleno.News
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado


A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que sejam revogadas as medidas cautelares impostas contra ele — entre elas a prisão domiciliar e a proibição de uso de redes sociais. O ex-chefe do Executivo cumpre prisão em casa desde o dia 4 de agosto, mas antes disso já havia sido submetido a outras medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica.

O requerimento foi apresentado no âmbito do inquérito que apura a suposta atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do jornalista Paulo Figueiredo, acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentar intimidar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos para impedir o avanço de ações judiciais contra Jair Bolsonaro.

A prisão domiciliar decretada pelo ministro Alexandre de Moraes se referiu a essa investigação, pois, para o ministro, existiriam indícios de que o líder conservador teria descumprido restrições impostas a ele em julho, como a proibição de usar redes sociais, além do risco de fuga. Na ocasião, Bolsonaro foi acusado de financiar as ações de Eduardo em território norte-americano.

Em publicação nas redes sociais, o advogado Paulo Cunha Bueno reforçou que Bolsonaro sequer foi formalmente acusado na denúncia da PGR sobre o caso em questão, apresentada no início desta semana, e que, por isso, não haveria motivo para manter restrições tão severas.

– Com o oferecimento da denúncia, na qual o presidente Bolsonaro não foi acusado, esvazia-se a necessidade de quaisquer medidas cautelares, já que não há ação penal cuja tramitação e eventual condenação seriam supostamente protegidas pelas severas cautelares que foram impostas e que há semanas vêm subtraindo-lhe a liberdade de ir e vir e de livre manifestação – destacou o advogado.

Na última segunda-feira (22), a PGR denunciou Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo ao STF por coação no curso do processo. Segundo o procurador-geral Paulo Gonet, os dois induziram “a adoção de medidas retaliatórias pelo governo norte-americano contra o Brasil e contra autoridades brasileiras”.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Andre Borges

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