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O Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha (Sofia, na sigla em inglês) da Nasa, a agência aeroespacial norte americana, anunciou hoje (26) a descoberta de água na superfície iluminada da Lua.

Moléculas de H²O foram achadas na cratera Clavius, localizada no hemisfério sul lunar, uma das maiores crateras visíveis do satélite natural a partir da Terra. Observações anteriores já haviam mostrado a presença de hidrogênio no local, mas essa é a primeira vez que água é detectada na Lua.

A quantidade de água observada é o equivalente a 354,9 mililitros, um pouco mais da metade de uma garrafinha de água mineral. O líquido está contido em um metro cúbico de solo espalhado pela superfície lunar.

“Tínhamos indicação de possibilidade da presença de H²O no lado iluminado pelo Sol da Lua”, afirmou Paul Hertz, diretor da divisão de Astrofísica da Nasa, durante o evento de divulgação da descoberta. “Agora sabemos onde está. Essa descoberta desafia nossa compreensão da superfície lunar e levanta questões intrigantes sobre recursos na exploração do espaço profundo”, concluiu.

Recurso escasso

Apesar da importância da descoberta, a quantidade de água achada em solo lunar serve para confirmar novamente uma afirmação antiga da ciência: a água é um recurso extremamente escasso e raro na natureza. Segundo dados da Nasa, em comparação, o Deserto do Saara tem 100 vezes a quantidade de água detectada em solo lunar.

“A água é um recurso precioso, tanto para propósitos científicos quanto para os nossos exploradores”, disse Jacob Bleacher, chefe de Exploração Científica da Nasa. “Se pudermos usar o recurso na Lua, podemos levar menor quantidade [de água] e mais equipamento para ajudar em novas descobertas científicas”, salientou.

Com informações da Nasa.

Foto: Marcello Casal

Eclipse parcial da lua

Anika Chebrolu Foto: Reprodução/3M

No Texas, Estados Unidos, uma estudante de 14 anos venceu o Desafio Jovem Cientista 3M após descobrir um possível antiviral que pode inviabilizar o vírus da Covid-19. Na última quarta-feira (15), a jovem Anika Chebrolu recebeu 25 mil dólares (cerca de R$ 139 mil) da comissão do prêmio.

A premiação, organizada pela 3M Company em parceria com o Discovery Education, tem o objetivo de motivar jovens a trabalharem com tecnologia. As informações são do portal UOL.

Durante sua pesquisa, a estudante fez uso do método in-silico, de simulações no computador, para tentar rastrear moléculas que conseguiriam se ligar à proteína Spike do vírus e bloqueá-la. Os organizadores do prêmio consideraram que a descoberta de Anika pode ser uma medicação eficaz no tratamento do novo coronavírus.

– Meu esforço para encontrar um composto principal para se ligar à proteína de pico do vírus SARS-CoV-2. Pode parecer uma gota no oceano, mas ainda contribui para todos esses esforços. O modo como desenvolvo essa molécula com a ajuda de virologistas e especialistas em desenvolvimento de medicamentos determinará o sucesso desses esforços – disse a jovem à CNN.


A rainha Elizabeth II oferece vaga para o cargo de governanta. O posto promete remuneração de 19 mil libras ao ano (equivalente a R$ 138 mil anuais).

Por mês, a pessoa que limpar os aposentos reais, receberá o equivalente a cerca de R$ 11 mil. A contratada terá direito a 33 dias de férias anuais e deverá trabalhar no Castelo de Windsor.

A vaga, anunciada no site The Royal Household, visa encontrar alguém que tenha “compromisso em aprender novas habilidades” e “vontade de enfrentar novos desafios”.

A candidata selecionada poderá ter o apoio de um mentor e de um programa de aprendizado de 13 meses para se adequar aos padrões da família real.

A oferta da vaga dura até o próximo dia 28.

Fonte: site Pleno News


O ministro Paulo Guedes assina acordo de 1 bilhão de dólares entre Brasil e EUA

Os governos brasileiro e norte-americano, assinaram nesta terça-feira (20), memorando de entendimento no valor de 1 bilhão de dólares. O documento foi firmado pelo ministro da economia, Paulo Guedes e a presidente do banco de fomento à exportação e importação americana (EXIM), Kimberley Reed, em cerimônia no Palácio do Itamaraty.

Um memorando de entendimento é considerada a formalização da primeira fase de um acordo. A assinatura do protocolo viabilizará investimentos em diversas áreas, como o desenvolvimento de telecomunicações, incluindo a tecnologia 5G, aviação, energia nuclear e renovável, óleo e gás, e infraestrutura e logística. Reed disse que que o financiamento demonstra os “fortes laços e alianças” entre os países.

O acordo, que simboliza mais um passo de aproximação entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, acontece um dia após representantes dos países assinarem outro protocolo, que faz parte do Acordo de Comércio e Cooperação Econômica dos países.

Apesar de não estar na agenda oficial da presidência da República, o presidente Jair Bolsonaro participou da solenidade. Em um discurso rápido, Bolsonaro agradeceu Donald Trump por “estar na vanguarda” do pleito do Brasil a uma vaga na OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e demonstrou apoio à reeleição do presidente norte-americano Donald Trump, “Espero, se essa for a vontade de Deus, comparecer à posse do presidente reeleito dos Estados Unidos”.

Reportagem: CNN


A Organização Mundial da Saúde afirmou hoje (20) que não tem o poder de tornar vacinação obrigatória em nenhum país. A declaração ocorre um dia após o presidente Jair Bolsonaro insistir que a imunização contra o coronavírus não será mandatória no Brasil.

“A vacina contra a Covid — como cabe ao Ministério da Saúde definir esta questão — não será obrigatória”, disse Bolsonaro. “O governo federal — repito e termino — não obrigará ninguém a tomar esta vacina. Quem está propagando isso aí, com toda certeza é uma pessoa que pode estar pensando em tudo, menos na saúde ou na vida do próximo”, acrescentou o presidente.

Dias antes, o governador de São Paulo, João Doria, havia afirmado que as doses seriam obrigatórias no estado e que seriam adotadas “medidas legais” em caso de recusa.

Questionada sobre a situação do Brasil, Margaret Harris, porta-voz da OMS, explicou que a vacina é um assunto que precisa ser “decidido dentro dos países”. “Não impomos exigências”, disse ela, que, mesmo assim, alertou para a importância de imunizar a população.

Informações: Metro1


O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (19) que representantes do Brasil e dos Estados Unidos concluíram, há poucos dias, as negociações de três acordos demandados por empresários dos dois países, de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção. “Esse pacote triplo será capaz de reduzir burocracias e trazer ainda mais crescimento ao nosso comércio bilateral, com efeitos benéficos também para o fluxo de investimentos”, disse.

Bolsonaro participou da abertura da conferência de negócios US-Brazil Connect Summit nesta segunda-feira, de forma virtual, e convidou os investidores a examinarem a carteira de negócios do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), de concessões e privatizações do governo federal. Ele destacou as novas oportunidades de negócios no país, com a abertura do mercado brasileiro de gás natural e o fortalecimento na área de biocombustíveis, “essenciais nesse processo de reforma de nossa matriz energética”.

Para o presidente, “há um enorme potencial” na agenda de cooperação entre os dois países, e, diversas áreas de interesse comum. “Para o futuro, vislumbramos um arrojado acordo tributário, um abrangente acordo comercial e uma ousada parceria entre nossos países para redesenhar as cadeias globais de produção”, afirmou.

Durante seu discurso, o presidente também falou sobre a assinatura de acordo na área de Defesa, com a abertura de novas oportunidades de cooperação entre as Forças Armadas e as indústrias de ambos os países. “Esse é o primeiro acordo da modalidade que os EUA firmam com um país da América do Sul, o que também demonstra a disposição do lado americano em aprofundar a relação bilateral”, ressaltou.

No mesmo sentido, Bolsonaro disse que a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) é “um firme propósito do Estado brasileiro, para o qual temos muito nos empenhado, tanto em nível técnico quanto político”, com o apoio do governo dos EUA. “O ingresso do Brasil na OCDE irá gerar efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais e será mais uma evidência da nossa disposição em assumir compromissos e responsabilidades compatíveis com a importância do nosso país no sistema internacional.”

De acordo com Bolsonaro, sua aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, inaugurou “uma nova etapa no relacionamento entre as duas maiores economias e democracias do hemisfério”.

“A prioridade que o Brasil confere a essa relação é clara e sincera. Desde o início de meu governo, visitei os EUA em quatro oportunidades, e em todos estive com o presidente Trump”, afirmou.

Setor privado
Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os acordos são pedra fundamental para futuro livre comércio entre os dois países e para evitar a dupla tributação. Na avaliação da entidade, embora não tratem de acesso a mercados, os acordos abordam temas de última geração e possibilitam a economia de custos e a ampliação da competitividade na relação entre os dois países.

“A redução da burocracia, dos custos de transação e dos atrasos desnecessários relacionados ao fluxo comercial de bens, a partir de medidas de facilitação de comércio, proporcionará maior competitividade e eficiência às operações comerciais realizadas entre os dois países”, informou em nota. “Por outro lado, o estabelecimento de boas práticas regulatórias reconhecidas contribuirá para promover maior transparência, coerência e segurança jurídica para a atividade econômica, com a consequente redução de custos e o estímulo ao crescimento e criação de empregos”.

Em 2019, o intercâmbio de bens e serviços entre Brasil e Estados Unidos foi superior a US$ 100 bilhões em 2019.

Informações: Agência Brasil


Cargueiro FPSO Nabarima que carrega 1 milhão de barris de petróleo corre risco de naufragar

O FPSO Nabarima, cargueiro que carrega mais de um milhão de barris de petróleo, está inclinando perigosamente e corre o risco de naufragar no Golfo de Pária, próximo a Venezuela. Uma foto tirada em 13 de outubro mostra o petroleiro inclinando-se perigosamente, de acordo com o Conflicts News Worldwide.

A foto foi fornecida por Gary Aboud, secretário corporativo da Fishermen and Friends of the Sea, uma organização ambiental em Trinidad e Tobago. “O Nabarima está instável e está afundando”, disse ele de acordo com o Click Petroleo e Gás

“Há alguns meses, houve relatos de que o navio estava inclinando e que alguns compartimentos foram inundados; Esses problemas foram resolvidos, mas está claro que agora existem grandes problemas “, disse Conflicts News Worldwide.

O plano da ENI da Itália de drenar o navio de armazenamento de petróleo do FPSO Nabarima, encalhado no Golfo de Paria, foi adiado por semanas devido a preocupações com as sanções dos EUA ao regime de Nicolás Maduro, relatou Argus.

A unidade flutuante de armazenamento e descarga, com bandeira venezuelana, considerada um potencial risco ambiental, havia sido incluída nas prioridades, após trabalhadores relatarem inundações dentro e fora do navio.

No início de setembro, a Eni indicou que a embarcação havia se estabilizado e um vazamento de água havia sido resolvido. O FPSO Nabarima tem capacidade para até 1,3 milhão de barris de petróleo. Está atracado há 10 anos no campo offshore de Corocoro, no Golfo de Paria. O campo pertence à PetroSucre, uma joint venture operada pela Petróleos de Venezuela. A ENI tem uma participação minoritária de 26%.

Veja vídeo:


A americana Nikole Mitchell, de 36 anos de idade, é um exemplo de reviravolta na vida. Ex-pastora e de família batista, Mitchell atualmente é modelo do site de entretenimento adulto OnlyFans, uma das maiores plataformas de entretenimento adulto da internet, e arrecada aproximadamente US$ 100 mil (cerca de R$ 560 mil) por mês.

A modelo passou 20 anos de sua vida se dedicando à igreja. Sua entrega para a igreja era tamanha que entre os anos 2001 e 2007, quando estava na universidade, não teve nenhum tipo de relacionamento com homens, pois estava se dedicando 100% à vida cristã.

“Eu parei de me encontrar com homens totalmente. Era horrível ficar com garotos no colégio, no sexo da adolescência não sabemos exatamente o que estamos fazendo. Decidi parar de ver qualquer um durante meu período na universidade”, disse ela ao site Uol.

Nikole se casou em 2009, teve três filhos e tempo depois se separou. No ano de 2017 ela abandonou de vez a igreja e em 2019 entrou para o OnlyFans. “Eu honestamente acho que nasci para tirar a minha roupa, parece uma chamada”, declarou.


Um especialista em segurança digital pediu demissão do Facebook após a empresa decidir manter no ar uma live do presidente Jair Bolsonaro, segundo uma reportagem da revista “New Yorker” publicada na última segunda-feira (12).

Na transmissão pelo Facebook realizada em janeiro, Bolsonaro afirmou que, “cada vez mais, o índio é um ser humano igual a nós”.

Segundo a reportagem, o engenheiro de segurança digital David Thiel, que trabalhava na sede da rede social em Menlo Park, Califórnia, questionou internamente se o conteúdo seria removido por ter violado as regras sobre discursos “violentos ou degradantes”.

Sua pergunta foi encaminhada para dois especialistas em moderação, um em Brasília e outro em Dublin, na Irlanda, que decidiram que o vídeo não feriu as diretrizes.

O especialista no Brasil, que não teve a identidade revelada, teria respondido que Bolsonaro “é conhecido por seus discursos politicamente incorretos”.

“Ele está, na verdade, se referindo aos indígenas se tornando mais integrados à sociedade (em vez de isolados em suas próprias tribos)”, teria dito o moderador.

A revista conta que Thiel não concordou e viu conflito de interesses, apontando que o moderador “trabalhou para pelo menos um político pró-Bolsonaro”. O engenheiro também disse que o próprio Facebook era suspeito, por incentivar Bolsonaro a utilizar a plataforma.

“É estranho para uma empresa passar de uma postura de ‘por favor, senhor, use nosso produto’ para ‘na verdade, senhor, agora você tem problemas por usar nosso produto'”, disse à revista.

Ele marcou uma reunião com o time de moderação e criou uma apresentação com 15 slides com a ajuda de alguns colegas para convencer a equipe que Bolsonaro teria violado as regras do Facebook.

Um dos slides apontava para um discurso em que Mark Zuckerberg, presidente executivo da rede social, afirmava que declarações “desumanizantes” são o primeiro passo para a incitação da violência.

A equipe de moderação discordou e, segundo Thiel, interrompeu seus argumentos e questionou sua credibilidade. Em março, dois meses depois da live de Bolsonaro, Thiel se demitiu.

“O Facebook está hoje cada vez mais alinhado com os ricos e poderosos, permitindo que eles sigam regras diferentes”, escreveu o engenheiro na plataforma interna da rede social no dia de sua saída.

Thiel contou para a revista que, pouco depois dessa publicação, o time de moderação entrou em contato para dizer que mudou de ideia sobre o discurso do Bolsonaro. O vídeo, no entanto, permanece no ar.

“Eu não sabia se estavam tentando fazer com que eu não saísse, ou que saísse em condições melhores, ou outra coisa”, disse ele. “De qualquer forma, era tarde demais”.

Atualmente, Thiel é diretor técnico do Observatório da Internet da Universidade de Stanford.

O G1 procurou a assessoria do Facebook Brasil, que enviou o seguinte posicionamento:

“Proibimos discurso de ódio e aplicamos nossas regras de conteúdo globalmente, independentemente da posição ou afiliação política de quem publicou. Sabemos que temos mais a fazer, mas estamos progredindo na forma como aplicamos nossas regras, e auditamos nossos processos com frequência para garantir precisão e imparcialidade.”

Fonte: G1


A rainha Elizabeth II realizou, nesta quinta-feira (15), seu primeiro ato público fora de uma de suas residências oficiais em sete meses, desde o início da pandemia do novo coronavírus. A monarca, de 94 anos, estava acompanhada por seu neto, o príncipe William, durante uma visita ao Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa (Dstl), em Port Down, perto da cidade de Salisbury, na Inglaterra.

No laboratório, a rainha conversou com cientistas em atividade na gestão da crise da Covid-19 no Reino Unido. Elizabeth e o príncipe também tiveram a oportunidade de conversar com alguns dos funcionários que colaboraram em 2018 na resposta ao envenenamento por Novichok do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia naquela cidade.

Por ocasião da visita real, o laboratório reforçou suas medidas de segurança para proteger a rainha de uma possível infecção pelo coronavírus.

– Foi solicitado aconselhamento específico a médicos e pessoas relevantes e foram tomadas todas as precauções necessárias, trabalhando em estreita colaboração com o Dstl – disse um porta-voz do Palácio de Buckingham.

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Entre essas medidas preventivas, as 48 pessoas que hoje teriam um contato mais estreito com a rainha e William foram previamente testadas e cada um dos pequenos grupos organizados para participar do ato foram orientados a manter a distância social de dois metros com a realeza.

Além disso, a própria rainha foi ao evento de helicóptero enquanto o neto viajou de carro.

Desde que a pandemia foi declarada, em março, esta foi a primeira vez que Elizabeth II deixou uma de suas residências, e se afastou de seu pequeno grupo de funcionários, chamado de “Bolha de Sua Majestade”, para cumprir um compromisso oficial.

A rainha passou por um confinamento nacional em março, em sua residência em Berkshire County, mas sempre esteve ocupada trabalhando com audiências por telefone e videochamadas.

O último evento público da rainha Elizabeth fora de suas residências foi quando ela e outros membros da família real participaram de um evento em Londres, no dia 9 de março.

*Com informações da Agência EFE

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