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Cargueiro FPSO Nabarima que carrega 1 milhão de barris de petróleo corre risco de naufragar

O FPSO Nabarima, cargueiro que carrega mais de um milhão de barris de petróleo, está inclinando perigosamente e corre o risco de naufragar no Golfo de Pária, próximo a Venezuela. Uma foto tirada em 13 de outubro mostra o petroleiro inclinando-se perigosamente, de acordo com o Conflicts News Worldwide.

A foto foi fornecida por Gary Aboud, secretário corporativo da Fishermen and Friends of the Sea, uma organização ambiental em Trinidad e Tobago. “O Nabarima está instável e está afundando”, disse ele de acordo com o Click Petroleo e Gás

“Há alguns meses, houve relatos de que o navio estava inclinando e que alguns compartimentos foram inundados; Esses problemas foram resolvidos, mas está claro que agora existem grandes problemas “, disse Conflicts News Worldwide.

O plano da ENI da Itália de drenar o navio de armazenamento de petróleo do FPSO Nabarima, encalhado no Golfo de Paria, foi adiado por semanas devido a preocupações com as sanções dos EUA ao regime de Nicolás Maduro, relatou Argus.

A unidade flutuante de armazenamento e descarga, com bandeira venezuelana, considerada um potencial risco ambiental, havia sido incluída nas prioridades, após trabalhadores relatarem inundações dentro e fora do navio.

No início de setembro, a Eni indicou que a embarcação havia se estabilizado e um vazamento de água havia sido resolvido. O FPSO Nabarima tem capacidade para até 1,3 milhão de barris de petróleo. Está atracado há 10 anos no campo offshore de Corocoro, no Golfo de Paria. O campo pertence à PetroSucre, uma joint venture operada pela Petróleos de Venezuela. A ENI tem uma participação minoritária de 26%.

Veja vídeo:


A americana Nikole Mitchell, de 36 anos de idade, é um exemplo de reviravolta na vida. Ex-pastora e de família batista, Mitchell atualmente é modelo do site de entretenimento adulto OnlyFans, uma das maiores plataformas de entretenimento adulto da internet, e arrecada aproximadamente US$ 100 mil (cerca de R$ 560 mil) por mês.

A modelo passou 20 anos de sua vida se dedicando à igreja. Sua entrega para a igreja era tamanha que entre os anos 2001 e 2007, quando estava na universidade, não teve nenhum tipo de relacionamento com homens, pois estava se dedicando 100% à vida cristã.

“Eu parei de me encontrar com homens totalmente. Era horrível ficar com garotos no colégio, no sexo da adolescência não sabemos exatamente o que estamos fazendo. Decidi parar de ver qualquer um durante meu período na universidade”, disse ela ao site Uol.

Nikole se casou em 2009, teve três filhos e tempo depois se separou. No ano de 2017 ela abandonou de vez a igreja e em 2019 entrou para o OnlyFans. “Eu honestamente acho que nasci para tirar a minha roupa, parece uma chamada”, declarou.


Um especialista em segurança digital pediu demissão do Facebook após a empresa decidir manter no ar uma live do presidente Jair Bolsonaro, segundo uma reportagem da revista “New Yorker” publicada na última segunda-feira (12).

Na transmissão pelo Facebook realizada em janeiro, Bolsonaro afirmou que, “cada vez mais, o índio é um ser humano igual a nós”.

Segundo a reportagem, o engenheiro de segurança digital David Thiel, que trabalhava na sede da rede social em Menlo Park, Califórnia, questionou internamente se o conteúdo seria removido por ter violado as regras sobre discursos “violentos ou degradantes”.

Sua pergunta foi encaminhada para dois especialistas em moderação, um em Brasília e outro em Dublin, na Irlanda, que decidiram que o vídeo não feriu as diretrizes.

O especialista no Brasil, que não teve a identidade revelada, teria respondido que Bolsonaro “é conhecido por seus discursos politicamente incorretos”.

“Ele está, na verdade, se referindo aos indígenas se tornando mais integrados à sociedade (em vez de isolados em suas próprias tribos)”, teria dito o moderador.

A revista conta que Thiel não concordou e viu conflito de interesses, apontando que o moderador “trabalhou para pelo menos um político pró-Bolsonaro”. O engenheiro também disse que o próprio Facebook era suspeito, por incentivar Bolsonaro a utilizar a plataforma.

“É estranho para uma empresa passar de uma postura de ‘por favor, senhor, use nosso produto’ para ‘na verdade, senhor, agora você tem problemas por usar nosso produto'”, disse à revista.

Ele marcou uma reunião com o time de moderação e criou uma apresentação com 15 slides com a ajuda de alguns colegas para convencer a equipe que Bolsonaro teria violado as regras do Facebook.

Um dos slides apontava para um discurso em que Mark Zuckerberg, presidente executivo da rede social, afirmava que declarações “desumanizantes” são o primeiro passo para a incitação da violência.

A equipe de moderação discordou e, segundo Thiel, interrompeu seus argumentos e questionou sua credibilidade. Em março, dois meses depois da live de Bolsonaro, Thiel se demitiu.

“O Facebook está hoje cada vez mais alinhado com os ricos e poderosos, permitindo que eles sigam regras diferentes”, escreveu o engenheiro na plataforma interna da rede social no dia de sua saída.

Thiel contou para a revista que, pouco depois dessa publicação, o time de moderação entrou em contato para dizer que mudou de ideia sobre o discurso do Bolsonaro. O vídeo, no entanto, permanece no ar.

“Eu não sabia se estavam tentando fazer com que eu não saísse, ou que saísse em condições melhores, ou outra coisa”, disse ele. “De qualquer forma, era tarde demais”.

Atualmente, Thiel é diretor técnico do Observatório da Internet da Universidade de Stanford.

O G1 procurou a assessoria do Facebook Brasil, que enviou o seguinte posicionamento:

“Proibimos discurso de ódio e aplicamos nossas regras de conteúdo globalmente, independentemente da posição ou afiliação política de quem publicou. Sabemos que temos mais a fazer, mas estamos progredindo na forma como aplicamos nossas regras, e auditamos nossos processos com frequência para garantir precisão e imparcialidade.”

Fonte: G1


A rainha Elizabeth II realizou, nesta quinta-feira (15), seu primeiro ato público fora de uma de suas residências oficiais em sete meses, desde o início da pandemia do novo coronavírus. A monarca, de 94 anos, estava acompanhada por seu neto, o príncipe William, durante uma visita ao Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa (Dstl), em Port Down, perto da cidade de Salisbury, na Inglaterra.

No laboratório, a rainha conversou com cientistas em atividade na gestão da crise da Covid-19 no Reino Unido. Elizabeth e o príncipe também tiveram a oportunidade de conversar com alguns dos funcionários que colaboraram em 2018 na resposta ao envenenamento por Novichok do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia naquela cidade.

Por ocasião da visita real, o laboratório reforçou suas medidas de segurança para proteger a rainha de uma possível infecção pelo coronavírus.

– Foi solicitado aconselhamento específico a médicos e pessoas relevantes e foram tomadas todas as precauções necessárias, trabalhando em estreita colaboração com o Dstl – disse um porta-voz do Palácio de Buckingham.

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Entre essas medidas preventivas, as 48 pessoas que hoje teriam um contato mais estreito com a rainha e William foram previamente testadas e cada um dos pequenos grupos organizados para participar do ato foram orientados a manter a distância social de dois metros com a realeza.

Além disso, a própria rainha foi ao evento de helicóptero enquanto o neto viajou de carro.

Desde que a pandemia foi declarada, em março, esta foi a primeira vez que Elizabeth II deixou uma de suas residências, e se afastou de seu pequeno grupo de funcionários, chamado de “Bolha de Sua Majestade”, para cumprir um compromisso oficial.

A rainha passou por um confinamento nacional em março, em sua residência em Berkshire County, mas sempre esteve ocupada trabalhando com audiências por telefone e videochamadas.

O último evento público da rainha Elizabeth fora de suas residências foi quando ela e outros membros da família real participaram de um evento em Londres, no dia 9 de março.

*Com informações da Agência EFE


A porta-voz da Casa Branca Kayleigh McEnany teve sua conta pessoal no Twitter bloqueada pela própria plataforma. Segundo a Casa Branca, o bloqueio aconteceu porque McEnany expôs uma suposta negociação entre Hunter Biden, filho do candidato democrata Joe Biden, e um executivo ucraniano.

– O Twitter bloqueou a conta pessoal da porta-voz da Casa Branca Kayleigh McEnany por ter compartilhado notícias que os democratas não gostam – disse uma publicação do governo dos EUA.

Antes de ser bloqueada, McEnany havia publicado a informação de que Hunter recebeu a proposta de um executivo ucraniano para que ele usasse “sua influência” nos EUA em favor de sua empresa. Em troca, haveria o pagamento de 50 mil dólares por mês ao filho de Biden. McEnany diz ainda que, na época da proposta, Joe Biden era responsável pelas relações diplomáticas com a Ucrânia e Hunter fazia parte do conselho da Burisma, a empresa comandada pelo executivo.

A denúncia compartilhada por McEnany é baseada em uma reportagem do portal de notícias The NY Post. O site diz ter obtido emails que comprovariam as propostas ao filho de Biden. Curiosamente, Facebook e Twitter censuraram o alcance da reportagem. Como resposta, Trump ameaçou retirar as proteções que as plataformas gozam nos Estados Unidos.

O bloqueio da conta da porta-voz é visto como uma reação às ameaças de Donald Trump e uma tentativa de abafar as denúncias contra Biden, que segue à frente do republicano, segundo as pesquisas eleitorais.

Informações m: Pleno News


Dimitri Houtteman/Unsplash

A OMS (Organização Mundial de Saúde) alertou nesta 4ª feira (14.out.2020) a possibilidade de grande parte da população só ser vacinada contra a Covid-19 em 2022. Para a entidade, não há como todos os habitantes do planeta serem imunizados em 1 único ano.

Na visão da OMS, também não há capacidade de produzir doses suficientes para abastecer o mundo todo em 2021. Para a entidade, os grupos prioritários para receber a vacina no próximo ano serão os profissionais de saúde, idosos e pessoas com vulnerabilidades. Juntos, esses grupos representam menos de 20% da população total do planeta.

A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse que o mundo deve ter uma vacina em 2021.No entanto, ela afirma que o acesso será limitado e que uma “pessoa comum, jovem, talvez vai precisar esperar até 2022”.

Swaminathan ponderou que a esperança será de que, ao vacinar uma parcela da população, a taxa de mortalidade caia. Segundo ela, a vacina só vai gerar imunidade de rebanho, após 70% da população ser imunizada, o que equivale a 5 bilhões de pessoas.

A meta da OMS até o final do próximo ano, é vacinar 2 bilhões de pessoas, o que será a maior campanha de vacinação da história.

A diretora técnica da OMS, Maria van Kerkhove, insiste que não é necessário esperar uma vacina para controlar o vírus. Segundo ela, temos “instrumentos para impedir a transmissão”, citando países que conseguiram manter baixas as taxas de contaminação, mesmo sem a vacina.

Mesmo com o grande salto de novos casos nos últimos dias, a esperança da entidade é que agora as taxas de mortalidade sejam menores, porque médicos estão mais preparados e existem alguns tratamentos para pacientes mais graves. Além disso, nesse momento, são os jovens os mais atingidos pela doença e os diagnósticos têm sido dados cada vez mais cedo.

A OMS afirmou também que “nunca recomendou” 1 lockdown completo nos países e que sempre insistiu em 1 pacote de medidas para o enfrentamento da pandemia. A diretora técnica declarou que muitos países precisaram tomar a atitude de 1 fechamento completo para aliviar os sistemas de saúde sobrecarregados. “Alguns países não tiveram opção”, pontuou.

Kerkhove disse esperar que os governos, diante da segunda onda da doença, optem por medidas localizadas, em regiões mais afetadas.


Um menino de apenas 5 anos de idade reagiu a um assalto que aconteceu dentro de sua própria casa. David Johnson estava com a mãe, na sala de casa, quando quatro criminosos entraram no local. Armados, os bandidos levaram a mulher para outro cômodo e o garotinho atacou um dos bandidos, arremessando seus brinquedos contra ele e tentando abaixar a mão que segurava a arma.

O episódio aconteceu no dia 30 de setembro, em Indiana, nos Estados Unidos, mas somente agora foi divulgado. A mãe da criança, Tamika Reid, afirmou que os criminosos chegaram a atirar. Os suspeitos fugiram sem roubar nada e seguem foragidos.

– Meu pequeno herói estava firme em tentar acertar os caras. Eu só pensava em tirar ele de casa antes que fizessem algo com meu filho – declarou Tamika para um jornal dos Estados Unidos.

A polícia local lamentou o ocorrido e expôs a preocupação com David. Eles afirmaram que, agora, é trabalho deles defender a criança.

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Cadela com leões na Rússia
Foto: Divulgação/lionspark.ru

Uma cadela de 8 anos adotou dois filhotes de leão que estavam abandonados. A equipe do parque de leões do país, localizado na cidade russa de Vladivostok, após resgatar os filhotes, apostou na pastora-alemã Sandra para resolver a amamentação dos felinos.

“O leite de cadela é mais adequado para os filhotes de leão, pois contém todos os componentes necessários para o desenvolvimento normal de um filhote de leão.” 

A ação deu certo e a cadela Sandra começou a amamentar os leõezinhos.  Agora, a organização do parque planeja levá-los ao público já nos próximos dias. No entanto, ainda não há data definida, pois o processo depende do sucesso contínuo da situação nutritiva.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou estar “livre de medicação” durante uma entrevista transmitida pela televisão nesta sexta-feira (9), uma semana após ele ter sido internado devido ao coronavírus. Não ficou claro quando a entrevista foi gravada.

Trump também apresentou mais detalhes sobre sua luta contra a Covid-19.

O presidente norte-americano apareceu no programa Tucker Carlson Tonight, da Fox News, para uma “avaliação médica” no ar, como descreveu a Casa Branca. Essa “avaliação” foi feita a distância pelo médico Marc Siegel, colaborador da emissora.

“Agora mesmo estou livre de medicamentos, não estou tomando nenhuma medicação há provavelmente oito horas”, revelou Trump a Siegel.

Os médicos de Trump explicaram antes que deram ao presidente um agressivo coquetel de medicamentos, incluindo o esteroide dexametasona, usualmente associado a casos graves da Covid-19.

Trump afirmou ter refeito um teste de detecção do vírus.

“Voltaram a fazer testes em mim e ainda não vi os números, mas sei que estou na parte inferior da escala ou livre [do vírus]”, disse o presidente, que acredita que fará novos exames “provavelmente amanhã [sábado]”.

O presidente republicano revelou que a doença o deixou com energia reduzida e que não se sentia “muito vital”, mas que não tem problemas para respirar, embora tenha recibo oxigênio pelo menos duas vezes.

Trump garantiu não saber onde contraiu a doença, mas chamou o vírus de “altamente contagioso”. Isso é algo que se aprende, é uma doença contagiosa”, concluiu.

AFP News*


Presidente dos EUA, Donald Trump, retorna à Casa Branca após ser internado com Covid-19, em foto de 5 de outubro — Foto: Erin Scott/Arquivo/Reuters
Foto: Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá voltar a cumprir compromissos públicos a partir do sábado, informou ontem (8) o médico Sean Conley. De acordo com boletim, o republicano respondeu “extremamente bem” aos tratamentos contra a Covid-19.

Conley informou que é possível afirmar o retorno de Trump a atividades em público porque, no sábado, terão se passado 10 dias desde que o presidente recebeu diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Isso está de acordo com as diretrizes dos Centros de Controle de Doenças dos EUA.

Segundo o boletim médico, não há nenhum sinal de progressão da doença desde que ele retornou à Casa Branca, na segunda-feira. O documento não diz se o presidente tem sintomas.

O presidente dos EUA recebeu tratamento com um coquetel antiviral ainda em fase de testes no país. Em vídeo, ele disse que “sente melhor do que 20 anos atrás” e pretende liberar esse medicamento — ainda sem eficácia completamente comprovada — a todos os americanos.

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