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Existem alguns casos específicos em que a chia, se ingerida em excesso, pode fazer mal ao organismo; entenda

Foto colorida de três tigelas com chia, linhaça e aveia

Existe uma semente que roubou a cena no mundo “fit” recentemente: a de chia. O grãozinho de cor marrom é um item presente nas compras daqueles que buscam por melhorar o bem-estar e dar uma forcinha no emagrecimento, em uma prova clara de que tamanho, definitivamente, não é documento.

Embora faça muito bem à saúde cardíaca e ao intestino, entre outros benefícios, ela não é indicada para um grupo específico de pessoas.

Quem sofre com hipertensão precisa tomar certos cuidados ao ingerir o ingrediente. Isso porque a ingestão excessiva de semente de chia pode reduzir a pressão arterial e, por consequência, diminuir o efeito dos medicamentos.

As propriedades do alimento podem afetar os níveis de pressão arterial, por isso, recomenda-se, além da consulta com um especialista, a moderação no consumo regular.

Além disso, pessoas que utilizam medicações anticoagulantes também devem ter muita cautela. As sementes de chia aumentam o risco de hemorragia ou sangramento, devendo ser evitadas por quem utiliza esses tipos de remédios.

Insistir no consumo da chia pode, até mesmo, interferir na ação desses medicamentos, aumentando os riscos de complicações.

Já para os indivíduos alérgicos a nozes ou castanhas, o consumo também deve ser evitado. Reações alérgicas podem ser agravadas. É fundamental, antes de fazer qualquer mudança na dieta, procurar um médico e nutricionista.

Informações Metrópoles


Viatina-19 é um fenômeno da genética Nelore. Avaliada em cerca de R$ 21 milhões, ela entrou para o Guinness Book em maio

imagem colorida vaca Viatina-19, campeã da raça Nelore, entrou para o Guinness Book - Metrópoles

Viatina-19 FIV Mara Móveis, ao contrário do que parece, não é o código do sofá que você pode comprar para decorar sua sala na próxima estação. É o nome de um animal – mas não um bicho qualquer. Trata-se da vaca brasileira que, em abril, entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes, como a mais valiosa do mundo. Hoje, seu preço é estimado em cerca de R$ 21 milhões.

Viatina-19 (pronuncia-se “Vi-á-tina”) alcançou tal valor em um leilão realizado em junho de 2023, em Arandu, no interior paulista. Na ocasião, ela foi arrematada por R$ 6,99 milhões. Só? Não é bem assim. Essa foi a quantia paga pela Nelore RO por um terço da vaquinha, cuja brancura da pelagem chama a atenção (veja fotos abaixo). Com a compra, a empresa passou a dividir a propriedade do animal com a Casa Branca Agropastoril e a Agropecuária Napemo. É a soma desses três terços, portanto, que alcança os quase R$ 21 milhões.

E por que tamanha bolada? Na prática, é possível pensar na bela Viatina-19 como uma espécie de empresa que muge, ou mesmo, como um requintado banco genético ambulante. O animal está no estado da arte dos genes da raça Nelore, originária da Índia, cujos primeiros exemplares chegaram ao Brasil no final do século XVIII e hoje representam cerca de 85% do rebanho nacional.

O negócio em torno de Viatina-19, assim, consiste em comercializar essa carga genética privilegiada. Isso pode acontecer, por exemplo, com a venda de prenhezes, que são embriões da Viatina-19 com reprodutores também top da raça Nelore, implantados em mães de aluguel. Ou mesmo, com a comercialização de aspirações, óvulos retirados da vaca.

Faturamento anual

A estimativa é que, apenas em 2023, a exuberância genética de Viatina-19 tenha resultado em um faturamento de R$ 11,5 milhões. Hoje, uma filha do animal chega a ser vendida por R$ 1 milhão – ou mais. Em maio, uma prenhez foi arrematada por R$ 3 milhões, embora a soma espetacular tenha sido alcançada num leilão beneficente, cuja arrecadação, que atingiu um total de R$ 5 milhões, foi revertida para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

E o negócio soa promissor. Em condições normais, a gestação de uma vaca dura nove meses e ela pode ter em torno de 10 a 12 filhos ao longo da vida. Com a fertilização in vitro, na qual a fecundação do óvulo com o espermatozoide ocorre num laboratório, isso mudou completamente. Na avaliação do zootecnista Diego Sanches Gracia, Viatina-19 já tem entre 50 e 60 filhos. “E ela nem chegou à maturidade plena”, diz o especialista.

Vai longe

A vaquinha nasceu em 17 de janeiro de 2019. Tem, portanto, 5 anos. Como reprodutora, acrescenta Gracia, ela tem “pelo menos entre 8 e 10 anos pela frente”. “Isso tranquilamente”, afirma. “Algumas vacas continuam produtivas até os 18 anos de idade.” O zootecnista observa que o animal também é filho de campeões. No caso, o touro Landau e da Viatina 03 FIV Mara Móveis, neta de Viatina da Agropecuária J. Galera.

E o que explica tantas abreviações no nome do animal, que bem poderia ser reduzido para um apelido do tipo “Vivi”, ou mesmo, “Tina”? Bem, FIV é a sigla de fertilização in vitro, Mara Móveis é o nome da fazenda onde a vaca foi criada, em Terezópolis, em Goiás, de propriedade de Silvestre Coelho Filho, que também é dono de uma rede de loja de móveis, concentrada no sul do Pará – a Mara Móveis, óbvio.

Tias, irmãs e primas

Coelho Filho está no negócio da elite da raça Nelore desde 2012 e é proprietário da maioria das Viatinas, que representam 80% do plantel do empresário. “É um volume bastante grande”, diz. “Só da Viatina-19, tenho 17 tias, 6 irmãs e pelo menos uma centena de primas.”

Ele observa que a recordista do Guinness já dava sinais de ser um fenômeno dos currais desde que começou a “ir para a pista” – como são chamados os torneios nos quais os animais desfilam para jurados. “Aos 8 meses de idade, ela já ganhava tudo”, afirma Coelho Filho. Com 42 meses, as vacas já não podem participar desses eventos. A partir daí, Viatina-19 passou a atuar de forma mais ativa no ramo genético, usado para aprimorar a raça, tornando-a mais produtiva.

Hoje, Vitamina-19, em plena atividade – e no auge da fama –, vive em Uberaba, em Minas Gerais, na Fazenda Napemo, que pertence a um dos três proprietários da vaquinha que se tornou um fenômeno da genética Nelore.

Informações Metrópoles


foto: AFP

O julgamento de Hunter Biden, filho do atual presidente dos Estados Unidos, começou nesta segunda-feira (3) em Wilmington, Delaware, com a seleção do júri e a presença da primeira-dama, Jill Biden. Jill, que não é a mãe biológica de Hunter, compareceu ao tribunal para apoiar o enteado, que enfrenta acusações que podem resultar em prisão se for condenado. Este é um caso histórico, sendo a primeira vez que o filho de um presidente em exercício enfrenta um julgamento criminal. O processo pode impactar a campanha eleitoral de Joe Biden na eleição presidencial de 5 de novembro, especialmente considerando que republicanos, incluindo Donald Trump, usam o caso como munição política.

Hunter Biden é acusado de mentir em um formulário de compra de armas em outubro de 2018, ao não admitir o uso de drogas para adquirir um revólver Colt Cobra calibre 38, que ele manteve por 11 dias. Os advogados de Hunter pediram o adiamento do julgamento para ter mais tempo para reunir testemunhas e analisar provas, mas a juíza distrital Maryellen Noreika negou o pedido. No domingo (2), Noreika também excluiu uma testemunha especializada e uma prova chave que a defesa de Hunter esperava usar.

A juíza atendeu ao pedido do promotor especial David Weiss, que investiga o caso, para barrar um psiquiatra da Universidade de Columbia que questionaria as alegações de que Hunter sabia que era viciado quando comprou a arma. Ela também impediu o uso de uma versão alterada de um formulário federal de armas de fogo preenchido por Hunter em 2018 e modificado em 2021 por funcionários da loja de armas.

Hunter Biden se declarou inocente das três acusações de compra e posse ilegal de armas, que podem acarretar uma pena máxima de 25 anos de prisão, embora penas menores sejam comuns para réus sem antecedentes criminais. Ele é acusado de fazer declarações falsas ao afirmar que não era viciado em drogas e por fornecer informações falsas à loja. A terceira acusação refere-se à posse da arma por 11 dias, sabendo de sua condição de dependente químico.

Hunter, de 54 anos, reconheceu publicamente que lutou contra o vício em álcool e drogas por décadas, especialmente após a morte de seu irmão Beau Biden em 2015. Em 2018, ele estava em um período de depressão após se divorciar de Kathleen Buhle e lidava com um grave vício em crack, como relatou em seu livro de memórias “Beautiful Things” (2021).

As acusações contra Hunter Biden resultam de uma investigação iniciada em 2018, durante o governo de Donald Trump, que usou o caso para atacar seu oponente. Hunter também enfrenta outro julgamento na Califórnia, onde é acusado de sonegar US$ 1,4 milhão em impostos.

*Com informações da AFP.


foto: divulgação de

A situação não parece nada boa para o Mercado Livre. Uma empresa do grupo foi penalizada em uma ação trabalhista milionária. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, condenou a Meli Developers, empresa de tecnologia da informação do Mercado Livre, a indenizar funcionários e ex-funcionários por horas extras e adicional noturno não pagos, resultando em um valor alto.

Além disso, a empresa terá que pagar reajustes salariais nas datas-bases da categoria e multas. Aproximadamente 5 mil pessoas poderão ser beneficiadas com essa decisão da Justiça, embora ainda caiba recurso. Se a condenação for confirmada, cada funcionário poderá receber, em média, R$ 16 mil, sem contar a correção monetária, totalizando um valor de R$ 80 milhões.

A ação foi movida pelo Sindpd-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo), que acusa a Meli Developers de não cumprir a convenção coletiva de trabalho, pagando menos do que deveria a seus funcionários.

“Estamos cobrando o que é de direito dos trabalhadores. A empresa aplicou uma convenção estranha à categoria para não aplicar os direitos dos empregados. Foram 208 horas por ano a mais de trabalho sem remuneração. É muito grave! É precarização da categoria profissional, prática de concorrência desleal e prática antissindical ao orientar erroneamente a representação sindical”, disse Antonio Neto, presidente do Sindpd.

Segundo a sentença, a Meli Developers sequer reconhece o sindicato como representante de seus funcionários e, por isso, não segue a convenção da categoria. Em sua defesa, a empresa afirmou que pertence ao conglomerado Mercado Livre, cuja principal atividade é o comércio eletrônico, não a tecnologia da informação.

“Se a atividade preponderante da empresa ré consiste no desenvolvimento de programas de computador sob encomenda e outras soluções de tecnologia e o enquadramento sindical da categoria profissional é determinado pela natureza da atividade econômica desenvolvida pelo empregador, concluo que o sindicato autor deve ser considerado como legítimo representante dos empregados da Meli Developers Brasil Ltda”, diz trecho da sentença.

O juiz Ricardo Tsuioshi Fukuda Sanchez, da 3ª Vara do Trabalho de Osasco (SP), afirmou que “o desenvolvimento de atividades de tecnologia da informação” pela empresa “é fato incontroverso”. No Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica da Meli Developers, a principal atividade econômica indicada é o “desenvolvimento de programas de computador sob encomenda”. “As condições de vida dos trabalhadores de uma empresa de tecnologia da informação não podem ser comuns às vivenciadas por empregados que se dedicam ao comércio eletrônico”, pontuou Sanchez.

Informações TBN


Estudo de cientistas de universidade de Amsterdã analisou dados de 47 países

estados unidos janssen vacina contra a covid-19 - anvisa - bronquiolite
Cientistas de universidade de Amsterdã constaram aumento 3 milhões de mortes em excesso desde 2020 | Foto: Reprodução/Freepik

Pesquisadores da Vrije Universiteit, em Amsterdã, sugerem que as vacinas contra a covid-19 podem ter contribuído para o aumento das mortes em excesso desde a pandemia. O estudo analisou dados de 47 países ocidentais e encontrou mais de 3 milhões de mortes em excesso desde 2020, informou o jornal britânico The Telegraph nesta terça-feira, 4.

Os pesquisadores destacaram que os números “sem precedentes” levantam “sérias preocupações” e pedem aos governos que façam uma investigação completa das causas subjacentes, incluindo possíveis danos das vacinas. 

Os autores do estudo publicaram o artigo no renomado periódico internacional de saúde pública BMJ Public Health e alertaram sobre a necessidade de investigar os efeitos adversos das vacinas: “Embora as vacinas contra a covid-19 tenham sido fornecidas para proteger os civis do sofrimento e da mortalidade pelo vírus covid-19, eventos adversos suspeitos também foram documentados”, escreveram. 

O excesso de mortes depois do início da vacinação

O estudo revelou que na Europa, EUA e Austrália houve mais de 1 milhão de mortes em excesso em 2020, no auge da pandemia. Em 2021, esse número aumentou para 1,2 milhão; no ano seguinte, para 800 mil em 2022. 

Os pesquisadores explicaram que esses números incluíam mortes por covid-19, bem como “efeitos indiretos das estratégias de saúde para conter a disseminação e a infecção do vírus”.

Os autores lembram que “tanto profissionais médicos quanto cidadãos relataram lesões graves e mortes depois da vacinação em vários bancos de dados oficiais no mundo ocidental”. 

No artigo, afirmaram: “Durante a pandemia, os políticos e a mídia enfatizaram diariamente que cada morte por covid-19 importava e que cada vida merecia proteção por meio de medidas de contenção e vacinas contra a covid-19. No pós-pandemia, o mesmo moral deve se aplicar.”

Efeitos colaterais das vacinas

No artigo, os cientistas afirmaram que efeitos colaterais relacionados à vacina contra a covid-19 incluíam acidente vascular cerebral isquêmico, síndrome coronariana aguda e hemorragia cerebral, doenças cardiovasculares, coagulação, hemorragias, eventos gastrointestinais e coagulação sanguínea. Pesquisadores alemães observaram que o início da mortalidade em excesso em 2021 coincidiu com a introdução das vacinas, o que exige investigação dos governos.

Contudo, dados recentes sobre efeitos colaterais não foram disponibilizados ao público, com os países mantendo seus próprios bancos de dados individuais de danos, que dependem do relato do público e de médicos, alertaram os especialistas, conforme o Telegraph.

Lockdowns e medidas de contenção durante a pandemia

Ilustração: Shutterstock

Gordon Wishart, diretor médico da Check4Cancer e professor visitante de cirurgia oncológica na Anglia Ruskin University, alertou repetidamente para o fato de que atrasos no diagnóstico de câncer levariam a mortes. “Foi previsto no início do período de lockdown que o acesso limitado aos cuidados de saúde para condições não relacionadas à covid levaria a atrasos no diagnóstico e no tratamento de condições críticas, como câncer, doenças cardíacas, diabetes e demência, e que isso resultaria em mortes em excesso dessas condições”, disse ao Telegraph.

Dados do serviço de saúde da Inglaterra, o NHS, mostram que a incidência de câncer por 100 mil pessoas era de 521 no ano pré-lockdown, caindo para 456 em 2020-2021, sugerindo que cerca de 45 mil casos de câncer foram perdidos no primeiro ano da pandemia. A taxa de incidência subiu para 540 por 100 mil no ano seguinte, revelando que muitos casos foram diagnosticados tardiamente, quando o tratamento seria menos eficaz.

Falando sobre o potencial de danos das vacinas, Wishart acrescentou: “Os autores estão corretos ao revelar que muitos eventos adversos graves relacionados às vacinas podem não ter sido relatados, e apontam o fato de que o início simultâneo da mortalidade em excesso e a vacinação contra a covid-19 na Alemanha merecem mais investigação por si sós”. 

Ele acrescentou que “o artigo levanta mais perguntas do que respostas”, mas “é difícil discordar da conclusão de que uma análise mais aprofundada é necessária para entender as causas subjacentes da mortalidade em excesso para melhor se preparar para o gerenciamento futuro de crises pandêmicas”.

Informações Revista Oeste


Concentrado com a seleção francesa, o atacante deu sua primeira entrevista à imprensa após se juntar ao Real Madrid

Imagem colorida de Mbappé fazendo careta - Metrópoles

Em sua primeira entrevista após deixar o Paris Saint-Germain, Kylian Mbappé revelou detalhes conturbados de sua reta final no clube. Concentrado com a seleção francesa, o atacante deu sua primeira entrevista coletiva nesta terça-feira (4/6), após se juntar ao Real Madrid, e contou como ficou sua situação no clube depois que revelou que não renovaria o seu contrato.

Durante a entrevista, ele contou que evitou dar destaque a determinadas situações que estavam ocorrendo por conta de seu status de liderança que tinha dentro do PSG, e como isso influenciou na sua decisão de deixar a equipe.

“Há coisas que me deixaram triste, mas há coisas que não podem ser mostradas porque eu era um líder e não se segue alguém que está deprimido. Seria meio canalha chegar e dizer que fui infeliz no PSG, mas houve coisas que me deixaram triste e não me contentaria com mais um ano assim”, revelou.

Mbappé ainda contou que, após anunciar que não renovaria seu vínculo, sofreu a ameaça de não atuar mais pelo clube até o final de seu contrato. Segundo ele, a situação só não ocorreu graças às intervenções de Luis Enrique, técnico, e de Luis Campos, diretor de futebol do PSG.

“Eles me fizeram entender, me falaram na cara, falaram comigo com violência, me contaram. Luis Enrique e Luis Campos me salvaram. E é por isso que sempre fui tão grato ao treinador e ao diretor desportivo. Ouço as críticas e penso que sou a melhor pessoa para analisar as minhas atuações, por isso é verdade que o meu nível de exigência é menor”, apontou o jogador.

O ex-PSG assinou com a equipe treinada por Ancelotti por cinco temporadas. Ele será apresentado no novo clube após o término da Eurocopa. A França está no grupo D da Eurocopa, e terá como adversários na primeira fase Holanda, Polônia e Áustria. Mbappé e a seleção francesa estreiam no dia 17 de junho, diante da seleção austríaca.

Informações Metrópoles


Governo e oposição pediram mais tempo para analisar relatório apresentado pelo senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL)

imagem colorida mostra plenário do senado federal - metrópoles

O plenário do Senado Federal adiou, nesta terça-feira (4/6), a votação do projeto de lei (PL) nº 914/2024, que institui o Programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover). O texto também inclui a taxação em 20% de compras internacionais de até US$ 50. A previsão é retomar a discussão na quarta-feira (5/6).

O parecer do relator, senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), retira do texto da taxação em 20% de compras de plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. Senadores governistas e de oposição reclamaram das alterações apresentadas pelo alagoano e pediram mais tempo para analisar o texto.

O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados na última terça (28/5). O relator na Câmara, deputado Átila Lira (PP-PI) incluiu no texto a taxação de compras internacionais de até US$ 50. O assunto dificultou a construção de acordo para aprovar a matéria, mas o governo acabou cedendo e aceitou a emenda com a redução de alíquota para 20%.

De um lado, o lobby das varejistas nacionais pressiona pela aprovação. De outro, diferentes partidos políticos se posicionam contra a taxação por vê-la como uma medida que pode afetar a popularidade com a população que faz compras nestas plataformas.

O Mover cria incentivos fiscais para descarbonização da indústria de veículos, e é de interesse do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Por isso, o governo corre para aprovar o projeto, uma vez que a medida provisória (MP) que institui o programa Mover perdeu a validade no fim de maio.

Os deputados incluíram alguns dispositivos no texto substitutivo do relator da proposta. Um deles prevê a inclusão de bicicletas e bicicletas eletrônicas no regime fiscal. Outro trecho incluído estabelece uma política de conteúdo local para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural, aplicável ao regime de concessão.

Informações Metrópoles


foto: reprodução 

A Globo admitiu publicamente, pela primeira vez, que terá prejuízo financeiro com a transmissão dos Jogos Olímpicos de Paris, que ocorrerão entre julho e agosto. A declaração foi feita nesta terça-feira (4) durante um painel sobre esporte na Rio2C, evento de mídia realizado no Rio de Janeiro.

Joana Thimoteo, diretora de eventos esportivos do Grupo Globo, fez a afirmação. O painel também contou com a participação de Gustavo Serra, Chief Content Officer (CCO) e sócio na Play9, agência de conteúdo digital fundada pelo youtuber Felipe Neto.

Thimoteo destacou que a transmissão das Olimpíadas de Paris é uma equação complexa, mas vale a pena por vários motivos, especialmente pelo valor institucional para a maior emissora do país. “A Olimpíada é uma marca institucional da Globo. Não pensamos em faturamento. A Olimpíada tem algo que um campeonato de futebol não tem. No futebol, você torce para o seu time, não para o outro. Escolhemos transmitir e investir no esporte olímpico porque é importante para nós”, afirmou.

A Globo decidiu que manter os direitos de transmissão de eventos importantes era essencial, mas reconheceu a necessidade de mudar o modelo de aquisição desses eventos. “Não podemos fingir que está tudo bem financeiramente em todo o mercado, mas tomamos uma decisão muito sólida”, disse Thimoteo. Em termos de audiência, a expectativa da Globo para as Olimpíadas de Paris é alta.

“A Globo aposta que a audiência será positiva devido ao fuso horário, com eventos acontecendo de manhã e à tarde. As concorrências serão complementares. Não competimos entre nós, mas pela atenção do público como um todo”, explicou a executiva, referindo-se ao Cazé TV, canal no YouTube que também exibirá os Jogos Olímpicos de Paris.

Joana Thimoteo também anunciou que o SporTV 2 terá sinal em 4K, de ultra definição, durante os Jogos Olímpicos. Todos os sinais de eventos disponibilizados pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) serão oferecidos pelo Globoplay.

com informações F5 Folha


Foto: Go Nakamura/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta terça-feira (4) novas medidas para impedir a entrada ilegal de imigrantes pelo México. Atualmente, quem entra ilegalmente pode solicitar asilo se provar perseguição ou fuga de conflito. No entanto, as novas regras restringem a concessão de asilo para quem cruza a fronteira ilegalmente, exceto em condições especiais. Se o número de imigrantes cair para 1.500 por dia, a nova regra será temporariamente suspensa. Se subir para 2.500 por dia, em média, durante uma semana, a regra será reativada.

Biden explicou que a intenção é reduzir o fluxo de imigrantes para que o sistema dos EUA consiga gerenciar os pedidos. Quem tem uma entrevista formal agendada ainda poderá receber asilo, enquanto os demais poderão ser deportados em questão de dias ou até horas, sendo enviados de volta ao país de origem ou ao México.

Impacto no Brasil

Essas medidas afetarão os brasileiros que tentam entrar ilegalmente nos EUA. Segundo o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS), 230 mil brasileiros entraram ilegalmente no país, colocando o Brasil em 8º lugar no ranking das nacionalidades com maior número de imigrantes não autorizados em 2022.

Ranking de imigrantes ilegais nos EUA em 2022:

  1. México: 4,8 milhões
  2. Guatemala: 750 mil
  3. El Salvador: 710 mil
  4. Honduras: 560 mil
  5. Filipinas: 350 mil
  6. Venezuela: 320 mil
  7. Colômbia: 240 mil
  8. Brasil: 230 mil
  9. Índia: 220 mil
  10. China: 210 mil

Deportação para o México ou Brasil

Desde que Biden assumiu, há um acordo entre EUA e México para que parte dos imigrantes ilegais seja devolvida ao México, mesmo se não forem mexicanos. No entanto, o México prefere receber pessoas da América Central, como cubanos, haitianos e venezuelanos. Por isso, os EUA precisam deportar rapidamente imigrantes de outras nacionalidades, como brasileiros, enfrentando desafios logísticos para acomodá-los e organizar voos de deportação.

Medida mais drástica de Biden

A nova medida de Biden, a mais radical em sua política migratória até agora, visa atrair eleitores insatisfeitos com o aumento de imigrantes. Implementada por meio de uma ordem executiva, a medida só pode ser derrubada judicialmente. No início de seu mandato, Biden reabriu as fronteiras com o México, fechadas por Trump durante a pandemia, e congelou as deportações.

As ações só entrarão em vigor quando o número de chegadas na fronteira sul exceder a capacidade de recebê-las. A Casa Branca argumenta que o pacote “facilitará a imigração legal para remover aqueles sem base legal” para entrar no país.

A ordem executiva será assinada nesta tarde em uma cerimônia na Casa Branca com a presença de prefeitos, incluindo republicanos, de cidades fronteiriças no Texas. Essa é a segunda tentativa de Biden de regular a imigração nas fronteiras com o México. A primeira tentativa, um acordo bipartidário, não foi aprovada após deputados republicanos desistirem a pedido do ex-presidente Donald Trump.

A opinião pública sobre a entrada de imigrantes mudou após o recorde histórico de chegadas em dezembro de 2023, com cerca de 250 mil pessoas tentando entrar nos EUA pelo México. Esse número caiu pela metade em abril deste ano, mas Biden quer evitar um aumento até as eleições de novembro.

Informações TBN


Foto: Ilustrativa / Freepil

Os pedófilos condenados por crimes sexuais contra crianças em Louisiana, EUA, podem em breve começar a ser castrados cirurgicamente, além de cumprirem pena de prisão.

Os deputados deste estado norte-americano deram aprovação final, na segunda-feira (3), de acordo com a Sky News, a um projeto de lei que permite aos tribunais condenar um criminoso que cometeu crimes sexuais agravados contra crianças menores de 13 anos, a castração cirúrgica.

Se este projeto se transformar mesmo em lei, só poderá ser aplicado a homens e mulheres cujo o crime – estupro, incesto e abuso sexual – tenha ocorrido a partir do dia 1 de agosto de 2024. O projeto de lei segue agora para a mesa do governador conservador Jeff Landry, que decidirá se este é promulgado ou vetado.

Vale lembrar que o juízes de Louisiana já podem condenar pedófilos a castração química, desde 2008. Este método envolve o uso de medicamentos que diminuem a libido. Já a castração cirúrgica é muito mais invasiva.

Além de Louisiana, também a Califórnia, Florida e Texas permitem a castração química. Em alguns destes estados, os infratores já podem optar pelo procedimento cirúrgico, se preferirem. Atualmente, há 2.224 pessoas presas no Louisiana por crimes sexuais contra crianças menores de 13 anos.

O que muitos especialistas discutem é a aplicação de uma pena tão rígida sendo que o sistema judiciário norte-americano não é muito eficiente, tendo em vista que há muitas pessoas na espera de julgamento e outras que foram condenadas sendo inocentes, anos depois sendo inocentadas.

Fonte: Notícias ao Minuto