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Proposta foi aprovada em 1º turno pelos deputados estaduais nesta segunda (3) em meio à invasão da Alep por manifestantes contrários à terceirização.

Professores, servidores e estudantes fazem manifestação na Alep contra o projeto Parceiro da Escola — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Professores, servidores e estudantes fazem manifestação na Alep contra o projeto Parceiro da Escola — Foto: Giuliano Gomes/PR Press 

Depois de aprovado no plenário em 1º turno, o projeto recebeu emendas e voltou para análise pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda na noite de segunda. 

O relator da proposta no colegiado e líder do governo na Assembleia, deputado Hussein Bakri (PSD), apresentou parecer contrário a 9 delas – decisão aprovada pela CCJ. As outras emendas foram juntadas em uma só, na forma de uma subemenda substitutiva geral que propõe as seguintes alterações no texto: 

Os deputados Arilson Chiorato (PT), Requião Filho (PT) e Mabel Canto (PSDB) solicitaram vista, ou seja, mais tempo para analisar o parecer de Bakri. A discussão da proposta está prevista para ser retomada na CCJ às 13h30 desta terça. 

Pela manhã, a Mesa Diretora da Alep deve definir se as sessões serão remotas ou presenciais. 

Após a análise pela CCJ, o projeto de lei deve voltar para o plenário para a votação em 2º turno. Se aprovado, os parlamentares devem fazer ainda a votação da chamada redação final. 

Ao fim desta terceira votação o projeto, se aprovado, segue para sanção do governador Ratinho Junior. 

Colégios poderão votar se querem terceirização

Mesmo após a sanção, a comunidade escolar de cada colégio ainda poderá decidir se quer ou não o novo modelo. 

Segundo o projeto, o modelo terceirizado passará por consulta pública nas 204 unidades. O governo garante que a implementação só acontecerá nas instituições de ensino que aprovarem a proposta. 

Em entrevista coletiva nesta segunda, o governador Ratinhor Junior (PSD) afirmou que a escolha será democrática. 

“Quem vai implantar este modelo não é o governador, mas sim os pais e professores que votam se querem esse modelo. É uma maneira democrática, assim como a gente sempre fez, ouvindo a sociedade e quem paga a conta, que são os pais”, ressaltou.

Governador Ratinho Junior (PSD) afirmou que quem irá decidir se haverá a gestão privada em colégios públicos do Paraná serão os pais e professores por meio de uma votação democrática. — Foto: Reprodução/RPC 

Projeto motivou greve e invasão da Alep

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) avalia que o projeto vai privatizar os colégios e interferir na gestão pedagógica, já que as empresas privadas trabalham por metas. 

O Governo do Paraná nega, afirma que as mudanças só dizem respeito a parte administrativa e de infraestrutura, e diz que a gestão pedagógica será responsabilidade do diretor da rede estadual. 

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seed) disse nesta segunda que as aulas estão em andamento em mais de 87% da rede estadual. Ao g1, a pasta afirmou que orienta pais e responsáveis a enviarem “os filhos às escolas normalmente para que não haja prejuízo ao andamento regular do aprendizado”. 

Bombas de gás lacrimogênio e portas quebradas

Professores, servidores e alunos da rede estadual do Paraná forçaram a entrada e invadiram a Assembleia por volta das 14h desta segunda durante uma mobilização contrária ao projeto. 

Nas imagens, é possível observar os manifestantes entrando no prédio, que está com as portas fechadas, enquanto os seguranças tentam impedir. 

Após uma porta de vidro ser quebrada, os manifestantes entraram no prédio, e foram em direção às galerias da Assembleia. Veja abaixo:

Professores forçam entrada e invadem Alep em mobilização contra projeto de terceirização 

Bombas de gás lacrimogêneo foram lançadas e a confusão deixou três pessoas feridas. 

Segundo o Corpo de Bombeiros, um homem de 24 anos e uma mulher de 23 anos tiveram ferimentos leves e foram encaminhados ao Hospital Cajuru. 

Uma mulher de 51 anos teve ferimentos graves, sem risco de morte, e foi levada ao Hospital Evangélico. 

De acordo com o Gabinete Militar da Assembleia Legislativa do Paraná, também dois policiais militares ficaram feridos, com cortes nas mãos e duas pessoas foram detidas por depredação ao patrimônio público. 

Gestão privada nos colégios públicos do Paraná: entenda o projeto de lei

Gestão privada nos colégios públicos do Paraná: entenda o projeto de lei 

O projeto de lei pretende passar à iniciativa privada a gestão administrativa e de infraestrutura de 204 colégios estaduais a partir do ano que vem. 

O modelo de gestão será feito por meio do programa “Parceiro da Escola”. O governo estadual garante que, antes do fechamento dos contratos, as propostas passarão por consulta pública. 

No projeto de lei, o governo afirma que a parte administrativa será feita “por empresas com expertise em gestão educacional”, que deverão ter atuação comprovada na área. 

Com a proposta, a ideia do governo é que “diretores e gestores concentrem esforços na melhoria da qualidade educacional”. A garantia é que professores e outros servidores públicos que trabalham nestas escolas serão mantidos. 

“Destaca-se que o Programa Parceiro da Escola pretende desonerar o gestor escolar de responsabilidades administrativas e financeiras para que possa concentrar seus esforços nos aspectos pedagógicos de sua função, liderando a escola com eficiência e criando um ambiente propício para o ensino e aprendizagem dos alunos”, cita a mensagem escrita pelo Governo do Estado aos deputados.

Professores e demais funcionários

O texto afirma que os profissionais efetivos lotados no colégio permanecerão sob a gestão do diretor da rede e deverão atender a critérios e metas estabelecidos pelo parceiro contratado, em conjunto com o diretor da rede. 

No entanto, o texto não esclarece quais serão os critérios e metas que os profissionais deverão atender. 

O projeto também aponta que a Secretaria de Estado da Educação (Seed) poderá remanejar os servidores do quadro efetivo que, após consulta, optarem por relotação. 

Quais colégios serão impactados pela terceirização?

O projeto de lei afirma que o modelo pode ser implantado em todas as instituições da rede estadual de ensino de educação básica, exceto nos seguintes tipos de escolas: 

Confira os 204 colégios que podem ter gestão privatizada:

Colégios que podem ter gestão terceirizada

CIDADECOLÉGIO
APUCARANAANTONIO T R DE OLIVEIRA, C E-EF M PROFIS
APUCARANANILO CAIRO, C E-EF M N PROFIS 
ARAPONGASANTONIO RACANELLO SAMPAIO, C E-EF M 
ARAPONGASUNIDADE POLO, C E-EF M PROFIS 
MAUA DA SERRAJOAO PLATH, C E-EF M N PROFIS 
ALM TAMANDAREANGELA SANDRI TEIXEIRA, C E PROF-EF M 
ALM TAMANDAREJOAO PAULO I, C E PAPA-EF M 
ALM TAMANDARETANCREDO NEVES, C E-EF M PROFIS 
BOCAIUVA DO SULCARLOS ALBERTO RIBEIRO, C E-E F N 
BOCAIUVA DO SULQUIELSE CRISOSTOMO DA SILVA,CE CON-EFMP 
CAMPINA GDE SULBANDEIRANTES, C E-EF M PROFIS 
CAMPO MAGROCAMPO MAGRO, C E-EF M 
COLOMBOGENESIO MORESCHI, C E-EF M 
COLOMBOZUMBI DOS PALMARES, C E-EF M PROFIS 
PINHAISLEOCADIA B RAMOS, C E-EF M PROFIS N 
PINHAISMATHIAS JACOMEL, C E-EF M PROFIS 
ARAUCARIAVESPERTINO F PIMPAO, C E DEP-EF M 
BALSA NOVAMARIA L F PACHECO, C E PROFA-EF M 
CAMPO LARGOAUGUSTO VANIN, C E-EF M PROFIS 
CAMPO LARGOCLOTARIO PORTUGAL, C E DES-EF M PROFIS 
CAMPO LARGOEDITHE, C E PROFA-EF M 
CAMPO LARGOOTALIPIO P DE ANDRADE, C E-EF M PROFIS 
FAZ RIO GRANDEDECIO DOSSI, C E DR-EF M PROFIS 
LAPAJUSCELINO K DE OLIVEIRA, C E C DR-EF M 
MANDIRITUBAMARIA SENEK WOSNHAKI, C E C PROFA-EF M 
S JOSE PINHAISAFONSO PENA, C E-EF M 
S JOSE PINHAISCOLONIA MALHADA, C E C-EF M PROFIS 
S JOSE PINHAISCOSTA VIANA, C E-EF M PROFIS N 
S JOSE PINHAISTARSILA DO AMARAL, C E-EF M PROFIS 
TIJUCAS DO SULKAMILLA P DA CRUZ, C E C PROFA – EF M P 
S JOSE PINHAISGODOFREDO MACHADO, E E-EF 
S JOSE PINHAISANITA CANET, C E-EF M P 
A CHATEAUBRIANDANCHIETA, C E PE-EF M 
NOVA AURORAJORGE NACLI, E E-EF 
BARBOSA FERRAZLUZIA GARCIA VILLAR, C E-EF M 
BARBOSA FERRAZMACHADO DE A BARBOSA FERRAZ,C E-M PR NOR 
CAMPINA LAGOAALBERTO SANTOS DUMONT, C E-EF M PROFIS 
CAMPINA LAGOACAMPINA DA LAGOA, C E-EF M 
CAMPO MOURAOBOSCO, C E D-EF M PROFIS 
FENIXSANTO INACIO DE LOYOLA, C E-EF M 
LUIZIANAADAUCTO S ROCHA, C E-EF M PROFIS 
NOVA CANTUJOAO F COSTA, C E PROF-EF M PROFIS 
RONCADORCARNEIRO, C E GAL-EF M PROFIS 
CASCAVELCARMELO PERRONE, C E PE-EF M PROFIS 
CASCAVELELEODORO E PEREIRA, C E-EF M PROFIS 
CASCAVELIEDA BAGGIO MAYER, C E-EF M 
CASCAVELJARDIM INTERLAGOS, C E-EF M PROFIS 
CASCAVELMARILIS F PIROTELLI, C E-EF M 
CASCAVELOLINDA T DE CARVALHO, C E-EF M PROFIS 
CIANORTEVIDIGAL, C E DE-EF M 
CIANORTEJOSE GUIMARAES, C E-EF M PROFIS 
INDIANOPOLISFELISBERTO N GONCALVES, C E-EF M PROFIS 
JUSSARAMORAES DE BARROS, C E SEN-EF M PROFIS 
RONDONBARROSO, E E ALM-EF 
TAPEJARASANTANA DE TAPEJARA, C E-EM N PROFIS 
GUAPOREMAARNALDO BUSATO, C E-EF M 
BANDEIRANTESCYRIACO RUSSO, C E-EM N PROFIS 
NOVA FATIMAALOYSIO DE BARROS TOSTES, E E DR-EF 
CURITIBAALGACYR M MAEDER, C E PROF-EF M PROFIS 
CURITIBABRANCA DO N MIRANDA, C E DONA-EF M 
CURITIBACECILIA MEIRELES, C E-EF M PROFIS 
CURITIBADIRCE C DO AMARAL, C E PROFA-EF M PROFIS 
CURITIBAELIAS ABRAHAO, C E PROF-EF M PROFIS 
CURITIBAERNANI VIDAL, C E-EF M PROFIS 
CURITIBAGELVIRA CORREA PACHECO, C E-EF M 
CURITIBAHILDEBRANDO DE ARAUJO, C E-EF M PROFIS 
CURITIBAHILDEGARD SONDAHL, C E PROFA-EF M PROFIS 
CURITIBAHOMERO B DE BARROS, E E-EF 
CURITIBAISABEL L S SOUZA, C E PROFA-EF M PROFIS 
CURITIBAIVO LEAO, C E-EF M 
CURITIBAJOAO BETTEGA, C E-EF M N PROFIS 
CURITIBAJOAO DE OLIVEIRA FRANCO, C E-EF M 
CURITIBAJOAO MAZZAROTTO, C E-EF M 
CURITIBAMARIA A TEIXEIRA, C E PROFA-EF M PROFIS 
CURITIBAMARIA MONTESSORI, C E-EF M 
CURITIBANATALIA REGINATO, C E-EF M PROFIS 
CURITIBANOSSA SRA APARECIDA, C E-EF M 
CURITIBANOSSA SRA DA SALETE, C E-EF M 
CURITIBAOLIVIO BELICH, C E DEP-EF M 
CURITIBAORIONE, C E D-EF M PROFIS 
CURITIBAPAULINA P BORSARI, C E-EF M PROF 
CURITIBAPEDRO II, E E D-EF 
CURITIBAPIO LANTERI, C E-EF M PROFIS 
CURITIBAPROTASIO DE CARVALHO, C E-EF M PROFIS 
CURITIBASANTA GEMMA GALGANI, C E-EF M PROFIS 
CURITIBASANTO AGOSTINHO, C E-EF M 
CURITIBASAO BRAZ, C E-EF M 
CURITIBASAO SEBASTIAO, C E-EFM 
CURITIBATATUQUARA, C E-EF M 
CURITIBATEOTONIO VILELA, C E-EF M PROF 
CURITIBAVICTOR DO AMARAL, C E PROF-EF M PROFIS 
CURITIBAXAVIER DA SILVA, C E DR-EF M PROFIS 
CURITIBAANIBAL KHURY NETO, C E-EF M PROFIS 
DOIS VIZINHOSDOIS VIZINHOS, C E DE-EF M PROFIS 
NOVA P IGUACUCRISTO REDENTOR, E E-EF 
FOZ DO IGUACUAYRTON SENNA DA SILVA, C E-EF M N PROFIS 
FOZ DO IGUACUGUILHERME, C E MONS-EF M PROF 
FOZ DO IGUACUGUSTAVO D DA SILVA, C E-EF M PROFIS 
FOZ DO IGUACUJUSCELINO K DE OLIVEIRA, C E-EF M PROFIS 
FOZ DO IGUACUTAMANDARE, C E ALM-EF M PROFIS 
MEDIANEIRABELO HORIZONTE, C E-EF M PROFIS 
STA TER ITAIPUMANOEL KONNER, C E D-EF M N PROFIS 
MATELANDIARUI BARBOSA, C E C-EF M 
FRANC BELTRAOINDUSTRIAL, C E-EF M 
FRANC BELTRAOJOAO PAULO II, C E-EF M PROFIS 
FRANC BELTRAOLEO FLACH, C E PROF-EF M 
MOREIRA SALESMOREIRA SALLES, E E-EF 
FOZ DO JORDAOSEGREDO, C E DE-EF M PROFIS 
GUARAPUAVAANTONIO TUPY PINHEIRO, C E-EF M PROFIS 
GUARAPUAVACRISTO REI, C E-EF M PROFIS 
GUARAPUAVAFRANCISCO C MARTINS, C E-M P 
GUARAPUAVALIANE MARTA DA COSTA, C E-EF M PROFIS 
RESERVA IGUACUIZABEL F SIQUEIRA, C E PROFA-EF M PROFIS 
IBAITIALDO DALLAGO, C E-EF M N PROFIS 
JAPIRAJOAQUIM P OLIVEIRA, C E CEL-EF M PROFIS 
IBAITIMARGARIDA F GONCALVES, C E C PROFA-EF M 
F. PINHEIROGETULIO VARGAS, C E-EF M 
GUAMIRANGAFRANCISCO RAMOS, C E-EF M PROFIS 
PRUDENTOPOLISJOSE ORESTES PREIMA, C E C PE-EF M P 
RIO AZULCHAFIC CURY, C E DR-EF M N PROFIS 
ANDIRADURVAL RAMOS FILHO, C E-EF M PROFIS 
CARLOPOLISCAROLINA LUPION, C E-EF M N PROFIS 
LARANJ DO SULGILDO A SCHUCK, C E PROF-EF M N 
QUEDAS IGUACUJOSE DE ANCHIETA, C E-EF M 
DIAMANTE NORTEREYNALDO MASSI, C E-E F M 
LOANDAPARANA, C E-EF M PROFIS 
NOVA LONDRINAARY J DRESCH, C E-EF M N PROFIS 
PLANALTINA PRARTHUR DA C SILVA, C E MAL-EF M N 
QUERENCIA NORTEHUMBERTO DE CAMPOS, C E-EF M PROFIS 
CAMBEGERALDO FERNANDES, C E D-EF M 
IBIPORAJARDIM SAN RAFAEL, C E DO-EF M 
LONDRINACLEIA GODOY F SILVA, C E PROFA-EF M 
LONDRINAKAZUCO OHARA, E E PROF-EF 
LONDRINANOSSA SRA LOURDES, C E-EF M PROFIS 
LONDRINAUBEDULHA C OLIVEIRA, C E PROFA-EF M N P 
PORECATUMALVINO DE OLIVEIRA, C E PRF-EF M PROFIS 
PRADO FERREIRAJULIA WANDERLEY, C E-EF M 
LONDRINAWILLIE DAVIDS, C E DR-EF M 
ANGULOBASILIO PERTSEW, C E-EF M 
COLORADOMONTEIRO LOBATO, C E-EF M N PROFIS 
DOUTOR CAMARGOCAMARGO, C E DR-EF M PROFIS 
MARINGAADAILE M LEITE, C E-EF M PROFIS 
MARINGABRANCA DA MOTA FERNANDES, C E-EF M PROFI 
MARINGADIRCE DE A MAIA, C E-EF M 
MARINGAJOAO DE F PIOLI, C E-EF M P 
MARINGAKENNEDY, C E PRES-EF M PROFIS 
MARINGARODRIGUES ALVES, C E-EF M 
MARINGATHEOBALDO M SANTOS, C E-EF M 
MARINGAUNIDADE POLO, C E-EF M PROFIS 
N S DAS GRACASIVAN F A SILVA FILHO, C E DR-EF M 
PAICANDUNEIDE BERTASSO BERALDO, C E-EF M PROFIS 
PRES C BRANCOMARIA C N DE SOUZA, C E-EF M 
SARANDIJARDIM PANORAMA, C E-EF M PROFIS 
SARANDIJARDIM UNIVERSITARIO, C E-EF M PROFIS 
SARANDIOLAVO BILAC, C E-EF M PROFIS 
MARINGABRASILIO ITIBERE, C E-EF M 
MATINHOSTEREZA DA S RAMOS, C E PROFA-EF M 
PARANAGUAREGINA M B DE MELLO, C E PROFA-EF M 
PONTAL PARANAPAULO FREIRE, C E PROF-E F M N 
PONTAL PARANASULLY DA R VILARINHO, C E PROFA-EF M 
CRUZEIRO DO SULROMARIO MARTINS, C E DR-EF M 
PARANAVAIADELIA ROSSI ARNALDI, C E C-EF M 
PARANAVAICURITIBA, C E-EF M 
PATO BRANCOCARLOS GOMES, C E-EF M N PROFIS 
SAO JOAOTANCREDO NEVES, C E-EF M PROFIS 
PATO BRANCOSAO JOAO, C E-EF M 
BOA V SAO ROQUEADONIS MORSKI, C E-EF M PROFIS 
PITANGAJULIA H DE SOUZA, C E PROFA-EF M 
CARAMBEIJULIA WANDERLEY, C E-EF M PROFIS 
CASTROAMANDA CARNEIRO DE MELLO, C E-EF M PROFI 
CASTROJARDIM DAS ARAUCARIAS, E E-EF 
CASTRONICOLAU BALTASAR, C E PE-EF M 
PALMEIRAFRITZ KLIEWER, C E C-EF M 
PIRAI DO SULJORGE Q NETTO, C E-EF M N PROFIS 
PONTA GROSSAANA DIVANIR BORATTO, C E-EFM 
PONTA GROSSAARNALDO JANSEN, C E PE-EF M PROFIS 
PONTA GROSSACORREIA, C E SEN-EF M PROFIS 
PONTA GROSSAFRANCISCO PIRES MACHADO, C E-EF M 
PONTA GROSSALINDA S BACILA, C E PROFA-EF M PROFIS 
PONTA GROSSASANTA MARIA, C E-EF M 
TIBAGIIRENIO M NASCIMENTO, C E-EF M N PROFIS 
IMBAUTANCREDO NEVES, C E PRES-EF M PROFIS 
ORTIGUEIRAALTAIR MONGRUEL, C E-EF M PROFIS 
RESERVATEOFILA NASSAR JANGADA, C E C-EF M 
DIAMANTE D OESTDIAMANTE D OESTE, C E-EF M PROFIS 
GUAIRAMENDES GONCALVES, C E-EF M PROF 
MERCEDESLEONILDA PAPEN, C E-EF M 
NOVA SANTA ROSAGASPAR DUTRA, C E MAL-EF M PROFIS 
OURO VERDE OESTOURO VERDE, C E DE-EF M PROFIS 
PATO BRAGADOPATO BRAGADO, C E-EF M 
S PEDRO IGUACUSAO PEDRO, C E-EF M 
SANTA HELENAHUMBERTO DE A C BRANCO, C E-M N PROFIS 
TOLEDOAYRTON SENNA DA SILVA, C E-EF M PROFIS 
TOLEDOJARDIM EUROPA, C E-EF M PROFIS 
FRANCISCO ALVESVICENTE TOMAZINI, C E-EF M 
PEROBALANA NERI, C E-EF M 
PEROLANESTOR VICTOR, C E-EF M N PROFIS 
UMUARAMAJOSE BALAN, C E VER-EF M PROFIS 
UMUARAMATIRADENTES, C E-EF M PROFIS 
CAFEZAL DO SULTIRADENTES, C E-EF M 
CRUZ MACHADOESTANISLAU WRUBLEWSKI, C E DO C P-EF M P 
SENGESERASMO BRAGA, C E PROF-EF M PROFIS 
ARAPOTICARMELINA F PEDROSO, C E-EF M PROFIS 
JAGUARIAIVARODRIGUES ALVES, C E-EF M N PROFIS 

Informações G1


Reprodução/InfoMoney

O governo português implementou mudanças nas regras de entrada para imigrantes em Portugal, com destaque para a extinção da “manifestação de interesse”. Esse mecanismo era frequentemente utilizado por brasileiros que entravam no país como turistas, mas não é recomendado, pois limita os direitos do imigrante enquanto aguarda a conclusão do processo.

Segundo o primeiro-ministro Luís Montenegro, a “manifestação de interesse” causou um descontrole na entrada de imigrantes em Portugal. Ele anunciou que esse mecanismo será extinto por meio de decreto-lei.

As manifestações de interesse representam a maioria dos 400 mil processos pendentes de autorização de residência, sobrecarregando a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). A extinção, no entanto, não será aplicada retroativamente.

Montenegro enfatizou que ter mais de 400 mil processos pendentes é um sinal de falta de capacidade e gera intranquilidade. O objetivo é encerrar mecanismos que se tornaram abusivos.

A “manifestação de interesse” era concedida após um ano de contribuição para a Previdência Social e a apresentação de contrato ou promessa de trabalho em Portugal. Muitos imigrantes que chegavam como turistas aceitavam trabalhar em condições precárias em troca dessa possibilidade de autorização de residência.

Os Artigos 88 e 89 da Lei dos Estrangeiros (2007), que estabeleciam as condições para a “manifestação de interesse”, serão revogados.

O plano de imigração inclui cerca de 40 medidas baseadas em quatro pilares:

  1. Imigração Regulada
  2. Atração de Talentos Estrangeiros
  3. Integração Humanista
  4. Reorganização Institucional

Dentre essas medidas, destacam-se:

  • Extinção das manifestações de interesse
  • Priorização da entrada para reagrupamento familiar, jovens estudantes e profissionais qualificados
  • Criação de uma força-tarefa para concluir os 400 mil processos pendentes
  • Fortalecimento da capacidade de resposta dos consulados
  • Aprimoramento das operações do acordo de mobilidade da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que inclui os brasileiros.

Informações TBN


Altos níveis de desigualdade social costumam preceder o colapso das civilizações, segundo o maior estudo já feito sobre o envelhecimento das sociedades.

As sociedades humanas realmente ficam mais frágeis com o passar do tempo? — Foto: GETTY IMAGES via BBC

As sociedades humanas realmente ficam mais frágeis com o passar do tempo? — Foto: GETTY IMAGES via BBC 

ascensão e a queda das grandes potências são um clichê da história. 

É comum a ideia de que as civilizações, os Estados e as sociedades crescem e entram em declínio. Mas será verdade? 

Somos um grupo de arqueólogos, historiadores e cientistas da complexidade. Nós decidimos avaliar a veracidade dessa noção. 

Para isso, realizamos o maior estudo já feito para determinar se o envelhecimento das sociedades pode ser observado nos registros históricos. Nossos resultados foram publicados pela revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

O estudo sugere que os Estados realmente envelhecem e sua propensão a se extinguirem aumenta gradualmente ao longo do tempo. Que lições podemos tirar para os dias atuais? 

Definir civilizações ou sociedades é uma tarefa incômoda. E o termo “civilizações”, muitas vezes, carrega uma bagagem repulsiva. 

Por isso, restringimos nossa análise aos “Estados” pré-modernos – organizações centralizadas que impõem normas sobre um dado território e população (muito parecidas com os Estados-nações dos Estados Unidos e da China, atualmente). 

Adotamos uma abordagem estatística sobre dois bancos de dados diferentes. 

Criamos nosso próprio banco de dados sobre a “mortalidade dos Estados” (que chamamos de Moros, o deus grego do destino). Ele contém 324 Estados que existiram ao longo de um período de cerca de 3 mil anos (de 2000 a.C. até 1800 d.C.). 

Estas informações foram compiladas com base em diversos outros bancos de dados, uma enciclopédia de impérios e várias outras fontes. 

Também organizamos o banco de dados Sehat, o maior depositário online de informações históricas do mundo, curadas por arqueólogos e historiadores. Ele inclui 291 unidades políticas. 

Com o passar do tempo, as vulnerabilidades das sociedades pré-modernas fizeram com que elas perdessem sua resiliência. — Foto: GETTY IMAGES via BBC

Com o passar do tempo, as vulnerabilidades das sociedades pré-modernas fizeram com que elas perdessem sua resiliência. — Foto: GETTY IMAGES via BBC 

Nossos estudos usaram uma técnica denominada “análise de sobrevivência”. Nós compilamos o período de vida desses Estados e analisamos sua duração. Se não existir efeito de envelhecimento, podemos esperar uma distribuição “atemporal”, em que a probabilidade de término de um Estado é a mesma no primeiro ano e dali a 100 anos. 

Um estudo anterior, envolvendo 42 impérios, chegou exatamente a essa distribuição atemporal. Mas, no nosso banco de dados maior, encontramos um padrão diferente. 

Nos dois bancos de dados, o risco de término do Estado aumentou ao longo dos dois primeiros séculos, até ficar estável em nível alto. 

Nossas descobertas confirmaram outra análise recente de mais de 168 eventos de crises históricas. A duração média dos Estados no banco de dados de crises foi de cerca de 201 anos. 

A tendência de envelhecimento pode ser observada até mesmo quando excluíamos as dinastias. Essas são construídas com base em linhagens sanguíneas familiares e tendem a ter vida curta, muitas vezes devido a disputas pela sucessão ou à perda de poder da linhagem familiar. 

Estudos promissores sobre a “desaceleração crítica” sustentam nossas conclusões. 

Antes que um sistema complexo passe por uma alteração de estrutura em larga escala, ou um “ponto de virada”, muitas vezes ele começa a se recuperar mais lentamente dos problemas enfrentados. É um fenômeno similar ao envelhecimento do corpo humano – as lesões podem trazer consequências mais duradouras quando você é mais idoso. 

Temos agora evidências dessa desaceleração crítica para dois grupos históricos diferentes: os primeiros agricultores da Europa neolítica e as sociedades Pueblo, do sudoeste dos Estados Unidos. 

Cerca de 4 a 8 mil anos atrás, os agricultores do período neolítico se espalharam pelo território que hoje forma a Turquia, até chegarem à Europa. Eles enfrentaram crises periódicas, causadas por guerras e conflitos, seguidas por quedas da população e dos campos agrícolas, além da redução da produção de cereais. 

Já as sociedades Pueblo eram produtoras de milho. Elas construíram as maiores edificações sem terra dos Estados Unidos e do Canadá, antes dos arranha-céus com estrutura metálica de Chicago, no século 19. 

Os povos Pueblo também enfrentaram diversos ciclos de crescimento e retração, que terminaram em crises perto dos anos 700, 890, 1145 e 1285. Em todos esses eventos, a população, o milho e o urbanismo sofreram redução e a violência aumentou. 

Em média, esses ciclos levaram dois séculos, o que está de acordo com o padrão encontrado nos nossos estudos. E, tanto para os primeiros agricultores da Europa quanto para as sociedades Pueblo, as populações se recuperaram mais lentamente dos choques enfrentados, como as secas, pouco antes do seu colapso. 

Depois de um certo tempo, as sociedades Pueblo norte-americanas passaram a se recuperar mais lentamente dos choques sociais, como as secas. — Foto: GETTY IMAGES via BBC

Depois de um certo tempo, as sociedades Pueblo norte-americanas passaram a se recuperar mais lentamente dos choques sociais, como as secas. — Foto: GETTY IMAGES via BBC 

Existem inúmeros ressalvas que precisamos conhecer. Em primeiro lugar, os Estados podem terminar de diversas formas. 

Pode ser simplesmente uma mudança das elites dominantes, como um golpe dos senhores da guerra. Ou pode ser um colapso da sociedade, que envolve uma sólida perda de governança, escrita, estruturas monumentais e declínio da população, como ocorreu na Grécia micênica. 

O término dos Estados não é necessariamente algo ruim. Mesmo entre as civilizações que realmente sofreram um colapso total, muitas comunidades sobreviveram e até prosperaram. 

Muitos Estados pré-modernos eram gravemente desiguais e predatórios. Um cálculo indica que o Império Romano do Ocidente, no seu final, estava a 75% do caminho rumo ao nível máximo de desigualdade de riqueza teoricamente possível (no qual um único indivíduo detém toda a reserva de riqueza). 

Além disso, os nossos números são baseados nas datas de início e fim geralmente aceitas nos registros históricos e arqueológicos. Mas estas datas, muitas vezes, são questionáveis. 

O Império Romano do Oriente (Bizantino), por exemplo. Terá ele realmente terminado com a queda da sua capital, Constantinopla, em 1453? Ou com o saque de Constantinopla e a repartição dos seus territórios pelos cruzados, em 1204? Ou com a perda de grandes territórios para os califados islâmicos no século 7°? 

Para ajudar a solucionar estas questões, usamos duas estimativas, superior e inferior, para o início e o final de cada Estado. 

Apesar das limitações, este é o maior estudo já realizado sobre o tema e as conclusões entre os dois grandes conjuntos de dados foram similares. Por isso, esta é a resposta mais abrangente que temos até agora. 

As próximas etapas serão pesquisar o que incentiva a longevidade das sociedades e o que causa o aumento da sua vulnerabilidade. 

Os Estados podem perder sua resiliência ao longo do tempo devido a uma série de fatores. O crescimento da desigualdade, instituições extrativas e conflitos entre as elites podem amplificar o atrito social ao longo do tempo. 

A degradação ambiental pode prejudicar os ecossistemas que sustentam os Estados. Ou talvez o risco de doenças e conflitos aumente à medida que as áreas urbanas ficam mais densamente povoadas. 

E a perda de resiliência também pode se dever a uma combinação de diversos fatores. 

O nosso mundo moderno está envelhecendo?

Os padrões de envelhecimento dos Estados pré-modernos têm alguma relevância para os dias atuais? Acreditamos que sim. 

É difícil saber se todo o sistema mundial atual está sujeito aos mesmos padrões que identificamos no nosso estudo. Mas o mundo dificilmente é imune ao crescimento da desigualdade, degradação ambiental e à competição entre as elites – fatores que já foram apresentados como sendo precursores de colapsos anteriores na história humana. 

Altos níveis de desigualdade social costumam preceder o colapso das civilizações. — Foto: GETTY IMAGES via BBC

Altos níveis de desigualdade social costumam preceder o colapso das civilizações. — Foto: GETTY IMAGES via BBC 

Globalmente falando, o 1% mais rico detém quase a metade da riqueza do mundo, enquanto a metade inferior possui cerca de 0,75%. 

As mudanças climáticas atuais não têm precedentes e são uma ordem de magnitude mais rápidas do que o aquecimento que causou a piorextinção em massa da história do planeta. E seis dos nove principais sistemas que sustentam a Terra se transformaram em zonas de alto risco. 

Enquanto isso, os conflitos entre as elites econômicas ajudaram a criar a polarização e a desconfiança em muitos países. 

Ao contrário dos Estados que estudamos, o mundo agora é globalizado e hiperconectado. Mas isso não deve ser motivo de conforto. 

Um único Estado que se fragilize e tenha fim, normalmente, não trará maiores consequências para o mundo como um todo, mas a eventual instabilidade de uma superpotência, como os Estados Unidos, pode criar um efeito dominó além das suas fronteiras. 

A covid-19 e a crise financeira global de 2007-2008 mostraram como a interconectividade pode amplificar os choques em tempos de crise. 

Nós observamos isso em muitos outros sistemas complexos. Ecossistemas densamente interconectados, como recifes de coral, conseguem se proteger melhor contra pequenos choques, mas tendem a sobrecarregar e disseminar golpes maiores. 

A maioria dos Estados atuais é sensivelmente diferente dos impérios de séculos atrás. A produção industrial, imensas capacidades tecnológicas, burocracias e forças policiais profissionais provavelmente tornaram os Estados mais estáveis e resilientes. 

Mas a nossa tecnologia também traz novas ameaças e fontes de vulnerabilidade, como armas nucleares e a rápida difusão de patógenos. E também precisamos ter cuidado para não comemorar nem incentivar o entrincheiramento de regimes malévolos ou autoritários. 

O fato é que a resiliência e a longevidade não são necessariamente positivas. Esperamos que a compreensão da história antiga possa ajudar a evitar os erros do passado, incluindo as possíveis fontes de envelhecimento das sociedades. 

*Luke Kemp é pesquisador do Instituto de Estudos Avançados Notre Dame e do Centro de Estudos sobre Riscos Existenciais da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Seu primeiro livro – Goliath’s Curse: A Deep History of Societal Collapse and What it Means for our Future (“A maldição de Golias: história profunda do colapso das sociedades e o que ela significa para o nosso futuro”, em tradução livre) – será lançado pela editora Penguin Random House em maio de 2025. 

Esta reportagem é baseada no artigo The Vulnerability of Aging States: A Survival Analysis across Premodern Societies (“A vulnerabilidade dos Estados envelhecidos: análise da sobrevivência das sociedades pré-modernas”, em tradução livre), de Marten Scheffer, Egbert van Nes, Luke Kemp, Timothy Kohler, Timothy Lenton e Chi Xu.

Informações G1


(Bolsonaro: Andressa Anholete / Lula: Minas/Bloomberg/Getty Images)

No sábado (1º), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que é do interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “manter o povo pobre”. “Se o cara é o pai dos pobres, se acabar com os pobres ninguém vota mais nele. Então interessa manter o povo pobre”, disse Bolsonaro durante um evento em Guarulhos (SP) para arrecadar doações ao Rio Grande do Sul (RS).

Bolsonaro também comentou que a “verdade” foi crucial para sua eleição como presidente da República em 2018. Ele argumentou que seria muito mais fácil estar “do outro lado”, alegando que é acusado de condutas ilícitas sem comprovação. Segundo ele, fazer o que considera certo é mais difícil porque “o povo gosta de ouvir umas mentirinhas doces”.

Além disso, Bolsonaro se defendeu das acusações da “turma da esquerda” que o responsabilizam pela aprovação na Câmara da taxação de compras internacionais de até US$ 50. Ele ressaltou que não tem mandato, não é líder e nem presidente de seu partido, o PL, e criticou a esquerda por culpar terceiros por suas ações.

Informações TBN


Kirill Kudryavtsev/AFP

Diretrizes permitem compartilhamento de conteúdo adulto consensual no X

A rede social X (anteriormente Twitter) atualizou suas regras para permitir oficialmente a divulgação de conteúdo adulto e gráfico. Embora o conteúdo adulto e a nudez já estivessem presentes na plataforma há anos, diferentemente do Facebook e Instagram, eles nunca foram explicitamente proibidos, mesmo antes da aquisição por Elon Musk no final de 2022.

As novas diretrizes, divulgadas pelo site TechCrunch nesta segunda-feira (3), permitem que os usuários compartilhem conteúdo adulto “desde que seja produzido e distribuído consensualmente”. A atualização ocorreu no último final de semana, com a plataforma declarando que “a expressão sexual, visual ou escrita, pode ser uma forma legítima de expressão artística”.

Conforme a nova política, a publicação de conteúdo adulto está permitida desde que seja rotulada como tal e não apareça em fotos de perfil ou banners de conta. Contas que frequentemente publicam esse tipo de conteúdo devem marcar automaticamente suas imagens e vídeos como sensíveis. Esses posts serão proibidos para usuários menores de idade ou para aqueles que optarem por não visualizá-los.

A política também se aplica a conteúdos gerados por IA, animações, desenhos animados, hentai e anime. A equipe de segurança do X afirmou na própria rede que as novas diretrizes “trariam mais clareza às regras e transparência na aplicação dessas áreas”.

Desde que adquiriu o Twitter, Musk enfrentou críticas por reduzir as equipes de moderação de conteúdo. A plataforma passou por problemas técnicos e restabeleceu contas de teóricos da conspiração de direita e do ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Musk também planeja expandir a receita do X para além da publicidade e transformá-lo em um “superaplicativo” semelhante ao WeChat da China, que integra serviços de mensagens, chamadas de voz e vídeo, redes sociais, pagamentos móveis e reservas em restaurantes.

Informações TBN


Dados constam em relatório da OMS

Mosquito (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay 

O Brasil concentra cerca de 82% de todos os registros de suspeita de dengue no mundo, em 2024. A informação consta no novo painel da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a doença.

O levantamento apontou que, até o dia 27, foram identificados 7,67 milhões de casos suspeitos da doença e 3,57 milhões de casos confirmados. Desses números, o Brasil registrou 6,3 milhões de suspeitas e 3,04 milhões de confirmações.

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De acordo com a OMS, 77,3% das 3.680 mortes globais por dengue e 82,3% dos 16.242 casos graves ocorreram no Brasil.

A entidade defende a importância de “uma vigilância robusta da dengue em tempo real”, bem como “intervenções eficazes de controle de vetores”.

A OMS destacou que alguns países não possuem mecanismos de diagnóstico da doença. Na Europa, nenhum caso foi registrado neste ano. As informações são da Oeste e do jornal O Dia.


Editorial reconhece que a gestão petista se envolveu em “crise fiscal crônica”

Lula Foto: EFE/ Andre Borges

O jornal O Globo publicou um editorial, nesta segunda-feira (3), criticando a inércia do governo Lula (PT) diante da “greve de professores e servidores de colégios, institutos e universidades federais”. Essa situação completou dois meses e não há qualquer expectativa de solução.

– Alunos que perdem aula já veem ameaçadas formatura, obtenção do diploma e a chance de conseguir emprego. Além deles, ninguém parece preocupado. E o governo não tem feito o bastante – observa o texto.

O artigo destaca que a paralisação afeta “pelo menos 52 universidades, 79 institutos federais e 14 unidades do Colégio Pedro II” e adverte que “há casos em que o bandejão deixou de funcionar, prejudicando estudantes mais vulneráveis”.

– No meio da contenda, o governo se mostra perdido. Várias propostas de negociação foram rechaçadas pelos grevistas, que exigem reajuste neste ano, enquanto o governo acena com aumento escalonado a partir do ano que vem.

De acordo com o artigo, “para o governo e para os grevistas parece estar tudo bem” e reconhece que a gestão do presidente Lula se envolveu em uma “crise fiscal crônica”.

– No que depender deste governo, não haverá corte do ponto, nem avaliação de desempenho. Para os alunos, porém, o prejuízo aumenta a cada dia. Muitos nem conseguiram recuperar as perdas da pandemia e já enfrentarão outro desafio.

Informações Pleno News


Maçonaria sempre gerou curiosidade por seus segredos
Maçonaria sempre gerou curiosidade por seus segredos Imagem: Getty Images

De origem inglesa, a maçonaria moderna é uma instituição essencialmente filosófica, filantrópica, educativa, que busca o progresso e o constante aperfeiçoamento dos seus membros. É dessa forma que caracteriza o termo, a Grande Oriente do Brasil (GOB), a mais antiga associação de lojas maçônicas brasileiras.

De acordo com a Super Interessante, o nome vem do francês maçon, que quer dizer pedreiro. A entidade surgiu na mesma época em que grandes construções em pedra, como castelos e catedrais, eram feitas.

Seu símbolo, inclusive, remete aos instrumentos utilizados pelos trabalhadores que dominavam as técnicas da construção em pedra e guardavam esse segredo.

Rodeada de mistérios, a maçonaria é formada majoritariamente por homens, que se reúnem em lojas para estudar e planejar ações. Segundo a BBC, uma das características é de que os integrantes costumam atribuir aos maçons a ideia de “que eles se valem de suas posições sociais e profissionais para favorecer outros membros e a própria organização”. No entanto, os maçons, afirmam que isso é um “mito”.

Políticos, médicos, profissionais de todas as áreas ingressam na associação por meio de convites de outros membros mais antigos. Passam por entrevistas, análise de histórico e rituais, que não costumam ser detalhados e são restritos aos integrantes.

Como a religião vê a maçonaria?

Em 1738, o papa Clemente 12º proibiu católicos de se tornarem membros de lojas maçônicas. Anos depois, em documento escrito pelo então cardeal Joseph Ratzinger, que depois se tornaria o Papa Bento 16, a Igreja Católica afirma que “os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão”.

Apesar disso, católicos maçons não são mais punidos com a excomunhão, como no passado. Já com os evangélicos, a história é um pouco diferente. Quando os primeiros protestantes chegaram ao Brasil, foram acolhidos pelos maçons, porque a associação os via como um grupo civilizatório, que poderia colaborar com o processo emancipador e de aprimoramento cultural do país.

Como muitos protestantes e pastores eram membros de lojas, isso foi gerando um problema. Uma das causas do racha na Igreja Presbiteriana do Brasil que fez surgir a Igreja Presbiteriana Independente foi a maçonaria.

Ao longo do século 20, os grupos evangélicos brasileiros incorporaram as críticas católicas. Com isso, associou-se a maçonaria ao satanismo, por exemplo. A aversão à maçonaria se propagou no meio pentecostal e fez com que outras igrejas endossassem essa crítica. Os evangélicos passaram a ver a maçonaria como parte de um sistema que quer comandar o mundo.

Ao fazer parte de uma organização tão secreta e cheia de ritos e símbolos, o maçom estaria impossibilitado de ser cristão. Hoje, na maioria das igrejas evangélicas, é pecado ser maçom. Mas, vale dizer, isso não é uma unanimidade.

Algumas denominações ainda estabelecem uma relação de respeito com a maçonaria, ainda que alertem para que seus membros não participem de qualquer organização que negue a fé cristã. É o caso, por exemplo, da Igreja Metodista.

Cerimônias secretas

De acordo com a BBC, cada loja se reúne oficialmente quatro vezes ao ano, em cerimônias de acolhida a novos membros que podem ter uma hora de duração. O que ocorre nos eventos costuma ficar apenas entre membros.

A publicação ainda diz que as maçonarias não veem com bons olhos que membros discutam política e religião. No entanto, um dos requisitos para entrar para as lojas é acreditar em um poder superior, já que ateus não são aceitos.

Auxílio entre “irmãos”

Segundo o Brasil Escola, a organização está presente em todos os continentes e tem como lema a ciência, a justiça e o trabalho. Tem como foco a liberdade dos indivíduos e dos grupos humanos, sejam eles instituições, raças, nações; a igualdade de direitos e obrigações dos seres e grupos sem distinguir a religião, raça ou nacionalidade. Tem como base também a fraternidade de todos os homens, já que todos são filhos do mesmo criador e, portanto, humanos e como consequência, a fraternidade entre todas as nações.

Os integrantes da maçonaria se ajudam mutuamente e costumam se chamar de irmãos. Antigamente secreta, hoje seus membros são identificados, seja por assinaturas, uso de símbolo ou, até mesmo, por falarem publicamente sobre o tema.

Quando se fala em simbologia maçônica, a grande maioria é ligada por instrumentos empregados na construção civil. Como detalha o Brasil Escola, o sentido maior da construção “reforça a necessidade constante de aprimoramento moral, intelectual e espiritual”.

Conforme a BBC Brasil, a estimativa é que haja mais de seis milhões de maçons espalhados pelo mundo.

Quem é maçom?

Personagens históricos passaram pela instituição, como, por exemplo, o político Winston Churchill e os escritores Oscar Wilde, Rudyard Kipling e Arthur Conan Doyle.

Quando se fala em Brasil, nomes como D. Pedro I, José Bonifácio, Gonçalves Lêdo, Luis Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias), Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Prudente de Morais, Campos Salles, Rodrigues Alves, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Braz, Washington Luiz e Rui Barbosa integraram a organização.

O ex-vice-presidente da República, hoje senador pelo Rio Grande do Sul, general Hamilton Mourão (Republicanos), é integrante do grupo. Em 2019, durante sessão solene no Congresso Nacional, disse que ‘a contribuição do maçom à vida pública, política e social vem de longa data e distintas geografias’, como detalha a Agência Senado. O ex-ministro do governo Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta, também é maçom.

A BBC aponta, inclusive, que em diferentes momentos históricos a maçonaria foi acusada de conspirar e influenciar os bastidores da política. De acordo com coluna de Rubens Valente, de 2020, parte importante da maçonaria apoiou a campanha de Jair Bolsonaro em 2018.

É fato que a maçonaria está presente na história do Brasil, inclusive já esteve no poder. O maçom Benjamim Constant abrigou em sua casa uma reunião que decidiu pelo fim do Império, em novembro de 1889. Estavam presentes Campos Sales, Prudente de Moraes, Silva Jardim, Rangel Pestana, Francisco Glicério, Ubaldino do Amaral, Aristides Lobo e Bernardino de Campos.

Com o apoio de um militar respeitado, o também maçom Deodoro da Fonseca, eles deram o golpe final, segundo o Brasil Escola, no regime que haviam ajudado a criar. Ali iniciava o período de três décadas de controle sobre os rumos do país. A ordem estava no auge do poder político. Esse cenário seguiu até 1930, quando Getúlio Vargas chegou à presidência.

Fontes: Gerson Leite de Moraes, doutor em Ciências da Religião pela PUC-SP; Brasil Escola; BBC.

Informações UOL


Real Madrid anunciou nesta segunda-feira (3) a contratação de Kylian Mbappé. O atacante acertou com o atual campeão da Champions por cinco temporadas.

O que aconteceu

O clube espanhol comunicou o acerto através de seu site e de suas redes sociais. “O Real Madrid C.F. e Kylian Mbappé alcançaram um acordo para que ele seja jogador do Real Madrid pelas próximas cinco temporadas”, escreveu a equipe, sem mais detalhes.

“Um sonho realizado”. Mbappé postou quatro fotos dele ainda menino vestindo o uniforme do Madrid, numa visita ao clube onde conheceu – e posou com – Cristiano Ronaldo. “Muito feliz e orgulhoso de fazer parte do clube dos meus sonhos. É impossível explicar o quão feliz e emocionado me sinto neste momento. Estou ansioso para vê-los, Madridistas, e obrigado pelo apoio incrível. Hala Madrid!”, escreveu.

Mbappé utilizará a camisa 9, segundo o jornal francês Le Parisien. O número esteve vago no Real Madrid durante a temporada 2023/24. O número 7, que ele utilizava no PSG, pertence a Vinicius Jr. Ainda de acordo com a publicação, a ideia do atacante é passar a vestir a camisa 10 quando Luka Modric deixar a equipe merengue.

Mbappé não renovou com o PSG e manteve mistério sobre novo clube. O atacante tinha contrato com o clube francês até o meio deste ano e não revelou seu destino em vídeo de despedida.

A contratação promete aumentar a concorrência por uma vaga no ataque merengue. O clube já conta com Vinicius Jr e Rodrygo e terá Endrick e Mbappé a partir de julho.

Mbappé era um desejo antigo do Real Madrid e virou novela em 2022. Na ocasião, o atacante sinalizou que reforçaria o time merengue, mas frustrou o presidente Florentino Pérez e permaneceu no PSG.

O francês está com a seleção para a disputa da Eurocopa e se apresentará ao Real na sequência. A competição acontece entre os dias 14 de junho e 14 de julho.

Informações UOL


O Sindicato do Comércio de Feira de Santana e o Sindicato dos Empregados do Comércio, no último dia 28 de maio, fizeram um acordo para o funcionamento das lojas durante o Dia dos Namorados e festejos juninos.

Confira abaixo em quais horários comércio da cidade estará autorizado a funcionar: