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Suspeita de ser a mentora do crime do brigadeirão envenenado, Suyany Breschak se apresenta nas redes como Cigana Esmeralda
Suspeita de ser a mentora do crime do brigadeirão envenenado, Suyany Breschak se apresenta nas redes como Cigana Esmeralda Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Apontada pela polícia como a possível mandante do assassinato do empresário Luiz Marcelo Antônio Ormond, no Rio de Janeiro, a cigana Suyany Breschak havia sido acusada em 2023 de furtar o veículo de um ex-namorado, com o qual ela desfez o relacionamento.

O que aconteceu

Conhecida nas redes sociais como Cigana Esmeralda, Suyany possui mais de 500 mil seguidores em perfis no Instagram e TitTok. Em seus vídeos, ela ensina simpatias, realiza leituras de tarô e cartas e oferece seus serviços de “amarração”.

Em agosto de 2023, Suyany publicou um vídeo no seu perfil no TikTok, onde conta que estava sendo acusada de furtar um veículo, pertencente a um homem chamado Orlando, seu ex-namorado. No post, ela se explica dizendo que tem as chaves do carro e que os documentos estão em seu nome.

Em um vídeo posterior, ela pede socorro aos seguidores, dizendo-se perseguida não só pelo homem, mas também pela família dele. Em um terceiro vídeo publicado em seu perfil, ela mostra um boletim de ocorrência registrado no dia 26 de agosto de 2023 pelo homem, chamado Orlando Ianoviche Neto, no 27° DP do Rio de Janeiro, e reproduz uma série de vídeos em que ele a acusa de ter furtado o carro, uma camionete.

Em contrapartida, há seis dias o Cigano Orlando, como é conhecido, relatou ter sido vítima de roubo e sequestro por parte da ex-namorada. Ele publicou em seu perfil, após a prisão de Suyany, um post em que diz: “Minha ex foi presa por homicídio”. No vídeo que acompanha a postagem, o homem, que também lê cartas e conta com mais de 180 mil seguidores, afirma que foi salvo por um “livramento”, sugerindo que, se não tivesse se separado dela, poderia ter sido vítima do “brigadeiro envenenado”.

Carro do empresário

Suyany foi presa no dia 29 de maio em Cabo Frio, na Região dos Lagos (RJ) por suspeita de ajudar a namorada do empresário, a psicóloga Júlia Andrade Cathermol Pimenta, presa temporariamente desde a noite de terça-feira (4), a vender bens de Osmond. A polícia apura se ele foi morto com um brigadeirão envenenado por Júlia e se a cigana teria sido mentora da trama mortal.

Segundo a polícia, Suyany tinha se apossado de um veículo do empresário morto, como parte de pagamento de uma dívida de R$ 600 mil que Júlia devia a Suyany, por serviços espirituais prestados a ela. Em depoimento à polícia, a cigana relatou que recebeu o carro da vítima para abater parte da dívida. Ela também deu detalhes sobre a forma como a psicóloga usou o medicamento para envenenar o brigadeirão. A defesa de Suyany negou envolvimento no crime.

Irmã acredita na inocência

A irmã de Suyany, Daniele Ivanovich, fez uma série de postagens em seu perfil no Facebook, alegando que conseguirá comprovar a inocência da irmã. Ela diz que a cliente dela, a psicóloga Júlia Andrade Cathermol Pimenta, seria a verdadeira responsável pela morte do empresário.

Em um vídeo, onde ela se comunica com a comunidade cigana na língua romani, ela chega a chorar ao contar a história. Ao responder um seguidor, nos comentários, ela explica: “Vê as matérias, minha irmã foi presa e ela é inocente. Ela não matou ninguém, quem matou foi Júlia”. Depois, complementa: “Quem morreu foi um empresário que uma cliente prostituta matou para tirar o dinheiro dele e pagar para Suyane, e a Júlia é culpada”.

Cigana Esmeralda

A Cigana Esmeralda é presente massivamente nas redes. Seus vídeos, em plataformas como Kwai, TikTok e YouTube somam milhões de visualizações. Seus trabalhos de magia incluem amarrações amorosas, simpatias para ganhar dinheiro e até trabalhos mais pesados, para deixar homens “brochas”.

Desde que foi presa como suspeita de participar do homicídio do empresário, os comentários agressivos em suas postagens foram substituindo os elogiosos. “Você vai apodrecer na cadeia”, escreve uma internauta. “Você é atriz, uma mentirosa. Exu vai cobrar de você”, escreve outra, nos comentários de um vídeo onde Suyany mostra um trabalho feito para a entidade.

Ouvida pelo UOL, uma cliente de Suyany, que pediu para não ser identificada, diz que chegou a pagar R$ 5 mil para a “Cigana Esmeralda” fazer um trabalho de amarração. Ela havia sido deixada pelo namorado em 2022 e, no ano passado, procurou os serviços da cigana.

“Ela me prometeu que ele voltaria para mim em 90 dias. Não demorou 30, 40, e ele já estava de volta. Funcionou”, comentou a cliente, que pediu para não ser identificada. “Ela é muito boa, não sei como ela pode ter se envolvido com esse crime”.

O povo cigano

Apesar da associação simplista com magia e excentricidade — como no caso de Suyany Breschak, o povo cigano tem uma história de perseguição e preconceito, que vai além dos estereotipos propagados.

Segundo a Comissão Arns, em 2021, estima-se que cerca de 800 mil ciganos de três ramificações étnicas distintas vivam no Brasil, os Kalon, os Rom e os Sinti. Mais conhecidos por serem povos nômades, vivem em acampamentos provisórios, mas também é comum que fixem seus acampamentos ou tenham domicílio permanente nos bairros das cidades.

A única estatística oficial existente sobre eles é da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) do IBGE, que apresenta informações sobre seus acampamentos. Na de 2014, foram identificados acampamentos desses grupos em 337 municípios do país (73 em áreas públicas destinadas para esse fim). Desses, a maioria estaria localizada no litoral das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, destacando-se o estado da Bahia.

Informações UOL


Imagem
Imagem: iStock

No início da rotina de treinamento, é comum exceder a carga de exercícios, passando horas na academia e, muitas vezes, sem auxílio profissional – sobrecarregando grupos musculares. Em alguns casos, com falta de planejamento ou descanso adequado, o indivíduo não alcança mais os resultados do início e nota até uma regressão.

Sempre digo que o equilíbrio é a chave. O excesso de exercícios pode causar uma série de sintomas, conhecidos como síndrome do excesso de treinamento ou overtraining, que podem ser prejudiciais à sua saúde, desencadeando síndrome neuroendócrina que resulta em modificações fisiológicas e/ou psicológicas e, consequentemente, fazendo com que a pessoa reduza ou até ganhe peso. ”Paola Machado, doutora em saúde e diretora de comunicação do CREF4/SP (Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região).

Sintomas do overtraining

  • Fadiga intensa
  • Aumento da fome
  • Desejos de comida, especialmente por doces e cafeína
  • Depressão, ansiedade e estresse
  • Sono reduzido
  • Cortisol alto
  • Hormônio tireoidiano baixo
  • Outros desequilíbrios hormonais
  • Insulina aumentada

Não é preciso “bater ponto”

Se sua ideia é apenas espantar o sedentarismopara ter bem-estar e ficar longe de doenças como infarto e AVC, você não precisa ir à academia todos os dias. Segundo o American College of Sports Medicine, realizar cinco sessões de 30 minutos de atividade física moderada já é suficiente para ter saúde. E ainda é possível garantir o mesmo benefício em três treinos de 20 a 60 minutos de exercício vigoroso.

Correr três vezes por semana, por exemplo, já é o bastante para proporcionar benefícios como a redução da frequência cardíaca em repouso – que diminui o risco de problemas no coração – e evitar o desenvolvimento de diabetes” Murilo Alves de Souza, formado em educação física pela USP e professor da academia Bodytech

Adicionar a isso dois treinos de musculação vai ajudar na manutenção da massa magra, melhorar a postura e reduzir o risco de lesões, garantindo a você um corpo ainda mais saudável.

O foco é a hipertrofia ou ganho de força?

O número de vezes que você vai à academia depende da divisão do formato do seu programa de musculação (A,B; A,B,C; A,B,C,D etc.), mas já é possível obter bons resultados com três treinos – sendo que o mais indicado geralmente é quatro ou cinco e algumas pessoas chegam a malhar sete vezes.

Segundo Ronie Hornos, coordenador de esporte e educação física do Colégio Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo, o mais importante é respeitar o tempo de descanso que um grupo muscular precisa para se recuperar – por isso, você não deve fazer em dias seguidos exercícios que trabalham o bíceps (ou pernas, costas, peito), por exemplo. “Para evoluir, nosso corpo obedece o processo de supercompensação, isto é: estresse, repouso e adaptação, inclusive com o sistema muscular”, esclarece.

Dicas para evitar o excesso de treino:

Tenha em mente que o exercício deve ser uma experiência positiva que lhe traga mais saúde e vitalidade. Se isso está te trazendo prejuízos e levando a alterações no seu peso, é importante resolver o problema o mais rápido possível.

Descanse. Com descanso adequado, os efeitos negativos do overtraining devem reduzir.

Melhore seu sono. A falta de sono pode agravar ainda mais os sintomas do overtraining. Seu corpo precisa de sono adequado para reparar e se recuperar. De acordo com o National Sleep Foundation, atletas e pessoas muito ativas precisam de pelo menos oito horas de sono por noite.

Alimentação adequada. Uma combinação certa de macronutrientes é a chave para a recuperação adequada e evitar o overtraining. Tanto proteínas quanto carboidratos também são fundamentais para o seu treino. Opte por carboidratos complexos de frutas, vegetais e grãos integrais.

Se você está treinando demais, com ou sem comer demais, e parece compulsivo, procure ajuda de um médico.

Informações UOL


Moxy NYC Downtown
Moxy NYC Downtown Imagem: Reprodução/Instagram

Que muita gente adora curtir uma boa balada quando viaja não é novidade. Mas nem sempre é preciso sair pela cidade atrás da melhor delas: os chamados “party hotels” (algo como “hotéis festeiros”) são cada vez mais comuns.

Muitos dos grandes resorts all inclusive do Caribe sempre tiveram seus próprios clubs e boates, assim como os grandes navios.

Os hotéis de Las Vegas, que apesar de não terem “tudo incluído” operam de maneira bem semelhante e, hoje, todos eles têm sua própria boate. Dos mais de 40 milhões de visitantes anuais de Las Vegas, quase 60% paga para assistir pelo menos a um show ou apresentação de DJs famosos (segundo o LVCVA, o escritório de turismo e convenções do destino).

Cada vez mais hoteleiros e investidores poderosos estão lançando novos conceitos de vida noturna aliados à hospitalidade — inclusive em hotéis menores, mais urbanos e exclusivos.

Ian Schrager, que no passado transformou o lendário Studio 54 em ícone da vida noturna, é um dos nomes por trás do sucesso dos hotéis Edition, uma das marcas de luxo “descolado” da Marriott International. A propriedade da marca na Times Square, por exemplo, possui um híbrido de boate e cabaré, o Paradise Club, que demandou altos investimentos e faz bastante sucesso.

Paradise Club
Paradise Club Imagem: Reprodução/Instagram

Assim como ele, cada vez mais empresários do setor estão entendendo que unir um design sedutor e serviço de qualidade com diferentes formas de entretenimento podem ser o pulo do gato para o sucesso de um hotel.

Algumas marcas hoteleiras, aliás, já nasceram com essa pegada. É o caso dos W Hotels, outra marca de lifestyle descolado da Marriott – e que, aliás, esse ano abrirá em São Paulo sua primeira propriedade no Brasil.

A maioria dos hotéis W tem sua própria balada em casa, do elegante W Santiago, no Chile, ao peculiar W Mexico City. E elas costumam reunir com frequência não apenas turistas hospedados ou não ali como também muitos moradores das cidades nas quais estão presentes.

W Mexico City
W Mexico City Imagem: Divulgação

Rainhas da noite

A tendência não está tomando apenas marcas de luxo da hotelaria. Um bom exemplo está justamente em uma marca sempre focada em hotéis mais econômicos: a Moxy Hotels. Com propriedades que geralmente se assemelham a albergues descolados, os hotéis da marca sempre têm seus próprios (e agitados!) clubs e boates.

O Magic Hour do Moxy Times Square e o The Fleur Room do Moxy Chelsea são ótimos exemplos. Essas baladas, bem nova-iorquinas, têm seguranças controlando a entrada dos clientes com cordas e extensas filas, como nos filmes. Já o Moxy NYC East Village criou o rooftop Little Sister, de vibe mais intimista, como uma grande festa em casa.

Moxy NYC East Village
Moxy NYC East Village Imagem: Reprodução/Instagram

A empresa americana Lightstone, a investidora por trás dos hotéis Moxy de Nova York, planeja abrir outras propriedades da marca também em Los Angeles e Miami – todas nesse mesmo estilo, com seus próprios locais de balada e diversão noturna.

Nova York, aliás, é terreno fértil para hotéis focados na vida noturna. O Equinox Hotel Hudson Yards é um bom exemplo: ali diversão sempre foi parte fundamental da experiência hoteleira e Electric Lemon oferece festas com vista para o rio Hudson.

Já o The James New York tem no Seville música ao vivo e entretenimento noturno constante. O WXYZ do Aloft Manhattan Downtown é uma versão discoteca do bar presente em outros hotéis da marca, com direito a shows ao vivo e DJ. E o Standard High Line New York, no badalado Meatpacking District, tem na cobertura a boate Le Bain, que recebe DJs famosos – com o plus de oferecer uma tremenda vista para Manhattan enquanto os clientes se divertem.

Londres também é outra cidade famosa por suas baladas instaladas em hotéis, dos bairros mais sisudos aos mais descolados. O Twenty Two, em Mayfair, tem entre os frequentadores de seu badalado club cheio de veludo no décor figurões celebridades como Katy Perry e Idris Elba.

O The Standard, em Kings Cross, aposta em coquetéis sofisticados e fartura de espaços para manter o clima de festa sempre vivo, seja no lobby, no Decimo ou no Sweeties. Até o The Goring, o hotel queridinho de alguns membros da família real no bairro de Belgravia, é palco constante de altas festas com DJs e música ao vivo, sobretudo no verão.

Moxy NYC Downtown
Moxy NYC Downtown Imagem: Reprodução/Instagram

Investimentos milionários e champanhe a rodo

É claro que as reservas dos quartos e suítes continuam sendo o grande responsável pelas finanças saudáveis dos hotéis. Mas lucros obtidos com alimentos, bebidas e entretenimento podem ser extremamente significativos na rentabilidade geral da propriedade.

Além disso, todas as experiências oferecidas por um hotel abertas também a não-hóspedes dão maior visibilidade geral a ele e acabam direta ou indiretamente ajudando a manter altas suas taxas de ocupação ao longo do ano, em um círculo vicioso extremamente saudável. Investir em vida noturna é cada vez mais visto na hotelaria como um bom caminho para o sucesso.

Por outro lado, os grandes empresários da vida noturna internacional também querem cada vez mais se associar à indústria da hospitalidade e pegar uma bela fatia desse mercado. O Grupo Hakkasan, por exemplo, tem baladas instaladas em diferentes hotéis e destinos e chegou a investir mais de US$ 100 milhões (cerca de R$ 525 milhões) em apenas um de seus nightclubs.

Jimmy'z
Jimmy’z Imagem: Reprodução/Instagram

Até hotéis bastante tradicionais e de aura mais glamurosa estão investindo nesse segmento. Caso, por exemplo, do grupo SBM, do refinado Hôtel de Paris Monte Carlo, no principado de Mônaco – com direito a restaurante estrelado comandado por Alain Ducasse e décor inspirado na Belle Époque.

Sua Jimmy’z é uma das baladas mais rentáveis da hotelaria internacional – e o maior revendedor do champagne Dom Pérignon de toda a Europa. O nightclub à beira-mar chega a cobrar 2.500 euros (cerca de R$ 14,2 mil) por uma reserva de mesa e 800 euros (cerca de R$ 4574) por uma garrafa de champanhe, provando que a festa não pode mesmo parar.

Informações UOL


Lula e Alckmin no evento de anúncio de investimentos bilionários da Volkswagen
Lula e Alckmin no evento de anúncio de investimentos bilionários da Volkswagen Imagem: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O Congresso está em vias de aprovar o Mover, programa que prevê benefícios fiscais à indústria automobilística desde que a produção ocorra no país e contenha inovação tecnológica. Apesar de ofuscado pela inclusão da “taxa das blusinhas”, trata-se de um programa bilionário: prevê que R$ 19,3 bilhões sejam disponibilizados em incentivos.

O que aconteceu

O Mover (Mobilidade Verde e Inovação) surgiu da união dos interesses do governo federal e das montadoras. governo Lula (PT) pretende retomar a industrialização do país, e as montadoras veem a necessidade de substituir motores a combustão por 100% elétricos e híbridos.

A convergência de interesses ficou materializada no desfile de Lula e Alckmin em carro aberto na fábrica da Volkswagen. O evento, em fevereiro deste ano, foi o ponto alto do anúncio de R$ 9 bilhões em investimentos da montadora na operação brasileira.

Boa parte dos recursos do Mover será usada para transformar os modelos vendidos no Brasil em híbridos. Serão disponibilizados R$ 19,3 bilhões em incentivos para gastos com pesquisas em novas tecnologias. Com base nas regras do Mover, as montadoras vão investir cerca de R$ 130 bilhões no país até 2030.

Os valores bilionários ficaram em segundo plano nas discussões. Um “jabuti” foi colocado no projeto, a “taxação das blusinhas“, algo que concentrou a atenção da população e atrasou a tramitação da proposta. Ainda assim, o projeto deve ser aprovado na Câmara na próxima semana e depois seguir para sanção presidencial.

O atraso na tramitação preocupou as montadoras, que temiam mudanças no projeto original. O pano de fundo era a disputa nos bastidores entre montadoras tradicionais e as recém-chegadas chinesas. A possibilidade de investimentos serem cancelados ou reduzidos passou a ser usada como argumento para convencer deputados e senadores a não mexerem no projeto.

Executivos de montadoras que conversaram com o UOL se mostraram satisfeitos com os termos do programa. Eles aguardam a última votação ocorrer para se concentrarem na próxima tarefa: a regulamentação da reforma tributária.

Foco na produção nacional

O Mover foi combinado com a volta da cobrança de imposto sobre importação de carros eletrificados. Isentos até ano passado, modelos 100% elétricos e híbridos voltaram a ser taxados em 1º de janeiro. Haverá um crescimento gradual do imposto até chegar a 35% em julho de 2026. O saldo das ações do governo é: incentivo para quem fabricar no Brasil; aumento de imposto para trazer de outro país.

Como consequência, oito montadoras anunciaram reajustes: BMW, Volvo, Honda, Kia, Seres, GWM, Nissan e Audi.

Alckmin, que além de vice é ministro do Desenvolvimento, declarou que o objetivo é incentivar a produção nacional. Foi ele quem conduziu os debates do Mover. O programa foi tratado com as montadores logo na primeira reunião feita depois da posse.

A preferência por produzir no país tem vantagens e desvantagens, afirma Milad Kalume Neto, consultor do setor automotivo. Ao UOL, ele ponderou que a produção local gera empregos, traz tecnologia e pode tornar o Brasil grande exportador. A desvantagem é reduzir a competição e acesso da população a um número maior de modelos.

O especialista ressalta que era previsível o governo atuar para incentivar a fabricação nacional. Ele conta que desde a campanha eleitoral o presidente se encontrava com Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea (Associação que reúne fabricantes tradicionais).

Para mim, era muito claro de que haveria política para priorizar o nacional.
Milad Kalume Neto, consultor

A BMW e outras marcas aumentaram seus preços com a elevação do imposto de importação
A BMW e outras marcas aumentaram seus preços com a elevação do imposto de importação Imagem: Rafaela Borges/UOL

Montadoras tradicionais x chinesas

O incentivo para produzir no Brasil e tornar as importações mais caras não pacificou a indústria automotiva. Houve brigas entre montadoras tradicionais, que tem fábricas no Brasil há bastante tempo, e as chinesas, que estão construindo suas plantas.

Os chineses apostam em modelos 100% elétricos. Eles tentaram mudanças no Mover para beneficiar este modelo de propulsão.

As oponentes são as “montadoras tradicionais”.Marcas como GM, Volkswagen, Fiat e Toyota escolheram fazer a transição energética usando carros híbridos – motor a combustão combinado com bateria elétrica. Sua atuação foi para barrar incentivos aos veículos 100% elétricos.

Na disputa, a BYD saiu derrotada. A Câmara dos Deputados rejeitou mudanças que facilitavam a importação de carros 100% elétricos e outra que dava preferência para fábricas do Nordeste receberem incentivos (a montadora chinesa fica na Bahia).

As montadoras tradicionais também venceram no Senado. Os parlamentares retiraram um dispositivo que escalava o Ministério do Desenvolvimento para medir a quantidade de poluentes emitidos pelo motor. A tarefa voltou para o Ibama.

Para executivos das montadoras tradicionais, a alteração fazia parte de uma estratégia de longo prazo da BYD. O ministério não tem expertise na medição e seria mais fácil emplacar uma redução no imposto para carros 100% elétricos.

A fábrica da BYD em Changzhou, na China, serve de modelo para a planta brasileira
A fábrica da BYD em Changzhou, na China, serve de modelo para a planta brasileira Imagem: Divulgação

Trabalho nos bastidores

As movimentações da BYD têm um coordenador, na visão das montadoras tradicionais: Alexandre Baldy. Com longa carreira política, ele foi ministro das Cidades na gestão Michel Temer, secretário de João Doria no governo de São Paulo e deputado federal por Goiás.

Hoje, Baldy é CEO da BYD Brasil. Sem currículo na indústria automotiva, é visto como uma escolha da montadora chinesa pelo trânsito político numa tentativa de aprovar leis que favoreçam os veículos 100% elétricos.

Mas o mercado brasileiro fez a opção por modelos flex híbridos para os próximos anos. É uma mudança menos radical que transformar toda a frota em 100% elétrica e ainda preserva o álcool como opção de combustível, algo caro ao governo brasileiro.

A fabricação de modelos totalmente elétricos ficaria para um futuro mais distante. Além da tecnologia, faltaria infraestrutura como existir rede de recarga em cidades do interior.

O consultor Milad Kalume Neto considera normal as montadoras tradicionais ganharem a queda de braço. Ele afirmou que General Motors, Volkswagen e Stellantis (Grupo que tem marcas como Fiat, Jeep e Peugeot) têm cerca 60% do mercado.

O especialista disse que a indústria nacional está protegida para fazer a transição para o 100% elétrico e híbrido. A situação permite construir bons carros e poder exportar para outros mercados. Os países da América do Sul seriam os destinos preferenciais.

Informações UOL


Foto: Itep/Divulgação

A Bahia é um dos três estados brasileiros que não começaram a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Além da Bahia, Roraima e Amapá também não iniciaram o processo de emissão, que deveria ter começado em 11 de janeiro. 

Conforme o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a previsão é de os três estados, responsáveis pela emissão, comecem ainda em junho.

O modelo até então atual nesses estados, com a impressão do polegar, será válido até 2032. No entanto, o governo federal está acelerando a emissão da nova carteira de identidade digital, que passa a adotar padrões internacionais, e inclui o código MRZ, utilizado também em passaportes, facilitando a entrada em países do Mercosul. Seguindo a regra atual, para viagens a outros países, ainda será necessário o passaporte.

O governo da Bahia emitiu uma nota explicando o motivo do atraso para a emissão do novo documento.

“A Polícia Técnica informa que em decorrência de atraso na integração do Sistema de geração do QR Code da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que é operacionalizado pelo Ministério da Justiça, o cronograma de implantação será prorrogado. O Início do projeto piloto, previsto para 1º de junho, deve acontecer ainda no primeiro semestre. 

A partir da implantação serão realizadas identificações, em público restrito, com o objetivo de, inicialmente, avaliar o fluxo de atendimento para as Novas Carteiras de Identidade emitidas no Estado da Bahia. Esta etapa será realizada em dois postos na capital e o serviço só será possível com agendamento pela plataforma ou aplicativo ba.gov.br. 

Assim que o sistema estiver consolidado serão realizadas as tratativas para abertura do atendimento à toda população.”


Especialista alerta para problemas no labirinto e outros tipos de tontura como umas das causas principais desse tipo de acidente

“A queda de idosos é uma preocupação global em várias áreas da saúde”. A afirmação do cirurgião otorrinolaringologista, Dr. Sandro Torres, traz à tona um alerta e nos lembra uma estatística que precisa ser levada em consideração por quem vive a terceira idade ou com quem convive com pessoas idosas: dados do Ministério da Saúde dão conta de que esse tipo de acidente é considerado a terceira causa de mortalidade entre os indivíduos com mais de 65 anos. Para se ter uma ideia da gravidade, o número de mortes por conta de queda de pessoas desse grupo praticamente dobrou nos últimos 10 anos: em 2013, 4.816 idosos morreram vítimas de queda da própria altura. Já em 2022, esse número saltou para 9.592 óbitos. As quedas mataram 70.516 idosos entre 2013 e 2022, segundo o ministério. Dr. Sandro Torres, porém, chama a atenção para o fato de que algumas causas dessas quedas podem ser prevenidas ou evitadas, como é o caso da tontura ou vertigem, as quais, somadas a qualquer tipo de desequilíbrio, somam 85% das causas de queda dessa população no Brasil.

Muito diferente da queda de uma criança ou jovem, a queda do idoso apresenta um agravante: a diminuição da massa óssea, a osteoporose, ou seja, uma propensão maior a fraturas, sobretudo em ossos mais extensos como bacia e fêmur. Essas fraturas trazem outro agravante que é o risco de embolia pulmonar ou até AVC, derrames, e isso impacta bastante na qualidade de vida dessas pessoas, bem como na mortalidade desse grupo. Conforme o cirurgião otorrinolaringologista, alguns fatores contribuem para o aumento do desequilíbrio dos idosos, o qual é uma porta aberta para as quedas. Dentre esses fatores, Dr. Sandro Torres cita a diminuição da precisão visual, seja por catarata ou pelo próprio envelhecimento do nervo óptico que diminui um pouco a sua precisão a partir de determinada idade; diminuição da função do cerebelo, que é um órgão que fica atrás do cérebro, o qual, assim como a visão, também é um dos responsáveis pelo equilíbrio; e a diminuição da precisão dos tendões, dos músculos, articulações e ossos também. Tudo isso, junto com o labirinto que fica na parte interna do ouvido, compõe o sistema do equilíbrio de uma pessoa.

No idoso, população que soma mais de 30 milhões de indivíduos no Brasil, segundo o IBGE, entretanto, “todas essas estruturas envelhecem e diminuem sua capacidade plena de função. Com isso, o idoso passa a apresentar uma fragilidade maior na locomoção, ao se posicionar no espaço, principalmente, em ambientes com ladeiras, degraus ou desníveis, e isso aumenta e muito o risco de queda”, salientou o especialista. A tontura ou vertigem, sintomas comuns provocados por muitas doenças, ou mesmo por problemas no labirinto, combinadas com esses fatores citados, são um convite a quedas, como alerta o otorrinolaringologista. Dr. Sandro Torres lembra que 45% dos idosos no país convivem com o sintoma da tontura, como indicam estudos brasileiros, e que a tontura se caracteriza como perda do equilíbrio, ou seja, “toda vez que a pessoa sente dificuldade em se manter equilibrada no seu eixo corporal isso se reflete com a tontura, e esta precisa ser tratada, pois, se você controla o equilíbrio desse idoso, a chance de ele cair diminui muito”, ressaltou.

Tipos de tontura e como prevenir o desequilíbrio

É importante explicar que não existe um único tipo de tontura. O especialista diz que a tontura pode ser rotatória, quando a pessoa sente todo ambiente girando em torno dela. Caso o indivíduo apresente a sensação de que o próprio corpo está girando em torno do ambiente, essa tontura é chamada de vertigem. Os outros tipos de tontura podem ser o desequilíbrio, pendência de um lado ou para o outro, ou pra frente ou para trás; pode ser uma sensação de flutuação, ou que o corpo está instável em relação ao solo ou em relação ao meio em que a pessoa se encontra. Existem também os casos em que o paciente relata a sensação da cabeça pesada ou oca, sem conseguir se conectar muito bem em relação ao espaço. “Tudo isso se manifesta como tontura. A pessoa que fala que está pisando nas nuvens, em ovos. Pisando sem firmeza, sem precisão. Isso é a tontura não vertiginosa”, explicou.

A vertigem, por ser rotatória, manifesta algum problema relacionado ao labirinto e, por isso, o termo labirintite é tão popularmente utilizado. “Quando um indivíduo diz que tem labirintite, termo inapropriado, mas muito usado, por exemplo, ele quer dizer que tem uma tontura de longa permanência, que acompanha ele já há muito tempo. Por isso, a necessidade da investigação junto a especialistas para saber se existe alguma disfunção no labirinto, no caso, buscar um otorrinolaringologista; alguma ritmia, ou se o idoso apresenta algum problema neurológico ou até metabólico, sobretudo nos hormônios, se tem diabetes, hipoglicemia de forma acentuada. Tudo isso implica no risco aumentado de tontura e de queda também.

Além disso, é importante fazer uma avaliação ósseo muscular, saber das suas condições articulares, verificar como está a força muscular desse indivíduo e as suas condições articulares para verificar se precisa melhorar a sua mobilidade. “Muitas vezes, precisa da ajuda de um fisioterapeuta para procurar otimizar essa função locomotora”, orienta o cirurgião, acrescentando que algumas adaptações nos ambientes dos idosos também precisam ser feitas para prevenir estas quedas, tais como: evitar tapetes, móveis com rodinhas, que são verdadeiras armadilhas para o idoso que pode pisar e cair; piso escorregadio, tentar colocar os ambientes mais largos, com portas mais largas que dê para passar uma cadeira de rodas eventualmente, mas que permita o idoso caminhar sem tropeçar; iluminação adequada, sobretudo, nos ambientes que ele transita noturnamente. “Caso precise, o próprio uso de aparelho auditivo ou tratamento outro, caso tenha perdido audição”, uma vez que esta também é primordial para o equilíbrio da pessoa.

Por Adriana Matos – AMA Comunicação Integrada
Contatos – 75998465463 / Email: adrianamatos.ama@gmail.com


A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor de Feira de Santana (Procon) intensificou suas ações de fiscalização nos últimos dias e multou seis bancos por descumprimento da Lei Municipal 3622/2016. A lei visa garantir os direitos do consumidor em relação ao tempo de espera em filas de atendimento – que não deve ultrapassar 15 minutos.

As ações foram realizadas entre os dias 27 de maio e 5 de junho e abrangeram 13 agências bancárias. Durante as fiscalizações, o Procon constatou que algumas agências ultrapassaram o tempo máximo de espera permitido para atendimento, enquanto outras não forneciam senhas aos clientes, descumprindo a legislação municipal.

A entrega da senha é fundamental para registrar o tempo de espera do cliente, possibilitando a verificação do cumprimento da lei e a responsabilização das instituições em caso de descumprimento.

Atendimento digno aos consumidores

As ações de fiscalização têm como objetivo principal garantir que os consumidores tenham acesso a um atendimento bancário digno e dentro do prazo estabelecido por lei. A Superintendência seguirá monitorando as agências e aplicará as medidas cabíveis em caso de reincidência.

O Procon orienta os consumidores que se sentirem lesados por longas filas de espera ou pela falta de entrega de senhas a denunciarem as irregularidades. As denúncias podem ser feitas presencialmente na sede do órgão, localizada na Rua Castro Alves, nº 635, Centro, ou através do telefone (75) 3617-1969.

*Secom/PMFS


A Prefeitura de Feira de Santana prorrogou, enquanto durar o estoque, a vacinação contra a gripe Influenza para toda a população acima dos seis meses de idade. O objetivo é atualizar a situação vacinal no estado e aumentar a cobertura contra a influenza. Até o momento, mais de 62.700 pessoas foram imunizadas desde o início da campanha, em 11 de março.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Carlita Correia, destacou a importância da vacinação.

“A eficácia da vacina é a principal aliada no combate à gripe. Proteger-se através da imunização é fundamental para evitar complicações graves e reduzir a disseminação do vírus. É importante que todos aproveitem essa oportunidade para se vacinar”.
Para receber a vacina, é necessário apresentar documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação. Crianças e adolescentes devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis para garantir a segurança e o acompanhamento adequado durante o processo de imunização.

A vacinação está sendo realizada de segunda a sexta-feira nas Unidades de Saúde da Família (USFs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade. Para atender a demanda da população que não pode comparecer durante o horário comercial, algumas USFs vinculadas ao programa “Saúde na Hora” estão oferecendo um horário ampliado, das 8h às 20h30, permitindo que as pessoas se vacinem no período noturno.

Entre as unidades participantes estão Campo Limpo I, V e VI; Liberdade I, II e III; Queimadinha I, II e III; George Américo III e IV e Campo Limpo IV; Parque Ipê I, II e III; Videiras I, II e III; Rua Nova II, III e Barroquinha.

*Secom/PMFS


Após intensas negociações da Campanha Salarial 2024, sob o tema “Jornada de Trabalho Menor para uma Vida Melhor”, o Sintepav Bahia convoca uma assembleia geral nesta sexta-feira (07), às 08h, na Praça do Campo da Pólvora, em Salvador, reunindo trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada. Esta assembleia poderá dar início a uma greve por tempo indeterminado, já aprovada em todo o estado através da publicação de editais.

Simultaneamente, as assembleias acontecem em centenas de obras por toda a Bahia, envolvendo mais de 20 mil trabalhadores da construção pesada, em projetos que representam investimentos de 15 bilhões de reais. No entanto, o Sinicon, sindicato patronal, não apresentou uma proposta que garanta a reposição da inflação, um aumento real e assistência médica, que são condições mínimas para os trabalhadores, responsáveis pela criação de riqueza em várias regiões. A construção pesada é um dos principais motores do desenvolvimento econômico e social do estado e do país, abrangendo tanto o setor público quanto o privado, desempenhando um papel crucial na criação de empregos e na geração de renda.

As obras de infraestrutura têm impacto significativo em toda a sociedade. Em grandes projetos, como a ampliação do metrô de Salvador, a Ferrovia de Integração OesteLeste (FIOL), terraplanagem, barragens, projetos de energia eólica, linhas de transmissão, entre outros, o trabalho dos trabalhadores da construção pesada influencia diretamente questões como mobilidade urbana e transição energética, essenciais para a preservação ambiental e o bem-estar de toda a população.

A greve é uma medida adotada em resposta à falta de valorização do trabalho por parte das empresas do setor. Enquanto os trabalhadores dedicam suas habilidades e esforços para promover o bem-estar e o progresso da sociedade, as empresas se recusam a oferecer condições mínimas que garantam a qualidade de vida da categoria, que é fundamental para o desenvolvimento econômico, social e a geração de riqueza no país. Portanto, a categoria exige melhores condições de trabalho, salários justos, saúde e segurança no trabalho, e assistência médica para todos os trabalhadores, que contribuem para o desenvolvimento do estado e do país.

As principais reivindicações incluem: reposição da inflação mais aumento real; concessão de cesta básica; segurança e saúde no trabalho; contrato de experiência de 30 dias; aviso prévio indenizado; assistência médica; e manutenção das demais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho.

*Bahia.ba


O paciente apresentava “múltiplas patologias subjacentes” e, em 17 de abril, desenvolveu febre, problemas respiratórios, diarreia e náuseas, antes de morrer

Foto: Pixabay

A morte de uma pessoa no México por infecção pela gripe aviária H5N2, uma variante diferente da detectada nos Estados Unidos, foi confirmada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), nesta quarta-feira (5).

“Este é o primeiro caso humano confirmado em laboratório de infecção por um vírus da gripe A (H5N2) notificado no mundo, e a primeira infecção pelo vírus aviário H5 reportada em uma pessoa no México”, declarou a agência de saúde da ONU em um comunicado em seu site.

As autoridades mexicanas haviam informado à OMS, em 23 de maio, sobre um caso confirmado de infecção pela gripe aviária H5N2 em uma pessoa de 59 anos, que havia sido hospitalizada na capital.

O paciente apresentava “múltiplas patologias subjacentes” e, em 17 de abril, desenvolveu febre, problemas respiratórios, diarreia e náuseas, antes de morrer. Em outro comunicado, o governo mexicano indicou que era “um homem de 59 anos, com histórico de doença renal crônica, diabetes tipo 2, hipertensão arterial sistêmica de longa evolução, residente no estado do México”.

A agência da ONU afirmou que a origem da infecção é “atualmente desconhecida” e destacou que a vítima não tinha “histórico de exposição a aves ou outros animais”.

 Não há risco de contágio  – A organização aponta que, em março, foi detectado um foco epidemiológico de gripe aviária do tipo H5N2 em uma granja avícola no estado de Michoacán, limítrofe com o estado do México. Também foram identificados outros casos em aves domésticas, em março, em Texcoco, e em abril, em Temascalapa, ambos municípios no estado do México.

Informações Bahia.ba