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Por Pedro Henrique Alves para Revista Oeste

‘A liberdade de matar alguém em troca de uma suposta ‘liberdade’ social e pessoal utilitária me parece um dos argumentos mais bizarros já formulados na modernidade’, afirma o colunista Pedro Henrique Alves

A resolução do Conselho Federal de Medicina foi publicada na última quarta-feira, 3 | Foto: Rawpixel.com/Freepik
Aborto é tema de artigo de Pedro Henrique Alves | Foto: Rawpixel.com/Freepik 

Debater que o aborto não é eticamente lícito sempre foi um daqueles temas que afastam as pessoas numa roda de conversa, seja por medo, remorso ou desinteresse puro e simples. Sabe aquele papo que, quando iniciado, faz as pessoas se levantarem da mesa, o famoso “espalha roda”, pois é… Eu sou um desses que, apesar de um convicto defensor da vida desde a concepção, não gostava muito de debater a temática ao ar livre até pouco tempo atrás. Porém, assim como Nelson Rodrigues, nesse assunto, eu me assumo como um “ex-covarde”. Deixe-me, então, falar sobre o que muitos não gostam de falar… E não, isso não é minha culpa, é culpa do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Câmara dos Deputados.

Antes de mais nada, faço memória aqui a alguns corajosos que tocaram nessa mácula ética do Ocidente moderno, principalmente para não passar a imagem presunçosa de que sou a voz solitária que clama no deserto. Francisco Razzo e seu competente livro Contra o Aborto, Bernard Nathanson — um dos maiores médicos abortistas do EUA que se tornou ferrenho crítico do aborto — e seu ótimo A mão de Deus: O Ex-Rei do Aborto Fala da Própria Vida, e o menosprezado livro, mas um dos melhores para os libertários abortistas, O Argumento contra o Aborto, do igualmente libertário senador norte-americano, Ron Paul, são algumas obras sobre o assunto que destaco e indico. Não posso deixar de citar outro livro, esse de cunho historiográfico extremamente bem feito, o História do Aborto, da historiadora italiana Giulia Galeotti.

Pois bem, mas como estava dizendo, depois de muito fugir do tema — como é praxe em minha vida —, mergulhei de cabeça em debates com os defensores do aborto depois de ser provocado uma ou duas vezes apenas. Destaco que também li alguns livros de defensores da pauta para me situar da profundidade argumentativa dos defensores, cito dois como exemplo:

  • Domínio da vida: Aborto, Eutanásia e Liberdades Individuais, de Ronald Dworkin; e
  • Gravidez Indesejada: o mais extenso estudo americano sobre as consequências de ter ou não acesso ao aborto, de Diana Greene Foster.

No primeiro, encontramos argumentos filosóficos e jurídicos tentando convencer-nos de que a liberdade de abortar e a de praticar a eutanásia inevitavelmente serão um avanço para qualquer democracia futura e estão atrelados ao princípio de liberdade individual ocidental. No segundo, a pesquisadora afirma que os argumentos cristãos de que a extrema maioria das mulheres que abortaram sofre social e psicologicamente depois de praticarem o aborto, não passa de mentira estatística, que a maioria das mulheres pesquisadas por ela se encontram felizes e em melhor estágio social e psicológico após abortarem.

Todavia, acredito que, antes das divagações sobre um mundo domado pelo mercadão de mortes de não nascidos e dos que desistiram de viver, além da satisfação social das que praticam o aborto numa manhã tranquila de primavera, devemos olhar para a questão sob uma análise da coisa em si mesma — eis minha veia filosófica pulsando aqui. O que é o aborto, afinal?

Argumentos em relação ao aborto

grávida - gestão - aborto flórida
Articulista lista livros com argumentos contra a liberalização do aborto | Foto: Pexels/Pixabay

Para responder a isso, devemos focar, por primazia, no núcleo dos argumentos de ambos os lados, num canto temos os “pró-vida”, que defendem que a dignidade da vida, desde a concepção, é válida tal como a de qualquer outra pessoa da sociedade, do rei ao plebeu. Noutro corner, temos os “pró-aborto”, que defendem que a grávida tem o direito de escolher se deve ou não levar a gestação adiante, independentemente do que seja o aglomerado de células em seu útero.

O que escurece o debate, na minha visão, são duas coisas:

  1. o religiosismo e sentimentalismo exacerbados de alguns “pró-vida” que derramam uma teologia grossa sobre a questão do aborto fazendo o assunto migrar de um problema ético e médico para um terreno abstrato e emocional; e
  2. a retórica conscientemente distorcida daqueles que defendem o aborto, tentando ancorar o direito de abortar à libertação feminina na sociedade.

Enquanto que o aborto, no final das contas, é uma questão mais pragmática e eticamente fácil se nos detivermos ao ponto-chave da discussão: devemos ou não permitir a interrupção de uma vida no ventre materno pelo simples fato de escolha da mãe?

Mais artigos de Pedro Henrique Alves

Debates sobre “onde a vida começa”, ou se, em casos onde a gravidez se revela mortal à mãe, ela deve ou não ter o direito de abortar, parecem-me cíclicos e feitos para afastar a questão central do debate. Sendo a origem da vida amplamente defendida desde a concepção pelos principais e mais neutros embriologistas, logicamente a vida humana não é um pedaço corpóreo, ou um funcionamento elétrico cerebral apenas, é um conjunto biológico que tem seu único start possível na concepção.

“A liberdade de matar alguém em troca de uma suposta ‘liberdade’ social e pessoal utilitária me parece um dos argumentos mais bizarros já formulados na modernidade”Pedro Henrique Alves

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Em muitos debates dos quais participei, os “pró-aborto” eram completamente sinceros nesse aspecto, aceitando de bom tom que tentativas de definir num momento temporal, ou de desenvolvimento fetal, onde está a vida, são argumentos fantásticos e pouco científicos. No caso de risco à mãe, por sua via, parece-me que a escolha ética recai, aí sim, sobre a mãe e seus conselheiros médicos, psicológicos e familiares, a escolha ética aqui não se dá no mero “querer”, mas numa questão de vida ou morte onde uma escolha deve ser feita para que uma das vidas seja salva, mas, reparem, aceita-se que são essencialmente vidas.

Bebês e casos de estupro

Aborto
Pedro Henrique Alves analisa a situação de bebês que podem ser vítimas de estupros | Foto: Reprodução/Freepik

No que tange ao tom geral do debate, e com “geral” quero dizer explicitamente “político”, o tema gira em torno da liberdade individual da mulher sobre o seu corpo. É aí que a desfaçatez e as distorções retóricas entram no baile. Primeiro de tudo, o feto não é a mãe, a mãe não é o feto. O ser em seu útero é dependente da mãe, mas é também um ser diferente da mãe. Há uma dependência de nutrição e cuidado, mas, de muitas maneiras, aquele feto é autônomo e digno de ser considerado já um ser humano como qualquer outro.

Segundamente, a liberdade de matar alguém em troca de uma suposta “liberdade” social e pessoal utilitária me parece um dos argumentos mais bizarros já formulados na modernidade. Ora, partindo da verdade de que um feto é vida, autorizar alguém a matá-lo, só porque essa pessoa não quer a responsabilidade, peso ou preocupação de ser mãe ou pai, soa-me tão ancestral, bárbaro, quanto inacreditável nos dias atuais. Pior ainda é dizer fazê-lo em nome da “liberdade feminina”.

“Se, no final das contas, o feto gerado não tem de culpa nisso [estupro], por que deveria ser ele o penalizado com a pena de morte?”Pedro Henrique Alves

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A não ser que queiramos cair na esteira eugenista de definir quais vidas valem mais, e com isso dar a mão a Hitler e a outros seres abjetos da história humana, expressar uma defesa do aborto ancorada no simples ego matutino de uma mãe ou um pai — que, não raro, força a mulher a isso, e tem igual, se não pior, peso sobre o ato abortivo — parece-me um dos pontos mais vergonhosos da contemporaneidade. E, aqui, não vamos virar o rosto ao “elefante na sala de estar”. A saber, os casos de estupro.

Talvez esteja aí a situação mais nauseante que possamos imaginar nesse debate. Por isso mesmo, acredito que devamos pesar tudo com racionalidade e responsabilidade, e não somente com a emoção, pois, no final, assim como o ato do estupro em si, não parece justo que o fruto inconsciente do abuso ganhe a pena de morte sob aplausos políticos, enquanto o estuprador, se pego, passará uns seis anos detido e voltará para a sociedade com bolsas do governo e afagos de ONGs.

Não estou pupurinando a situação de uma gravidez fruto de violência, estou ponderando que, se, no final das contas, o feto gerado não tem de culpa nisso, por que deveria ser ele o penalizado com a pena de morte? Há aqui não só a morte do feto, mas a morte do direito e da própria lógica da ética.

Definição simples

gravidez - aborto - stf- senado
Descriminalização do aborto pode ser pautada pelo Congresso Nacional | Foto: Reprodução/Freepik

O debate sobre o aborto é muito mais simples do que imaginamos, ele é sobre o direito legal de matar bebês no útero de suas mães. E apesar do quão duro pareça ser colocar o assunto nesses termos, o aborto é isso sem as maquiagens e as retóricas engajadas da esquerda.

“Abortar significa matar o mais inocente e indefeso dos seres de nossa espécie, o resto é penduricalho jurídico e filosófico, glitterretórico”Pedro Henrique Alves

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Por onde debati o tema, nunca um argumento “pró-aborto” pareceu ter pendido mais a balança do bom senso popular quando o colocamos às claras. Assim como num exorcismo o padre deve fazer o demônio dizer seu nome para que ele seja exorcizado, para bem entendermos a natureza do aborto, devemos dizer o que ele é em sua forma cruenta, factual. Abortar significa matar o mais inocente e indefeso dos seres de nossa espécie, o resto é penduricalho jurídico e filosófico, glitterretórico.

Por fim, eu sinceramente me questiono sobre como seria a sociedade em que as pessoas abertamente defendessem o aborto num nível consciente de tudo que disse acima. Digo socialmente mesmo, pois há nisso uma incoerência invencível em termos de ética social. Afinal, não há como convencer racionalmente alguém sobre a sacralidade da vida de um mendigo, de um órfão, de uma escrava sexual, ou de um detento preso por latrocínio, se, como pressuposto social, já aceitarmos — sob os mais vagabundos argumentos — que está tudo bem matar um bebê no útero de sua mãe.

Você confiaria em alguém que dissesse ser correto matar bebês nos úteros de suas mães?… Então por que deveríamos concordar e aceitar de bom grado quando o Estado, ou o STF, diz a mesma coisa?

A dignidade da vida humana é o pilar primevo de qualquer sociedade minimamente ordeira e livre, e se maculamos isso, no fim, só sobrará retalhos e escombros. Escombros de uma sociedade eticamente falida, retalhos de seres humanos moralmente apodrecidos.

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução/Imagem ilustrativa.

Uma condutora será compensada financeiramente após ter seu nome substituído por “safada” na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o sobrenome de seu pai, vítima de homicídio, alterado para “defunto”. A indenização estabelecida é de R$ 12 mil, conforme determinado pela juíza Flávia Cristina Zuza, do juizado especial da Fazenda Pública de Goiânia, Goiás.

Segundo o G1, o incidente veio à tona quando a motorista, então com 18 anos, foi realizar o pagamento das taxas para a obtenção da CNH definitiva e se deparou com os insultos no documento. Suspeitando que a ofensa partiu de alguém de seu círculo social, devido ao recente assassinato de seu pai em abril de 2023, ela registrou um boletim de ocorrência.

A jovem processou o Detran-GO, reivindicando reparação por danos morais e materiais. A juíza responsável pelo caso acatou a solicitação, condenando o Detran/GO e o Estado de Goiás a pagar a quantia mencionada.

A magistrada ressaltou que, embora o Detran tenha removido as ofensas após ser notificado, a instituição tem o dever de manter e inspecionar o sistema de registros, enfatizando que a adulteração comprometeu a reputação e a dignidade da motorista.

Em resposta, o Detran/GO e a Procuradoria-Geral do Estado de Goiás comunicaram que tomarão as medidas cabíveis referentes ao processo judicial, cujo número não foi revelado.

As informações são do Migalhas.


Foto: Reprodução.

O próximo adversário de Popó será o empresário, influenciador e político Pablo Marçal. Na noite deste sábado (15/6), durante o evento Spaten Fight Night, em São Paulo, o tetracampeão mundial confirmou a luta e anunciou a data do confronto nas regras do boxe: dezembro de 2024. As informações são do No Ataque.

“Fui desafiado pelo Pablo Marçal, o Belfort correu e em dezembro pego você. Você [Marçal] desafiou, agora aguenta”, provocou Popó em entrevista ao canal Combate.

Popó inicialmente tinha planos de aceitar o desafio do ex-campeão do UFC, Vitor Belfort. No entanto, os dois não chegaram a um acordo sobre o limite de peso para o confronto nas regras do boxe, deixando Popó livre para aceitar a proposta de Pablo Marçal.

Luta valendo cinturão?

Um detalhe curioso é que o combate entre Popó e Marçal pode valer um cinturão, e não se trata de qualquer um. O título da categoria superpena da WBO (World Boxing Organization), conquistado por Popó em agosto de 1999, foi arrematado por Marçal em um leilão no início deste mês.

Durante o leilão organizado pelo Instituto Projeto Neymar Jr., em São Paulo, Popó doou o cinturão para ajudar crianças e adolescentes atendidos pelo projeto social. Pablo Marçal, por sua vez, não hesitou e desembolsou R$ 320 mil para ficar com a peça.

Ainda no evento, Marçal foi até o palco, encarou Popó e o desafiou para uma luta. O empresário afirmou que, se o tetracampeão vencê-lo, terá o cinturão de volta.

História do cinturão de Popó

Em 1999, Popó ganhou o cinturão da categoria superpena da WBO ao vencer o russo Anatoly Alexandrov por nocaute no primeiro assalto. Popó defendeu o cinturão dez vezes. Entre as defesas, a mais marcante foi quando o brasileiro unificou o cinturão da WBO com o da WBA (World Boxing Association) em janeiro de 2002, na luta contra o cubano Joel Casamayor, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Ele venceu o adversário por decisão unânime dos juízes.

“Defendi esse cinturão dez vezes. Em uma dessas lutas, levei 45 pontos no rosto, na unificação do cinturão contra o cubano Joel Casamayor. Trouxe para ele [Neymar] esse cinturão”, disse Popó, emocionado, ao falar sobre a doação para o leilão organizado pelo jogador do Al Hilal e da Seleção Brasileira.

Informações TBN


Ex-primeira-dama afirma ser preciso lutar contra a legalização do aborto; ela comandou evento do PL Mulher em Teresina

Ex-primeira-dama discursa durante evento do PL Mulher | Foto: Reprodução/PL Mulher
Ex-primeira-dama discursa durante evento do PL Mulher | Foto: Reprodução/PL Mulher

Durante evento do PL Mulher em Teresina, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou falou sobre o projeto de lei que amplia punições para mulheres que abortam a gestão depois da 22ª semana. O encontro na capital do Piauí ocorreu neste sábado, 15.

Ela afirmou que o Congresso Nacional tem “homens e mulheres de bem” para vetar a legalização do aborto no Brasil. Sob aplausos do público, a mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro falou em lutar pela causa.

“Hoje temos que lutar. A assistolia fetal (método de interrupção da gravidez acima de 20 semanas) é cruel, nem usada em eutanásia de animais”, disse Michelle Bolsonaro. “Querem assassinar os nossos bebês no ventre.”

A fala de Michelle, que é presidente nacional da divisão PL Mulher, ocorre em meio à discussão do Projeto de Lei 1.904/2024, popularmente chamado de PL do Aborto. O texto, que visa equiparar o aborto acima de 22 semanas ao crime de homicídio, teve a urgência aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira, 12. Dessa forma, o tema não precisará passar por análise de comissões da Casa.

Além do aborto, Michelle Bolsonaro criticou a gestão petista. De acordo com ela, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, “só usou as mulheres para subir a rampa”.

Detalhes do projeto de lei citado por Michelle Bolsonaro

gravidez - aborto - stf- senado
Descriminalização do aborto pode ser pautada pelo novo presidente do STF, Luís Roberto Barroso | Foto: Reprodução/Freepik

O PL 1.904 de 2024 prevê que mulheres sejam penalizadas com até 20 anos de prisão por abortos realizados acima de 22 semanas. Atualmente, o aborto é permitido em casos de risco à vida da mãe, estupro e gestação de feto anencéfalo, mas sem limite de idade gestacional para interrupção. O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) é o autor do texto.

Informações Revista Oeste


Família de Iris Fontbona tem fortuna avaliada em US$ 27,9 bilhões

Dolar notas de dólar américa Latina
A família de Iris Fontbona passou o brasileiro Eduardo Saverin na lista de mais ricos da América Latina | Foto: Divulgação/Pxhere 

A lista da revista Forbes das pessoas mais ricas da América Latina continua sendo liderada pelo empresário mexicano do ramo das telecomunicações Carlos Slim Helú. No rankingmundial, o mexicano ocupa a 17ª posição. A fortuna do dono da América Móvil, maior empresa latino-americana de telefonia móvel, é estimada em US$ 91,6 bilhões.

O brasileiro Eduardo Saverin, que ocupava o segundo lugar havia dois meses, foi ultrapassado pela chilena Iris Fontbona.

Top 5 das pessoas mais ricas da América Latina

Veja abaixo quem são as cinco pessoas mais ricas da América Latina, de acordo com o ranking de bilionários em tempo real da revista Forbes do dia 14 de junho de 2024.

  1. Carlos Slim Helú e família

País: México.

Patrimônio: US$ 91,6 bilhões.

Além de controlar a América Móvil, Carlos Slim possui participações em empresas mexicanas de construção, bens de consumo, mineração e imobiliárias. O empresário e sua família possuem 76% do Grupo Carso, um dos maiores conglomerados da América Latina.

  1. Iris Fontbona e família

País: Chile.

Patrimônio: US$ 27,9 bilhões.

Iris e seus filhos herdaram os negócios de seu falecido marido Andrónico Luksic. Ela é proprietária de minas de cobre no Chile. A família também tem uma participação majoritária no Quiñenco, um conglomerado chileno de capital aberto ativo nos setores bancário, cervejeiro e industrial.

  1. Eduardo Saverin

País: Brasil.

Patrimônio: US$ 27,9 bilhões.

Eduardo cofundou o Facebook junto com Mark Zuckerberg e outros três colegas, enquanto estudava na Universidade Harvard, nos Estados Unidos. O brasileiro mais rico do mundo mora em Singapura e mantém a B Capital, empresa de investimentos focada em startups.

Eduardo Saverin, um dos criadores do Facebook, ocupa a segunda colocação no ranking da América Latina
Eduardo Saverin, um dos criadores do Facebook, é o brasileiro mais rico do mundo, de acordo com a Forbes | Foto: Reprodução/Twitter/X
  1. Germán Larrea Mota Velasco e família

País: México.

Patrimônio: US$ 27,5 bilhões.

Germán possui a maior parte da Grupo México, a principal mineradora de cobre do país, com operações no Peru e nos EUA. A companhia também tem negócios em transportes e infraestrutura. Em 2014, a mineradora foi alvo de investigação depois de um vazamento na sua mina de cobre em Sonora, no México, ter contaminado dois rios próximos.

  1. Vicky Safra e família

País: Brasil.

Patrimônio: US$ 19 bilhões.

Vicky e seus quatro filhos herdaram a fortuna de seu falecido marido e pai, o banqueiro Joseph Safra. A família é dona o Banco Safra no Brasil, o banco suíço J. Safra Sarasin e o Safra National Bank of New York. Um de seus filhos, Alberto Safra, deixou o Banco Safra em 2019 depois de desentendimento com a família e, em 2023, entrou na Justiça de Nova York contra a mãe e os irmãos, alegando diluição, de forma ilegal, de sua participação no Safra National Bank. A família nega.

Revista Oestecom informações da Agência Estado


Ex-secretária municipal e ex-vereadora, Neinha Bastos (União Brasil) lançou a pré-candidatura a vereadora neste fim de semana e confirmou apoio à pré-candidatura de José Ronaldo (União Brasil) a prefeito de Feira de Santana. Além do ex-prefeito também a presença do deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), líder da bancada de oposição na Assembléia Legislativa.

Ao lançar a pré-candidatura, a ex-vereadora Neinha Bastos reafirmou o compromisso de voltar a representar as mulheres na Casa da Cidadania e a certeza de que o programa de Governo de José Ronaldo é o que melhor contempla e valoriza as mulheres feirenses, garantindo democraticamente espaço para elas na administração municipal de Feira de Santana, como já ocorreu ao longo dos três períodos em que os ex-prefeito esteve na administração municipal.

O lançamento da pré-candidatura de Neinha Bastos foi marcado por grande participação popular, com auditório lotado de amigos e correligionários que apoiam a caminhada política visando retorno da ex-vereadora à Câmara Municipal. Foi mais um grande evento político nesta pré-campanha que ocorreu em Feira de Santana neste fim de semana.

*Sem Censura


“Alexa” desligou a saudade, e o verbo curtir foi bastante conjugado na segunda edição do Forró Imprensado, que ocorreu na noite da sexta-feira (14), no bar Bendito, no Ville Goumert, em Feira de Santana.

O evento foi abrilhantado pelas atrações Cia de Teatro Ser’Eus, banda Axeffona e o cantor Gil Marques, além da outorga do Troféu Imprensado a 10 comunicadores (Valdomiro Silva, Leon Vanderley, Kenna Martins, Karoliny Dias, Andréa Trindade, Sílvio Tito, Hamurabi Dias, Rosalvo Filho, Marco Leão e Lorenna Nascimento), em reconhecimento pela dedicação, credibilidade e inestimáveis serviços prestados à comunidade feirense.

A festa foi prestigiada por um expressivo número de profissionais da Comunicação Social, artistas, empresários, autoridades políticas e entre outros representantes da sociedade, que arrastaram os pés no salão, asseverando que o forró está enraizado na cultura da Princesa do Sertão.

Fonte: Ascom Grupo Imprensados Fsa


Centenas de pessoas participaram na noite desta sexta-feira (14) do lançamento da pré-candidatura a vereador de Douglas da Casa da Fogueira (PMB), no espaço Sophia Eventos, no bairro Fraternidade. Ex-militante do grupo do pré-candidato do PT em Feira de Santana, Douglas anunciou sua nova aliança política: o pré-candidato a prefeito pelo União Brasil, José Ronaldo de Carvalho, que prestigiou o ato.

Nas eleições de 2020, Douglas foi candidato a vereador pelo PCdoB e obteve 1.465 votos, tendo atuado por vinte anos ao lado do pré-candidato do PT em Feira de Santana.

Douglas explicou que a decisão de mudar seu apoio ocorreu devido à falta de diálogo e apoio por parte do deputado Zé Neto, que ele sentiu em relação a si e à sua comunidade. Em busca de novas perspectivas, Douglas iniciou um diálogo com o ex-prefeito José Ronaldo.

Durante o evento de lançamento de sua pré-candidatura a vereador, Douglas expressou felicidade e honra em integrar o grupo ronaldista. “Se soubesse antes que José Ronaldo era uma pessoa tão brilhante, cativante e comprometida com as pessoas, já teria procurado firmar essa aliança há muito mais tempo. José Ronaldo é o melhor para Feira de Santana. Ele é um político experiente, com visão futurista extraordinária, que reúne capacidade e experiência para direcionar recursos e projetos para o bem-estar de nossa gente e de nossas comunidades”, declarou.

Douglas também mencionou seu respeito e admiração pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, pelo atual Ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo senador Jaques Wagner. No entanto, ressaltou que em Feira de Santana seu apoio é exclusivamente para José Ronaldo.

Douglas refletiu sobre seus 20 anos ao lado do pré-candidato do PT, afirmando que ele não contribui nem para o grupo político nem para Feira de Santana. “Eu estava cego e dopado, não enxergava isso. Mas hoje, minha comunidade está fechada e comprometida, e vamos trabalhar firmemente para eleger José Ronaldo a prefeito de Feira de Santana e Douglas da Casa da Fogueira vereador”, finalizou.

O pré-candidato também expressou gratidão ao consultor Hamilton Ramos e a Valdir Santos, “que foram fundamentais para estabelecer uma genuína interlocução e aliança com José Ronaldo”.

*O Protagonista FSA


Em uma breve declaração publicada em seu perfil na rede social X na manhã deste sábado (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse ser contra o aborto, mas criticou a proposta que consta no Projeto de Lei 1.904/2024, que prevê que o aborto praticado após as 22 semanas de gestação tenha a mesma pena aplicada ao crime de homicídio. Para o petista, a ideia do projeto é “uma insanidade”.

– Eu, Luiz Inácio, sou contra o aborto. Mas, como o aborto é uma realidade, precisamos tratar como uma questão de saúde pública. Eu acho uma insanidade querer punir uma mulher vítima de estupro com uma pena maior que um criminoso que comete o estupro. Tenho certeza que o que já existe na lei garante que a gente aja de forma civilizada nesses casos, tratando com rigor o estuprador e com respeito às vítimas – escreveu.

PETISTA JÁ HAVIA AFIRMADO SER CONTRA ABORTO EM 2022
Em 2022, Lula disse que era contra o aborto. No entanto, ele defendeu, em abril daquele ano, que a questão deveria ser transformada em saúde pública, como fez no posicionamento deste sábado

– Eu tenho cinco filhos, oito netos e uma bisneta. Eu sou contra o aborto. O que eu disse é o seguinte: é preciso transformar isso em uma questão [de saúde] pública. As pessoas pobres, que são vítimas do aborto, têm que ter condição de se tratar na rede pública de saúde. É só isso. Mesmo eu sendo contra o aborto, ele existe. Ele existe, por mais que a lei proíba, por mais que a religião não goste – declarou o petista na época ao Jornal Jangadeiro, da Band News FM.

Depois, em outubro de 2022, a campanha de Lula resolveu aderir às pautas de costumes para o segundo turno contra o então presidente Jair Bolsonaro (PL). Em peça publicitária que começou a ser divulgada no dia 6 daquele mês, o petista relembrou seus três casamentos e disse que todas as três esposas, Lurdes, Marisa e Janja, não apoiam o aborto. Lurdes e Marisa já faleceram.

– Não só eu sou contra o aborto, mas toda mulher com que casei é contra o aborto – dizia na gravação.

No fim de outubro daquele ano, durante debate, Lula não respondeu ao questionamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o tema. Na ocasião, o petista negou que fosse favorável ao assassinato de bebês nos ventres de suas mães, apesar da existência de muitos materiais em vídeo indicarem que ele já havia afirmado que tal situação era “questão de saúde pública”.

GOVERNO LULA SE MANIFESTOU CONTRA PL DO ABORTO
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta sexta-feira (14) que o governo Lula não apoiará nenhuma mudança na legislação atual em relação à temática do aborto, “principalmente” o projeto de lei que equipara a prática realizada após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio.

O projeto que trata do aborto após 22 semanas teve urgência para análise aprovada nesta semana na Câmara. Atualmente, o Código Penal estabelece que é permitido em caso de estupro e risco de vida à mulher. O STF, por sua vez, estendeu a liberação para os casos em que há anencefalia do feto.

O projeto foi proposto pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), uma das principais lideranças da Frente Parlamentar Evangélica, e considera que o fato de a lei não prever “limites gestacionais ao aborto” não significa que os legisladores que promulgaram o Código Penal tenham querido “estender a prática até o nono mês de gestação”.

*Pleno.News
Foto: PR/Ricardo Stuckert


Foto: Vitor Silva/CBF

No dia seguinte à declaração de Yan Couto sobre ter sido instruído a remover seu cabelo rosa na seleção, sob a justificativa de que o estilo não era adequado, a CBF divulgou uma nota oficial. Na nota, sem referir-se diretamente ao comentário do jogador, a CBF negou ter proibido o estilo de cabelo e reiterou seu compromisso com o respeito no futebol e a luta contra preconceitos.

A ESPN reportou que a nota foi uma resposta ao desconforto causado pela repercussão do incidente com Yan Couto. A CBF quis esclarecer que não esteve envolvida diretamente na conversa com o jogador, que foi conduzida pelo departamento de seleções e pela equipe técnica de Dorival Júnior.

A situação gerou críticas à CBF, que tem promovido iniciativas contra a homofobia. O grupo Canarinhos LGBTQ+, parceiro da CBF, solicitou um esclarecimento formal da confederação sobre o assunto.

Veja a nota oficial da CBF:

A CBF reafirma seu compromisso com a liberdade, a pluralidade, o direito à autoexpressão e livre construção da personalidade de cada indivíduo que trabalhe na entidade ou defenda a Seleção Brasileira. Para a entidade, o desempenho do colaborador fala por si só.

O compromisso da CBF é com o bom futebol e as melhores práticas de gestão. Cada colaborador ou atleta deve ter autonomia sobre sua própria aparência, credo, orientação sexual, expressão de gênero.

Desde o início da atual gestão, a CBF tem como uma das prioridades a luta contra o racismo e qualquer tipo de preconceito no futebol. A entidade é parceria do Observatório da Discriminação Racial no Futebol e do coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, e está sempre aberta a novas iniciativas para que o futebol brasileiro se torne um espaço mais inclusivo e livre de preconceitos.

Informações TBN