
O atual presidente dos Estados Unidos e ainda pré-candidato à reeleição pelo partido Democrata, Joe Biden, vem sofrendo forte pressão para largar a disputa presidencial contra o ex-presidente Donald Trump. O assunto ganhou destaque com o mau desempenho que o democrata teve no debate contra o republicano e cresceu com outras gafes do presidente, que reforçam a ideia de fragilidade física e mental advindas da idade. Ele está com 81 anos.
A grande mudança no cenário se deu na própria fala de Biden. Anteriormente, ele afirmou que seria o “único candidato capaz de derrotar Donald Trump, porque já fiz uma vez” e que só sairia da disputa se “Deus quisesse”. Já na quarta-feira (17/7), em entrevista à BET News, canal forte entre a comunidade afrodescendente nos EUA, Biden afirmou que desistiria da candidatura caso tivesse diagnisticado algum problema que impossibilitasse sua capacidade de concorrer e governar.
Poucas horas depois, Joe Biden, testou positivo para Covid-19. Segundo a Casa Branca, o candidato à presidência ficará em isolamento. Consequentemente, ele precisou cancelar discurso que realizaria em um evento em Las Vegas.
A imprensa norte-americana está apostando que Joe Biden deve largar a cadidatura devido à crescente pressão que está sofrendo de líderes do partido Democrata no Congresso e, também, de amigos próximos.
Segundo o portal Axios, o discurso mais forte entre os que buscam convencer o presidente é de que Biden precisa fazer uma escolha de como ficará lembrado pela história.
“A escolha dele é ser um dos heróis da história, ou ter certeza do fato de que nunca haverá uma biblioteca presidencial de Biden. Rezo para que ele faça a coisa certa. Ele está indo nessa direção”, disse um amigo próximo de Joe Biden.
O portal ainda afirma que Joe Biden estaria resignado com a desistência devido às pressões, aos resultados ruins nas pesquisas e à opinião pública sobre a sua permanência na campanha. Ele também tem sido muito alertado sobre os possíveis danos que sua permanência pode causar ao partido como um todo até em termos de cadeiras dos democratas no Congresso.
Pesquisa realizada pela AP, na quarta-feira, mostra que aproximadamente dois terços dos democratas querem que Biden se retire da corrida presidencial. O resultado teria abalado muito a equipe do presidente na Casa Branca.
Os analistas políticos dos EUA dizem que os democratas não querem tornar pública a pressão contra o presidente norte-americano, pois “eles amam e respeitam Biden e apreciam suas realizações históricas”.
Mesmo assessores da campanha de Joe Biden dizem que a questão deixou de ser “se” o presidente irá desistir, mas “quando” ele 0 fará.
Outro fator que chama atenção é que ele, nos últimos dias, está “ouvindo mais” e “perguntando mais” sobre as chances da vice-presidente Kamala Harris vencer Donald Trump nas eleições.
Segundo analistas, Kamala teria vantagens grandes no partido democrata devido ao apoio de Biden, dos Obamas e dos Clintons. A isso também é adicionada o suporte da bancada negra no Congresso, mas ainda não é possível cravar que a opção do partido seja seguir com ela como cabeça de chapa.
Informações Metrópoles

A Microsoft se manifestou sobre o apagão cibernético que afetou serviços importantes em vários países do mundo nesta sexta-feira (19/7), como companhias aéreas, bancos, redes de telecomunicações e de finanças. Segundo agências internacionais, as primeiras informações apontam que os mais atingidos seriam, justamente, os clientes da empresa desenvolvedora de softwares.
Segundo a Microsoft, a causa da pane foi consertada, mas 365 apps seguem impactados. Na manhã desta sexta-feira (19/7), a empresa emitiu um comunicado informando que todos os serviços haviam sido afetados após uma falha no sistema da Azure, plataforma de computação em nuvem.
A Azure usa uma ferramenta de segurança chamada Falcon, da empresa de cibersegurança CrowdStrike, que serve para detectar e monitorar possíveis invasões (ações hackers). A causa da pane global foi, inclusive, uma pane no sistema da CrowdStrike.
George Kurtz, presidente e CEO da CrowdStrike, empresa que atende principalmente clientes governamentais e grandes corporações, confirmou que o incidente não está sendo tratado como um ataque cibernético.
Em vez disso, o apagão é visto como possivelmente relacionado a um software de antivírus corporativo da empresa CrowdStrike. O problema parece estar ligado a uma falha no sensor “Falcon”, do sistema operacional Windows, conforme confirmado pela própria CrowdStrike.
George Kurtz escreveu na rede social X que a empresa está trabalhando para normalizar a situação.
“A CrowdStrike está trabalhando ativamente com clientes afetados por um defeito encontrado em uma única atualização de conteúdo para hosts Windows. Os hosts Mac e Linux não são afetados. Este não é um incidente de segurança ou ataque cibernético. O problema foi identificado, isolado e uma correção foi implantada”, diz a publicação
“Indicamos aos clientes o portal de suporte para obter as atualizações mais recentes, e continuaremos a fornecer atualizações completas e contínuas em nosso site. Recomendamos ainda que as organizações garantam a comunicação com os representantes da CrowdStrike por meio de canais oficiais. Nossa equipe está totalmente mobilizada para garantir a segurança e estabilidade dos clientes CrowdStrike”, finaliza o post.
Jill Slay, pesquisadora de segurança cibernética da Universidade da Austrália do Sul, ressaltou que o impacto global das interrupções provavelmente será significativo. Nos EUA, as principais companhias aéreas, incluindo Delta, United e American Airlines, suspenderam todos os voos devido a problemas de comunicação, de acordo com a Administração Federal de Aviação.
Na Alemanha, o aeroporto de Berlim Brandenburg também teve voos suspensos por um “problema técnico”.
Na Espanha, todos os terminais aéreos sofreram “interrupções” devido a problemas de TI, enquanto o de Hong Kong relatou que algumas companhias aéreas foram afetadas, relacionando a falha a problemas na prestação de serviço da Microsoft.
No Reino Unido, a maior operadora ferroviária alertou sobre possíveis cancelamentos de trens devido a problemas de TI, e grandes filas se formaram no aeroporto de Sydney, na Austrália.
No Brasil, os primeiros relatos de problemas começaram por volta das 7h, relativos a dificuldades em acessar alguns aplicativos de bancos, como os do Bradesco, Pan, Neon e Next. Porém, ainda não há confirmação se a instabilidade está ligada ao apagão global.
Embora os voos estejam sendo retomados, as autoridades alertam para possíveis atrasos continuados enquanto as ações de mitigação são implementadas e os sistemas são gradualmente restabelecidos
Informações Metrópoles

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu adiar por 40 dias o início do acordo com a Âmbar Energia, dos irmãos Wesley e Joesley Batista. A decisão foi unânime em reunião extraordinária da diretoria.
A estatal sugere suspensão do pacto com a empresa do grupo J&F por tempo indeterminado, caso o Tribunal de Contas da União (TCU) considere necessário.
Em 2021, durante a crise hídrica, o governo Bolsonaro realizou um leilão emergencial para contratar várias usinas térmicas. Algumas não cumpriram os prazos, incluindo a Âmbar, que usou uma usina existente, contrariando o edital.
A Aneel afirmou estar disponível para implementar ajustes e determinações do TCU sobre o acordo com a Âmbar. Em abril, técnicos do TCU apresentaram parecer contrário ao acordo, mas o processo foi arquivado sem análise do mérito.
Ainda assim, a Comissão de Solução Consensual do TCU, o Ministério de Minas e Energia (MME), a Aneel e a empresa firmaram acordo nos mesmos termos, com validade inicial para 22 de julho.
Uma representação do Ministério Público no TCU pediu a rescisão do acordo com a Âmbar. Na quinta-feira 16, a Advocacia-Geral da União (AGU) também solicitou ao MME a suspensão do acordo.
A prorrogação da Aneel veio após preocupação interna do MME sobre o atraso na apreciação do pedido. Se não assinada até esta sexta-feira, 19, o acordo entraria em vigor na segunda-feira 22.
O adiamento é para que o plenário do TCU examine o mérito e as condições do acordo. O ministro Alexandre Silveira enviou ofício ao presidente do TCU, Bruno Dantas, em que pede análise definitiva após atrasos na entrada de usinas contratadas no PCS/2021.
O diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, justificou que a agência não foi formalmente comunicada sobre o ofício, e o chefe de gabinete do MME encaminhou cópia do termo aditivo por correio eletrônico.
O despacho de Feitosa diz que a Aneel está à disposição do TCU para ajustes e determinações, incluindo novos testes das usinas da Âmbar ou suspensão do acordo se necessário. O pedido do MME é para prorrogação até 30 de agosto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Informações Revista Oeste

As principais companhias aéreas dos Estados Unidos tiveram de interromper voos nesta sexta-feira, 19, depois de relatar um apagão nos sistemas de comunicação. Transportadoras, empresas de mídia, bancos e empresas de telecomunicações ao redor mundo também anunciaram falhas de sistema que paralisaram operações.
A Microsoft teve problemas nos serviços de nuvem, que impactaram diversas companhias aéreas de baixo custo. Uma hora depois do comunicado da big tech, as empresas American Airlines, Delta Airlines, United Airlines e Allegiant Air suspenderam alguns de seus voos.
Não ficou claro, porém, se os problemas enfrentados pelas companhias estavam diretamente ligados à falha da Microsoft.
O Aeroporto Internacional de Berlim e a companhia aérea holandesa KLM também interromperam voos devido a um “problema técnico”.
“KLM, assim como outras companhias aéreas e aeroportos, também foi afetada pela falha informática global, tornando impossível gerenciar os voos”, afirmou a empresa em comunicado.
A Espanha também relatou um “incidente de computador” em todos os seus aeroportos. Enquanto isso, na Suíça, o Aeroporto de Zurique, o maior do país, suspendeu pousos.
A Ryanair, maior companhia aérea da Europa em número de passageiros, alertou sobre possíveis interrupções que poderiam afetar “todas as companhias aéreas em operação na rede”.
No Reino Unido, o maior operador ferroviário do país disse ter sido afetado por problemas “de grande escala”, que podem resultar em cancelamentos de partidas.
“Estamos enfrentando problemas informáticos de grande escala em toda a nossa rede”, declararam as quatro companhias ferroviárias do grupo Govia Thameslink Railway na rede social X/Twitter.
Na Austrália, empresas de mídia, bancos e telecomunicações também sofreram falhas. O governo atribuiu a questão a um problema na empresa global de cibersegurança CrowdStrike.
Além do setor aéreo e ferroviários, o site colaborativo Downdetector mostrou interrupções em vários serviços de bancos e empresas de telecomunicações.
O apagão cibernético também provocou problemas em hospitais nos Países Baixos e na Bolsa de Valores de Londres.
A programação do canal britânico Sky News foi interrompida. Na Austrália, a rede de notícias ABC teve o sistema afetado por uma falha “grave”.
A empresa australiana de telecomunicações Telstra revelou que os cortes foram provocados por “problemas globais”, que afetaram o software fornecido pela Microsoft e pela CrowdStrike.
Não houve indícios de que a interrupção fosse um incidente de segurança cibernética, segundo o escritório da Coordenadora Nacional de Segurança Cibernética da Austrália, Michelle McGuinness, em uma postagem no X/Twitter.
O provedor de serviços em nuvem AWS informou estar “investigando relatos de problemas de conectividade com instâncias Windows EC2 e Workspaces dentro da AWS.”
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução/YouTube
Na noite de quinta-feira, 18 de julho, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retomou seu espaço público com um discurso marcante durante a Convenção Republicana em Milwaukee, Wisconsin. Este foi seu primeiro compromisso oficial desde o ataque que sofreu no último sábado, gerando grande expectativa sobre suas palavras e posicionamentos futuros.
No evento, Trump abordou detalhes do ataque sofrido, transformando o momento em um apelo por união nacional e respeito ao debate político saudável. Ressaltou a necessidade de cessar as hostilidades partidárias exacerbadas, especialmente entre os grandes partidos, enfatizando a importância de se respeitar as diferentes vozes dentro da democracia.
Veja o vídeo:
Em um pronunciamento que durou cerca de uma hora e meia, Donald Trumpnão apenas relatou as adversidades enfrentadas no recente atentado, como também se propôs a redefinir elementos da sua campanha presidencial. Evitou críticas diretas ao seu oponente Joe Biden, preferindo enfocar nas políticas que, segundo ele, seriam necessárias para restaurar a integridade e segurança dos Estados Unidos.
O ex-presidente prometeu, entre outras coisas, retomar e concluir a construção de um muro na fronteira com o México, um tema recorrente em suas campanhas anteriores. Declarou que este seria um movimento inicial e imediato, já no primeiro dia de uma possível nova administração. Além disso, Trump expressou preocupação com o cenário internacional, chegando a mencionar riscos relacionados a uma terceira guerra mundial e desestabilizações decorrentes de políticas externas anteriores.
O momento mais emocionante do discurso foi quando Trump detalhou a tentativa de assassinato que sofreu. Segundo ele, tudo ocorreu muito rápido e apenas a “graça de Deus” o salvou de uma morte certa. A narração do incidente foi poderosa e destacou a seriedade das ameaças que líderes políticos podem enfrentar em tempos de grande polarização.
Ao descrever as circunstâncias dramáticas, Trump também homenageou um bombeiro, Corey Comperator, que faleceu no ataque. Esse momento foi notavelmente sombrio e reflexivo, com Trump reconhecendo os riscos enfrentados por aqueles que colocam suas vidas em risco por seus líderes e seu país.
Entre homenagens e promessas, o evento capturou a complexidade de uma figura política que continua a polarizar a opinião pública americana, mas que, indiscutivelmente, desempenha um papel central no cenário político dos Estados Unidos. Com a eleição se aproximando, a campanha de Trump parece mais focada do que nunca em reconquistar a Casa Branca, prometendo um retorno às políticas de ‘America First’ que caracterizaram seu mandato anterior.
Informações TBN

Foto: Divulgação/Wikimedia Commons
Com a proposta de ajuste fiscal destinada aos partidos políticos, o Partido dos Trabalhadores (PT) parece estar entre os principais beneficiários. Atualmente, o PT enfrenta uma dívida impressionante de R$ 22,2 milhões junto à União, sendo a maioria desta dívida relacionada à Previdência Social, de acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 9/2023, conhecida popularmente como PEC da Anistia, oferece uma oportunidade para os partidos renegociarem seus débitos com o governo. Este novo projeto de lei propõe que essas dívidas possam ser parceladas em até 60 vezes, o que inclui uma importante parcela do montante devido pelo PT.
A PEC da Anistia foi aprovada recentemente pelos deputados e agora segue para avaliação do Senado. O texto prevê a anulação de diversas dívidas dos partidos políticos, exceto aquelas relacionadas à Previdência, que poderão ser parceladas. O objetivo é sanar as pendências financeiras acumuladas pelas legendas, uma vez que detêm imunidade tributária conforme estipula a Constituição.
Por meio da PEC, o PT poderá renegociar cerca de R$ 18,2 milhões em débitos previdenciários. Esse parcelamento dividido em períodos de cinco anos vem como um alívio fiscal, permitindo que o partido reorganize suas finanças sem a pressão de saldar imediatamente tais dívidas substanciais. Além disso, o partido também tem a oportunidade de incluir futuras multas e dívidas no mesmo programa de Refis, estendendo o prazo para até quinze anos.
Não é apenas o PT que se encontra em uma situação delicada. Outros grandes partidos, como União Brasil, PSDB e MDB, também acumulam dívidas milionárias com a União. Todos juntos, os partidos políticos brasileiros somam pelo menos R$ 54,1 milhões em débitos inscritos na Dívida Ativa. Este cenário mostra a relevância da PEC da Anistia para a saúde financeira dos partidos políticos no Brasil.
Essa renegociação de dívidas proposta não apenas beneficia os partidos políticos, mas também permite que continuem suas atividades essenciais sem a constante preocupação com bloqueios financeiros. O PT, especialmente, pode respirar com mais facilidade se a PEC for aprovada completamente, possibilitando um reequilíbrio de suas contas e foco maior em suas atividades partidárias e sociais.
Informações TBN

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma figura marcante na história política do Brasil, foi alvo de extenso monitoramento pelos Estados Unidos, segundo documentos recentemente revelados. Uma investigação jornalística destacou a produção de 819 documentos vinculados ao líder político, desde seus dias como líder sindical até quase o fim da segunda década do século XXI.
Os registros, que percorrem desde 1966 até 2019, surgiram por meio de 3.300 páginas obtidas por Fernando Morais, conhecido autor e agora biógrafo de Lula. Esta monitoração não se concentrou apenas em momentos críticos como o mandato presidencial, mas também durante períodos pessoalmente desafiadores para Lula, incluindo seu tempo de custódia.
A Central de Inteligência Americana (CIA) desempenhou um papel proeminente, produzindo a maior quantidade de documentos. De um total de 613 registros, estes documentos parecem revelar não apenas observações diretas sobre Lula, mas também uma teia de comunicações e relações políticas envolvendo outros líderes globais e agendas internacionais, como a relação com a ex-presidente Dilma Rousseff e com líderes do Oriente Médio e da China.
Segundo revelações feitas por Morais, os documentos não limitaram seu escopo ao rastreamento de atividades políticas diretas. Eles também cobriram áreas como planos militares brasileiros e operações estratégicas de corporações estatais, incluindo a Petrobras. Esta amplitude sugere um interesse profundo e sistemático nas dinâmicas de poder dentro do Brasil.
Embora não esteja claro até que ponto as informações coletadas possam ter influenciado políticas ou eventos específicos, o volume e a profundidade dos registros sugerem que as atividades de monitoramento eram parte de um esforço maior para entender e, talvez, influenciar os rumos políticos e econômicos do Brasil. O próprio Lula não fez comentários diretos sobre a extensão do monitoramento, mas a descoberta certamente fornece um novo contexto para a sua trajetória política e pessoal.
O estudo desses documentos ainda está em andamento, e novas informações podem emergir, oferecendo mais luz sobre as interações entre os EUA e uma das figuras mais emblemáticas do cenário político brasileiro. Essa vigilância destacada vem reiterar a complexidade das relações internacionais e o papel que a espionagem pode desempenhar na dinâmica global de poder.
Informações TBN

Apesar da violência seguir registrando altos índices em Feira de Santana, algumas medidas adotadas na área da segurança pública parecem não estar colaborando para o combate à criminalidade em bairros do Município. A reclamação foi feita pelo vereador Edvaldo Lima (UB), durante pronunciamento na Tribuna Maria Quitéria, nesta quinta-feira (18). Conforme explicou o parlamentar, ele ficou sem entender as razões que levaram à diminuição de viaturas policiais na Base que serve ao bairro George Américo. “Praticamente, retiraram todos os carros de lá. E o único que tem, fica estacionado sem poder sair para fazer diligências”, disse.
Informado através de reclamações de moradores sobre o redirecionamento da maior parte dos automóveis para outras Companhias de Polícia, o vereador pontuou que a situação é bem diferente de quando a Base foi inaugurada. “Na época, existiam várias viaturas e motos. E tanto o bairro quanto a região do seu entorno viviam em paz”, garantiu, citando os bairros Campo Limpo e Sítio Novo, locais também beneficiados. “Como é que o Governo do Estado quer conter a violência, se não dá condições para os profissionais da segurança cumprirem seu papel, fazendo rondas e inibindo a ação de marginais?”, indagou Edvaldo.
Para o vereador, a viatura é aparato essencial ao trabalho de prevenção e repressão realizado pelos integrantes da Polícia Militar nas comunidades. “Fiquei sem compreender esta situação, já que os agentes usavam este apoio para defender a população da violência que ocorre em Feira”, frisou, advertindo ter receio que o problema se agrave nos bairros.
Foto: Jornal Grande Bahia

O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), pertencente à rede própria da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, anuncia a abertura das inscrições para a XI Mostra Integrada de Pesquisa. O evento será realizado nos dias 18 e 19 de setembro deste ano, de forma presencial, no Centro de Cultura Amélio Amorim, situado na cidade de Feira de Santana – BA. A Mostra busca promover o debate e a reflexão sobre a importância da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), diante disso, terá como tema central “Equidade no SUS: reconhecer as diferenças para promover a igualdade”.
As inscrições podem ser realizadas através da Plataforma Even, no link https://www.even3.com.br/xi-mostra-integrada-de-pesquisa-do-hospital-geral-cleriston-andrade-hgca-475049. A submissão de resumos deve ser realizada via e-mail, hgca.mostradepesquisa11@gmail.com, entre os dias 18 de julho e 18 de agosto.
Desde 2013, o HGCA promove a Mostra Integrada de Pesquisa em colaboração com instituições de ensino superior parceiras. O principal objetivo do evento é dar visibilidade às pesquisas desenvolvidas no âmbito dos serviços de saúde, incentivando a aplicação de seus resultados para a tomada de decisões clínicas e de gestão. Esta iniciativa fortalece o SUS, promovendo um atendimento mais eficiente e igualitário à população.
Os trabalhos científicos aprovados para a Mostra devem abordar temas relacionados à Gestão e Avaliação em Saúde na Unidade Hospitalar, bem como à Produção do Cuidado em Unidade Hospitalar. É essencial que os interessados consultem o regulamento completo de submissão, disponível em anexo ou no site https://www.saude.ba.gov.br/mostrapesquisahgca/.
A XI Mostra de Pesquisa do HGCA é mais um passo importante para a divulgação de estudos científicos e práticas inovadoras desenvolvidas na unidade.
Fonte: ASCOM/HGCA

A comunidade esportiva foi surpreendida nesta quarta-feira com uma manifestação de violência no Rio, horas antes do jogo entre Botafogo e Palmeiras, que despertou reações enérgicas de ambos os envolvidos.
Diante de bonecos pendurados em uma passarela, simulando o enforcamento da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, e do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, o clima de tensão se estabeleceu. O jogo está programado para acontecer no estádio Nilton Santos, às 21h30, sob um contexto complicado pela hostilidade recentemente manifestada.

Leila Pereira não hesitou em caracterizar o ocorrido como um ato criminoso. Decidida a não comparecer ao estádio, a presidente do Palmeiras prioriza a integridade física e o foco na performance dentro de campo.
“Lamento este ato criminoso, bem como qualquer tipo de hostilidade no ambiente do futebol”, expressou Leila Pereira em nota. Ela enfatizou que a rivalidade deve ser restrita ao jogo e apela para a polícia atuar no sentido de prevenir qualquer violência.
O Botafogo, por sua vez, também se pronunciou prontamente contra o violento protesto, buscando imediatamente o auxílio das autoridades policiais para garantir a segurança no evento.
“Tão logo tomou conhecimento, a Diretoria solicitou ao policiamento que agisse imediatamente”, a nota do Botafogo apresenta uma posição firme contra a violência e um pedido por punição aos responsáveis.
Enquanto o time carioca e a comitiva alviverde chegavam ao estádio, manifestações de disconformidade ocorreram, embora não houvesse registros de violência física. Este ato precede um jogo fundamental para ambos os times, que lutarão por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil nas próximas semanas.
A tensão entre John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, e Leila Pereira, já era palpável devido a trocas de acusações públicas. O encontro em campo, então, assume não apenas uma importância esportiva, mas também uma dimensão de teste para a cordialidade e respeito mútuo no futebol brasileiro.
No final das contas, espera-se que as ações tomadas pelas diretorias e pelas autoridades contribuam para o foco retornar ao que ocorre em campo, onde a verdadeira paixão pelo futebol deve prevalecer, longe de atos de violência e hostilidade.
Informações TBN