
O ex-goleiro Bruno, que atualmente se encontra em liberdade condicional, foi visto trabalhando como entregador de móveis em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro. Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o ex-atleta descarregando um caminhão em frente à loja para qual presta serviços.
De acordo com informações do jornal O Globo, Bruno trabalha para a Casa Unamar há mais de um ano, e seu expediente tem horários diversos. A unidade fica na Rodovia Amaral Peixoto, 4473, mas há outras sedes em Cabo Frio e também Macaé.
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No espaço para comentários, internautas se dividiram entre defender a reinserção do ex-goleiro na sociedade e apoiar que ele permanecesse em regime fechado.
– Se o cara não tem mais oportunidades de jogar, pelo menos ele correu atrás de um trabalho digno – afirmou um internauta.
– Trabalho digno, porém era para ficar comendo cadeia – disse outro.
Além do vídeo viralizado, o próprio Bruno já fez postagens nas redes sociais divulgando a loja e o seu trabalho.
Assista:
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Uma publicação compartilhada por Bruno Fernandes De Souza (@oficialbrunogoleiro)
Atualmente, Bruno responde em liberdade condicional pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio, além do sequestro do filho que teve com ela, Bruninho. O crime aconteceu em 2010 e gerou comoção nacional, visto que até então ele era goleiro do Flamengo e estava no auge de sua carreira.
Antes de sua morte, Eliza foi até a Justiça denunciar Bruno por agressões e coação para que ela abortasse. Ela cobrava que ele assumisse a paternidade do bebê. Bruno foi condenado a 23 anos de prisão e está em liberdade condicional desde janeiro de 2023.
Informações Pleno News

Uma pesquisa feita pelo portal Reclame Aqui e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontou que a maioria da população brasileira é a favor do retorno do horário de verão ainda neste ano. Segundo o levantamento, a modificação nos relógios tem o apoio de 54,9% dos entrevistados, sendo 41,8% totalmente a favor, e 13,1% parcialmente favoráveis.
Por outro lado, segundo a pesquisa, 25,8% do público se mostrou totalmente contra a mudança nos relógios, enquanto 17% se disse indiferente, e apenas 2,2% se posicionou como parcialmente contrário. O levantamento foi feito com 3 mil pessoas e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos, considerando um nível de confiança de 95%.
Entre as regiões com maior apoio ao horário de verão estão o Sudeste, Sul e Centro-Oeste. No Sudeste, o índice de pessoas a favor da mudança é de 56,1%. Já no Sul, o percentual é de 60,6% de pessoas favoráveis à modificação nos relógios. No Centro-Oeste, por sua vez, o público que aprova o horário de verão é de 40,9%.
Na última segunda-feira (16), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a pasta, “muito provavelmente”, deve propor à Casa Civil o retorno do horário de verão no país. Para Silveira, porém, “não há tempo” para “decretar” a modificação no curto prazo e, se ela ocorrer, será com um amplo planejamento.
Segundo o ministro, o retorno do horário de verão olha para duas frentes: a necessidade de segurança energética, para aliviar a demanda no horário de pico, e o impacto positivo, segundo a pasta, em áreas como comércio e turismo. A palavra final, no entanto, caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Informações Pleno News

Nesta quarta-feira (18), Feira de Santana celebra mais um ano de história, consolidada como a segunda maior cidade da Bahia e um dos principais pólos econômicos do interior do estado. Com um crescimento urbano acelerado, a cidade se destaca não só pelo comércio e pela indústria, mas também pelos avanços na infraestrutura e pelas inovações nas áreas de engenharia, agronomia e geociências.
Com 3.845 profissionais e 1.232 empresas registradas, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) tem sido fundamental para garantir o crescimento sustentável e seguro da região a partir de inspetoria, que atende às cidades de Feira de Santana, Água Fria, Amélia Rodrigues, Anguera, Antônio Cardoso, Araci, Barrocas, Biritinga, Candeal, Capela do Alto Alegre, Conceição da Feira, Conceição do Coité, Conceição do Jacuípe, Coração de Maria, Ichu, Ipecaetá, Irará, Lamarão e Nova Fátima.
Segundo o inspetor-chefe do Crea-BA em Feira de Santana, o engenheiro Mateus Mônaco, a atuação do conselho tem sido decisiva para a cidade se manter como um dos pólos mais desenvolvidos da Bahia. “A presença do Crea-BA em Feira de Santana vai além da fiscalização de obras. Estamos focados em promover um ambiente de crescimento sustentável, onde o desenvolvimento urbano e industrial da cidade seja alinhado com as boas práticas da engenharia. Nossa equipe trabalha incansavelmente para garantir que cada obra, cada projeto de agronomia e cada avanço em geociências sigam os padrões mais rigorosos de segurança e eficiência”, afirma Mônaco.
A fiscalização de obras e a regulamentação das atividades nas áreas de engenharia, agronomia e geociências são ações prioritárias do Crea-BA, visando garantir que o crescimento do município aconteça de forma ordenada e dentro das normas de segurança. Por isso, a inspetoria conta com os cinco fiscais Adailson Leite, Edson Agapito, Marcus Vinícius, Rafael Rolim, José Mário, com supervisão profissional de Eduardo Bruni e mais 4 assistentes administrativos.
Com uma localização estratégica e um setor econômico em plena expansão, Feira de Santana tem todos os elementos para continuar crescendo e se consolidando como um dos grandes pólos do Nordeste. Entretanto, esse crescimento precisa ser bem direcionado para evitar problemas urbanos e ambientais. A fiscalização realizada pelo Crea-BA, nesse sentido, assegura que os projetos sejam executados dentro dos padrões regulamentares, protegendo tanto a população quanto os recursos naturais.
O engenheiro Mateus Mônaco reforça a importância dessa atuação para o futuro da cidade. “A fiscalização do Crea-BA é fundamental para que o crescimento de Feira de Santana aconteça com responsabilidade. Garantir que os profissionais sigam as normas não é apenas uma questão de segurança, mas também de preservar o potencial econômico e ambiental da nossa cidade, que se projeta para ser um dos maiores polos do Nordeste nos próximos anos”, conclui.
A inspetoria do Crea-BA em Feira de Santana passou recentemente por uma reforma e ampliação. Inaugurada em 27 de junho de 2024, a sede, que atua há 45 anos na região, teve sua área aumentada de 240m² para 468m². As obras incluíram pintura, troca de revestimentos, implementação de medidas de segurança contra incêndios e instalação de placas de captação de energia solar na cobertura. Além disso, foram adicionados auditório, salas de reunião e espaços de coworking, visando proporcionar mais conforto e melhorar o atendimento aos profissionais e à sociedade.

Já ouviu aquele ditado “quem casa, quer casa”? Uma nova forma de relacionamento está crescendo na Europa e tem contrariado esse ditado popular. Trata-se do casal LAT (living apart together), em português, algo como vivendo juntos, mas em casas separadas.
O modelo de relacionamento romântico é liderado por mulheres mais velhas que, de acordo com a revista Brides, priorizam uma liberdade recém-descoberta.
De acordo com a psicóloga especializada em relacionamentos Eudiléia Marcelino, esse formato pode ser uma boa opção de relacionamento para casais que não lidam bem com a rotina ou se sentem sufocados pelo contato excessivo com o outro.
“Uma das principais vantagens é que ele pode facilitar o equilíbrio entre o espaço individual e o espaço conjugal, um dos desafios mais complexos da vida a dois”, comenta a especialista. “Também pode deixar a relação mais leve, pois elimina a necessidade de se adaptar o tempo todo às demandas do outro.”
De acordo com uma pesquisa publicada pelo National Library of Medicine, a maioria das pessoas em uniões LAT pretende viver juntas, mas estão separadas por razões práticas.
“O LAT é mais comum entre jovens, aqueles matriculados no ensino superior, pessoas com atitudes liberais, pessoas altamente educadas e aqueles que já coabitaram ou foram casados. Pessoas mais velhas e divorciadas ou viúvas também são mais propensas a escolher o LAT para manter a independência”, acrescentaram os pesquisadores na conclusão.
Mas nem tudo são flores, certo? A psicóloga Eudiléia Marcelino acrescenta que também há desvantagens. “Muitos casais acabam conflitando mais, pois morar em casas separadas pode aumentar a desconfiança e a insegurança se o casal não tem uma relação sólida”, diz.
“Outra queixa comum é a sensação de desamparo emocional, de não poder contar com o outro, como se a ausência física nos momentos difíceis no dia a dia reforçassem a sensação de abandono. Então, não é um modelo de relação para qualquer casal”, alerta Eudiléia.
O modelo é tido para especialistas como uma maneira de evitar o desgaste da relação e brigas que surgem com a convivência em excesso e com a rotina. Eudiléia, por sua vez, aponta que o modelo não deve ser visto como uma opção para salvar um relacionamento já em crise. “Na verdade, pelo contrário, pode aumentar as fissuras ao invés solucionar questões.”
Informações Metrópoles

A Seleção Brasileira voltará a se reunir para mais duas partidas contra o Chile, no próximo dia 10, e Peru, cindo dias depois, ambos pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Nesta terça-feira (17), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) marcou a convocação dos 23 jogadores para o dia 27, na outra sexta. No entanto, a lista elaborada pelo técnico Dorival Júnior será enviada para a Fifa uma semana antes, portanto, nesta sexta (20).
Além da convocação, a entidade também anunciou a programação da Amarelinha para os dois jogos. A preparação começará no dia 7 de outubro no Centro de Treinamento Joaquim Grava, na cidade paulista de Guarulhos. Dois dias depois, a delegação embarca para Santiago, local do duelo com os chilenos, após o treinamento no CT do Corinthians. A escolha do local foi feita com base na questão logística por estar próximo do aeroporto internacional de São Paulo. O elenco do time Canarinho retorna ao Brasil logo após a partida com destino a Brasília, onde enfrenta os peruanos no Mané Garrincha.
Após quatro derrotas nos últimos cinco jogos, o Brasil tenta se recuperar nas Eliminatórias. O time Canarinho ocupa o quinto lugar na tabela de classificação com 10 pontos, oito a menos do que a líder Argentina. Com nove, o Paraguai é o sétimo colocado e disputaria a repescagem por uma vaga na Copa de 2026 enquanto a Bolívia, em oitava com a mesma pontuação, estaria fora do Mundial.
Informações Bahia.ba

São Paulo – A pesquisa Quaest para a Prefeitura da capital paulista divulgada nesta quarta-feira (18/9) mostra que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) segue na liderança, empatado tecnicamente com Guilherme Boulos (PSol) e Pablo Marçal (PRTB) – o influenciador, alvo de agressão com uma cadeirada durante debate no domingo (15/9), recuou nas intenções de voto. A pesquisa foi realizada entre domingo, dia da agressão, e os dois dias seguintes ao episódio.
Nunes aparece numericamente à frente, com 24%, seguido de Boulos, com 23%, e Marçal, com 20%. Os três estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Em relação à última pesquisa do instituto, publicada em 11 de de setembro, Boulos cresceu dois pontos percentuais, enquanto Marçal recuou três pontos. Nunes manteve os mesmos 24%.
Candidato do PSDB, José Luiz Datena, que agrediu Marçal com a cadeira, subiu 2 pontos percentuais e assumiu a quarta colocação, com 10% das intenções. Tabata Amaral (PSB) recuou 1 ponto percentual, de 8% para 7%, das intenções de voto.
A Quaest entrevistou presencialmente 1,2 mil eleitores de São Paulo, entre os dias 15 e 17 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-00281/2024.
A Quaest testou três cenários de segundo turno na pesquisa. Nunes sairia vitorioso tanto contra Boulos como contra Marçal. Na disputa entre Boulos e Marçal, a pesquisa indica um empate técnico.
Nos cenários de segundo turno, Boulos se aproximou da liderança em relação à pesquisa anterior. Contra Nunes, ele reduziu a diferença de intenções de voto, de 33% para 35%, mas continua perdendo. Já contra Marçal ele oscilou positivamente de 40% para 42% – considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.
Informações Metrópoles
Macaé Evaristo alega que conduta daria direito de defesa ao acusado e privacidade à vítima

Nova ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo defendeu, em entrevista o Poder360, a ideia de que se mantenha sigilo em caso de assédio sexual. Ela acredita que tal postura daria privacidade às vítimas e garantiria o direito de defesa aos acusados. Segundo ela, essa conduta também traria mais mecanismos para responsabilizar os culpados.
Para Macaé, as denúncias de assédio sexual contra o ex-ministro Silvio Almeida refletem uma mudança cultural na qual as vítimas se sentem mais confortáveis para denunciar. Ela anunciou que tem como plano reforçar os processos institucionais para prevenir episódios semelhantes ao que causou a exoneração do ex-ministro.
“Minha tarefa aqui é olhar para a frente, pois tem muita pauta a ser trabalhada”, disse a ministra. “Então, eu sempre acho que tudo serve de lição. O que podemos aprender a partir disso? O que podemos aprender para sermos melhores no futuro? Eu quero trabalhar nessa linha.”
As acusações contra Silvio Almeida foram confirmadas pela organização Me Too Brasil em 5 de setembro. Entre as supostas vítimas está a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.

Perguntada sobre a condução do governo Lula no caso, já que ministros sabiam das acusações havia meses, Macaé afirmou não ter discutido o episódio com integrantes do Executivo. Macaé afirmou não ter conversado com Almeida desde sua nomeação e preferiu não comentar o caso dele.
Ela disse que, no ambiente corporativo, “você denuncia, e, ao mesmo tempo, começam a entrar em curso alguns mecanismos para tentar não falar sobre isso, não tornar público”.
“A primeira coisa que a gente precisa no Brasil é conversar sobre essas questões”, avaliou. “Não é conversar só sobre um caso, porque quando o caso chega, acaba a privacidade de quem denunciou. Acaba o sigilo, acaba o direito de defesa quando a gente explicita o caso. Então, aí, as boas práticas já foram para o ralo”, disse Macaé.
Informações Revista Oeste
Canetada monocrática de um ministro do STF se antecipou a providências e avaliações que normalmente caberiam ao Executivo e ao Legislativo

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda tenta reagir à onda de seca, queimadas e incêndios florestais que o pegou desprevenido. No entanto, já recebeu uma ajuda do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino para gastar com a crise fora dos limites do Orçamento.
O jornal Folha de S.Paulo destaca em seu editorialdesta quarta-feira, 18, a decisão tomada por Dino no domingo 15. Ele definiu que o Planalto pode determinar as despesas necessárias por meio de medida provisória, reservada para caso emergencial, “sem cômputos para tetos ou metas fiscais”.
É perfeitamente razoável e de interesse público que, em caso emergencial, o governo possa liberar dinheiro temporariamente fora das regras que disciplinam o equilíbrio orçamentário. No entanto, a publicação destaca que o perigo está na “banalização desse expediente”.
“No caso em tela, a canetada monocrática de um ministro do STF se antecipou a providências e avaliações que normalmente caberiam ao Executivo e ao Legislativo”, diz a Folha.
“Decerto a estiagem se mostrou mais severa que o esperado, mas o uso de recursos extraordinários deveria demandar uma análise criteriosa e transparente”, acrescenta o jornal.

Trata-se, convém recordar, da quarta vez em menos de cinco anos que o argumento da emergência é utilizado para romper os limites fixados para o controle da dívida pública.
Na primeira, em 2020, o mérito era indiscutível — fazer frente à pandemia de covid-19. Abriu-se caminho ali, porém, para despesas que se mostraram exageradas, como no socorro desmedido a Estados e municípios votado pelo Congresso.
“Já em 2022, Jair Bolsonaro (PL) usou o pretexto do encarecimento dos combustíveis com a guerra da Ucrânia para aprovar uma farra inaudita de gastos pela reeleição — com ampla aprovação de partidos à direita, ao centro e à esquerda, diga-se”, avalia a publicação.
Neste ano, a chuva precedeu a seca como fator de urgência. Com a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul, os parlamentares autorizaram despesas que não serão computadas para o cumprimento da meta já bastante desacreditada de reduzir a zero o déficit do Tesouro Nacional.
“Agora, a intervenção de Dino, que em nada parece ter desagradado o governo do qual fez parte, suscita novos temores quanto à solidez do ajuste fiscal”, diz a Folha.
Para o jornal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi sensato ao declarar que os eventos agravados pela mudança climática global podem deixar de ser considerados extraordinários doravante.
“Daí a colocar a tese em prática, no entanto, existe distância considerável, ainda mais numa administração federal afeita a driblar as restrições do Orçamento”, afirma a publicação.
É verdade que os montantes atuais não se comparam aos anteriores, e as justificativas que os amparam são ao menos plausíveis. “Mas é verdade também que este é só o segundo ano de um governo que já minou a credibilidade de sua política econômica”, conclui a Folha.
Informações Revista Oeste

Líder do setor de internacionalismo do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Milena Polini afirmou em entrevista à Rádio França Internacional (RFI) que a reeleição do ditador Nicolás Maduro, que a comunidade internacional considera fraudulenta, não altera o apoio do grupo de invasores ao venezuelano. A militante lamentou a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não reconhecer Maduro como o vencedor do pleito.
“Para nós, é triste a posição do governo Lula; para nós, do MST, seria muito mais proveitoso e importante se ele estivesse ao lado do Maduro”, criticou. “Mas o Lula é uma coisa, o PT é outra, e o MST é outra. Então, a gente nem sempre vai estar alinhado nas mesmas ideias.”
Embora ainda não declare Maduro reeleito presidente, Lula alegou, em recente entrevista, que a Venezuela não é uma ditadura. Também disse que seu aliado político implementou no país apenas um regime “muito desagradável”.
Milena disse ainda que a leitura do movimento é que a Venezuela é um território de disputa do imperialismo. “Assim como é a Palestina, assim como é a Ucrânia, assim como tem outros territórios de disputa do imperialismo contra o Sul Global”, comparou.
A relação do MST com a Venezuela foi outro ponto discutido pela líder. Ela informou que os invasores brasileiros mantêm uma “brigada de trabalho” no país vizinho e anunciou um novo projeto de produção de alimentos na região.
Milena participou da festa de L’Humanité, em Paris, que acontece sempre em setembro e reúne políticos e esquerdistas da França e de outros países. Organizada desde 1930 pelo jornal comunista francês L’Humanité, a festa atrai mais de 400 mil militantes. O evento aconteceu no último fim de semana.

A RFI também perguntou sobre a relação do MST com o governo Lula. “Podemos dizer que o projeto que venceu nas urnas não é o projeto que está conseguindo ser implementado no governo”, afirmou.
Ela afirmou que a bancada ruralista é que “impede a aplicação completa do projeto vencedor das eleições de 2022, que preconizava a preservação ambiental e a ampliação das políticas públicas”.
“Temos críticas (ao governo), mas estamos trabalhando juntos”, disse. “No entanto, pensamos que, para realmente o projeto ser implementado, a gente precisa de organização social”, declarou.
Milena Polini participou de uma mesa-redonda sobre o atual momento do MST, que completou 40 anos em janeiro de 2024. Ela relatou que o público estava interessado na história e no “funcionamento do MST”, além de fazer perguntas sobre meio ambiente, as queimadas no Brasil e a relação dos invasores com o governo.
Segundo Milena, o público francês expressou preocupação com as queimadas no Brasil.
“Essas queimadas foram coordenadas, não foram queimadas naturais, podemos dizer assim; foram intencionais, combinadas”, garantiu Milena. A militante só não mencionou os diversos avisos do Ministério do Meio Ambiente ao Executivo, desde fevereiro, sobre a catástrofe que estaria para acontecer no Brasil.
Informações Revista Oeste

Um homem morreu após ser esfaqueado durante uma discussão na noite de terça-feira (18), na Rua Jacobina, no bairro Jardim Cruzeiro, em Feira de Santana. O suspeito do crime é o enteado dele e já está preso.
Conforme informações obtidas pelo Acorda Cidade junto à polícia, Zezito Nunes, 38 anos, foi golpeado nas costas, lateral do peito direito e ombro.
A companheira da vítima e mãe do jovem relatou para a polícia que vinha sofrendo constantemente, ameaças e agressões, e que na noite de ontem o fato se repetiu na presença do filho dela.
Ainda segundo o relato, diante da situação, houve uma discussão, o enteado pegou uma faca e desferiu os golpes no padrasto. Zezito Nunes caiu dentro do banheiro da residência. Após cometer o crime, o suspeito jogou jogado a faca no telhado.