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Com Frei Jorge Rocha

Tema: Expressão lágrimas de crocodilo

Confira:


Uso do remédio exige prescrição médica, segundo o órgão

Metbala é uma bala feita com tadalafila | Foto: Metbala/Reprodução
Metbala é uma bala feita com tadalafila | Foto: Metbala/Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição, a fabricação, a manipulação, a propaganda e o uso de todos os lotes do medicamento Metbala, à base de tadalafila, da empresa FB Manipulação Ltda.

Em nota, a agência reguladora informou que a medida foi adotada porque o produto em questão, uma bala do tipo gummy, não tem nenhum tipo de regularização na Anvisa. “Além disso, a empresa identificada não tem autorização para fabricar medicamentos”, completou o comunicado.

A proibição, segundo a agência, também se aplica a qualquer pessoa, física ou jurídica, ou veículos de comunicação que comercializem ou divulguem o produto. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14.

“De acordo com a legislação, medicamentos só podem ser comercializados por farmácias e drogarias e precisam estar registrados na agência”, destacou a Anvisa. “O registro é a comprovação de que o produto possui eficácia, segurança e qualidade.”

No comunicado, a agência reforçou que a tadalafila, indicada para tratar disfunção erétil, é um medicamento sujeito à prescrição médica e que seu uso depende de avaliação clínica sobre condições específicas do paciente.

“A automedicação coloca sua vida em risco”, alerta a Anvisa. “Esses produtos não são inofensivos. Quem faz a propaganda de produtos irregulares também comete infração sanitária e está sujeito a penalidades, incluindo multas.”

O que é a tadalafila, vendida como bala

A tadalafila é um medicamento utilizado para tratar a disfunção erétil. O comprimido deve ser usado por homens adultos e vendido somente com receita médica. A tadalafila só funciona quando há estímulo sexual, ou seja, ela não causa ereção sozinha.

Seu funcionamento se baseia no aumento do fluxo sanguíneo durante a excitação, o que permite uma ereção mais eficaz e duradoura. O efeito do comprimido pode começar a partir de 30 minutos depois da ingestão e durar até 36 horas. O medicamento não deve ser usado mais de uma vez por dia.

A tadalafila não deve ser usada por pessoas alérgicas à substância ou por quem toma medicamentos à base de nitrato (como certos remédios para o coração), pois a combinação pode causar queda perigosa da pressão arterial. Também é contraindicada para homens que não sofrem de disfunção erétil. Mulheres, especialmente grávidas, não devem usar o medicamento.

Pfizer remédio obesidade efeitos colaterais - perda de peso - remédio | A farmacêutica espera que uma mudança no mecanismo de liberação do remédio possa reduzir os colaterais | Foto: Wirestock/Freepik
A tadalafila é um medicamento utilizado para tratar a disfunção erétil | Foto: Wirestock/Freepik

Alguns cuidados são necessários antes do uso. Pacientes com problemas cardíacos, de pressão, fígado, rins ou visão devem informar o médico. Também é importante relatar o uso de outros medicamentos, como antibióticos ou remédios para o estômago, pois podem interferir nos efeitos da tadalafila.

Os efeitos colaterais mais comuns incluem dor de cabeça, dores nas costas, tontura e vermelhidão no rosto. Há também reações mais raras, como alterações na visão e audição, dor abdominal, ereção prolongada e reações alérgicas na pele. Em caso de sintomas mais graves, é fundamental buscar atendimento médico imediato.

Por fim, o comprimido deve ser ingerido inteiro, por via oral, sempre sob orientação médica. Não deve ser partido nem mastigado. Deve ser armazenado em temperatura ambiente e fora do alcance de crianças. Em caso de ingestão em excesso, o ideal é procurar socorro médico rapidamente.

Informações Revista Oeste


Deputada do PL foi sentenciada por invasão do sistema do CNJ e falsidade ideológica; decisão também torna parlamentar inelegível por 8 anos

carla zambelli
A deputada federal Carla Zambelli, durante uma coletiva de imprensa na Casa | Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

Por decisão unânime, os ministros da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal fixaram a pena da deputada Carla Zambelli (PL-SP) em dez anos de prisão, em regime fechado. Além disso, ela perderá o mandato parlamentar. A condenação tem como base crimes relacionados à invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsidade ideológica.

O ministro Alexandre de Moraes abriu a votação na última sexta-feira, 9, e defendeu a condenação. Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia seguiram o relator. O ministro Luiz Fux, que ainda não havia se manifestado, deu seu voto nesta quarta-feira, 14, e consolidou o placar de 5 votos a 0.

Embora a maioria estivesse formada, o julgamento segue oficialmente em curso no plenário virtual do STF até esta sexta-feira, 16. O cumprimento da pena dependerá do encerramento definitivo do processo, quando não houver mais possibilidade de recursos.

Moraes argumentou que a perda do mandato deve ocorrer porque a pena em regime fechado afastaria a deputada de suas funções por mais de 120 dias. Pela Constituição, isso leva à suspensão automática dos direitos políticos.

No mesmo processo, os ministros também responsabilizaram o hacker Walter Delgatti Neto pelos crimes. Ele recebeu uma pena menor, de oito anos e três meses de prisão. Ambos foram sentenciados ao pagamento de R$ 2 milhões em indenização por danos morais e materiais coletivos. Também ficam inelegíveis por oito anos.

A defesa de Zambelli criticou a decisão. Alegou que o julgamento ignorou provas favoráveis e limitou a atuação dos advogados. O advogado Daniel Bialski afirmou que a deputada não participou da criação de alvarás falsos nem tinha conhecimento dos atos cometidos por Delgatti.

Carla Zambelli atribuiu o julgamento a uma tentativa de perseguição política

Zambelli atribuiu o julgamento a uma tentativa de perseguição política. Rejeitou a acusação e disse não haver provas que sustentem a condenação. “Não há qualquer prova que sustente essa condenação”, disse Carla Zambelli. “O que existe é uma tentativa clara de silenciar uma mulher de direita, deputada eleita pelo povo, que não se curva diante de abusos de poder.”

Esta não é a única condenação da parlamentar. Em março, o Supremo formou maioria para penalizá-la em outro processo. A pena estabelecida foi de cinco anos e três meses em regime semiaberto, também com perda de mandato. O caso envolve porte ilegal de arma e constrangimento com uso de arma de fogo. O ministro Kassio Nunes Marques pediu vista, e o julgamento foi interrompido.

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo decidiu, em janeiro, cassar o mandato da deputada por disseminação de desinformação durante a campanha de 2022. No entanto, os efeitos dessa decisão aguardam o esgotamento dos recursos cabíveis.

Na Câmara, a condenação de Zambelli provocou debates em meio ao impasse com o STF sobre o processo contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ)

Nos bastidores da Câmara, a condenação de Zambelli provocou debates em meio ao impasse com o STF sobre o processo contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ). Alguns parlamentares sugeriram retaliar o Judiciário com medidas como a suspensão da ação penal contra Zambelli.

O recurso à suspensão de ações penais contra parlamentares está previsto desde a Constituição de 1988. O dispositivo foi criado para proteger a independência do Legislativo diante de eventuais abusos do Judiciário. Na semana passada, esse mecanismo foi usado no caso Ramagem, mas a 1ª Turma do STF derrubou parte da decisão da Câmara.

Durante o julgamento, Moraes declarou que Zambelli atuou de forma planejada, com plena consciência da ilegalidade dos atos. Afirmou que ela tentou enfraquecer instituições fundamentais da democracia. Disse ainda que a deputada, ao usar o cargo público, violou a confiança do eleitor e atentou contra o Poder Judiciário.

“Como deputada federal, portanto representante do povo brasileiro e jurada a defender a Constituição, utilizou-se de seu mandato e prerrogativas para, deliberadamente, atentar contra a credibilidade do Poder Judiciário”, declarou Moraes.

Delgatti, por sua vez, ganhou projeção nacional ao invadir contas no Telegram de autoridades da Lava Jato, incluindo o ex-juiz Sergio Moro. Ele entregou as mensagens ao site The Intercept Brasil, que deu origem à série de reportagens conhecida como Vaza Jato. O conteúdo expôs suposto conluio entre procuradores e o magistrado. Delgatti foi condenado em 2023 a 20 anos de prisão pelos ataques aos sistemas e cumpre pena desde então.

Informações Revista Oeste


A denúncia feita em setembro daquele ano levou à abertura de uma investigação pela Polícia Federal, concluída em 2024 sem indiciamentos

Pelo menos sete entidades de fachada participaram da fraude no INSS | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Pelo menos 11 associações participaram da fraude no INSS | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Em 2020, um servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) denunciou à polícia do Distrito Federal desvios ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas. Ele, que preferiu anonimato por temer represálias, relatou ter recebido ameaças de morte depois de identificar as irregularidades. A informação é da TV Globo.

O funcionário, que atuava na análise dos descontos, percebeu anomalias e decidiu notificar as autoridades. A denúncia feita em setembro de 2020 levou à abertura de uma investigação pela Polícia Federal, concluída em 2024 sem indiciamentos. 

“Na época que a Diretoria de Benefícios estava cortando ali os ACTs [Acordos de Cooperação Técnica], eu estava fazendo uma auditoria em cima deles, alguns servidores receberam ameaças”, afirmou o servidor. “Isso foi falado lá dentro.”

Investigações paralelas e irregularidades no INSS

Operação Sem Desconto; INSS
Operação Sem Desconto, deflagrada em abril | Foto: Divulgação/PF

Simultaneamente, a Polícia Civil do Distrito Federal iniciou sua investigação, no mesmo ano, depois de receber denúncias de aposentados ao Ministério Público. Em fevereiro de 2021, o órgão convocou o servidor para depor, e ele reiterou suas alegações sobre os descontos irregulares feitos pela Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer).

Ele destacou um aumento significativo nos descontos associados à Conafer ao longo de 2020. Em janeiro daquele ano, a Conafer tinha cerca de 80 mil filiados com descontos nos benefícios previdenciários. Esse número subiu para mais de 250 mil em outubro de 2020, mês em que o acordo da Conafer com o INSS estava suspenso em razão de irregularidades.

Firmado inicialmente em 2017, o acordo permitia à Conafer realizar descontos diretamente nos benefícios dos filiados. Em setembro de 2020, depois da detecção dos problemas, houve a suspensão da permissão. 

Em outubro, a responsabilidade por analisar os documentos passou da Diretoria de Benefícios para a Diretoria de Atendimento do INSS, o que possibilitou a reabilitação da Conafer. Na ocasião, a Conafer homenageou Jobson de Paiva Sales, então diretor de atendimento do INSS, responsável por reverter a suspensão.

Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) de 2024 revelou que a Conafer apresentou o maior crescimento no volume de descontos entre 2019 e 2024. Os números saltaram de R$ 400 mil por ano, em 2019, para R$ 57 milhões, em 2020, e chegaram a R$ 202 milhões, em 2023.

Depoimentos e novas descobertas

Em março de 2021, Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer, prestou depoimento na investigação da Polícia Civil, mas recusou-se a informar seus rendimentos, em razão de confidencialidade. 

Durante sua fala, afirmou que “a Conafer ou seus integrantes não foram responsáveis pela inserção de descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas, mas, sim, se tal fato ocorreu, a responsabilidade seria da Dataprev”, empresa pública federal que processa os pagamentos do INSS.

Entretanto, a Polícia Civil encontrou indícios de que, entre 2019 e 2020, Carlos Roberto e sua mulher, Bruna Braz, negociaram cinco imóveis de alto valor, incluindo uma fazenda avaliada em R$ 3 milhões. Em 2021, a Justiça do Distrito Federal decidiu que a competência para conduzir a investigação seria da Polícia Federal. 

A operação para desarticular o esquema só ocorreu em abril de 2025. A Operação Sem Desconto resultou na queda do então ministro da Previdência do governo Lula, Carlos Lupi, e do então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.

Informações Revista Oeste


País asiático tinha aplicado medidas não tarifárias contra 17 companhias americanas

Bandeira da China Foto: Pixabay

A China anunciou a suspensão temporária de algumas das medidas não tarifárias tomadas contra 17 empresas dos Estados Unidos que havia incluído em abril em sua lista de entidades não confiáveis e contra outras 28 que tinha adicionado à sua lista de controle de exportações.

De acordo com o Ministério do Comércio chinês, a suspensão será de 90 dias para as empresas que foram incluídas em sua lista de entidades não confiáveis em 4 de abril, o que afetou 11 empresas dos EUA. O país asiático também suspendeu uma medida semelhante imposta em 9 de abril a seis entidades, mas sem especificar a duração da suspensão.

As empresas estrangeiras na lista de entidades não confiáveis são proibidas de importar, exportar e investir na China. Entre as sancionadas estavam empresas como Skydio, BRINC e SYNEXXUS, por sua suposta cooperação militar com Taiwan, o que, de acordo com Pequim, afeta sua soberania e segurança nacional.

Além disso, a pasta informou uma suspensão de 90 dias da inclusão de 28 entidades americanas que foram adicionadas à sua lista de controle de exportação em abril.

Em seguida, a China adicionou a High Point Aerotechnologies, a Sierra Nevada Corporation e a Universal Logistics Holdings, que estão relacionadas às áreas de defesa e aeronáutica, por “se envolverem em atividades que poderiam ameaçar a segurança e os interesses do país”.

Na última segunda (12), após dois dias de intensas negociações em Genebra, Pequim e Washington divulgaram um comunicado conjunto confirmando um acordo para reduzir as tarifas por três meses: os EUA diminuíram a sobretaxa de 145% para 30%, e a China baixou a de 125% para 10%.

*EFE


Argentina promoverá reforma no regime migratório

Javier Milei na CPAC Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO

O porta-voz da presidência da Argentina, Manuel Adorni, anunciou nesta quarta-feira (14) uma série de reformas no regime migratório do país, incluindo restrições mais rígidas para a residência, o fim do atendimento médico gratuito para estrangeiros em hospitais públicos e a implementação de uma taxa para estudantes estrangeiros não residentes.

Adorni explicou, em sua coletiva de imprensa regular na Casa Rosada, que o governo de Javier Milei implementará uma reforma migratória, que será implementada por meio de um Decreto de Necessidade e Urgência no Diário Oficial nos próximos dias.

A nova regra promoverá mudanças para caminhar em direção a um “país ordenado que salvaguarda suas fronteiras e protege os cidadãos argentinos”, segundo Adorni. Ele destacou que as condições para concessão de residência a estrangeiros serão reforçadas e que os imigrantes serão expulsos por conta de crimes e que serão acrescentados mais delitos como motivos para negar entrada ou expulsar imigrantes.

– A doutrina garantista causou estragos em termos migratórios, e a verdade é que criminosos, invasores e oportunistas devem ficar do outro lado da fronteira e não vir à Argentina para prejudicar os cidadãos residentes no país – afirmou o porta-voz.

As novas medidas buscam ampliar os instrumentos legais para facilitar a expulsão de estrangeiros do país, uma política promovida pela atual ministra da Segurança, Patricia Bullrich, que já havia promovido medidas semelhantes durante o governo de Mauricio Macri.

FIM DA ASSISTÊNCIA MÉDICA GRATUITA
De acordo com o porta-voz presidencial, a assistência médica gratuita para estrangeiros não residentes será eliminada. Os órgãos de saúde competentes determinarão as condições de acesso ao sistema, incluindo a possibilidade de cobrança pelos serviços.

Adorni citou o caso da província de Salta, onde uma medida semelhante reduziu os serviços a estrangeiros em 95% e gerou uma economia de 60 milhões de pesos (cerca de R$ 300 mil).

– Estamos nos despedindo dos famosos tours sanitários, que infelizmente ficaram tão conhecidos na Argentina – declarou.

TAXAS PARA ESTUDANTES ESTRANGEIROS NÃO RESIDENTES
Além disso, as universidades nacionais poderão cobrar taxas de estudantes estrangeiros que não residam no país. A decisão caberá a cada instituição, uma vez que são constituídas como entes autônomos.

Adorni afirmou que “um em cada três estudantes de medicina é estrangeiro” e enfatizou que essa medida representará uma fonte de financiamento para as faculdades.

Essas reformas fazem parte da política de imigração do governo do presidente Javier Milei, que busca fortalecer o controle de fronteiras e priorizar os direitos dos cidadãos argentinos em áreas como saúde e educação.

*EFE


Postagem alvo de questionamento sugere que Janja teria sido barrada com malas de dinheiro na Rússia

Janja Foto: EFE/EPA/THIBAULT CAMUS

A Advocacia-Geral da União (AGU) notificou, nesta quarta-feira (14), a Meta – responsável pelas plataformas Instagram, Facebook, Threads, WhatsApp -, além do TikTok, para que removam, em até 24 horas, conteúdos considerados falsos sobre a viagem da comitiva do governo brasileiro à Rússia. A medida atende a um pedido da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República.

As publicações alvo do questionamento da AGU afirmam que a primeira-dama Janja da Silva teria sido barrada ao chegar na Rússia, carregando malas que estariam cheias de dinheiro, supostamente desviado de fraudes no INSS. Uma postagem que circula nas redes mostra o que seria uma imagem de Janja ao lado de diversas bagagens.

Na comunicação extrajudicial enviada pela AGU às empresas, o órgão diz que as mensagens publicadas possuem, no entanto, “conteúdo desinformativo com potencial de vulnerar a estabilidade institucional e de comprometer a integridade das políticas públicas tuteladas pela União”.

A AGU declara ainda que, caso as plataformas não removam o conteúdo solicitado, elas poderão incorrer em omissão culposa, ensejando sua responsabilização. Janja foi à Rússia a convite do governo russo, cumprindo agendas entre os dias 3 e 7 de maio, antes da chegada do presidente Lula (PT).

Informações Pleno News


O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (UB) emitiu uma nota em suas redes sociais lamentando o falecimento do médium e orador espírita feirense Divaldo Franco.

“Desejo meus sentimentos para toda a família e amigos de Divaldo Franco por sua partida. Um grande amigo, Divaldo se dedicou a servir, espalhando bondade por onde passava. Essa figura icônica da nossa cidade deixa um legado e a marca de que sua missão foi cumprida com êxito e dedicação. Vá em paz, meu amigo. Que nessa partida possamos continuar lembrando de você em vida”, publicou Ronaldo.


Primeira-dama teria causado momento desconfortável com líder chinês Xi Jinping

Lula durante coletiva de imprensa na China Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, nesta quarta-feira (14), que perguntou ao líder chinês, Xi Jinping, se poderia enviar ao Brasil uma pessoa de confiança para discutir “questões digitais”, principalmente o TikTok.

– Eu perguntei ao companheiro Xi Jinping se era possível ele enviar para o Brasil uma pessoa da confiança para a gente discutir a questão digital, sobretudo o TikTok. E aí a Janja pediu a palavra para explicar o que está acontecendo no Brasil, sobretudo contra as mulheres e as crianças – disse.

Segundo o presidente, a resposta de Xi foi a de que o Brasil tem o direito e o poder de fazer a regulamentação das redes e até banir a plataforma do país. Segundo Lula, foi uma resposta óbvia.

– Não é possível a gente continuar com as redes sociais cometendo os absurdos que cometem, e a gente não ter a capacidade de fazer uma regulamentação – declarou.

Lula se mostrou irritado com o vazamento da conversa sobre o TikTok envolvendo a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, e o presidente chinês. Integrantes da comitiva relataram ao portal G1 que a esposa de Lula havia protagonizado um momento constrangedor ao pedir a palavra para falar com Xi Jinping sobre o TikTok, que ela considera ter um algoritmo favorável à direita.

– A primeira coisa que acho estranho é como é que essa pergunta chegou à imprensa. Porque estavam só os meus ministros lá, o Alcolumbre e o Elmar. Alguém teve a pachorra de ligar para alguém e contar uma conversa de um jantar muito confidencial e pessoal – disse Lula ao ser questionado sobre o episódio.

Segundo Lula, foi ele quem fez o pedido sobre o TikTok a Xi Jinping.

– A Janja pediu a palavra para explicar o que está acontecendo no Brasil, sobretudo contra as mulheres e as crianças. Foi só isso – minimizou Lula.

E prosseguiu.

– Foi uma coisa normal e ele vai mandar uma pessoa. Isso que importa. Não sei porque alguém achou que isso era novidade e foi falar para imprensa. A pergunta foi minha e eu não me senti incomodado. O fato de a minha mulher pedir a palavra é porque ela não é cidadã de segunda classe, entende mais de rede digital do que eu – concluiu Lula.

*AE


No caso de suposta tentativa de golpe, requerimento destaca necessidade de mais tempo para que ‘conjunto probatório seja analisado’

Jair Bolsonaro na primeira fila do plenário do STF
Jair Bolsonaro na primeira fila do plenário do STF, durante julgamento | Foto: Gustavo Moreno/STF

Nesta terça-feira, 13, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para cancelar as audiências de testemunhas no caso que investiga uma suposta trama de golpe de Estado. As ações estão programadas para começar na próxima semana e envolvem depoimentos de 82 pessoas.

Entre aquelas a serem ouvidas, estão os governadores Tarcísio de Freitas, do Estado de São Paulo, e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal. Foi a Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável pela acusação, quem indicou as primeiras testemunhas a prestar depoimento. 

Na sequência, darão seus relatos as testemunhas do delator e tenente-coronel Mauro Cid. Depois, os juízes ouvem aquelas dos outros sete réus, considerados parte do chamado núcleo 1, o principal da denúncia.

Defesa de Bolsonaro quer mais tempo para análise de provas

1ª Turma STF
Julgamento da denúncia contra Jair Bolsonaro pela 1ª Turma do STF – 25/03/2025 | Foto: Fellipe Sampaio /STF

O requerimento da defesa destaca a necessidade de mais tempo para que o “conjunto probatório, que permaneceu fora do processo, seja analisado pela defesa”. O objetivo é permitir “não só a necessária complementação do rol de diligências e testemunhas já apresentados, mas também especialmente o adequado questionamento das testemunhas arroladas pelas partes”.

Neste momento, as investigações estão na fase de instrução penal. É agora que o Ministério Público e as defesas podem apresentar provas, solicitar diligências, convocar testemunhas e debater as teses das defesas e da acusação. Somente depois da conclusão dessa etapa é que o STF vai poder julgar o mérito da ação e decidir se deve haver condenação dos réus pela suposta tentativa de golpe de Estado ou absolvição.

Informações Bahia.ba